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  • GERENCIAMENTO DE RISCOS

    PILAR 3 – DISCIPLINA DE MERCADO

    3º TRIMESTRE - 2014

    Elaborado por: Rafaela Parreira

    Aprovado por: Nelson Aguiar

    Aprovado por: Laerte Herrero

    Visto:

    Visto:

    Visto:

    / /2014 / /2014 / /2014

  • 2

    ÍNDICE

    1. COMPROMISSO DA ALTA ADMINISTRAÇÃO............................................................. 3

    2. INTRODUÇÃO....................................................................................................... 3

    2.1. O NOVO ACORDO DE BASILEIA (BASILEIA III)................................................... 4

    3. INSTITUCIONAL................................................................................................... 4

    4. GERENCIAMENTO DE RISCOS................................................................................ 5

    5. TIPOS DE RISCOS FINANCEIROS............................................................................ 5

    6. ESTRUTURA DE GERENCIAMENTO DE RISCOS.......................................................... 7

    6.1. RESPONSABILIDADES.................................................................................... 8

    7. RISCO DE CRÉDITO.............................................................................................. 10

    7.1. GERENCIAMENTO DE RISCO DE CRÉDITO......................................................... 11

    7.2. CLASSIFICAÇÃO DE RISCO (RATING)............................................................... 12

    7.3. MITIGAÇÃO DO RISCO DE CRÉDITO............................................................... 12

    7.4. EXPOSIÇÃO AO RISCO DE CRÉDITO................................................................. 13

    7.5. EXPOSIÇÃO POR PAISES E REGIÕES................................................................. 13

    7.6. EXPOSIÇÃO POR SETOR ECONÔMICO................................................................ 13

    7.7. EXPOSIÇÃO POR FAIXA DE ATRASO.................................................................. 14

    7.8. PRAZO A DECORRER DAS OPERAÇÕES.............................................................. 15

    7.9. CONCENTRAÇÃO DOS DEZ E CEM MAIORES DEVEDORES................................... 15

    7.10. OPERAÇÕES BAIXADAS PARA PREJUÍZO.......................................................... 16

    7.11. MONTANTE DE PROVISÕES PARA PERDAS....................................................... 16

    7.12. DOCUMENTO REGULATÓRIO.......................................................................... 17

    8. RISCO OPERACIONAL............................................................................................ 17

    8.1. DOCUMENTO REGULATÓRIO.......................................................................... 18

    9. RISCO DE MERCADO............................................................................................. 18

    9.1. VALIDAÇÃO DO MODELO – BACKTESTING......................................................... 20

    9.2. DOCUMENTO REGULATÓRIO............................................................................ 20

    9.3. DERIVATIVOS............................................................................................... 20

    10. RISCO DE LIQUIDEZ............................................................................................ 21

    10.1. DOCUMENTO REGULATÓRIO........................................................................... 21

    11. GESTÃO DE CAPITAL........................................................................................... 22

    11.1. COMPOSIÇÃO DO CAPITAL............................................................................. 22

    11.2. ATIVOS PONDERADOS PELO RISCO (RWA)....................................................... 23

    11.3. DOCUMENTO REGULATÓRIO.......................................................................... 25

    11.4. SUFICIÊNCIA DE CAPITAL.............................................................................. 25

  • 3

    1. COMPROMISSO DA ALTA ADMINISTRAÇÃO

    A Alta Administração, através de seus diretores, tem conhecimento do conteúdo deste

    relatório, bem como o original devidamente assinado por estes está disponível na sede do

    Banco Yamaha.

    2. INTRODUÇÃO

    No decorrer dos anos o Comitê de Basiléia tem criado instrumentos para assegurar a

    estabilidade e solidez no setor bancário internacional.

    O advento do Acordo de Basiléia, conhecido como Basiléia II, fez com que as Instituições

    Financeiras implementassem mecanismos para a adequação de suas estruturas de

    Gerenciamento de Riscos, para um controle mais rigoroso de seus riscos.

    Além das exigências determinadas pelos Órgãos Reguladores, o Basiléia II permite que as

    Instituições utilizem modelos próprios para mensuração e controle dos riscos inerentes as

    suas atividades.

