história de portugal

Download HistóRia De Portugal

Post on 30-Oct-2014

9 views

Category:

Sports

1 download

Embed Size (px)

DESCRIPTION

power point sobre reis

TRANSCRIPT

  • 1. Histria de Portugal

2.

  • Primeiro rei de Portugal.
  • Filho do conde D. Henrique e da infanta D. Teresa.
  • Ter nascido em Coimbra e foi, possivelmente, criado em Guimares onde viveu at 1128.
  • Tomou, em 1120, uma posio poltica oposta de D. Teresa (que apoiava o partido dos Travas), sob a direco do arcebispo de Braga. Este forado a emigrar leva consigo o infante que em 1122 se arma cavaleiro. Restabelecida a paz, voltam ao condado. Entretanto novos incidentes provocam a invaso do condado portucalense por D. Afonso VII, que, em 1127, cerca Guimares onde se encontrava D. Afonso Henriques. Sendo-lhe prometida a lealdade deste, D. Afonso VII desiste de conquistar a cidade. Mas alguns meses depois, em 1128, as tropas de D. Teresa defrontam-se com as de D. Afonso Henriques tendo estas sado vitoriosas o que consagrou a autoridade de D. Afonso Henriques no territrio portucalense, levando-o a assumir o governo do condado.
  • Consciente da importncia das foras que ameaavam o seu poder este concentrou os seus esforos em dois planos: Negociaes junto da Santa S com um duplo objectivo: alcanar a plena autonomia da Igreja portuguesa e o reconhecimento do Reino.

D.AFONSO HENRIQUES 1reide portugal 3. D.Sancho1

  • Segundo rei de Portugal, filho de D. Afonso I e de D. Mafalda.
  • Casou em 1174 com D. Dulce de Arago. Por volta de 1170 passou a comparticipar da administrao pblica, pois o seu pai estava doente. Aps a morte de seu pai foi solenemente aclamado em Coimbra.
  • Foi um grande administrador, tendo acumulado no seu reinado, um verdadeiro tesouro. Protegeu a fomentou a indstria, o povoamento das terras foi uma das suas maiores preocupaes, criou concelhos e concedeu cartas de foral. Conquistou Silves, que era na altura uma cidade com 20000 a 30 000 habitantes a uma das mais ricas cidades do ocidente peninsular a tambm Albufeira.
  • Passou a intitular-se rei de Portugal a dos Algarves. Perdeu-se novamente Silves a os mouros reconquistaram novamente Alccer, Palmeta a Almada, ficando apenas vora na mo dos portugueses
  • Grande conflito surgiu durante o seu reinado com o prelado da cidade do Porto, tendo-se o rei oposto ao clero duma maneira extraordinria. No final da sua vida reconciliou-se com o clero.
  • No campo da cultura, o prprio rei foi poeta a enviou muitos bolseiros portugueses a universidades estrangeiras

4. D. Afonso II

  • Terceiro rei de Portugal.
  • Filho de D. Sancho I e da rainha D. Dulce.
  • Ocupou o trono em 1211. No seguiu a orientao dos seus antepassados quanto ao alargamento do Reino, voltando-se somente para a organizao da administrao deste a para a consolidao do poder real. Assim, logo em 1211 rene as cortes de Coimbra donde parece ter sado a primeira colectnea de leis gerais que mostram em Portugal, muito mais cedo que noutros pases, a aco centralizadora do rei.
  • As Cortes de Coimbra destinaram-se principalmente a garantir o direito de propriedade, a regular a justia civil, a defender os interesses materiais da coroa e a evitar os abusos. O desejo de firmar a soberania da coroa manifestou-se ainda nas confirmaes, raras at D. Afonso II a que, de 1216 a 1221, se generalizam como medida de administrao pblica, a nas inquiries que a partir de 1220 representam tambm uma tentativa de reprimir abusos
  • No teve quaisquer preocupaes militares. Foi sem a sua presena que as tropas portuguesas intervieram na Batalha de Navas de Tolosa. Por iniciativa particular foram, neste reinado, conquistadas aos Mouros: Alccer do Sal, Vieiros, Monforte, Borba, Vila Viosa e, possivelmente Moura

D. Afonso II D. Afonso II 5.

  • Quarto rei de Portugal.
  • Nasceu em Coimbra, filho de D. Afonso II e de D. Urraca.
  • Retomou as negociaes j iniciadas com o seu pai para uma reconciliao do poder estatal com o poder eclesistico. O rei morrera excomungado e o reino estava interdito. Finalmente estabeleceu-se uma concrdia com 10 artigos.
  • A partir de 1226 iniciou a campanha do Alentejo, conquistando Elvas, Jerumenha, Serpa, Aljustrel, Mrtola, Aiamonte a provalvelmente Cacela a Tavira. Como guerreiro foi digno continuador de D. Afonso Henriques, mas foi mau administrador.
  • Foram frequentes durante o seu reinado as lutas entre os ricos-homens e os homens da Igreja, tendo o bispo do Porto feito queixas do rei ao papa. O papa em bula enviada aos bares, concelhos das cidades e vitas a outros lugares, aconselha a chefia do reino a algum activo a prudente.
  • Foi nomeado o prncipe D. Afonso, futuro D. Afonso III. A Igreja disps assim da nao portuguesa. Houve ainda, no incio de 1246 guerra civil entre os partidrios do rei a do prncipe D. Afonso.
  • Retirou-se para Toledo.

