Estudos Nos Livros Da Bíblia

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Estudos nos livros da bblia:O Antigo Testamento dividido em cinco sees: o Pentateuco (Gnesis at Deuteronmio), os livros histricos (Josu at Ester), os livros poticos (J at Cantares de Salomo), os Profetas Maiores (Isaas at Daniel) e os Profetas Menores (Oseias at Malaquias). O Antigo Testamento foi escrito aproximadamente entre 1400 AC e 400 AC. Grande maioria do Antigo Testamento foi escrito em hebraico, com algumas sees pequenas escritas em aramaico (essencialmente uma variao do hebraico).

O Antigo Testamento trata basicamente da relao entre Deus e a nao de Israel. O Pentateuco lida com a criao de Israel e com Deus estabelecendo a sua aliana com Israel. Os livros histricos registram a histria de Israel, suas vitrias e sucessos, assim como suas derrotas e fracassos. Os livros poticos nos permitem uma olhada mais ntima no relacionamento de Deus com Israel e o Seu grande desejo para que essa nao O adorasse e obedecesse. Os livros profticos so o chamado de Deus para que Israel se arrependesse de sua idolatria e infidelidade e restaurasse o seu relacionamento de obedincia e fidelidade espiritual.

Talvez um ttulo melhor fosse o Primeiro Testamento. A palavra "Antigo" tende a dar a ideia de desatualizado ou no relevante. Isso no poderia ser mais longe da verdade. Um estudo do Antigo Testamento um esforo interessante e espiritualmente enriquecedor. Encontre abaixo alguns links a resumos de vrios livros do Antigo Testamento. Esperamos sinceramente que voc ache os resumos a seguir benficos sua caminhada com Cristo.

Gnesis 1- 1 livro da Biblia - 2 1 livro do Velho testamento3 50 capitulos4 1532 versiculos5 Autor: O autor do Livro de Gnesis no identificado. Tradicionalmente, tem-se sempre achado que o autor foi Moiss. No h nenhuma razo determinante para negar a autoria mosaica de Gnesis.

6 E um dos livros do pentateuco7 Chave do livro: Gnesis 1:1: No princpio, criou Deus os cus e a terra.

Gnesis 3:15: Porei inimizade entre ti e a mulher, entre a tua descendncia e o seu descendente. Este te ferir a cabea, e tu lhe ferirs o calcanhar.

Gnesis 12:2-3: de ti farei uma grande nao, e te abenoarei, e te engrandecerei o nome. S tu uma bno! Abenoarei os que te abenoarem e amaldioarei os que te amaldioarem; em ti sero benditas todas as famlias da terra.

Gnesis 50:20: Vs, na verdade, intentastes o mal contra mim; porm Deus o tornou em bem, para fazer, como vedes agora, que se conserve muita gente em vida.

8 - Quando foi escrito:Data : O livro de Gnesis no afirma quando foi escrito. A data de sua autoria provavelmente entre 1440 e 1400 AC, entre o tempo quando Moiss conduziu os israelitas para fora do Egito e a sua morte.

9 - Propsito: Propsito: O livro de Gnesis tem sido por vezes chamado de semente-enredo de toda a Bblia. A maioria das principais doutrinas da Bblia introduzida de forma semente no livro de Gnesis. Junto com a Queda do homem, a promessa de Deus de salvao ou redeno registrada (Gnesis 3:15). As doutrinas da criao, imputao do pecado, justificao, expiao, depravao, ira, graa, soberania, responsabilidade e muitas outras so abordadas neste livro de origens chamado Gnesis.

Muitas das grandes questes da vida so respondidas em Gnesis. (1) De onde que eu vim? (Deus nos criou - Gnesis 1:1) (2) Por que estou aqui? (Ns estamos aqui para ter um relacionamento com Deus - Gnesis 15:6) (3) Para onde vou? (Temos um destino aps a morte - Gnesis 25:8). Gnesis atraente ao cientista, ao historiador, ao telogo, dona de casa, ao agricultor, ao viajante e ao homem ou mulher de Deus. um comeo adequado para a histria de Deus do Seu plano para a humanidade, a Bblia.

10 - Resumo: Resumo: O livro de Gnesis pode ser dividido em duas sees: Histria Primitiva e Histria Patriarcal. A Histria Primitiva registra (1) Criao (Gnesis 1-2), (2) a Queda do homem (Gnesis 3-5), (3) o Dilvio (Gnesis 6-9) e (4) a Disperso (Gnesis captulos 10-11). A Histria Patriarcal registra as vidas de quatro grandes homens: (1) Abrao (Gnesis 12-25:8), (2) Isaque (Gnesis 21:1-35-29); (3) Jac (Gnesis 25:21-50: 14) e (4) Jos (Gnesis 30:22-50:26).

Deus criou um universo que era bom e livre do pecado. Deus criou o homem para ter um relacionamento pessoal com Ele. Ado e Eva pecaram e, assim, trouxeram o mal e a morte ao mundo. O mal aumentou de forma constante em todo o mundo at que houve apenas uma famlia em que Deus encontrou algo de bom. Deus enviou o Dilvio para acabar com o mal, mas salvou No, sua famlia e os animais da Arca. Aps o Dilvio, a humanidade comeou novamente a se multiplicar e a se espalhar por todo o mundo.

Deus escolheu Abrao, atravs de quem Ele criaria um povo escolhido e eventualmente o Messias prometido. A linhagem escolhida foi passada para o filho de Abrao, Isaque, e ento ao filho de Isaque, Jac. Deus mudou o nome de Jac para Israel, e os seus doze filhos tornaram-se os antepassados das doze tribos de Israel. Em Sua soberania, Deus fez com que o filho de Jac, Jos, fosse enviado para o Egito como resultado das aes desprezveis dos seus irmos. Este ato, projetado para o mal pela perversidade dos irmos, foi por Deus destinado para o bem e eventualmente resultou em Jac e sua famlia sendo salva por Jos de uma fome devastadora, pois este havia adquirido grande poder no Egito.

Prenncios: Muitos temas do Novo Testamento tm suas razes em Gnesis. Jesus Cristo a Semente da mulher que ir destruir o poder de Satans (Gnesis 3:15). Tal como acontece com Jos, o plano de Deus para o bem da humanidade atravs do sacrifcio de Seu Filho foi concebido para o bem, apesar de que aqueles que O crucificaram tiveram ms intenes. No e sua famlia so os primeiros de muitos remanescentes retratados na Bblia. Apesar de desvantagens esmagadoras e circunstncias difceis, Deus sempre preserva um grupo remanescente dos fiis para Si. O remanescente de Israel retornou a Jerusalm depois do cativeiro babilnico; Deus preservou um remanescente atravs de todas as perseguies descritas em Isaas e Jeremias; um remanescente de 7.000 sacerdotes foram escondidos da ira de Jezabel; Deus promete que um grupo remanescente de judeus um dia receber o seu verdadeiro Messias (Romanos 11). A f demonstrada por Abrao seria o dom de Deus e a base de salvao para os judeus e gentios (Efsios 2:8-9, Hebreus 11).

11 - Aplicao Prtica: O tema predominante de Gnesis a existncia eterna de Deus e a Sua criao do mundo. No h nenhum esforo por parte do autor de defender a existncia de Deus; ele simplesmente afirma que Deus , sempre foi e sempre ser o Todo-Poderoso sobre todos. Da mesma forma, temos confiana nas verdades de Gnesis, apesar das afirmaes daqueles que o negam. Todas as pessoas, independentemente da cultura, nacionalidade ou lngua, tero que prestar contas diante do Criador. No obstante, por causa do pecado, introduzido ao mundo pela Queda, somos separados de Deus. No entanto, atravs de uma pequena nao, Israel, o plano redentor de Deus para a humanidade foi revelado e feito acessvel a todos. Alegramo-nos com esse plano.

Deus criou o universo, a terra e todo ser vivo. Ns podemos confiar que Ele pode lidar com as preocupaes em nossas vidas. Deus pode tomar uma situao desesperadora (como Abrao e Sara ainda sem filhos) e fazer coisas incrveis se simplesmente confiarmos e obedecermos. Coisas terrveis e injustas podem acontecer em nossas vidas, como aconteceram com Jos, mas Deus sempre vai fazer surgir um bem maior se tivermos f Nele e em Seu plano soberano. Sabemos que todas as coisas cooperam para o bem daqueles que amam a Deus, daqueles que so chamados segundo o seu propsito (Romanos 8:28).

12 - Conexes:13 - Local de origem: uma recordao, escrita, dos ensinos tradicionais? Pensam, assim, muitos e isso no to impossvel como alguns imaginam. Porm, sem dvida, Deus comunicaria a Ado esse conhecimento. Ado, por sua vez, o transmitiu a Metusel, este a No, naturalmente, No a Sem e Sem narrou, o que conhecia, a Abrao que o revelou a Isaque e, em linha de sucesso, esse conhecimento veio a Moiss.14 - Tema principal: O pecado do homem e os passos iniciais destinados sua redeno, mediante uma aliana divina feita com uma raa escolhida, cuja histria primitiva ali se descreve.15 - Classificao: 16 Fundao17 Esboo: 1.1 a 2.3 Criao do universo, da terra e do homem. 2.4-25 Detalhamento da criao do homem e da mulher. 3.1-24 O pecado do homem e sua expulso do den. 4.1-26 Caim e Abel. O primeiro homicdio. A descendncia de Caim. 5.1-32 A genealogia de Ado at No. Enoque andou com Deus. 6.1-22 A corrupo da humanidade. O anncio do Dilvio. 7.1-24 O Dilvio. 8.1-22 No sai da arca. 9.1-19 Aliana de Deus com No. 9.20-29 A embriaguez de No e o pecado de Co. 10.1-32 A genealogia de No. 11.1-9 A torre de Babel. 11.10-32 A genealogia de Sem at Abro. 12.1-20 O chamado de Abro. Sua descida ao Egito. 13.1-18 A separao de Abro e L. 14.1-17 A guerra dos reis. 14.18-24 O encontro de Abro e Melquisedeque. 15.1-20 A aliana de Deus com Abro. 16.1-16 O nascimento de Ismael. 17.1-27 A circunciso - confirmao da Aliana. Deus muda o nome de Abro e Sarai. 18.1-16 Trs seres celestiais visitam Abrao. 18.17-33 O anncio da destruio de Sodoma e Gomorra.19.1-38 A destruio de Sodoma e Gomorra. 20.1-18 Abrao habita em Gerar e nega que Sara seja sua esposa. 21.1-8 O nascimento de Isaque. 21.9-21 A expulso de Hagar e Ismael.21.22-34 A aliana entre Abrao e Abimeleque. 22.1-24 A prova de Abrao sacrificar Isaque. 23.1-20 A morte de Sara. 24.1-67 A unio de Isaque e Rebeca. 25.1-11 A morte de Abrao. 25.12-18 A genealogia de Ismael.25.19-25 O nascimento de Esa e Jac. 25.26-34 Esa vende sua primogenitura. 26.1-11 Isaque habita em Gerar e nega que Rebeca seja sua esposa. 26.12-25 As contendas de Isaque pelos poos. 26.26-25 A aliana entre Isaque e Abimeleque. 27.1-46 Jac abenoado no lugar de Esa. 28.1-22 A viagem de Jac para Pad-Ar e o sonho da escada para o cu. 29.1-14 Jac se estabelece na casa de Labo. 29.15-31 Jac se casa com Lia e Raquel. 29.32 a 30.24 O nascimento de onze filhos de Jac. 30.25-43 A prosperidade de Jac em Pad-Ar. 31.1-55 Jac foge de Labo. 32.1-32 Jac vai ao encontro de Esa e luta com Deus. 33.1-20 Jac encontra-se com Esa. 34.1-31 O estupro de Din e a vingana de Simeo e Levi. 35.1-29 Jac volta a Betel. O nascimento de Benjamim. A morte de Isaque. 36.1-43 A genealogia de Esa. 37.1-11 Os sonhos de Jos e a inveja de seus irmos. 37.12-36 Jos vendido com escravo. 38.1-30 Jud e Tamar. 39.1-23 Jos na casa de Potifar. 40.1-23 Jos na priso. A interpretao dos sonhos do copeiro e do padeiro. 41.1-57 Jos interpreta os sonhos de Fara e torna-se governador do Egito. 42.1-38 Os irmos de Jos descem ao Egito. 43.1-34 A segunda viagem dos irmos de Jos ao Egito.44.1-34 A taa de Jos no saco de Benjamim. 45.1-28 Jos se revela aos seus irmos. 46.1-34 Viagem de Jac ao Egito. 47.1-12 Jac e sua famlia se estabelecem no Egito. 47.13-31-Jos e a venda de alimentos. 48.1-22 Jac adoece e abenoa Jos e seus filhos. 49.1-33 Jac abenoa seus filhos e morre. 50.1-14 O sepultamento de Jac. 50.15-26 Jos anima seus irmos e morre. xodo 1- 2 livro da Biblia 2 2 livro do VT3 40 capitulos4 1.162 versculos5 Autor: Paulo6 E uma das Epistolas Paulina7 Chave do livro:Textos-chave (no final de cada captulo): 1.10; 2.19-20; 3.13; 4.13-18; 5.23.8 - Quando foi escrito:Data : 50 ou 51 d.C.9 - Propsito:10 - Resumo:11 - Aplicao Prtica:12 - Conexes:13 - Local de origem: Corinto14 - Tema principal: segunda vinda de Cristo.15 - Classificao: escatologia. 16 Fundao17 - EsbooLevtico 1- 3 livro da Biblia 2 3 livro do v.t3 27 captulos4 820 versculos5 Autor: Paulo6 E uma das Epistolas Paulina7 Chave do livro:Textos-chave (no final de cada captulo): 1.10; 2.19-20; 3.13; 4.13-18; 5.23.8 - Quando foi escrito:Data : 50 ou 51 d.C.9 - Propsito:10 - Resumo:11 - Aplicao Prtica:12 - Conexes:13 - Local de origem: Corinto14 - Tema principal: segunda vinda de Cristo.15 - Classificao: escatologia. 16 Fundao17 - EsbooNmeros 1- 52 livro da Biblia 2 4 Livro do vt3 36 captulos4 1.251 versculos5 Autor: Paulo6 E uma das Epistolas Paulina7 Chave do livro:Textos-chave (no final de cada captulo): 1.10; 2.19-20; 3.13; 4.13-18; 5.23.8 - Quando foi escrito:Data : 50 ou 51 d.C.9 - Propsito:10 - Resumo:11 - Aplicao Prtica:12 - Conexes:13 - Local de origem: Corinto14 - Tema principal: segunda vinda de Cristo.15 - Classificao: escatologia. 16 Fundao17 - EsbooDeuteronmio1- 5 livro da Biblia 2 5 livro do vt3 34 captulos4 959 versculos5 Autor: Paulo6 E uma das Epistolas Paulina7 Chave do livro:Textos-chave (no final de cada captulo): 1.10; 2.19-20; 3.13; 4.13-18; 5.23.8 - Quando foi escrito:Data : 50 ou 51 d.C.9 - Propsito:10 - Resumo:11 - Aplicao Prtica:12 - Conexes:13 - Local de origem: Corinto14 - Tema principal: segunda vinda de Cristo.15 - Classificao: escatologia. 16 Fundao17 - Esboo

Josu 1- 6 livro da Biblia 2 6 livro do vt3 24 captulos4 658 versculos5 Autor: Paulo6 E uma das Epistolas Paulina7 Chave do livro:Textos-chave (no final de cada captulo): 1.10; 2.19-20; 3.13; 4.13-18; 5.23.8 - Quando foi escrito:Data : 50 ou 51 d.C.9 - Propsito:10 - Resumo:11 - Aplicao Prtica:12 - Conexes:13 - Local de origem: Corinto14 - Tema principal: segunda vinda de Cristo.15 - Classificao: escatologia. 16 Fundao17 - EsbooJuzes 1-7livro da Biblia 2 7 livro do vt3 21 capitulos4 463 versculos5 Autor: Paulo6 E uma das Epistolas Paulina7 Chave do livro:Textos-chave (no final de cada captulo): 1.10; 2.19-20; 3.13; 4.13-18; 5.23.8 - Quando foi escrito:Data : 50 ou 51 d.C.9 - Propsito:10 - Resumo:11 - Aplicao Prtica:12 - Conexes:13 - Local de origem: Corinto14 - Tema principal: segunda vinda de Cristo.15 - Classificao: escatologia. 16 Fundao17 - EsbooRute 1 8 livro da bblia2 8 livro do vt3 - 4 captulos 4 - 85 versculos5 - Autor: Paulo6 E uma das Epistolas Paulina7 Chave do livro:Textos-chave (no final de cada captulo): 1.10; 2.19-20; 3.13; 4.13-18; 5.23.8 - Quando foi escrito:Data : 50 ou 51 d.C.9 - Propsito:10 - Resumo:11 - Aplicao Prtica:12 - Conexes:13 - Local de origem: Corinto14 - Tema principal: segunda vinda de Cristo.15 - Classificao: escatologia. 16 Fundao17 - Esboo

