gir - a revista da regi£o de lisboa

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Mais uma revista? Não! É a revista da região.

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  • Rua Padre Amrico 3 B - C/V DT1600-548 LisboaTel.: 217 144 142/146NIF: 500 972 052www.cnelisboa.org

    O ano vai comear.

    J TENS TUDO?

    Na Loja Escutista de Lisboa h!

  • 3editorialIsto no s para crescidos!

    Para que que se cria uma nova Revista no CNE?

    A aventura comea por ser uma caminhada, pre-parada como um grande empreendimento, com obje-

    tivos de caada nem sempre andamos em velocidade de cruzeiro, muitas vezes a expedio no anda, mas no fim da campanha conseguimos!

    Seguimos com o objetivo firme de criar mais uma base de recursos para a Regio. para isso que serve esta revista trimestral.

    Temos como objetivo de fundo dar ferramentas/skills no s para a aco pedaggica dos voluntrios adultos sobre os jovens e crianas, mas tambm para a ao dos escuteiros. Esta revista, por isso, no s para os adultos!

    Desejamos ser para todos, TODOS somos a Regio, todos fazemos a ao pedaggica!

    Neste nmero Chamamos por ti!. Queremos que nos mostres o que se fez

    no vero para que tambm isso possa ser um recurso para outros: o projeto, o stio, as atividades, a partilha imitar o que bem feito sinal de grande inteli-gncia e no de fraqueza!

    Esta revista, por isso, no mais uma. No queremos que a deites fora, mas sim que a guardes e que a vs con-sultando como se fosse um Manual!

    Porqu GIR? Porque um nome que nos faz girar! Ir dos 0 aos 360. Voltar ao mesmo sitio, base do que o escutismo. Dar a volta obriga a passar por muitos outros stios para aprender, ver, tirar ideias para a mochila que na base partilhamos.

    Destacamos o Santo que nos vai acompanhar este ano. So Francisco de Assis no s para Lobitos! um exem-plo para todos. Queremos que o vivas em grande no teu agrupamento.

    Uma vdeo reportagem na Revista? Sim At porque a revista digital, por agora!

    Tnhamos uma ideia, fomos atras dela. Queramos um escuteiro que primasse pelo seu exemplo, fomos atrs dele! Conseguimos alguns minutos de conversa com o Dom Manuel Clemente e uma imagem melhor que mil palavras!

    E cenas mesmo pedaggicas!?Tanta teoria, tanto artigo de fundo

  • 4sim, tambm temos neste nmero dois jogos para Lobitos, um jogo para Explo-radores e um grande artigo sobre o SFAE, que aquela coisa que ningum ainda percebeu bem mas que todos temos de aplicar!

    E espera l! Uma revista, uma weblet-ter e um site no comunicar demais? No! Nunca se comunica demais. Os meios que temos servem cada um para o seu objetivo:

    A Webletter informativa, como um jornal de parede do agrupamento, com alguma opinio e informao rpida; O site serve para a memria futura - para guardar, como se fosse um grande ba de memrias da histria da Regio - no fundo um backup do que vamos fa-zendo. E a Revista para te dar saber!

    O nosso objetivo ds uso ao que crimos a pensar em ti. Que pegues, por exemplo, no artigo sobre a encclica do Papa Francisco, Laudato Si, e o utilizes, porque eles mais uma ferramenta para o teu dia-a-dia.

    Ainda te deixamos uma pequena ideia do que a Regio ou de como gerir um Ncleo (talvez estejas a pen-sar em candidatar-te, e assim tens um pequeno manual!).

    E este editorial j vai longo, tenho mesmo que terminar porque seno passa a ser mais um artigo e no essa a ideia

    At Dezembro, e cr-nos Sempre Alerta para servir sempre Da melhor Vontade.

    Ficha Tcnica | Secretrio Regional Desenvolvimento e Projetos Luis Lucas Lopes, 582-Moscavide, Moinhos de Vento | Equipa do Departamento Regional de Comunicao Paulo Cuia, 996 - Santos-o-Velho,Lisboa Ocidental, Coordenador; Marta Barreto, 57- Benfica, Lisboa Ocidental; Ana Rita Oliveira, 1100- Parque das Naes, Moinhos de Vento; Catarina Capelo, 73 - Carnide, Lisboa Ocidental; Gustavo Ribeiro, 489 - Lourinh, Oeste; Joo Matos, 929 - Belm Martimos, Lisboa Ocidental; Jorge Guimares, 263 - Campolide, Lisboa Ocidental; Patricia Teixeira, 485 - Ajuda, Lisboa Ocidental | Coordenao Editorial e Design Jorge Guimares, 263 - Campolide, Lisboa Ocidental | Coordenao Edio Textos Ana Rita Oliveira, 1100- Parque das Naes, Moinhos de Vento | Colaboraram neste nmero Agrupamento 1382 Azambuja, Ncleo Solarius; Ana Rita Oliveira, 1100- Parque das Naes, Moinhos de Vento; Gustavo Ribeiro, 489 - Lourinh, Oeste; Joo Janeiro, 1349- Santa Maria de Loures, Moinhos de Vento; Marta Barreto, 57- Benfica, Lisboa Ocidental; Nuno Silva, Junta de Ncleo Moinhos de Vento; Padre Ricardo Salvador Ferreira, Assistente Regional; Paulo Cuia, 996 - Santos-o-Velho,Lisboa Ocidental; Paulo Duarte, 39 - Santa Isabel, Lisboa Ocidental; Secretaria Regional Pedaggica | Ilustraes Ins Antunes; Marta Barreto, 57- Benfica, Lisboa Ocidental | Fotografia Patricia Teixeira, 485 - Ajuda, Lisboa Ocidental; Junta de Ncleo Serra da Lua; Joo Carvalhosa, Chefe Regional de Lisboa | Fotonovela, fotos de: Joo Matos, Patrcia Palos, Clara Morais, Eunice Gonalves, Lus Cardoso, Misso Japo | Edio Junta Regional de Lisboa, 2015

  • 5ndice3 editorial

    Isto no s para crescidos

    5 ndice

    7 so francisco de assis De Rei da juventude

    a Servo do Evangelho

    11 Paz e Bem! >

    19 mais um texto sobre Deus, o ambiente e a criao

    LAUDATO SI, pensado mesmo para escuteiros!

