gazeta são mateus - edição 337

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Edição 337 do Jornal Gazeta São Mateus

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    G S2 Quinzena de Fevereiro de 2012ANO XIX - N 337

    Mazeta o ateus

    ditorialE

    Pgina 2 Pgina 2

    Opinio

    DE OLHO NOS FATOS19

    Porque faz tanto calor?

    A cada comeo de vero se repete o noticirio. sempre o comeo de vero mais abrasador dos ltimos anos. Se procura associar o calor ao aquecimento global. Ns temos certeza que exis-tem fenmenos ocorrendo, no aquecimento do planeta.

    preciso evitar a reciclagem mal feita

    Bem que eu gostaria que tudo fosse s mil ma-ravilhas. Que para alm de ouvir e concordar que a reciclagem importante para a preser-vao do planeta em que vivemos, nos entendsse-mos a importncia de nossa ao e colocssemos mos a obra da forma correta e responsvel

    Frum em Sapopemba luta por subprefeitura prpria

    Sapopemba um dos bairros paulistanos mais adensados. Mora, trabalha, circula e se relacionam socialmente por l tanta gen-te que diversas lideranas retomaram anti-ga luta que ficou parcialmente no ostracismo atrs de conseguir a instalao e funcionamento de uma subprefeitura prpria desmembrada da atual que compartilha com a Vila Prudente.

    Por conta dessa articulao os membros do F-rum Social de Desenvolvimento de Sapopemba, nome fantasia que agrega esses esforos fizeram reunio no dia 27 de fevereiro na Escola Mundo da Msica, na Avenida Sapopemba, gentilmente cedi-da pelos seus proprietrios tambm entusiastas da reivindicao.

    Pgina 8

    Sub So Mateus homenageou So Paulo plantando rvores

    Como parte das comemoraes do aniversrio da cidade de So Paulo, onde est inserida, a Subprefeitura de So Mateus, atravs da sua Unidade de reas Verdes realizou no dia 24/01, o plantio de quase 500 unidades de mudas de diversas espcies de rvores nativas da Mata Atlntica s margens do Crrego Aricanduva, na altura do nmero 9291. Pgina 6

    Voluntrios budistas fazem plantio na Aricanduva

    Por entender que a soluo dos problemas ambientais, da prtica da coexis-tncia pacfica e a construo de uma nova sociedade passa tambm pela adoo de pequenas aes feitas individual ou coletivamente alguns mem-bros da Associao Brasil-SGI (BSGI), pertencentes ao ncleo Sudeste da cidade de So Paulo, participaram juntamente com o apoio da Subprefeitura de So Ma-teus do plantio de rvores no canteiro central da Avenida Aricanduva.

    Pgina 7

    Vereadores aprovam Ficha Limpa paulistana

    Com 44 votos favorveis dos 55 vereadores, a Cmara de So Paulo aprovou nesta tera-feira, 28, um projeto de lei que cria o Ficha Limpa no fun-cionalismo municipal. A votao decidida a reboque da deciso recente do Supremo Tribunal Federal (STF) no tem previso para ser votada em segunda discusso e, em seguida, ser sancionada pelo prefeito Gilberto Kassab (PSD). A regra tambm s vale para as futuras nomeaes em car-gos comissionados. Projeto que prope barrar nomeaes de fichas-sujas para servidores ou agentes pblicos ainda vai passar por audincia pblica antes de nova votao na Cmara. Pgina 3

    Assemblia de SP aprova Ficha Limpa

    Efeitos no so retroativos e funcionrios nomeados em cargos em comisso que esto inelegveis no precisam ser demitidos; presidente da Casa tem 15 dias para promulgar a proposta. A Assembleia Legislativa de So Paulo aprovou na quarta-feira, 29, por unanimidade, uma proposta de emenda constitucional (PEC) que institui os critrios da Lei da Ficha Limpa para nomeaes nos cargos de confiana nos trs poderes do Estado. Pgina 3

    80% das mulheres agredidas sofrem violncia Um balano divulgado nesta quarta-feira pela Secretaria de Polticas para as Mulheres da Presidncia da Repblica aponta que 80,31% das mulheres agredidas que ligaram para o 180 --Central de Atendimento-- em 2011 sofrem violncia com uma frequncia muito alta. Pgina 5

  • Pgina 2 2 Quinzena de Fevereiro de 2012Gazeta So Mateus

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    ditorialE

    Gazeta So Mateus

    Luci MendonaDiretora do Jornal

    Opini

    o

    preciso evitar a reciclagem mal feita

    As eleies esto ai...

