Excelente Artigo Laser Deteco

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Artigo Laser Deteco.

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http://www.sindemosc.com.br/index.php?option=com_content&task=view&id=6469&Itemid=92Teste com laser descobre distncia se motorista est bbado|Imprimir|24/06/14Cientistas poloneses desenvolveram um laser que pode ser usado para detectar motoristas embriagados mesmo antes de o carro ser parado.Cientistas poloneses desenvolveram um laser que pode ser usado para detectar motoristas embriagados mesmo antes de o carro ser parado.A Universidade Militar e de Tecnologia de Varsvia publicou um estudo explicando que o dispositivo emite o sinal do laser da estrada, pegando o carro de lado, quando ele estiver passando. O feixe de luz retorna por um espelho ligado a um detector capaz de medir a quantidade de lcool presente no sangue do motorista.No estudo, os pesquisadores dizem que o recurso pde aferir quantidades abaixo de 0,1%. No Brasil, para se ter uma ideia, a Lei Seca estabeleceu que o condutor no pode apresentar mais de 0,05 miligramas de lcool no ar quando soprar o bafmetro.O problema que o mtodo facilmente tapeado, porque ele no se foca no condutor, mas no veculo, ento uma janela aberta, o ar-condicionado, ou at mesmo a presena de outros passageiros interferem no resultado.Para os pesquisadores, porm, no se trata de definir se o condutor est ou no em condies de dirigir, mas de tornar o trabalho dos fiscais mais eficiente, j que no seria necessrio parar carros a esmo.http://olhardigital.uol.com.br/noticia/42534/42534Teste com laser descobre distncia se motorista est bbadoPorRedao Olhar Digital-em 11/06/2014 s 12h38Avaliao:Avaliar: Cincia(Foto: Reproduo)inShare4Cientistas poloneses desenvolveram um laser que pode ser usado para detectar motoristas embriagados mesmo antes de o carro ser parado.A Universidade Militar e de Tecnologia de Varsvia publicou um estudo explicando que o dispositivo emite o sinal do laser da estrada, pegando o carro de lado, quando ele estiver passando. O feixe de luz retorna por um espelho ligado a um detector capaz de medir a quantidade de lcool presente no sangue do motorista.No estudo, os pesquisadores dizem que o recurso pde aferir quantidades abaixo de 0,1%. No Brasil, para se ter uma ideia, a Lei Seca estabeleceu que o condutor no pode apresentar mais de 0,05 miligramas de lcool no ar quando soprar o bafmetro.O problema que o mtodo facilmente tapeado, porque ele no se foca no condutor, mas no veculo, ento uma janela aberta, o ar-condicionado, ou at mesmo a presena de outros passageiros interferem no resultado.Para os pesquisadores, porm, no se trata de definir se o condutor est ou no em condies de dirigir, mas de tornar o trabalho dos fiscais mais eficiente, j que no seria necessrio parar carros a esmo.Via:The Verge.Comente no nosso Frum. Participe da Comunidade Olhar Digital!http://www.smabc.org.br/smabc/hotsite_curiosidades.asp?id_CON=3134Informes DIEESEContedo4 de Junho de 2014Vem a o telebafmetroSistema poder detectar vapores de lcool dentro de carros em movimentoO cerco aos motoristas que dirigem sob efeito do lcool ser apertado ainda mais no futuro prximo. Cientistas da Universidade de Tecnologia Militar de Varsvia, na Polnia, criaram um sistema capaz de detectar distncia a presena de vapores de lcool na cabine dos automveis, mesmo em movimento.O telebafmetro baseado na mesma tecnologia usada por foras de segurana para detectar explosivos ou outras substncias perigosas sem necessidade de se aproximao. O sistema projeta um raio laser atravs das janelas do carro na direo de um espelho localizado no lado oposto, que o reflete para um detector fotoeltrico.A anlise do laser refletido permite determinar qual a percentagem do raio luminoso foi absorvida pelo lcool existente no ar dentro da cabine. Segundo os cientistas, nas primeiras experincias o sistema foi capaz de detectar a presena de lcool em condies equivalentes presena de um motorista com 0,01 por cento de lcool no sangue.Um ponto fraco do sistema que os resultados podem ser alterados pelo uso de filmes nas janelas do carro, andar com os vidros abertos e outros truques. O uso do