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  • TICA Viso Geral www.nilson.pro.br 17/6/20141www.nilson.pro.br
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  • TICA 17/6/20142www.nilson.pro.br
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  • TICA GREGA 17/6/20143www.nilson.pro.br
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  • Os Sofistas movimento intelectual na Grcia do sc. V (a.n.e.). "sofista" mestre ou sbio - sofia (sabedoria). saber a respeito do homem poltico e jurdico. no ambiciona um conhecimento gratuito especulativo. mestres que ensinam a arte de convencer, ou retrica. Ensinam a arte de expor, argumentar ou discutir Cobram para ensinar. colocam em dvida no s a tradio, mas a existncia de verdades e normas universalmente vlidas. No existe nem verdade nem erro, e as normas por serem humanas so transitrias. 17/6/20144www.nilson.pro.br
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  • Os Sofistas Protgoras (491/481 - ? A.c.) relativismo ou subjetivismo. tudo relativo ao sujeito, ao "homem, medida de todas as coisas. 17/6/20145www.nilson.pro.br
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  • Os Sofistas Grgias sustenta que impossvel saber o que existe realmente e o que no existe. 17/6/20146www.nilson.pro.br
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  • Scrates Nasce em Atenas em 470 (a.n.e.); adversrio da democracia ateniense e mestre de Plato; acusado de corromper a juventude e de impiedade condenado a beber cicuta e morre em 399. 17/6/20147www.nilson.pro.br
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  • Scrates Compartilha o desprezo dos sofistas pelo conhecimento da natureza, bem como sua crtica da tradio, mas rejeita o seu relativismo e o seu subjetivismo. o saber fundamental o saber a respeito do homem (da a sua mxima: "conhece- te a ti mesmo"), 17/6/20148www.nilson.pro.br
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  • Scrates 1) um conhecimento universalmente vlido, contra o que sustentam os sofistas; 2) , antes de tudo, conhecimento moral; 3) um conhecimento prtico (conhecer para agir retamente). 17/6/20149www.nilson.pro.br
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  • Scrates tica racionalista: a) uma concepo do bem (como felicidade da alma) e do bom (como o til para a felicidade); b) a tese da virtude (aret) capacidade radical e ltima do homem como conhecimento, e do vcio como ignorncia (quem age mal porque ignora o bem; por conseguinte, ningum faz o mal voluntariamente) c) a tese, de origem sofista, segundo a qual a virtude pode ser transmitida ou ensinada. 17/6/201410www.nilson.pro.br
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  • Execuo de Scrates com sicuta, Jacques Louis David (1787) 17/6/201411www.nilson.pro.br
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  • Scrates bondade, conhecimento e felicidade se entrelaam estreitamente. O homem age retamente quando conhece o bem e, conhecendo-o, no pode deixar de pratic-lo; por outro lado, aspirando ao bem, sente-se dono de si mesmo e, por conseguinte, feliz. 17/6/201412www.nilson.pro.br
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  • Plato Atenas (427 - 347 a.c.) Discpulo de Scrates e, como este, inimigo da democracia ateniense. A tica se relaciona intimamente com a filosofia poltica. a polis o terreno da vida moral. 17/6/201413www.nilson.pro.br
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  • Plato A tica de Plato depende: a) da sua concepo metafsica (dualismo do mundo sensvel e do mundo das idias permanentes, eternas, perfeitas e imutveis, que constituem a verdadeira realidade e tm como cume a Idia do Bem, divindade, artfice ou demiurgo do mundo); b) da sua doutrina da alma (princpio que anima ou move o homem e consta de trs partes: razo, vontade ou nimo, e apetite; a razo que contempla e quer racionalmente a parte superior, e o apetite, relacionado com as necessidades corporais, a inferior). 17/6/201414www.nilson.pro.br
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  • Concepo metafsica de Plato 17/6/201415www.nilson.pro.br
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  • Doutrina da alma 17/6/201416www.nilson.pro.br
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  • Plato Como o indivduo por si s no pode aproximar-se da perfeio, torna-se necessrio o Estado ou Comunidade poltica. O homem bom enquanto bom cidado. A Idia do homem se realiza somente na comunidade. A tica desemboca necessariamente na poltica. 17/6/201417www.nilson.pro.br
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  • Estado ideal semelhana da alma 17/6/201418www.nilson.pro.br
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  • Plato desprezo, caracterstico da antiguidade, pelo trabalho fsico e, por isto, os artesos ocupam o degrau social inferior e se exaltam as classes dedicadas s atividades superiores (a contemplao, a poltica e a guerra). no h lugar algum no Estado ideal para os escravos, porque desprovidos de virtudes morais e de direitos cvicos. o homem se forma espiritualmente somente no Estado e mediante a subordinao do indivduo comunidade. 17/6/201419www.nilson.pro.br
