Gestão de produtos digitais

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Material de apoio da disciplina Gesto de Produtos Digitais da Especializao em Jornalismo Digital da PUCRS. Tpicos: A indstria da comunicao digital; Modelos de negcios para produtos digitais; Gesto de produtos digitais

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<ul><li> 1. Gesto deProdutos DigitaisEspecializao em Jornalismo Digital PUCRS - Famecos2013Eduardo Loreaeduardolorea@gmail.comeconomiadamidia.tumblr.com </li> <li> 2. Introduo </li> <li> 3. Objetivos Construir uma viso sobre o contexto contemporneo e o valordos produtos de contedo/mdia digital Instrumentalizar os alunos para a concepo, desenvolvimento egesto de projetos de produtos de contedo/mdia digital Oferecer subsdios ao desenvolvimento de planos de negciopara produtos de contedo/mdia digital </li> <li> 4. Tpicos1. A indstria de comunicao digital1. Mapeamento da indstria de mdia2. Economia da ateno3. Caractersticas das empresas e dos produtos de comunicao digital4. [Histria do] financiamento de produtos jornalsticos5. Era digital: a histria at agora[ATIVIDADE 1. DEBATE: PAYWALL DO NEW YORK TIMES] </li> <li> 5. Tpicos2. Desenvolvimento de produtos digitais1. Tipos de produtos2. Miopia em marketing e a lgica do servio dominante3. Mtodos de desenvolvimento de produto4. Instrumentos de NPD: Mapeamento de cenrios e ferramenta Business ModelCanvas5. Tpicos estratgicos: objetivos e pblicos6. Dimenso econmico-financeira[ATIVIDADE 2: DECOMPOSIO DE UM PRODUTO] </li> <li> 6. Tpicos3. Gesto de produtos digitais1. Mtricas de performance2. Modelos de negcio3. Fontes de receita[ATIVIDADE 3: PESQUISA DE PREOS DE MDIA E SERVIOS DECONTEDO DIGITAIS] </li> <li> 7. 1 A indstria decomunicao digital </li> <li> 8. Etapas da cadeia de valorda indstria de mdiaTraduzido e adaptado de DOYLE, Gillian. Understanding media economics. Londres: Sage, 2002. P. 18-37Produo decontedoProduzircontedos [dejornalismo,entretenimento,cultura] </li> <li> 9. Traduzido e adaptado de DOYLE, Gillian. Understanding media economics. Londres: Sage, 2002. P. 18-37Produo decontedo EmpacotamentoEtapas da cadeia de valorda indstria de mdiaAdaptar o contedo aum MEIO/CANAL e aum PBLICOpretendido [comimplicaes emlayout, linguagem econtedo],transformando-o emproduto consumvelProduzircontedos [dejornalismo,entretenimento,cultura] </li> <li> 10. Traduzido e adaptado de DOYLE, Gillian. Understanding media economics. Londres: Sage, 2002. P. 18-37Produo decontedoDistribuioEmpacotamentoAdaptar o contedo aum MEIO/CANAL e aum PBLICOpretendido [comimplicaes emlayout, linguagem econtedo],transformando-o emproduto consumvelEntrega doproduto aopblico [mediantevenda ougratuitamente]Produzircontedos [dejornalismo,entretenimento,cultura]Etapas da cadeia de valorda indstria de mdia </li> <li> 11. Fonte: Harvard Business School - Effective Strategies for Media Companies California. http://www.exed.hbs.edu/programs/medc/Imagem: http://podcasts.insitewebsitedesign.com/intersect-video-wall-sequence-from-chuck-HD-stills-05.gifECONOMIA DA ATENOOs dois desafios centrais das empresas de mdia so:serem percebidas por audincias bombardeadas por opes,e serem pagas pelo contedo.Bharat Anand </li> <li> 12. PERTINNCIASEDUORELEVNCIAImperativos daEconomia da Ateno </li> <li> 13. Plataformas digitaisWeb1995Smartphones2007Celulares1990SmarTV2011Tablets2010?SMSPortais de vozRingtones, wallpapersJogosSites decontedo/serviosProdutos para redessociaisAplicativos mobileMobile sitesAplicativos mobileMobile sitesEbooksVdeo e udio ondemandAplicativos de notcias </li> <li> 14. Evoluo do consumo de mdiaSimulao