etica profissional2

Download Etica profissional2

Post on 20-Jul-2015

435 views

Category:

Engineering

31 download

Embed Size (px)

TRANSCRIPT

  • Departamento de Engenharia

    Engenharia Ambiental

    TICA E EXERCCIO PROFISSIONAL DE ENGENHARIA

    Professor: Raul Santos Salvador/BA Fevereiro/ 201404.01.2012

  • Sumrio:*

    1 Apresentao do Professor2 Apresentao dos Alunos3 Contedo do Programa4 Atividades5 Referncia Bibliogrfica6 Introduo

  • *1 Apresentao do Professor

  • *2 Apresentao dos Alunos1 Apresentao do Contrato e Empresa Contratada

  • * Contedo da Disciplina Introduo

    1)tica como comportamento bsico diante das experincias vivenciais. O porqu da tica e sua funo na construo da realidade.

    2)Critrio tico e posturas morais. Sistemas: caractersticas e conseqncias ticas.

    3) Aparelho / Sistema Subjetivo: aquele que vai gerenciar os recursos materiais, energticos e semiticos ou informacionais (da personalidade ao Estado).

  • * Contedo da Disciplina Introduo

    4)Produo, circulao e consumo de valores subjetivos e financeiros / polticos / ecolgicos.

    5)O engenheiro como agente social, seu papel no aparelho do estado. Cdigo de tica do CONFEA-CREA.

  • *3 Cronograma de visitas5- Referncia Bibliogrfica

    REFERNCIA BSICA:SANCHEZ, V. A. tica. Editora Civilizao Brasileira. 1999, 2000, 2003, 2004, 2006, 2008, 2011.

    CHAU, MARILENA DE SOUZA. Convite Filosofia. 1997, 1999, 2001, 2003, 2011.

    ARISTOTELES. tica a Nicmano. 2002, 2009.

    GOLDI, Jos Roberto. tica. Disponvel em: Http://www.ufrgs.br/bioetica/etica.htm. Acesso: 25/10/2013.

    NALINI, Jos Renato. tica Geral e Profissional. 4.ed. So Paulo: Revista dos Tribunais, 2004. p.55-60.

    VZQUEZ, Adolfo Snchez. tica, Civilizao Brasileira. 33 Edio. Rio de Janeiro. 2012.

  • *3 Cronograma de visitas5- Referncia Bibliogrfica

    REFERNCIA BSICA:

    CONFEA / CREA. Cdigo de tica Profissional de Engenharia, Arquitetura e Agronomia. 7 Edio / 2011.

    JORGE, Cludia. tica Profissional. Artigo. UNINORTE Rio Branco AC, Brasil, 2008. Disponvel em: < http://www.webartigos.com/artigos/etica-profissional/9551/> Acesso em: 04/11/2013.

  • *5- Referncia Bibliogrfica

    REFERNCIA COMPLEMENTAR: NALINI, JOSE RENATO. tica Geral e Profissional. 1999, 2012.

    CHALITA, Gabriel. Os dez mandamentos da tica. Rio de janeiro: Nova Fronteira, 2009.

    OLIVEIRA, M. A. Correntes Fundamentais da tica Contempornea, Editora Vozes. 2000.

    PENNINGTON, RANDY. A tica nos negcios: como um simples compromisso com voc mesmo pode ser do seu sucesso profissional, 1995.Fontes:

    S, A. L. tica profissional. 4 ed. So Paulo: Atlas, 2001.

    BENNETT, C. tica profissional. So Paulo: Cengage Learning, 2008.

  • REFERNCIAS*tica: conceito e classificaes. Disponvel em: . Acesso em 22 out. 2013.

    NEGRA, L. Conceito de tica. So Gonalo Rio de Janeiro, 22 mar. 2011. Disponvel em . Acesso em 22 out. 2013.

    OLIVEIRA, N. M. G. tica dos Bens. Rio Branco Acre, 2004. Disponvel em: . Acesso em: 22 out. 2013.

    PINTO, M. G. tica e Filosofia. Disponvel em: . Acesso em: 22 out. 2013.

    BRANDES, D. O. Virtudes cardeais. Disponvel em: . Acesso em: 25 out. 2013.

    As virtudes cardeais. Disponvel: . Acesso em: 25 out. 2013.

    As virtudes cardeais. Disponvel: . Acesso em: 25 out. 2013.

  • REFERNCIASBOFF, Leonardo. Ethos mundial. Um consenso mnimo entre os humanos. Braslia: Letra Viva, 2000.BOFF, Leonardo. tica e Moral: a busca de fundamentos. Petrpolis: Vozes, 2004.COMPARATO, Fbio Konder. tica: Direito, Moral e Religio no Mundo Moderno. So Paulo: Companhia das Letras, 2006.MONDIN, Battista. O Homem: quem ele? Elementos de Antropologia Filosfica. 8 ed. So Paulo: Paulus, 1980. GALLO, Silvio (Coord.). tica e Cidadania: Caminhos da Filosofia. 11 ed. Campinas: Papirus, 2003.SEGUNDO, Juan Luis. Que Mundo? Que Homem? Que Deus?. Aproximaes entre Cincia, Filosofia e Teologia. So Paulo: Paulinas, 1995.SANCHEZ VSQUEZ. Adolfo. tica. 24 ed. Rio de Janeiro: Civilizao Brasileira, 2003.COTRIM, Gilberto. Fundamentos da Filosofia. Histria e grandes temas. 16 ed. SoPaulo: Saraiva, 2006.LAW, Stephen. Filosofia. Guia ilustrado Zahar. Rio de Janeiro: Zahar, 2008.COSTA, Jos Silveira da. Max Scheler: o personalismo tico. So Paulo: Moderna, 1996.WOJTYLA, Karol. Max Scheler e a tica crist. Trad. Diva T. Pisa. Curitiba: Champagnat,1993.

