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  • 2 Gabarito 1 dia - 1 srie (Linguagens e Cdigos e Matemtica e Suas Tecnologias)

    LINGUAGENS E CDIGOS E SUAS TECNOLOGIAS QUESTO 01 Filosofia da linguagem: Austin e Searle e os atos de fala

    Costuma-se dizer que "quem fala demais no faz", ou que se deve "falar menos e agir mais". Tais provrbios indicam uma quase oposio entre o agir e o falar. Mas voc ficaria surpreso se algum lhe dissesse que possvel agir atravs de palavras? Ou que, em alguns casos, podem-se "fazer coisas" atravs da fala? Pois justamente disso que trata a teoria dos atos de fala.

    A teoria dos atos de fala foi elaborada inicialmente por John L. Austin (1911-1960) e desenvolvida posteriormente por J.R. Searle. Austin parte da teoria pragmtica de Wittgenstein de que o uso das palavras em diferentes interaes lingusticas que determina o seu sentido. Esse sentido, porm, no se reduz apenas ao das proposies declarativas do tipo: "a parede azul".

    Vimos com Wittgenstein que, dependendo do jogo de linguagem, o sentido de uma proposio pode mudar. Por isso, necessrio investigar os diversos tipos de enunciados que, diferentemente do exemplo acima, no so uma mera constatao de coisas.

    Ao investigar essa questo, Austin descobre que determinadas sentenas so na verdade aes. Ou melhor, que dizer fazer, na medida em que, ao proferir algo, estou simultaneamente realizando uma ao.

    adaptao. http://educacao.uol.com.br/disciplinas/filosofia/filosofia-da-

    linguagem-6-austin-e-searle-e-os-atos-de-fala.htm Julgue as afirmativas abaixo: I- A teoria dos atos de fala trata das proposies que confirmam que o enunciador, em determinadas sentenas, pode "fazer coisas" atravs da fala. II- A teoria dos atos de fala questiona se possvel agir atravs de palavras. III- Os atos de fala indicam, atravs dos provrbios, que existe quase uma oposio entre o agir e o falar. IV- Austin investiga a dinmica das sentenas e percebe que, em determinados casos, elas so aes. Atravs do julgamento, pode ser dito que a) I e II so verdadeiras. b) I e II so falsas. c) I e III so verdadeiras. d) somente IV verdadeira. e) I e IV so verdadeiras. QUESTO 02

    Sabe-se que em um cartum h vrios elementos verbais e no verbais que se interagem para fazer sentido. Nesta mesma perspectiva, h outro elemento externo ao cartum que o auxilia na construo de sentidos. Dessa forma, ao analisar o cartum acima, percebe-se que os atos de fala dos pais so os mesmos nos dois quadros. "Que notas so estas?". No entanto, h um elemento fundamental que muda, drasticamente, toda a significao do enunciado: a) As notas dos alunos. b) Os elementos verbais. c) O contexto de produo. d) O aluno. e) A professora. QUESTO 03

    O tema do texto acima

    a) a anuidade do PIB. b) a mudana do PIB. c) o PIB e seu uso. d) o valor do PIB e como utilizado. e) o valor total do PIB em 1999. QUESTO 04

    Leia o texto abaixo para responder as questes de 04, 05 e 06.

    O menino abriu o armrio, viu uma caixa de bombons e devorou todos eles em um minuto. A irm dele chegou quando ele colocava o ltimo na boca e disse:

    _ Voc comeu todos os bombons e nem se lembrou de mim?

    _ Claro que lembrei. Por que voc acha que eu comi tudo to depressa?

    Paulo Tadeu. R, r, ri r, ria Novas Piadas para crianas. So Paulo: Matrix 2009 p.45 adapt.

    Considerando o ato de fala reproduzido pela irm, pode-se concluir que a inteno de a) questionar o irmo. b) advertir o irmo. c) avisar o irmo. d) brigar com o irmo. e) ameaar o irmo. QUESTO 05

    Em seu ato de fala, o irmo reproduz a ao de a) negligenciar. b) comer. c) irritar. d) questionar.

  • 3 Gabarito 1 dia - 1 srie (Linguagens e Cdigos e Matemtica e Suas Tecnologias)

    e) negar. QUESTO 06

    O ato de fala da irm, pode ser substitudo por uma das afirmativas abaixo: a) Voc deveria compartilhar os bombons comigo. b) Voc no tem conscincia do ato que fez. c) Voc deve se conscientizar da importncia de doar as coisas. d) Eu estou com muito dio de voc por isso. e) Voc no se lembrou de mim. QUESTO 07

    O mercrio onipresente

    (Fragmento)

    Os venenos ambientais nunca seguem regras. Quando o mundo pensa ter descoberto tudo o que preciso para control-los, eles voltam a atacar. Quando removemos o chumbo da gasolina, ele ressurge nos encanamentos envelhecidos. Quando toxinas e resduos so enterrados em aterros sanitrios, contaminam o lenol fretico. Mas ao menos acreditvamos conhecer bem o mercrio. Apesar de todo o seu poder txico, desde que evitssemos determinadas espcies de peixes nas quais o nvel de contaminao particularmente elevado, estaramos bem. [...].

    Mas o mercrio famoso pela capacidade de passar despercebido. Uma srie de estudos recentes sugere que o metal potencialmente mortfero est em toda parte e mais perigoso do que a maioria das pessoas acredita.