ar-condicionado com ventilador em alta velocidade tambm pode influenciar no resultado.Do Autoestradahttp://tunados.net/novo-volante-vai-detectar-o-nivel-de-alcool-no-sangue-do-motoristaNovo volante vai detectar o nvel de lcool no sangue do motoristaUm Grupo de fabricantes deveculos nos EUA esto trabalhando juntos nos testes finais de umatecnologiaque ir impedir que o motorista alcoolizado consiga ligar o carro. Isso porque ser instalado no valante um sensor que se baseia na espectrometria de tecidos da pele, tcnica que analisa o nvel de lcool no sangue de uma pessoa, apenas emitindo uma luz na palma da mo da pessoa.O sensor funciona da seguinte forma: ao sentar nobancoo motorista dever colocar a mo sobre um sensor que fica instalado no volante, nesse momento um laser infravermelho penetra na epiderme (camada externa da pele) e refletida pela derme.Assim com um computador a tecnologia vai analisar pela tonalidade do sangue domotoristase contm mais lcool que o permitido.via: superhttp://www.swissinfo.ch/por/cientistas-su%C3%AD%C3%A7os-desenvolvem-detector-port%C3%A1til-de-coca%C3%ADna/32072768Cientistas suos desenvolvem detector porttil de cocanaPor Patricia Islas0 Trabalho PolticaREUTILIZAR ESTE ARTIGOIMPRIMIR12. FEVEREIRO 2012 - 11:00A Escola Politcnica Federal de Zurique (ETH, na sigla em alemo) est desenvolvendo uma nova tecnologia para criar um sensor manual capaz de detectar a concentrao de cocana em um indivduo graas a uma simples mostra de saliva.O projeto se realiza em colaborao com outros centros de inovao do pas dentro do contexto da iniciativa governamental "Nano-Tera". Entre as possveis aplicaes do aparelho: testes do uso de drogas ao volante.Hoje essa cena seria imaginvel apenas em um filme futurista. Um policial detm um motorista por suspeita de consumo de drogas ao volante. Ele solicita uma prova de saliva, que introduzida posteriormente em um aparelho no muito maior do que sua prpria mo. Em segundos ele obtm o resultado do exame com a informao detalhada sobre os entorpecentes consumidos, sem a necessidade de fazer um exame sanguneo posterior.Porm a realidade outra: "Os exames rpidos que a polcia realiza na rua no oferecem informaes exatas sobre a concentrao da droga, mas sim um resultado positivo ou negativo de uso, falso por vezes e que, portanto, no reconhecido nos tribunais. Alm disso, toma tempo levar o condutor ao hospital para um exame de sangue. Por essa razo, obter uma concentrao quantitativa atravs da saliva significaria um grande passo, afirma Markus Sigrist, professor no Instituto de Eletrnica Quntica da ETH.Nove equipes de cinco instituies helvticas de vanguarda - Escola Politcnica de Zurique e Lausanne (EPFL), Universidade de Neuchtel e de Cincias Aplicadas do Noroeste da Sua e tambm o Laboratrio Suo de Testes de Materiais trabalham em conjunto para desenvolver o detector infravermelho."Trata-se de um grande projeto suo de quatro anos, em que cada instituio faz a sua parte. Minha equipe trabalha com o desenvolvimento de um sensor tico para medir a concentrao de cocana", explica Sigrist.Mtodo mais acuradoExplicando o projeto de forma simples: o grupo de fsicos de Sigrist estabeleceu a longitude em que se pode medir a absoro de cocana na saliva atravs de um detector infravermelho de radiao muito sensvel, criado na Universidade de Neuchtel, em que se emprega um laser quntico em cascata, uma inveno da ETH.Parece fcil, mas os fsicos de Zurique precisaram trs anos para definir o espectro de absoro especfico da cocana e excluir a influncia de outras substncias. "Ns descartamos todas as possibilidades como lcool, cafena, diluentes, plulas para dor de cabea e outros.""Com base no que obtivemos at agora, foi necessrio um ano para depurar os resultados analticos a limite de nanogramo por mililitro e, em trs anos ou mais, teremos a plataforma necessria para que um eventual parceiro industrial possa levar o produto ao mercado. Por outro lado, no descartamos que esse mesmo mtodo, com outro sensor a laser, tambm seja aplicado um dia para exames de deteco de herona."Alm disso, o professor de fsica experimental de 64 anos avalia o modo de estabelecer, a partir dos resultados dessa anlise indireta da saliva, a