Guia de estudos Inglês Instrumental Agronomia IFMT 2014

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<ul><li> 1. 1INSTITUTO FEDERAL DE EDUCAO, TECNOLOGIA DE MATO GROSSOCINCIA ECAMPUS PARECISGUIA DE ESTUDO INGLS INSTRUMENTAL 1 SEMESTRE2014</li></ul><p> 2. PLANO DE ENSINO21) EMENTA Tcnicas de leitura em diferentes nveis de compreenso; Estudo de itens lexicais categoriais; Estudo da estrutura textual dos gneros mais usados na rea agronmica. Estudo do vocabulrio inerente rea. 2) OBJETIVOS Capacitar o aluno para ler de maneira geral, detalhada e crtica textos na rea agronmica. 3) PROGRAMA1 Consideraes gerais sobre leitura e aprendizagem de LE. 1.1 Relao entre tcnicas de leitura e os nveis de compreenso do texto; 1.2 Tcnicas para adquirir vocabulrio; 1.3 O uso do ambiente digital para aprendizagem de LE. Dicionrios online, tradutores, programas de computador, plataformas educacionais e redes de colaborao para o ensino de LE. 2 Estratgias de leitura 2.1 Lay-out de diversos gneros 2.2 Skimming/scanning nos gneros resumo de artigo cientfico, artigo cientfico, bula de defensivo agrcola e artigo de jornal ou revista. 2.3 Cognates (and false cognates); 2.4 Uso da inferncia contextual e do conhecimento prvio; 2.5 Word formation (prefixes and suffixes); 2.6 Utilizao de informao no-linear: Indicaes de referncias; Informaes noverbais (grficos, tabelas, imagens) 2.7 Utilizao e significado dos tempos verbais; 2.8 Marcadores discursivo em textos do gnero artigo cientfico; 2.9 Vocabulrio especfico da rea agronmica (tendo como grupos nominais: soja; milho; algodo; girassol; arroz; cana-de-acar, semeadura/plantio, cultivo e colheita; negcios; mquinas e implementos; defensivos; segurana do trabalho; nmeros, pesos, medidas e equivalncias).4) PROCEDIMENTOS METODOLGICOS A metodologia utilizada baseia-se no mtodo comunicativo, onde o a aluno utiliza a lngua como ferramenta para se comunicar, e, na qual se enfatiza a produo de sentido em detrimento do sistema e/ou funo gramatical. Deste modo, desde e o primeiro momento, ele estar em contato com textos especficos da sua rea acadmica, desenvolvendo o vocabulrio e a competncia lingstica, especialmente a habilidade de leitura. 5) ATIVIDADES EXTRACLASSE Leitura de textos veiculados em revistas eletrnicas; Estudo de vocabulrio com exerccios de fixao. 3. 3 6) RECURSOS Utilizaremos como material um guia de estudo criado a partir de textos e atividades retirados de diversas fontes, entre elas revistas cientficas especficas da rea de Agronomia. Faremos uso do projetor, material xerocopiado e dicionrios. 7) AVALIAO A nota semestral ser composta pelas notas obtidas durante os dois bimestres que compe seu semestre letivo. Sendo assim, no decorrer de cada bimestre o aluno passar por duas avaliaes, totalizando quatro no final do semestre. As avaliaes compreendero dois testes escritos, contendo situaes e tarefas que busquem medir o desempenho da habilidade de leitura e duas atividades de leitura, interpretao de texto e expanso de vocabulrio. Os critrios de correo de todas as avaliaes levaro em conta a desenvoltura e a acuidade na leitura de texto em Lngua Inglesa da rea especfica. A nota de cada bimestre ser a mdia aritmtica simples de todas as avaliaes do bimestre.1 bimestre2 bimestre1 avaliao : Atividade de leitura e interpretao1 avaliao : Atividade de leitura e interpretaoAssunto:_______________ Data:______ Valor: 3,0Assunto:_______________ Data:______ Valor: 3,02 avaliao: Teste escrito2 avaliao: Teste escritoAssunto:_______________ Data: ______ Valor: 7,0Assunto:_______________ Data: ______ Valor: 7,0Nota obtida no 2 bimestre:__________Nota obtida no 2 bimestre:__________Realizadas todas as avaliaes, o resultado ser apurado atravs de mdia ponderada, considerando as mdias bimestraisNota