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  • I Seminário Internacional de Licenciamento Ambiental Offshore

    Local: Centro Cultural FGV

    Endereço: Praia de Botafogo, 186 - Botafogo, Rio de Janeiro/RJ

    Data: 07 Novembro 2018

    Horário: 08:00

  • A FGV Energia e o Grupo de Estudos de Licenciamento Ambiental da AmCham Rio têm o prazer de apresentar o I

    Seminário Internacional de Licenciamento Ambiental Offshore. O evento reunirá os principais atores do segmento

    do meio ambiente ligados ao setor de óleo e gás para discutir temas de grande relevância para o setor, como: a

    avaliação ambiental integrada, oportunidades de desenvolvimento e gestão do licenciamento no Brasil, novas

    tecnologias para o descomissionamento e a importância de um banco de dados integrado, além de promover um

    rico intercâmbio de conhecimento com experiências internacionais.

    Link:

    https://portal.fgv.br/eventos/i-seminario-internacional-licenciamento-ambiental-offshore

    I Seminário sobre Matriz e Segurança Energética Brasileira e 14°

    Brazil Energy and Power

    Local: Centro Cultural FGV

    Endereço: Praia de Botafogo, 186 - Botafogo, Rio de Janeiro/RJ

    Data: 08 Novembro 2018

    Horário: 09:00

    A FGV Energia e a AmCham Rio, realizarão no dia 08 de novembro de 2018, a 8ª edição do Seminário sobre Matriz

    e Segurança Energética Brasileira e 14º Brazil Energy and Power, no Centro Cultural FGV.

    Entendendo que o país vive um momento oportuno e urgente para o debate sobre nossa matriz energética, os

    temas desse ano incluem: O papel do gás natural na matriz energética brasileira; Downstream – política de preços,

    competitividade no refino e impactos socioeconômicos; Revisão das regras de integração da geração distribuída

    em 2019; Oportunidades e desafios para o desenvolvimento da smart grid no Brasil e Revisão do modelo de

    contratação (lastro de energia, leilões regionais e outros).

    Link:

    https://portal.fgv.br/eventos/i-seminario-sobre-matriz-e-seguranca-energetica-brasileira-e-14deg-brazil-energy-and-power

    https://portal.fgv.br/eventos/i-seminario-internacional-licenciamento-ambiental-offshore https://portal.fgv.br/eventos/i-seminario-sobre-matriz-e-seguranca-energetica-brasileira-e-14deg-brazil-energy-and-power

  • COMERCIAL

    ABUSO COMERCIAL

    Leasing não pode incluir cláusula de antecipação de parcelas, diz STJ

    17 de outubro de 2018, 15h55

    Por Gabriela Coelho É nula a cláusula de contrato de arrendamento mercantil, o leasing, que autoriza a cobrança das parcelas a vencer na hipótese de rescisão antecipada do contrato por perda do bem sem culpa do arrendatário. Este foi o entendimento aplicado, por unanimidade, pela 3ª Turma do Superior Tribunal de Justiça, mantendo decisão anterior do Tribunal de Justiça do Rio de Janeiro. A discussão girou em torno de um pedido ajuizado pela Comissão de Defesa do Consumidor da Assembleia Legislativa do RJ, sustentando a abusividade das cláusulas e o enriquecimento das instituições financeiras que as aplicavam.

    O TJ-RJ estabeleceu que a devolução dos valores pagos indevidamente pelos contratantes ocorresse de forma simples e condenou as instituições a restituírem, em dobro, todos os valores cobrados de forma irregular. Além disso, determinou que elas apresentassem registro individualizado que permita verificar o tempo efetivo de duração dos contratos de arrendamento celebrados nos últimos 10 anos.

    As instituições, então, recorreram ao STJ alegando que as consequências pela perda do bem deveriam correr exclusivamente à conta do arrendatário, devendo ser pagas as parcelas referentes à contraprestação pela utilização temporária do bem, sob pena de desnaturação da qualificação jurídica do contrato.

    Sem fundamentação Na decisão, a relatora, ministra Nancy Andrighi afirmou que diante da falta de fundamentação apta a superar as conclusões do acórdão do TJ-RJ, não existem motivos para reformá-las. A relatora deu parcial provimento apenas para restringir a condenação à possibilidade de cobrança de parcelas vencidas na hipótese de o arrendatário ter contratado seguro em resguardo do bem arrendado. Para a ministra, a natureza do contrato de arrendamento mercantil é sinalagmático. "A cobrança antecipada do Valor Residual Garantido não descaracteriza o contrato de leasing como uma compra e venda de prestação. Diante do conteúdo de locação existente no contrato de arrendamento mercantil a primeira obrigação do locador/arrendador consiste na entrega da coisa sem a qual o contrato não pode preencher sua função econômica", disse. "A prestação que fica impossibilitada de ser cumprida com a perda do bem por força maior ou caso fortuito é aquela que cabe ao arrendador, de colocar à disposição do uso e do gozo do arrendatário, sendo o pagamento das parcelas devidas pelo arrendatário a prestação correlata que permanece podendo ser exercitada", acrescentou.

