folha regional de cianorte - edição 920

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Edição 920 da Folha Regional de Cianorte com circulação na sexta-feira, 07 de Março de 2014

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  • CIANORTE-PR - SEXTA-FEIRA 7 DE MARO DE 2014 - ED. N 920 - Web: www.folhadecianorte.com - Email: folhadecianorte@gmail.com

    1 O JOrnal da famlia!

    Ano 13 - Edio 920 - R$ 2,00 - Site: www.folhadecianorte.com - E-mail: folhadecianorte@gmail.com - Fone (44) 3018-2876

    Sexta-feira, 7 de Maro de 2014

    O relatrio parcial da Operao Carnaval nas rodovias estaduais, reali-zada pelo Batalho de Po-lcia Rodoviria, registrou 10 mortes nas estradas do Paran durante o feria-do, contra 22 no Carnaval de 2013, uma reduo de 54,55%. A unidade tam-bm emitiu 8.437 autua-es de trnsito neste pe-rodo, 44,25% mais que ano passado, em que foram 5.849 autuaes. O nme-ro de acidentes foi quase o mesmo - subiu de 165 para 166. Os dados correspon-dem ao perodo das 14h de sexta-feira (28) at as 14h desta quarta-feira (05) Du-rante os cinco dias foram registradas 15 prises por embriaguez no Paran e 48 notificaes. PG. 2

    Mortes nas rodovias estaduais caem 54% durante o Carnaval

    Polcia registrou 10 mortes nas estradas durante o feriado, contra 22 no Carnaval de 2013

    O nmero de acidentes na estrada do Paran foi quase o mesmo - subiu de 165 para 166

    Divulgao/AEN

    Cianorte recebe projeto para capacitar jovens ao mercado de trabalho

    CAPACITAO

    Pelo menos 136 jovens que freqentam escolas em Cianorte ganharam opor-tunidade de ouro na sua preparao para o merca-do de trabalho. No final da fase de seleo eles pude-ram escolher entre diver-sos cursos de informtica, a hora e o dia em que dese-

    jariam estudar durante os prximos trs anos. Aps a concluso do curso escolhi-do, o jovem ter vaga asse-gurada no mercado de tra-balho. Os cursos comeam neste sbado (08) pela ma-nh, na Associao Comer-cial e Industrial de Cianor-te (ACIC). PG. 4

    Pavimentao de vias urbanas e rurais, constru-o de terminais rodovi-rios, aquisio de reas para implantar distritos industriais, aquisio de retroescavadeiras, rolos compressores, motonive-ladoras e caminhes para espargir asfalto. Esses so alguns tipos de equipa-mentos e obras que a Fo-mento Paran tem propor-cionado aos municpios paranaenses, por meio de financiamentos. Desde 2011, so R$ 480 milhes em contratos firmados com os municpios. PG. 2

    Uma grande comoo marcou o sepultamento na manh de ontem das vtimas do acidente em Ponta Grossa, ocorrido no ltimo final de semana. Centenas de pessoas fo-ram at o cemitrio muni-cipal de Cianorte prestar homenagem aos mortos e condolncias aos fami-liares. Os sepultamentos comearam por volta das 9h. Havia cartazes, faixas e coroas de flores home-nageando os mortos. O clima de tristeza tomou conta de familiares, ami-gos e curiosos que esta-vam no cemitrio. PG. 5

    Ficou complicada a si-tuao do Cianorte FC no Paranaense 2014. O em-pate em 1 a 1 com o Ope-rrio, na noite da ltima quarta-feira, deixou o time em stimo lugar com 13 pontos. Com isso, o Leo do Vale precisa vencer o Prudentpolis na ltima rodada, e ainda torcer por outros resultados. O cam-peonato bem equilibrado tem apenas 5 pontos de diferena entre o primeiro e stimo lugar. As oito pri-meiras se classificam e as quatro ltimas disputam um quadrangular para definir duas rebaixadas. PG. 4

    Fomento Paran ajuda a transformar o Estado

    Comoo e tristeza no enterro de vtimas de acidente

    Esperana na ltima rodada para o CianorteFutebol Clube

    And

    ye Io

    re/F

    OLH

    A

    Andye Iore/FOLHA

    Comeam ospreparativos para a 3 Expodana

    CULTURA

    Aberta a todas as for-mas de expresso da arte e cultura da dana, a Expo-dana chega a sua tercei-ra edio em Cianorte. Re-alizado anualmente pela Associao Assistencial e Promocional Xamego da Vitria, com o apoio do Go-verno Municipal, por meio da Diviso de Cultura, o

    evento oferece diversas atraes e rene milhares de pessoas de todo o pas. Para traar as diretrizes da edio de 2014, bem como definir questes referentes organizao, os repre-sentantes dos rgos res-ponsveis reuniram-se na ltima sexta-feira (28), no Pao Municipal. PG. 4

  • CIANORTE-PR - SEXTA-FEIRA 7 DE MARO DE 2014 - ED. N 920 - Web: www.folhadecianorte.com - Email: folhadecianorte@gmail.com

    2 O JOrnal da famlia!

    TRNSITOEstado expande projeto para simplificarabertura de empresas

    CuritibaagnCia Estadual

    A Junta Comercial do Paran (Jucepar), do Go-verno do Estado, vai ex-pandir para os principais municpios do Estado o projeto para desburocrati-zar os processos de aber-tura, alterao e baixa de empresas. Com o proje-to piloto implantado em Maring desde dezembro de 2013, o presidente da Jucepar, Ardisson Naim Akel, j visitou neste ano os principais municpios da Regio Metropolita-na de Curitiba Pinhais, Colombo e So Jos dos Pinhais, e os municpios com maior nmero de empresas ativas na Regio Oeste - Foz do Iguau, Toledo e Cascavel. Esto previstas, ainda, visitas a Ponta Grossa, Londrina, Guarapuava e Apucarana, no norte do Estado.

