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  • Gesto da Segurana e Sade no Trabalho

    Professor: Tarcisio Abreu Saurin

  • Pre

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    Produot0

    tn

    Eventos de falta de segurana

    O Conflito Produo x Segurana

    Reason, J., Managing the Risks of Organizational Accidents, Ashgate Press, 1997

  • Importncia da Gesto da SST

    As tecnologias precisam ser gerenciadas

    Fica mais fcil implantar as instalaes fsicas exigidas pelas normas se a segurana for integrada gesto de rotina

    Gesto tendncia em legislaes internacionais e na prtica, no Brasil e no exterior

    PPRA, CIPA, indicadores,

    treinamentos,...

  • Medida Preventiva Prioritria Eliminar ou reduzir perigos nas suas origens

    Como fazer isso?

    Integrando a gesto da segurana aos demais processos gerenciais Planejamento e controle da produo, projeto do produto,

    custos, recursos humanos, contratos, gesto da qualidade,.....

    Protees coletivas e EPI para controlar perigos residuais So o ltimo recurso

  • Cumprimento de normas Cumprir normas requisito mnimo e insuficiente para

    uma reduo duradoura dos ndices de acidentes

    Normas de sistemas de gesto no estabelecem requisitos absolutos de desempenho

    Antecipar-se s exigncias das normas Por ex: na Unio Europia, os projetistas e clientes so legalmente

    co-responsveis

    Planos que levem em conta as atividades de fluxo, no s aquelas que agregam valor!

  • Cumprimento de normas

    Melhorar relaes entre rgos fiscalizadores e empresas Os critrios, prioridades e mtodos de fiscalizao so os

    mais adequados?

    A quantidade de cenrios superior ao que qualquer norma pode prever Situaes imprevistas

    Adaptar normas em cada empresa

    Prescries excessivas = mais violaes

  • Adoo de Boas Prticas de Gesto So relativamente conhecidas as tcnicas de maior

    impacto na gesto da segurana (boas prticas)

    Estgio gerencial superior ao simples cumprimento de normas

    Contudo, a disseminao das boas prticas no vai auxiliar aqueles que j adotam as mesmas Necessidade de quebra de paradigma, alm das atuais teorias e

    prticas

    As diversas prticas devem ser claramente vinculadas e com funes complementares Viso sistmica

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    1960 1965 1970 1975 1980 1985 1990 1995 2000

    per m

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    Source: Statistical Summary of Commercial Jet Airplane Accidents Worldwide Operations 1959-1999, Boeing Commerial Airplane Group, 2000.

    Taxas de acidentes da aviao comercial (mundo)

  • Definies Iniciais Risco (quantitativamente)

    Probabilidade de ocorrncia x Severidade do impacto

    Quantificao costuma ser necessria apenas quando os danos podem ser de grandes propores, em termos de perdas de vidas humanas ou perdas econmicas

    Vazamentos de gases letais em petroqumicas, acidentes em usinas nucleares, vazamentos de cargas txicas durante o transporte

    Implica pensar em um cenrio especfico

  • Avaliao de Riscos

    Exemplo de matriz de avaliao

    Muito alta

    Alta Moderada Baixa Menor

    Extremamente remota

    1,2

    Remota 4,5

    Improvvel

    Provvel 3

    Frequente

    Probabilidade Severidade

  • Definies Iniciais Perigo

    uma propriedade inerente de um agente fsico, qumico, biolgico, ou conjunto de condies que apresentam potencial para um acidente

    Ex: o transporte rodovirio de uma carga inflamvel uma atividade inerentemente perigosa. O risco envolvido expresso em termos de Probabilidade x Severidade

    Um perigo, assim, pode ser uma causa ou um fator que contribui para um risco

  • Definies Iniciais Gerenciamento de riscos

    Processo de tomada de deciso que visa minimizar as consequncias de possveis eventos negativos no futuro, ou, em outras situaes, maximizar os benefcios de possveis eventos positivos.

    uma funo de controle, uma vez que visa a manter um determinado perigo dentro dos limites

  • Etapas do Processo de Gerenciamento de Riscos

    Identificao Avaliao

    Monitoramento Resposta

    Eliminar, reduzir, transferir, reter

  • Acidente

    Ocorrncia no planejada, instantnea ou no, decorrente da interao do ser humano com seu meio ambiente fsico e social de trabalho e que provoca leses e/ou doenas ocupacionais e/ou danos materiais

    Que tamanho uma perda deve ter para caracterizar um acidente?

