fraude no vale-refeição

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Restaurante Atrium, no Setor Comercial Sul, paga a trabalhadores por benefcio que s poderia ser usado na compra de alimentos. Estabelecimento cobra taxa de at 20% nas operaes

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  • Projeto da UnB ensina produtores e comuni-dades afastadas a gerarem energia sustentvel. Equi-pamentos utilizados tm baixo custo e usam matrias-primas como serragem e casca de caf

    Enquanto pacientes enfrentam superlota-o na rede especializada e recebem atendimento em creche, menos da metade da verba para amparar os doentes foi utilizada em 2008

    SADE

    FOTO: TCHRENA GUIMARES

    Cuidado sade mental no DF o segundo pior do Pas

    Bioenergia para agricultoresCINCIA E TECNOLOGIA

    SEGUNDA-FEIRA - Braslia, 8 de Junho de 2009 WWW.FAC.UNB.BR/CAMPUSONLINE ANO 39, EDIO N337

    Conhea a histria de Leroy Lee

    Baiano que descobriu o talento para artes marciais enquanto vigiava carros ajuda jovens no Recanto das Emas

    Jornal Laboratrio da Faculdade de Comunicao da Universidade de Braslia

    NMERO DE CENTROS DE ATENO PSICOSSOCIAL INSUFICIENTE PARA ATENDER DEMANDA DA REGIO

    FOTO: FABIANO BOMFIM

    Ns no vamos pagar nada: para aqueles que reclamam do alto custo da cultura em Braslia, h uma srie de eventos gratuitos de boa qualidade que vo da pera ao cordel (foto)

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    CULTURA

    FOTO: CAMILLA MACHUY

    FOTO: TCHRENA GUIMARES

    Recorde de preos em BrasliaC i d a d e

    a capital com a farinha de trigo e o acar mais caros do Brasil. Liderana vem se repetindo h 15 meses

    POR AQUI

    Fraude no vale-refeioRestaurante Atrium, no Setor Comercial Sul, paga a trabalhadores por benefcio que s poderia ser usado na compra de alimentos. Estabelecimento cobra taxa de at 20% nas operaes 03

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    CINCIA E TECNOLOGIA

    FOTO: FABIANO BOMFIM

    HRAN (foto) aplica mtodo diferenciado para tratar cncer de pele. A Terapia Fotodinmica, nociva apenas s clulas cancerosas, entusiasma pacientes

    06

    04

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  • 2 Opinio ))

    EXPEDIENTEEditora-Chefe: Mayara Reis Secretria de Redao: Marina Bosio Diretora de Arte: Juliana Leo Editores: Bruno Silva (Opinio), Naiara Leo (Por Aqui), Naira Gomes (Cultura), Luciana Albuquerque (Cincia & Tecnologia), Ana Beatriz Lemos (Esporte e Sade), Amanda Gonzaga (Comportamento), Glucia Cristina (Fotografia)Reprteres: Ana Cludia Felizola, Anna Carolina Vilela, Camilla Machuy, Filipe Kafino, Izabella Miranda, Juliana Leo, Juliana Nogueira, Leonardo Muniz, Lucas Doca, Marciele Santos, Pedro Duprat, Tchrena GuimaresFotgrafos: Camila Guedes, Fabiano Bomfim, Sacha Brasil, Tchrena GuimaresDiagramadoras: Ana Paula Paiva, Fernanda Neves, Maria Scodeler, Tassa Dias Projeto Grfico: Filipe Kafino, Leonardo Muniz, Lucas Doca, Naiara LeoProfessor Responsvel: Solano NascimentoJornalista: Jos Luiz SilvaProfessor de Fotografia: Loureno CardosoSuporte Tcnico: Pedro Frana e Mrio FilhoMonitoras: Janine Moraes e Marina de STIRAGEM: 4.500 EXEMPLARES GRFICA GUIAPACK

    Jornal Laboratrio da Faculdade de Comunicao da Universidade de Braslia

    Campus Darcy Ribeiro, Faculdade de Comunicao, ICC-Ala Norte.Contato: (61) 3307-1925 Ramal 207/241 campus@unb.br - Caixa Postal: 04660 CEP: 70910-900

    ConjunturaAntnio Guedes servidor da UnB e coordenador-geral do Sintfub

    antonioguedes@unb.br

    Problemas da terceirizao

    De quem o mrito?