    Jeffrey Kluger. Isto. n 1927, 27/06/2006, p.114-115. A tese defendida no texto est expressa no trecho: a) As substncias txicas, em aterros, contaminam o lenol fretico. b) O chumbo da gasolina ressurge com a ao do tempo. c) O mercrio apresenta alto teor de periculosidade para a natureza. d) O total controle dos venenos ambientais impossvel. e) Algumas substncias, como o mercrio, so capazes de passar despercebidas. QUESTO 08

    A parfrase que representa o ato de fala do segundo personagem (EXPORTAO DE POBRES?) :

    a) O Brasil pode acabar com a pobreza. b) O Brasil um pas de pobre. c) O Brasil pode exportar pobre. d) O Brasil no conseguir acabar com a pobreza. e) Os pobres no conseguiro sair do Brasil. QUESTO 09

    O texto como placebo

    Autoajuda encerra uma lio que vale para a cincia: O paciente precisa do amparo das palavras por Moacyr Scliar

    A palavra placebo (do latim agradarei) refere-se a uma substncia ou um procedimento que, teoricamente, no faria efeito sobre o organismo, mas que acaba tendo resultados teraputicos, pela crena que uma pessoa deposita nela. Pergunta: o texto um placebo?

    No caso da fico, pode-se dizer que sim. algo que resulta da imaginao de um escritor, de um cineasta, de um dramaturgo; mas, quando agrada o espectador ou o leitor, exerce um efeito que poderamos chamar de teraputico. A fico ajuda a viver. E isso inclui uma melhora da sade pelo menos do ponto de vista psicolgico.

    Para muitas pessoas a leitura um amparo, um consolo, uma terapia. Da nasceu inclusive um gnero de livros que se tornou popular: as obras de autoajuda.

    Diferentemente da fico, elas aconselham o leitor acerca de problemas especficos: luto, controle do stress, divrcio, depresso, ansiedade, relaxamento, autoestima, e at a felicidade. Esse tipo de leitura faz um enorme sucesso; no h livraria que no tenha uma seo destinada especialmente autoajuda. Fonte: Mente e Crebro. Rio de Janeiro/So Paulo: Duetto,

    Ed. 201, out.2009. Disponvel em: http://www2.uol.com.br/vivermente/artigos/o_texto_como_pla

    cebo.html. Acesso em: 30 abr. 2010.Com cortes. Adapt.

    No texto, o autor defende que os livros de autoajuda so placebos porque a) funcionam como fico, mesmo sem controle do stress, depresso e divrcio. b) no h livraria que no tenha uma seo destinada a eles. c) tornaram-se populares nas livrarias especializadas no assunto. d) levam melhora de sade da pessoa, pois resultam da imaginao de um escritor, de um cineasta, de um dramaturgo. e) promovem o bem-estar da pessoa quando aconselham, por exemplo, sobre problemas, como o controle do estresse, da depresso, da ansiedade. QUESTO 10 Calvi

  • 4 Gabarito 1 dia - 1 srie (Linguagens e Cdigos e Matemtica e Suas Tecnologias)

    Revista Nova Escola, dezembro de 2008.

    Observe o terceiro quadrinho. A ideia que expressa melhor o texto : a) O polvo age por instinto. b) O aluno utiliza a estratgia do polvo diante do perigo, pois teme avaliao. c) O aluno desenhava a figura de um polvo. d) O aluno narrava a histria de um bicho do mar. e) O aluno sujou-se de tinta.

    QUESTO 11 Sobre o uso do "seno" e "se no", julgue os itens a

    seguir: I) Ele vai dormir no volante seno descansar agora. II) D-me um copo d'gua se no morrerei. III) Se no fizer a coisa certa, vou te denunciar. IV) Eu levaria o almoo seno estivesse sem grana. V) No me importo se no vir.

    Pode-se concluir que a) os itens I e II esto corretos. b) somente os itens III e V esto corretos. c) os itens IV e V esto corretos. d) somente o item III est correto.

    QUESTO 12

    O tema da tirinha representado a) pela tecnologia. b) pela vaidade. c) pela alienao. d) pela interao humana. e) pelos papis sociais.

  • 3 Gabarito 1 dia - 1 srie (Linguagens e Cdigos e Matemtica e Suas Tecnologias)

    QUESTO 13

    Leia o cartum abaixo para responder as questes 13 e 14.

    No primeiro balo de dilogo, os elementos lingusticos que completam os sentidos dos verbos VER, LER e ESCUTAR, so respectivamente: a) OD - OD - OD. b) OD - OI - OD. c) ODI - OI - OD. d) OI - ODI - OI. e) OI - OI - OI.

    QUESTO 14

    No segundo balo, o elemento lingustico destacado "ESSA A IDEIA." se classifica em:

    a) Predicativo do sujeito, pois vem depois de um VTD. b) Adjunto adnominal, porque qualifica o sujeito "ESSA". c) Predicativo do objeto, pois vem depois de um VTI. d) Adjunto adverbial, porque exerce uma funo modificadora: "Essa a ideia".

    e) Predicativo do sujeito, pois separado por um VL. QUESTO 15

    "Ofereo uma cobertura aos meus irmos para que possam ver como sou generoso!"(...)

    adaptao: http://veredasdalingua.blogspot.com.br/2013/01/oracoes-

    subordinadas-adverbiais.html

    A orao subordinada adverbial d ao leitor a ideia de a) causa. b) consequncia. c) finalidade. d) condio. e) comparao.

    QUESTO 16

    A orao no terceiro quadrinho "ACHO QUE EXAGEREI!" um caso de a) orao subordinada substantiva obj