Fale Mais Sobre Isso 11ª edição

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11 edio da Revista Fale Mais Sobre Isso - uma revista dedicada ao universo da Sade e da Sade Mental.

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<ul><li><p>Pai e filho cirurgiesfalam sobre os caminhos da Medicinapag. 18</p><p>UberlndiaCirurgio Dentista explica os benefciosdos implantes dentriospag. 26</p><p>Mais SadeAraguariCirurgio Plsticoresponde a perguntas sobre a sua especialidade pag. 13</p><p>O que o paciente (e os seus familiares) tm a nos dizer?No ms em que comemoramos o Dia do Mdico, o Dia do Dentista e o Dia do Fisioterapeuta, vale a pena falarmos sobre a gesto de relacionamento com os pacientes.</p><p>edio 11 | 2013</p></li><li><p>falemaissobreisso.com.br 11a edio2013 3</p><p>Outubro: um ms muito especial</p><p> estratgico consultar um profissional</p><p>Editorial</p><p>Fale Mais Sobre Isso: uma Revista dedicada ao universo da Sade e da Sade Mental. </p><p>NO MS De OutubRO, os dias 12, 13, 15, 18 e 25 so, respectivamente, os dias da Criana, do Fisioterapeuta, do Professor, do Mdico e do Dentista. Outubro, portanto, um ms muito especial em termos de datas comemorativas. Nele, comemoramos a condio a partir da qual todo futuro construdo (Dia da Criana), a profisso sem a qual esse futuro no se constri (Dia do Professor) e trs outras importantssimas profisses diretamente ligadas ao universo da Sade (Dia do Fisioterapeuta, Dia do Mdico e Dia do Dentista). Por isso, nesta edio da Fale Mais Sobre Isso trouxemos vrias produes relativas a essas temticas, como, por exemplo: a entrevista sobre Implantes Dentrios com o Cirurgio Dentista Dr. Jonimar Otoni Ferreira (pgina 26); os artigos sobre "Power Plate" e "Drenagem Linftica", escritos, respectivamente, pelas Fisioterapeutas eva Simone (pgina 30) e Flvia Faria Nascimento (pgina 30); o artigo sobre A importncia do brincar na infncia, da Psicloga Renata Rezende Lacerda (pgina 38); o artigo sobre "educao e Mediao", da Professora Marilza Abraho P. Rezende (pgina 44); e, ainda, algumas consideraes da prpria revista a partir de uma boa conversa com os Mdicos Cirurgies Dr. Ricardo Pacheco e Dr. Leonardo Pacheco (pgina 18). em especial, esta edio apresenta uma importante contribuio do Advogado Ronaldo behrens a respeito de uma das mais fundamentais questes para todos os profissionais ligados s reas da Sade: a gesto de relacionamento com os pacientes (pgina 24). A todas as pessoas contempladas pelas datas comemorativas de Outubro, registramos, aqui, os nossos parabns! e a todos os nossos leitores, boa leitura e bons pensamentos!</p><p>Promoes desta edio</p><p>Confira!</p><p>Medtec_pg 05brou'ne_pg 34</p><p>Mulher que se toca, se cuida!</p><p>www.facebook.com/falemaissobreissowww.youtube.com/user/falemaissobreisso</p><p>editorLeonardo Abraho</p><p>revistafalemaissobreisso@yahoo.com.br</p><p>www.falemaissobreisso.com.br</p><p>Mais da Fale Mais Sobre Isso:</p></li><li><p>Aquela foraOs artigos que li na Fale Mais Sobre Isso sobre tabagismo ainda no conseguiram me fazer parar de fumar mas me deram aquela fora para eu pensar mais ainda em estratgias para isso!</p><p>Hamilton, 52 anos, pelo site da revista</p><p>Achei muito instrutivo o texto da dentista (Mirna S. Cordeiro) sobre Cncer bucal. Normalmente pensamos ou nos preocupamos apenas com outras formas de cncer.