GENTICA E EVOLUO DA LONGEVIDADE HUMANA E OS GENES DO COMPORTAMENTO SOCIAL

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GENTICA E EVOLUO DA LONGEVIDADE HUMANA E OS GENES DO COMPORTAMENTO SOCIAL. Profa.Dra. Ivana Beatrice Manica da Cruz Bolsista Produtividade Cientfica-CNPq Universidade Federal de Santa Maria- Laboratrio de Biogenmica do Desenvolvimento e Envelhecimento. CONCEITOS BSICOS. - PowerPoint PPT Presentation

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  • GENTICA E EVOLUO DA LONGEVIDADE HUMANA E OS GENES DO COMPORTAMENTO SOCIAL Profa.Dra. Ivana Beatrice Manica da CruzBolsista Produtividade Cientfica-CNPqUniversidade Federal de Santa Maria- Laboratrio de Biogenmica do Desenvolvimento e Envelhecimento

  • Desenvolvimento

  • O QUE ENTENDEMOS POR LONGEVIDADE?

  • O QUE ENTENDEMOS POR ENVELHECIMENTO?Modificaes que ocorrem em uma cascataorganizacional do nvel molecular ao morfo-fisiolgico no perodo ps-reprodutivoque declinia a capacidade funcional.

  • AMBIENTECLULASTECIDOSRGOSCORPOCLULASTECIDOSRGOSCLULASTECIDOSRGOSEmbriologiaAmadurecimentoe Fase reprodutivaEnvelhecimentoMorteDesenvolvimentoAcmulo demodificaese disfunesMolculasOrganelasMolculasOrganelasENVELHECIMENTO FAZ PARTE DO DESENVOLVIMENTO

  • TEORIAS DO ENVELHECIMENTO Estocsticas- Gentico-evolutivasMaior corpo de evidncias

  • LONGEVIDADE E HERANASeres HumanosHerdabilidade a partir deEstudos GenealgicosANONo Indivduos Investigados Herdabilidade1918 8.798 - EUA0,40 7.500 CHINA0,251951 12.876 - ESCANDINAVIA 0,281991 14.549 EUA 0.20

    0,25Herdabilidade

  • PORQUE MORRER SERIAIMPORTANTE?Esgotamentode RecursosExtinoda EspcieAbundnciade recursos

  • CATEGORIAS DEENVELHECIMENTO E LONGEVIDADE DAS ESPCIES

  • ENVELHECIMENTO RPIDOModificaes associadas ao envelhecimento, aps o perodo reprodutivo, so muito rpidasSalmo

  • ENVELHECIMENTO NEGLIGVELPoucas modificaes biolgicas detectveis ao longo do envelhecimentoTartarugas

  • ENVELHECIMENTO INTERMEDIRIOModificaes ocorrem de modo maislento e no uniforme, nos sistemascorporais. Influenciadas por interaesgentico-ambientais intra-especficasSer Humano

  • Como pode ocorrer seleo da longevidadeE envelhecimento se estas caractersticaseventos ps-reprodutivos? QUESTES EMERGENTES - 1

  • Por que o ser humano tem um tempo de vida grande em relao a outras espciessendo o mais longevo dos primatas?

    Qual a importncia de uma longevidade maior para a nossa espcie?QUESTES EMERGENTES - 2

  • O MAIS APTO SOBREVIVE = Maior proleGeraes01 2 3 4 n XXXXXEfeitoAmbiental

  • SELEO DA LONGEVIDADESir Peter (Brian) Medawar Nobel Laureate Director of the National Institute for Medical Research- London 1915-1987 Medawar PB. An unsolved Problem of Biology.

    H.K. Lewis, 1952; London.

  • Problema no resolvido:

    Caractersticas que se manifestam no perodo ps-reprodutivo como viver muito,no seriam repassadas geneticamente para a prxima gerao!

  • Hiptese da FlutuaoGenticaExistiriam genes com caractersticaspr-reprodutivas adaptativas que umavez selecionados aumentariam a longevidade da espcie

  • Seleo da longevidade per seseria difcilPor que a fora da seleonatural declinaLONGEVIDADE SERIA UM SUB-PRODUTO DEOUTRAS CARACTERSTICASSELECIONADAS!