    O Acordo de Basiléia (Basiléia II), está fundamentado em três Pilares:

    Pilar I – Requerimento Mínimo de Capital: As Instituições devem ter capital mínimo

    para fazer frente aos riscos assumidos (Riscos: Crédito, Mercado e Operacional);

    Pilar II – Supervisão Bancária: A Supervisão avalia como as Instituições estão

    adequando seu capital em relação aos riscos assumidos;

    Pilar III – Disciplina de Mercado: As Instituições passam a informar suas estruturas de

    gerenciamento de riscos aos agentes de mercado.

    Em continuidade ao processo de implementação das recomendações do Basiléia II e as

    exigências do BACEN, o Banco Yamaha Motor do Brasil S.A. publica este relatório (Pilar 3 –

    Disciplina de Mercado) com intuito de apresentar maior transparência na Gestão de Riscos

    aos seus clientes, concessionários, colaboradores, acionistas e agentes de mercado.

  • 4

    2.1. O Novo Acordo de Basileia (Basileia III)

    Em resposta à crise financeira internacional ocorrida em 2008, e visando a evolução do

    Acordo de Basileia, em junho de 2011, foi publicado o documento “Basel III: A global

    regulatory framework for more resilient Banks and banking systems – revised”, também

    conhecido como Basileia III.

    O novo acordo tem como objetivo, aumentar a qualidade e quantidade de capital das

    instituições financeiras, de forma que o sistema financeiro se torne mais resiliente,

    reduzindo custos de possíveis crises financeiras e amparando o crescimento sustentável.

    Entre outras medidas, o novo acordo propõe:

    - Maior rigor nas definições de capital, visando o aumento da capacidade das instituições

    em absorver perdas;

    - Padronização internacional das definições de capital;

    - Criação de colchões de capital para suportar períodos de stress;

    - Introdução do Índice de Alavancagem;

    - Introdução dos Índices de Liquidez de Curto Prazo (LCR) e Longo Prazo (NSFR).

    A partir de Março de 2013, o Conselho Monetário Nacional estabeleceu as novas regras de

    definições e requerimentos de capital. Em complemento, o Banco Central criou um

    conjunto de circulares para determinar os procedimentos para apuração dos ativos

    ponderados pelo risco (RWA).

    As novas regras tiveram início em Outubro de 2013, e serão implementadas gradualmente

    até 2019.

    3. INSTITUCIONAL

    O Banco Yamaha Motor do Brasil S.A., foi criado em Outubro de 2008, com o objetivo de

    oferecer produtos e serviços sob medida para os clientes da Rede de Concessionárias

    Yamaha. Estamos ligados diretamente à Yamaha Motor do Brasil Ltda., que pertence ao

    Grupo Yamaha Motor Company, atuando em mais de 104 países.

  • 5

    A missão do Banco Yamaha Motor do Brasil S.A. é oferecer serviços financeiros

    competitivos e rentáveis, fortalecendo os negócios do Grupo Yamaha e satisfazendo as

    expectativas de nossos clientes, concessionários, colaboradores e acionistas.

    4. GERENCIAMENTO DE RISCOS

    O Gerenciamento de Riscos do Banco Yamaha Motor do Brasil S.A. tem por objetivo

    identificar, mensurar, controlar e mitigar os riscos associados à Instituição.

    Para o Gerenciamento de Riscos da Instituição são utilizadas as práticas mais aceitas pelo

    mercado, além de atender todos os requerimentos dos Órgãos Reguladores.

    5. TIPOS DE RISCOS FINANCEIROS

    Em virtude da complexidade dos produtos e serviços oferecidos aos seus clientes, o Banco

    Yamaha Motor do Brasil S.A. está exposto a diversos Riscos Financeiros. Dentre os

    principais riscos inerentes a atividade da Instituição, destacamos:

    • RISCO DE CRÉDITO: É a possibilidade de ocorrência de perdas associadas ao não

    cumprimento pelo tomador ou contraparte de suas respectivas obrigações financeiras

    nos termos pactuados, à desvalorização de contrato de crédito decorrente da

    deterioração na classificação de risco do tomador, à redução de ganhos ou

    remunerações, às vantagens concedidas na renegociação e aos custos de recuperação.

    • RISCO DE MERCADO: É a possibilidade de ocorrência de perdas resultantes da

    fl

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