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  • Exerccios de BiologiaViroses

    TEXTO PARA A PRXIMA QUESTO

    (Ufpr) Na(s) questo(es) adiante, escreva no espao

    apropriado a soma dos itens corretos.

    1. "Um novo coquetel de drogas anima os cientistas a

    falarem no fim da AIDS como doena fatal: O AZT e

    um inibidor de transcriptase reversa inibem a

    reproduo do vrus em seu estgio inicial (...). Os

    vrus que escapam so atacados por um inibidor de

    protease (...). Como resultado, poucos vrus

    conseguem reproduzir-se (...). O vrus HIV uma

    peste microscpica que contm apenas nove gens e

    mesmo assim se vinha impondo contra o complexo

    organismo humano e seus 100.000 orgulhosos

    genes." (Veja, 10/07/1996)

    A nova multiterapia combinada para o tratamento

    dessa terrvel doena resultado do trabalho dos

    pesquisadores americanos David Ho e Roy Gulick e

    est amparada em conhecimentos sobre vrus e

    Biologia Celular e em avanos na rea farmacutica.

    Sobre o tema anterior enfocado, correto afirmar:

    (01) Como os demais vrus, o vrus da

    imunodeficincia humana, HIV, um parasita

    intracelular obrigatrio.

    (02) Transcriptase reversa e protease so

    substncias especiais, denominadas enzimas,

    compostos qumicos do grupo dos carboidratos,

    importantes para o metabolismo viral.

    (04) Transcriptase reversa e protease so enzimasque permitem a realizao de etapas importantes na

    multiplicao do HIV.

    (08) Inibidores so substncias que, ao bloquearem

    as aes das enzimas transcriptase reversa e

    protease, impedem a multiplicao do HIV.

    (16) O genoma (ou material gentico) sempre

    constitudo por DNA, independente de ser vrus ou

    clulas.

    (32) O cido nuclico viral uma molcula

    reduzidssima quando comparada com a molcula do

    cido nuclico das clulas humanas.

    Soma = ( )

    TEXTO PARA A PRXIMA QUESTO

    (Ufc) Na(s) questo(es) a seguir escreva no espao

    apropriado a soma dos itens corretos.

    2. Uma das estratgias mais eficientes que os rgos

    de sade dispem no combate s doenas

    infecciosas a preveno atravs da vacinao em

    massa da populao. Esse combate s possvel

    quando se conhece o agente causal da doena.Dentre as doenas ocasionadas por VRUS, podemos

    relacionar as seguintes:(01) Gonorria.(02) Raiva ou hidrofobia.

    (04) Clera.(08) Meningite meningoccica.(16) Poliomielite.

    Soma ( )

    TEXTO PARA A PRXIMA QUESTO

    (Ufsm) A qualidade da gua pode ser alterada por

    vrios fatores:- contaminantes biolgicos, que podem transformar

    as guas em fontes de transmisso de doenas;

    - compostos orgnicos que, mesmo em baixas

    concentraes, podem interferir no funcionamento

    dos seres vivos, como o benzeno, que um agente

    mutagnico, e os hormnios humanos, que podem

    ser exemplificados pelos esterides.

    3. Considerando que a falta de saneamento bsico

    responsvel pela proliferao de uma srie de

    doenas, assinale verdadeira (V) ou falsa (F) em cada

    uma das afirmativas a seguir.

    ( ) A hepatite infecciosa causada por um vrus

    presente nas fezes dos indivduos contaminados.( ) A disenteria amebiana causada por umabactria cujos cistos so eliminados atravs de

    diarria dos indivduos contaminados.( ) A esquistossomose causada por vermes dognero 'Schistosoma', cujos ovos presentes nas fezes

    dos indivduos doentes so os agentes infecciosos

    humanos.

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  • A seqncia correta

    a) V - F - F.b) V - V - V.c) F - F - V,

    d) V - F - V.

    e) F - V - F.

    TEXTO PARA A PRXIMA QUESTO (Puccamp)

    Ao distncia, velocidade, comunicao, linha

    de montagem, triunfo das massas, Holocausto:

    atravs das metforas e das realidades que

    marcaram esses cem ltimos anos, aparece a

    verdadeira doena do progresso...

    O sculo que chega ao fim o que

    presenciou o Holocausto, Hiroshima, os regimes dos

    Grandes Irmos e dos Pequenos Pais, os massacres

    do Camboja e assim por diante. No um balano

    tranqilizador. Mas o horror desses acontecimentos

    no reside apenas na quantidade, que, certamente,

    assustadora.

    Nosso sculo o da acelerao tecnolgica e

    cientfica, que se operou e continua a se operar em

    ritmos antes inconcebveis. Foram necessrios

    milhares de anos para passar do barco a remo

    caravela ou da energia elica ao motor de exploso; e

    em algumas dcadas se passou do dirigvel ao avio,

    da hlice ao turborreator e da ao foguete

    interplanetrio. Em algumas dezenas de anos,

    assistiu-se ao triunfo das teorias revolucionrias de

    Einstein e a seu questionamento. O custo dessa

    acelerao da descoberta a hiperespecializao.