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  • Aristteles De Estagira, Macednia (384-322 a.n.e.). Discpulo de Plato. preceptor de Alexandre da Macednia fundador da sua prpria escola, o Liceu, cujos discpulos eram chamados de peripatticos 17/6/201420www.nilson.pro.br
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  • Aristteles O fim ltimo do homem a felicidade (eudaimonia). se realiza mediante a aquisio de certos modos constantes de agir (ou hbitos) que so as virtudes. Estas no so atitudes inatas, mas modos de ser que se adquirem ou conquistam pelo exerccio e, j que o homem ao mesmo tempo racional e irracional. 17/6/201421www.nilson.pro.br
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  • Classes de virtudes intelectuais ou dianoticas (que operam na parte racional do homem, isto , na razo) prticas ou ticas (que operam naquilo que h nele de irracional, ou seja, nas suas paixes e apetites, canalizando-os racionalmente). 17/6/201422www.nilson.pro.br
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  • O que virtude para Aristteles? a virtude consiste no termo mdio entre dois extremos (um excesso e um defeito). a virtude um equilbrio entre dois extremos instveis e igualmente prejudiciais. 17/6/201423www.nilson.pro.br
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  • Vcio por excesso VIRTUDEVcio por deficincia TemeridadeCORAGEMCovardia LibertinagemTEMPERANAInsensibilidade Esbanjamento PRODIGALIDADE Avareza Vulgaridade MAGNIFICNCIA Vileza VaidadeRESPEITO PRPRIO Modstia AmbioPRUDNCIAMoleza 17/6/201424www.nilson.pro.br
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  • Vcio por excesso VIRTUDEVcio por deficincia IrascibilidadeGENTILEZAIndiferena OrgulhoVERACIDADEDescrdito prprio ZombariaAGUDEZA DE ESPRITO Rusticidade Condescendncia AMIZADEEnfado InvejaJUSTA INDIGNAO Malevolncia 17/6/201425www.nilson.pro.br
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  • Aristteles a comunidade social e poltica o meio necessrio da moral. O homem , por natureza, um animal poltico. a vida moral uma condio ou meio para uma vida verdadeiramente humana: a vida terica na qual consiste a felicidade. acessvel a uma minoria ou elite a maior parte da populao mantm-se excluda no s da vida terica, mas da vida poltica. a vida moral exclusiva de uma elite que pode realiz-la, o homem bom (o sbio) deve ser um bom cidado. 17/6/201426www.nilson.pro.br
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  • Esticos O bem supremo viver de acordo com a natureza racional, com conscincia do nosso destino e de nossa funo no universo, sem se deixar levar por paixes ou afetos interiores ou pelas coisas exteriores. Praticando a apatia e a imperturbabilidade, o homem (sbio) se firma contra as suas paixes ou contra os reveses do mundo exterior, e conquista a sua liberdade interior bem como sua autarquia (auto-suficincia) absoluta. O indivduo define-se moralmente sem necessidade da comunidade como cenrio necessrio da vida moral. O estico vive moralmente como cidado do cosmos, no da polis. 17/6/201427www.nilson.pro.br
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  • Esticos O estoicismo tem como representantes: Zeno de Ctio, na Grcia. Sneca, Epteto e Marco Aurlio, em Roma. Sneca Marco Aurlio 17/6/201428www.nilson.pro.br
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  • Epicuristas tudo o que existe, incluindo a alma, formado de tomos materiais que possuem um certo grau de liberdade, na medida em que se podem desviar ligeiramente na sua queda. No h nenhuma interveno divina nos fenmenos fsicos nem na vida do homem. Libertado do temor religioso, o homem pode buscar o bem neste mundo. 17/6/201429www.nilson.pro.br
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  • Epicuro O bem, para Epicuro, o prazer. Mas h muitos prazeres, e nem todos so igualmente bons. preciso escolher entre eles para encontrar os mais duradouros e estveis, que no so os corporais (fugazes e imediatos), mas os espirituais que contribuem para a paz da alma. 17/6/201430www.nilson.pro.br
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  • Epicuristas O epicurista alcana o bem, retirado da vida social, sem cair no temor do sobrenatural, encontrando em si mesmo, ou rodeado por um pequeno crculo de amigos, a tranqilidade da alma e a auto-suficincia. A tica epicurista e estica, que surgem numa poca de decadncia e de crise social, a unidade da moral e da poltica, sustentada pela tica grega anterior, se dissolve. 17/6/201431www.nilson.pro.br
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  • A tica Religiosa 17/6/201432www.nilson.pro.br
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  • A tica Religiosa verdades reveladas a respeito de Deus, das relaes do homem como o seu criador e do modo de vida prtico que o homem deve seguir para obter a salvao no outro mundo. Deus concebido como um ser pessoal, bom, onisciente e todo- poderoso. O homem tem seu fim ltimo em Deus, que o seu bem mais alto e o seu valor supremo. Deus exige a sua obedincia e a sujeio a seus mandamentos, que tm o carter de imperativos supremos. o que o homem e o que deve fazer definem-se essencialmente no em relao com uma comunidade humana (como a polis) ou com o universo inteiro, e sim, em relao a Deus.

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