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8ª EDIÇÃO DO INFORMATIVO GAZETA MAIQUINIQUENSE

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  • final de contas, quem o pai do celular?

    Graham Bell e mestre Samsung no poderiam ima-ginar que anos depois de suas invenes telefnicas seria Maiquinique palco de uma exa-ustiva batalha sobre a paterni-dade do sinal de celular.

    O Gazeta fazendo as vezes do programa do ratinho, resol-veu traar a gentica dessa to importante, realizao tecnol-gica em nossa cidade e desco-briu que se dependesse do go-verno atual ainda estaramos passando telegramas. Faz mui-to tempo que as operadoras de telefonia alimentam a idia de um sinal de celular aqui em nosso municpio, mas a buro-cracia e o retorno financeiro pareciam uma bar-reira intransponvel para a realizao desse proje-to. Em 2006, algumas dessas empresas estiveram em nossa cidade para uma espcie de reconheci-mento de terreno, mas nada saiu do papel. En-to, em 2008 o presidente LULA sancionou um projeto de lei obrigando a ANATEL a cobrir todo o territrio nacional com o sinal de celular. No ltimo dia 7 estivera em nossa cidade o de-putado federal Raimundo Veloso, que a convite do ex-vereador Adelson Martins, veio inaugurar o Centro de Apoio Social. Em seu discurso, que certamente j entrou para os anais da histria de nosso municpio, o deputado Veloso apresentou um documento onde ele fazia o pedido formal para a instalao das torres de trs municpios, entre eles, Maiquinique. No entanto, a veracidade desse documento no est provada somente pelo fato do prprio deputado vir a pblico mostrar, dizer e assumir tal responsabilidade, e como se no bastasse, o deputado ainda mandou o prefei-to de Maiquinique VESTIR UMA CALA... O que ser que o deputado quis dizer com isso? O fato que a torre veio e o nico deputado que at agora se arriscou em assumir essa SUPOSTA paternidade, foi o deputado Velloso. E por onde anda Heraldo Rocha?

    Para ns pouco importa o paradeiro de Heral-do, a nica coisa que temos certeza que para se conseguir um sinal de celular preciso apenas ser um municpio e estar dentro do territrio nacio-nal, alm claro de ter um forte conchavo com o ministro das comunicaes. Ser que o prefeito corrompeu tambm um Ministro e agente no sabia? Achamos difcil, pois, se isso fosse de fato verdade ele faria uma carreata com muito mais foguetrio do que esta que vimos por esses dias. O fato de hoje termos celular em Maiquinique no

    governo Participativo foi pura coincidncia, pois, se o prefeito fosse qualquer um, o sinal de celular viria do mesmo jeito. O prefeito s pegou uma caroninha no projeto de lei da ANATEL, e tenta enfiar na cabea da populao a autoria dessa novidade, desse jeito fica difcil saber quem mente mais, estaremos trocando um pelo outro e no queremos volta, afinal, so todos bananas da mesma penca. Mas para isso que o Gazeta serve. Pra des-mascarar contadores de loro-tas. Enfim, quando o governo federal pressionou a ANATEL para pr o Brasil falando, as prefeituras tinham que entrar com alguma coisa, um terreno, uma base, uma mo de obra, e

    a prefeitura que se recusasse a colaborar, alm de ser prejudicada retardando o recebimento do sinal, prejudi-caria tambm a populao impedindo o progresso des-ta cidade , a nosso prefeito quer nos convencer da sua gentil boa vontade. Mas o Gazeta deu um passo frente e organizou uma expedio para uma reporta-gem especial sobre a torre de celular. No local, encon-tramos cinco homens trabalhando, todos funcionrios da TIM, e durante as entrevistas, um deles comentou; como pode haver gente que ainda acredita em prefei-tos[...] o prefeito de Maiquinique no veio aqui nem pra trazer gua pra gente beber. Quando comentamos sobre o assunto com um dos nossos amigos, ele con-fessou; s vezes d vergonha de ser Maiquiniquense. A lio que tiramos disso tudo que estamos vivendo uma poca onde parece no existir verdade, ou seja, estamos rodeados por mentirosos. Mas uma coisa certa; alm da TIM que aceitou nos agraciar com os servios de sua operadora, ningum, exceto o governo federal, tem participao alguma no sinal de celular, nem Heraldo, nem Veloso, nem Jesulino Porto, nem Adelsom Martins... O verdadei-ro pai do celular em Maiquinique chama-se Hlio Costa, ministro das comunicaes que em 2008, juntamente com o governo LU-LA, traou uma lei que permitia a cober-tura de todo o territ-rio nacional. Pois, se no fosse por eles, ainda estaramos na poca do telgrafo.

    Volume 8 edio 8

    10 de Abril 2010

    !!!DENNCIAS BOMBSTICAS!!! pg.7

    G

    aze

    ta M

    aiq

    uini

    que

    nse

    DNA DA TORRE 1

    Dia Batista de ao Social 2

    Herana Maldita 2

    Descaso com a educao 3

    Sempre uma boa leitura 3

    rapidinhas 3, 6

    Confira nesta edio

    Tiragem 800 exemplares

    Cinco segundos de silncio 4

    A rdio 4

    A Volta dos Mortos vivos 5

    Descaso dos correios 7

    E MUITO MAIS!!

    DNA DA TORRE A

  • 1 igreja Batista de Mai-quinique, realizou no ltimo dia 2 do ms corrente, o VIII dia Batista de Ao Social.