Agncia CARATInternetTV DigitalTV AnalgicaGamesWirelessMdia fora do larRdio DigitalRdio AnalgicoCinemaImpresso02030405060708090100HorasporSemana101900 1920 1940 1960 1980 2000 2020 </li> <li> 15. QUAIS SOTODOS OS PRODUTOSDE CONTEDO/MDIAPOSSVEIS[QUE CONHECEMOS]? </li> <li> 16. QUAIS SOTODOS OS PRODUTOSDE CONTEDO/MDIAPOSSVEIS[QUE CONHECEMOS]?POR TIPO DE CLIENTEOU PBLICO FINALPOR FINALIDADEPOR POSIO NACADEIA DE VALOR </li> <li> 17. PRODUTOS DIGITAIS(?) </li> <li> 18. [Histria do]Financiamento doproduto jornalstico </li> <li> 19. A histria at agora No sculo XIX, pr-Revoluo Industrial, os jornaispossuam forte componente poltico e eramfinanciados por seus partidos e pelo pagamento daaudincia. O perodo da industrializao, que criou a sociedadede consumo urbana, gerou tambm o surgimento domercado publicitrio em impressos, baseadaprincipalmente nos varejos locais. A nova fonte dereceita transformou o modelo de negcio dos jornais.GRAVES, Lucas; GRUESKIN, Bill; e SEAVE, Ava. The story so far: what we know about the business of digitaljournalism. New York: Columbia Journalism School, 2011. Disponvel em:http://www.cjr.org/the_business_of_digital_journalism/the_story_so_far_what_we_know.php </li> <li> 20. A histria at agora O efeito, para o produto, foi a diminuio davinculao poltica, o surgimento de um jornalismomais objetivo e independentes (em relao ao poderpoltico). As mudanas se consolidaram a partir dosanos 1930. Ao longo do sculo XX, a circulao global de jornaiscaiu, porm por consolidao dos jornais existentes.Formaram-se oligoplios ou monoplios locais muitorentveis, com base na receita publicitria local. TVs erdios tambm tiveram consolidao, com reduo desuas audincias globais, porm com incremento dasreceitas publicitrias.GRAVES, Lucas; GRUESKIN, Bill; e SEAVE, Ava. The story so far: what we know about the business of digitaljournalism. New York: Columbia Journalism School, 2011. Disponvel em:http://www.cjr.org/the_business_of_digital_journalism/the_story_so_far_what_we_know.php </li> <li> 21. A histria at agora No final do sculo XX, Quando iniciaram as operaesdigitais de seus negcios tradicionais, a enormemaioria das empresas de mdia disponibilizou seuproduto gratuitamente online Modelo de negcio: gratuito para a audincia,financiado por publicidade (mercado das trspartes/mercado bilateral) No meio digital, os negcios tradicionais encontraramnovos concorrentes amadores, profissionais nativosdigitais, bem como de outros veculos tradicionais demdia </li> <li> 22. Em 2005, um analista previu que, em 2018, a receita digital dosjornais alcanaria a receita do jornal impresso.GRAVES, Lucas; GRUESKIN, Bill; e SEAVE, Ava. The story so far: what we know about the business of digitaljournalism. New York: Columbia Journalism School, 2011. Disponvel em:http://www.cjr.org/the_business_of_digital_journalism/the_story_so_far_what_we_know.php </li> <li> 23. Realmente, a receita online dos jornais cresceu mais de 30% ao ano em2005 e 2006, nos EUA. Entretanto, durante a recesso de 2008/2009 recuou, e, em 2011, aindano havia retornado ao patamar de 2007. A receita do jornal impresso, por outro lado, recuou bastante.GRAVES, Lucas; GRUESKIN, Bill; e SEAVE, Ava. The story so far: what we know about the business of digitaljournalism. New York: Columbia Journalism School, 2011. Disponvel em:http://www.cjr.org/the_business_of_digital_journalism/the_story_so_far_what_we_know.php </li> <li> 24. A histria at agora </li> <li> 25. A histria at agora Diante deste cenrio, tornou-se prioritrio para osjornais encontrar uma maneira de financiar suasoperaes online. A histria semelhante para TV e