I Samuel 1- 9 livro da Biblia 2 9 livro do vt3 31 capitulos4 810 versiculos5 Autor: Paulo6 E uma das Epistolas Paulina7 Chave do livro:Textos-chave (no final de cada captulo): 1.10; 2.19-20; 3.13; 4.13-18; 5.23.8 - Quando foi escrito:Data : 50 ou 51 d.C.9 - Propsito:10 - Resumo:11 - Aplicao Prtica:12 - Conexes:13 - Local de origem: Corinto14 - Tema principal: segunda vinda de Cristo.15 - Classificao: escatologia. 16 Fundao17 - EsbooII Samuel 1- 10 livro da Biblia 2 10 livro do vt3 24 capitulos4 695 versiculos5 Autor: Paulo6 E uma das Epistolas Paulina7 Chave do livro:Textos-chave (no final de cada captulo): 1.10; 2.19-20; 3.13; 4.13-18; 5.23.8 - Quando foi escrito:Data : 50 ou 51 d.C.9 - Propsito:10 - Resumo:11 - Aplicao Prtica:12 - Conexes:13 - Local de origem: Corinto14 - Tema principal: segunda vinda de Cristo.15 - Classificao: escatologia. 16 Fundao17 - EsbooI Reis 1- 11 livro da Biblia 2 11 livro do vt3 22 capitulos4 816 versiculos5 Autor: Paulo6 E uma das Epistolas Paulina7 Chave do livro:Textos-chave (no final de cada captulo): 1.10; 2.19-20; 3.13; 4.13-18; 5.23.8 - Quando foi escrito:Data : 50 ou 51 d.C.9 - Propsito:10 - Resumo:11 - Aplicao Prtica:12 - Conexes:13 - Local de origem: Corinto14 - Tema principal: segunda vinda de Cristo.15 - Classificao: escatologia. 16 Fundao17 - EsbooII Reis 1- 12 livro da Biblia 2 12 livro do vt3 25 capitulos4 719 versiculos5 Autor: Paulo6 E uma das Epistolas Paulina7 Chave do livro:Textos-chave (no final de cada captulo): 1.10; 2.19-20; 3.13; 4.13-18; 5.23.8 - Quando foi escrito:Data : 50 ou 51 d.C.9 - Propsito:10 - Resumo:11 - Aplicao Prtica:12 - Conexes:13 - Local de origem: Corinto14 - Tema principal: segunda vinda de Cristo.15 - Classificao: escatologia. 16 Fundao17 - Esboo

I Crnicas 1- 12 livro da Biblia 2 13 livro vt3 29 capitulos4 952 versiculos5 Autor: Paulo6 E uma das Epistolas Paulina7 Chave do livro:Textos-chave (no final de cada captulo): 1.10; 2.19-20; 3.13; 4.13-18; 5.23.8 - Quando foi escrito:Data : 50 ou 51 d.C.9 - Propsito:10 - Resumo:11 - Aplicao Prtica:12 - Conexes:13 - Local de origem: Corinto14 - Tema principal: segunda vinda de Cristo.15 - Classificao: escatologia. 16 Fundao17 - Esboo

II Crnicas 1- 14 livro da Biblia 2 14 livro do vt3 36 capitulos4 822 versiculos5 Autor: Paulo6 E uma das Epistolas Paulina7 Chave do livro:Textos-chave (no final de cada captulo): 1.10; 2.19-20; 3.13; 4.13-18; 5.23.8 - Quando foi escrito:Data : 50 ou 51 d.C.9 - Propsito:10 - Resumo:11 - Aplicao Prtica:12 - Conexes:13 - Local de origem: Corinto14 - Tema principal: segunda vinda de Cristo.15 - Classificao: escatologia. 16 Fundao17 - EsbooEsdras 1- 15 livro da Biblia 2 15 livro do vt3 10 capitulos4 280 versiculos5 Autor: Paulo6 E uma das Epistolas Paulina7 Chave do livro:Textos-chave (no final de cada captulo): 1.10; 2.19-20; 3.13; 4.13-18; 5.23.8 - Quando foi escrito:Data : 50 ou 51 d.C.9 - Propsito:10 - Resumo:11 - Aplicao Prtica:12 - Conexes:13 - Local de origem: Corinto14 - Tema principal: segunda vinda de Cristo.15 - Classificao: escatologia. 16 Fundao17 - EsbooNeemias 1- 16 livro da Biblia 2 16 livro do vt3 13 capitulos4 406 versiculos5 Autor: Paulo6 E uma das Epistolas Paulina7 Chave do livro:Textos-chave (no final de cada captulo): 1.10; 2.19-20; 3.13; 4.13-18; 5.23.8 - Quando foi escrito:Data : 50 ou 51 d.C.9 - Propsito:10 - Resumo:11 - Aplicao Prtica:12 - Conexes:13 - Local de origem: Corinto14 - Tema principal: segunda vinda de Cristo.15 - Classificao: escatologia. 16 Fundao17 - Esboo

Ester1- 17 livro da Biblia 2 17 livro do vt3 10 capitulos4 167 versiculos5 Autor: Paulo6 E uma das Epistolas Paulina7 Chave do livro:Textos-chave (no final de cada captulo): 1.10; 2.19-20; 3.13; 4.13-18; 5.23.8 - Quando foi escrito:Data : 50 ou 51 d.C.9 - Propsito:10 - Resumo:11 - Aplicao Prtica:12 - Conexes:13 - Local de origem: Corinto14 - Tema principal: segunda vinda de Cristo.15 - Classificao: escatologia. 16 Fundao17 - EsbooJ 1- 18 livro da Biblia 2 18 livro do vt3 42 capitulos4 1070 versiculos5 Autor: Paulo6 E uma das Epistolas Paulina7 Chave do livro:Textos-chave (no final de cada captulo): 1.10; 2.19-20; 3.13; 4.13-18; 5.23.8 - Quando foi escrito:Data : 50 ou 51 d.C.9 - Propsito:10 - Resumo:11 - Aplicao Prtica:12 - Conexes:13 - Local de origem: Corinto14 - Tema principal: segunda vinda de Cristo.15 - Classificao: escatologia. 16 Fundao17 - Esboo

Salmos

1- 19 livro da Biblia 2 19 livro do vt3 150 capitulos4 2421 versiculos5 Autor: Paulo6 E uma das Epistolas Paulina7 Chave do livro:Textos-chave (no final de cada captulo): 1.10; 2.19-20; 3.13; 4.13-18; 5.23.8 - Quando foi escrito:Data : 50 ou 51 d.C.9 - Propsito:10 - Resumo:11 - Aplicao Prtica:12 - Conexes:13 - Local de origem: Corinto14 - Tema principal: segunda vinda de Cristo.15 - Classificao: escatologia. 16 Fundao17 - Esboo

Provrbios 1- 20 livro da Biblia 2 20 livro do novo testamento3 31 capitulos4 915 versiculos5 Autor: Paulo6 E uma das Epistolas Paulina7 Chave do livro:Textos-chave (no final de cada captulo): 1.10; 2.19-20; 3.13; 4.13-18; 5.23.8 - Quando foi escrito:Data : 50 ou 51 d.C.9 - Propsito:10 - Resumo:11 - Aplicao Prtica:12 - Conexes:13 - Local de origem: Corinto14 - Tema principal: segunda vinda de Cristo.15 - Classificao: escatologia. 16 Fundao17 - Esboo

Eclesiastes 1- 21 livro da Biblia 2 21 livro do vt3 12 capitulos4 222 versiculos5 Autor: Paulo6 E uma das Epistolas Paulina7 Chave do livro:Textos-chave (no final de cada captulo): 1.10; 2.19-20; 3.13; 4.13-18; 5.23.8 - Quando foi escrito:Data : 50 ou 51 d.C.9 - Propsito:10 - Resumo:11 - Aplicao Prtica:12 - Conexes:13 - Local de origem: Corinto14 - Tema principal: segunda vinda de Cristo.15 - Classificao: escatologia. 16 Fundao17 - Esboo

Cantares de Salomo 1- 22 livro da Biblia 2 22 livro do vt3 8 capitulos4 117versiculos5 Autor: Paulo6 E uma das Epistolas Paulina7 Chave do livro:Textos-chave (no final de cada captulo): 1.10; 2.19-20; 3.13; 4.13-18; 5.23.8 - Quando foi escrito:Data : 50 ou 51 d.C.9 - Propsito:10 - Resumo:11 - Aplicao Prtica:12 - Conexes:13 - Local de origem: Corinto14 - Tema principal: segunda vinda de Cristo.15 - Classificao: escatologia. 16 Fundao17 - Esboo

Isaias1- 23 livro da Biblia 2 23 livro do vt3 66 capitulos4 1292 versiculos5 Autor: Paulo6 E uma das Epistolas Paulina7 Chave do livro:Textos-chave (no final de cada captulo): 1.10; 2.19-20; 3.13; 4.13-18; 5.23.8 - Quando foi escrito:Data : 50 ou 51 d.C.9 - Propsito:10 - Resumo:11 - Aplicao Prtica:12 - Conexes:13 - Local de origem: Corinto14 - Tema principal: segunda vinda de Cristo.15 - Classificao: escatologia. 16 Fundao17 - Esboo

Jeremias1- 24 livro da Biblia 2 24 livro do vt3 52 capitulos4 1368 versiculos5 Autor: Paulo6 E uma das Epistolas Paulina7 Chave do livro:Textos-chave (no final de cada captulo): 1.10; 2.19-20; 3.13; 4.13-18; 5.23.8 - Quando foi escrito:Data : 50 ou 51 d.C.9 - Propsito:10 - Resumo:11 - Aplicao Prtica:12 - Conexes:13 - Local de origem: Corinto14 - Tema principal: segunda vinda de Cristo.15 - Classificao: escatologia. 16 Fundao17 - Esboo

Lamentaes 1- 25 livro da Biblia 2 25 livro do vt3 5 capitulos4 154 versiculos5 Autor: Paulo6 E uma das Epistolas Paulina7 Chave do livro:Textos-chave (no final de cada captulo): 1.10; 2.19-20; 3.13; 4.13-18; 5.23.8 - Quando foi escrito:Data : 50 ou 51 d.C.9 - Propsito:10 - Resumo:11 - Aplicao Prtica:12 - Conexes:13 - Local de origem: Corinto14 - Tema principal: segunda vinda de Cristo.15 - Classificao: escatologia. 16 Fundao17 - Esboo

Ezequiel 1- 26 livro da Biblia 2 o 4 livro dos profetas chamado maiores3 48 capitulos4 1273 versiculos5 Autor: Paulo6 E uma das Epistolas Paulina7 Chave do livro:Textos-chave (no final de cada captulo): 1.10; 2.19-20; 3.13; 4.13-18; 5.23.8 - Quando foi escrito:Data : 50 ou 51 d.C.9 - Propsito:10 - Resumo:11 - Aplicao Prtica:12 - Conexes:13 - Local de origem: Corinto14 - Tema principal: segunda vinda de Cristo.15 - Classificao: escatologia. 16 Fundao17 - Esboo

Daniel 1- 27 livro da Biblia 2 27 livro do vt3 12 capitulos4 357 versiculos5 Autor: Paulo6 E uma das Epistolas Paulina7 Chave do livro:Textos-chave (no final de cada captulo): 1.10; 2.19-20; 3.13; 4.13-18; 5.23.8 - Quando foi escrito:Data : 50 ou 51 d.C.9 - Propsito:10 - Resumo:11 - Aplicao Prtica:12 - Conexes:13 - Local de origem: Corinto14 - Tema principal: segunda vinda de Cristo.15 - Classificao: escatologia. 16 Fundao17 - Esboo

Osias 1- 28 livro da Biblia 2 28 livro do vt3 14 capitulos4 197 versiculos5 Autor: Paulo6 E uma das Epistolas Paulina7 Chave do livro:Textos-chave (no final de cada captulo): 1.10; 2.19-20; 3.13; 4.13-18; 5.23.8 - Quando foi escrito:Data : 50 ou 51 d.C.9 - Propsito:10 - Resumo:11 - Aplicao Prtica:12 - Conexes:13 - Local de origem: Corinto14 - Tema principal: segunda vinda de Cristo.15 - Classificao: escatologia. 16 Fundao17 - Esboo

Joel 1- 28 livro da Biblia 2 28 livro do vt3 3 capitulos4 73 versiculos5 Autor: Paulo6 E uma das Epistolas Paulina7 Chave do livro:Textos-chave (no final de cada captulo): 1.10; 2.19-20; 3.13; 4.13-18; 5.23.8 - Quando foi escrito:Data : 50 ou 51 d.C.9 - Propsito:10 - Resumo:11 - Aplicao Prtica:12 - Conexes:13 - Local de origem: Corinto14 - Tema principal: segunda vinda de Cristo.15 - Classificao: escatologia. 16 Fundao17 - Esboo

Ams 1- 29 livro da Biblia 2 29 livro do vt3 9 capitulos4 146 versiculos5 Autor: Paulo6 E uma das Epistolas Paulina7 Chave do livro:Textos-chave (no final de cada captulo): 1.10; 2.19-20; 3.13; 4.13-18; 5.23.8 - Quando foi escrito:Data : 50 ou 51 d.C.9 - Propsito:10 - Resumo:11 - Aplicao Prtica:12 - Conexes:13 - Local de origem: Corinto14 - Tema principal: segunda vinda de Cristo.15 - Classificao: escatologia. 16 Fundao17 - Esboo

Obadias1- 30 livro da Biblia 2 30 livro do vt3 1 capitulos4 21 versiculos5 Autor: Paulo6 E uma das Epistolas Paulina7 Chave do livro:Textos-chave (no final de cada captulo): 1.10; 2.19-20; 3.13; 4.13-18; 5.23.8 - Quando foi escrito:Data : 50 ou 51 d.C.9 - Propsito:10 - Resumo:11 - Aplicao Prtica:12 - Conexes:13 - Local de origem: Corinto14 - Tema principal: 15 - Classificao: 16 Fundao17 - Esboo

Jonas 1- 32 livro da Biblia 2 32 livro do vt3 4 capitulos4 48 versiculos5 Autor: Jonas6 E um dos profetas menores7 Chave do livro:Textos-chave 8 - Quando foi escrito:Data : 9 - Propsito:10 - Resumo:11 - Aplicao Prtica:12 - Conexes:13 - Local de origem: 14 - Tema principal: 15 - Classificao: 16 Fundao17 - Esboo

Miquias 1- 33 livro da Biblia 2 33 livro do vt3 7 capitulos4 105 versiculos5 Autor: Miquias6 E um dos profetas menores7 Chave do livro:Textos-chave 8 - Quando foi escrito:Data : 9 - Propsito:10 - Resumo:11 - Aplicao Prtica:12 - Conexes:13 - Local de origem: 14 - Tema principal: 15 - Classificao: 16 Fundao17 - Esboo

Naum1- 34 livro da Biblia 2 34 livro do vt3 3 capitulos4 47 versiculos5 Autor: Naum6 E um dos profetas menores7 Chave do livro:Textos-chave 8 - Quando foi escrito:Data : 9 - Propsito:10 - Resumo:11 - Aplicao Prtica:12 - Conexes:13 - Local de origem: 14 - Tema principal: 15 - Classificao: 16 Fundao17 - EsbooHabacuque 1- 35 livro da Biblia 2 35 livro do vt3 3 capitulos4 56 versiculos5 Autor: Habacuque6 E um dos profetas menores7 Chave do livro:Textos-chave (no final de cada captulo): 8 - Quando foi escrito:Data : 9 - Propsito:10 - Resumo:11 - Aplicao Prtica:12 - Conexes:13 - Local de origem: 14 - Tema principal: 15 - Classificao:. 16 Fundao17 - EsbooSofonias 1- 36 livro da Biblia 2 36 livro do vt3 3 capitulos4 53 versiculos5 Autor: Sofonias6 E um dos profetas menores7 Chave do livro:Textos-chave 8 - Quando foi escrito:Data :9 - Propsito:10 - Resumo:11 - Aplicao Prtica:12 - Conexes:13 - Local de origem: 14 - Tema principal: 15 - Classificao: 16 Fundao17 - Esboo

Ageu 1- 37 livro da Biblia 2 37 livro do vt3 2 capitulos4 38 versiculos5 Autor: Ageu6 E um dos profetas menores7 Chave do livro:Textos-chave8 - Quando foi escrito:Data : 9 - Propsito:10 - Resumo:11 - Aplicao Prtica:12 - Conexes:13 - Local de origem: 14 - Tema principal: 15 - Classificao: 16 Fundao17 - Esboo

Zacarias 1- 38 livro da Biblia 2 38 livro do vt3 14 capitulos4 211 versiculos5 Autor: Paulo6 E um dos profetas menores7 Chave do livro:Textos-chave 8 - Quando foi escrito:Data : 9 - Propsito:10 - Resumo:11 - Aplicao Prtica:12 - Conexes:13 - Local de origem:14 - Tema principal: 15 - Classificao: 16 Fundao17 - Esboo

Malaquias 1- 39 livro da Biblia 2 39 livro do vt3 4 capitulos4 55 versiculos5 Autor: Malaquias6 E um dos profetas menores7 Chave do livro:8 - Quando foi escrito:Data : 9 - Propsito:10 - Resumo:11 - Aplicao Prtica:12 - Conexes:13 - Local de origem: 14 - Tema principal: 15 - Classificao: 16 Fundao17 Esboo18 Total : 39 Livros 929 capitulos 22836 versiculos

Mateus1- 40 livro da Biblia 2 1 livro do nt3 28 capitulos4 1084 versiculos5 Autor: Este Evangelho conhecido como o Evangelho de Mateus porque foi escrito pelo apstolo do mesmo nome. O estilo do livro exatamente o que seria esperado de um homem que j foi um cobrador de impostos. Mateus tem um grande interesse em contabilidade (18:23-24; 25:14-15). O livro muito ordenado e conciso. Ao invs de escrever em ordem cronolgica, Mateus organiza este Evangelho atravs de seis discursos

6 E um livro dos evangelhos7 Chave do livro: Versculos-chave: Mateus 5:17: No penseis que vim revogar a Lei ou os Profetas; no vim para revogar, vim para cumprir.

