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  • SUICDIO:

    OU NO CRIME?

    (Terrveis Penalidades Futuras aguardam o suicida)

    (INDUZIMENTO, INSTIGAO E AUXLIO

    AO SUICDIO. EUTANSIA)

    Como so tratados pelo CDIGO PENAL BRASILEIRO?

    CAUSAS, CONSEQNCIAS E

    MEIOS DE PREVENO LUZ:

    1) da DOUTRINA ESPRITA (ALLAN KARDEC)

    e

    2) do CDIGO DE DIREITO NATURAL ESPRITA (Pro-

    jeto comentado de Jos Fleur Queiroz)

    JOS FLEUR QUEIROZ

    ALLAN FRANCISCO QUEIROZ

  • 2

    Depoimento do co-autor Allan sobre o suicdio de um grande amigo.

    A partir do momento em que o fnebre fato, aparentemente inatingvel e re-

    moto, se tornou uma glida realidade para mim e ao crculo social mais prximo, pu-

    de perceber a tamanha relevncia do assunto, e me vi interessado em obter maiores

    informaes sobre o mesmo.

    Nunca imaginei que fatores internos desta ndole, como a simples cogitao

    da idia, pudessem ser to srios a ponto de mudar o dia-a-dia de uma pessoa, seu

    humor e todos os pormenores a fim de preparar-se para a consumao do ato de re-

    tirar a prpria vida.

    Este trabalho, levado a efeito em parceria com meu pai, que recentemente lan-

    ou o livro Cdigo de Direito Natural Esprita, que, tambm, aborda o assunto, a-

    credito ser de enorme relevncia, pois trata-o de forma ampla, analisando os fatores

    fsicos, morais e espirituais, em bases cientficas (Cincia Esprita) e no se restrin-

    gindo apenas hipottica e materialmente, servindo, assim, como uma eficaz forma de

    auxilio preveno ao suicdio.

    Digo isto, porque os auxiliadores psicolgicos de hoje, materialistas em sua

    maioria, reduziram o universo mental da pessoa a clculos qumicos, receitando, para

    a reparao de problemas depressivos e emocionais, tratamentos com calmantes e

    drogas correlatas, deixando, muitas vezes, de lado, os principais fatores que realmente

    fundamentam os problemas de ordem psicolgica e que levam a pessoa ao desanimo

    total: problemas espirituais e morais, que demandam forma bem diversa de medica-

    o.

    Assim sendo, esperamos, com este livro, colaborar eficazmente preveno

    de tamanha calamidade, que vem desafiando todas as filosofias, doutrinas e religies,

    atravs dos tempos.

    Allan Francisco Queiroz

    05/10/2006

  • 3

    PRELIMINAR

    A morte sbita de uma pessoa querida, de um grande amigo nosso, despertou

    no meu filho Allan a vontade de pesquisar a respeito do Suicdio, suas causas, con-

    seqncias e meios de preveno.

    A cidade inteira se comoveu. Imaginamos o que poderia levar uma pessoa,

    principalmente um jovem, na flor da idade, com tudo ainda por concretizar na vida, a

    procurar no suicdio um remdio para seu desgosto. Pensamos no sofrimento dos

    pais, irmos, que de repente so acordados de seu torpor ao ver que seu filho, seu ente

    querido estava tendo um srio problema e simplesmente no perceberam.

    Assim, meu marido Fleur, igualmente sensibilizado, sendo inspirado por Al-

    lan, decidiu que juntos pesquisassem e estudassem o assunto, em seus aspectos cient-

    fico, filosfico e religioso, do que resultou esta obra na qual todas as interrogaes

    tm respostas.

    Lembrando aos que este livro estiverem folheando, se ouvirem de algum fami-

    liar, amigo, ou conhecido que pretende suicidar-se, tomem ateno para esse detalhe e

    ajudem essa pessoa, pois ela poder, realmente, concretizar essa idia. Mostre-lhe que

    h uma vida futura que devemos preservar e, principalmente, que nosso corpo um

    templo divino, que Deus propiciou para que ns, Espritos encarnados, pudssemos

    evoluir em conhecimentos e moralidade. Lembrem-se de dar ouvidos a esses pobres

    seres que falam em suicdio, pois teram parcela de responsabilidade e culpa, uma vez

    que no ignoravam suas intenes. Cubram de amor, de carinho e no as deixem s-

    zinhas e procurem na orao a fora para reconduz-las vida, para esta vida que,

    embora material, uma etapa que devemos percorrer para nosso aprimoramento mo-

    ral-espiritual, at que, enfim, alcancemos a Verdadeira Vida. Pois tudo no termina

    aqui.

    Na leitura desta obra tero a oportunidade de conhecer em detalhes, se ainda

    no conhecem, que h real e melhor soluo, sim, para os nossos sofrimentos e uma

    eficaz preveno contra esse tresloucado e intil gesto.

    Domitila Meira de Vasconcellos Esposa e me.

    06 de outubro de 2.006.

  • 4

    NDICE INTRODUO E RESUMO. (08)

    PREMBULO. (11)

    1 Estatstica de Suicdios Revista Esprita Allan Kardec, Julho/1862. (11).

    2 Estatsticas Sobre Suicdios. Um Caso de Sade Pblica. CVV. Centro de Valorizao da

    Vida. Boletim de Outubro. O Globo, 8/8/2002 CWAY NET 02/01/2006. (16).