D. Sancho II 6.

  • Quinto rei de Portugal.
  • Segundo filho de D. Afonso II.
  • A incapacidade poltica levou interveno da Santa S, tendo o papa Inocncio IV ordenado a todos os vassalos que obedecessem ao infante. Este chegou a Frana, onde vivia, em 1246 a foi aclamado rei em 1248.
  • Realiza-se no seu reinado a conquista definitiva do Algarve. As discrdias com Castela quanto ao domnio algarvio s findaram com o tratado de Badajoz em 1267 no qual ficou estipulado que o Guadiana, desde a confluncia com o Caia at ao mar constituiria a fronteira luso-castelhana.
  • D. Afonso III foi notvel administrador, fundou povoaes restaurou, repovoou a cultivou lugares arruinados e concedeu numerosos forais.
  • Reuniu as Cortes em Leiria em 1254, as primeiras em que participaram representantes dos concelhos. Em 1261, nas Cortes de Coimbra foi-lhe reconhecido o direito de cunhar moeda fraca.
  • Tambm procedeu a inquiries que revelaram muitos abusos praticados pelas classes privilegiadas, tendo promulgado vrias leis tendentes a reprimi-los.

D.Afonso III 7.

  • Sexto rei de Portugal.
  • Filho de D. Afonso III a de D. Beatriz de Castela. A doena de seu pai preparou-o bem cedo para governar.
  • Foi aclamado em Lisboa em 1279, para iniciar um longo reinado de 46 anos, inteligente e progressivo. Lutou contra os privilgios que limitavam a sua autoridade. Em 1282 estabeleceu que s junto do rei a das Cortes se podiam fazer as apelaes de quaisquer juzes, a um ano depois revogou doaes feitas antes da maioridade. Em 1284 recorreu s inquiries, a que outras se seguiram. Em 1290 foram condenadas todas as usurpaes.
  • Quando subiu ao trono, estava a coroa em litgio com a Santa S motivado por abusos do clero em relao propriedade real. D. Dinis por acordo diplomtico, obteve a concordata aps a qual os litgios passaram a ser resolvidos pelo rei a os seus prelados. Apoiou os cavaleiros portugueses da Ordem de Santiago, que pretendiam separar-se do seu mestre castelhano. Salvou a Ordem dos Templrios em Portugal, passando a chamarIhes Ordem de Cristo.

. . . D.Dinis 8.

  • Stimo rei de Portugal.
  • Filho de D. Dinis a de D. Isabel.
  • Ainda infante lanou o reino na guerra civil devido a favores que D. Dinis concedia ao filho bastardo Afonso Sanches. Proclamado rei (1325), rene cortes em vora, condena o seu irmo ao desterro e perda total dos seus haveres. Afonso Sanches invade Portugal, tendo a paz sido alcanada devido, em parte, mediao de D. Isabel.
  • Os maus tratos infligidos pelo rei de Castela, Afonso XI, a sua esposa D. Maria, filha de Afonso IV, e o facto de D. Constana, esposa de D. Pedro ter sido retida em Castela, levaram o monarca portugus a sustentar uma guerra contra o seu genro. A guerra durou quatro anos tendo terminado com a paz de Sevilha (10 de Julho de 1339 ou 1340) graas mediao da fermosssima Maria, enviada a Portugal por Afonso XI, quando os Mouros retomavam a ofensiva.
  • Os dois monarcas combateram ento na batalha do Salado (30 de Outubro de 1340), assinalando-se a valentia do rei portugus.
  • No final do reinado deu-se o assassinato de Ins de Castro (1355) e a subsequente rebelio de D. Pedro. Afonso IV impulsionou a marinha datando possivelmente do seu reinado as primeiras viagens s Canrias (ca. 1345).

. D.AfonsoIV 9.

  • Oitavo rei de Portugal, quarto filho de D. Afonso IV e de Beatriz de Castela.
  • Casou primeiro com Branca de Castela, a quem repudiou por debilidade fsica e mental. Casou depois com Constana Manuel, filha de, um fidalgo castelhano que, quando veio para Portugal, trouxe consigo Ins de Castro. A ligao amorosa entre o infante D. Pedro e Ins de Castro foi imediata o que provocou forte conflito entre D. Afonso IV e seu filho e provocou a morte prematura de Constana Manuel. Temendo o monarca a nefasta influncia dos Castros em seu filho, resolveu condenar morte Ins de Castro, o que provocou a rebelio de D. Pedro contra si. Contudo a paz entre o pai e o filho foi estabelecida em breve e D. Pedro foi associado aos negcios do Estado, ficando-lhe desde logo incumbida uma funo, que sempre haveria de andar ligada sua memria a de exercer justia.
  • Durante o seu reinado evitou guerras; logrando aumentar o tesouro. Cunhou ouro e prata. E exerceu uma justia exemplar, sem discriminaes, julgando de igual modo nobres e plebeus.
  • Os documentos coevos e o testemunho de Ferno Lopes definem-nos D. Pedro como justiceiro, generoso, folgazo, amado pelo povo e de grande popularidade. A sua morte o povo dizia que ou no havia de ter nascido, ou nunca havia de morrer.