Geografia - Pré-Vestibular Vetor - Unidade 3 – O espaço agrário (Geografia Brasil)

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Pr-Vestibular VetorFolha de exerccio - Geografia (ENEM e UERJ)Unidade 3 O espao agrrio (Geografia Brasil)Prof. Luiz AntonioQ.51 (Uerj 2006/2) Metade da populao do mundo cerca de 3 bilhes de pessoas vive subalimentada, enquanto outros 10% sofrem graves deficincias alimentcias, totalizando 60% dos habitantes com algum tipo de problema de nutrio. De outro lado, 15% das pessoas do mundo esto superalimentadas. Alimentos no faltam, h excedentes agrcolas conforme os critrios de mercado, no das necessidades humanas de 15%. Com base nos dados apresentados no texto, um aspecto marcante da conjuntura macroeconmica mundial do final do sculo passado e incio deste milnio : (A) aumento da desigualdade social, devido ao desenvolvimento diferenciado entre os pases (B) elevao das taxas do desemprego estrutural, em decorrncia da concentrao industrial nos pases desenvolvidos (C) baixa produtividade agrcola, em funo do acelerado crescimento demogrfico nos pases do hemisfrio sul (D) distribuio desigual de alimentos, pelo esgotamento de reas agriculturveis nos pases subdesenvolvidos Q. 57 (Uerj 2006/2) Oeste baiano: a terra do agronegcio Uma populao de 25 mil habitantes que vivia h sculos nas mesmas condies de misria e carncia, sem energia eltrica, estradas, transporte e escolas. Em alguns povoamentos, o ndice de analfabetismo era de 100%. Os pioneiros chegaram do Sul, principalmente do Rio Grande do Sul, na dcada de 1980. Traziam seus tratores e implementos usados em caminhes, armavam barracas de lona preta onde abrigavam a mulher e os filhos. Os sulistas investem pesado na produo, ou seja, em mquinas, irrigao, adubos e silos. (Adaptado de O Globo, 03/05/2003) Os trechos da reportagem sobre o oeste baiano descrevem realidades socioeconmicas distintas: a excluso histrica vivida pela maior parte da populao local e a organizao produtiva dos migrantes sulistas. As condies de vida da populao local e a ascenso econmica dos migrantes, respectivamente, esto associadas principalmente a fatores relacionados com: (A) mo-de-obra disponvel e insumos produtivos (B) estrutura fundiria regional e condies ambientais (C) rede de transporte ampla e financiamentos bancrios (D) poltica agrcola nacional e investimentos na produtividade Q. 59 (Uerj 2006/2) O MST uma coletividade de prias, certamente a nica organizada, a mais consciente em relao a sua identidade e a seu sentido, e por isso a mais competente: uma coletividade de condenados que se fez sujeito da histria para revogar a sua condenao. Essa contradio mostra que os parias deixam de ser prias quando se organizam, pois organizar-se , antes de mais nada, inocular-se a substncia social e ocupar um espao social. (BISOL, Jos Paulo. In: A questo agrria no Brasil. So Paulo: Atual, 1997.) O texto acima apresenta reflexes sobre a origem e a identidade dos movimentos sociais organizados. Um componente da nossa sociedade que explica o surgimento desses movimentos e uma caracterstica de sua organizao, respectivamente, esto indicados em: (A) luta pela incluso social centralizao sindical (B) concentrao da riqueza nacional unidade partidria (C) expropriao dos meios de produo ativismo poltico (D) contestao do sistema representativo coerncia ideolgica Q. 46 (Uerj 2005/1) Povoando dramaticamente esta paisagem e esta realidade social e econmica, vagando entre o sonho e o desespero existem 4.800.000 famlias de rurais sem terras. A terra est ali, diante dos olhos e dos braos, uma imensa metade de um pas imenso, mas aquela gente (quantas pessoas ao todo? 15 milhes? mais ainda?) no pode l entrar para trabalhar, para viver com a dignidade simples que s o trabalho pode conferir, porque os voracssimos descendentes daqueles homens que haviam dito: Esta terra minha (...) rodearam a (SARAMAGO, Jos. In: MORISSAWA, Mitsue. A Histria da luta pela terra e o MST, 2001.) terra de leis que os protegem (...) OS SERTES Foi no sculo passado, No interior da Bahia, Um homem revoltado com a sorte, Do mundo em que vivia, Ocultou-se no serto, Espalhando a rebeldia(...) Defendendo Canudos, Naquela guerra fatal. (Samba-enredo da escola de samba Em Cima da Hora, 1976) Os dois textos acima tm como principais elementos geradores das problemticas apontadas os processos de: (A) assentamento agrcola e xodo rural (B) proletarizao rural e reforma agrria (C) modernizao agrcola e revolta social (D) concentrao fundiria e conflitos no campo Q. 7 (Enem 2004) A grande produo brasileira de soja, com expressiva participao na economia do pas, vem avanando nas regies do Cerrado brasileiro. Esse tipo de produo demanda grandes extenses de terra, o que gera preocupao, sobretudo (A) econmica, porque desestimula a mecanizao. (B) social, pois provoca o fluxo migratrio para o campo. (C) climtica, porque diminui a insolao na regio. (D) poltica, pois deixa de atender ao mercado externo. (E) ambiental, porque reduz a biodiversidade regional. Q. 60 (Enem 2003) Leia o texto I de Josu de Castro, publicado em 1947. O Brasil, como pas subdesenvolvido, em fase de acelerado processo de industrializao no conseguiu ainda se libertar da fome.Os baixos ndices de produtividade agrcola se constituram como fatores de base no condicionamento de um abastecimento alimentar insuficiente e inadequado s necessidades alimentares do nosso povo. Leia o texto II sobre a fome no Brasil, publicado em 2001. Uma das evidncias contidas no mapa da fome consiste na constatao de que o problema alimentar no Brasil no reside na disponibilidade e produo interna de gros e dos produtos tradicionalmente consumidos no Pas, mas antes no descompasso entre o poder aquisitivo de ampla parcela da populao e o custo de aquisio de uma quantidade de alimentos compatvel com as necessidades do trabalhador e de sua famlia. (http://www.mct.gov.br) Comparando os textos I e II podemos concluir que a persistncia da fome no Brasil resulta principalmente (A) da renda insuficiente dos trabalhadores. (B) de uma rede de transporte insuficiente. (C) da carncia de terras produtivas. (D) do processo de industrializao. (E) da pequena produo de gros

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