Mateus 5:43-44: Ouvistes que foi dito: Amars o teu prximo e odiars o teu inimigo. Eu, porm, vos digo: amai os vossos inimigos e orai pelos que vos perseguem.

Mateus 6:9-13: Portanto, vs orareis assim: Pai nosso, que ests nos cus, santificado seja o teu nome; venha o teu reino; faa-se a tua vontade, assim na terra como no cu; o po nosso de cada dia d-nos hoje; e perdoa-nos as nossas dvidas, assim como ns temos perdoado aos nossos devedores; e no nos deixes cair em tentao; mas livra-nos do mal {pois teu o reino, o poder e a glria para sempre. Amm}!

Mateus 16:26: Pois que aproveitar o homem se ganhar o mundo inteiro e perder a sua alma? Ou que dar o homem em troca da sua alma?

Mateus 22:37-40: Respondeu-lhe Jesus: Amars o Senhor, teu Deus, de todo o teu corao, de toda a tua alma e de todo o teu entendimento. Este o grande e primeiro mandamento. O segundo, semelhante a este, : Amars o teu prximo como a ti mesmo. Destes dois mandamentos dependem toda a Lei e os Profetas.

Mateus 27:31: Depois de o terem escarnecido, despiram-lhe o manto e o vestiram com as suas prprias vestes. Em seguida, o levaram para ser crucificado.

Mateus 28:5-6: Mas o anjo, dirigindo-se s mulheres, disse: No temais; porque sei que buscais Jesus, que foi crucificado. Ele no est aqui; ressuscitou, como tinha dito. Vinde ver onde ele jazia.

Mateus 28:19-20: Ide, portanto, fazei discpulos de todas as naes, batizando-os em nome do Pai, e do Filho, e do Esprito Santo; ensinando-os a guardar todas as coisas que vos tenho ordenado. E eis que estou convosco todos os dias at consumao do sculo.

8 - Quando foi escrito: Como um apstolo, Mateus escreveu este livro no incio do perodo da igreja, provavelmente por volta de 50 dC. Essa foi uma poca em que a maioria dos cristos eram judeus convertidos, assim, o foco de Mateus na perspectiva judaica neste evangelho compreensvel.

9 - Propsito: Mateus tem a inteno de provar aos judeus que Jesus Cristo o Messias prometido. Mais do que qualquer outro evangelho, Mateus cita o Antigo Testamento para mostrar como Jesus cumpriu as palavras dos profetas judeus. Mateus descreve em detalhes a linhagem de Jesus desde Davi e usa muitas expresses familiares aos judeus. O amor e preocupao de Mateus por seu povo visvel atravs de sua abordagem minuciosa de contar a histria do evangelho.

10 - Resumo: Mateus discute a linhagem, nascimento e incio da vida de Cristo nos dois primeiros captulos. Da, o livro discute o ministrio de Jesus. As descries dos ensinamentos de Cristo esto organizadas na forma de "discursos", como o Sermo da Montanha nos captulos 5 a 7. Captulo 10 envolve a misso e propsito dos discpulos; captulo 13 uma coleo de parbolas, captulo 18 discute a igreja, captulo 23, comea um discurso sobre hipocrisia e o futuro. Os captulos 21 a 27 discutem a priso, tortura e execuo de Jesus. O captulo final descreve a ressurreio e a Grande Comisso.

11 - Aplicao Prtica: O Evangelho de Mateus uma excelente introduo aos ensinamentos fundamentais do Cristianismo. O estilo lgico do esquema facilita a localizao das discusses de vrios temas. Mateus especialmente til para a compreenso de como a vida de Cristo foi o cumprimento das profecias do Antigo Testamento.

Seus compatriotas judeus eram a audincia a quem se dirigia Mateus e muitos deles -- especialmente os fariseus e saduceus -- teimosamente recusaram-se a aceitar Jesus como seu Messias. Apesar de sculos lendo e estudando o Antigo Testamento, seus olhos estavam cegos para a verdade de quem era Jesus. Jesus os repreendeu por seus coraes duros e sua recusa em reconhecer Aquele por quem supostamente estavam aguardando (Joo 5:38-40). Eles queriam um Messias em seus prprios termos, uma pessoa que cumprisse os seus prprios desejos e fizesse o que eles quisessem. Quantas vezes buscamos a Deus em nossos prprios termos? No o rejeitamos quando lhe atribumos apenas os atributos que consideramos aceitveis, aqueles que nos fazem sentir bem -- Seu amor, misericrdia, graa -- enquanto rejeitamos aqueles que consideramos ofensivos -- Sua raiva, justia e ira santa? Que no nos atrevamos a cometer o erro dos fariseus, criando Deus em nossa prpria imagem e em seguida esperar que Ele viva de acordo com nossos padres. Tal deus nada mais do que um dolo. A Bblia nos d informao mais do que suficiente sobre a verdadeira natureza e identidade de Deus e de Jesus Cristo para justificar a nossa adorao e a nossa obedincia.

12 - Conexes: Como o objetivo de Mateus apresentar Jesus Cristo como Rei e Messias de Israel, ele cita o Antigo Testamento mais do que os outros trs escritores dos evangelhos. Mateus cita mais de 60 vezes passagens profticas do Antigo Testamento, demonstrando como Jesus as cumpriu. Ele comea seu evangelho com a genealogia de Jesus, traando sua linhagem at Abrao, o progenitor dos judeus. De l, Mateus cita extensivamente os profetas, muitas vezes utilizando a frase "como foi dito pelo (s) profeta (s)" (Mateus 1:22-23, 2:5-6, 2:15, 4:13-16, 8 :16-17, 13:35, 21:4-5). Estes versculos referem-se s profecias do Antigo Testamento acerca do Seu nascimento virginal (Isaas 7:14) em Belm (Miqueias 5:2), Seu retorno do Egito aps a morte de Herodes (Oseias 11:1), Seu ministrio aos gentios (Isaas 9:1-2; 60:1-3), Suas curas milagrosas do corpo e alma (Isaas 53:4), Suas lies na forma de parbolas (Salmos 78:2) e Sua entrada triunfal em Jerusalm (Zacarias 9:9).

13 - Local de origem: 14 - Tema principal: 15 - Classificao: 16 Fundao17 - Esboo

Marcos1- 41 livro da Biblia 2 2 livro do novo testamento3 16 capitulos4 678 versiculos5 Autor: Marcos - Embora o Evangelho de Marcos no identifique o seu autor, os pais da igreja primitiva concordam por unanimidade que Marcos foi o autor. Ele era um associado do Apstolo Pedro e evidentemente o seu filho espiritual (1 Pedro 5:13). De Pedro ele recebeu informaes de primeira mo dos acontecimentos e ensinamentos do Senhor, e preservou essas informaes em forma escrita.

geralmente aceito que Marcos o Joo Marcos do Novo Testamento (Atos 12:12). Sua me era uma Crist rica e proeminente na igreja de Jerusalm e a igreja provavelmente se reunia em sua casa. Marcos se juntou a Paulo e Barnab em sua primeira viagem missionria, mas no na segunda por causa de um forte desentendimento entre os dois homens (Atos 15:37-38). No entanto, perto do final da vida de Paulo ele pediu a Marcos para ficar com

6 E um livro dos evangelhos de marcos7 Chave do livro:Textos-chave Versculos-chave: Marcos 1:11: Ento, foi ouvida uma voz dos cus: Tu s o meu Filho amado, em ti me comprazo.

Marcos 1:17: Disse-lhes Jesus: Vinde aps mim, e eu vos farei pescadores de homens.

Marcos 10:14-15: Jesus, porm, vendo isto, indignou-se e disse-lhes: Deixai vir a mim os pequeninos, no os embaraceis, porque dos tais o reino de Deus. Em verdade vos digo: Quem no receber o reino de Deus como uma criana de maneira nenhuma entrar nele.

Marcos 10:45: Pois o prprio Filho do Homem no veio para ser servido, mas para servir e dar a sua vida em resgate por muitos.

Marcos 12:33: ...e que amar a Deus de todo o corao e de todo o entendimento e de toda a fora, e amar ao prximo como a si mesmo excede a todos os holocaustos e sacrifcios.

Marcos 16:6: Ele, porm, lhes disse: No vos atemorizeis; buscais a Jesus, o Nazareno, que foi crucificado; ele ressuscitou, no est mais aqui; vede o lugar onde o tinham posto.

Marcos 16:15: E disse-lhes: Ide por todo o mundo e pregai o evangelho a toda criatura.

8 - Quando foi escrito:Data : O Evangelho de Marcos foi provavelmente um dos primeiros livros escritos no Novo Testamento, provavelmente em 57-59 dC.

9 - Propsito: Embora Mateus tenha sido escrito principalmente para seus irmos judeus, o Evangelho de Marcos parece ser direcionado aos crentes romanos, particularmente os gentios. Marcos escreveu como um pastor para os cristos que j tinham ouvido e acreditado no Evangelho (Romanos 1:8). Ele desejava que eles tivessem uma narrativa biogrfica de Jesus Cristo como Servo do Senhor e Salvador do mundo a fim de fortalecer a sua f diante da perseguio severa e ensinar-lhes o que significava ser Seus discpulos.

10 - Resumo: Este evangelho nico porque ele enfatiza as aes de Jesus mais do que Seus ensinamentos. escrito de forma simples, movendo-se rapidamente de um episdio da vida de Cristo para outro. Ele no comea com uma genealogia como em Mateus porque os gentios no estariam interessados em Sua linhagem. Aps a apresentao de Jesus no Seu batismo, Jesus comeou Seu ministrio pblico na Galileia e chamou os primeiros quatro de Seus doze discpulos. O que se segue o registro da morte, vida e ressurreio de Jesus.

O relato de Marcos no apenas uma coleo de histrias, mas uma narrativa escrita para revelar que Jesus era o Messias, no s para os judeus, mas para os gentios tambm. Em uma profisso dinmica, os discpulos, liderados por Pedro, assumiram a sua f nEle (Marcos 8:29-30), embora no tenham compreendido plenamente Sua messianidade at depois da Sua ressurreio.

Ao seguirmos Suas viagens pela Galileia, reas circundantes e ento para a Judeia, percebemos quo rpido o ritmo foi estabelecido. Ele tocou a vida de muitas pessoas, mas deixou uma marca indelvel em seus discpulos. Na transfigurao (Marcos 9:1-9), Ele deu a trs deles uma visualizao do Seu retorno futuro em poder e glria, e mais uma vez lhes foi revelado quem Ele era.

No entanto, nos dias que antecederam a Sua ltima viagem a Jerusalm, vemo-los desnorteados, com medo e duvidando. Quando Jesus foi preso, Ele ficou sozinho depois que todos fugiram. Nas horas seguintes, durante os julgamentos simulados, Jesus proclamou ousadamente que Ele era o Cristo, o Filho do Abenoado e que Ele seria vitorioso em Sua volta (Marcos 14:61-62). Os eventos climticos em torno da crucificao, morte, sepultamento e ressurreio no foram testemunhados pela maioria de Seus discpulos. Entretanto, vrias mulheres fiis testemunharam a Sua paixo. Depois do sbado, no incio da manh do primeiro dia da semana, elas foram ao sepulcro com especiarias de enterro. Quando viram que a pedra tinha sido movida, elas entraram no tmulo. No foi o corpo de Jesus que viram, mas um anjo vestido de branco. A mensagem de alegria que receberam foi: "Ele ressuscitou!" As mulheres foram as primeiras evangelistas por espalharem a boa nova da Sua ressurreio. Esta mesma mensagem tem sido transmitida para todo o mundo nos sculos seguintes at ns hoje.

11 - Aplicao Prtica: Marcos apresenta Jesus como o Servo sofredor de Deus (Marcos 10:45) e como Aquele que veio para servir e sacrificar-se por ns, em parte para nos inspirar a fazer o mesmo. Devemos servir como Ele serviu, com a mesma grandeza de humildade e dedicao ao servio dos outros. Jesus exortou-nos a lembrar que para ser grande no reino de Deus, devemos ser o servo de todos (Marcos 10:44). O auto-sacrifcio deve transcender a nossa necessidade de reconhecimento ou recompensa, assim como Jesus estava disposto a ser humilhado ao oferecer a Sua vida pelas ovelhas.

12 - Conexes: Conexes: Como o pblico-alvo de Marcos era os gentios, ele no cita o Antigo Testamento com a mesma frequncia que Mateus, o qual escreveu principalmente para os judeus. Ele no comea com uma genealogia para ligar Jesus aos patriarcas judeus, mas comea ao invs com o Seu batismo, o incio de Seu ministrio terrestre. Mas mesmo a, Marcos cita uma profecia do Antigo Testamento sobre o mensageiro, Joo Batista, o qual exortaria o povo para "preparar o caminho para o Senhor" (Marcos 1:3, Isaas 40:3) enquanto aguardavam a vinda do seu Messias.

Jesus faz referncia ao Antigo Testamento em vrias passagens em Marcos. Em Marcos 7:6, Jesus repreende os fariseus por sua adorao superficial de Deus com os lbios, enquanto seus coraes estavam longe dEle, e se refere ao seu prprio profeta, Isaas, para conden-los de sua dureza de corao (Isaas 29:13). Jesus se referiu a uma profecia do Antigo Testamento que era para ser cumprida naquela mesma noite, enquanto os discpulos seriam espalhados como ovelhas sem pastor quando Jesus foi preso e condenado morte (Marcos 14:27; Zacarias 13:7). Jesus referiu-se novamente a Isaas quando purificou o Templo dos cambistas (Marcos 11:15-17, Isaas 56:7, Jeremias 7:11) e ento aos Salmos quando Ele explicou que era a pedra angular da nossa f e da Igreja (Marcos 12:10-11; Salmo 118:22-23).

13 - Local de origem: 14 - Tema principal: 15 - Classificao: 16 Fundao17 - Esboo

Lucas1- 42 livro da Biblia 2 3 livro do novo testamento3 24 capitulos4 1150 versiculos5 Autor: Lucas - Autor: O evangelho de Lucas no identifica o seu autor. Com base em Lucas 1:1-4 e Atos 1:1-3, evidente que o mesmo autor escreveu ambos Lucas e Atos, dirigindo os dois ao "excelentssimo Tefilo", possivelmente um dignitrio romano. A tradio desde os primeiros dias da igreja foi que Lucas, um mdico e companheiro prximo ao Apstolo Paulo, escreveu tanto Lucas e Atos (Colossenses 4:14; 2 Timteo 4:11). Isto faria de Lucas o nico gentio a escrever um dos livros da Escritura.

6 E um dos livros de Lucas7 Chave do livro:Textos-chave - Lucas 2:4-7: Jos tambm subiu da Galileia, da cidade de Nazar, para a Judeia, cidade de Davi, chamada Belm, por ser ele da casa e famlia de Davi, a fim de alistar-se com Maria, sua esposa, que estava grvida. Estando eles ali, aconteceu completarem-se-lhe os dias, e ela deu luz o seu filho primognito, enfaixou-o e o deitou numa manjedoura, porque no havia lugar para eles na hospedaria.

Lucas 3:16: "...disse Joo a todos: Eu, na verdade, vos batizo com {com; ou em} gua, mas vem o que mais poderoso do que eu, do qual no sou digno de desatar-lhe as correias das sandlias; ele vos batizar com {com; ou em} o Esprito Santo e com {com; ou em} fogo."

Lucas 4:18-19, 21: O Esprito do Senhor est sobre mim, pelo que me ungiu para evangelizar os pobres; enviou-me para proclamar libertao aos cativos e restaurao da vista aos cegos, para pr em liberdade os oprimidos, e apregoar o ano aceitvel do Senhor. Ento, passou Jesus a dizer-lhes: Hoje, se cumpriu a Escritura que acabais de ouvir."

Lucas 18:31-33: Tomando consigo os doze, disse-lhes Jesus: Eis que subimos para Jerusalm, e vai cumprir-se ali tudo quanto est escrito por intermdio dos profetas, no tocante ao Filho do Homem; pois ser ele entregue aos gentios, escarnecido, ultrajado e cuspido e, depois de o aoitarem, tirar-lhe-o a vida; mas, ao terceiro dia, ressuscitar."

Lucas 23:33-34: "Quando chegaram ao lugar chamado Calvrio, {Calvrio; no original, caveira} ali o crucificaram, bem como aos malfeitores, um direita, outro esquerda. Contudo, Jesus dizia: Pai, perdoa-lhes, porque no sabem o que fazem."

