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UNIVERSIDADE DO VALE DO ITAJA

INS MACIAK

HUMANIZAO DA ASSISTNCIA DE ENFERMAGEM

EM UMA UNIDADE DE EMERGNCIA:

percepo da equipe de enfermagem e do usurio

Itaja (SC)

2008

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INS MACIAK

HUMANIZAO DA ASSISTNCIA DE ENFERMAGEM

EM UMA UNIDADE DE EMERGNCIA:

percepo da equipe de enfermagem e do usurio

Dissertao apresentada ao Curso de Mestrado em Sade e Gesto do Trabalho rea de concentrao em Sade da Famlia, da Universidade do Vale do Itaja, tendo como linha de pesquisa a Promoo da Sade.

Orientadora: Dra. Juliana Vieira de Arajo Sandri

Itaja (SC)

2008

Bibliotecria Dirce Lucia Mestriner CRB 930/9

M184h Maciak, ins

Humanizao da assistncia de enfermagem em uma unidade de emergncia: percepo da equipe de enfermagem e do usurio. /Ins Maciak. Itaja (SC): Universidade do Vale do Itaja. 2008. 144f.

Orientadora: Profa. Dra. Juliana Vieira de Arajo Sandri. Dissertao (mestrado) Universidade do Vale do Itaja.

1. Cuidados de enfermagem. 2. Humanizao da

assistncia hospitalar.

INS MACIAK

HUMANIZAO DA ASSISTNCIA DE ENFERMAGEM

EM UMA UNIDADE DE EMERGNCIA:

percepo da equipe de enfermagem e do usurio

Est Dissertao foi adequada para a obteno do ttulo de Mestre e

aprovao pelo Programa de Mestrado e Sade e Gesto do Trabalho da

UNIVALI.

rea de concentrao: Sade da Famlia

Itaja, 30 de julho de 2008

COMISSO EXAMINADORA

_________________________________________________

Prof. Dra. Juliana Vieira de Arajo Sandri Orientadora/Presidente UNIVALI

______________________________________________

Prof. Dra. Rosita Saupe - Membro UNIVALI

______________________________________________

Prof.Dra. Eliane Regina Preira do Nascimento - Membro UFSC

DEDICATRIA

Aos meus pais, Wenceslau e Luzia, pelo amor, carinho, incentivo e seus exemplos de sabedoria de vida. Quem luta, um dia vence. Aos meus irmos, Ivani, Izabel e Irineu, pelos fortes laos de afeto que nos unem. Ao meu querido filho Lucas, fica o meu exemplo. Ao Aladir, meu companheiro, escolha de meu corao, por compreender minhas ausncias e pelo seu carinho, ateno e cuidado, suportes que me ajudam a superar os desafios. Aos meus adorveis sobrinhos: Marina, Eduardo, Gabriel, Jssica e Jackson. Meus doces enteados: Sabrina, Maycon, Ana e Karina.

AGRADECIMENTOS

A Deus, Fora Superior, que nos ampara e nos permitiu vencer mais

uma batalha da vida.

professora doutora Juliana Vieira de Arajo Sandri, a qual serei

eternamente grata por aceitar a tarefa rdua de orientar este trabalho, pela

competncia, disponibilidade, ateno, pacincia, valorizao de minhas

potencialidades e pelo reconhecimento de meus limites, acreditando em mim.

Sua dedicao me ensinou e me conduziu num processo de crescimento

pessoal e de construo do conhecimento cientifico.

A todos os professores e funcionrios do curso de Mestrado em Sade e

Gesto do Trabalho da Univali, pela acolhida e por tornar possvel o meu sonho

que ora se transforma em realidade.

Ao PIPG (UNIVALI), pelo incentivo financeiro na realizao do curso e

suporte ao meu aperfeioamento profissional.

A minha companheira de trabalho, Fernandinha (bolsista), pela

competncia, disponibilidade, e valiosa colaborao durante todo o processo

de construo. Voc parte importante desta conquista.

banca examinadora, pela gentileza, presteza e generosidade com que

aceitou participar deste processo de construo do conhecimento, trazendo

seu potencial, seu vasto conhecimento e sua preciosa experincia profissional.

Ao diretor geral do HUOP, professor Alberto Pompeu, diretora de

Enfermagem, Luciana Pr (Lu), ao diretor administrativo Srgio,

coordenadora do pronto-socorro, enfermeira Mrian, aos funcionrios e colegas

de trabalho, pelo incentivo e por proporcionar condies para a realizao

deste curso.

Ao reitor da UNIOESTE, professor Alcebades, que autorizou a liberao

de vinte horas semanais para estudo, possibilitando minha dedicao exclusiva

construo desta dissertao.

Aos usurios e seus familiares e aos profissionais de Enfermagem,

sujeitos de amostra desta pesquisa.

Aos meus colegas, Kisi e Vasco, pelas inmeras caronas, pelo seu

companheirismo nos momentos de angstia e de conquista, de dificuldades e

de vitria, enfim, pela partilha durante toda esta trajetria.

Clair, comadre adorvel. de longa data que voc, entre um

chimarro e outro, l e contribui valiosamente na construo dos meus textos.

