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  • Prof. Paulo Roberto de Sousa 11 99702.3600 - 11 98636.5000 twitter: @prpsico

    Psicologia, Marketing & Pessoas paulo.sousa@unicid.edu.br - prpsico@ig.com.br

    http://br.linkedin.com/in/profpauloroberto

    tica

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    O que tica Mario Sergio Cortella

    tica o conjunto de valores e princpios que usamos para

    decidir as grandes questes da vida e definirmos nossa conduta.

    As questes fundamentais so: Quero, Posso e Devo.

    Tem coisas que eu quero, mas no devo; Outras que eu devo,

    mas no posso e; Coisas que eu posso, mas no quero.

    Voc tem paz de esprito quando aquilo que voc quer aquilo

    que voc pode e o que voc deve. Fazer, escolher ou decidir.

    A pessoa define atravs de modelo, legislaes e/ou princpios

    religiosos.

    A tica est ligada a liberdade.

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    tica Dr. Mario Srgio Cortella

    o conjunto de valores e princpios que eu e voc usamos para

    decidir as trs grandes questes da vida, que so:

    "Quero - Devo - Posso"

    Quais so os princpios que usamos em nossas vidas?

    - Existem coisas que eu quero mas no devo;

    - Existem coisas que eu devo mas no posso;

    - Existem coisas que eu posso mas no quero.

    Quando que voc tem paz de esprito? Voc tem paz de

    esprito quando aquilo que voc quer o que voc pode e o

    que voc deve. Fazer, escolher ou decidir. A pessoa define

    atravs de modelo, legislaes e/ou princpios religiosos.

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    Meu corao est aos pulos!

    Quantas vezes minha esperana ser posta prova?

    Por quantas provas ter ela que passar?

    Tudo isso que est a no ar: malas, cuecas que voam entupidas de

    dinheiro, do meu dinheiro, do nosso dinheiro que reservamos

    duramente pra educar os meninos mais pobres que ns, pra cuidar

    gratuitamente da sade deles e dos seus pais.

    Esse dinheiro viaja na bagagem da impunidade e eu no posso mais.

    Quantas vezes, meu amigo, meu rapaz, minha confiana vai ser posta

    prova?

    Quantas vezes minha esperana vai esperar no cais?

    certo que tempos difceis existem pra aperfeioar o aprendiz, mas

    no certo que a mentira dos maus brasileiros venha quebrar no

    nosso nariz.

    Meu corao t no escuro.

    A luz simples, regada ao conselho simples de meu pai, minha me,

    minha av e os justos que os precederam:

    " - No roubars!"

    " - Devolva o lpis do coleguinha!"

    " - Esse apontador no seu, minha filha!

    S de Sacanagem

    Elisa Lucinda - Ana Carolina

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    Ao invs disso, tanta coisa nojenta e torpe tenho tido que escutar. At

    habeas-corpus preventivo, coisa da qual nunca tinha visto falar, e

    sobre o qual minha pobre lgica ainda insiste: esse o tipo de

    benefcio que s ao culpado interessar.

    Pois bem, se mexeram comigo, com a velha e fiel f do meu povo

    sofrido, ento agora eu vou sacanear: mais honesta ainda eu vou ficar.

    S de sacanagem!

    Diro: " - Deixa de ser boba, desde Cabral que aqui todo o mundo

    rouba. E eu vou dizer: "- No importa! Ser esse o meu carnaval. Vou confiar

    mais e outra vez.

    Eu, meu irmo, meu filho e meus amigos. Vamos pagar limpo a quem

    a gente deve e receber limpo do nosso fregus. Com o tempo a gente

    consegue ser livre, tico e o escambau. Diro: " - intil, todo o mundo aqui corrupto, desde o primeiro

    homem que veio de Portugal".

    E eu direi: " - No admito! Minha esperana imortal! E eu repito, ouviram? IMORTAL!!!

    Sei que no d pra mudar o comeo, mas, se a gente quiser, vai dar

    pra mudar o final.

    S de Sacanagem

    Elisa Lucinda - Ana Carolina

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    O senso comum uma compreenso de todas as coisas por

    meio do saber social, o que se adquire atravs de

    experincias vividas ou ouvidas no cotidiano, engloba

    costumes, hbitos, tradies, normas, ticas e etc.

    Senso Comum

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    Senso comum, tambm

    conhecido como

    conhecimento vulgar um

    termo usado para falar

    sobre a compreenso do

    mundo que os indivduos

    tm, resultado de uma

    herana de um grupo social

    e das experincias de vida,

    descreve as crenas e

    proposies que aparecem

    como normal.

    Senso Comum

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    cotidiano, o que natural

    e fcil de entender e o

    que elas pensam que

    sejam verdades.

    Senso Comum

    No senso comum no existe uma anlise profunda e sim uma

    espontaneidade de aes relativa aos limites do conhecimento

    do indivduo que passam de gerao para gerao, e

    geralmente, o senso comum o que as pessoas usam no seu

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    Emprico um fato que se apia somente em experincias

    vividas, na observao de coisas, e no em teorias e mtodos

    cientficos.

    Emprico aquele conhecimento adquirido durante toda a vida,

    no dia-a-dia, que no tem comprovao cientfica nenhuma.,

    sensitivo e subjetivo.

    Emprico

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    Mtodo emprico um mtodo feito atravs de tentativas e

    erros, caracterizado pelo senso comum, e cada um

    compreende sua maneira.

    O mtodo emprico gera aprendizado, uma vez que

    aprendemos fatos atravs das experincias vividas e

    presenciadas, para obter concluses.

    O conhecimento emprico muitas vezes superficial,

    sensitivo e subjetivo.

    Emprico

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    tica

    A palavra tica, vem do grego: ethos

    que quer dizer: reflexo a respeito

    das noes e princpios que

    fundamentam a vida moral.

    tica uma reflexo terica que

    analisa e critica ou legitima os

    fundamentos e princpios que regem

    um determinado sistema moral

    (dimenso prtica).

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    tica

    A tica no deve ser confundida com a lei, embora com

    certa frequncia a lei tenha como base princpios ticos.

    Ao contrrio do que ocorre com a lei, nenhum indivduo

    pode ser compelido, pelo Estado ou por outros indivduos,

    a cumprir as normas ticas, nem sofrer qualquer sano

    pela desobedincia a estas; por outro lado, a lei pode ser

    omissa quanto a questes abrangidas no escopo da tica.

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    Moral

    A palavra moral, do latim: moris,

    quer dizer: o conjunto de normas

    e regras destinadas a regular as

    relaes dos indivduos numa

    sociedade dada .

    comportamento propriamente dito

    da pessoa em suas relaes no

    cotidiano.

    A moral define o que permitido e

    proibido, justo e injusto, lcito e

    ilcito, certo e errado.

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    Moral e tica

    Enquanto a moral tem uma base histrica, o estatuto da

    tica terico, corresponde a uma generalidade abstrata

    e formal.

    A tica estuda a moral e as moralidades, analisa as

    escolhas que os agentes fazem em situaes concretas,

    verifica se