Lucas 24:1-3: "Mas, no primeiro dia da semana, alta madrugada, foram elas ao tmulo, levando os aromas que haviam preparado. E encontraram a pedra removida do sepulcro; mas, ao entrarem, no acharam o corpo do Senhor Jesus."

8 - Quando foi escrito:Data : Quando foi escrito: O Evangelho de Lucas foi provavelmente escrito entre 58 e 65 dC.

9 - Propsito: Propsito: Assim como os outros dois evangelhos sinticos, Mateus e Marcos, o propsito deste livro revelar o Senhor Jesus Cristo e tudo o que Ele "comeou a fazer e a ensinar at ao dia em que... foi elevado s alturas" (Atos 1:1-2). O Evangelho de Lucas nico por ser uma narrao meticulosa -- uma "exposio em ordem" (Lucas 1:3) compatvel com a mente mdica de Lucas -- muitas vezes dando detalhes que as outras narrativas omitem. A histria de Lucas da vida do Grande Mdico enfatiza o seu ministrio - e compaixo aos gentios, samaritanos, mulheres, crianas, cobradores de impostos, pecadores e outros considerados marginalizados em Israel.

10 - Resumo: Resumo: Chamado o mais belo livro jamais escrito, Lucas comea contando-nos sobre os pais de Jesus, o nascimento de seu primo (Joo Batista), a viagem de Jos e Maria a Belm, onde Jesus nasceu numa manjedoura, e a genealogia de Cristo atravs de Maria. O ministrio pblico de Jesus revela a Sua perfeita compaixo e perdo atravs das narrativas do filho prdigo, do homem rico e Lzaro e do Bom Samaritano. Enquanto muitos acreditam nesse amor sem preconceitos que ultrapassa todos os limites humanos, muitos outros -- especialmente os lderes religiosos -- desafiam e opem-se s reivindicaes de Jesus. Os seguidores de Cristo so incentivados a contar o custo do discipulado, enquanto que seus inimigos buscam a Sua morte na cruz. Por fim, Jesus trado, julgado, condenado e crucificado. Entretanto, a sepultura no pode prend-lo! Sua ressurreio garante a continuao do seu ministrio de buscar e salvar o perdido.

11 - Aplicao Prtica: Aplicao Prtica: Lucas nos d um belo retrato do nosso Salvador compassivo. Jesus no se sentia "incomodado" pelos pobres e necessitados, na verdade, eles eram o foco principal de Seu ministrio. Nos tempos de Jesus, Israel era uma sociedade muito consciente de suas classes sociais. Os fracos e oprimidos eram literalmente impotentes para melhorar sua sorte na vida e estavam especialmente abertos mensagem de que "a vs outros est prximo o reino de Deus" (Lucas 10:9). Esta uma mensagem que devemos levar para aqueles ao nosso redor que desesperadamente precisam ouvi-la. At mesmo em pases relativamente ricos -- talvez especialmente por isso -- a necessidade espiritual tremenda. Os cristos devem seguir o exemplo de Jesus e levar as boas novas da salvao para os espiritualmente pobres e necessitados. O reino de Deus est prximo e o tempo fica cada vez mais curto a c

12 - Conexes: Conexes: Como um gentio, as referncias de Lucas ao Antigo Testamento so relativamente poucas em relao ao evangelho de Mateus, e a maioria das referncias do Antigo Testamento esto nas palavras ditas por Jesus em vez de na narrao de Lucas. Jesus usou o Antigo Testamento para se defender contra os ataques de Satans, respondendo-lhe com "Est escrito" (Lucas 4:1-13); para identificar-se como o Messias prometido (Lucas 4:17-21); para lembrar os fariseus de sua incapacidade de manter a lei e da necessidade de um Salvador (Lucas 10:25-28, 18:18-27); e para confundir o seu conhecimento quando tentaram engan-lo e prov-lo (Lucas 20).

13 - Local de origem: 14 - Tema principal: 15 - Classificao: 16 Fundao17 - Esboo

Joo1- 43 livro da Biblia 2 4 livro do novo testamento3 21 capitulos4 878 versiculos5 Autor: Apostolo Joo - Autor: Joo 21:20-24 descreve o autor como sendo "o discpulo que Jesus amava" e por razes tanto histricas quanto internas, acredita-se que esse seja o apstolo Joo, um dos filhos de Zebedeu (Lucas 5:10).

6 E um evangelho do apstolo Joo7 Chave do livro:Textos-chave Versculos-chave: "No princpio era o Verbo, e o Verbo estava com Deus, e o Verbo era Deus. E o Verbo se fez carne e habitou entre ns, cheio de graa e de verdade, e vimos a sua glria, glria como do unignito do Pai" (Joo 1:1,14).

"No dia seguinte, viu Joo a Jesus, que vinha para ele, e disse: Eis o Cordeiro de Deus, que tira o pecado do mundo!" (Joo 1:29).

"Porque Deus amou ao mundo de tal maneira que deu o seu Filho unignito, para que todo o que nele cr no perea, mas tenha a vida eterna" (Joo 3:16).

"Respondeu-lhes Jesus: A obra de Deus esta: que creiais naquele que por ele foi enviado" (Joo 6:29).

"O ladro vem somente para roubar, matar e destruir; eu vim para que tenham vida e a tenham em abundncia" (Joo 10:10).

"Eu lhes dou a vida eterna; jamais perecero, e ningum as arrebatar da minha mo" (Joo 10:28).

"Disse-lhe Jesus: Eu sou a ressurreio e a vida. Quem cr em mim, ainda que morra, viver; e todo o que vive e cr em mim no morrer, eternamente. Crs isto?" (Joo 11:25-26).

"Nisto conhecero todos que sois meus discpulos: se tiverdes amor uns aos outros" (Joo 13:35).

"Respondeu-lhe Jesus: Eu sou o caminho, e a verdade, e a vida; ningum vem ao Pai seno por mim" (Joo 14:6).

"Disse-lhe Jesus: Filipe, h tanto tempo estou convosco, e no me tens conhecido? Quem me v a mim v o Pai; como dizes tu: Mostra-nos o Pai?" (Joo 14:9).

"Santifica-os na verdade; a tua palavra a verdade" (Joo 17:17).

"Quando, pois, Jesus tomou o vinagre, disse: Est consumado! E, inclinando a cabea, rendeu o esprito" (Joo 19:30).

"Disse-lhe Jesus: Porque me viste, creste? Bem-aventurados os que no viram e creram" (Joo 20:29).

8 - Quando foi escrito:Data : Quando foi escrito: A descoberta de certos fragmentos de papiros em cerca de 135 dC requer que o livro tenha sido escrito, copiado e distribudo antes disso. Enquanto alguns acreditem que tenha sido escrito antes da destruio de Jerusalm (70 AD), 85-90 AD uma data mais aceita para a sua escrita.

9 - Propsito: Joo 20:31 cita o propsito como sendo o seguinte: "Estes, porm, foram registrados para que creiais que Jesus o Cristo, o Filho de Deus, e para que, crendo, tenhais vida em seu nome." Ao contrrio dos trs Evangelhos sinticos, o propsito de Joo no apresentar uma narrativa cronolgica da vida de Cristo, mas mostrar a sua divindade. Joo queria no s fortalecer a f dos crentes de segunda gerao e levar outros f, mas tambm corrigir uma falsa doutrina que estava se espalhando. Joo enfatizou Jesus Cristo como sendo "o Filho de Deus", totalmente Deus e totalmente homem, ao contrrio da falsa doutrina do "esprito-Cristo", a qual afirmava que esse esprito tinha vindo sobre o homem Jesus em Seu batismo e deixado-o na crucificao.

10 - Resumo: O Evangelho de Joo seleciona apenas sete milagres como sinais para demonstrar a divindade de Cristo e para ilustrar Seu ministrio. Alguns destes sinais e narraes so encontrados apenas em Joo. O seu livro o mais teolgico dos quatro Evangelhos e muitas vezes ele registra a razo por trs dos eventos mencionados nos outros Evangelhos. Ele compartilha muito sobre o ministrio vindouro do Esprito Santo aps a ascenso de Jesus. H certas palavras ou frases que Joo frequentemente usa e que mostram os temas repetitivos do seu Evangelho: acreditar, testemunha, Consolador, vida - morte, luz - escurido, eu sou... (como em Jesus o "Eu Sou") e o amor.

O Evangelho de Joo apresenta Cristo, no de Seu nascimento, mas do "princpio" como "o Verbo" (Logos), o qual, como Divindade, est envolvido em cada aspecto da criao (1:1-3) e mais tarde torna-se carne (1:14) a fim tirar os nossos pecados como o Cordeiro de Deus imaculado (Joo 1:29). Joo seleciona conversas espirituais que mostram que Jesus o Messias (4:26) e para explicar como algum pode ser salvo atravs de Sua morte vicria na cruz (3:14-16). Ele repetidamente irrita os lderes judeus ao corrigi-los (2:13-16), curar no sbado e alegar para Si caractersticas que pertencem a Deus (5:18; 8:56-59; 9:6,16; 10:33). Jesus prepara Seus discpulos para Sua morte vindoura e para o seu ministrio aps a Sua ressurreio e ascenso (Joo 14-17). Em seguida, ele voluntariamente se entrega morte na cruz em nosso lugar (10:15-18), pagando por completo a nossa dvida pelo pecado (19:30) para que quem confia nEle como seu Salvador do pecado seja salvo (Joo 3:14-16 ). Ele ento ressuscita dos mortos, convencendo at mesmo o mais ctico de Seus discpulos de que Ele Deus e Senhor (20:24-29).

11 - Aplicao Prtica: O evangelho de Joo continua a cumprir o seu objetivo de conter informaes muito teis para a evangelizao (Joo 3:16 provavelmente o versculo mais conhecido, mesmo se no devidamente compreendido por muitos) e frequentemente utilizado em estudos bblicos evangelsticos. Nos registrados encontros entre Jesus e Nicodemos e a mulher no poo (captulos 3-4), podemos aprender muito do modelo de Jesus para o evangelismo pessoal. Suas palavras de consolo aos Seus discpulos antes de Sua morte (14:1-6,16, 16:33) ainda so de grande conforto nas vezes em que a morte clama nossos entes queridos em Cristo, e o mesmo pode ser dito de Sua "orao sacerdotal" pelos crentes no captulo 17. Os ensinamentos de Joo sobre a divindade de Cristo (1:1-3,14; 5:22-23; 8:58; 14:8-9; 20:28, etc) so muito teis na luta contra os falsos ensinos de algumas seitas que enxergam Jesus como sendo menos do que totalmente Deus.

12 - Conexes: O retrato que Joo expe de Jesus como o Deus do Antigo Testamento visto mais enfaticamente nas sete "Eu Sou" declaraes de Jesus. Ele o "po da vida" (Joo 6:35), providenciado por Deus para alimentar a alma de seu povo, assim como Ele providenciou man do cu para alimentar os israelitas no deserto (xodo 16:11-36). Jesus a "Luz do mundo" (Joo 8:12), a mesma luz que Deus prometeu ao Seu povo no Antigo Testamento (Isaas 30:26, 60:19-22) e que encontrar o seu auge na Nova Jerusalm quando o Cristo, o Cordeiro, ser a sua luz (Apocalipse 21:23). Duas das "Eu Sou" declaraes se referem a Jesus como o "Bom Pastor" e "Porta das Ovelhas". Elas so referncias claras a Jesus como o Deus do Antigo Testamento, o Pastor de Israel (Salmo 23:1, 80:1; Jeremias 31:10, Ezequiel 34:23) e, como a nica porta ao curral das ovelhas, o nico caminho da salvao.

Os judeus acreditavam na ressurreio e, de fato, utilizaram essa doutrina para tentar levar Jesus a fazer declaraes que poderiam ser usadas contra Ele. Entretanto, a sua declarao junto ao tmulo de Lzaro, "Eu sou a ressurreio e a vida" (Joo 11:25), deve ter deixado-lhes muito surpreendidos. Ele estava afirmando ser a causa da ressurreio e o possuidor do poder sobre a vida e a morte. Nenhum outro seno o prprio Deus poderia alegar uma coisa dessas. Da mesma forma, a sua pretenso de ser o "caminho, a verdade e a vida" (Joo 14:6) inequivocamente ligava Jesus ao Antigo Testamento. Seu o "Caminho Santo" profetizado em Isaas 35:8; Ele estabeleceu a Cidade Fiel de Zacarias 8:3 quando Ele, que "verdade" em si, estava em Jerusalm e as verdades do Evangelho foram l pregadas por Ele e Seus apstolos; e como "a vida", Ele afirma Sua divindade, o Criador da vida, Deus encarnado (Joo 1:1-3). Finalmente, como a "videira verdadeira" (Joo 15:1, 5), Jesus identifica-se com a nao de Israel, a qual chamada de vinha do Senhor em muitas passagens do Velho Testamento. Como a Videira verdadeira da vinha de Israel, Ele se apresenta como o Senhor do "verdadeiro Israel" -- todos aqueles que viriam a Ele em f, "... porque nem todos os de Israel so, de fato, israelitas" (Romanos 9: 6).

