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  • GRUPO DE ESTUDOS ESPIRITAS LRIO BRANCO TOMO III 2011 LIVRO DOS MDIUNS CAPITULO XXV EVOCAO DOS ESPRITOS
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  • EVOCAO Wikipdia, a enciclopdia livre. Chamamos de Evocao a capacidade que os seres vivos tem de buscar na memria o que foi aquisio importante e por isto armazenado, podendo agora ser trazido tona para o uso que for necessrio. Evocar do latim significachamar de algum lugar,fazer aparecer, chamando por meio de esconjuros, invocaes ou exorcismos; trazer lembrana. Desta forma pode-se evocar espritos, entidades sobrenaturais, demnios ou o prprio Diabo.
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  • O esquecimento do passado no um obstculo ao aproveitamento da experincia de vidas anteriores. Se Deus julgou conveniente lanar um vu sobre o passado, que o julgou util. Realmente sua recordao tem graves inconvenientes. Poderia em alguns casos humilhar-nos muito ou, ao contrario, exaltar o nosso orgulho e, at criar obstculos ao nosso livre arbtrio; de qualquer modo causaria perturbaes inevitveis nas relaes sociais. (Evangelho Segundo o Espiritismo, cap. V)
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  • Voc no um ser humano que esta tendo uma experincia espiritual.. Voc um esprito que esta tendo uma experincia humana!!! Somos Mdiuns
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  • Os mdiuns, em sua generalidade, no so missionrios na acepo comum do termo; so almas que fracassaram desastradamente, que contrariaram sobremaneira o curso das leis divinas, e que resgatam, sob o peso de severos compromissos e ilimitadas responsabilidades, o passado obscuro e delituoso. O seu pretrito, muitas vezes, se encontra borrado em grandes deslizes e de erros clamorosos. Quase sempre, so espritos que tombaram dos cumes sociais, pelos abusos do poder, da autoridade, da fortuna e da inteligncia, e que regressam ao orbe terrqueo para se sacrificarem em favor do grande numero de almas que desviaram das sendas luminosas da f, da caridade e da virtude. So almas arrependidas, que procuram arrebanhar todas as felicidades que perderam, reorganizando, com sacrifcios, tudo quanto esfacelaram nos seus instantes de criminosas arbitrariedades e de condenvel insnia.
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  • No atual contexto do movimento esprita, a evocao dos espritos est quase totalmente esquecida, dando- se preferncia s manifestaes espontneas, que um importante instrumento para o tratamento dos processos obsessivos. Kardec informa no Cap. XXV do Livro dos Mdiuns, que devemos usar "as duas maneiras de agir" (evocaes e espontaneidade), pois as duas "tm suas vantagens e s haveria inconveniente na excluso de uma delas". INTRODUO LIVRO DOS MDIUNS
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  • Todo o captulo XXV do Livro dos Mdiuns dedicado ao estudo da evocao, mostrando que a sua prtica era corriqueira, sendo usada normalmente por Kardec e pelos centros espritas da poca. INTRODUO LIVRO DOS MDIUNS
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  • Benefcios e as limitaes no uso das evocaes. Sua prtica pode ser natural dentro dos trabalhos da casa esprita, como as comunicaes espontneas o so atualmente. Kardec nos demonstra no citado captulo XXV do Livro dos Mdiuns, com as evocaes poderemos aumentar a nossa capacidade de prestar servios ao prximo no campo medinico. INTRODUO LIVRO DOS MDIUNS
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  • No item 274 do Cap. XXV do Livro dos Mdiuns Kardec diz: "Podemos evocar todos os Espritos, seja qual for o grau da escala a que pertenam: os bons e os maus...". Podemos evocar todos os espritos, mas isto no quer dizer que todos vo atender os nossos chamados. Eles viro conforme a nossa evoluo, a necessidade e a seriedade do trabalho proposto. Quem podemos evocar? LIVRO DOS MDIUNS
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  • Bons Espritos No lisonjeiam; aprovam o bem feito (...) com reserva Desprezam as puerilidades da forma So reservados sobre assuntos comprometedores Gracejo fino e vivaz, nunca trivial Maus Espritos Exageram nos elogios; estimulam o orgulho e a vaidade Do importncia a particularidades mesquinhas Sentem prazer em evidenciar o mal; exageram erros; insinuam Stiras mordazes e quase sempre despropositadas
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  • RESTRIES INERENTES S EVOCAES Falta de autoridade moral de quem evoca Interesse particular acima do interesse geral Ausncia de pessoas conhecidas do comunicante Mdiuns inexperientes e de caractersticas imprprias Falta de consulta e de autorizao dos Mentores
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  • OPINIO DOS BONS ESPRITOS, DEPOIS DE KARDEC EMANNUEL: a exeqibilidade das evocaes somente pode ser examinada no plano espiritual. VIANNA DE CARVALHO: (...) ideal que se aguardem as manifestaes espontneas, mais naturais, no constritoras, aprendendo-se as tcnicas de identificao. LON DENIS: em nosso grupo, raramente evocamos. Preferimos a liberdade das manifestaes sob vigilncia de nossos guias.