</p><p>Snia, 45 anos, por email</p><p>encontrei a Fale Mais Sobre Isso em uma clnica mdica e a levei para casa (com a autorizao da secretria da clnica, informo). Fiquei muito interessada nas informaes sobre Psicologia e Psicoterapia na edio sobre o Dia do Psiclogo, (...)eu precisava mostrar ao meu marido e aos meus filhos a importncia do meu tratamento.</p><p>Vnia, 42 anos, por email</p><p>Conhecimento</p><p>Para a famlia</p><p>envie comentrios e sugestes pelo e-mail revistafalemaissobreisso@yahoo.com.br com nome completo, profisso, cidade e idade.</p><p>Dos LeitoresNotcias</p><p>Cardiologia</p><p>Medicina</p><p>Gastroenterologia</p><p>Gesto</p><p>Capa</p><p>Literatura</p><p>Odontologia</p><p>Fisioterapia</p><p>Nutrio</p><p>Fonoaudiologia</p><p>Artigo</p><p>educao</p><p>Artigo</p><p>Artigo</p><p>Cultura e Arte</p><p>0506</p><p>08</p><p>12</p><p>10</p><p>14 16171821</p><p>22</p><p>23</p><p>24</p><p>262728</p><p>3030</p><p>34</p><p>36</p><p>3840</p><p>44</p><p>5052</p><p>46</p><p>46</p><p>54</p><p>At 73% dos erros cometidos em hospitais no pas so evitveisProtocolos Clnicos ordenam atendimento oncolgicoPresena feminina na Medicina aumenta no brasil</p><p>Sade do Corao: voc est pronto para comear a agir?</p><p>edio 10Agosto de 2013</p><p>Saiba mais sobre Cirurgia Vascular</p><p>Doena do Fluxo Gastroensofgico ou DRGe</p><p>Vitamina D e suas multifaces</p><p>"Meu filho adoece tanto!"Saiba mais sobre Cirurgia PlsticaConversando sobre MedicinaCncer de Mama</p><p>Marketing e Sade</p><p>um livro para quem ama a Medicina</p><p>Gerenciando o relacionamento com os pacientes</p><p>Saiba mais sobre Implantes Dentriostecnologia CAD/CAM na odontologia modernaPr-Natal odontolgico</p><p>Power Plate: eficiente, verstil, moderno. A ginstica do futuro</p><p>Saiba mais sobre Drenagem Linftica</p><p>Castanhas: um punhado de muita sade</p><p>Voc tem zumbido no ouvido?</p><p>A importncia do brincar</p><p>Por que agradar ao outro?</p><p>educao e Mediao</p><p>um portal para o Grafite</p><p>Artista mineiro reconhecido internacionalmente pela Dana</p><p>O que Coaching de Performance?</p><p>transtornos Alimentares</p><p>Guia de Profissionais | Psiclogos(as)</p><p>ndiceM</p><p>edici</p><p>na </p><p>Sad</p><p>e Men</p><p>tal</p><p>Guia</p><p>Coordenador: Leonardo Abraho</p><p>Reviso Tcnica (Medicina):</p><p>Dra. Carolina N. Cunha Debs (CRM: 58.248)</p><p>Reviso Tcnica (Sade Mental): </p><p>Psiclogo Leonardo Abraho (CRP: 36.232/04)</p><p>Projeto Grfico e Diagramao: </p><p>Miguel Neto 34 9670.9610</p><p>Comercial: 34 9966.1835 | 9221.6622</p><p>Tiragem: 4.000 unidades</p><p>Impresso e Pr Impresso: Grfica 3 Pint </p><p>Distribuio: </p><p>Correios (empresa brasileira de Correios e telgrafos)</p><p>entrega gratuita e dirigida | udia-Ari/MG</p><p>Expediente</p><p>A Revista Fale Mais Sobre Isso distribuda em hospitais, clnicas, consultrios e laboratrios de sade, edifcios comerciais, escritrios de profissionais liberais, condomnios residenciais, escolas, restaurantes, padarias e outros pontos com grande fluxo de pessoas de uberlndia e Araguari. Alm disso, a Fale Mais Sobre Isso entregue pelos Correios a Mdicos e Dentistas presentes em um mailing com 2.000 nomes em udi e Ari. Se voc tem interesse em ser nosso parceiro comercial, favor entrar em contato pelos telefones 34 9966.1835 ctbc e 34 9221.6622 tim, ou revistafalemaissobreisso@yahoo.com.br.