    25 e se me apetecer ser chefe de ncleo? A gesto de um Ncleo >

    31 fotonovela No que fomos

    ao Japo?

  • 637 estamos a chamar Por ti Jamboree no Japo >

    41 o acagrup do 1382

    45 Pessoas como ns Uma rbrica que descobre escuteiros

    normais, mas cheios de pinta! D. Manuel Clemente,

    Cardeal Patriarca de Lisboa e um escuteiro como ns >

    49 simplificar o sfae O SFAE para quem no

    percebe nada do que estamos a falar >

    55 Abrir Mo da Vida

    57 iqueia na natureza Que o mesmo dizer

    construes para o campo

    61 Jogo de pista para Lobitos >

    63 Os Mensageiros

  • 7so francisco de assis

    De Rei da juventude a Servo do Evangelho

    este ano o CNE apresenta a figura de S. Francisco de Assis como exemplo a seguir na nossa vida de cristos, catlicos

    e escuteiros para que, por ele e com ele, possamos chegar imagem de Jesus Cristo, nosso Divino Chefe.

    So Francisco denominado por alguns dos seus bigrafos e historiadores como o santo da alegria e, talvez por isso, seja ele o santo que granjeia, mesmo fora da religio catlica e at nos meios anti-religiosos, mais simpatia.

    O escuta algum que vive a alegria do Evangelho. Como? Com servio, partilha e em comunidade ou, em linguagem franciscana, em fraternidade. O 8 artigo da lei do escuta diz-nos: O Escuta tem sempre boa disposio de esprito. Por isso mesmo, nes-te ano, S. Francisco vai ajudar-nos a descobrir a alegria de levar o Evangelho ao nosso corao e ao corao dos que nos rodeiam.

    Ao jeito de S. Francisco, os Lobitos devem descobrir com muita alegria o grande amigo que Jesus e o amor que o Pai do Cu tem para connosco, oferecendo-nos tantas maravilhas na Natureza.

    O Explorador/Moo deve sentir a alegria que S. Francisco experimentou ao caminhar com o Povo de Deus, partilhando e levando a alegria da F herdada dos antigos patriarcas.

    Texto Secretaria Pedaggica Ilustrao Ines Antunes

  • 8

  • 9

  • 10

    DICAS Para os Pioneiros/Marinhei-ros este ano de caminhada com S. Francisco dever record--los de que Jesus a Bssola que orienta a nossa vida. Ele a gua que sacia toda a nossa sede de viver.

    S. Francisco, para os Cami-nheiros/Companheiros neste ano escutista, deve ser o exem-plo do Homem Novo: viver as bem-aventuranas com a alegria das escolhas do Evangelho que nos transforma e nos faz ter a conscincia de que neste mundo no temos morada permanente, vivendo sempre a alegria do servio.

    Para S. Francisco o irmo era uma ddiva de Deus. Daqui alegria do dirigente em poder partilhar e ganhar conheci-mentos com os outros; daqui a alegria de participar no cresci-mento de todos os que o ro-deiam, sendo deste modo uma fonte inesgotvel de Alegria. Ns, como dirigentes, particular-mente neste ano dedicado a S. Francisco, devemos ser tambm esses irmos que, ao jeito do Pobrezinho de Assis, alegre-mente sentimos que fazemos os nossos elementos crescer integralmente.

    O Escuta tem sempre boa disposio de esprito.

    Lobitos: Levar a alcateia para o campo e com os bandos fazer uma oficina em que desenham as folhas e identificam as rvores correspondentes.

    Exploradores/Moos: Jogo da Glria bblico em que medida que vo aparecendo imagens dos acontecimentos da vida dos hebreus, o jogador (explorador/moo ou a patrulha/tripulao), avana ou recua mediante o que aconteceu ao povo de Deus.

    Pioneiros/Marinheiros: Raid Noturno. Os postos tero sempre tarefas que, ligadas mstica da III, levaro as equipas/equipagens a descobrir a alegria de ser gua viva, norte para o caminho da alegria e instrumento de corte a tudo o que nos rouba a alegria de viver.

    Caminheiros/Companheiros: Hike. Os caminheiros/companheiros so chamados a fazer um Hike de escolhas e essas escolhas recaem sobre duas personalidades: S. Francisco de Asssis e S. Paulo, patrono da IV. Os elementos vo fazendo as suas escolhas de caminhada entre S. Paulo e S. Francisco e durante o percurso devero descobrir que ambas as personagens tm um caminho comum que leva verdadeira alegria. Tero um dia de servio comunidade e, para terminar, uma festa na Aldeia: um Fogo de Conselho com a comunidade local.

  • 11

    1. homenagem de um homem rico

    Em 1182 nasce o santo, numa famlia abas-tada. Filho de Pietro de Bernardone e de Monna Pica, o primeiro filho. Inicialmen-te batizado como Joo, em italiano Gio-vanni, nome que mudado pelo pai para Francisco por lhe recordar a Frana, onde nasceu. Desde muito cedo que Francisco se mostra um jovem cheio de virtudes principalmente para com os pobres, mui-to embora seja o Rei