    Clvis Chaves Ex. Subprefeito de So Mateus

    Como se sabe, em ou-tubro teremos as elei-es municipais, as cadeiras de Prefeitos, Vice, Vereadores, estaro sendo disputadas em todo o terri-trio nacional, hoje j obser-vamos a movimentao dos pr-candidatos assim como os atuais ocupantes dos car-gos que pleiteiam a reeleio.

    Daqui at o dia 7 de ou-

    tubro teremos grande movi-mentao, muitas reunies, os ocupantes dos mandatos alardeando as conquistas que obtiveram, o trabalho e o sacrifcio realizado em prol da comunidade que tanto amam, as promessas eventu-almente no cumpridas no foram por falta de empenho seus, lutaram at o limite de suas foras mais foi a inefi-cincia de outros que atrapa-lharam os seus propsitos, tornando impossvel cum-prir as promessas da ltima eleio mais que agora mais experientes com certeza iro cumpri-las integralmente, pedem novamente um voto de confiana.

    Os novos postulantes mostraro as suas propostas inovadoras, a criatividade que falta naqueles que ocupam os cargos do legislativo e execu-tivo, tentaro emplacar que so melhores, mais preocu-pados, enfim que se eleitos traro benefcios nunca antes

    recebidos pela comunidade que iro representar.

    De todo o exposto, con-vido o eleitor a refletir sobre o seu voto, saber da impor-tncia que tem para o futuro dos seus filhos, o voto uma das poucas coisas que valo-rizam com igualdade as pes-soas, o voto do pobre tem o mesmo valor que o voto do milionrio, o voto do Doutor igual ao do seu funcion-rio mais humilde, votar em algum porque engraado, bonitinho, canta bem, apare-ce na televiso, deu um par de meias, uma camiseta, um churrasco, enfim te compra o voto por uma insignificncia qualquer, no mnimo, mostra a falta de amor a si prprio, aos seus filhos, vizinhos, ao bairro e a cidade que vive.

    Entendo que os candi-datos devam ser analisados com alguns critrios, se j eleito, quais as promessas foram cumpridas? Quais as razes que o levaram a no

    cumpri-las? Efetivamente participou dos movimentos sociais em prol da comunida-de? Continuou frequentando os locais onde ia antes de ser eleito? Manteve as mesmas amizades? Mesmo aquilo que era difcil para atender ouviu o eleitor, esgotou todas as possibilidades de soluo ou simplesmente o encaminhou para assessores empurrarem com a barriga?.

    Se nunca foi eleito, o que j fez em prol da comunidade como cidado? Que entida-des j ajudou com recursos ou trabalho? Qual tem sido o seu comportamento diante das lutas e solicitaes das causas coletivas locais? Quais so os seus projetos e compromissos aps eleito? Feitas as anlises, o eleitor poder votar cons-ciente e diminuir a possibilida-de de arrependimento, no ter vergonha de dizer que votou naquele cidado e certamente no esquecer em quem votou e ter orgulho da sua atuao.

    Bem que eu gostaria que tudo fosse s mil maravilhas. Que para alm de ouvir e concordar que a reciclagem impor-tante para a preservao do planeta em que vivemos, nos entendssemos a importn-cia de nossa ao e colocs-semos mos a obra da forma correta e responsvel. En-tretanto, desejos so desejos e como se sabe, o caminho entre a terra e o inferno est cheio de boas intenes que no deram certo.

    A reciclagem feita nos bairros uma delas. Pode ser bem intencionada, mas nem sempre realizada da for-ma adequada. O problema grave e os nmeros do que se gera e do que se recicla so assustadores. O volume mdio de resduos coletados diariamente na cidade de So Paulo cresceu 12,5% entre 2009 e 2011. Isso significa que passou das 16 mil tone-ladas dirias para 18 mil. A quantidade de itens enviados para a reciclagem, porm, continuou representando 1% desse total, quando o ideal, segundo a arquiteta e urbanis-ta Nina Orlow, da Rede Nossa So Paulo era que a cidade estivesse reciclando pelo me-nos 25% do total de lixo pro-duzido. Como se percebe estamos muito , mas muito distante do ideal.

    Vale lembrar que a ge-rao e destino dos Resdu-os Slidos Urbanos RSU, que resumidamente aquele lixo no orgnico das nossas

    comidas, so um problema constante de natureza est-tica, sanitria, econmica e legal e, na maioria das vezes, tem alta prioridade. Para as grandes cidades trata-se de um grande problema, se no o maior deles e, s vezes, falta de espao, recursos, equipa-mentos somam-se a falta de colaborao dos muncipes.

    Se os problemas do lixo que so de ordem toda ordem,