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  • http://ensinoespirta.blogspot.com Pgina 1

    Excurso Para Nosso Lar.

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    Kardec era extremamente crtico quanto a tudo o que chegava a suas mos.

    Antes de desencarnar ele mostrou como fez e deixou todo o mtodo

    necessrio para que a doutrina pudesse continuar evoluindo de maneira segura

    e confivel, tal como quando foi codificada.

    Todavia o que vemos nos dias atuais o abandono de toda uma metodologia

    onde comearam a aceitar qualquer novidade para a doutrina, como se ela a

    doutrina tivesse que ser um "almanaque abril, que precisa sempre de

    novidades e atualizaes anuais para vender bem.

    Bem aqui aplicamos o debatido, renegado e mal entendido C.U.E.E

    O primeiro controle , sem sombra de dvida, o da razo, qual preciso

    submeter, sem exceo, tudo quanto vem dos Espritos.

    [Controle Universal dos Espritos Revista Esprita, abril de 1864]

    Para iniciar preciso conhecer de fato o curriculum dos autores.

    Chico Xavier foi quem psicografou, era mdium, mas, nunca deixou de ser

    catlico e isto pode ser visto aqui.

    Ou l no final um resumo

    http://ensinoespirita.blogspot.com/2010/08/um-grande-medium-catolico.html

    Andr Luiz um esprito de um ATEU que depois de sair de um suposto umbral

    dita uma obra que considerada o mais importante livro da bibliografia esprita.

    Na obra podemos ver uma tentativa de enxertar conceitos e ensinos catlicos

    tanto que o esprito considerado suicida por m alimentao dando nfase

    para um dos sete pecados capitais da igreja.

    Gula: comer somente por prazer, em quantidade superior quela necessria

    para o corpo humano.

    KARDEC ENTRA EM NOSSO LAR.

    No mundo espiritual existe tudo qual no mundo material isto , h uma

    correspondncia?

    R - No uma fico.

    Revista Esprita 1859 pg 279.

    Swedenborg quando vivo, criou uma teoria sobre o mundo espiritual aos

    moldes de Andr Luiz; mas ao chegar no mundo dos espritos reconheceu seus

    devaneios e, por ter alcanado um grau evoluo excelente, sendo uma das

    maiores inteligncias da histria, sem com isso o livrar do compromisso com a

    verdade, que no d a infalibilidade a ningum, veio sob a tutela do Esprito de

    http://ensinoespirita.blogspot.com/2010/08/um-grande-medium-catolico.html

  • http://ensinoespirta.blogspot.com Pgina 3

    Verdade restabelecer todas as coisas, e, mais esclarecido sobre as coisas do

    esprito dar-nos uma viso melhor sobre o mundo dos espritos.

    Sobre a RESPOSTA de Swedenborg. Revista Esprita.

    Ou l no final um resumo

    http://ensinoespirita.blogspot.com/2010/09/revelacoes-de-swedenborg.html

    Nosso Lar cpt 02

    Eu, que detestara as religies no mundo, experimentava agora a necessidade

    de conforto mstico. Mdico extremamente arraigado ao negativismo da minha

    gerao, impunha-se-me atitude renovadora.

    ANALISE_ Vemos a identificao do esprito, um ateu convicto, que no

    maximo conhecia alguns dogmas catlicos sobre

    a vida aps a morte.

    Nosso Lar cpt 3

    Clarncio, que se apoiava num cajado de substncia

    luminosa, deteve-se frente de grande porta

    encravada em altos muros, cobertos de trepadeiras

    floridas e graciosas. Tateando um ponto da muralha,

    fez-se longa abertura, atravs da qual penetramos,

    silenciosos.

    ANALISE_ da essncia de um Esprito elevado

    se ligar mais ao pensamento que forma e

    matria, de onde se segue que a elevao do Esprito est em razo da

    elevao das idias; portanto, todo Esprito meticuloso nos detalhes da

    forma, que prescreve puerilidades, em uma palavra, que liga importncia

    aos sinais e s coisas materiais, acusa, por isso mesmo, uma pequenez

    de idias, e no pode ser verdadeiramente superior. A. K. Revista Esprita

    1860 206.

    Afinal, o governador da cidade se apoiava num cajado?

    Nosso Lar cpt 03

    Um deles afagou-me a fronte, como se fora conhecido pessoal de longo tempo

    e acentuou: Estamos nas esferas espirituais vizinhas da Terra

    ANALISE_ Esta afirmao ser vizinha diferente a descrio que Andr

    afirma que a colnia esta em cima da cidade do RJ.

    Nosso Lar cpt 08

    Nosso Lar antiga fundao de portugueses distintos, desencarnados no

    Brasil, no sculo XVI.

    http://ensinoespirita.blogspot.com/2010/09/revelacoes-de-swedenborg.html

  • http://ensinoespirta.blogspot.com Pgina 4

    ANALISE_ Fica mais curioso saber que a colnia existia antes mesmo da

    publicao dos livro dos espritos e os espritos superiores se abstero

    de divulgar isso.