13 - Local de origem: 14 - Tema principal: 15 - Classificao: 16 Fundao17 - Esboo

Atos dos Apstolos:1- 44 livro da Biblia2 5 livro do novo testamento3 28 capitulos4 1.007 versiculos5 Autor: Lucas o evangelista e mdico.6 O nico livro histrico do novo testamento.7 Chave do livro: Atos.1.88 - Objetivos dos Atos dos Apstolos: No primeiro captulo da obra, contando a ascenso de Cristo aos cus, Lucas (Atos 1,8) relata o que saiu da boca de Jesus as seguintes palavras, dirigidas aos seus discpulos:"Recebereis uma foraa, a do Esprito Santo que descer sobre vs, e sereis minhas testemunhas em Jerusalm, em toda a Judeia e a Samaria, e at os confins da terra".O plano dos Atos dos Apstolos mostrar como essa misso dada por Jesus aos apstolos se realiza: A f se implanta em Jerusalm (captulos 1 - 5) Depois do martrio de Estvo comea a expanso do cristianismo, graas aos gentios, pagos convertidos (6,1 - 8,3) O Evangelho chega a Samaria (8,4-25) Tambm em Cesareia, onde os pagos (gentios) entram pela primeira vez na Igreja (8,26 - 11,18) A mensagem de Cristo chega Antioquia (11,19 seguintes) Primeira viagem de Paulo leva o Evangelho a Chipre e sia Menor (13 - 14) Na segunda e terceira viagens de Paulo, a Palavra de Jesus chega Macednia e Grcia (15,36 - 18,22) e a feso (18,23 - 21,17) Finalmente a mensagem crist chega em Roma (27 - 28), que, vista desde Jerusalm, significa "os confins da terra" e Lucas pode encerrar assim o seu livro.Obs. Entendo este livro como sendo a narrativa do inicio (formao) da Igreja do Senhor Jesus. Nos fala de como era o cotidiano dos primeiros cristos. Entendo que hoje somos a continuao desta historia. Hoje somos a Igreja do Senhor Jesus. Continuamos a escrever este livro com o nosso dia a dia.9 Escrito em: 61e 63 dc.10 Destinatrio: Tefilo, O Livro de Atos dos Apstolos destinado a Tefilo, embora escrito para algum especfico, muitos acreditam que ele tenha sido dirigido a todos os que amam a Deus, pois o nome Tefilo significa Aquele que ama a Deus.11 - INTRODUO: O livro de Atos dos Apstolos um tesouro muito rico, quanto mais voc l mais luz voc adquire. O livro de Atos dos Apstolos a espinha dorsal do NT, ele fica entre os evangelhos e as Epstolas, sem entender o livro de Atos fica quase impossvel compreender as cartas, ele narra a histrias de homens pobres desprezados e indoutos que com o Poder do Esprito Santo fizeram a maior obra evanglica que o mundo j viu Joo 14: 12. Atos dos Apstolos conta a histria da Primeira Igreja e das primeiras Misses, um exemplo a ser seguido Jr. 6: 16 uma revelao de Deus de como a verdadeira igreja de Jesus Cristo, um modelo da igreja que vai encontrar com Jesus nas nuvens I Ts. 4: 13 17. Baseado na narrativa de Atos 1: 1 e do Evangelho de So Lucas 1: 3 o autor dos dois livros o mesmo, e h uma opinio que aceita universalmente que o Evangelho de S. Lucas e o Livro de Atos dos Apstolos tm um autor em comum, o mdico Lucas Cl. 4: 14. Gentio convertido Lucas foi enviado por Tefilo (Algum muito importante) para investigar o acontecimento dos trs anos do Ministrio de Jesus, com certeza Lucas se aproximou dos apstolos, discpulos e de todos que conheceram e andaram com Jesus. Lc. 1: 1 3 o papel de Lucas no NT de grande importncia. Escritor, mdico, evangelista companheiro e amigo do Apstolo Paulo chegando a fazer parte da equipe missionria de Paulo. IITm. 4: 10 e 11; Fm.: 24.12 - CAPTULO 1 comentrio:Lucas ao escrever Atos dos Apstolos comea narrando o final do Evangelho de So Lucas, mostrando para os leitores que a morte, ressurreio e ascenso de Cristo no significariam o final. Atos 1: 10 e 11, mas sim o comeo da Igreja, o inicio do Reino de Deus na Terra Mt. 3: 2; Atos 1: 3; Lc. 16: 16 da mesma forma que ele ao encerrar Atos dos Apstolos de forma abrupta no significa o final, mas sim o comeo, Atos dos Apstolos no acabou, mas renasce a cada dia na vida de um crente novo convertido Ap. 2: 4, na vida de uma igreja destemida que insiste em pregar a Palavra genuna, a andar nas marcas da Igreja Primitiva. Jr. 6: 16.13 - ContedoAtos uma seqncia da vida de Cristo nos Evangelhos, registrando a disseminao da cristandade de Jerusalm a Roma. a iniciao da Grande Comisso de Jesus pra formar discpulos de todas as naes (Mt 28.18-20; Lc 24.46-49)At 1.8 a chave do livro. Esse versculo prediz o derramamento do ES e seu poderoso testemunho., Em geral, At relaciona a expanso da cristandade passo a passo para o oeste, desde a Palestina at a Itlia. O livro portanto, comea em Jerusalm (caps 1-7) Como Pedro assumindo o papel principal e os judeus como receptores do evangelho.Depois da morte de Estevo (7.60-8.1), a perseguio espalhou-se conta a igreja, e os crentes se dispersaram (Caps. 8-12). Durante esse perodo da histria, ocorreu a converso de Saulo (cap9), um acontecimento de tamanha importncia que Lucas inclui trs longas descries sobre o incidente (caps 9; 22; 26)A maior seo de Atos enfoca o desenvolvimento e expanso do ministrio gentio comandado por Paulo e seus colaboradores (13.28). O livro termina abrupta, pois tudo indicava que Lucas tinha atualizado o assunto, e no havia mais o que escrever.14 - Cristo ReveladoAtos registrou vrios exemplos da proclamao apostlica do evangelho de Jesus Cristo, e o modelo uniforme. Em primeiro lugar, Jesus apresentado como uma figura histrica (2.22; 10.38). Em seguida a morte de Jesus atribuda igualmente crueldade do home e ao objetivo de Deus. Por outro lado, os judeus o haviam crucificado por mos de injustos (2.23). Por outro lado, Jesus tinha sido entregue pelo determinado conselho e prescincia de Deus (2.23; 17.3). Ento a ressurreio de Jesus enfatizada, especialmente como cumprimento da profecia do AT e como revogao de Deus do veredicto do homem sobre Jesus (1.3; 2.24-32; 4.10; 5.30; 10.40-41; 13.30-37; 17.31). Os apstolos declaram que Jesus fora exaltado a uma posio de domnio nico e universal (2.33-36; 3.21; 5.31). Desse lugar de honra suprema e poder executivo, Jesus havia derramado o prometido Esprito Santo (2.33), que d testemunho dele (5.32) e habilita os crentes (1.8). Jesus por Deus foi constitudo juiz dos vivos e dos mortos (10.42) e retornar triunfante no final dos tempos (1.11). Enquanto isso, aqueles que acreditam nele recebero perdo dos pecados (2.21; 3.19; 4.12; 5.31; 10.43; 13.38,39) e o dom do ES (2.38). queles que no acreditam nele sero destinadas coisas terrveis (3.23).15 - O Esprito Santo em AoO poder do ES atravs da igreja caracterstica mais surpreendente de Atos. O livro foi at mesmo chamado de Os Atos do Esprito Santo . A sua obra no livro, entretanto, no pode ser compreendida sem que se veja a relao entre Atos e os Evangelhos, que demonstra um continuidade essencial. Tanto o ministrio pblico de Jesus nos Evangelhos quanto o ministrio pblico da igreja em Atos comearam com um encontro com mo Esprito capaz de mudar vidas; em ambos os relatos essenciais os resultados desse acontecimento.O poder do Esprito na vida de Jesus o autorizou a pregar o Reino de Deus e a demonstrar o poder do Reino mediante a cura de doente, a expulso de demnios e a libertao dos cativos (Lc 4.14-19 M7 4.23). O mesmo poder em At 2 deu a mesma autoridade aos discpulos.Lucas observa que as pessoas eram cheias pelo ES (2.4; 9.17), que recebiam o ES (8.17), que caiu o ES sobre todos(10.44), que o ES se derramasse sobre tambm os gentios (10.45) e que veio sobre eles o ES (19.6) Todas essas passagens so equivalentes promessa de Jesus de que a Igreja seria batizada com o ES (1.5; 2.4).Trs destes cinco exemplos registram manifestaes especficas do S em que as prprias pessoas participavam. Os presente nos dia de Pentecostes e os gentios da casa de Cornlio falara outras lnguas (2.4; 10.46); os efsios falavam lnguas e profetizavam (19.6). Embora no esteja especificado, normalmente concorda-se que tambm houve algum tipo de manifestao na qual os samaritanos participaram, pois Lucas diz que Simo viu que era dado o ES (8.18).16 - Esboo de AtosPrlogo 1.1-14I. Prefcio 1.1-3II. A promessa do Esprito Santo 1.4-8III. A ascenso de Cristo 1.9-11IV. O encontro pra a orao no cenculo 1.12-14Primeira Parte: Pedro e o ministrio da Igreja Judaica em Jerusalm 1.15-12.24I. A seleo de Matias como o dcimo segundo apstolo 1.15-26II. A descida do ES no Pentecostes 2.1-47III. A cura de um coxo 3.1-4.31IV. Autoridade apostlica na igreja antiga 4.32-5.42V. O ministrio de Estevo 6.1-7.60VI. O primeiro ministrio a no Judeus 8.1-40VII. A converso de Saulo 9.1-31VIII. Enias e Dorcas curados atravs do ministrio de Pedro 9.32-43IX. A histria de Cornlio 10.1-11.18X. O testemunho da igreja antiga 11.19-12.24Segunda Parte: Paulo e a extenso internacional da igreja em Antioquia 12.25-28.31I. A primeira viagem missionria de Paulo 12.25-14.28II. O concerto em Jerusalm para discutir lei e graa 15.1-35III. A segunda viagem missionria de Paulo 15.36-18.22IV. A terceira viagem missionria de Paulo 18.23-21.14V. A viagem de Paulo a Roma atravs de Jerusalm 21.15-28.3117 -Contedo I. A igreja de Jerusalm (1.1-8.4)II. O perodo de transio: a igreja da Palestina e da Sria (8.5-12.23)III. A igreja dos gentios (12.24-21.17)IV Cenas finais da vida de Paulo (21.18-28.31)

18 - ORDEM DIVINA Atos 18:9

Paulo em Corinto. Corinto, cidade corrupta, onde dominavam os piores pecados. Paulo teve uma viso das necessidades espirituais de Corinto. Temos hoje uma viso de nosso povo? "No temas. Fala e no te cales."

I "No temas".1. As dificuldades da poca de Paulo.2. As dificuldades de nossos dias.3. Deus protege: "Eu estou contigo, e ningum ousar fazer-te mal".4. Deus est conosco. No temamos, mas anunciemos a Jesus!

II "Fala".1. De todas as maravilhas divinas. - II Crn. 16:9.2. De tudo que reto. - Sal. 37:30.3. A verdade. - Zac. 8:16; Efs. 4:25.4. Falemos a tempo e fora de tempo.

III "No te cales".1. Anunciando a Jesus, como Pedro no dia de Pentecostes etc.2. Orando em todo o tempo.3. Louvando a Deus com "cnticos, salmos e hinos espirituais".4. Exemplo d:e muitos que falaram e no se calaram mesmo ante as mais fortes oposies. Os profetas e apstolos. O pecado invade nosso pas e nossas igrejas. O mutismo de nossa parte leva as pedras a clamarem (Luc. 19:40). Muitos esto conformados e acomodados... No nos calemos, mas protestemos com poder! Concluso: "Pois tenho muito povo nesta cidade". A esto as necessidades! "Somente o nome de Jesus anunciado aos homens poder satisfazer to tremendas realidades!"

19 Lies tirada de atos cap.1:1) o 1 tratado foi o livro de Lucas, o 2 o livro de Atos2) Ouve testemunhas oculares e histricas sobre a vida de Jesus v.13) O ministrio de Jesus na terra foi ativo. V.14) Jesus ensinava e fazia, falava e praticava. V.15) Jesus pelo Esprito Santo continua fazendo e ensinando v.1,26) Jesus foi recebido ao cu depois que terminou a misso na terra v.27) Jesus orientou os discpulos at os ltimos momentos v.28) Tudo o que Jesus fazia era pelo Esprito Santo v.2 a - Ele foi gerado pelo Esprito Santo b Ele foi protegido da morte quando criana pelo Esprito Santo c Ele falou com os doutores da lei quando criana pelo Esprito Santo d no batismo nas guas o Esprito Santo

18ministrio de Jesus. Apresentaram-se ento, para o

Pentecostes O que significa para nossas vidas? : At.2.1 festa da unidade2 festa da perplexidade3 festa do povo4 festa da salvao

65 Perguntas Bblicas sobre o livro de Atos dos Apstolos

1 - A quem foi destinado o livro de atos?R. Tefilo. (Atos 1.1)

2 - Quais as ultimas palavras de Cristo antes da ascenso?R. Mas recebereis a virtude do Esprito Santo, que h de vir sobre vs; e ser-me-eis testemunhas, tanto em Jerusalm como em toda a Judia e Samaria, e at aos confins da terra. (Atos 1.8)

3 - Qual a distancia do Monte das oliveiras para Jerusalem (de acordo com o capitulo 1 de atos )?R. Ento voltaram para Jerusalm, do monte chamado das Oliveiras, o qual est perto de Jerusalm, distncia do caminho de um sbado. (Atos 1.12)

4 - Quem orava no cenculo em Jerusalm, junto com os apstolos? R. Maria, me de Jesus, seus irmos e outras mulheres. (Atos 1.12-14)

5 - Qual o nome do campo adquirido por Judas? R. Aceldama (Campo de sangue). (Atos 1.19)

6 - O que significa Aceldama (campo comprado por Judas com o dinheiro da traio)?R. Campo de Sangue. (Atos 1.19)

7 - Qual o nome dos 2 candidatos a vaga deixada por Judas Iscariotes?R. Jos, chamado Barsabs, que tinha por sobrenome o Justo, e Matias. (Atos 1:23)

8 - Quem foi eleito discpulo para ocupar o lugar de Judas? R. Matias. (Atos 1.26)

9 - De que forma o Esprito Santo se manifestou aos discpulos no dia de Pentecostes? R. Como lnguas de fogo. (Atos 2.3)

10 - A que foram comparados os discpulos quando estavam possudo pelo Esprito Santo? R. Foram comparados a bbados. (Atos 2.13)

11 - Quantas pessoas foram batizadas aps o primeiro discurso do apstolo Pedro? R. Cerca de trs mil batizados. (Atos 2.41)

12 - Cite 05 cidades das quais tinham pessoas participando da festa no dia de pentecostes. R. Partos e medos, elamitas e os que habitam na Mesopotmia, Judia, Capadcia, Ponto e sia, E Frgia e Panflia, Egito e partes da Lbia, junto a Cirene, e forasteiros romanos, tanto judeus como proslitos. (Atos 2.9-10)

13 - Como se chamava a porta do templo onde os discpulos encontraram um coxo? R. Formosa (Atos 3.2)

14 - O que significa o nome de Barnab? R. Filho de exortao. (Atos 4.36)

15 - Qual o nome das autoridades que se reuniram para julgar o caso de Pedro e Joo?R. E Ans, o sumo sacerdote, e Caifs, e Joo, e Alexandre, e todos quantos havia da linhagem do sumo sacerdote. (Atos 4.6)

16 - Como se chamava o casal que morreu por ter mentido? R. Ananias e Safira. (Atos 5.1-11)

17 - Quantos diconos foram escolhidos para ajudar os discpulos na distribuio diria? R. Sete diconos. (Atos 6.3)

18 - Cite o nome de um dos sete escolhidos para servirem as mesas em Jerusalm: R. Estevo, Felipe, Prcoro, Nicanor, Timo, Prmenas e Nicolau. (Atos 6.5)

19 - Qual o nome do primeiro a morrer por causa do amor a cristo descrito no capitulo 7?R. Estevo

20 - Como foi que morreu Estevo? R. Apedrejado. (Atos 7.59-60)

21 - Qual livro lia o Eunuco que Felipe encontrou? R. O livro de Isaas. (Atos 8.30)

22 - Quem foi convertido ao ouvir a pregao de Felipe no caminho de Jerusalm para Gaza? R. Um eunuco, funcionrio da rainha. (Atos 8.38)

23 - O que usava Simo para iludir o povo de Samaria? R. Mgica. (Atos 8.9)

24 - Prximo de que cidade Saulo (Paulo) caiu ao receber a mensagem de Jesus? R. Damasco. (Atos 9.3)

25 - Qual o nome do discpulo que orou para que Paulo recuperasse a viso? R. Ananias. (Atos 9.10)

26 - Qual o nome da costureira ressuscitada por Pedro?R. Tabitas-Dorcas. (Atos 9.31)

27 - Qual era o problema de Enias descrito no capitulo 9?R. Ele era paralitico. (Atos 9.33)

28 - Como se chamava o paraltico curado por Pedro em Lida? R. Enias. (Atos 9.32-33)

29 - Onde Morava Cornlio, centurio da corte Italiana? R. Cesareia. (Atos 10.1)

30 - Em qual cidade Pedro estava orando quando Teve uma viso?R. Jope (Atos 11.5)

31 - Onde os discpulos foram chamados cristos pela primeira vez? R. Em Antioquia. (Atos 11.26)

32 - Qual o profeta que previu uma grande fome nos dias do Imperador Romano Cludio?R. gabo. (Atos 11.27-28)

33 - Em qual cidade Pedro estava orando quando teve uma viso?R. Jope. (Atos 11.5)

34 - Quantos soldados foram encarregados de vigiar o prisioneiro Pedro?R. 16 ou quatro grupos de quatro (12.4)

35 - Quando Pedro saiu da Priso, foi a casa de Maria, Me de Joo Marcos. Qual o nome da Pessoa que atendeu a Porta?R. Rode. (Atos 12.13)

36 - Quem foi ferido e comido por bichos por no dar gloria a Deus? R. Herodes. (Atos 12.23)

37 - Quem foi que acompanhou Paulo e Barnab durante parte da primeira viagem missionria? R. O jovem Joo Marcos. (Atos 12.25, 13.5 e 13.13)

38 - Qual o nome dos profetas e mestres que havia na Igreja de Antioquia (citados no capitulo 13)R. E na igreja que estava em Antioquia havia alguns profetas e doutores, a saber: Barnab e Simeo chamado Nger, e Lcio, Cireneu, e Manam, que fora criado com Herodes o tetrarca, e Saulo. (Atos 13.1)

39 - Qual a cidade de onde Paulo partiu na sua primeira viagem? R. Antioquia. (Atos 13.1)

40 - Quem acompanhou Paulo em sua primeira viagem? R. Barnab. (Atos 13.2)

41 - Qual o nome de uma falso profeta encontrado em Pafos?R. Barjesus (Elimas). (Atos 13.6)

42 - Qual o nome do Proconsul que procurava Paulo e Barnabe para ouvir a Palavra de Deus?R. Sergio Paulo. (Atos 13.7)

43 - O que aconteceu ao falso profeta citado no capitulo 13?R. Ficou cego. (Atos 13.11)

44 - Quais os personagens bblicos que foram chamados por nome de planetas ? Quais os nomes dos planetas?R. Barnab foi chamado de Jpiter, Paulo foi chamado de Mercrio. (Atos 14.12)

45 - Quantas circuncises Pedro fez no livro de Atos? R. Nenhuma. Somente Paulo circuncidou Timteo. (Atos 16.3)

46 - Quem foi a 1 mulher convertida na Europa pelo apstolo Paulo?R. Ldia. (Atos 16.14)

47 - O que vendia Lidia, moradora da cidade de Tiatira?R. Prpura. (Atos 16.14)

48 - O que estava escrito num altar destinado a Deus em Atenas?R. Ao Deus desconhecido. (Atos 17.23)

49 - Em qual cidade existia o altar ao deus desconhecido?R. Atenas. (Atos 17.23)

50 - Como se chamava a mulher convertida em Atenas pelas pregaes de Paulo? R. Dmaris. (Atos 17.34)

51 - Qual o nome do casal de amigos de Paulo fabricantes de tendas? R. Priscila e quila (Atos 18:2)

52 - Qual era a profisso de Paulo?R. Paulo era fabricante de tendas. (Atos 18.3)

53 - Qual a cidade de onde Paulo partiu na sua terceira viagem? R. Antioquia. (Atos 18.22 )

54 - Que figura utilizada por Paulo como cruel perseguidor do rebanho de Jesus, e onde aparece esta comparao? R. Lobo. (Atos 20.29)

55 - Qual o nome do rapaz ressuscitado por Paulo aps cair de uma janela?R. Eutico. (Atos 20.9)

56 - Qual o profeta que atravs de um cinto previu a priso do dono do cinto?R. gabo. (Atos 21.10-11)

57 - Em que local Paulo falou ao povo em sua defesa, antes de ser preso ? R. Em p numa escada. (Atos 21.40)

58 - Como se chamava a esposa de Flix, o governador? R. Drusila, que era judia. (Atos 24.24)

59 - Como era chamado o vento que arrastou o navio em que Paulo viajava para Roma? R. Vento Nordeste ou Euro-Aquilo. (Atos 27.14)

60 - Quantos dias a tripulao ficou sem comer na Quarta viagem de Paulo? R. 14 dias. (Atos 27.33)

61 - Quantas pessoas estavam no navio com Paulo nesta Quarta viagem? R. 276 pessoas (Atos 27.37)

62 - Como se chamava a ilha perto da qual o navio onde Paulo navegava naufragou? R. Malta. (Atos 28.1)

63 - Quantos captulos possuem o livro de atos? R. 28 captulos.