J disse que, em vrios dos meus certificados, seu nome deveria estar junto.

A todos os meus colegas de trabalho, principalmente, Rmulo pelas

valiosas aulas de informtica, Dercy, Dulce, Terezinha, Eliana, Mrcia, J e as

enfermeiras Maria Aparecida e Silvana, por segurar as pontas, quando me

ausentava do trabalho, sem contar as contribuies nas leituras.

Enfim, a todas as pessoas que passaram pela minha vida. Elas sempre

deixam um pouco de si e levam um pouco de ns.

A Histria do Hospital Que Resolveu Fazer Humaniza o

Autor: Severino Rio Grande

1. Nesta hora iluminada, De muita reflexo, Quero chamar ateno Dessa gente interessada, Para uma realidade Sem d e Ainda pouco divulgada. sem piedade 2. Antes, porm, vou dizer De onde veio a idia: No uma panacia, Todos vo compreender, Pois na rea de sade H algum tempo eu pude Muita coisa triste ver. 3. Nosso povo ainda pena Em filas de hospitais; E sempre sai em jornais Alguma indigna cena; Mas esse antigo sistema, Que s traz muito problema, Pode ficar bom demais. 4. Muita coisa tem mudado Em favor do cidado, Desde a Constituio Ningum mais fica calado; Por isso exige mudana, E eu tenho esperana Que mudar este lado. 5. Alis, j comeou, E agora vou lhe contar Coisas de admirar Que a gente comprovou: Vou mostrar o hospital Que humanizou geral E a situao mudou. 6. Bastou ter um diretor Interessado em mudar, Para a coisa melhorar E realmente melhorou; Um melhor atendimento Apareceu de repente, Com ajuda do servidor. 7. E quem ganhou foi o povo Que procura o hospital Quando sofre qualquer mal Que o posto diz - no resolvo; Recebido com ateno,

Todos gostaram, ento, Daquele estilo novo. 8. Logo na recepo notada a diferena, Seja qual for a doena Merece toda ateno; Logo a partir do porteiro, Que traz a maca, ligeiro, E atende ao cidado. 9.Em seguida ali tem gente Para saber o que que tem, E com ateno tambm J resolve de repente; Toma logo providncia, Com toda eficincia E a pessoa vai em frente. 10. No perde tempo com nada, O que vale atender; Tratamento pra valer, No pode levar maada; Tem que dar a soluo, Pra nossa populao No ficar desamparada. 11. Parece uma fico Aquele belo hospital Que respeita o cidado E trata bem do seu mal; Desse jeito, com certeza, Essa agradvel surpresa Vai terminar no jornal. 12. O pessoal t falando Na tal de humanizao Que usa at cano E o povo vai se curando; uma grande lio De amor e emoo, Que o hospital ta dando. 13. Todos ali tratam bem, Do Porteiro ao Diretor, Maqueiro, Carregador, O Enfermeiro tambm, Mdico e Nutricionista, Junto ao Laboratorista, Acabou-se o desdm. 14.Tem ainda a Secretria, a Assistente Social, Psiclogo, que legal,

uma alegria diria, pois agora o hospital um lugar fraternal, com toda indumentria. 15. At as cores mudaram, Coloriram corredores, Eu garanto aos senhores: Meus olhos no me enganaram; Agora at as crianas J brincam e fazem danas, Pois novos ares chegaram. 16. Quando menos se espera, Aparecem uns palhaos Que divertem um pedao Como uma linda quimera; Sorriem, cantam e danam, Trazendo a confiana, Cada um deles se esmera. 17. Os mdicos, atenciosos, Eu s digo porque vi, Pois meu nome eu ouvi, Com essas coisas no proso, At pra mim ele olhou, Tanta coisa perguntou, Eu no sou dos mentirosos. 18. Chegando ao laboratrio, Outra surpresa se tem: Tudo ali bom tambm, No tem grande falatrio; Fizeram os meus exames, Sem precisar de reclamos, Ou de algum adjutrio. 19. Beleza, como se diz, Que pude presenciar, Eu vi um coral cantar E fiquei muito feliz; Era de arrepiar, Um som to lindo no ar, Do jeito que eu sempre quis. 20. um clima de alegria, Por onde a gente passa, No se fala em desgraa, Nem de noite nem de dia; Todos tm o prazer De cumprir o seu dever, algo que contagia. 21.No tem hora pra visita,

Visita toda hora; Menino, homem, senhora, uma coisa bendita; Os doentes se animam, E os visitantes primam Pela ordem que se dita. 22. Ningum fica sem resposta, Por mais que v perguntar; Pode at se admirar, Pois todo mundo ali gosta De ajudar quem necessita: Que atitude bonita, Tenho que aqui registrar. 23. Outra observao Que fiz pelo corredor, Funcionrio falador Nunca tem vez ali no; Pois do simples servidor Ao mais formado doutor, tica obrigao. 24.Cada usurio doente, Que vai ali se tratar, S tem mesmo a ganhar Naquele belo ambiente; Todos vo lhe informar Sobre o que vai se passar, Do comum ao diferente. 25. Se vai pruma cirurgia, Chega com tranqilidade, Sabendo toda a verdade, E isso j lhe al

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