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Seara Espiritual Bezerra de Menezes

ALGUNS FENMENOS NA HISTRIA HUMANA

Lambari, MG maro de 2016

Por Antnio Carlos Guimares

FENMENOS DA MEDIUNIDADE

Mediunidade

Faculdade para relacionar-se com os Espritos.

inerente ao homem e de todos os tempos e lugares.

Manifesta-se em diversos graus e depende de disposies orgnicas, e pode ocorrer a qualquer pessoa, pouco importando sua crena, vontade ouqualidades morais.

Seu exerccio, no Espiritismo, se faz com base nas lies de Kardec e ao amparo dos ensinos de Jesus.

Os milagres do Evangelho

Jesus realizou inmeros fenmenos medinicos

os milagres, prodgios e sinais produzidos pelo

Curandeiro Divino so as mais bem

documentadas aes dos Evangelhos

Por que so as mais ricas e variadas, possuem

tantas testemunhas e foram narradas com

imensa riqueza de detalhes?

Mediunidade e Animismo fora do Espiritismo

Entre os povos primitivos Teoria Esprita das Religies

Nas mitologias e cultos religiosos do passado

Bblia e Cristianismo Primitivo S. Paulo e os Carismas

Filosofias Orientais

Sincretismos

Igrejas Pentecostais

Grupos Carismticos

Canalizao

Projeciologia

Esquema da

Mediunidade

Emancipao

Desdobramento

As Trs Revelaes

Fenmenos medinicos na histria

1. Revelao 3. Revelao2. Revelao

Saul e a Profetisa

de En-Dor

Urim-Tumim

Abraham Lincoln, N. C.

Maynard e H. B. Stowe

O mistrio de Edwin Drood

A mediunidade da Princesa

Catlica

No Novo Testamento e

Livro de Atos dos Apstolos

Comea na

Amrica

A INVASO ORGANIZADA A. Conan Doyle

Hydesville

1848

Grandes mdiuns: Irms Fox, Nettie

C. Maynard, Florence Cook, Euspia

Palladino, Elisabeth DEsperance,

Linda Gazzera, Madame Fraya, E.

Garret

Cientistas missionrios: W. Crookes,

A. Aksakof, G. Dellane, E. Imoda, G.

Geley, C. Richet, P. Gibier, Albert de

Rochas, A. Scherenck-Notizing

Saul e a Profetisa de En-Dor - 1 Samuel 28, 5-20

E, vendo Saul o arraial dos filisteus, temeu, e estremeceu muito o seu corao.

E perguntou Saul ao Senhor, porm o Senhor no lhe respondeu, nem por sonhos, nem por Urim, nem por profetas.

Ento disse Saul aos seus criados: Buscai-me uma mulher que tenha o esprito de feiticeira, para que v a ela, e consulte por ela. E os seus criados lhe disseram: Eis que em En-Dor h uma mulher que tem o esprito de adivinhar.

Urim-Tumim (1)

Conjunto de pedras ou discos sagrados, que era usado nos processos de comunicao divina.

URIM ligada a TUMIM formam juntos um instrumento destinado ao exerccio de alguma forma de mediunidade

URIM Aleph primeira letra do alfabeto hebraico

TUMIM Tav ltima letra do mesmo alfabeto

URIM-TUMIM dispositivo sobre o qual foram escritas as letras do alfabeto hebraico

Hermnio Miranda, O que fenmeno medinico

Urim-Tumim (2)

Segundo a Enciclopdia Britnica, as letras eram

dispostas de tal maneira que um indicador ou um

pequeno objeto leve pudesse apont-las

sucessivamente, formando palavras e frases.

As letras eram colocadas no breastplate (placa de peito ou peitoral) placa metlica com doze pedras

incrustadas, que o Sumo Sacerdote usava sobre o peito

E movimentadas pelo shekinah (faculdade de

perceber a presena de Deus) do sacerdote

Saul e a profetisa de En-Dor

Fontes: jesusviaveritasetvita.blogspot.com.br - www.pinterest.com

Peitoral utilizado pelos sacerdotesSaul, Samuel e a profetisa

...Pors no peitoral do juzo o Urim e o TumimEx. 28, 30

Oui-j

Prancheta esprita

FAZEMOS HISTRIA (Guerra Civil Americana)

Abraham Lincoln, Nettie Colburn Maynard e Harriet

Beecher Stowe

No fui eu quem o escreveu.

Deus a escreveu.

Foi ele que me ditou.

H. B. Stowe, informando

como escreveu seu livro

A Cabana do Pai Toms H. B. Stowe

A Cabana do Pai Toms apresenta, de forma

romanceada, o conflito vivido entre os escravos

norte-americanos e os ricos proprietrios de terras no

sul dos Estados Unidos, mostrando quo infame era a

escravido. uma histria de f, coragem,

determinao, perseverana e luta pela liberdade.

