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HB Notícias 7

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  • MAR/ABR/MAI - 2011

    dicas importantes sobre a

    anestesiahospital bal

    bino: 36 anos de progresso

    m alimentao fator d

    e risco para a

    insuficincia renal

    GUA A NOSSA VIDAa importncia da hidratao para a sade

  • 2Balbino: em plena forma, aos 36 anosAs comemoraes dos 36 anos do Hospital Balbino acon-

    teceram em meio a muito trabalho e planos de expanso. Em um mercado competitivo, que lida com alta tecnologia, atu-alizar-se significa sobreviver. Apesar dos diversos problemas do setor de medicina privada, o Hospital Balbino conseguiu crescer 35% nos ltimos dez anos e hoje ocupa quase dez imveis na extenso do quarteiro da Rua Anglica Mota. O diretor Luciano Balbino avalia os ltimos dez anos como de transformao na assistncia mdica com a moderniza-o dos hospitais, o nascimento e a consolidao de gran-des grupos de sade e vislumbra um horizonte promissor. cada vez maior o nmero de pes-soas que possuem plano de sade e isso amplia o acesso dos clientes a hospitais privados, como o nosso, revela.

    Para o diretor Elysio Balbino Fi-lho, nos ltimos 20 anos, a Direo do hospital procurou manter a qualidade e a credibilidade j conquis-tadas e agregar ain-da mais valor marca Hospital Balbino, respei-tando o legado, deixado pelos fundadores Be-nedicto e Elysio Balbino, de investir em equipes mdicas e infraestrutura fsica. Os fundadores sempre tiveram uma grande preocupao em manter excelentes mdicos na casa e oferecer espaos confortveis, comenta. No hospital praticamente desde a fundao, o diretor-mdico Jos Ro-berto Murad viu a instituio crescer. Partiu-se aqui de uma clnica no subrbio, conduzida por dois desbravadores, e hoje temos um hospital geral resolutivo. Esse o grande ganho: a resoluo que o hospital oferece, avalia.

    A prioridade de investimentos, alm da renovao tec-nolgica constante, tem sido a qualidade no atendimento. O diretor administrativo-financeiro, Srgio Frana, informa que as mudanas esto ampliando o espao fsico e tambm agregando novos procedimentos que visam reduzir o tempo de espera. Essa uma questo a ser resolvida e que afeta a maioria dos hospitais cariocas, garante Frana.

    Novo prdio a caminhoO Hospital Balbino est projetando um novo prdio de

    seis andares, que ser construdo no nmero 114 da Rua

    Anglica Mota. O projeto contempla uma rea especial, no trreo, para um novo equipamento de ressonncia magn-tica que j est encomendado. No segundo, terceiro, quar-to e quinto andares, existiro apartamentos e, no sexto an-dar, leitos de terapia intensiva, enumera Srgio Frana.

    Para Jos Roberto Murad, trata-se de um investimento de vulto. No apenas um prdio, mas tudo que ele abrigar: mobilirio, equipamentos, novas unidades de terapia intensi-va, a ressonncia e uma srie de incrementos a serem feitos, avalia. O diretor Luciano Balbino antecipa outra novidade. Estamos prestes a inaugurar um novo servio ambulatorial,

    com dez novos consultrios, em Bonsucesso, conta.

    Tecnologia atualizada

    Alm de apos-tar em equipes m-

    dicas competentes e aten-dimento humanizado,

    o Hospital Balbino fez seu parque tec-nolgico crescer nos ltimos anos. Foram compra-dos equipamen-tos de ltima gerao para os servios de moni-

    torao, controles anestsicos, hemo-

    dinmica, tomogra-fia e raios x. O setor de

    informtica tambm foi incrementado com a compra

    de servidores, microcomputadores, estaes e sistemas espe-cializados para a rea hospitalar. Nos ltimos dez anos, inves-timos mais de R$ 1 milho somente em Informtica. Isso, sem contar com a compra dos equipamentos mdicos de ponta, que permitem a realizao de cirurgias de alta complexidade, refora Elysio Balbino Filho.

    Rumo acreditao hospitalarO sistema de acreditao hospitalar atesta, por meio

    de uma empresa especializada externa, a real qualida-de das instituies de sade. O Hospital Balbino est se preparando para ser avaliado pela Organizao Nacional de Acreditao (ONA) e, na avaliao de Luciano Balbino, esse processo fundamental para seguir em frente com sucesso. Daqui a mais alguns anos, a acreditao ser uma obrigao e um balizador para as instituies sobre-viverem junto s operadoras de sade, que precisam qua-lificar a sua rede, constata.

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  • 3Cuidar do corpo, fazer esportes, manter uma dieta de qualidade, evitando excesso de sal, gordura e acar, alm de fazer um exame de urina a cada seis meses, so os con-selhos do especialista para a preveno dos males dos rins. A doena renal uma doena silenciosa. Muitas das vezes, no h sintomas e, quando o paciente se d conta, o rim no est funcionando adequadamente. Um exame de urina, feito a cada seis meses, detecta uma srie de problemas de ordem renal. Fora isso, importante a preveno s causas mais comuns, como hipertenso e diabetes, e evitar o excesso de gordura, aconselha Luciano Vasques.

