evoluo 110225171814-phpapp01

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  • 1. Evoluo MDULO CNMT BIOLOGIA : Profs. Msc. Paulo Cesar de Souza Grillo
  • 2. 1. O que a evoluo? Evoluo o processo atravs no qual ocorrem as mudanas ou transformaes nos seres vivos ao longo do tempo, dando origem a espcies novas. 2. Evidncias da evoluo A evoluo tem suas bases fortemente corroboradas pelo estudo comparativo dos organismos, sejam fsseis ou atuais. 2.1 Homologia e analogia Homologia: mesma origem embriolgica de estruturas de diferentes organismos, sendo que essas estruturas podem ter ou no a mesma funo. As estruturas homlogas sugerem ancestralidade comum.
  • 3. A analogia refere-se semelhana morfolgica entre estruturas, em funo de adaptao execuo da mesma funo. Fig.1: Estruturas homlogas.
  • 4. 2.2 rgos vestigiais : rgos reduzidos em tamanho e geralmente sem funo, que correspondem a rgos maiores e funcionais em outros organismos. Indicam ancestralidade comum. 2.3 Embriologia comparada: medida que o embrio se desenvolve, surgem caractersticas individua-lizantes e as semelhanas diminuem, entretanto, quando mais diferentes so os organismos, menor o perodo embrionrio comum entre eles. Fig. 2: embriologia comparada
  • 5. 2.4 Estudo dos fsseis: considerado fssil qualquer indcio da presena de organismos que viveram em tempos remotos da Terra. Tambm so consideradas fsseis impresses deixadas por organismos que viveram em eras passadas. A importncia do estudo dos fsseis para a evoluo est na possibilidade de conhecermos organismos que viveram na Terra em tempos remotos, sob condies ambientais distintas das encontradas atualmente, e que podem fornecer indcios de parentesco com as espcies atuais.
  • 6. 3. As Teorias evolutivas: Vrias teorias evolutivas surgiram, destacando-se , entre elas, as teorias de Lamarck e de Darwin. Atualmente, foi formulada a Teoria sinttica da evoluo, tambm denominada Neodarwinismo, Fig.3: Caracterizao de um fssil
  • 7. 3.1 A teoria de Lamarck: Lei do uso ou desuso: o uso de determinadas partes do corpo do organismo faz com que estas se desenvolvam, e o desuso faz com que se atrofiem. Lei da transmisso dos caracteres adquiridos : alteraes provocadas em determinadas caractersticas do organismo, pelo uso e desuso, so transmitidas aos descendentes. Fig. 4: Lei do uso e desuso de Lamark.
  • 8. 3.2 A teoria de Darwin: os organismos mais bem adaptados ao meio tm maiores chances de sobrevivncia do que os menos adaptados, deixando um nmero maior de descendentes. Os organismos mais bem adaptados so, portanto, selecionados para aquele ambiente. 3.3 A teoria sinttica da evoluo: considera, conforme Darwin j havia feito, a populao como unidade evolutiva.
  • 9.
    • Onde:
    • Populao pode ser definida como grupamento de indivduos de uma mesma espcie que ocorrem em uma mesma rea geogrfica, em um mesmo intervalo de tempo.
    • Espcie: agrupamento de populaes naturais, real ou potencialmente intercruzantes e reprodutivamente isolados de outros grupos de organismos.
    • A definio biolgica de espcie s valida para organismos com reproduo sexuada, pois nestes no existe um indivduo igual ao outro .
    • No caso dos gmeos univitelnicos, nestes podem ocorrer alteraes somticas devido ao do meio.
  • 10. 3.3.1 A enorme diversidade de fentipos em uma populao indicadora da variabilidade gentica dessa populao. F = G + A 3.3.2 A compeenso da variabilidade gentica e fenotpica dos indivduos de uma populao fundamental para o estudo dos fenmenos evolutivos, uma vez que a evoluo , a transformao estatstica de populaes, ou na freqncia dos genes dessa populao, ao longo do tempo.
  • 11. Fig. 5: Era geolgica
  • 12. 3.3.3 Os fatores evolutivos que atuam sobre o conjunto gnico da populao podem ser reunidos em duas categorias : a) Fatores que tendem a aumentar a variabilidade gentica da populao: mutao gnica, mutao cromossnica , recombinao; b) Fatores que atuam sobre a variabilidade gentica j estabelecida : seleo natural, migrao e oscilao gentica. A integrao desses fatores associada ao isolamento geogrfico pode levar, ao longo do tempo, ao desenvolvimento de mecanismos de isolamento reprodutivo , quando ento, surgem novas espcies.
  • 13. Fig.6: tronco evolutivo.
  • 14. 3.3.4 Mecanismos de especiao: so aqueles que determinam a formao de espcies novas. O mecanismo de especiao mais conhecido o da especiao geogrfica. 3.3.4.1 Barreiras Geogrficas ou Ecolgicas: Uma determinada regio pode sofrer alteraes bruscas, tais como modificaes climticas ou eventos geolgicos (terremotos , formaes de montanhas etc). Tornando impossvel a existncia dos indivduos da populao. Podendo ainda, reunir condies favorveis sobrevivncia dos indivduos que formavam a populao inicial.
  • 15. Fig. 7: teoria da Pangia.
  • 16.
    • 3.3.4.2 Os mecanismos de isolamento reprodutivo:
    • Populaes reprodutivamente isoladas de outras passaro a Ter histria evolutiva prpria e independente de outras populaes, no havendo troca de genes.
    • O isolamento reprodutivo explica no apenas a origem das espcies, mas tambm a enorme diversidade do mundo biolgico.
    • Isolamento reprodutivo no sinnimo de esterilidade.
    • Duas espcies podem estar reprodutivamente isoladas devido a fatores etolgicos ou ecolgicos que impendem o fluxo gnico.
  • 17.
    • Os mecanismos de isoloamento reprodutivo podem ser classificados do seguinte modo:
    • mecanismos pr-copulatrios :
    • isolamento estacional;
    • isolamento de hbitat ou ecolgico;
    • isolamento etolgico;
    • isolamento mecnico.
    • b) mecanismos ps-copulatrios:
    • mortalidade gamtica;
    • mortalidade do zigoto;
    • inviabilidade do hbrido;
    • esterilidade do hbrido.
    • O isolamento reprodutivo total entre duas espcies deve-se, em geral, a vrios fatores, entretanto um pode ser mais efetivo.