    Governo j destinou R$ 43 milhes para renovar mveis das escolas

    CuritibaagnCia Estadual

    Desde o incio de 2013 at o ms de feverei-ro deste ano o governo do Paran j investiu R$ 43,1 milhes na compra de novos mveis para as escolas estaduais. Esses recursos so do Estado e do Plano de Aes Arti-culadas (PAR) do FNDE (Fundo Nacional de De-senvolvimento da Educa-o). As 2,5 mil escolas estaduais e conveniadas dos 32 Ncleos Regionais de Educao j recebe-ram novas carteiras, ca-deiras, mesas, armrios, freezers, foges e fornos.

    No Colgio Estadual Pinheiro do Paran, em Curitiba, os 870 alunos agora comem alimentos assados no novo forno industrial eltrico que a escola recebeu em 2013. Aqui fazemos bolo sal-gado para os alunos, as-samos peixe e torramos o po para servir, explicou a merendeira Maria Lima Fronza. Ela afirmou que os estudantes aprovam o cardpio da merenda es-colar, com alimentos as-sados ao invs de fritos.

    Alm do forno, o col-gio tambm recebeu um novo fogo industrial e dois filtros de gua, que alm de purificar tambm deixam a gua mais gela-da. Para os mveis serem trocados so levados dois critrios em considera-o: o estado de conserva-o e o tempo de vida til do bem. Em dois anos, de 2011 a 2013, o Programa Renova Escola, da Secre-taria de Estado da Educa-o, trocou 25% dos con-juntos escolares (carteiras e cadeiras) das escolas.

    Entre 2012 e 2013 fo-ram entregues mil novos freezers e mil novos re-frigeradores para as es-colas, uma renovao de 50%. Neste ano a renova-o vai atingir 100%, pois outros mil freezers e mil refrigeradores vo chegar s escolas que ainda no receberam os novos equi-pamentos.

    Com a troca, todos os colgios podem acondi-cionar melhor os alimen-tos da agricultura familiar e as carnes e peixes con-gelados que fazem parte da merenda escolar.

    CuritibaagnCia Estadual

    Pavimentao de vias ur-banas e rurais, construo de terminais rodovirios, aquisio de reas para im-plantar distritos industriais, aquisio de retroescava-deiras, rolos compressores, motoniveladoras e cami-nhes para espargir asfal-to. Esses so alguns tipos de equipamentos e obras que a Fomento Paran tem proporcionado aos munic-pios paranaenses, por meio de financiamentos. Desde 2011, so R$ 480 milhes em contratos firmados com os municpios com esse ob-jetivo. Nesse perodo, a ins-tituio contabiliza outros 7.750 contratos com em-preendedores da indstria, do comrcio, do setor de servios e da agroindstria, o que representa aproxima-damente R$ 133 milhes em recursos injetados dire-tamente na economia.

    O diretor de pesquisas do Ipardes, Julio Suzuki Junior, explica que, alm da melho-ria da qualidade de vida, o financiamento de obras nos municpios gera um efeito econmico com duplo im-pacto. Obras geram de-manda por empregos e ala-vancam segmentos ligados construo civil, por exem-plo, como o comrcio de materiais e equipamentos. Quando prontas, as obras

    contribuem para o aumento da produtividade da econo-mia, afirma Suzuki Junior. Economia com boa infraes-trutura tem produtividade diferente de outra que no investe nessa rea.

    Ainda segundo o pesqui-sador, possvel verificar que, em alguns casos, espe-cialmente nos municpios de menor porte, o dinheiro novo que entra na econo-mia por meio do financia-mento concedido pela Fo-mento Paran, seja pblico ou privado, pode represen-tar at 4% do PIB anual soma de bens e servios no-vos produzidos em um ano naquela economia.

    SETOR PRIVADO Embora seja a principal

    carteira da Fomento Para-n em volume de negcios, o financiamento ao setor p-blico representa apenas uma parte da ao dessa institui-o de desenvolvimento do Governo do Estado. Desde janeiro de 2011, a empresa se reestruturou para atender ao empresariado de micro, pequeno e mdio porte, com a oferta de crdito de baixo custo para investimentos fi-xos, como reformas, amplia-es e aquisio de mqui-nas e equipamentos, e para capital de giro associado ao investimento.

    EMPREENDEDORES As histrias de empreen-

    dedores beneficiados pelas linhas de crdito da institui-o no so poucas. o caso da dona de casa Beatriz da Rosa, 37, moradora de San-to Antnio do Sudoeste, a 650 km de Curitiba, na divi-sa com a Argentina, que vi-via apenas do programa Bol-sa Famlia e agora conseguiu financiar uma vaca de leite e um freezer, para melhorar a renda, por meio da linha Pa-ran Juro Zero.

    Em Peabiru, municpio com pouco mais de 13 mil habitantes, na regio centro ocidental do estado, prxi-mo a Campo Mouro, o me-cnico Joo Donatti, dono de uma oficina para con-serto de veculos pesados, um dos mais de 40 empre-endedores locais que j fi-zeram financiamentos com a Fomento Paran. Joo fez o curso de capacitao gerencial do Bom Negcio, para aprender a gerenciar melhor a empresa, e fez um financiamento para ampliar a oficina, localizada s mar-gens da BR 369.

    Em Quatigu, no Nor-te Pioneiro, municpio com pouco mais de 7.000 ha-bitantes, a Fomento Pa-ran tem o orgu