rdio, com algumasvantagens: As rdios podem, de maneira geral, simplesmentetransferir seu produto on air para o meio online. Amedio de audincia a mesma, e o valor do produto essencialmente o mesmo (apesar de haver uma grandegama de concorrentes no meio digital). As TVs e rdios ainda no sentiram os efeitos darevoluo digital em sua receita. </li> <li> 26. A histria at agora As premissas: Em algum perodo de tempo, a maior parte da audinciavir do meio online. A circulao impressa tende a cair. A publicidade online tende a ganhar valor, e a impressa, aperder valor. Entretanto, h poucos indcios de que ovalor da publicidade online aplicado ao estoquepublicitrio que um veculo pode ter vir, um dia, a pagarpela operao de grandes redaes. </li> <li> 27. A histria at agora As premissas: No meio online, parte do produto da mdia tradicionalvirou commodity. encontrvel em qualquer lugar,amador ou profissional, quase sempre de graa. No meio online, os produtores de informao originalenfrentam a concorrncia dos curadores e agregadoresde contedo (Google News, Huffington Post, Newser),alm de outros negcios que no tm o contedo comoseu principal (e nico) negcio, como os portais. </li> <li> 28. A histria at agora ...e, na internet, os sites dos maiores jornais e outros veculos jornalsticos nemfiguram entre os maiores em receita publicitria. Google, Facebook e outrosbuscadores concentram 66,9% da receita, e tendem a concentrar ainda mais.Fonte: E-marketer, 2012. http://www.emarketer.com/PressRelease.aspx?R=1008856 </li> <li> 29. Economia da ateno0% 10% 20% 30% 40% 50% 60%BlogsVideos AmadoresRdio (New s)Redes SociaisPodcastsRdio (Msica)Noticias ExclusivasJornaisRevistasVideosJogosCinemaMusicaJ Pagou Consideraria PagarConsumidores (%) que j pagaram ou considerariam pagar online por:Fonte: Nilsen A Global Perspective on Paying for Content Online Fev 2010.http://www.fi.nielsen.com/site/documents/paid-online-content.pdf </li> <li> 30. Economia da ateno30Fonte: WAN 2009 Martha Stone. Pesquisa BCG Multi-Country em Contedo Pago Online.725773546153434842430 10 20 30 40 50 60 70 80Noticias locaisArquivo de noticiasCoberturas especiais, jornalismo investigativo,ltimas noticiasJornal online personalizado de diferentesfontesInformao aprofundadaServio de alerta de noticiasNoticias de EsportesClassificadosCultura e entretenimentoNoticias financeirasPor quais tipos de notcias vocs estaria disposto a pagar? (EUA) </li> <li> 31. Economia da atenoEstratgias possveis:Especializar LocalizarPara ser competitiva e criar valor econmico, a mdia precisar ampliar asua diferenciao, e portanto a sua exclusividade. A maneira mais eficientede fazer isso criar valor atravs de cobertura local vinculada s vidas,aspiraes e compreenso dos indivduos nos locais onde eles vivem. Esse o tipo de cobertura que outros produtores de informao no podemfazer bem.Estudo da Harvard Kennedy School of Government citado em GRAVES, Lucas; GRUESKIN, Bill; e SEAVE, Ava. Thestory so far: what we know about the business of digital journalism. New York: Columbia Journalism School, 2011.Disponvel em: http://www.cjr.org/the_business_of_digital_journalism/the_story_so_far_what_we_know.php </li> <li> 32. Caractersticas das empresase dos produtos de comunicaodigital </li> <li> 33. Pblicos Audincias (internautas, leitores, ouvintes, telespectadores) Anunciantes (para produtos que buscam receita publicitria) Clientes (em nome de quem se exerce comunicao) Sociedade </li> <li> 34. ReceitasPublicidadePagamento por contedo (pelo receptor)Pagamento por contedo (pelo emissor)QUEM EST PRIMARIAMENTE INTERESSADO NACOMUNICAO/CONTEDO? </li> <li> 35....</li></ul>