final: _______________8) BIBLIOGRAFIA Bibliografia Bsica: [1] BONAMY, David. Technical English. Level 1 (Elementary) Course Book. Ed. Pearson Education Longman. [2] MELLO, L.F. de, CILILI, G. da C., ABSY, C. A., SOUZA, A. G. F. S. Leitura em Lngua Inglesa Ed. Disal, 2005. [3] McCarthy, Michael; O'Dell, Felicity &amp; Mark, Geraldine. English Vocabulary in Use (without answer- Elementary). Ed. Cambridge, 2000. Bibliografia Complementar: [4] Dicionrio Oxford Escolar: para Estudantes Brasileiros de Ingls. Portugus/Ingls Ingls/ Portugus. Ed. Oxford University Press, 2009. [5] Longman gramtica escolar da lngua inglesa: com exerccios e resposta. So Paulo: Ed. Longman, 2004. [6] MUNHOZ, R. Ingls Instrumental: estratgias de leitura: mdulos I, II,III. So Paulo: Ed. Texto novo, 2000. [7] DIAS, R. Reading critically in English. 3.Ed. Belo Horizonte: Ed. UFMG, 2002. THOMSON, A.J.; MARTINET, A.V. A Pratical English Grammar. 4.Ed. Oxford University press, 1986. 4. 41 Tcnicas de Leitura - Resumo, Resenha, Fichamento, etc (em lngua materna ou estrangeira) LER: DIRETRIZES GERAIS1. Ser importante voc se preocupar com seus hbitos de leitura? Em muitas situaes de estudo, o estudante fracassa porque sua leitura no eficiente. A leitura um dos principais canais de aquisio de informao, especificamente na Universidade. 2. Antes de iniciar uma leitura, voc sabe situ-la dentro de um contexto? Antes de iniciar o estudo de um texto, esteja certo de que compreendeu qual sua incumbncia. Pergunte-se que informao ter que encontrar e por que encontr-la, ou que uso far dela. Em alguns casos, a colocao dos problemas pode ser difcil; mas voc pode sempre se perguntar pelo menos: qual a relao deste tpico com a unidade que eu estou estudando? Qual a relao deste tpico com outras unidades que eu j estudei? 3. Voc l em termos de idias? O bom leitor no l palavra por palavra: ele l conjunto de palavras que constituem unidades de pensamento. Essas unidades de pensamento so naturais para a compreenso de significados. Uma unidade de pensamento pode ser constituda de uma ou mais frases. Voc percebe um conjunto de palavras ou de frases como uma unidade de pensamento em funo desse conjunto formar um todo significativo, isto , uma idia. 4. Voc tem certeza de que o material que voc leu est bem compreendido? Muitos estudantes desperdiam grande parte do tempo lendo materiais cujo significado no est bastante claro para eles. As pesquisas provam que h diferena no nvel de aprendizagem de material significativo e pouco significativo. Por exemplo: um indivduo foi capaz de aprender 200 slabas sem sentido em 95 minutos e 200 palavras em poesia em 10 minutos. Esses resultados mostram os extremos onde poesia (material bem significativo) pode ser aprendido na dcima parte do tempo que requerido para aprender o mesmo nmero de slabas sem sentido. Esteja certo de que voc compreende o material de leitura. Para isso, tente descobrir as relaes entre o que voc est tentando aprender e o que voc j sabe. Traduza as passagens difceis para sua prpria linguagem (se preciso, use o dicionrio, a enciclopdia. Veja LER: GLOSSRIO, mais adiante). Tente explicar o texto para voc mesmo e para as outras pessoas: ao tentar explicar algo para outra pessoa, voc descobrir em que pontos sua compreenso est falha e poder se concentrar mais nos pontos fracos. 5. 5LER: GRIFAR E ANOTAR NAS MARGENS 1. Para que adianta grifar um texto lido? Quando observamos os livros de texto e as notas de aula dos alunos, verificamos que poucos deles descobriram a fora e a riqueza do grifo. Alguns grifam demais, outros praticamente nada, e outros ainda de modo imprprio. Freqentemente encontramos captulos inteiros onde a maior parte do material est grifada; o grifo feito com exagero perde muito do seu valor potencial. O processo mecnico de grifar pode ajudar na concentrao; mas, na realidade, isso apenas um pouco mais til do que seguir a linha com o dedo. Grifar deve ser um processo seletivo e de resumo. 