exercícios - d. processual penal (execução penal e medidas cautelares)

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Wander Garcia

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2a ed i o

em

concursos JurDIcos!atualizao 01julho/2011

lei 12.403/11 Priso e Medidas Cautelares lei 12.433/11 Execuo Penal

4. Direito Processual Penal Atualizao n 1Eduardo Dompieri

4.12. Priso, Medidas Cautelares e Liberdade ProvisriaEm matria de priso, INCORRETO afirmar que, conforme dispe o Cdigo de Processo Penal,(Magistratura/AL 2007 FCC) (A)

(Magistratura/DF 2007)

admissvel:(A) (B) (C) (D)

A priso temporria no

(B)

(Magistratura/GO 2009 FCC) A priso (A) (B)

(C)

(C)

(D)

(D) (E)

(E)

pode ser decretada como garantia da ordem pblica, mas no da econmica. obrigatria no caso de ru citado por edital e que no constituiu defensor, nos termos do art. 366 do Cdigo de Processo Penal. no admite revogao por excesso de prazo para o trmino da instruo, medida cabvel apenas para o relaxamento de flagrante. no cabvel se houver apresentao espontnea do acusado autoridade. pode recair sobre acusado primrio e de bons antecedentes.

(Magistratura/MG 2009 EJEF)

Marque a alternativa CORRETA. A liberdade provisria pode ser concedida no caso de: Priso em flagrante. Priso preventiva. Priso em flagrante viciado. Priso temporria.

(A) (B) (C) (D)

Gabarito "E"

A: art. 303 do CPP; B: com o advento da Lei 12.403/11, o panorama da fiana mudou sobremaneira no Cdigo de Processo Penal. As vedaes que antes havia no art. 323 do CPP no mais existem. Doravante, a fiana ter lugar em qualquer crime (exceo queles em relao aos quais a CF/88 veda a fiana e o prprio art. 323 tratou de listar), e o valor ser estabelecido de forma proporcional gravidade do crime e tambm situao econmica do indiciado/ru; C: tambm por fora da Lei 12.403/11, a redao do art. 311 do CPP foi modificada. A priso preventiva continua a ser decretada em qualquer fase da investigao policial ou do processo penal, mas o juiz, que antes podia determin-la de ofcio tambm na fase de inqurito, somente poder faz-lo, a partir de agora, no curso da ao penal. dizer, para que a custdia preventiva seja decretada no curso da investigao, somente mediante representao da autoridade policial ou a requerimento do Ministrio Pblico; D: outra novidade trazida pela Lei 12.403/11 que a autoridade policial, agora, pode arbitrar fiana em qualquer infrao penal cuja pena mxima cominada no seja superior a quatro anos (recluso ou deteno). Pela redao anterior do art. 322 do CPP, o delegado somente estava credenciado a arbitrar fiana nas contravenes e nos crimes apenados com deteno; E: art. 316 do CPP.Gabarito "B"

A: art. 312 do CPP; B: no h que se falar em priso preventiva obrigatria, automtica. Somente ser decretada se necessria ao processo. A mera ausncia do ru ao interrogatrio no motivo bastante a justificar a decretao de sua custdia preventiva, que somente ser determinada se presentes os requisitos dos arts. 312 e 313 do CPP; C: a priso preventiva tambm pode ser relaxada por excesso de prazo para o trmino da instruo; a revogao se opera na hiptese do art. 316 do CPP; D: o art. 317 do CPP, que previa a apresentao espontnea do acusado, foi revogado pela Lei 12.407/11; E: ainda que se trate de acusado primrio e de bons antecedentes, em seu desfavor pode ser decretada a custdia preventiva, desde que preenchidos os requisitos a que alude o art. 312 do CPP.

Gabarito "D"

nas infraes permanentes, entende-se o agente em flagrante delito enquanto no cessar a permanncia. no ser concedida fiana nos crimes punidos com recluso em que a pena aplicada for igual ou inferior a 2 (dois) anos. em qualquer fase do inqurito policial ou da instruo criminal, caber a priso preventiva, decretada pelo juiz, de ofcio, a requerimento do Ministrio Pblico ou do querelante, ou mediante representao da autoridade policial. a autoridade policial somente poder conceder fiana nos casos de infrao punida com deteno ou priso simples. o juiz poder revogar a priso preventiva se verificar a falta de motivos para que subsista, bem como de novo decret-la, se sobrevierem razes que a justifiquem.

nos crimes contra o sistema financeiro; no crime de terrorismo; no crime de epidemia com resultado de morte; nenhuma das alternativas acima (A, B, C) correta.