64 - Quantas foram s viagens do apstolo Paulo (Saulo)? R. 4 viagens (Atos 13.1; 15.36; 18.24; 27.1)

65 - Quem foi o autor do livro de Atos? R. O mais provvel Lucas.

Romanos 1- 45 livro da Biblia 2 6 livro do novo testamento3 16 capitulos4 433 versiculos5 Autor: Paulo - Romanos 1:1 identifica o apstolo Paulo como o autor do livro de Romanos. Romanos 16:22 indica que Paulo usou um homem chamado Trcio para transcrever suas palavras.

6 E uma das Epistolas Paulina7 Chave do livro:Textos-chave 8 - Quando foi escrito:Data :O livro de Romanos foi provavelmente escrito entre 56-58 AD.9 - Propsito: Propsito: Como em todas as epstolas de Paulo s igrejas, o seu propsito em escrev-las foi proclamar a glria do Senhor Jesus Cristo atravs do ensino da doutrina, assim como edificar e encorajar os crentes que receberiam a carta. De particular preocupao para Paulo foram aqueles a quem esta carta foi escrita aqueles em Roma que foram "amados de Deus, chamados para serdes santos" (Romanos 1:7). Porque ele prprio era um cidado romano, ele tinha uma paixo nica por aqueles na assembleia dos crentes em Roma. J que Paulo no tinha, at este ponto, visitado a igreja de Roma, esta carta tambm serviu como sua introduo para eles.

10 - Resumo: Paulo estava animado com a ideia de finalmente poder ministrar nesta igreja, e todos estava bem conscientes desse fato (Romanos 1:8-15). A carta aos Romanos foi escrita de Corinto pouco antes da viagem de Paulo a Jerusalm para entregar as ofertas que haviam sido dadas aos pobres de l. Ele tinha a inteno de ir a Roma e depois a Espanha (Romanos 15:24), mas seus planos foram interrompidos quando foi preso em Jerusalm. Ele acabaria indo a Roma como prisioneiro. Febe, um membro da igreja em Cencreia perto de Corinto (Romanos 16:1), provavelmente levou a carta para Roma.

O livro de Romanos essencialmente um trabalho de doutrina e pode ser dividido em quatro sees: a justia necessria, 1:18-3:20; a justia providenciada, 3:21-8:39; a justia vindicada, 9:1-11:36; a justia praticada, 12:1-15:13. O tema central desta carta bem bvio -- a justia. Guiado pelo Esprito Santo, Paulo primeiro condena todos os homens de seus pecados. Ele expressa seu desejo de pregar a verdade da Palavra de Deus para aqueles em Roma. Era a sua esperana que eles permanecessem no caminho certo. Paulo ento salienta fortemente que no se envergonha do evangelho (Romanos 1:16) porque o poder pelo qual todos so salvos.

O livro de Romanos nos diz sobre Deus, quem Ele e o que tem feito. Ele nos fala de Jesus Cristo, o que sua morte alcanou. Ele nos diz sobre ns mesmos, o que ramos sem Cristo e quem somos depois de termos confiado em Cristo. Paulo recorda que Deus no exige que os homens endireitem suas vidas antes de virem a Cristo. Enquanto ramos ainda pecadores, Cristo morreu na cruz por nossos pecados.

11 - Aplicao Prtica: O livro de Romanos deixa claro que no h nada que possamos fazer para nos salvar. Toda "boa" obra que j fizemos como um trapo imundo diante de Deus. To mortos em nossos delitos e pecados estamos que apenas a graa e a misericrdia de Deus podem nos salvar. Deus expressou sua graa e misericrdia ao enviar o Seu Filho, Jesus Cristo, para morrer na cruz em nosso lugar. Quando entregamos nossas vidas a Cristo, no somos mais controlados por nossa natureza pecaminosa, mas pelo Esprito. Se fizermos a confisso de que Jesus o Senhor, e crermos que Ele ressuscitou dos mortos, somos salvos, nascidos de novo. Precisamos viver uma vida oferecida a Deus como sacrifcio vivo para Ele. A adorao do Deus que nos salvou deve ser o nosso maior desejo. Talvez a melhor aplicao de Romanos seria aplicar Romanos 1:16 e no nos envergonharmos do evangelho. Em vez disso, vamos todos ser fiis em proclam-lo!

12 - Conexes: Paulo usa vrias pessoas e eventos do Antigo Testamento como ilustraes das gloriosas verdades encontradas no livro de Romanos. Abrao acreditou e justia foi-lhe imputada por sua f, e no por suas obras (Romanos 4:1-5). Em Romanos 4:6-9, Paulo refere-se a Davi, o qual reiterou a mesma verdade: "Bem-aventurados aqueles cujas iniquidades so perdoadas, e cujos pecados so cobertos; bem-aventurado o homem a quem o Senhor jamais imputar pecado." Paulo usa Ado para explicar aos Romanos a doutrina do pecado herdado e usa a histria de Sara e Isaque, o filho da promessa, para ilustrar o princpio dos cristos sendo os filhos da promessa da graa divina atravs de Cristo. Nos captulos 9-11, Paulo narra a histria da nao de Israel e declara que Deus no os rejeitou completamente e definitivamente (Romanos 11:11-12), mas permitiu-lhes "tropear" somente at que o nmero total dos gentios seja trazido salvao.

13 - Local de origem: 14 - Tema principal: 15 - Classificao: 16 Fundao17 - EsbooI Corntios1- 46 livro da Biblia 2 7 livro do novo testamento3 16 capitulos4 420 versiculos5 Autor: Paulo - 1 Corntios 1:1 identifica o apstolo Paulo como o autor do livro de 1 Corntios.

6 E uma das Epistolas Paulina7 Chave do livro:Textos-chave 1 Corntios 3:3: Porquanto, havendo entre vs cimes e contendas, no assim que sois carnais e andais segundo o homem?

1 Corntios 6:19-20: Acaso, no sabeis que o vosso corpo santurio do Esprito Santo, que est em vs, o qual tendes da parte de Deus, e que no sois de vs mesmos? Porque fostes comprados por preo. Agora, pois, glorificai a Deus no vosso corpo.

1 Corntios 10:31: Portanto, quer comais, quer bebais ou faais outra coisa qualquer, fazei tudo para a glria de Deus.

1 Corntios 12:7: A manifestao do Esprito concedida a cada um visando a um fim proveitoso.

1 Corntios 13:4-7: O amor paciente, benigno; o amor no arde em cimes, no se ufana, no se ensoberbece, no se conduz inconvenientemente, no procura os seus interesses, no se exaspera, no se ressente do mal; no se alegra com a injustia, mas regozija-se com a verdade; tudo sofre, tudo cr, tudo espera, tudo suporta.

1 Corntios 15:3-4: Antes de tudo, vos entreguei o que tambm recebi: que Cristo morreu pelos nossos pecados, segundo as Escrituras, e que foi sepultado e ressuscitou ao terceiro dia, segundo as Escrituras.

8 - Quando foi escrito:Data : O livro de 1 Corntios foi escrito em cerca de 55 dC.

9 - Propsito: O apstolo Paulo fundou a igreja em Corinto. Poucos anos depois de deixar a igreja, o apstolo Paulo ouviu alguns relatos preocupantes sobre a igreja de Corinto. Eles estavam cheios de orgulho e tolerando a imoralidade sexual. Os dons espirituais estavam sendo usados indevidamente e havia um crescente mal-entendido das principais doutrinas crists. O apstolo Paulo escreveu sua primeira carta aos Corntios na tentativa de restaurar a igreja de Corinto sua fundao: Jesus Cristo.

10 - Resumo: A igreja de Corinto estava cheia de divises. Os crentes de Corinto estavam se dividindo em grupos leais a determinados lderes espirituais (1 Corntios 1:12; 3:1-6). Paulo exortou os crentes de Corinto a permanecerem unidos por causa da sua devoo a Cristo (1 Corntios 3:21-23). Muitos na igreja estavam essencialmente aprovando uma relao imoral (1 Corntios 5:1-2). Paulo ordenou que esse homem perverso fosse expulso da igreja (1 Corntios 5:13). Os crentes de Corinto estavam processando uns aos outros (1 Corntios 6:1-2). Paulo ensinou aos corntios que seria melhor sofrer uma ofensa do que danificar seu testemunho cristo (1 Corntios 6:3-8).

Paulo deu instrues igreja de Corinto sobre o casamento e celibato (captulo 7), comida sacrificada a dolos (captulos 8 e 10), a liberdade crist (captulo 9), o vu das mulheres (1 Corntios 11:1-16), a Ceia do Senhor (1 Corntios 11:17-34), os dons espirituais (captulos 12-14) e a ressurreio (cap. 15). Paulo organizou o livro de 1 Corntios para responder a perguntas que os crentes de Corinto tinham feito a ele e para exort-los sobre a maneira correta de lidar com conduta imprpria e crenas errneas que tinham previamente aceitado.

11 - Aplicao Prtica: Muitos dos problemas e questes com os quais a igreja de Corinto estava lidando ainda esto presentes na igreja de hoje. As igrejas da atualidade ainda lutam com divises, imoralidade e com o uso dos dons espirituais. O livro de 1 Corntios poderia muito bem ter sido escrito para a igreja hoje e faramos bem em prestar ateno s advertncias de Paulo e aplic-las a ns mesmos. Apesar de todas as repreenses e correes, 1 Corntios traz o nosso foco de volta ao lugar certo -- Cristo. Amor cristo genuno a resposta a muitos problemas (captulo 13). Uma boa compreenso da ressurreio de Cristo, como revelada no captulo 15, e, por conseguinte, uma adequada compreenso da nossa prpria ressurreio, a cura para o que nos divide e derrota.

12 - Conexes: No captulo 10 do livro de 1 Corntios, Paulo usa a histria dos israelitas vagando no deserto para ilustrar aos crentes de Corinto a insensatez do abuso da liberdade e do perigo do excesso de confiana. Paulo tinha acabado de advertir os corntios sobre a sua falta de auto-disciplina (1 Corntios 9:24-27). Ele ento passa a descrever os israelitas que, apesar de ver os milagres e o cuidado de Deus com eles como a diviso do Mar Vermelho, a proviso milagrosa do man do cu e da gua de uma rocha abusaram da sua liberdade, rebelaram-se contra Deus e caram em imoralidade e idolatria. Paulo exorta a igreja de Corinto a observar o exemplo dos israelitas e evitar a luxria e imoralidade sexual (vv. 6-8), assim como evitar colocar Cristo prova e queixar-se (vv. 9-10). Veja Nmeros 11:4, 34, 25:1-9; xodo 16:2, 17:2, 7.

13 - Local de origem: 14 - Tema principal: 15 - Classificao: 16 Fundao17 - EsbooII Corntios 1- 47 livro da Biblia 2 8 livro do novo testamento3 13 capitulos4 257 versiculos5 Autor: Paulo - 2 Corntios 1:1 identifica o apstolo Paulo como o seu autor, possivelmente com Timteo.

6 E uma das Epistolas Paulina7 Chave do livro:Textos-chave Versculos-chave: 2 Corntios 3:5: ...no que, por ns mesmos, sejamos capazes de pensar alguma coisa, como se partisse de ns; pelo contrrio, a nossa suficincia vem de Deus...

2 Corntios 3:18: E todos ns, com o rosto desvendado, contemplando, como por espelho, a glria do Senhor, somos transformados, de glria em glria, na sua prpria imagem, como pelo Senhor, o Esprito.

2 Corntios 5:17: "E, assim, se algum est em Cristo, nova criatura; {criatura; ou criao} as coisas antigas j passaram; eis que se fizeram novas."

2 Corntios 5:21: "Aquele que no conheceu pecado, ele o fez pecado por ns; para que, nele, fssemos feitos justia de Deus."

2 Corntios 10:5: "...e toda altivez que se levante contra o conhecimento de Deus, e levando cativo todo pensamento obedincia de Cristo."

2 Corntios 13:4: "Porque, de fato, foi crucificado em fraqueza; contudo, vive pelo poder de Deus. Porque ns tambm somos fracos nele, mas viveremos, com ele, para vs outros pelo poder de Deus."

8 - Quando foi escrito:Data : O livro de 2 Corntios foi provavelmente escrito cerca de 55-57 dC.

9 - Propsito: Propsito: A igreja em Corinto comeou em 52 dC como resultado da visita de Paulo em sua segunda viagem missionria. Foi ento que ele ficou um ano e meio, a primeira vez que pde permanecer no mesmo lugar o tanto que quisesse. Um registro dessa visita e do estabelecimento da igreja encontrado em Atos 18:1-18.

Em sua segunda carta aos Corntios, Paulo expressa seu alvio e alegria que a igreja tinha recebido a sua carta "severa" (hoje perdida) de uma maneira positiva. Essa carta dirigia-se a questes que estavam causando divises na igreja, principalmente a chegada dos (falsos) apstolos (2 Corntios 11:13) que estavam atacando o carter de Paulo, semeando a discrdia entre os crentes e ensinando uma falsa doutrina. Eles parecem ter questionado a veracidade de Paulo (2 Corntios 1:15-17), a sua capacidade de falar (2 Corntios 10:10, 11:6) e sua relutncia em aceitar sustento da igreja em Corinto (2 Corntios 11:7 - 9; 12:13). Havia tambm algumas pessoas que no haviam se arrependido de seu comportamento licencioso (2 Corntios 12:20-21).

Positivamente, Paulo achou que os Corntios tinham recebido bem sua carta "severa". Paulo ficou muito feliz ao ficar sabendo por parte de Tito que a maioria dos membros da igreja de Corntios tinha se arrependido de sua rebelio contra Paulo (2 Corntios 2:12-13, 7:5-9). O apstolo os encoraja por isso atravs de uma expresso de amor genuno (2 Corntios 7:3-16). Paulo tambm buscou reivindicar seu apostolado, j que alguns membros da igreja tinham provavelmente questionado sua autoridade (2 Corntios 13:3).

10 - Resumo: Aps saudar os fiis na igreja em Corinto e explicar por que ele no os tinha visitado como originalmente planejado (1:3-2:2), Paulo explica a natureza do seu ministrio. Triunfo por meio de Cristo e sinceridade diante de Deus eram as caractersticas principais do seu ministrio s igrejas (2:14-17). Ele compara o glorioso ministrio da justia de Cristo com o "ministrio da condenao" que a Lei (3:9) e declara a sua f na validade do seu ministrio apesar da intensa perseguio (4:8-18). Captulo 5 descreve a base da f crist a nova natureza (v. 17) e a troca do nosso pecado pela justia de Cristo (v. 21).

Nos captulos 6 e 7 encontramos Paulo defendendo a si mesmo e ao seu ministrio, assegurando os Corntios mais uma vez de seu sincero amor por eles e exortando-os ao arrependimento e vida santa. Nos captulos 8 e 9, Paulo exorta os crentes de Corinto a seguir os exemplos dos irmos na Macednia e estender generosidade aos santos em necessidade. Ele ensina-lhes os princpios e vantagens de ajudar com um corao alegre.

Paulo termina sua carta reiterando sua autoridade entre eles (captulo 10) e sua preocupao com a sua fidelidade a ele diante da feroz oposio dos falsos apstolos. Ele se chama de "insensato" por ter que relutantemente se vangloriar de suas qualificaes e seu sofrimento por Cristo (captulo 11). Ele termina sua epstola descrevendo a viso celestial que lhe foi permitido experimentar e o "espinho na carne" que Deus o deu para garantir sua humildade (captulo 12). O ltimo captulo contm suas exortaes aos Corntios para que esses se examinassem a fim de verem se o que professavam era a realidade. Paulo ento termina com uma bno de amor e paz.

11 - Aplicao Prtica: Esta carta a mais biogrfica e a menos doutrinria das epstolas de Paulo. Ela nos diz mais sobre Paulo como pessoa e como ministro do que qualquer outra. Dito isso, h algumas coisas que podemos aprender desta carta e aplicar hoje em nossas vidas. A primeira coisa a boa administrao, no s de dinheiro, mas de tempo tambm. Os macednios no s deram generosamente, mas "tambm deram-se a si mesmos primeiro ao Senhor, depois a ns, pela vontade de Deus" (2 Corntios 8:5). Da mesma forma, no s devemos dedicar tudo o que temos para o Senhor, mas tudo o que somos. Ele realmente no precisa do nosso dinheiro. Ele onipotente! Ele quer um corao que anseia por servir, agradar e amar. Boa administrao e ofertar a Deus mais do que apenas dar dinheiro. Sim, Deus quer que ofereamos o dzimo da nossa renda, e Ele promete abenoar-nos quando damos a Ele. H mais, porm. Deus quer 100%. Ele quer que nos entreguemos por completo a Ele. Tudo o que somos. Devemos viver nossas vidas para servir o nosso Pai. Devemos no s dar a Deus de nosso salrio, mas as nossas prprias vidas devem ser um reflexo dEle. Devemos dar tudo de ns ao Senhor em primeiro lugar, e depois para a igreja e ao trabalho do ministrio de Jesus Cristo.

