handchecking faltas antidesportivas comportamento/critÉrio disciplinar

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  • HANDCHECKING FALTAS ANTIDESPORTIVAS COMPORTAMENTO/CRITRIO DISCIPLINAR
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  • Estando ns a iniciar mais uma poca desportiva, pensamos ser importante explicitar quais as linhas orientadoras que iro nortear a arbitragem ao longo da poca. Entendemos que devemos seguir as linhas gerais daquilo que se aplica ao mais alto nvel europeu, permitindo assim estarmos na linha da frente relativamente ao critrio utilizado pelas principais competies. No basquetebol moderno pretende-se privilegiar o respeito por todos os intervenientes e permitir aos jogadores que melhores atributos tcnicos tm, que possam evidenciar as suas capacidades, de forma a melhorar os espetculos e promover o jogo limpo.
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  • Pretendem a FIBA, assim como as principais ligas europeias (Euroliga, ACB,), que exista um clima de verdadeiro desportivismo, grande competitividade e s convivncia dentro do recinto desportivo entre todos os intervenientes. Se queremos um jogo apelativo, emocionante e com fair- -play, onde os melhores executantes possam colocar todo o seu reportrio tcnico ao servio do coletivo, temos de defender o jogo e o espetculo. Nesse sentido, pretendemos com este documento dar a conhecer a todos os intervenientes quais os pontos de nfase e as principais orientaes tcnicas e disciplinares que os rbitros iro seguir ao longo da presente poca.
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  • Um jogador defensor pode, momentaneamente, tocar o seu adversrio, desde que no afete o movimento desse jogador (velocidade, rapidez, equilbrio, ritmo); Um jogador defensor no pode colocar a sua mo/antebrao no seu adversrio, com a inteno de segurar ou empurrar (redirecionar) esse jogador;
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  • Em nenhuma circunstncia pode um jogador defensor colocar as duas (2) mos no seu adversrio direto; Um jogador defensor, de frente para o seu adversrio direto, no tem qualquer razo, de acordo com as regras oficiais, para colocar a sua mo/antebrao nesse seu adversrio, uma vez que a defesa efetuada com os ps;
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  • Um jogador defensor, em defesa a um jogador poste com bola, pode colocar o antebrao (dentro do seu cilindro) nas costas do seu adversrio; A um jogador atacante, driblando a bola, no permitido usar a mo/antebrao para evitar que o seu defensor de uma forma legal lhe roube a bola;
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  • Devem ter-se em ateno as situaes de hooking (usar o brao para envolver o defensor que se encontra por detrs) que tm de ser penalizadas; Se as situaes de uso ilegal das mos no so penalizadas, os jogadores iro reagir de forma agressiva e, dessa forma, provocar a perda do controlo de jogo, mesmo que momentaneamente.
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  • Uma falta antidesportiva um contacto faltoso que, no julgamento do rbitro, no uma tentativa legtima de jogar diretamente a bola, dentro do esprito e inteno das regras oficiais; O rbitro tem que interpretar as faltas antidesportivas de forma consistente, ao longo de todo o jogo e julgar apenas a ao, nunca a inteno;
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  • Para julgar se uma falta antidesportiva, os rbitros tm que aplicar os seguintes princpios: Se um jogador no faz qualquer esforo para jogar a bola e o contacto ocorre, uma falta antidesportiva; Se um jogador, num esforo para jogar a bola, causa contacto excessivo (falta dura), uma falta antidesportiva; Se um jogador defensor provoca um contacto com um adversrio por trs ou lateralmente, numa tentativa de parar um contra ataque e no existe nenhum outro adversrio entre o atacante e o cesto, uma falta antidesportiva;
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  • Contactos duros, severos, perigosos e flagrantes no devem ser tolerados em qualquer momento do jogo.
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  • INTERPRETAES FIBA: 1. Durante os 2 ltimos minutos do jogo ou de eventual perodo suplementar, a bola est fora de campo para reposio e ainda se encontra nas mos do rbitro ou j est disposio do jogador que a vai repor. Se, neste momento, um jogador defensor, dentro de campo, provoca o contacto com um jogador atacante, igualmente dentro de campo e assinalada falta, ento esta falta tem que ser antidesportiva.
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  • INTERPRETAES FIBA: 2. Tambm, se durante os 2 ltimos minutos do jogo ou de eventual perodo suplementar, a bola j saiu das mos do jogador que se encontra a repor, e numa rea diferente do campo para onde o jogador passou a bola, um jogador defensor comete uma falta, ento uma falta antidesportiva tem que ser assinalada.
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  • PRINCPIOS GERAIS Comunicao desrespeitosa para com os rbitros no permitida em basquetebol; Usem a vossa empatia e a vossa habilidade para comunicar com os outros agentes; Apenas ao treinador permitido ficar de p durante o decorrer do jogo; Usem o senso comum para resolver problemas de comportamento.
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  • SITUAES QUE PODEM SER TOLERADAS (SEM FALTA TCNICA) Mostrar o desacordo com a deciso tomada sem contudo desrespeitar o rbitro e sem qualquer gesto de desagrado; Exaltao de um jogador dada a tenso e nervosismo existente devido a um momento crucial do jogo e em que clara e inequivocamente houve um erro do rbitro. No sendo, no entanto, um protesto direto para um dos rbitros; Exaltao de um jogador devido a um acontecimento no jogo (por ex. atirar a bola contra a tabela), mas em que no claro ser uma reao contra a arbitragem.
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  • SITUAES PASSVEIS DE AVISO DE FALTA TCNICA AO JOGADOR E TREINADOR (advertncias extensveis a toda a equipa) Jogador ou treinador abrir os braos mostrando desacordo com a deciso tomada; Flops; Retardar o reincio de jogo; Comentrios sistemticos sobre o desenrolar do jogo por parte de jogadores e treinadores, tentando interferir nas decises dos rbitros.
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  • SITUAES PASSVEIS DE FALTA TCNICA IMEDIATA Jogador ou treinador colocar as mos na cabea, mostrando desacordo com a deciso tomada; Levantar ou abrir os braos de forma agressiva, mostrando claro desagrado pela deciso, por parte de treinadores e jogadores, perante a assistncia ao jogo; Protesto cara a cara com o rbitro ou aproximar-se de rbitro em clara atitude de desagrado;
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  • SITUAES PASSVEIS DE FALTA TCNICA IMEDIATA Gestos desrespeitosos para com a equipa de arbitragem; Treinador ultrapassar a zona de banco de equipa ou entrar dentro de campo a contestar/protestar a deciso tomada; Restringir o movimento dos rbitros; Protesto generalizado no banco de equipa.
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  • IMPORTNCIA DA COMUNICAO Quando criticamos algum, falemos acerca da ao e no o que que a pessoa . Rtulos no ajudam as pessoas a mudar, mas sim a reforar as suas defesas; Discutir os problemas um a um; Temos que ser especficos e breves; No lembrem aes passadas em jogos passados; Evitem generalizaes; Tenham em ateno e cuidem a linguagem no verbal; Escolham o tempo e o local certo.