Art. 1, III, da Lei 7.960/89.

preventiva

3

EDuArDo DoMPiEri(C)

(Magistratura/MG - 2007)

Marque a alternativa INCORRETA. O acusado NO poder recorrer, validamente, garantia da inviolabilidade domiciliar quando se tratar de: priso preventiva ordenada por autoridade competente e efetivada durante o dia. priso temporria ordenada por autoridade competente e efetivada durante o perodo noturno, depois de colhido o consentimento do morador. priso decorrente de sentena condenatria que transitou em julgado, independentemente do horrio de sua efetivao. priso decorrente de sentena de pronncia efetivada durante o dia, independentemente do consentimento do morador. No processo penal, o Juiz, deGabarito "C"

(Magistratura/MS 2008 FGV) Quais os tipos de prises cautelares que existem no ordenamento processual penal brasileiro? (A) (B)

(A) (B)

(C)

4(C)

(D)

(D)

(E)

Temporria, administrativa, preventiva e decorrente de pronncia. Flagrante, temporria, preventiva e decorrente de sentena (ou acrdo) condenatria recorrvel e decorrente de pronncia. Preventiva, temporria, decorrente de pronncia e decorrente de sentena (ou acrdo) condenatria recorrvel. Flagrante, temporria, administrativa, preventiva, decorrente de sentena (ou acrdo) condenatria recorrvel, decorrente de pronncia. Temporria, preventiva, decorrente de sentena (ou acrdo) condenatria recorrvel e decorrente de pronncia.

Art. 283 do CPP e art. 5, XI, da CF.(Magistratura/MG - 2006)

ofcio, NO pode:(A) (B) (C) (D)

A: dada a modificao implementada no art. 311 do CPP, no mais pode o juiz decretar a priso preventiva de ofcio no curso da investigao policial, somente podendo faz-lo no decorrer da ao penal; B: art. 147 do CPP; C: art. 95 do CP; D: art. 2, caput, da Lei 7.960/89.

(Magistratura/MS 2008 FGV) Qual dos elementos abaixo no est previsto no art. 312 do Cdigo de Processo Penal como um dos requisitos para a decretao da priso preventiva? (A) (B) (C) (D) (E)

afirmar que:(A)

(Magistratura/MG - 2006) Quanto priso, INCORRETO

(B)

Gabarito "C"

ainda que o crime seja inafianvel, no pode a autoridade policial telefonar outra, de diferente circunscrio, solicitando a priso de algum, anunciando que tem em mos um mandado de priso emitido pela autoridade competente; enquanto no sobrevier sentena condenatria, nas infraes penais comuns, o Presidente da Repblica no estar sujeito priso;

Quando necessria para assegurar a aplicao da lei penal. Quando conveniente para a instruo criminal. Quando imprescindvel para apaziguar o clamor pblico. Quando houver prova da existncia do crime e indcio suficiente de autoria. Quando necessria para garantir a ordem econmica.

O clamor pblico, por si s, alm de no estar inserto no art. 312 do CPP, no apto a justificar a priso preventiva.

Gabarito "B"

decretar a priso preventiva; proceder verificao da falsidade; revogar a reabilitao; decretar a priso temporria.

com o advento da Lei 12.403/11, instaurou-se uma nova realidade. A priso em flagrante deixou de constituir modalidade de priso cautelar (processual ou provisria). Passamos a contar, a partir de ento, com duas modalidades de priso cautelar, a saber: priso preventiva e priso temporria. S para lembrar: a priso decorrente de pronncia e a priso decorrente de sentena recorrvel deixaram de integrar o rol das prises processuais com a entrada em vigor das Leis 11.689/08 e 11.719/08.

Gabarito "A"

O art. 310 do CPP, com a redao alterada pela Lei 12.403/11, impe ao magistrado, quando do recebimento do auto de priso em flagrante, o dever de manifestar-se fundamentadamente acerca da priso que lhe comunicada. Pela novel redao do dispositivo, abrem-se para o juiz as seguintes opes: se se tratar de priso ilegal, dever o juiz relax-la e determinar a soltura imediata do preso; se a priso estiver em ordem, dever o juiz, desde que entenda necessrio ao processo, converter a priso em flagrante em preventiva, sempre levando-se em conta os requisitos do art. 312 do CPP. Ressalte-se que, tendo em vista o postulado da proporcionalidade, a custdia preventiva somente ter lugar se as medidas cautelares diversas da priso revelarem-se inadequadas. Disso inferimos que a priso em flagrante perdeu sua autonomia, j que no mais poder perdurar at o final do processo como modalidade de priso cautelar; poder, por fim, o juiz conceder a liberdade provisria, com ou sem fiana, substituindo, assim, a priso em flagrante. Da podemos afirmar que, neste novo panorama, a priso em flagrante poder ser substituda pela liberdade provisria, que constitui um sucedneo seu, ou mesmo pela priso preventiva, dado que o infrator no poder permanecer preso provisoriamente, como antes ocorria, em flagrante, j que agora somente h duas modalidades de priso processual: preventiva e temporria. A priso em flagrante deixa de ter natureza processual. Deixa de constituir modalidade de priso cautelar.Gabarito "A"

(D)

o cidado que efetivamente tenha exercido a funo de jurado tem direito priso especial antes da condenao definitiva, mesmo depois de ter sido excludo da lista de jurados, salvo se a excluso se deu por incapacidade moral ou intelectual para o exerccio da funo; quando se tratar de uma organizao criminosa, a autoridade policial pode retardar a realizao da priso em flagrante de seus membros, desde que mantidos sob observao e acompanhamento para que a medida legal se concretize no momento mai

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