12 - Conexes: Por todas as suas epstolas, Paulo frequentemente se refere lei mosaica, comparando-a com a suprema grandeza do evangelho de Jesus Cristo e a salvao pela graa. Em 2 Corntios 3:4-11, Paulo contrasta a lei do Antigo Testamento com a nova aliana da graa, referindo-se lei como aquele que "mata", enquanto que o Esprito vivifica. A lei o "ministrio da morte, gravado com letras em pedras" (v. 7; xodo 24:12) porque traz apenas o conhecimento do pecado e sua condenao. A glria da lei que ela reflete a glria de Deus, mas o ministrio do Esprito muito mais glorioso do que o Ministrio da lei porque ele reflete Sua misericrdia, graa e amor em providenciar Cristo como o cumprimento da lei.

13 - Local de origem: 14 - Tema principal: 15 - Classificao: 16 Fundao17 - Esboo

Glatas 1- 48 livro da Biblia 2 9 livro do novo testamento3 6 capitulos4 149 versiculos5 Autor: Paulo - Glatas 1:1 claramente identifica o apstolo Paulo como o seu autor.6 E uma das Epistolas Paulina7 Chave do livro:Textos-chave - Versculos-chave: Glatas 2:16: ... sabendo, contudo, que o homem no justificado por obras da lei, e sim mediante a f em Cristo Jesus, tambm temos crido em Cristo Jesus, para que fssemos justificados pela f em Cristo e no por obras da lei, pois, por obras da lei, ningum ser justificado.

Glatas 2:19-20: "Porque eu, mediante a prpria lei, morri para a lei, a fim de viver para Deus. Estou crucificado com Cristo; logo, j no sou eu quem vive, mas Cristo vive em mim; e esse viver que, agora, tenho na carne, vivo pela f no Filho de Deus, que me amou e a si mesmo se entregou por mim."

Glatas 3:11: E evidente que, pela lei, ningum justificado diante de Deus, porque o justo viver pela f."

Glatas 4:5-6: ... para resgatar os que estavam sob a lei, a fim de que recebssemos a adoo de filhos. E, porque vs sois filhos, enviou Deus ao nosso corao o Esprito de seu Filho, que clama: Aba, Pai!"

Glatas 5:22-23: Mas o fruto do Esprito : amor, alegria, paz, longanimidade, benignidade, bondade, fidelidade, mansido, domnio prprio. Contra estas coisas no h lei.

Glatas 6:7: No vos enganeis: de Deus no se zomba; pois aquilo que o homem semear, isso tambm ceifar.

8 - Quando foi escrito:Data : Dependendo de aonde exatamente o livro de Glatas foi enviado e em qual viagem missionria Paulo iniciou as igrejas naquela rea, o livro de Glatas foi escrito em algum lugar entre 48 e 55 dC.

9 - Propsito: As igrejas em Galcia eram formadas em parte de judeus convertidos e em parte de gentios convertidos, como era geralmente o caso. Paulo afirma seu carter apostlico e as doutrinas que ensinava a fim de confirmar as igrejas da Galcia na f de Cristo, especialmente no que diz respeito ao ponto importante da justificao pela f. Assim, o assunto essencialmente o mesmo ao discutido na epstola aos Romanos, ou seja, a justificao pela f. Nesta carta, contudo, a ateno especialmente dirigida ao ponto de que os homens so justificados pela f sem as obras da Lei de Moiss.

Glatas no foi escrito como uma redao sobre a histria contempornea. Foi um protesto contra a corrupo do evangelho de Cristo. A verdade essencial da justificao pela f e no pelas obras da lei tinha sido obscurecida pela insistncia por parte dos judaizantes de que os crentes em Cristo deviam cumprir a lei se esperavam ser perfeitos diante de Deus. Quando Paulo soube que este ensino tinha comeado a influenciar as igrejas de Galcia e que os tinha afastado de sua herana de liberdade, ele escreveu o forte protesto contido nesta epstola.

10 - Resumo: O resultado da justificao pela graa mediante a f a liberdade espiritual. Paulo chama os Glatas a manterem-se firmes na sua liberdade, e "no vos submetais, de novo, a jugo de escravido (isto , a lei mosaica)" (Glatas 5:1). A liberdade crist no uma desculpa para satisfazer uma natureza inferior; pelo contrrio, uma oportunidade de amar uns aos outros (Glatas 5:13, 6:7-10). Essa liberdade no isola ningum das lutas da vida. De fato, pode at intensificar a luta entre o Esprito e a carne. No entanto, a carne (a natureza inferior) foi crucificada com Cristo (Glatas 2:20) e, como consequncia, o Esprito produzir seus frutos na vida do crente, tais como: amor, alegria e paz (Glatas 5:22-23).

A carta aos Glatas foi escrita em um esprito de inspirada agitao. Para Paulo, a questo no era se uma pessoa tinha sido circuncidada, mas se havia se tornado "uma nova criao" (Glatas 6:15). Se Paulo no tivesse sido bem sucedido em seus argumentos a favor da justificao pela f, o Cristianismo teria permanecido uma seita dentro do judasmo, ao invs de se tornar uma forma universal de salvao. Glatas, portanto, no s a epstola de Lutero, mas tambm a epstola de cada crente que confessa com Paulo: "Estou crucificado com Cristo; logo, j no sou eu quem vive, mas Cristo vive em mim; e esse viver que, agora, tenho na carne, vivo pela f no Filho de Deus, que me amou e a si mesmo se entregou por mim" (Glatas 2:20).

Os livros de Tiago e Glatas ilustram dois aspectos do Cristianismo que desde o incio aparentam estar em conflito, embora na realidade sejam complementares. Tiago insiste na tica de Cristo, uma demanda de que a f prove a sua existncia pelos seus frutos. No entanto, Tiago, no menos que Paulo, enfatiza a necessidade da transformao do indivduo pela graa de Deus (Tiago 1:18). Glatas salienta a dinmica do Evangelho que produz tica (Glatas 3:13-14). Paulo no era menos preocupado do que Tiago sobre a vida tica (Glatas 5:13). Como os dois lados de uma moeda, esses dois aspectos da verdade crist devem sempre acompanhar um ao outro.

11 - Aplicao Prtica: Um dos principais temas do livro de Glatas encontrado em 3:11: "O justo viver pela f." No s somos salvos pela f (Joo 3:16, Efsios 2:8-9), mas a vida do crente em Cristo -- dia a dia, momento a momento -- vivida por e atravs dessa f. No que a f seja algo que conjuremos sozinhos - ela o dom de Deus, no de obras -- mas nossa responsabilidade e alegria (1) expor a nossa f para que os outros vejam o trabalho de Cristo em ns; (2) aumentar a nossa f mediante a aplicao das disciplinas espirituais (estudo bblico, orao e obedincia).

Jesus disse que seramos conhecidos pelo fruto das nossas vidas (Mateus 7:16), o qual d provas da f dentro de ns. Todos os cristos devem ser diligentes em lutar para construir sobre a f salvadora dentro de ns para que os outros possam ver Jesus em nossas vidas e "glorifiquem a vosso Pai que est nos cus" (Mateus 5:16).

12 - Conexes: Ao longo da epstola de Paulo aos Glatas, a graa salvadora - o dom de Deus - contrastada com a lei de Moiss, a qual no salva. Os judaizantes, aqueles que iriam retornar lei mosaica como fonte de justificao, foram eminentes na Igreja primitiva, ao ponto de temporariamente atrarem um cristo de destaque como Pedro em sua teia de enganos (Glatas 2:11-13). Assim, to apegados eram os primeiros cristos lei, que Paulo teve que continuamente reiterar a verdade de que a salvao pela graa no tinha nada a ver com a observncia da lei. Os temas que ligam Glatas ao Antigo Testamento centram em torno da lei versus graa: a incapacidade da lei de justificar (2:16); a morte do crente com a lei (2:19); a justificao pela f de Abrao (3:6); a lei no traz a salvao, mas a ira de Deus (3:10); e, por ltimo, o amor, no obras, cumpre a lei (5:14).

13 - Local de origem: 14 - Tema principal: 15 - Classificao: 16 Fundao17 - Esboo

Efsios 1- 49 livro da Biblia 2 10 livro do novo testamento3 6 capitulos4 155 versiculos5 Autor: Paulo - Efsios 1:1 identifica o apstolo Paulo como o autor do livro de Efsios.

6 E uma das Epistolas Paulina7 Chave do livro:Textos-chave Efsios 1:3: "Bendito o Deus e Pai de nosso Senhor Jesus Cristo, que nos tem abenoado com toda sorte de bno espiritual nas regies celestiais em Cristo."

Efsios 2:8-10: "Porque pela graa sois salvos, mediante a f; e isto no vem de vs; dom de Deus; no de obras, para que ningum se glorie. Pois somos feitura dele, criados em Cristo Jesus para boas obras, as quais Deus de antemo preparou para que andssemos nelas."

Efsios 4:4-6: "... h somente um corpo e um Esprito, como tambm fostes chamados numa s esperana da vossa vocao; h um s Senhor, uma s f, um s batismo; um s Deus e Pai de todos, o qual sobre todos, age por meio de todos e est em todos."

Efsios 5:21: ... sujeitando-vos uns aos outros no temor de Cristo.

Efsios 6:10-11: "Quanto ao mais, sede fortalecidos no Senhor e na fora do seu poder. Revesti-vos de toda a armadura de Deus, para poderdes ficar firmes contra as ciladas do diabo."

8 - Quando foi escrito:Data : O livro de Efsios foi muito provavelmente escrito entre 60-63 dC. 9 - Propsito: Paulo desejava que todos os que ansiavam pela maturidade semelhante de Cristo recebesse esse registro. O livro de Efsios descreve a disciplina necessria para se transformar em verdadeiros filhos de Deus. Alm disso, um estudo de Efsios vai ajudar a fortalecer e estabelecer o crente para que ele possa cumprir o propsito e chamado de Deus. O objetivo desta epstola confirmar e equipar a igreja a amadurecer. Ele apresenta uma viso equilibrada do corpo de Cristo e sua importncia na economia de Deus.

10 - Resumo: Doutrina ocupa a maior parte do livro de Efsios. Metade do ensino nesta epstola diz respeito nossa posio em Cristo e o restante ao que afeta a nossa condio. Com muita frequncia aqueles que ensinam deste livro ignoram toda a instruo fundamental e vo diretamente ao captulo final. este captulo que destaca a guerra ou a luta dos santos. No entanto, para beneficiar-se plenamente do contedo desta epstola, importante comear no incio da instruo de Paulo nesta carta.

Em primeiro lugar, como seguidores de Cristo, devemos compreender quem Deus declara que somos. Devemos tambm estar fundamentados no conhecimento da realizao de Deus para toda a humanidade. Em seguida, nossa existncia e caminhada atual devem ser exercitadas e reforadas. Isso deve continuar at que no mais flutuemos ou nos deixemos ser levados em todas as direes por qualquer vento de doutrina e/ou pela sutileza dos homens.

Paulo divide sua obra em trs segmentos principais. (1) Os captulos um a trs introduzem princpios relativos ao que Deus tem feito. (2) Os captulos quatro e cinco expem princpios sobre a nossa existncia atual. (3) O captulo seis apresenta princpios a respeito de nossa luta diria.

11 - Aplicao Prtica: Aplicao Prtica: Talvez mais do que qualquer outro livro da Bblia, o livro de Efsios enfatiza a ligao entre a s doutrina e a prtica correta na vida crist. Muitas pessoas ignoram a "teologia" e ao invs querem discutir apenas coisas que so "prticas". Em Efsios, Paulo afirma que a teologia prtica. A fim de viver a vontade de Deus para ns em nossa vida prtica, devemos primeiro entender quem somos em Cristo doutrinariamente.

12 - Conexes: A principal ligao ao Antigo Testamento em Efsios est no surpreendente (aos judeus) conceito da igreja como Corpo de Cristo (Efsios 5:32). Este mistrio maravilhoso (uma verdade anteriormente no revelada) da igreja que "os gentios so co-herdeiros, membros do mesmo corpo e co-participantes da promessa em Cristo Jesus" (Efsios 3:6). Este foi um mistrio completamente oculto aos santos do Antigo Testamento (Efsios 3:5, 9). Os israelitas que eram verdadeiros seguidores de Deus sempre acreditavam que somente eles eram o povo escolhido de Deus (Deuteronmio 7:6). Aceitar os gentios em uma posio de igualdade nesse novo paradigma foi extremamente difcil e provocou muitas disputas entre os crentes judeus e gentios convertidos. Paulo tambm fala do mistrio da igreja como a "noiva de Cristo", um conceito nunca antes escutado no Antigo Testamento.

13 - Local de origem: 14 - Tema principal: 15 - Classificao: 16 Fundao17 - Esboo

Filipenses 1- 50 livro da Biblia 2 11 livro do novo testamento3 4 capitulos4 104 versiculos5 Autor: Paulo - Filipenses 1:1 identifica o apstolo Paulo como o seu autor, provavelmente com a ajuda de Timteo.

6 E uma das Epistolas Paulina7 Chave do livro:Textos-chave Filipenses 1:21: "Porquanto, para mim, o viver Cristo, e o morrer lucro."

Filipenses 3:7: "Mas o que, para mim, era lucro, isto considerei perda por causa de Cristo."

Filipenses 4:4: "Alegrai-vos sempre no Senhor; outra vez digo: alegrai-vos."

Filipenses 4:6-7: "No andeis ansiosos de coisa alguma; em tudo, porm, sejam conhecidas, diante de Deus, as vossas peties, pela orao e pela splica, com aes de graas. E a paz de Deus, que excede todo o entendimento, guardar o vosso corao e a vossa mente em Cristo Jesus."

Filipenses 4:13: "Tudo posso naquele que me fortalece

8 - Quando foi escrito:Data : O livro de Filipenses foi escrito em aproximadamente 61 dC.9 - Propsito: A Epstola aos Filipenses, uma das epstolas de Paulo na priso, foi escrita em Roma. Foi em Filipos, onde Paulo visitou em sua segunda viagem missionria (Atos 16:12), que Ldia e o carcereiro e sua famlia foram convertidos a Cristo. Agora, alguns anos mais tarde, a igreja estava bem estabelecida, como se pode deduzir pelo seu tratamento inicial, o qual diz: "bispos (presbteros) e diconos" (Filipenses 1:1).

O motivo para a epstola foi reconhecer uma oferta monetria procedente da igreja em Filipos e levada ao apstolo por Epafrodito, um dos seus membros (Filipenses 4:10-18). Esta uma delicada carta para um grupo de cristos que eram especialmente prximos ao corao de Paulo (2 Corntios 8:1-6) e, comparativamente, pouco dito sobre o erro doutrinrio.

10 - Resumo: Filipenses pode ser chamado de "Recursos atravs do sofrimento". O livro sobre Cristo em nossa vida, Cristo em nossa mente, Cristo como nossa meta, Cristo como nossa fora e alegria atravs do sofrimento. Ele foi escrito durante a priso de Paulo em Roma, cerca de 30 anos aps a ascenso de Cristo e cerca de dez anos depois de Paulo ter pregado em Filipos pela primeira vez.

Paulo era um prisioneiro de Nero, mas a Epstola transborda com mensagens de triunfo. As palavras "alegria", "gozo" e "regozijo" aparecem com frequncia (Filipenses 1:4, 18, 25, 26, 2:2, 28; Filipenses 3:1, 4:1, 4,10). Uma experincia crist correta experimentar, independente de nossas circunstncias, a vida, a natureza e a mente de Cristo habitando em ns (Filipenses 1:6, 11; 2:5, 13). Filipenses atinge o seu auge em 2:5-11 com a declarao gloriosa e profunda sobre a humilhao e exaltao de nosso Senhor Jesus Cristo.

Filipenses pode ser dividido da seguinte forma:

Introduo, 1:1-7I. Cristo, a vida do cristo: Regozijar-se apesar do sofrimento, 1:8-30II. Cristo, o modelo do cristo: Regozijar-se em servir com humildade, 2:1-30III. Cristo, o objeto da f, desejo e perspectiva do cristo, 3:1-21IV. Cristo, a fortaleza do cristo: Regozijar-se em meio angstia, 4:1-9Concluso, 4:10-23

11 - Aplicao Prtica: - Filipenses uma das cartas mais pessoais de Paulo e, como tal, tem vrias aplicaes pessoais aos crentes. Escrita durante a sua priso em Roma, Paulo exorta os filipenses a seguirem o seu exemplo e anunciar a palavra com maior determinao e destemor (Filipenses 1:14) em tempos de perseguio. Todos os cristos tm experimentado, em um momento ou outro, a animosidade dos incrdulos contra o evangelho de Cristo. Isso de se esperar. Jesus disse que o mundo o odiava e odiaria os Seus seguidores tambm (Joo 5:18). Paulo exorta-nos a perseverar em face de perseguio, a permanecer firmes "num mesmo esprito, combatendo juntamente com o mesmo nimo pela f do evangelho" (Filipenses 1:27).