correlao da concentrao da droga no sangue.Modificao legislativaAtualmente na Sua a medicina forense a nica que pode fornecer a prova legal para sancionar o consumo de drogas ilcitas no volante. "No h excees. Se um sensor como o descrito for aceito pelos tribunais, isso significaria necessariamente uma modificao da lei", lembra Frank Rfenacht, chefe de trnsito da Polcia Cantonal de Berna."Na Sua, as polcias escolhem entre dois tipos de exames preliminares: saliva ou urina. Eles podem dar um resultado positivo ou negativo do uso de quatro substncias: herona, marijuana e anfetaminas. O segundo passo levar o suspeito ao hospital, onde feito um teste quantitativo de sangue, a nica prova reconhecida frente Justia."Em seu cargo h vinte e trs anos e encarregado de verificar as ferramentas utilizadas pelos seus colegas, o chefe da unidade de trnsito da capital escolheu h doze anos um exame circunstancial de urina, "efetivo e confivel", a um custo de 25 francos. Antes, adverte, era impossvel realizar uma anlise preliminar no prprio local.O ideal: um aparelho multissensorial"O ideal seria ter um aparelho confivel em que, a partir da saliva, fosse possvel estabelecer as converses concretas da concentrao de diversas substncias ilegais no sangue. Seria muito complicado modificar as leis atuais", comenta Antonello Laveglia, porta-voz do Departamento Federal de Estrada e Rodagens, rgo encarregado de manter em dia a legislao relativa circulao no trfego."Basta olhar para o celeuma que provocou nossa proposta de admitir o teste preliminar do bafmetro como prova de embriaguez no volante", adverte Laveglia ao evocar a questo includa no projeto 'Via sicura' em discusso atual pelos parlamentares.Coquetis: uma realidade perigosa"Faz sentido buscar uma opo mais simples e menos custosa como esse sensor em desenvolvimento", opina Franziska Eckmann, diretora da Central Sua de Coordenao de Dependncias (Infodrog, na sigla original), ao citar um estudo recente: "Seis em cada dez motoristas suspeitos de estar conduzindo sob influncia de psicotrpicos aps terem cometido um acidente de trnsito tiveram resultado positivo na prova sangunea, que sete polcias cantonais solicitaram ao Instituto Forense de Zurique entre 2006 e 2010."Apesar de regional, o estudo reflete uma realidade que poucas investigaes detalham: do total dos testes positivos, a metade ingeriu somente lcool e a outra metade consumiu uma ou vrias drogas ilegais e, em grande parte, em combinao com o lcool: 73%, maconha; 38%, cocana; 10%, morfina; 4%, anfetaminas; 5%, ecstasy e 8%, metadona."Na Sua se parte do pressuposto que 5% dos acidentes graves no trnsito se devem pelo consumo de drogas ilcitas ou medicamentos. No caso do lcool, 15%", acrescenta Magali Dubois, porta-voz da Secretaria Sua para Preveno de Acidentes. Pior ainda, "o risco de acidente se eleva em quatorze vezes se existe a combinao do lcool com outras drogas, mesmo que o consumo seja mnimo."Sob esse pano de fundo nenhuma pessoa atuante na preveno de acidentes na Sua se ope evoluo tecnolgica em favor da segurana nas vias pblicas. Tambm em escala europeia existe hoje um incentivo para que a legislao tambm considere novos mtodos eficazes e rpidos na deteco do uso de drogas no volante.Tolerncia zeroNa Sua proibidopara um motorista que tenha consumido qualquer tipo de droga ilegal, independentemente da quantidade, a conduzir um veculo.A nica prova legal do crime umexame de sangue.No caso de lcool, o limite permitido de0,5 g / L.Trfico na SuaCom uma populao pouco menor do que oito milhes de habitantes, ela viu sua frota de veculos registrados passarem dequatro para seis milhesno espao de duas dcadas. (1990 a 2010).Sua considerada uma das "artrias" na malha rodoviria europeia. Suas estradas vivem um fluxo dirio desete milhesde veculos.Os acidentes no pas caram a nveis registrados na dcada de 1950. Em 2010 ocorreram20 mil acidentes com danos pessoais: 327 pessoas morreram, 4.458 ficaram gravemente feridos e 19.779 levemente feridas. A principal razo para acidentes: desateno.Por Patricia Islas,swissinfo.chAdaptao: Alexander Thoelehttp://www.lersaude.com.br/exame-de-glicose-sem-agulhadas/ Home Quem Somos Fale ConoscoExame de glicose