2. Como voc pode grifar de maneira seletiva e no mecanicamente ? O grifo deve ser feito com dois objetivos em mente: primeiro, deve ser uma ajuda para voc entender e organizar a matria; segundo, um auxlio para reviso. Para que o material grifado possa ser til para a reviso, preciso que seja por si mesmo significativo. Os detalhes precisam estar relacionados uns com os outros e se enquadrar bem ao tpico principal em que esto includos. O material grifado de modo apropriado, resume para a reviso posterior (ou mesmo para fazer um resumo escrito daquele texto) as principais idias, os detalhes importantes, os termos tcnicos e as definies. 3. H um plano que possa ser seguido para que voc possa grifar eficientemente? Se voc quer que o grifo seja eficiente, ento necessrio que seja feito de acordo com um plano. Tente, por exemplo, o plano seguinte, que tem sido empregado com xito por muitos: a) Faa uma leitura do material sem grifar nada (s ler): voc ter uma viso global dele; b) Na segunda leitura, que voc dever comear a grifar o texto, usando a seguinte tcnica: identifique, em cada pargrafo, quais as questes que seguem as seqncias dos tpicos e tente respond-las enquanto l ( em outras palavras: faa um levantamento das possveis perguntas em que o trecho lido serve como respostas. Quando se estuda, durante uma leitura deve-se prever as questes que aquele trecho pode resultar). Quando encontrar idias ou detalhes importantes que ou respondem as questes, ou estejam relacionadas com ela, coloque um sinal claro na margem. Quando terminar o pargrafo, volte a olhar os itens que marcou. Se ainda achar que as idias ou os detalhes so importantes, ento grife-os. 4. Voc usa as margens do texto para fazer apontamentos? A combinao do grifo com as anotaes nas margens mais eficiente do que os simples grifo; isso obriga-o a reformular o material do texto com as suas prprias palavras, a resumi-lo e a disp-lo sob uma forma mais conveniente para posterior estudo, reviso, resumo escrito, resenha ou fichamento. 6. 65. O que voc deve anotar nas margens? Antes de grifar o texto, voc identificou as perguntas que se podem extrair dele. Seria til que voc as escrevesse nas margens ; para mais tarde fazer uma reviso rpida , ou um resumo escrito, ou uma resenha, ou um fichamento do que leu, voc ter as principais perguntas do texto escrita nas margens e suas respectivas respostas grifadas nele. Outra possibilidade voc redigir nas margens tambm as respostas; assim, voc ter a oportunidade de traduzir para suas prprias palavras as idias centrais do texto, garantindo que elas esto realmente bem compreendidas. Algumas pessoas tambm encontram utilidade em resumir em uma ou duas palavras o assunto central em cada pargrafo.LER : FAZER RESUMO 1. Ser necessrio que voc treine tambm a habilidade de resumir os textos que voc l? Fazer resumos uma tcnica de estudo de grande utilidade para voc: a) compreender um texto lido; b) memoriz-lo; c) posteriormente, rev-lo.2. Voc conhece algumas indicaes a respeito de como fazer um resumo? As indicaes dadas at aqui: voc comeou situando a leitura dentro de um contexto (o que o texto que leio tem a ver com o que estou estudando?); depois, leu, no mecanicamente, mas procurando idias e a compreenso do seu sentido; voc extraiu conceitos para organizar um glossrio (veja mais adiante); voc grifou e fez anotaes nas margens. Esses passos so necessrios para se fazer um resumo, uma resenha, ou um fichamento. Na verdade, eles j estaro praticamente prontos se esses passos forem seguidos: basta, em seguida, num papel parte, usando tudo isso que voc j fez, elabore para cada pargrafo uma nica frase (tpico frasal) que contenha a idia central nele desenvolvida, escrita com suas palavras. Alm disso, essas idias principais devem ser inter-relacionadas, de maneira a sugerir a seqncia que o texto original oferecia. O resumo do texto uma sntese das idias e no das palavras do texto. No se trata de uma miniaturizao do texto, mas uma sntese fiel das idias do autor. 