    Excesso de sal, glicose e gordura: receita para insuficincia renal

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    Aniversrio e preveno Nas comemoraes dos 36 anos do Hos-pital Balbino, quem ganhou o presente foi a populao da Zona da Leopoldina. O Circuito Sade & Vida ofereceu gratuitamente aferio de presso arterial, glicemia e ndice de massa corporal a quem compareceu ao Olaria Atltico Clube no sbado, dia 19 de maro. O circuito contou tambm com ginstica laboral, relaxa-mento para a terceira idade, orientao jurdi-ca, recreao infantil, corte de cabelo, mani-cure, maquiagem, DJ e distribuio do bolo de aniversrio do Balbino. Das 9h s 14h, foram realizados 600 atendimentos para aferio de presso arterial e glicemia. A atriz Alexandra Richter parabenizou o hospital pela iniciativa e vestiu a camisa do circuito.

    A insuficincia renal uma das consequncias da socieda-de moderna, que mantm sua alimentao sustentada pelo excesso de sal, glicose e gordura. A avaliao do nefrologista do Hospital Balbino, Luciano Vasques. No Brasil, as doenas renais atingem cerca de 2 milhes de pessoas, dos quais, se-gundo estimativas da Sociedade Brasileira de Nefrologia, 60% no sabem que tm o problema. Nos casos mais graves, as complicaes nos rins podem levar perda do rgo e mor-te. Por muito tempo, o Brasil foi considerado o pas com a melhor dieta do mundo. Porm, nas ltimas dcadas, o bom prato de feijo, arroz, carne e salada foi sendo abandonado e substitudo por refeies rpidas, sanduches e at raes in-dustrializadas, de forma irresponsvel, alerta o nefrologista.

    Atualmente, a insuficincia renal terminal tem no mundo em torno de 700 milhes de pacientes. A substituio da fun-o renal por dilise e mesmo por transplante um nus mui-to elevado para a sociedade. E as causas mais comuns para o paciente ir insuficincia renal so hipertenso e diabetes. O nmero de pacientes que vo dilise com hipertenso e diabetes com certeza seria diminudo com um programa de preveno em nvel primrio, de conscientizao dos pacien-tes com modificao da dieta alimentar, esclarece.

    O Servio de Nefrologia do Hospital Balbino funciona com trs especialidades: a clnica, amparada na qualidade do setor de imagem; a intervencionista e a de substituio da funo renal, em casos de emergncia. O hospital est preparado para qualquer tipo de atendimento a pacientes renais. Seria at mesmo possvel fazer transplantes, mas exis-te uma burocracia em relao ao doador cadver que impede a atividade, conta Luciano Vasques.

  • 4hb notcias - dezembro/2008

    Mitos e verdades sobre a anestesiaQuem precisa fazer uma cirurgia, muitas vezes questiona

    por que a anestesia paga separadamente. O coordenador da Anestesiologia, Centro Cirrgico e Day Clinic do Hospital Balbi-no, Paulo Renato Barreiros Fonseca, explica que os anestesis-tas tm procedimentos diferentes dos dos outros mdicos do centro cirrgico e que o processo envolve uma relao de confiana entre o mdico e o paciente, resguardada pelo Cdigo de Defesa do Consu-midor. Paulo Renato defende que esse trmite financeiro nunca ge-rou problemas para os pacientes. A relao sempre de cordialida-de e flexibilidade com o doente. Desde os anos 80, os anestesistas recebem em separado. Primeiro, porque a anestesia um procedi-mento com comeo, meio e fim, um pacote fechado, diferente de um procedimento cirrgico, que tem vrias etapas e essas etapas podem ser alteradas no decurso da evoluo da doena. E segundo, porque a anestesia cobrada de acordo com o porte e a complexi-dade da cirurgia. Por exemplo, ape-

    sar de serem anestesias gerais, h uma diferena muito gran-de entre a anestesia para operar uma catarata, uma amgdala e um corao, detalha o mdico.

    Para Paulo Renato, conhecer bem o paciente antes da cirur-gia fundamental. O risco do ato anestsico est relacionado

    ao procedimento, mas tambm ao histrico do paciente, sua condio de sade. O medo de ser anestesiado outra preocupao re-corrente entre os doentes. Alguns acham que a anestesia pode perder o efeito, no meio da cirurgia. Paulo Renato explica que anestesia no tem limite de durao. Ser programada para durar o tempo necess-rio. De cinco minutos a cinco dias, confor-me o tipo de operao. H operaes que so muito demoradas e o anestesista tem recursos para manter o paciente em boas condies por longos perodos de tempo. Segundo o mdico, o centro cirrgico do Hospital Balbino possui equipamentos, prprios de uma UTI (monitores, respira-dores e material de ressuscitao), que avaliam a condio fsica do paciente, fazendo com que seja atendida adequa-damente qualquer necessidade, seja ela oriunda da anestesia ou da operao re-alizada, conclui o mdico.

    Convnio com a Life Empresarial

    Palestra sobre superbactrias no Dia Mundial da Sade

    O Hospital Balbino foi credenciado pela Life Empresarial, operadora de planos de sade que est no mercado brasileiro h dez an