  • No Ser HumanoQuais seriam as caractersticas que poderiamter influenciado na longevidade?

  • EVOLUO DO CREBRO

  • Grande, complexo, maior tempo de desenvolvimentoCREBRO HUMANO

  • Bases primitivas da Evoluo do Sistema Nervoso:Um longo caminho evolutivo at o crebro humanoMecanismos qumicos associados a: IrritabilidadeCondutibilidadeContratilidade Amoeba

  • PROTO-SISTEMA NERVOSO: ANIMAIS MARINHOSPoriferaSem Reao Ataque-Fuga

  • APARECIMENTO DO SISTEMA NERVOSOPrimeiros animais com sistema nervosoSistema Nervoso no centralizado (difuso)Sem crebro- Incio do movimento de todos os animaisCnidariagua viva, hidra, corais,anmonasIncio evolutivo da reao de ataque. Reao de fuga ainda pouco desenvolvida.

  • CnidriaAPARECIMENTO DO SISTEMA NERVOSO

  • APARECIMENTO DA RESPOSTA DE ATAQUE-FUGACnidriaHIDROMEDUSAS

  • APARECIMENTO DO SISTEMANERVOSO CENTRALPlatelmintes

  • APARECIMENTO DO PROTO-CREBRO E DO ARCO REFLEXO SIMPLESAneldeos

  • APARECIMENTO DO CREBROArtrpodos

  • AUMENTO NA COMPLEXIDADE DOCREBROMoluscos

  • EVOLUO DE UM SISTEMA NERVOSO COMPLEXO: VERTEBRADOS

  • EVOLUO HUMANA

  • EVOLUO DO HOMEMHOMINNIZAOCaractersticas Morfolgicas Especficas

    - BIPEDANTISMO levou a numerosas alteraes evolutivas tanto morfolgicas quanto comportamentais.Surgimento Teoria atual East Side Story (Coppens, 1983)Barreira geogrfica

  • PRIMATAS SUPERIORES crebro muito grande em relao ao corpo. Hemisfrios cerebrais muito desenvolvidosTENDNCIAS EVOLUTIVAS DOS PRIMATASMORFOLGICASAdaptao corporal a vida arborcola (Exceo: Homem)Dedos prenseis com polegar oponvel UnhasArticulaes com grande mobilidadeEstrutura quadrpedeViso estereoscpica

  • TENDNCIAS EVOLUTIVAS COMPORTAMENTAISAdaptao a uma vida em sociedade Exceo: orangotangos Lmures e galgosAlgumas espcies so monogmicas(Quase todas macacos do Velho Mundo)VANTAGEM DA VIDA EM SOCIEDADE resultado de caractersticas biolgicas como:

    - Um nico filho por gestao - Perodo de crescimento ps-natal prolongado - Predomnio da viso sobre o olfato

  • - Inteligncia superior- Linguagem articulada Elaborao de conceitos abstratos Manufatura de instrumentos Manuseio de objetos Vida social complexa Vida social com esforo cooperativo

  • QUAL O PREO A PAGAR PELOBIPEDANTISMO E UM CREBRO MAIOR?

  • -Cabea do feto maior causada pelo aumento do crebro-Estreitamento do quadril causado pela bipedia

  • -Cabea do feto maior causada pelo aumento do crebro-Estreitamento do quadril causado pela bipedia

  • Criana nasce neurologicamente imatura Criana com extrema dependncia materna e familiar- Fragilidade materna para a auto-sobrevivnciaCONSEQNCIA

  • Evoluo do amor (pair-bonding)

  • MulherRuptura do ciclo estral (escondido?) Conseqncia: aceitao sexual do homem em qualquer fase do ciclo estral

    Menopausa = adaptao evolutivaConseqncia: - no competio por dos filhos com os netos pelos recursos - auxilio na sobrevivncia do grupo - altrusmo