</p><p>Mais</p><p> Sad</p><p>e</p></li><li><p>falemaissobreisso.com.br 11a edio2013 5</p><p>Notcias e descobertas da mediciNa</p><p>Notcias Medicina</p><p>At 73% dos erros cometidos em hospitais no pas so evitveis</p><p>At 73% DOS eRROS que acontecem dentro de hospitais brasileiros, como medicaes trocadas ou operao de membros errados, poderiam ser evitados.</p><p> o que apontam estudos da Fiocruz apresentados no QualiHosp (congresso de qualidade em servios de sade) e que ajudaram o Ministrio da Sade a criar novas normas de segurana hospitalar que passam a valer a partir de 2014.</p><p>As pesquisas, feitas em dois hospitais pblicos do Rio, encontraram uma incidncia mdia de 8,4% de eventos adversos, semelhante aos ndices internacionais.</p><p>No brasil, no entanto, alto o ndice de problemas evitveis: de 66,7% a 73%. em outros pases, a incidncia variou de 27% (Frana) a 51% (Austrlia).</p><p>em nmeros absolutos, isso significa que, em 2008, dos 11,1 milhes de internados no SuS, 563 mil foram vtimas de erros evitveis.</p><p>" um quadro barra pesada. Nos pases desenvolvidos, existem polticas de segurana bem consolidadas. Aqui estamos acordando com um pouco de atraso", diz Walter Mendes, pesquisador da Fiocruz e consultor do comit do programa de segurana do paciente.</p><p>"A questo adotar mecanismos que impeam que o erro chegue ao doente", afirma.</p><p>A morte da menina Stephanie teixeira, 12, que no ano passado recebeu vaselina em vez de soro nas veias, um exemplo de erro evitvel. Os frascos eram idnticos, e os nomes dos produtos estavam em etiqueta Fonte: Folha equilbrio (Folha de So Paulo)</p><p>Na maioria das vezes, medidas simples (e boa vontade) resolveriam o problema</p><p>PREVENO FALHA EM HOSPITAIS LOCAIS ONDE MAIS ACONTECEMEVENTOS ADVERSOS, EM %</p><p>de mesma cor.Para Angela Maria da Paz, gerente da </p><p>Anvisa (Agncia Nacional de Vigilncia Sanitria), esses casos acontecem porque as instituies no seguem protocolos. </p><p>No brasil, diz ela, os eventos adversos so subnotificados e, em geral, s se tornam visveis quando viram caso de polcia. "existe a cultura do castigo, as pessoas escondem, tm medo. O erro deve ser aproveitado como aprendizado, no para punio."</p><p>Para o professor Jess Mara Aranaz Andrs, chefe do servio de medicina preventiva do hospital Sant Joan d'Alacant (espanha), a reparao do erro pode ser resolvida de vrias formas, como pela compreenso e correo ou por indenizao.</p><p>"S no pode haver culpabilizao porque isso leva ocultao. Se escondermos a cabea na areia feito avestruz, no vamos aprender."</p><p>O pesquisador Paulo Santos Sousa, professor da universidade Nova de Lisboa (Portugal), diz que as mudanas devem ser de cultura.</p><p>"bactria no tem asas. ela passa de paciente para paciente porque algum a carregou nas mos. Sempre se soube que lavar as mos importante, mas continua sendo um desafio."</p><p>Segundo Angela Paz, da Anvisa, a agncia construir uma ferramenta eletrnica para monitorar os eventos adversos e agir na preveno.</p><p>um dos pontos da poltica, segundo ela, uma negociao com o Ministrio da educao para que as faculdades de medicina coloquem em seus currculos o tema de segurana do paciente.