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  • AMRICO SUCENA Obsessores visveis e invisveis so nossas prprias obras, espinheiros plantados por nossas mos. Enderea-lhes, assim, a boa palavra ou o bom pensamento, sempre que preciso, mas no lhes negue pacincia e trabalho, amor e sacrifcio, porque s a fora do exemplo levanta e reedifica, ante o Sol do futuro. Emmanuel, Seara dos Mdiuns, F.C. Xavier, FEB Se a evocao dos homens ilustres, dos Espritos superiores, eminentemente proveitosa, pelos ensinamentos que eles nos do, a dos Espritos vulgares no o menos, embora esses Espritos sejam incapazes de resolver as questes de grande alcance. Allan Kardec, O Livro dos Mdiuns, captulo 29, item 344
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  • Podemos classificar a evocao dos espritos de duas maneiras, levando em considerao a forma de como feita: Evocao direta e pessoal: aquela em que citamos o nome de determinado esprito, evocando-o de uma forma pessoal. Temos que tomar muito cuidado com este tipo, pois se mal usado ou orientado pode transformar a nossa reunio medinica em sala de consultas, objetivando mais o interesse pessoal do que a caridade evanglica. Quem podemos evocar? LIVRO DOS MDIUNS
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  • Quem podemos evocar? LIVRO DOS MDIUNS Evocao indireta: quando no citamos um determinado nome, mas quando pedimos a presena e a assistncia de nossos mentores e guias espirituais. A Codificao nos ensina que toda a prece uma invocao, e invocar chamar atravs da orao, pedir um socorro, um auxlio ou uma proteo; ou seja, evocar atravs do pensamento, de uma forma indireta.
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  • Na psicografia: No aconselhamos o uso da evocao nestes trabalhos, principalmente se ele estiver voltado para o recebimento de mensagens de sofredores, pois nestes casos a espontaneidade essencial para a credibilidade das mensagens recebidas, onde as informaes podem ser checadas de uma forma mais isenta. Quando e por que evocar? LIVRO DOS MDIUNS
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  • Chico Xavier nos deixa uma valiosa lio neste sentido, pois quando o seu trabalho de psicografia estava no auge, ele recebia inmeros pedidos de parentes para receber mensagens dos entes queridos desencarnados. Chico na sua humilde sabedoria, sempre evitou levar nomes para serem evocados para este fim, e se justificava dizendo: "o telefone toca de l para c". Quando e por que evocar? LIVRO DOS MDIUNS
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  • Nas mensagens instrutivas: O que podemos fazer aqui no mximo uma evocao indireta, chamando sem citar nomes os mentores ou guias da casa. No h a necessidade de se fazer uma evocao direta, pois podemos receber mensagens instrutivas de qualquer esprito evoludo que estiver trabalhando conosco. O mais importante neste caso o exame racional e lgico da mensagem recebida, conforme ensina a Codificao, para se evitar a mistificao. Quando e por que evocar? LIVRO DOS MDIUNS
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  • Nas reunies medinicas de desenvolvimento: No desenvolvimento medinico, necessrio, conforme O Livro dos Mdiuns, dar nfase flexibilizao da faculdade medinica, ou seja, condicionar os mdiuns a trabalharem com vrios tipos de espritos. E isto s ser possvel se usarmos tambm a evocao junto com a comunicao espontnea dos espritos. Podemos evocar de uma forma indireta sofredores, obsessores, suicidas etc; treinando desta forma o mdium na flexibilizao de sua mediunidade, e junto a isto aproveitando para desenvolver um atendimento mais especfico a tais entidades. Quando e por que evocar? LIVRO DOS MDIUNS
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  • Nas salas de passes: No necessria uma evocao direta. Devemos pedir aos bons espritos para nos assistirem atravs da evocao indireta, ou seja, somente por uma prece direcionada aos nossos mentores e guias. Quando e por que evocar? LIVRO DOS MDIUNS
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  • Nas reunies medinicas de Desobsesso: Como foi citado na introduo, toda reunio medinica tem que se valer das evocaes e da espontaneidade, conforme nos ensina Kardec. Na nossa experincia, usamos a espontaneidade para o recebimento de instrues dos nossos mentores e abrimos espaos para que eles possam usar um certo nmero de comunicaes livres para atender entidades necessitadas, das quais no temos o conhecimento prvio. Usamos a evocao indireta no tratamento das obsesses que necessitam de um atendimento medinico, como explicaremos adiante. Quando e por que evocar? LIVRO DOS MDIUNS
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  • Na Desobsesso: De acordo com a classificao da Codificao, a obsesso pode ser simples, degenerada, fascinao ou subjugao. Na obsesso simples, no necessrio um tratamento espiritual profundo, pois o prprio paciente, com um pouco de boa vontade, pode, com a freqncia regular a uma casa religiosa, livrar-se deste processo obsessivo. Quando e por que evocar? LIVRO DOS MDIUNS
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  • Na Desobsesso: Mas j nas obsesses deg