    EDITORIAL

    Carta do leitor

    Gostaria de parabenizar o jornal por trazer infor-maes sobre as pesquisas desenvolvidas na UnB. interessante saber que estu-dos envolvendo nanotecno-logia esto sendo realiza-dos na Universidade, e seria bom ter alguma matria envolvendo fonte diferente de tecnologia pesquisada em outros campi da cidade.

    Infelizmente, os custos para pesquisas de nanotec-nologia so exorbitantes. Porm, um excelente ca-minho para abrir um novo e imenso leque de possibi-lidades a todos ns, sendo necessrio que os fundos dedicados a tais pesquisas sejam incrementados, a fim de trazer resultados cada vez mais variados e em in-tervalos de tempo cada vez menores.

    VITOR CMARA BEROCAN LEITEEstudante de Administrao

    OMBUDSKIVINNA

    O Campus mais do que um veculo informativo, um processo de aprendizagem. Na edio anterior, isso ficou muito ntido, pois o jornal amadureceu e as matrias ficaram mais bem tra-balhadas. Um destaque vai para a matria de Especial, Olhos ven-dados para o passado. Apesar de as

    matrias anteriores dessa editoria terem sido interessantes, essa a que mais se desenha como Espe-cial, tanto graficamente, quanto textualmente. Uma ressalva im-portante que, s vezes, parece que a culpa da ditadura jogada toda em cima dos torturadores. preciso tomar cuidado, pois certas simplificaes da realida-de podem acabar modificando o entendimento dos fatos.

    Acertos parte, a capa do jor-nal deixa a desejar. As chamadas das matrias so muito gerais e no chamam a ateno do leitor. No se trata aqui de apelar para o sensacionalismo, mas sim apre-sentar j na capa o que as repor-tagens trazem de novo. Pensando tambm no pblico universitrio como principal leitor, teria sido interessante a presena da mat-ria sobre investimento estrangei-ro no ensino superior nacional.

    A edio merece elogios, pois a equipe do jornal acertou a mo, apenas uma editoria permanece

    ainda confusa, a de Compor-tamento. Apesar de o nvel dos textos da editoria ter melhora-do a cada edio, a matria Bons negcios se prende tendncia econmica, s lucrativas festas universitrias, e no comporta-mental. Outra observao o fato de o texto ser simplista ao enquadrar todas as festas no saco dos churrascos sem carne, sem diferenciar, por exemplo, o Ele-troxurras da Biovinil.

    Os crticos tambm amam

    Ana Rita Cunha, estudante do 7 semestre de Jornalismo

    * Ombudskvinna, feminino de ombuds-man. Na imprensa, a pessoa que anali-sa o jornal do ponto de vista do leitor

    A partir de 1990, o avano do projeto neoliberal levou o pas abertura econmica indiscriminada e ao aumento da competio entre as empresas. O desmonte da regulao do trabalho e das polticas pblicas, dentro de uma lgica priva-tista e de Estado mnimo, intensificou a perda de direitos e a precariedade das condies de trabalho.

    A terceirizao, alm de estar acumulada no setor privado, est tambm incorporada na maioria das instituies pblicas por meio de empresas prestadoras de servio. Estas empre-sas surgem com uma roupagem idnea e conseguem grandes contratos, principalmente com rgos pblicos. Em seguida, causam transtornos para as instituies e para os trabalhado-res pelo no-cumprimento das clusulas contratuais, levando a Justia do Trabalho ao abarrotamento de aes trabalhistas para garantia dos direitos individuais e coletivos.