</p><p>Outra ideia disseminar essas informaes ao paciente para que ele se torne atuante no processo, e no um mero espectador.</p><p>INCIDNCIA E EVITABILIDADE</p><p>Incidncia, em % Incidncia, em %</p><p>Nova Zelndia</p><p>Austrlia</p><p>Inglaterra</p><p>Canad</p><p>Dinamarca</p><p>Frana</p><p>brasil</p><p>16,6 51</p><p>37</p><p>48</p><p>40</p><p>27</p><p>73,3*</p><p>12,9</p><p>19,8</p><p>7,5</p><p>14,5</p><p>9</p><p>8,3** ltimo estudo disponvel (Ibeas-brasil) Fontes: Walter Mendes, pesquisador da Fiocruz</p><p>PROPORO DE ERROS EVITVEIS (BRASIL), EM%</p><p>Infeco associada ao cuidado 24,62</p><p>Complicaes cirrgicas/anestsicas 20</p><p>lcera de presso 18,46</p><p>Dano por atraso ou falha de tratamento 18,46</p><p>Complicaces por puno venosa 7,69</p><p>Dano por queda 6,15</p><p>Dano por medicamento 4,62</p><p>5</p><p>11,9</p><p>34,7</p><p>48,5</p><p>Outros</p><p>utI</p><p>Centrocirrgico</p><p>enfermaria</p></li><li><p>falemaissobreisso.com.br 11a edio 20136</p><p>Protocolos clnicos ordenam atendimento oncolgico Presena </p><p>feminina na Medicina </p><p>aumenta no brasil</p><p>Fonte: agncia UsP de Notcias Fonte: agncia UsP de Notcias </p><p>NotciasMedicina</p><p>ORDeNAR A ASSIStNCIA MDICA dos pacientes em tratamento do cncer no Hospital das Clnicas de Ribeiro Preto (HCFMRP) por meio de protocolos clnicos. esse foi o objetivo de um grupo de pesquisadores da Faculdade de Medicina de Ribeiro Preto (FMRP) da uSP, liderados pelo professor eduardo Magalhes Rego, do Departamento de Clnica Mdica Hematologia e Hemoterapia. eles contaram ainda com a participao de Andrs Poveda, do Instituto Valenciano de Oncologia e fundador do Grupo espanhol de Pesquisa de Cncer de Ovrio (GeICO). </p><p>Segundo o professor Rego, com base na experincia do grupo espanhol, que um dos maiores grupos de pesquisa de oncologia clnica do mundo, os protocolos definem qual a melhor estratgia de tratamento dentro do que h disponvel no hospital da rede pblica. O protocolo orienta como o paciente, com determinado diagnstico de cncer, deve ser tratado, com a indicao de drogas, formas de cirurgias, intensidade de radioterapia, entre outros.</p><p>Seu colega espanhol, Poveda, explica que os protocolos foram elaborados a partir de guias internacionais. Ordenar a assistncia de todos os dias uma maneira de que, quando h um caso, o mdico j tenha definido as formas de tratamento.</p><p>Redes multicntricasA participao de Andrs Poveda na </p><p>sistematizao do protocolo s o incio de uma pareceria entre a FMRP e o GeICO. O grupo espanhol tem experincia na formao de redes multicntricas em estudos clnicos, na qual vrios hospitais adotam o mesmo protocolo </p><p>de pesquisa para a melhoria na obteno de resultados. A proposta que a Faculdade de Medicina participe dessa rede multicntrica.</p><p>O professor eduardo Rego explica que o projeto de pesquisa ainda est sendo estabelecido e ser sobre o cncer de colo de tero, junto com o professor Jurandyr Moreira de Andrade, do Departamento de Ginecologia e Obstetrcia. Ainda vamos submet-lo ao comit de tica da Faculdade. Queremos comparar o efeito de um tipo de quimioterapia, que ns chamamos de neoadjuvante. ela utilizada para determinados estgios do cncer de colo, mas esses estgios ainda no esto bem estabelecidos e isso que queremos analisar. Provavelmente, alm do grupo espanhol, centros mexicanos participaro do estudo.