  • Indios Kokama, Sapotal-Tabatinga, Amazonas, 2006

  • Teoria Gerontolgica da AvMulheres com menopausa na meia idade-Auxiliariam as filhas no cuidado dos netos-Repositrio de informaes relevantes para a sobrevivnciaComportamento altrusta em caso de ataque e predaoPresena da av:

    -Mais cuidado-Mais chance de sobrevivncia da prole-Maior o valor adaptativo (taxa de reproduo)-Aumento da sobrevivncia da espcie-Aumento da longevidade como subproduto

  • Genes do Amor PaternoHomem

  • Disputa por recursos- CaaGuerraEvidncias arqueolgicas:Homem de Neaderthal Stio arqueolgico La Roche aPierrot36 mil anos atrs

  • Pair-bonding Cuidados da avObtenode recursosDefesa do grupoAmor paternoDisponibilidadeSexual femininaComportamentosPSICOLOGIA EVOLUCIONISTA**Ghiselin, Science, 1973

  • PSICOLOGIA EVOLUCIONISTA* Ocorrncia fatores biolgicos, no deterministas mas direcionadores que condicionam ou estimulam o nosso comportamento.Barkow e Cosmide, The Adapted Mind: Evolutionary Psychology and The Generation of Culture,1992 Adaptaes psicolgicas fixadas atravs da evoluohumana

  • PSICOLOGIA EVOLUCIONISTA* OS CINCO PRINCIPIOSCosmide e Tobbys, 20081O crebro um sistema fsico-qumico e funciona similar a um computador 2A arquitetura dos circuitos neurais foi moldadapela seleo natural para resolver problemasrelacionados a histria evolutiva da espcie. 3A conscincia apenas a ponta do iceberg. 4Diferentes circuitos neurais so especializados para resolver diferentes problemas adaptativos. 5Os nossos crnios modernos abrigam uma mente da idade da pedra.

  • FOCO DA PSICOLOGIA EVOLUCIONISTA*Estratgias reprodutivas (ciclo reprodutivo, sexo, acasalamento)

    Cuidado da prole pelos pais (investimento parental)

    Relaes de parentesco

    Comportamentos socialmente adaptativos (cooperao, agresso, guerra, status, prestgio, dominncia)

  • PSICOLOGIA EVOLUCIONISTAAdaptive Behavioral System (ABS), White, 2007 OCORRNCIA DE SISTEMAS COMPORTAMENTAIS ADAPTATIVOSSistema Comportamental Adaptativo da Atrao SexualSistema Comportamental Adaptativo Agressor/ competitor Masculino Sistema Comportamental adaptativo de relacionamentos de longa durao- Sistema Comportamental adaptativo do padro diettico

  • MODULAO DOS SISTEMASCOMPORTAMENTAIS ADAPTATIVOSE O TEMPO DE VIDAAgresso/ViolnciaCooperao/CuidadoAdaptaoMasculinaAdaptaoFeminina-Longevidade+LongevidadeMORAL

  • ALTERAES NO SISTEMA ADAPTATIVOCOMPORTAMENTAL AGRESSOR/COMPETIDOR

  • BASES EPIDEMIOLGICASFonte: DATASUS

  • EVIDNCIAS EPIDEMIOLGICASFonte: DATASUS

  • ESTUDOS COMPORTAMENTAISASSOCIADOS A MODULAO DALONGEVIDADE HUMANA: GENTICA DO ESTILO DE VIDAGastadoresPoupadores- Longevos+ LongevosAnlise de interaes gentico-ambientaisTabagistasNoTabagistasNovo modelo de transgresso moral?