    Deve ser suficientemente grande para interromper a atividade, atrapalhar o cumprimento dos objetivos

  • Individuais x Organizacionais

    Acidentes individuais Afetam uma pessoa ou um pequeno grupo Consequncias para as vtimas, so relativamente

    frequentes

    Acidentes Organizacionais De grande proporo e prejuzos, afetando toda a

    organizao Poucas organizaes podem sobreviver aps a

    ocorrncia de um acidente deste tipo

  • Acidentes Organizacionais

    Segurana de processos

  • Individuais x Organizacionais

    O acidente organizacional requer a quebra de defesas que separam os perigos das perdas

    Nos acidentes individuais as defesas frequentemente so muito precrias ou no existem

    nfase depende da indstria em questo

  • Definies iniciais

    Quase-acidente

    So eventos instantneos, com uma repentina liberao de energia e que tiveram o potencial de gerar um acidente.

    No resultam em danos materiais ou leses, mas geralmente s perdas de tempo

  • Houve um quase-acidente (near miss)?

  • Tipos de quase-acidentes

    A) Feedback positivo O acidente no aconteceu porque as defesas

    estavam funcionando Serve de exemplo para reforar boas prticas

    B) Feedback negativo O acidente no aconteceu por pura sorte Correo imediata das falhas

  • Definies iniciais

    Incidente??

  • Causas dos Acidentes

  • Teoria da Propenso ao Acidente

    Alguns indivduos tm caractersticas que os predispem a sofrer acidentes

    Teoria muito polmica

    Muitos estudos tm mostrado que os acidentes no so distribudos aleatoriamente Outros estudos indicam o oposto De qualquer modo, as diferentes exposies aos

    riscos no tm sido consideradas!

    Safety off the job

  • Teoria da Propenso ao Acidente

    Pesquisas tm associado a propenso ao acidente com a propenso a assumir riscos

    Contudo, a propenso ao risco muda com o tempo. No trao permanente.

    Mais jovens normalmente se acidentam mais

    Um jovem pode dirigir de modo arriscado com os amigos e mudar de atitude quando h crianas junto

  • Teoria da Cadeia de Eventos A sequncia de eventos levando leso

    composta por cinco estgios (Heinrich, 1950):

    1. Ambiente social e hereditariedade levando a 2. Uma falha individual, como razo para3. Um ato inseguro e/ou condio insegura que

    resulta em4. Um acidente, que leva 5. Leso

  • Analogia com o domin

    Assume causa raiz

    Assume relaes de causa e efeito claras

    Preocupao excessiva com a sequncia de eventos ( nica para cada evento)

  • Limitaes da viso de cadeia de eventos

  • Teoria da Cadeia de Eventos A teoria contribui com a proposio de

    uma lgica para o entendimento do inter-relacionamento e do sequenciamento dos eventos que levam a um acidente

    Deve-se tomar o cuidado de no utilizar a teoria como instrumento de busca de culpados O ltimo elo da cadeia muitas vezes alguma

    ao do trabalhador acidentado

  • Teoria da Cadeia de EventosExemplo de cadeia:

    Queda de operrio do 3. pav. Trabalhador no usava cinto. No havia guarda-corpos. A empresa possui cintos mas burocrtico retirar. Operrios inferiam que a empresa no queria que eles usassem o cinto. O acidentado estava na obra h 2 semanas e no viu ningum usando cinto. Pressups que no existissem.

  • Teoria da Cadeia de Eventos

    Aes que quebrariam elos da cadeia:

    Orientao ao novo funcionrio, indicando a existncia do cinto

    Facilitar a retirada do cinto Treinamento Aumentar a frequncia das inspees de

    segurana

  • Teoria das Distraes

    Acidentes so causados por distraes dos trabalhadores:

    1) Causadas pela existncia de perigos no local de trabalho

    Produtividade comprometida quando a distrao devido aos perigos alta

    Contudo, quando o perigo alto, compreensvel e prefervel que o trabalhador tenha um alto nvel de conscincia sobre ele

  • Baixa Alta

    Alta

    Produtividade

    Probabilidade de acidente

    Alto foco nas

    distraes

    Baixo foco nas distraes

    Perigo menor

    Perigo moderado

    Srio perigo

  • Teoria das Distraes

    O que fazer para melhorar a produtividade nesses casos? Remover ou reduzir os perigos Menores os perigos, menores as distraes e maior a

    produtividade

    2) Causadas por eventos positivos ou negativos que so fontes de stress emocional A relao entre tais eventos e a incidncia de doenas

    j foi estudada por psiclogos, gerando uma escala de eventos estressantes

  • Escala de stress mental (Holmes e Rahe, 1967)Evento Valor

    Morte de cnjuge 100 Divrcio 73 Separao marital 65 Priso 63 Morte de familiar prximo 63 Leso ou doena pessoal 53 Casamento 50 Demisso do trabalho 47 Reconciliao conjugal 47 Aposentadoria 45 Gravidez 40 Dificuldades sexuais 39 Morte de amigo prximo 37 Mudana para diferente tipo de trabalho 36 Emprstimo maior que $ 10.000 31 Filho deixando a casa dos pais 29 Conquista profissional 28 Problemas com o chefe 23 Mudana nos hbitos alimentares 15 Frias 13 Natal 11

  • O modelo do queijo Suco

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