sem agulhadasAutor:Gilmar TorquatoData:5 de novembro de 2013Comentrios:0Compartilhe !facebooktwittergooglepinterestCientistas alemes desenvolvem tcnica que utiliza um feixe de laser para detectar a quantidade de acar no sangue. A expectativa que uma verso porttil do equipamento esteja disponvel no mercado em aproximadamente oito anos.Basta uma picada no dedo para extrair nada mais que uma gota de sangue, rapidamente absorvida pela tira de papel, que reage ao acar contido na substncia vermelha. O resultado lido por uma mquina que pode assegurar ao paciente de que est tudo bem ou alertar sobre qualquer desequilbrio. Comparada a um exame de laboratrio que pede deslocamento, profissionais qualificados e jejum a glicosimetria um processo relativamente simples. Mas para os diabticos que repetem o ritual vrias vezes ao dia o teste poderia ser um pouco mais fcil e menos doloroso.O trabalho de uma equipe de cientistas alemes pode deixar os dias da agulha para trs. Em vez do metal perfurante, um raio de luz indolor acusa em poucos segundos o nvel de glicose no sangue de uma pessoa. O dispositivo eletrnico desenvolvido em Frankfurt foi descrito na ltima edio da publicao especializada Review of Scientific Instruments e tem condies de substituir em poucos anos o procedimento invasivo.O prottipo, que ainda passa pelas primeiras fases de testes, j apresenta resultados otimistas. Para os criadores da tecnologia, o glicosmetro a laser tem chances de se tornar um aparelho porttil mais barato e eficiente que os leitores atuais. Estamos bem no meio do projeto. (O aparelho) melhor que os testes em tiras, mas no to bom, ao menos ainda, quanto os testes clnicos de laboratrio, compara Werner Mntele, coordenador do projeto e pesquisador da Johann Wolfgang Goethe-Universitt, na Alemanha.O aparelho usa uma tcnica chamada espectroscopia acstica, na qual um feixe de luz induz uma resposta sonora nica de determinado material. O modelo criado pelos pesquisadores alemes equipado com um laser sintonizado na frequncia correspondente ao espectro da glicose. A luz tem diferentes comprimentos de onda. preciso saber em qual comprimento de onda a amostra responde, em que regio do espectro ela absorve, explica Daniele Toniolo Dias, professora do Laboratrio de Propriedades Termo-pticas (Lapto), da Universidade Tecnolgica Federal do Paran (UTFP).Agitadas pelas ondas que atravessam a camada exterior da pele, as molculas criam ondas ultrassnicas que os pesquisadores alemes chamam de a doce melodia da glicose. Se a amostra absorver o comprimento de onda, ela vai aquecer e transmitir calor para o gs dentro da cmara, no caso o ar. Ele vai esquentando e se expande e contrai, e isso que gera a onda de presso dentro da clula, detectada pelo microfone, descreve a especialista brasileira. A onda de calor, que no sentida pelo paciente, viaja de volta atravs da pele e reconhecida por uma clula fotoacstica, que converte o som em um sinal eltrico por meio de um minsculo microfone especial (veja infografia acima).Dias, que no participou do estudo alemo, explica que a tcnica antiga e adotada por laboratrios para detectar a impresso digital dos espectros de todos os tipos de gases, slidos e lquidos. Em experimentos, as ondas ultrassnicas tm utilidade em reas variadas, desde a avaliao de cosmticos at a medio da fotossntese em plantas. A prpria pesquisadora trabalha em um projeto de fotoacstica para detectar placas bacterianas em consultrios odontolgicos.*Clique na imagem para aumentar o tamanho do texto, caso seja necessrio.SimplesOs autores da nova tcnica admitem que a espectroscopia acstica j havia sido considerada para a aferio no invasiva de glicose antes, mas que o mtodo sempre esbarrava em interferncias ambientais, como a temperatura ou a umidade do local onde os testes foram realizados. Na verdade, um glicosmetro sem agulhas um sonho antigo dos diabticos. Desde 2003, temos acompanhado essa tentativa de produzir equipamentos que no tenham de fazer rupturas no tecido para mensurar a glicemia. E ouvi mesmo comentrios recentes sobre o uso de um laser, comenta Jane Dullius, coordenadora do Programa de Educao em Diabetes Doce Desafio, da Universidade de Braslia (UnB).Mudanas