"Foi a senhora que, com seu livro, causou essa

grande guerra" (a guerra entre os estados). A. Lincoln

A Cabana do Pai Toms e Kardec

Obra citada 4 vezes por Allan Kardec:

Revista Esprita: Jun/1867, Nov/1868, abr/1869

Catlogo Racional (Categoria Romances)

Ideias de reencarnao, da origem de nossas inclinaes e de expiaes de vidas passadas (Nov/1868)

Meu pai era um aristocrata. Creio que, nalguma existncia anterior, ele deve ter pertencido s classes da mais elevada ordem social, e que tenha trazido consigo, na atual, todo o orgulho de sua antiga casta, porque esse orgulho lhe era inerente; estava na medula de seus ossos, embora ele fosse de uma famlia pobre e plebeia.

Conselho de um Esprito ao Presidente Lincoln

A Guerra da Secesso arrastava-se penosamente

As tropas do governo j no se mostravam dispostas

a continuar a luta

Tudo indicava que o Pas acabaria mesmo dividido

O exrcito est completamente desmoralizado, os

regimentos esto ensarilhando as armas, recusando-

se a receber ordens ou cumprir o dever. Ameaam uma retirada geral (Esprito do Velho Dr. Bamford)

Mostre-se tal qual : O Pai de seu Povo

Voc parece bem informado da situao. Poderia indicar o remdio (disse Lincoln)

Sim, disse o Esprito firme, se voc tiver a coragem de us-lo.

Experimente-me, disse Lincoln, com um sorriso.

O Presidente deveria ir imediatamente ao front, visitar os soldados... No como uma figura distante, e sim levando sua famlia e fazendo contato pessoal com a tropa, ver suas dificuldades, ouvir suas queixas.

O MISTRIO DE EDWIN DROOD Charles Dickens

Livro que ficou inacabado por ocasio do falecimento do

autor (1870), e que ele prprio (Dickens) terminou post

mortem

Outras obras: Oliver Twist, David Copperfield, Um conto de Natal

LITERATURA DE ALM-TMULO

Ernesto Bozzano comenta aspectos

medinicos dos livros de Charles

Dickens e de H. B. Stowe.

O primeiro, em parte psicografado.

O segundo, inspirado.

Como foi

A histria, uma aventura policial, um gnero novo para o autor, vinha sendo publicada em folhetins semanais, quando Dickens faleceu, em 1870, tendo escrito 6 captulos.

Dois anos depois, por intermdio de Thomas P. James, jovem operrio mecnico, dos EUA, sem cultura literria de espcie alguma, Dickens conclui o livro.

O autor espiritual retoma a narrativa, atravs do mdium, no ponto exato em que ela fora interrompida.

Ver:

A

MEDIUNIDADE

DA PRINCESA

CATLICA

In A

Reinveno da Morte -

Hermnio C.

Miranda

Niteri, RJ

Lachtre,

1997.

A mediunidade da Princesa Catlica

Conversando com as Almas do Purgatrio

A mediunidade da Princesa Catlica

Salvao

Teologia: Cu, Purgatrio, Limbo, Inferno

O futuro espiritual segundo o Espiritismo

A realidade post mortem, segundo Espiritismo

A manifestao dos Espritos, segundo o Espiritismo

O CU E O INFERNO: Situao dos Espritos, aps a

morte, segundo o seu grau de Evoluo Espiritual

A mediunidade da Princesa Catlica

Eugenie era dotada de exuberantes faculdades medinicas e mantinha intenso e exaustivo intercmbio com numerosas pessoas desencarnadas (as pobres almas sofredoras do purgatrio), segundo o modo de ver de seus orientadores espirituais.

Escreveu seu dirio por ordem do confessor e diretor espiritual (Sebastian Weiser)

Exerceu seu mediunato praticamente por intuio e boa vontade, sem nenhuma orientao especfica de algum que conhecesse a problemtica da mediunidade e da realidade espiritual.

Amor e generosidade suprem o despreparo

O relato comea em agosto de 1921, com as

primeiras vidncias: uma freira, vestida do hbito das

Irms de Mallesdorf (que teoricamente deveria estar

no cu)

Assustada com tais visitas, a princesa refugia-se na

prece, nas missas, nos sacramentos, numa lasca da

cruz do Cristo. Mas nem assim se livra do assdio.

Uma trgica e dolorosa rotina se estabelece

... Os Espritos descobrem que ali encontram lenitivo para suas dores e desesperos.

[Parece que Espritos protetores os encaminham]

Miguel, um marceneiro, vinha todas as noites, era repelente o seu aspecto

Babette, uma ex-governanta, se apresenta com uma boca de aspecto detestvel, semelhante a uma grande lcera.

Ela lhes promete missas e ora com eles e at se deixa tocar por figuras assustadoras.

A princesa sofre, mas se habitua quele convvio

J me acostumo com essa convivncia com as

almas. J me acostumo a suas visitas... Quando vo

embora, durmo bem.

Por que voc vem justamente a mim? Porque a

passagem a voc est desimpedida...

Mesmo assim continua, mas s vezes fraqueja: Uma

assassina confessa se lhe apresenta com o punhal do

crime e pede-lhe a mo. Ela recusa, mas se

arrepende, mas sofre muito pois a mo queima...

Sustos e compensaes

Os seus protetores a amparam em