    A ministra também definiu o alcance da decisão ao afirmar que "os efeitos e a eficácia da sentença têm validade em todo território nacional, uma vez que não estão circunscritos a lindes geográficos, mas aos limites objetivos e subjetivos do que foi decidido".

    Riscos A ministra ressaltou ainda que as regras da teoria dos riscos a serem aplicadas ao contrato de arrendamento não se confundem com as regras do contrato de compra e venda com reservas de domínio.

    https://www.conjur.com.br/2018-out-17/leasing-nao-incluir-clausula-antecipacao-parcelas#author http://www.google.com.br/imgres?sa=X&biw=1600&bih=754&tbm=isch&tbnid=YbOx0FDLWcrYYM:&imgrefurl=http://www.fetrabras.org.br/Noticias/View.aspx?Id%3D931&docid=K5ROddUEnisvzM&imgurl=http://www.fetrabras.org.br/web/emanager/noticias/upload_/noticias/consultor_juridico.jpg&w=540&h=305&ei=98j7Uvi-L8W5kQf4toCICA&zoom=1&ved=0CLwBEIQcMCA&iact=rc&dur=552&page=2&start=27&ndsp=29

  • “O bem objeto de contrato de arrendamento mercantil pode ser, por força da norma contida no artigo 7º da resolução 2.309/96 do Bacen, submetido a garantia por meio de contrato de seguro, por meio do qual o arrendador tem seu interesse de obter lucro ao menos parcialmente protegido pela indenização securitária. Nessa hipótese, nem o bem, que se perdeu, nem a indenização securitária são repassadas ao arrendatário, sendo essa a parte que é privada, a despeito de ausência de culpa. Da prestação a que tem direito, que é a de ter o bem a sua disposição”, disse.

    Clique aqui para ler o voto da ministra Nancy Andrighi REsp 1.658.568 Gabriela Coelho é repórter da revista Consultor Jurídico Revista Consultor Jurídico, 17 de outubro de 2018, 15h55

    CONSUMO

    LITÍGIO EM DEBATE

    Cláusula arbitral em contratos de adesão

    não impede consumidor de ir à Justiça

    18 de outubro de 2018, 12h22

    A cláusula arbitral não impede o consumidor de procurar a via judicial para solucionar um litígio. Esse é o entendimento da 3ª Turma do Superior Tribunal de Justiça, que afirmou ser possível esse tipo de solução extrajudicial em contratos de adesão, mas desde que haja concordância entre as partes, pois o consumidor sempre terá a possibilidade de optar por levar o caso à Justiça.

    O autor da ação que resultou no recurso especial buscava a rescisão contratual e a restituição das quantias pagas após desistir de comprar um imóvel. Em primeiro grau, os pedidos foram julgados parcialmente procedentes. O Tribunal de Justiça de Goiás, porém, declarou a incompetência da Justiça comum para julgar a ação, tendo em vista a existência de cláusula arbitral entre as partes.

    Segundo a empresa, essa cláusula foi redigida em negrito e exigiu a assinatura do comprador. Nela estava estabelecido que todas as controvérsias do contrato seriam resolvidas por arbitragem.

    Nulidade Para a relatora do recurso, ministra Nancy Andrighi, a relação de consumo do caso está corporificada em um contrato de adesão, como foi reconhecido em primeiro grau. Segundo ela, a dúvida seria se nesse tipo de contrato haveria incompatibilidade entre as leis consumeristas e a da arbitragem. A ministra disse que o Código de Defesa do Consumidor (CDC) se limitou a vedar a adoção prévia e compulsória desse tipo de solução extrajudicial no momento da celebração do contrato, mas não impediu que, posteriormente, havendo consenso entre as partes, fosse instaurado o procedimento arbitral diante de eventual litígio.

    https://www.conjur.com.br/dl/resp-1658568-rj.pdf mailto:gabriela%40consultorjuridico.com.br http://www.google.com.br/imgres?sa=X&biw=1600&bih=754&tbm=isch&tbnid=YbOx0FDLWcrYYM:&imgrefurl=http://www.fetrabras.org.br/Noticias/View.aspx?Id%3D931&docid=K5ROddUEnisvzM&imgurl=http://www.fetrabras.org.br/web/emanager/noticias/upload_/noticias/consultor_juridico.jpg&w=540&h=305&ei=98j7Uvi-L8W5kQf4toCICA&zoom=1&ved=0CLwBEIQcMCA&iact=rc&dur=552&page=2&start=27&ndsp=29

  • Segundo explicou, a aparente incompatibilidade das normas não se sustenta ao se aplicar o princípio da especialidade das normas, uma vez que a Lei de Arbitragem versou apenas sobre contratos de adesão genéricos, subsistindo, portanto, a disposição do CDC nas hipóteses em que o contrato, mesmo que de adesão, regule uma relação de consumo.

    “Ainda que o contrato chame a atenç

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