  • PROJETO TABAGISMODelineamento:Estudo caso-controle: 06 categoriasTabagistas (> 100 cigarros/90 dias)Tabagistas espordicosEx-Tabagistas (< 2 anos)Ex-Tabagistas (> 2 anos)No-Tabagistas (Experimentaram cigarro)No-Tabagistas (Nunca experimentaram cigarro)Populao e AmostraComunidade Universitria-Comunidade em Geral-Instituies (hospital)2100-3000 participantes

  • PROJETO TABAGISMO LogsticaDisciplina Complementar de Graduao (60 horas)Curso de Extenso (60 horas)Contedo ProgramticoFundamentos da Metodologia Cientfica. Uso do MEDLINE

    2) Fundamentos da Epidemiologia Uso do SCIELO

    3) Boas Prticas na Pesquisa Biotica Cadastro no SISNEP4) Capacitao na aplicao do instrumento de pesquisa

    Planilha eletrnica Excel

  • PROJETO TABAGISMO LogsticaDocumentos e Instrumentos da PesquisaDeclarao de Veracidade dos Dados peloColetadorTermo de Consentimento Livre e Esclarecido-Cpia VoluntrioTermo de Consentimento Livre e Esclarecido-Cpia PesquisaEntrevista EstruturadaSaliva para coleta de DNA

  • PROJETO TABAGISMO Fase 1 Incluso de 798 indivduos - 751

  • PROJETO TABAGISMO CAGE***

  • PROJETO TABAGISMO CAGE***

  • PROJETO TABAGISMO CAGE***

  • PROJETO TABAGISMO CAGEns*

  • PROJETO TABAGISMO CAGE***

  • PROJETO TABAGISMO Indicador de Ansiedade***

  • PROJETO TABAGISMO Indicador de Estressens

  • PROJETO TABAGISMO Uso de medicamentos indutores de sono***Razo de Chance4,288 (2,079-8,842)Tabagistas x No tabagistas

  • PROJETO TABAGISMO Indicadores de Fobia- Folstein**

  • PROJETO TABAGISMO Indicadores de Fobia*

  • PROJETO TABAGISMO Indicadores de Fobia*

  • PROJETO TABAGISMO Sntese (interpretao preliminar dos dados):

    Associao entre tabagismo e CAGE

    Indivduos que nunca fumaram mas que experimentaram cigarro tendem a apresentar um comportamento similar aos tabagistas ou intermedirio em relao aos no- tabagistas que nunca experimentaram

    Indicao de medos relacionados a afetividade

    Indicao de relevncia de estudos do comportamento tabagista como um evento modulatrio das relaes morais e da longevidade

  • PROJETO TABAGISMO Ento: Uma vez que o tabagismo considerado preditornegativo biolgico da longevidade, sugere-seinvestigaes sobre o seu papel preditor decomportamentos negativos associados a longevidade

    - Exposio a riscos - Transgresses - Violncia/agresso

  • PROJETO TABAGISMO Estudos que corroboram esta hiptese:

  • PROJETO TABAGISMO

  • PROJETO TABAGISMO II Fase: DelineamentoJovens entre 14 a 17 anosN= 611ResultadosObservao de que o uso do alcool, tabacoemarijuana est diretamente relacionada com a percepo moral.

  • Abstinncia:Ativao:Crtex orbitofrontalCrtex pre-frontal dorsolateral direitoCrtex occipitalNcleo ventra striatum e accumbensTlamoAmigdala

  • ALTERAES NO SISTEMA ADAPTATIVOCOMPORTAMENTAL AGRESSOR/COMPETIDORGenes candidatosSocialmenteAceitvelSocialmenteInaceitvelModulao diferencialdos circuitos neuraise neuromodulatriosSistema Serotonrgico (?)Sistema ocitocina-vasopressina (?)

  • CONCLUSOPESQUISAS EM NEUROCINCIAS DO COMPORTAMENTODAS TRANSGRESSES MORAIS TM UM PAPEL CHAVENO S NO ENTENDIMENTO DE TRANSTORNOS PSIQUITRICOS GRAVES COMO A PSICOPATIA MASTAMBM NO ENTENDIMENTO DE COMPORTAMENTOS DE TRANSGRESSO MORAL QUE COLOCAM HOJEMILHARES DE INDIVIDUOS EM SITUAO DE RISCODE MORBI-MORTALIDADE COMO O CASO DO TABAGISMOE DE ACIDENTES POR CAUSAS EXTERNAS!

    EXISTE NECESSIDADE DE ESTUDOS INTERATIVOS EINTERDISCIPLINARES

  • PROJETO TABAGISMO

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