7. 7LER: FAZER GLOSSRIO1. Ser importante preparar um glossrio a partir de suas leituras? Um dos sinais indicadores de que voc domina um determinado assunto a extenso do seu vocabulrio. Um vocabulrio de trabalho pode ser um timo instrumento que o ajuda a ler mais depressa e a compreender as idias do texto. Veja que h termos com significados diferentes para a linguagem cientfica, a popular, a literria, etc; voc precisa identificar o sentido preciso dos termos dentro do contexto lingstico de sua leitura. 2. Como um glossrio se compe ? O glossrio referente a um texto compe-se dos conceitos mais importantes desse texto. Constitui-se numa lista de palavras-chaves, acompanhadas pelas suas respectivas definies; a organizao semelhante de um dicionrio e essas definies devem ser claras, concisas, precisas e objetivas. 3. Como voc extrai conceitos de um texto? Como j visto, um texto formado por um encadeamento de idias, expressas por frases ou pargrafos que representam unidades de pensamento; cada uma dessas idias representada por uma palavra : um CONCEITO. Ao elaborar um glossrio, voc poder comear fazendo um levantamento dessas palavraschaves que expressam as principais idias do texto; a seguir, procure escrever como cada uma delas pode ser conceituada segundo o contexto da leitura; pode ser que voc no possa conceitu-la com base no texto, devendo recorrer a um dicionrio especializado ou a uma enciclopdia. Obs: muito comum, antes de um resumo ou de uma resenha, colocar quais so as palavras chaves do texto que compe uma obra: s as palavras, sem colocar ao seu lado seus significados. Quando se coloca a lista das palavras-chaves acompanhadas de seus respectivos significados (conceito), tem-se um glossrio. 8. 8FICHAMENTO o registro catalogado, em fichas ou em folhas, de uma obra. No fichamento, a obra resumida ao essencial: cada captulo corresponde a uma ficha e, cada pargrafo, a uma frase.RESENHA E RESUMOResumo a apresentao condensada dos pontos relevantes de um texto. No resumo voc deve ressaltar de forma clara e sinttica a natureza e o objetivo do trabalho, o mtodo que foi empregado, os resultados e as concluses mais importantes, seu valor e originalidade (se for pedido para que voc avalie esse ponto). J a resenha a descrio minuciosa de uma obra. Por isso, alm do resumo dessa obra, a resenha sempre vem acompanhada de uma posio crtica por parte de leitor. Antes de mais nada, coloca-se o nome da obra na forma de referncia bibliogrfica de acordo com as normas da ABNT, em seguida, a exposio objetiva do seu contedo (=resumo) e, por fim, tece-se comentrios crticos e interpretativos, discutindo, comparando, avaliando a obra resenhada. A resenha exige capacidade de sntese, objetividade, relativa maturidade intelectual, domnio do assunto abordado na obra, sobriedade e, como em todo texto dissertativo, argumentao eficiente, que resultado dos requisitos anteriores.OBS: As informaes aqui contidas so padronizadas. importante voc questionar seu/sua Professor(a) sobre a forma como ele/ela gostaria que voc escrevesse o determinado gnero, pois comum haver estilos pessoais e algumas mudanas no padro requerido. Bibliografia: 1. ANDRADE, Maria Margarida &amp; HENRIQUES, Antnio . Redao Prtica: Planejamento, estruturao e produo de textos . So Paulo : Editora Atlas, 1999. 2.GRANATIC, Branca . Tcnicas Bsicas de Redao . So Paulo : S...</p>