    3 Em Defesa da Vida (Dr. Paulo Lcio Nogueira Editora Saraiva, 1995). (17).

    CAPTULO I

    DOUTRINA ESPRITA: CINCIA, FILOSOFIA E RELIGIO

    CDIGO DE DIREITO NATURAL ESPRITA. (30).

    O Grande Desconhecido (30). Epistemologia Esprita (32). A Cincia Esprita (39)..A Filoso-

    fia Esprita (50). Resumo da Doutrina de Scrates e Plato (51). Filosofia ..Espiritismo: O

    Que Filosofia? (59). O Que Espiritismo? (60). A Tradio Filosfica (62). A Religio Es-

    prita. Religio em Esprito e Verdade (64).

    CAPTULO II

    DEUS, O SUPREMO LEGISLADOR

    CDIGO DE DIREITO NATURAL ESPRITA. (77)

    Deus, o Supremo Legislador (77). Existncia de Deus (77). Da Natureza Divina (79) Deus a

    Suprema e Soberana Inteligncia (79). Deus est em toda parte (82). A visode Deus (85).

    CAPTULO III

    PENAS E GOZOS TERRENOS

    DESGOSTO PELA VIDA. SUICDIO. INDUZIMENTO,

    INSTIGAO E AUXLIO AO SUICDIO

    CDIGO PENAL BRASILEIRO: Consumao e Tentativa. (88).

    CDIGO DE DIREITO NATURAL ESPRITA. (89).

    O Suicdio e o Direito. O suicdio e as misrias e decepes do mundo. Co-responsabilidade.

    Induzimento ao suicdio. Suicdio e estado de necessidade (89). Suicdio para escapar ver-

    gonha de uma ao m. Para impedir que a vergonha envolva os filhos ou a famlia. Para fugir

    vergonha (90). Com a esperana de chegar mais cedo a uma vida melhor. Sacrifcio da vida

    para salvar a de outros ou ser til aos semelhantes. Sacrifcio feito custa da prpria felicida-

    de. Suicdio moral: abuso das paixes (91). O suicda moral mais culpado que o suicida por

    desespero (91). Morte por imprudncia (92). Mulheres que, em certos pases, se queimam vo-

    luntariamente sobre os corpos de seus maridos. O que se mata na esperana de se juntar s

    pessoas queridas j mortas (92). O suicdio eas suas conseqncias (penalidades) sobre o es-

    tado do Esprito (93). A religio, a moral e todas as Filosofias condenam o suicdio como con-

    trrio lei natural (94). O argumento esprita contra o suicdio moral e biolgico (94).

  • 5

    CAPTULO IV

    EUTANSIA

    CDIGO PENAL BRASILEIRO.(95).

    CDIGO DE DIREITO NATURAL ESPRITA.(95).

    Pena de morte imposta em nome de Deus. Sofrimento e eutansia (96).

    CAPTULO V

    PENAS E GOZOS FUTUROS

    CDIGO DE DIREITO NATURAL ESPRITA. (98).

    O Nada. A Vida Futura (98). Crer em Deus, sem admitir a vida futura um contrasenso.(98).

    Intuio das Penas e dos Gozos Futuros (99). A dvida, o medo e a esperana na hora da mor-

    te (99). Cticos, ou fanfarres? (100). Sentimento inato de justia e a intuio das penas e das

    recompensas futuras (100).Interveno de Deus nas Penas e Recompensas (100). Deus O

    PAI (100). Natureza das Penas e dos Gozos Futuros (101).Por que o homem faz idias to

    grosseiras e absurdas das penas e dos gozos da vida futura (102). Em que consiste a felicidade

    dos bons Espritos? (102). O que se deve entender quando se diz que os Espritos Puros esto

    reunidos no seio de Deus e ocupados em lhe cantar louvores? (102). Em que consistem os so-

    frimentos dos Espritos inferiores? (103). A influncia que os Espritos exercem uns sobre os

    outros boa? (103). A morte no nos livra da tentao? (103). Como procedem os maus Esp-

    ritos para tentar os outros Espritos, se no dispem do auxlio das paixes? (103). Mas para

    que servem essas paixes, se lhes falta o objeto real, pois so Espritos que j deixaram os

    corpos fsicos? (103). Quais os maiores sofrimentos a que os maus Espritos se vero sujeitos?

    (104). As comunicaes espritas e o futuro real da alma aps a morte (104). A doutrina do

    fogo eterno (104). O fogo eterno. OsEspritos inferiores compreendem a felicidade do justo?

    (105). Ver os Espritos que sofrem no para os bons uma causa de aflio e, nesse caso, em

    que se transforma a sua felicidade assim perturbada? (105). Os Espritos culpados na presena

    das vtimas (106).A alma depurada e a recordao de suas faltas (106). As provas futuras para

    a purificao completa (107). A felicidade dos Espritos da mesma ordem (107). Primcias da

    felicidade espiritual, na Terra (107). Estado futuro do Esprito que temia a morte e daquele

    que a via com indiferena e at mesmo com alegria (107). Crena no Espiritismo e a sorte na

    vida futura (108). O Espiritismo e sua contribuio para a felicidade (108). Penas temporais:

    sofrimentos materiais e sofrimentos morais (108). Vicissitudes da vida e punio das faltas

    atuais (109). Reencarnao em mundos menos grosseiros (109). Mundos de existncia menos

    material (109). O Esprito que progrediu na sua existncia terrena pode, s vezes, reencarnar-

    se no mesmo mundo? (109). O que acontece com o homem que, sem praticar o mal, nada fez

    para se libertar da influncia da matria? (110). Serenidade aparente. Expiao e Ar

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