    Estamos em via de viver a tragdia dos saberes

    separados: quanto mais os separamos, tanto mais

    fcil submeter a cincia aos clculos do poder. Esse

    fenmeno est intimamente ligado ao fato de ter sido

    neste sculo que os homens colocaram mais

    diretamente em questo a sobrevivncia do planeta.

    Um excelente qumico pode imaginar um excelente

    desodorante, mas no possui mais o saber que lhe

    permitiria dar-se conta de que seu produto ir

    provocar um buraco na camada de oznio.

    O equivalente tecnolgico da separao dos

    saberes foi a linha de montagem. Nesta, cada um

    conhece apenas uma fase do trabalho. Privado da

    satisfao de ver o produto acabado, cada um

    tambm liberado de qualquer responsabilidade.

    Poderia produzir venenos, sem que o soubesse - e

    isso ocorre com freqncia. Mas a linha de montagem

    permite tambm fabricar aspirina em quantidade para

    o mundo todo. E rpido. Tudo se passa num ritmo

    acelerado, desconhecido dos sculos anteriores. Sem

    essa acelerao, o Muro de Berlim poderia ter durado

    milnios, como a Grande Muralha da China. bom

    que tudo se tenha resolvido no espao de trinta anos,

    mas pagamos o preo dessa rapidez. Poderamos

    destruir o planeta num dia.

    Nosso sculo foi o da comunicao

    instantnea, presenciou o triunfo da ao distncia.

    Hoje, aperta-se um boto e entra-se em comunicao

    com Pequim. Aperta-se um boto e um pas inteiro

    explode. Aperta-se um boto e um foguete lanado

    a Marte. A ao distncia salva numerosas vidas,

    mas irresponsabiliza o crime.

    Cincia, tecnologia, comunicao, ao

    distncia, princpio da linha de montagem: tudo isso

    tornou possvel o Holocausto. A perseguio racial e

    o genocdio no foram uma inveno de nosso

    sculo; herdamos do passado o hbito de brandir a

    ameaa de um compl judeu para desviar o

    descontentamento dos explorados. Mas o que torna

    to terrvel o genocdio nazista que foi rpido,

    tecnologicamente eficaz e buscou o consenso

    servindo-se das comunicaes de massa e do

    prestgio da cincia.

    Foi fcil fazer passar por cincia uma teoria

    pseudocientfica porque, num regime de separao

    dos saberes, o qumico que aplicava os gases

    asfixiantes no julgava necessrio ter opinies sobre

    a antropologia fsica. O Holocausto foi possvel

    porque se podia aceit-lo e justific-lo sem ver seus

    resultados. Alm de um nmero, afinal restrito, de

    pessoas responsveis e de executantes diretos

    (sdicos e loucos), milhes de outros puderam

    colaborar distncia, realizando cada qual um gesto

    que nada tinha de aterrador.

    Assim, este sculo soube fazer do melhor de

    si o pior de si. Tudo o que aconteceu de terrvel a

    seguir no foi se no repetio, sem grande inovao.

    O sculo do triunfo tecnolgico foi tambm o

    da descoberta da fragilidade. Um moinho de vento

    podia ser reparado, mas o sistema do computador

    no tem defesa diante da m inteno de um garoto

    precoce. O sculo est estressado porque no sabe

    de quem se deve defender, nem como: somos

    demasiado poderosos para poder evitar nossos

    inimigos. Encontramos o meio de eliminar a sujeira,

    mas no o de eliminar os resduos. Porque a sujeira

    nascia da indigncia, que podia ser reduzida, ao

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  • passo que os resduos (inclusive os radioativos)

    nascem do bem-estar que ningum quer mais perder.

    Eis porque nosso sculo foi o da angstia e da utopia

    de cur-la.

    Espao, tempo, informao, crime, castigo,

    arrependimento, absolvio, indignao,

    esquecimento, descoberta, crtica, nascimento, vida

    mais longa, morte... tudo em altssima velocidade. A

    um ritmo de STRESS. Nosso sculo o do enfarte.

    (Adaptado de Umberto Eco, Rpida Utopia.VEJA, 25 anos, Reflexes para o futuro. So Paulo,

    1993).

    4. A respeito da acelerao tecnolgica e cientfica,

    considere o texto a seguir.

    "Em sculos passados, o homem no tinha meios de

    proteger-se contra doenas causadas por vrus e

    bactrias porque o avano cientfico ainda no havia

    identificado os causadores dessas molstias e a

    humanidade no possua vacinas contra elas.

    Atualmente, muitas dessas molstias j esto

    controladas, entretanto, para outras, como a AIDS, o

    desenvolvimento de vacinas foi infrutfero, pois o

    material gentico do ...(I)... altamente ...(II)... ."

    Para complet-lo corretamente, basta substituir (I) e

    (II), respectivamente, por

    a) vrus - mutagnicob) verme - mutagnico

    c) protozorio - mutagnicod) vrus - estvel

    e) protozorio - estvel

    TEXTO PARA A PRXIMA QUESTO

    (Ufmt) Na(s) questo(es) a seguir julgue os itens eescreva nos parnteses (V) se for verdadeiro ou (F)

    se for falso.

    5. Recentemente foi not

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