no design testado no passado parecem ter chegado a uma soluo prtica, e a tcnica aprimorada j mede o nvel de acar com uma preciso bastante significativa. Os pesquisadores acreditam que, depois de aperfeioado e produzido em larga escala, o procedimento tem condies de ser incorporado a um pequeno aparelho porttil que possa ser usado com mais rapidez e facilidade que as tiras reagentes, inclusive em situaes complicadas para o uso de agulhas, como em meio a uma maratona de exerccios.O exame de glicemia costuma ser realizado nos lugares mais inusitados e em situaes muitas vezes pouco confortveis, pois o nvel de acar no sangue de um diabtico pode oscilar radicalmente em questo de horas. Se no for acompanhado com cuidado, um paciente arrisca sofrer um episdio de hipo ou hiperglicemia, por isso a necessidade do teste caseiro. Jane Dullius estima que um diabtico realize o exame de trs vezes por semana a at oito vezes dirias. bem simples, mas obviamente tem uma mo de obra do procedimento a ser executado. Se apresentassem uma alternativa que seja acessvel e tenha uma forma no invasiva de realizar essa medida, isso seria fantstico, avalia a doutora em cincias da sade e que tambm diabtica.Atualmente, o prottipo do glicosmetro alemo tem o tamanho de uma caixa de sapato e deve ser usado em breve em clnicas e centros de apoio ao diabtico. Um grupo de voluntrios j trabalha no teste e nas avaliaes do aparelho em condies crticas, como durante o uso de medicamentos que poderiam interferir nos resultados. Os pesquisadores estimam que o acessrio porttil chegue ao mercado a preos acessveis em at oito anos. Em um futuro ainda mais distante, a tcnica poderia ser adaptada para outros tipos de exames. um pouco visionrio, mas no surreal. Com nosso raio infravermelho, j podemos identificar lipdios da pele e acompanhar medicamentos penetrando na pele, anima-se Werner Mntele.Fonte: por Roberta Machado / Tecnologia / Correio Braziliensehttp://setorsaude.com.br/laser-auxilia-na-deteccao-de-doencas-neurodegenerativas/Tecnologia e Inovao|13 de novembro de 2013Laser auxilia na deteco de doenas neurodegenerativasEstudo pode ajudar no tratamento de doenas como Alzheimer, Parkinson e Huntington000A-A+Um recente estudo publicado na revistaNature Photonicssugere que a tcnica de fototerapia pode ser uma importante ferramenta para o diagnstico e tratamento de doenas neurodegenerativas, como Alzheimer, Parkinson e Huntington.O trabalho foi feito em conjunto pelas Universidades de Tecnologia deChalmers (Sucia) e de Wroclaw (Polnia).A tcnica de laser multifton pode distinguir agregados de protenas relacionadas s patologias.Ao contrrio de protenas normais, os depsitos de fibras amilides absorvem a luz emitida pelo laser multifton, o que permite, de forma no invasiva, a observao e consequente deteco da doena.Esta uma nova maneira de identificar estas estruturas usando apenas a luz do laser, destacou Piotr Hanczyc, da Chalmers University of Technology, na publicao. Atualmente, o acmulo de amilides tratado com medicamentos, tanto para a deteco quanto para eliminao.Os pesquisadores acreditam que a terapia fotoacstica, que j usada para tomografias, poder ser usada no futuro para eliminar as protenas defeituosas. Tambm prevem que a descoberta contribui para a criao de materiais base de protenas para aplicaes especficas em nanotecnologia, fotnica e optoeletrnica. No entanto, mais pesquisas so necessrias para aprofundar a eficcia da terapia de luz para o tratamento de doenas neurodegenerativas.http://www.tecmundo.com.br/ciencia/57764-bafometro-laser-detectar-alcool-remotamente-motoristas.htm CINCIA"Bafmetro a laser" pode detectar lcool remotamente em motoristas0COMENTRIOS3.814VisualizaesPorRenan Hamann10 jun 2014 - 13h 42Todo mundo j sabe ou deveria saber que a ingesto de lcool no deve ser relacionada direo de um veculo. Mas como ns tambm sabemos, muitos motoristas no levam isso to a srio e os departamentos de polcia precisam fazer constantes fiscalizaes nas ruas das grandes cidades e tambm nas estradas. Hoje, o principal aliado dos policiais est nos bafmetros que ns dissecamos e mostramos como ofuncionamento aqui neste link.Mas esquea a necessidade de um canudo individual