Financiamento Audiovisual - Minom Pinho - Julho 2014 - Cemec

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Economy & Finance

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Nos ltimos anos, temos acompanhado o crescimento acelerado do mercado audiovisual, em resposta principalmente s mudanas trazidas pela Lei 12.485/2011, e ao volume de recursos disponveis para o desenvolvimento do setor. Diante deste cenrio otimista de grandes oportunidades, torna-se indispensvel uma ateno e preparao cada vez maiores por parte daqueles que trabalham com projetos nesta rea. Os mecanismos de financiamento disponveis mudaram, assim como a prpria dinmica de produo e distribuio audiovisual. Para oferecer suporte aos produtores, distribuidores, agentes e players do mercado, o curso Fontes de Financiamento ao Audiovisual funcionar como um espao de reflexo e conhecimento, reunindo o olhar de especialistas do mercado audiovisual sobre as ferramentas de negcio, os instrumentos de financiamento pblico e privado, e as oportunidades de circulao comercial dos filmes e sries.

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1. ! FinanciamentoAUDIOVISUAL! ! Aula 2 ! LEIS DE INCENTIVO! Minom Pinho! ! Lei Rouanet (Artigos 26 e 18), Lei Estadual (Proac) e Lei Municipal! Seus dilogos com o Patrocnios, editais, polticas de comunicao empresarial no nanciamento audiovisual.! ! 2. 1991- Lei Rouanet, Lei do Audiovisual -> Patrocnio Empresarial Incentivado;! ! Dcada de 90 - Crescimento do Terceiro Setor no Brasil -> Investimento Social Privado! ! Incio do Milnio - Incremento nos investimentos e polticas de Sustentabilidade! ! 1995 - Barateamento do PCs e democratizao do acesso internet:! Revoluo Digital, Era do Conhecimento, Cidadania Digital, Cultura Livre! ! 2003 - Programa Cultura Viva e Pontos de Cultura ! ! 2006 Conveno da UNESCO Diversidade Cultural como Valor! ! 2008 - Relatrio Economia Criativa, UNCTAD - Criatividade como ativo econmico ! ! 2011 Secretaria de Economia Criativa, MINC + LEI DA TV PAGA 12.485/2011! ! 2012 - PLANO NACIONAL DE CULTURA ! ! 2014 - BRASIL DE TODAS AS TELAS - 5.o maior polo de audiovisual do mundo! ! PANORAMA RECENTE 3. RESPONSABILIDADE SOCIAL ! ! Segundo o Livro Verde da Comisso Europeia (2001), a responsabilidade social um conceito segundo o qual, as empresas decidem, numa base voluntria, contribuir para uma sociedade mais justa e para um ambiente mais limpo. Com base nesse pressuposto, a gesto das empresas no pode, e/ou no deve, ser norteada apenas para o cumprimento de interesses dos proprietrios das mesmas, mas tambm pelos de outros detentores de interesses como, por exemplo, os trabalhadores, as comunidades locais, os clientes, os fornecedores, as autoridades pblicas, os concorrentes e a sociedade em geral. Arma Carlos Cabral-Cardoso (2002) que o conceito de responsabilidade social deve ser entendido a dois nveis. O nvel interno relaciona-se com os trabalhadores e, mais genericamente, a todas as partes interessadas afetadas pela empresa e que, por seu turno, podem inuenciar no alcance de seus resultados. O nvel externo tem em conta as conseqncias das aes de uma organizao sobre os seus componentes externos, nomeadamente, o ambiente, os seus parceiros de negcio e meio envolvente. ! ! informaes completas e indicadores: www.ethos.org.br! alguns conceitos e referencias 4. ! ! ! ! INVESTIMENTO SOCIAL PRIVADO - ISP (www.gife.org.br)! ! Investimento social privado o repasse voluntrio de recursos privados de forma planejada, monitorada e sistemtica para projetos sociais, ambientais e culturais de interesse pblico.! ! Incluem-se neste universo as aes sociais protagonizadas por empresas, fundaes e institutos de origem empresarial ou institudos por famlias, comunidades ou indivduos.! ! Os elementos fundamentais - intrnsecos ao conceito de investimento social privado que diferenciam essa prtica das aes assistencialistas so:! ! preocupao com planejamento, monitoramento e avaliao dos projetos;! ! estratgia voltada para resultados sustentveis de impacto e transformao social;! ! envolvimento da comunidade no desenvolvimento da ao.! ! O Investimento Social Privado pode ser alavancado por meio de incentivos scais concedidos pelo poder pblico e tambm pela alocao de recursos no-nanceiros e intangveis.! ! ! ! ! alguns conceitos e referencias 5. O QUE ECONOMIA CRIATIVA?! ! ! Uma produo que valoriza a singularidade, o simblico e aquilo que intangvel: a criatividade. Esses so os trs pilares da economia criativa. Embora esse conceito venha sendo amplamente discutido, deni-lo um processo em elaborao, pois envolve contextos culturais, econmicos e sociais diferentes.! ! ANA CARLA FONSECA REIS! Economia criativa : como estratgia de desenvolvimento : uma viso dos pases em desenvolvimento. So Paulo : Ita Cultural, 2008. ! ! 6. ECONOMIA -> BEM DE CONSUMO! ! A cada novo carro produzido, novos recursos naturais so necessrios.! Alto impacto ambiental. Uso = desgaste do bem! Desenvolvimento econmico = degradao do meio ambiente! ! ERA INDUSTRIAL . ECONOMIA DE ESCALA . ! PADRONIZAO COMO VALOR! 7. ECONOMIA -> BEM INTANGVEL! ! As msicas do lbum no perdem valor com o tempo. ! A difuso / fruio digital permite que o bem seja replicado sem a necessidade de novos recursos naturais. ! Baixo impacto ambiental.! Desenvolvimento econmico -> no degrada o meio ambiente.! ! ERA DO CONHECIMENTO . ECONOMIA CRIATIVA . DIVERSIDADE COMO VALOR 8. Era industrial ! Sociedade do Consumo ! Alto Impacto Ambiental ! Bens Tangveis! Finito! ! Escassez! Competio Era do conhecimento! Sociedade da Conhecimento! Baixo Impacto Ambiental! Bens Intangveis! Innito! Abundncia! Colaborao/Cooperao 9. OBRIGADA!! ! Minom! ! ! contato@casaredonda.com.br! www.casaredonda.com.br! !