    Este evento realizado pela primeira igreja Batista desde 2003, e tem como mo-tivao a dura realidade de nossa comunidade e a carn-cia social, visto que o poder pblico no consegue suprir as necessidades bsicas da populao carente.

    A P.I.B de Maiquinique exerce ento um grande papel cidado para com o prximo, agindo assim, prioritariamen-te dentro dos mais belos prin-cpios da religio Crist e da conscincia coletiva, tentando amenizar a grande diferena social existente em nosso mu-nicpio.

    At hoje, como dito acima, aconteceram 8 eventos, que evoluram significativamente de um ano para o outro. Du-rante esse perodo a comuni-dade pde ser assistida em diversas reas, do recreativo, com a distribuio de brin-quedos e realizao de brinca-deiras para alegria geral da comunidade, ao clnico, com a

    DIA BATISTA DE AO SOCIAL ANO VIII Pgina 2 GAZETA MAIQUINIQUENS E

    e fizermos uma retrospectiva da atuao dos nossos gestores ao longo dos anos, vamos nos deparar com a infeliz certeza de que somos herdeiros das catstrofes que comumente cha-mamos de administrao municipal. Comeamos com o final desastroso que foi o governo do ex prefeito Jos Fran-cisco de Lacerda, poca sombria em que nada funcionava nessa cidade, um perodo complicado que ao que parece condenou esse homem ao fim eterno politicamente falando. Em seguida, nos empurraram goela abaixo o senhor Dernilson Porto, uma atuao destram-belhada que durou apenas um ano, mas foi suficiente para que ele mesmo per-cebesse o mal que estava fazendo a essa cidade e desistis-se de continuar seu governo trapalho. Na seqncia fo-mos conduzidos por Wiliam Valado que aps seis me-ses de governo teve a vida ceifada covardemente por sa-be l Deus QUEM... Depois, ningum menos que nos-so ilustre Nivaldo Guimares, que no nos poupou da sua sagacidade e rapidez em explodir os cofres pblicos

    em seus dois (longos) anos como chefe do executivo da empobrecida Maiquinique. Na seqncia, fomos atrope-

    lados pelo professor de todos os polticos maiquiniquenses, a raposa velha da poltica, com vocs, ele, o nosso, Meiiiiira Junior!!! O astro da inrcia. Contrariando a vontade do nosso protagonista, nesse caso, e s a ttulos de curiosidade vamos pautar aqui algumas das falhas que doeram nos bolsos do povo

    R$271.660.00 em apenas 3 meses, com alugueis de veculos, quantia essa que daria para comprar mais de 13 carros populares, multa de

    R$ 15.256.00, por causar danos ao meio ambiente, por lanamentos de resduos slidos (Lixo urbano) as mar-gens da BA 130 Maiquinique/Itarantim, pendncia com o fundeb no valor de R$ 56.546,78. Mas a piada da vez que Meira Jnior, parece sonhar voltar a vida poltica de Maiquinique nas prximas eleies, com o apio do nos-so atual prefeito, Jesulino Porto. Teremos revezamento? Maiquinique que se cuide...

    HERANA MALDITA

    A

    S

    roupas, 500 pares de sapa-tos, 50 cortes de cabelos, 500 brinquedos, 20 escovas de cabelo, e muitas brinca-deiras.

    Atravs do Gazeta um dos coordenadores deste projeto, Jesmrio Jardim, vem agra-decer em nome de toda a comisso do evento, os co-merciantes, empresas, pesso-as fsicas, annimas, que contriburam de forma signi-ficativa para o sucesso destes eventos.

    Na oportunidade, Jesmrio disse ainda que, estes even-tos so voltados exclusiva-mente famlias carentes, independentemente de vn-culo com a igreja, e que alm disso, o evento busca exercer o amor cristo, tanto no as-pecto da carncia, quanto no aspecto cidado, enxergando a obra como resultado.

    Finalizando a entrevista, o coordenador Jesmrio Jar-dim renovou seus agradeci-mentos a populao, deixan-do a certeza de que com o apio cada vez mais presente de todos, o prximo ano se-r ainda melhor.

    presena de mdicos para realizao de con-sultas, dentistas e enfer-meiros. Na oportunida-de do evento a popula-o tambm pode con-tar com a presena do cartrio ou SAC mvel para a expedio de do-cumentos, alm de rece-berem cestas bsicas, roupas, leite, brinque-dos, etc.

    Este ltimo, em es-

    pecial, fra realizado no colgio Altair Almeida Meira, e contou com os seguintes programas sociais:

    Presena de profissi-onais, tais como; Nutri-cionista, enfermeiros realizando testes de gli-cose, aferio da presso arterial. Distribuio de 251 cestas bsicas, 500 litros de leite, 400 litros de sopa, 4.000 peas de

  • VOLUME 8 EDIO 8

    papel da escola de formar cida-dos capazes de pensar e ter autonomia para tomar decises. Mas em Maiquini-que essa funo sempre mais difcil, dado o descaso que perpetra na nossa educao. Denunciamos aqui na edio passada o descaso e a falta de humanidade do poder pblico para com os alunos da rede municipal de ensino fundamental. O que se ver agora um outro descaso tambm do poder pblico com os alunos da rede esta-dual de ensino. O fato que as aulas na rede estadual de ensino em Maiqui-nique j se inicia-ram a mais d