e da obrigatoriedade de parar os motoristas para a realizao dos exames. No futuro, os bafmetros vo ser muito mais poderosos e podero ser utilizados remotamente. Isso significa que os motoristas nem sero obrigados a parar em blitzes para que os policiais realizem a primeira medio em busca de indcios da ingesto de lcool.O funcionamento do dispositivo descrito noPopSci relativamente simples. Pesquisadores conseguiram fazer com que lasers passem por carros e depois sejam refletidos por espelhos, voltando a receptores capazes de identificar pequenas quantidades de lcool que possam estar no veculo. Por enquanto isso ainda bem precrio e h grandes chances de haver enganos por parte dos dispositivos.Os principais motivos para isso so a possvel confuso entre lcool de bebidas com o exalado pela combusto nos motores. Mesmo assim, o dispositivo dos pesquisadores daUniversidade Militar de Tecnologia da Varsvia(Polnia) ainda pode ser evoludo e, no futuro, pode ser utilizado para identificar possveis motoristas alcoolizados em uma espcie de triagem nas fiscalizaes.FONTE(S) PopSci AutoRoadside Laser Could Remotely Detect Drivers' "Alcohol Breath"Jason Mick(Blog)-June 11, 2014 12:15 PMPrint418110comment(s) - last bygrooves21..onJun 17at2:41 PMSystem has a number of potential pitfalls, but shows promising resultsA new journal articleby researchers from Poland'sWojskowa Akademia Techniczna(WAT; translates to "Military University of Technology") showcases an interesting roadside sensor that could revolutionize law enforcement if it can be made more accurate and more consistent.We'veseen system-on-a-chip (SoC) microfluidic laboratoriesthat "sniff" for the presence of alcohol and other drugs. Such sensors are already becoming commercially available, andhave been deployed in traffic studiesand at key security points across the U.S.The new paper describes using a 2 mW red laser to detect the presence of intoxicated drivers. The setup involves shooting the laser beam through the cabin, reflecting it off a mirror (positioned presumably in the road's median) and finally detecting it on a receiver setup attached to the pilot laser.[Image Source: WAT/J. Appl. Remote Sens.]Because the light passes through the cabin twice, it is sufficient to detect BAC levels of as little as 0.1, which manifest themself as vaporized ethanol, which modifies the laser beam's path.The paper's results are promising and pretty impressive. Also, the entire system is relatively affordable, made from off-the-shelf electronics parts.[Image Source: WAT/J. Appl. Remote Sens.]However, we likely won't see this technology implemented on the road for some time, given a number of inherent difficulties. First, the setup would likely be plagued by false positives in the case of a designated driver transporting intoxicating passengers. While that shortcoming would be nullified in the case of a solo driver, the system could also be foiled by window tints or coatings. Last, but not least, if the system is able to detect such a low concentration of cabin ethanol, it might trigger with false positives for vehicles with certain kinds of air fresheners, some of which are alcohol-based, chemically speaking.The paper comes at interesting timing, given theU.S. National Transportation Safety Board's (NTSB) campaign tolower the national U.S. drunk driving threshold from 0.08 BAC to 0.05 BAC. TheNational Highway Traffic Safety Administration(NHTSA) has an equally controversial proposal toinstall interlocks on all first-time drunk drivers' cars, with taxpayers footing the bill for free interlocks for impoverished drunk drivers.Eventually this kind of device might see deployment as a sort of backup piece of evidence, to be used in conjunction with other forms of sobriety testing. In that regard it could be viewed as a somewhat more finnicky peer of the roadway digital traffic cameras, which have been deployed across much of the U.S.The paper was published in the peer-reviewedJournal of Applied Remote Sensing.Sources:Journal of Applied Remote Sensing,via PopSci- See more at: http://www.dailytech.com/Roadside+Laser+Could+Remotely+Detect+Drivers+Alcohol+Breath/article35040.htm#sthash.5X2brxv8.dpuf