GD - CIRURGIA NO PACIENTE ONCOLÓGICO ?· 2017-08-17 · TC tórax e abdome revelaram tumor ressecável…

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<p> GD - CIRURGIA NO PACIENTE ONCOLGICO 1a questo: ASSUNTO: PR, PER E PS-OPERATRIO NO PACIENTE ONCOLGICO </p> <p> Paciente do gnero masculino, 67 anos, lavrador, desdentado, com carcinoma espinocelular do esfago localizado a 26cm da ADS (arcada dentria superior) estenosante, levando a disfagia e emagrecimento. Histria de tabagismo e etilismo inveterado, e procedimento cirrgico (vagotomia+antrectomia) para lcera pptica realizado h cerca de 40 anos. TC trax e abdome revelaram tumor ressecvel e sem metstases a distncia. Realizada jejunostomia e encaminhado para radioterapia e quimioterapia neoadjuvantes. </p> <p>1) Quais so as consequncias naturais da realizao de teraputica multimodal, como nesse caso (radio, quimio e cirurgia)? </p> <p>2) O paciente deve saber que tem um tumor maligno? Justifique. 3) Em um primeiro momento, o paciente precisa mesmo saber que aps a radio e quimio dever ser operado? </p> <p>Justifique. 4) Como deve ser a dieta do paciente durante a neoadjuvncia? 5) Ao trmino da neoadjuvncia, seria dispensvel reestadiar o paciente? 6) Quem deveria operar esse paciente: um cirurgio digestivo ou um cirurgio oncolgico? Em que tipo de </p> <p>hospital? </p> <p>1a questo (continuao) </p> <p>Com a radio e quimioterapia, paciente apresentou melhora da disfagia e da condio nutricional. Nova tomografia de trax evidenciou regresso significativa do tumor esofgico. Paciente foi ento submetido a esofagectomia subtotal transhiatal (resseco) e esofagocoloplastia (reconstruo do trnsito digestivo), em um s tempo cirrgico. </p> <p>1) Comente como deve ter sido o preparo pr-operatrio desse paciente: dieta, tricotomia, tabagismo, acesso venoso, cateterismo vesical, preparo de coln, reservas para procedimento cirrgico. </p> <p>2) Em que situao a resseco e a reconstruo seriam feitos em dois tempos? 3) Quais so os fatores nesse paciente que aumentam o risco de ele apresentar complicaes ps-operatrias? </p> <p>Quais so os tipos de complicaes mais comuns? Comente sobre as medidas profilticas. </p> <p> 2a questo </p> <p> Paciente do gnero masculino, 67 anos, feodrmico, em decorrncia de dor epigstrica e emagrecimento foi submetido a esofagogastroduodenoscopia que evidenciou leso elevada com depresso central (I+IIc) na mucosa do tero distal do estmago, medindo 12mm no maior dimetro. Bipsia revelou carcinoma bem diferenciado (tipo intestinal de Laurn). Realizada ecoendoscopia que revelou invaso macia da submucosa e suspeita de acometimento tumoral em dois dos linfonodos perigstricos. TC de abdome e trax sem evidncias de metstases a distncia. </p> <p>1) Qual o estadiamento cTNM (ou seja o estadiamento clnico) desse caso? Discuta sobre estadiamento. </p> <p>2a questo (continuao) </p> <p>O mesmo paciente foi submetido ao tratamento cirrgico laparotmico. No estadiamento tumoral peroperatrio (checklist do cirurgio), foram evidenciados: ndulo heptico (biopsiado e encaminhado para exame histolgico por corte de congelao que revelou ausncia de malignidade), tumor primrio pequeno, mas com possvel invaso da muscular do estmago (retrao), no sendo palpados linfonodos regionais suspeitos de malignidade. </p> <p>1) Qual o estadiamento sTNM (ou seja o estadiamento cirrgico) desse caso? Discuta. </p> <p>2a questo (continuao) </p> <p>O paciente foi submetido a gastrectomia subtotal distal e linfadenectomia radical e a pea cirrgica foi encaminhada para exame anatomopatolgico, que revelou tumor pT2N1Mx (estadiamento patolgico). </p> <p>1) O que pode justificar o resultado Mx? Seria uma limitao do mtodo? 2) Correlacione o pTNM com o cTNM e o sTNM. Discuta. 3) Qual ser, nesse caso, o estadiamento fTNM (final)? </p> <p>3a questo: ASSUNTO: MARCADOR TUMORAL E CIRURGIA PALIATIVA </p> <p>Paciente do gnero feminino, 87 anos, hipertensa, com ICC, diabtica, foi diagnosticada com tumor retossigmoidiano em fase avanada, com metstases a distncia (vrios ndulos no fgado TC). Dosagem de antgeno carcinoembrionrio (CEA) solicitada antes da TC encontrava-se dentro dos limites da normalidade. Trs semanas aps o diagnstico, a paciente apresentou quadro de obstruo intestinal mecnica. </p> <p>1) Por que foi solicitada dosagem do CEA no pr-operatrio? Como devemos interpretar o resultado do CEA nesse caso? Quais seriam as caractersticas de um marcador tumoral ideal? </p> <p>2) Como pode ser a abordagem teraputica dessa complicao? Paliativa ou curativa? Descompresso (cirrgica ou endoscpica?) ou resseco? Optando-se pela resseco, a reconstruo do trnsito deveria ser feita, no mesmo tempo cirrgico? </p> <p> 3a questo (continuao) </p> <p> Durante a operao foi identificada presena de carcinomatose peritoneal. Realizada transversostomia em ala. </p> <p>1) O termo de consentimento livre e esclarecido importante nesse caso? Quais orientaes devem ter sido dadas paciente e aos seus familiares? </p> <p>2) Logo aps a operao, quais seriam as informaes relevantes a serem prestadas para os familiares? </p> <p>3a questo (continuao) </p> <p>Paciente no ps-operatrio evoluiu com melena, anemia importante (Hb=5,5g%) e grave sepse de origem pulmonar. 1) A ortotansia poder vir a estar indicada nesse caso? 2) At onde ir na teraputica dessa paciente? Oxigenioterapia? Antibioticoterapia? Terapia nutricional? </p> <p>Hemotransfuso? Hidratao e correo de distrbios acidobsicos? Entubao? Uso de aminas? Dilise? </p> <p>4a questo: ASSUNTO: PACIENTES FPTO </p> <p>Paciente do gnero masculino, 28 anos, porteiro, em decorrncia de astenia, dispnia e emagrecimento realizou radiografia de trax que evidenciou metstases pulmonares mltiplas. Aps adequada propedutica, concluiu-se que a hrnia inguinal esquerda que apresentava h meses na verdade tratava-se de condrossarcoma de ramo pbico superior. Discutida resseco paliativa em decorrncia da exacerbao da dor local, contudo paciente evoluiu com piora clnica significativa, impossibilitando a interveno. </p> <p>1) Quem deve assistir esse paciente? Oncologista clnico, ortopedista e/ou pessoal dos cuidados paliativos? 2) Como abordar o diagnstico e o estgio da doena com o paciente? O que devemos e o que no devemos </p> <p>fazer? 3) Como deve ser a analgesia desse paciente? Quais so os possveis efeitos colaterais dessa teraputica e </p> <p>qual a dose limite? </p>