  • GROKORRISKI, Carlos Ricardo, TICA, disponvel em filosofianreapucarana.pbworks.com/f/TICA.ppt, acesso em 24/10/2013

    PINTO, Marcel de Gois. tica e Filosofia: O que tica, moral e evoluo do pensamento tico. Universidade Federal da Paraba, disponvel em: http://www.slideshare.net/marcelgois/tica-conceitos-e-aspectos-filosficos-2041253, acesso em: 25/10/2013

  • Calendrio:

  • A histria do jovem engenheiro

  • TICA

  • Por que falar em tica ?

    tica fator determinante dos rumosde uma sociedade

  • A tica pode e deve ser incorporada pelos indivduos, sob a forma de uma atitude prtica diante da vida cotidiana, capaz de julgar criticamente os apelos acrticos da moral vigente.

    Mas a tica, tanto quanto a moral, no um conjunto de verdades fixas, imutveis; ela se move e, historicamente, se amplia e se adensa. Para se entender como isso acontece na histria da humanidade, basta lembrar que, um dia, a escravido foi considerada "natural". O que a tica ?

  • O QU TICA? HISTRICO E CONCEITUAOAula 1 e 2

  • Estudo ou reflexo, cientfica ou filosfica, e eventualmente at teolgica, sobre os costumes ou sobre as aes humanas. Tambm chamamos de tica a prpria vida, quando conforme aos costumes considerados corretos (VALLS, 1986).

  • a tica necessria e importante?

    A tica tem sido o principal regulador do desenvolvimento histrico-cultural da humanidade. Sem tica, ou seja, sem a referncia a princpios humanitrios fundamentais, comuns a todos os povos, naes, religies, etc.., a humanidade corre riscos reais de se despedaar e, eventualmente, auto-destruir, uma vez que fica comprometido o relacionamento entre os povos.

  • 1-2) tica como comportamento bsico diante das experincias vivenciais. O porqu da tica e sua funo na construo da realidade.

  • PremissaO homem um ser cultural, capaz de transformar a natureza conforme suas necessidades existenciais, por meio de uma ao intencional e planificada

    Tal ao acontece em funo dos valores que presidem o agir humano *ESOPO e os dois ces.

  • PremissaNa medida em que atendemos ou transgredimos certos padres, nossos comportamentos so avaliados bons ou maus, e o que produzimos julgado belo ou feio. *

  • PremissaComo todas as aes humanas possuem um carter de valor, podemos dizer que impossvel viver sem estes mesmos valores.

    So constitutivos da vida humana.

    *

  • tica profissional, cidad e universal

    Tudo at aqui afirmado e visto, sustenta que h uma relao direta entre os princpios que formam a tica universal do ser humano, a tica da cidadania e a tica do profissional ligado ao sistema CONFEA/CREAs, at porque um profissional no uma pea solta da cadeia de produo econmica. Cada profissional est vinculado sociedade em que vive, constituindo-se num ser social e poltico, isto , num cidado.

  • Valorar um ato humanoO ato de valorar uma tarefa humana e coletiva que nunca termina. Ele fundamentar o projeto comum de dar um sentido ao nosso mundo.

    O homem responsvel por si mesmo e por todos. Escolhendo-me, escolho o homem porque minha opo engaja todos os outros homens.*

  • Juzos de realidade e valorOs valores no so, mas valem. Quando dizemos de algo que vale, no dizemos nado do seu ser, mas dizemos que no indiferente. A no-indiferena constitui esta variedade ontolgica (constitutiva do ser) que contrape o valor ao ser. A no indiferena a essncia do valor*

  • Moral: dimenso prticaA moral um conjunto de regras de conduta adotadas pelos indivduos de um grupo social e tem a finalidade de organizar as relaes interpessoais segundo os valores do bem e do mal.

    A moral a aplicao da tica no cotidiano, a prtica concreta.*

  • Moral: construo contnuaO homem no nasce moral, mas torna-se moral. O convvio humano o grande responsvel pelo aprender-se moral do homem. Por conseguinte, podemos afirmar que a educao tem como tarefa formar pessoas capazes de bem viver, agir de maneira virtuosa ou segundo princpios aceitos pela coletividade. *

  • Juzos de realidade e valorExistem dois tipos de juzos: os juzos de realidade e os juzos de valor. Os primeiros, enquanto constatao da realidade (ex.: isto uma mesa) e os ltimos, enquanto qualidade do contedo, podendo ser atrativa ou repulsiva, boa ou m e assim por diante( ex: esta atitude correta)*

  • O que pensar disto?

  • Moral: o sujeito autnomoO verdadeiro homem moral no recebe passivamente as regras do grupo, mas as aceita (ou recusa) livre e conscientemente.Tornar-se moral assumir livremente as regras propostas.*

  • Educao e liberdadeO destaque conferido aos valores de carter moral, poltico e esttico trazem consigo a tentativa de compreender a intencionalidade dos atos humanos. Atos, em ltima instncia, livres. A liberdade no algo dado, mas resultado de uma conquista, de um aprendizado constante. Mas em suma, o que a liberdade?*

  • Determinismo x liberdadeDeterminismo: o homem, como as coisas, sofre constrangimentos externos e internos, tendo apenas a iluso de escolher livremente.

    Autonomismo: o homem possui uma liberdade absoluta, podendo agir de uma forma ou de outra, independente das formas que o constrangem. Nesse caso, ser livre ser incausado.*

  • Determinismo x liberdadeAdmitimos inicialmente que o homem , sim um ser situado e, portanto, sofre mltiplas determinaes, mas como tambm um ser consciente, quando