    DCE adiou eleies em 82 semelhana das eleies adiadas para este ano, o Diretrio Central dos Estudantes (DCE) postergou o pleito em 1982 por causa de uma greve que mobilizou toda a Universidade e se encerrou aps nego-ciao entre o reitor Jos Carlos Azevedo e os presidentes do DCE, Zeke Beze, e da ADUnB, Volnei Garrafa. Na edio 45 do Campus, o reprter Antnio Claret relatou que as eleies deveriam ter sido realizadas em novembro, mas a paralisao surpreendeu as cinco cha-pas concorrentes.

    EDIO 45 JORNAL CAMPUS

    H QUASE 40 ANOS

    Leia o Campus Online www.fac.unb.br/campusonline!

    ILUSTRAO:

    T ramita na Cmara Le-gislativa o projeto de lei que institui o passe-livre estudantil no Distrito Federal. Proposto pelo GDF no fim de maio, o projeto estabelece tarifa zero no transporte de estudan-tes do ensino bsico ao superior, de instituies pblicas e priva-das. Para custear o transporte dos cerca de 1,3 milho de alu-nos, o investimento mensal do governo, de acordo com o vice-governador Paulo Octavio, seria de R$ 3,2 milhes.

    A importncia de tal inicia-tiva vem h tempos sendo de-fendida pelos estudantes. Para se ter uma ideia, uma pesquisa da Fundao Getlio Vargas (FGV), divulgada em abril, mostrou que a dificuldade de acesso escola foi uma das prin-cipais causas de evaso escolar em 2008 entre jovens brasileiros de 15 a 17 anos, aparecendo em quase 11% dos casos.

    Para pagar o valor atual do passe estudantil, que de um tero da passagem do usu-rio comum, um estudante que mora em Planaltina, por exem-plo, gasta mensalmente cerca de R$ 44, ou 14,6% da bolsa de permanncia oferecida a es-tudantes carentes da UnB. Isso desconsiderando as aulas de fins de semana e as passagens at a Rodoviria do Plano Pi-loto, se for sair da UnB depois das 18h30 ou morar em locais em que seja preciso usar mais de uma linha de nibus.

    Curioso mesmo que, h cerca de trs anos, o mesmo go-verno que hoje prope a insti-tuio do passe-livre estudantil vetou e julgou inconstitucional lei idntica proposta e aprovada pela Cmara Legislativa. Res-ta esperar que no prevalea a briga entre governo e oposio e, enfim, os estudantes tenham garantido seu acesso educao.

    Participe tambm do Campus, escreva a sua cartaEnvie crticas e sugestes para campus@unb.br!

    ILUSTRAO: ANGER DE OLIVEIRA

    ILUSTRAO: JULIANA FONTES

    comum depararmos com escndalos envolvendo empre-sas prestadoras de servios, que muitas vezes so chamadas a responder pelas dvidas trabalhistas que elas deixam para trs, no tendo o mnimo compromisso com o bem pblico. Os trabalhadores terceirizados no tm a proteo necessria diante dos abusos praticados contra seus direitos, como sa-lrios diferenciados para atividades iguais dentro da mesma instituio, contrariando a igualdade de direitos prevista na constituio.

    necessrio impor maior controle na administrao p-blica, porque a contratao do trabalhador terceirizado custa mais aos cofres pblicos do que a de um servidor efetivo. A admisso desse modelo abre as portas para o famigerado ne-potismo e para o apadrinhamento poltico, driblando as exi-gncias do concurso pblico.

    Seguindo no mesmo vis, o Projeto de Lei Complementar (PLP) 92, que tramita no Congresso Nacional, cria a Funda-o Estatal de Direito Privado, mudando a natureza jurdica da gesto dos hospitais de ensino (instit

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