    Nascido no sculo XIX, no dia 18 de Abril de 1857, com a publicao de O

    Livro dos Espritos

    Nosso Lar cpt 09

    Ele, porm, solicitou audincia ao Ministrio da Unio Divina e, depois de ouvir

    o nosso mais alto Conselho, mandou fechar provisoriamente o Ministrio da

    Comunicao, determinou funcionassem todos os calabouos da

    Regenerao, para isolamento dos recalcitrantes, advertiu o Ministrio do

    Esclarecimento, (...)A colnia ficou, ento, sabendo o que vem a ser a

    indignao do esprito manso e justo.

    ANALISE_ Vemos que no momento que o Ministrio da Comunicao era

    imprescindvel foi fechado e curiosamente ao invs de se abrir

    conversao fraterna se abriu os CALAbouos da regenerao para isolar

    os insatisfeitos.

    Nisso a colnia conhece a indignao do esprito manso e justo o que

    um enorme paradoxo, pois aquilo que enquanto no pode no ser

    segundo o principio de no contradio de Aristteles

    Conta uma conhecida fbula que sobre um sbio chins, que aps um

    sonho, ficou em dvida pelo resto da vida, sobre se ele era um homem

    que sonhou que era uma borboleta, ou se era uma borboleta sonhando

    que era um homem.

    Nosso Lar cpt 12

    O Umbral funciona, portanto, como regio destinada a esgotamento de

    resduos mentais; uma espcie de ZONA PURGATORIAL, onde se queima a

    prestaes o material deteriorado das iluses que a criatura adquiriu por

    atacado, menosprezando o sublime ensejo de uma existncia terrena. A

    imagem no podia ser mais clara, mais convincente.

    ANALISE_ P U R G A T R I 0 PROVENIENTE DE PURGAR: tornar puro,

    purificar, limpar.

    PARA O CRISTIANISMO: lugar de purificao das almas dos justos, antes de

    admitidos na bem-aventurana. P. ext. qualquer lugar onde se sofre por algum

    tempo. O Evangelho no faz meno alguma do purgatrio, que s foi admitido

    pela Igreja no ano de 593, como dogma: era o lugar menos doloroso para as

    almas, bastando preces ditas ou encomendadas (oraes pagas), para que o

    interessado no fosse ao fogo, mas ao Cu. Isto deu origem venda de

    indulgncia, ou seja, a remisso do pecado pelo pagamento de uma

    determinada quantia em dinheiro. (1) cap. V

  • http://ensinoespirta.blogspot.com Pgina 5

    SEGUNDO O ESPIRITISMO: 1013. O que se deve entender por purgatrio?

    Dores fsicas e morais: o tempo da expiao. quase sempre na Terra

    que fazeis o vosso purgatrio e que Deus vos faz expiaras vossas faltas.

    Comentrio de Kardec: Aquilo que o homem chama purgatrio tambm uma

    figura pela qual se deve entender, no algum lugar determinado, mas o estado

    dos Espritos imperfeitos que esto em expiao at a purificao completa

    que deve elev-los ao plano dos Espritos felizes. Operando-se essa

    purificao nas diversas encarnaes, o purgatrio consiste nas provas da vida

    corprea.

    Nosso Lar cpt 17

    Em seguida, chamou-me Lsias para ver algumas dependncias da casa,

    demorando-me na Sala de Banho, cujas instalaes interessantes me

    maravilharam.

    ANALISE_ Bem sobre esprito se banhar teramos que primeiro saber

    como se suja um esprito?

    Nosso Lar cpt 18

    Almas gmeas, almas irms, almas afins, constituem pares e grupos

    numerosos. Unindo-se umas s outras, amparando-se mutuamente,

    conseguem equilbrio no plano de redeno. Quando, porm, faltam

    companheiros, a criatura menos forte costuma sucumbir em meio da jornada.

    ANALISE _ A crena na alma gmea vem da lenda de que o Criador ao

    fazer o homem teria percebido que sua obra estaria incompleta, teve

    ento a idia de retirar do prprio homem uma parte e assim criou a

    mulher.

    Desde este momento, homem e mulher vivem a busca da sua outra

    metade para serem felizes.

    Entretanto a Doutrina Esprita taxativa em afirmar que no existe unio

    particular e fatal entre duas almas, isto , no existem almas gmeas.

    Consultado o LIVRO DOS ESPIRITOS O QUE ENCONTRAMOS.

    298. As almas que se devem unir esto predestinadas a essa unio desde

    a sua origem, e cada um de ns tem, em alguma parte do Universo, a sua

    metade, qual algum dia se unir fatalmente?

    No; no existe unio particular e fatal entre duas almas. A unio existe

    entre os Espritos, mas em graus diferentes, segundo a ordem que

    ocupam, ou seja, de acordo com a perfeio que adquiriram: quanto mais

    perfeitos, tanto mais unidos. Da discrdia nascem todos os males

    humanos; da concrdia resulta felicidade completa.