</p><p>Outra parceria estabelecida com o professor Andrs Poveda o intercmbio de pesquisadores. No prximo ano, residentes e ps-graduandos da uSP Ribeiro Preto faro treinamento no Instituto Valenciano de Oncologia. De acordo com Poveda, o Instituto voltado para assistncia mdica e pesquisa. ele destaca que o modelo adotado no tratamento de pacientes diferenciado, pois integrado ao redor de uma patologia.</p><p>O paciente atendido por uma equipe multidisciplinar que no muda. Quando ele chega ao instituto ele ser atendido sempre pelo mesmo fisioterapeuta, psiclogo, radioterapeuta, entre outros. O servio no separado e isso uma vantagem ao paciente, pois conhece a equipe e se sente confiante, e para o tratamento que mais eficaz. toda semana a equipe se rene para discutir novas ideias.</p><p>O NMeRO De MuLHeReS que entram na medicina no brasil maior que o de homens desde 2009, revela pesquisa da Faculdade de Medicina da uSP (FMuSP). A pesquisa mostra que o sexo feminino maioria em especialidades ligadas ateno bsica sade - como a clnica mdica, pediatria e ginecologia e obstetrcia - e bem menor na rea de cirurgia. Por exemplo, na cirurgia cardiovascular h 90% de homens, na neurocirurgia so 91,8%, na ortopedia 95% e na urologia 98,8%.</p><p>Conforme os registros nos CRMs, as mulheres mdicas representam 39,9% entre aproxidamente 400 mil profissionais registrados no Pas. Desde 2009, o nmero de mulheres que entram na medicina superou o de homens, diz Mrio Scheffer, professor do Departamento de Medicina Preventiva da FMuSP. Conforme a pirmide etria dos mdicos se aproxima dos 60 anos, o nmero de homens bem maior, reflexo da formao de um maior contingente masculino entre 1970 e 2000, enfatiza.</p><p>"A feminizao acelerada tambm verificada em pases como Inglaterra, Irlanda e Noruega.</p><p>Ateno bsicaDe acordo com Scheffer, o brasil </p><p>passa por mudanas com uma forte tendncia de envelhecimento da populao e aumento na prevalncia de doenas crnicas no transmissveis. Isso exigir um reordenamento dos servios de sade a partir da ateno primria, onde esto as especialidades com maior presena de mulheres, diz. Outros estudos mostram que, apesar de cumprir jornadas de trabalho menores e ter nmero menor de vnculos, devido as atividades familiares, a mulher mdica consegue harmonizar melhor a relao com os pacientes, alm de possuir maior capacidade para atuar em equipes multidisciplinares.</p><p>O protocolo orienta como o paciente deve ser tratado</p></li><li><p>falemaissobreisso.com.br 11a edio2013 7</p></li><li><p>falemaissobreisso.com.br 11a edio 20138</p><p>Sade do Corao: voc est pronto para comear a agir?</p><p>Inatividade fsica causa 6% de mortes globais. Fatores de risco, como obesidade, diabetes e a falta de atividade fsica, presentes na infncia podem aumentar muito a probabilidade de uma criana desenvolver doenas cardacas quando adulto. Mesmo 30 minutos de atividade moderada-intensa cinco dias por semana reduzem o risco de doenas cardacas e derrames.</p><p>Mais e mais as pessoas esto buscando alimentos processados que geralmente contm alto teor de acar, sal, gorduras saturadas e trans. </p><p>Dietas no-saudveis esto ligadas a 4 dos 10 maiores...</p></li></ul>