glaucoma

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Health & Medicine

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  • 1. Glaucoma Biologia para Sade II GRUPO: Adelia Carolina Rodrigues Amanda FontesAna Beatriz Mochida Anna Carolina Maurcio Brbara Medeiros Caroline Thurler Gisele Monteiro Ismenia Sampaio Lilian Lima Marcele Garcia UNIVERSIDADE FEDERAL DO RIO DE JANEIROCAMPUS MACA

2. Glaucoma

  • Vrios fatores podem contribuir para o seu desencadeamento.
  • A presso intra-ocular (PIO) considerada o principal fator, j que est doena desenvolve-se em olhos com PIO elevado.
  • Outros fatores alm do PIO so responsveis pelo agravo da doena.
  • aumento da resistncia vascular perifrica ocular
  • reduo do fluxo sanguneo do nervo ptico
  • Ao de excitoxinas
  • depleo de neurotransmissores para as clulas ganglionares da retina.

3.

  • O globo ocular est preenchido com um lquido intra-ocular que mantm presso suficiente para conserv-lo distendido.O Humor Aquoso (HA) est continuamente sendo formado e reabsorvido.O equilbrio entre esses dois processos regula o volume total e a presso do lquido intra-ocular.
  • O HA secretado pelos processos ciliares e comea com o transporte ativo de ons sdio para o espao entre as clulas epiteliais. Os ons sdio puxam ons cloreto e ons bicarbonato, juntamente com eles,para manter a neutralidade eltrica.

Glaucoma 4.

  • Depois de formado, o HA:
  • fluiatravs da pupila e entra na cmara anterior do olho
  • flui na direo anterior ao cristalino
  • entra no ngulo iridocorneal
  • atravessa uma tela de trabculas
  • entra no canal de Schlemm
  • drena para veias extra oculares
  • A presso intra-ocular normal mdia, de cerca de 15 mm Hg, e nessas condies,a quantidade de lquido que sai do olho por meio docanal, igual entrada de lquido do corpo ciliar.

Glaucoma 5. Glaucoma 6.

  • O nvel da presso do olho determinado principalmente pela resistncia sada do HA, da cmara anterior para o canal de Schlemm.Esta resistncia sada resulta de obstrues na rede de trabculas.Durante infeco intra ocular ou aps hemorragia no olho, grandes quantidades de debris esto presentes no HA ,e se acumulam nos espaos trabeculares, podendo impedir a reabsoro adequada do lquido. O que aumenta a presso intra-ocular, que pode causar o glaucoma.

Glaucoma 7.

  • O disco ptico
  • Existe milhes de fibras nervosas que funcionam a partir de sua retina ao nervo ptico.Essas fibras se encontram no disco ptico.Como a presso dentro do olho aumenta o seu fluido, que danifica as fibras nervosas sensveis e eles comeam a morrer.Quando eles morrem, o disco comea a oco e empurra o nervo ptico em forma de concha ou curvas.Se a presso continua a ser demasiado elevado por muito tempo, a presso extra pode danificar o nervo ptico e provocar a perda da viso.

Glaucoma 8. Glaucoma 9.

  • Quaisquer que sejam os fatores envolvidos, a interveno de um ou mais fatores desencadeia e agrava o glaucoma, atravs de duas seqncias de eventos: leso neuronal primria (LN) e leso neuronal secundria (LNS).
  • Leso neuronal primria:
  • - Perda primaria de clulas ganglionares da retina(CGR) e de fibras nervosas no nervo ptico(FNNO).
  • Leso neuronal secundria:
  • - As CGR e FNNO degeneram se com liberao de mediadores qumicos.
  • - Perda adicional de neurnios.

Glaucoma 10.

  • Apoptose e Excitotoxicidade. Mediadores da leso neuronal
  • A perda neuronal, seja causada pela LN primria ou secundria, decorre de dois mecanismos intracelulares: apoptose e excitotoxicidade.
  • Apoptose consiste na morte celular geneticamente programada, caracterizada por condensao e fragmentao da cromatina nuclear e do citoplasma celular.
  • Excitotoxicidade consiste na liberao macia de neurotransmissores por clulas atingidas por um estmulo agressor. Essas substncias atuam como mediadores no desencadeamento de apoptose- so os mediadores da LN. Vrios so os mediadores envolvidos, destacando-se, entre eles, o glutamato e a glicina.
  • O glutamato possui vrios receptores de superfcie de membrana celular, como o receptor NMDA (N-Metil-D-Aspartato).
  • A ligao do glutamato e/ou da glicina aos seus receptores permite a abertura dos canais de clcio na membrana celular e um influxo desse on para o interior da clula.
  • O clcio, alm de determinar um desequilbrio inico e eltrico transmembrana, atua tambm como um segundo mensageiro, ativando os mecanismos de cascata que culminam em degenerao e morte celular.

Glaucoma 11. Glaucoma 12.

  • Sintomas
  • Raramente apresenta sintomas: 80% dos glaucomas no causam dor ou incmodo no incio da doena;
  • Os sinais da doena s vo surgir nos glaucomas agudos, quando o paciente sofre fortes dores de cabea, fotofobia, enjo e dor ocular intensa;
  • Outro sintoma importante a ser observado a perda da viso perifrica, no desenvolvimento da doena.

Glaucoma 13.

  • Diagnstico
  • O glaucoma s detectado aps um exame oftalmolgico cuidadoso, no qual medida a presso intra-ocular.
  • Na maioria dos pacientes, o nervo ptico pode ser examinado de imediato, quando se observa o interior do olho com um instrumento chamado oftalmoscpio.
  • No glaucoma, as fibras nervosas esto danificadas e desaparecem, deixando uma escavao maior do nervo ptico.
  • Entre os exames utilizados para confirmao do diagnstico do glaucoma existem: o Campo Visual, a tonometria e o exame do disco ptico.

Glaucoma 14. Glaucoma

  • Exames utilizados

Exame Objetivo Acuidade visual Detecta alteraes na viso. Exame da pupila Detecta leso nas vias pticas, incluindo o nervo ptico. Exame com lmpada de fenda Avalia o interior e o exterior do olho. Tonometria Confere a presso intra-ocular. Fotografia do nervo ptico Documenta a aparncia do nervo ptico. Nervo ptico Medir a escavao e palidez. Gonioscopia Avalia o ngulo da cmara anterior. Campo visual Verificar perda de campo visual.

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