Uma outra aplicao de Filipenses a necessidade dos cristos permanecerem unidos em humildade. Estamos unidos com Cristo e temos que nos esforar para estar unidos uns aos outros da mesma maneira. Paulo nos encoraja a ter o mesmo modo de pensar, o mesmo amor, um s esprito e uma s atitude e a repudiar a vaidade e egosmo, mas humildemente considerem os outros superiores a si mesmo", prestando ateno aos interesses dos outros e cuidando uns aos outros (Filipenses 2:2-4). Haveria muito menos conflito nas igrejas hoje se todos segussemos o conselho de Paulo.

Uma outra aplicao de Filipenses a do gozo e alegria encontrados ao longo de sua carta. Ele se alegra que Cristo est sendo proclamado (Filipenses 1:8), em sua perseguio (2:18), exorta os outros a se alegrarem no Senhor (3:1), e refere-se aos irmos de Filipos como a sua alegria e coroa (4:1). Ele resume com esta exortao aos crentes: "Alegrem-se sempre no Senhor. Novamente direi: alegrem-se!" (4:4-7). Como crentes, podemos nos alegrar e experimentar da paz de Deus quando lanamos todos os nossos cuidados sobre Ele: "No andem ansiosos por coisa alguma, mas em tudo, pela orao e splicas, e com ao de graas, apresentem seus pedidos a Deus" (4:6). A alegria de Paulo, apesar da perseguio e priso, brilha atravs desta carta e temos a promessa da mesma alegria quando focalizamos nossos pensamentos no Senhor (Filipenses 4:8).

12 - Conexes: Assim como em muitas de suas cartas, Paulo advertiu os novos crentes na igreja de Filipos para terem cuidado com a tendncia ao legalismo que continuamente aparecia nas igrejas primitivas. Os judeus estavam to ligados lei do Antigo Testamento que havia um esforo constante por parte dos judaizantes de retornar ao ensino da salvao pelas obras. Entretanto, Paulo reiterou que a salvao somente pela f em Cristo e apelidou os judaizantes de "ces" e "maus obreiros". Em particular, os legalistas estavam insistindo que os novos crentes em Cristo deviam continuar sendo circuncidados de acordo com os requisitos do Antigo Testamento (Gnesis 17:10-12; Levtico 12:3). Desta forma, eles tentaram agradar a Deus por seus prprios esforos e elevar-se a uma posio superior dos cristos gentios que no participavam do ritual. Paulo explicou que aqueles que foram lavados pelo sangue do Cordeiro no mais precisavam realizar o ritual que simbolizava a necessidade de um corao puro.

13 - Local de origem: 14 - Tema principal: 15 - Classificao: 16 Fundao17 - Esboo

Colossenses 1- 51 livro da Biblia 2 12 livro do novo testamento3 4 capitulos4 95 versiculos5 Autor: Paulo - O apstolo Paulo foi o autor principal do livro de Colossenses (Colossenses 1:13). Timteo tambm recebe algum crdito (Colossenses 1:1).

6 E uma das Epistolas Paulina7 Chave do livro:Textos-chave - Colossenses 1:15-16: "Este a imagem do Deus invisvel, o primognito de toda a criao; pois, nele, foram criadas todas as coisas, nos cus e sobre a terra, as visveis e as invisveis, sejam tronos, sejam soberanias, quer principados, quer potestades. Tudo foi criado por meio dele e para ele."

Colossenses 2:8: "Cuidado que ningum vos venha a enredar com sua filosofia e vs sutilezas, conforme a tradio dos homens, conforme os rudimentos do mundo e no segundo Cristo."

Colossenses 3:12-13: "Revesti-vos, pois, como eleitos de Deus, santos e amados, de ternos afetos de misericrdia, de bondade, de humildade, de mansido, de longanimidade. Suportai-vos uns aos outros, perdoai-vos mutuamente, caso algum tenha motivo de queixa contra outrem. Assim como o Senhor vos perdoou, assim tambm perdoai vs."

Colossenses 4:5-6: "Portai-vos com sabedoria para com os que so de fora; aproveitai as oportunidades. A vossa palavra seja sempre agradvel, temperada com sal, para saberdes como deveis responder a cada um."

8 - Quando foi escrito:Data : O livro de Colossenses foi provavelmente escrito entre 58-62 dC.9 - Propsito: O livro de Colossenses um mini-curso de tica, abordando todas as reas da vida crist. Paulo progride da vida individual ao lar e famlia, do trabalho forma na qual devemos tratar os outros. O tema deste livro a suficincia de nosso Senhor, Jesus Cristo, em satisfazer nossas necessidades em todas as reas.

10 - Resumo: Colossenses foi escrito expressamente para derrotar a heresia que tinha surgido em Colossos e que tinha ameaado a existncia da igreja. Enquanto no sabemos o que foi dito a Paulo, esta carta a sua resposta.

Podemos supor, com base na resposta de Paulo, que ele estava lidando com uma viso defeituosa de Cristo (Sua humanidade real e verdadeira e a falta de aceitao da Sua plena divindade). Paulo parece tambm disputar a nfase "judaica" na circunciso e tradies (Colossenses 2:8-11, 3:11). A heresia em questo aparenta ser proveniente do gnosticismo-judaico ou de uma mistura entre o ascetismo judaico e a filosofia grega (estoica?). Ele faz um trabalho notvel em nos apontar para a suficincia de Cristo.

O livro de Colossenses contm instrues doutrinrias sobre a divindade de Cristo e falsas filosofias (1:15-2:23), bem como exortaes prticas em relao conduta crist, incluindo as amizades e o falar (3:1-4:18).

11 - Aplicao Prtica: Embora Paulo se dirija a muitas reas, a maior lio para ns hoje a suficincia total e completa de Cristo em nossas vidas, tanto para nossa salvao como para nossa santificao. Devemos conhecer e entender o Evangelho de modo que no seremos distrados por formas sutis de legalismo e heresia. Devemos estar atentos a qualquer desvio que diminua a centralidade de Cristo como Senhor e Salvador. Qualquer "religio" que tenta igualar-se com a verdade usando livros que afirmam possuir a mesma autoridade que a Bblia, ou que combina o esforo humano com a realizao divina da salvao, deve ser evitada. Outras religies no podem ser combinadas ou adicionadas ao Cristianismo. Cristo nos d padres absolutos de conduta moral. O Cristianismo uma famlia, um modo de vida e um relacionamento -- no uma religio. Boas aes, ocultismo, astrologia e horscopos no nos mostram os caminhos de Deus. Somente Cristo mostra. Sua vontade revelada em Sua Palavra, Sua carta de amor a ns; devemos chegar a conhec-la!

12 - Conexes: Como com todas as igrejas primitivas, a questo do legalismo judaico em Colossos era de grande preocupao para Paulo. To radical era o conceito da salvao pela graa independentemente das obras, que os submergidos na lei do Antigo Testamento achavam esse conceito muito difcil de entender. Consequentemente, houve um movimento contnuo entre os legalistas a fim de adicionar certas exigncias da lei para essa nova f. Primeiramente entre eles estava o requisito da circunciso, o qual ainda era praticado entre alguns dos judeus convertidos. Paulo rebateu esse erro em Colossenses 2:11-15, onde declarou que a circunciso da carne j no era necessria porque Cristo tinha vindo. A sua era uma circunciso do corao, no da carne, tornando os ritos cerimoniais da lei do Antigo Testamento no mais necessrios (Deuteronmio 10:16, 30:6, Jeremias 4:4, 9:26, Atos 7:51 e Romanos 2:29).

13 - Local de origem: 14 - Tema principal: 15 - Classificao: 16 Fundao17 - Esboo

I Tessalonicenses 1- 52 livro da Biblia 2 13 livro do novo testamento3 5 capitulos4 89 versiculos5 Autor: Paulo6 E uma das Epistolas Paulina7 Chave do livro:Textos-chave (no final de cada captulo): 1.10; 2.19-20; 3.13; 4.13-18; 5.23. - 1 Tessalonicenses 3:5: Foi por isso que, j no me sendo possvel continuar esperando, mandei indagar o estado da vossa f, temendo que o Tentador vos provasse, e se tornasse intil o nosso labor.

1 Tessalonicenses 3:7: ...sim, irmos, por isso, fomos consolados acerca de vs, pela vossa f, apesar de todas as nossas privaes e tribulao...

1 Tessalonicenses 4:14-17: "Pois, se cremos que Jesus morreu e ressuscitou, assim tambm Deus, mediante Jesus, trar, em sua companhia, os que dormem. Ora, ainda vos declaramos, por palavra do Senhor, isto: ns, os vivos, os que ficarmos at vinda do Senhor, de modo algum precederemos os que dormem. Porquanto o Senhor mesmo, dada a sua palavra de ordem, ouvida a voz do arcanjo, e ressoada a trombeta de Deus, descer dos cus, e os mortos em Cristo ressuscitaro primeiro; depois, ns, os vivos, os que ficarmos, seremos arrebatados juntamente com eles, entre nuvens, para o encontro do Senhor nos ares, e, assim, estaremos para sempre com o Senhor."

1 Tessalonicenses 5:16-18: Regozijai-vos sempre. Orai sem cessar. Em tudo, dai graas, porque esta a vontade de Deus em Cristo Jesus para convosco.

8 - Quando foi escrito:Data : 50 ou 51 d.C.9 - Propsito: Na igreja de Tessalnica havia alguns mal-entendidos sobre o retorno de Cristo. Paulo desejava esclarec-los em sua carta. Ele tambm a escreve como uma instruo a uma vida santa.

10 - Resumo: Os trs primeiros captulos so sobre Paulo desejando visitar a igreja de Tessalnica mas no podendo porque Satans os impediu (1 Tessalonicenses 2:18), e sobre como Paulo se preocupava com eles e se animava em escutar como tinham estado. Paulo ento ora por eles (1 Tessalonicenses 3:11-13). No captulo 4, Paulo est instruindo os crentes em Tessalnica sobre como viver uma vida santa em Cristo Jesus (1 Tessalonicenses 4:1-12). Paulo prossegue a instru-los sobre um equvoco que eles tinham. Ele diz que as pessoas que morreram em Cristo Jesus tambm vo ao cu quando Ele voltar (1 Tessalonicenses 4:13-18, 5:1-11). O livro termina com instrues finais de viver a vida crist.

11 - Aplicao Prtica: Este livro pode ser aplicado a muitas situaes da vida. Ele nos d a confiana de que, como cristos, quer estejamos vivos ou mortos quando Cristo voltar, estaremos juntos com Ele (1 Tessalonicenses 4:13-18). Assegura-nos tambm, como cristos, que no receberemos a ira de Deus (1 Tessalonicenses 5:8-9). Esse livro tambm fornece lies sobre como andar a vida crist diariamente (1 Tessalonicenses 4-5).

12 - Conexes: Paulo relembra os tessalonicenses de que a perseguio que estavam recebendo de seus "concidados" (2:15), os judeus que rejeitaram o Messias, a mesma que os profetas do Antigo Testamento sofreram (Jeremias 2:30, Mateus 23:31 ). Jesus advertiu que os verdadeiros profetas de Deus sempre receberiam a oposio dos injustos (Lucas 11:49). Em Colossenses, Paulo recorda-lhes dessa verdade.

13 - Local de origem: Corinto14 - Tema principal: segunda vinda de Cristo.15 - Classificao: escatologia. 16 Fundao17 - Esboo1 - Saudaes, elogios e exortaes - 1.1-10. 2 - O ministrio de Paulo em Tessalnica 2.1-203 - Alegria de Paulo com as notcias de Timteo. 3.1-134 - Admoestaes sobre questes morais - 4.1-12.5 - A volta de Cristo, a ressurreio, o arrebatamento, e a necessidade de vigilncia. 4.13 a 5.24. 6 - Saudaes finais - 5.25 -28.18 - Esboo comentado1 - Saudaes, elogios e exortaes - 1.1-10. Em sua introduo, Paulo elogia a igreja. Os motivos de elogio so: a f, o servio, a influncia exemplar, o abandono da idolatria, a esperana, a pacincia e receptividade palavra. Observe o destaque dado a questes espirituais. O servio, ou trabalho, est em destaque. Vejamos os verbos empregados nos versculos 9 e 10 do captulo 1: "Convertestes .... para servirdes ..... e esperardes ..." 1.9-10. A preposio "para" nos d idia de objetivo. Ns nos convertemos para servir e no para sermos servidos. Estamos neste mundo para fazer a vontade Deus e no para que ele faa a nossa. A igreja espera a segunda vinda de Cristo (v.10), mas, no espera ociosa. Esperamos trabalhando. A questo do exemplo tambm est em destaque. Paulo seguia o exemplo de Cristo. Os tessalonicenses seguiam o exemplo de Paulo e tornavam-se exemplo para as outras igrejas (1.6-8). Vemos ento uma seqncia de modelos que, assim como os tijolos de uma construo, se sobrepem e se sustentam. Est a a importncia de nos mantermos em posio de firmeza espiritual. Se cairmos, poderemos causar a queda de outros que se inspiram em nosso exemplo. 2 - O ministrio de Paulo em Tessalnica 2.1-20No captulo 2, Paulo fala sobre seu ministrio, irrepreensvel e baseado em boas motivaes. Em suas cartas, muitas vezes o apstolo fala de seu trabalho nas igrejas. Embora parea que o autor est muito envolvido com sua prpria biografia, isso de grande importncia para ns pois, de outro modo, como teramos acesso a essas informaes? A auto-apresentao de Paulo nos fornece muitos parmetros para os ministrios eclesisticos da atualidade. Sendo perseguido, o apstolo no recuava, mas se tornava mais ousado ao evangelizar (2.2). 3 - Alegria de Paulo com as notcias de Timteo. 3.1-13Paulo saiu de Tessalnica em meio a uma grande perseguio. Ficou ento preocupado com os novos convertidos daquela cidade. Ser que eles iriam permanecer firmes diante de tanta oposio? Timteo trouxe ento notcias da firmeza espiritual dos tessalonicenses. Isso foi motivo de grande alegria para o apstolo. 4 - Admoestaes sobre questes morais - 4.1-12.A epstola nos mostra que a igreja dos tessalonicenses estava bem. Contudo, Paulo diz que eles podiam alcanar um estado ainda melhor (4.1,9,10). Sempre existe um nvel superior a ser alcanado. Alm disso, o autor admoesta contra alguns riscos que poderiam ameaar a estabilidade espiritual daqueles irmos. Por isso, o captulo 4 toca na questo moral. A admoestao que se destaca a que se refere prostituio. Entre tantos pecados que poderiam ser citados, por qu Paulo mencionou a prostituio? Esse pecado mencionado de forma destacada em algumas partes das escrituras porque, juntamente com o adultrio, tem se mostrado uma das principais causas de quedas e escndalos (Ap.2.14; I Cor.10.8; Jz.16.1,4; At.15.20; I Cor.7.2). O captulo 4 enfatiza a santificao (4.3) pela observncia de alguns preceitos fundamentais.- Abster-se da prostituio (4.3). - No enganar nem oprimir. (4.6).- Amor fraternal (4.9). - Cuidar dos prprios negcios (4.11). - Trabalhar (4.11).- Ser honesto (4.12). Conseqncia: no ter necessidade (4.12).Depois de apresentar mandamentos aos tessalonicenses, Paulo diz: "No quero, porm, irmos, que sejais ignorantes..." A parte dos mandamentos nos admoesta obedincia. O versculo 13 do captulo 4 nos chama a ateno para o valor do conhecimento. Sejamos obedientes mas no ignorantes. Os tessalonicenses eram obedientes mas no se destacavam pelo exame das escrituras (At.17.11). Isso era um risco para aqueles irmos. Quem obediente e ao mesmo tempo ignorante pode acabar obedecendo ordens contrrias palavra de Deus. Nesse texto especfico, Paulo chama a ateno para o conhecimento a respeito da segunda vinda de Cristo e os fatos a ela relacionados. O objetivo era mostrar que os irmos que haviam morrido no ficariam para trs no dia do Senhor. 5 - A volta de Cristo, a ressurreio, o arrebatamento, e a necessidade de vigilncia. 4.13 a 5.24. Nessa parte, temos um quadro escatolgico resumido. Apesar de breve, constitui-se uma passagem obrigatria para os estudiosos do assunto. Paulo destaca a ordem cronolgica dos fatos. A trombeta tocar anunciando a chegada de Cristo. Nesse instante, os justos mortos ressuscitaro. Em seguida, todos os salvos sero arrebatados para encontrarem com o Senhor nos ares. Na seqncia, o apstolo adverte a respeito da necessidade de vigilncia enquanto Cristo no volta. J que no se sabe o dia da sua vinda, necessrio que a igreja esteja em constante vigilncia para que seja achada preparada no momento em que Jesus voltar. Assim, o autor prescreve um estilo de vida apropriado para quem est aguardando o Senhor. Ns no estamos nas trevas (5.5). As trevas caracterizam a condio daquele que cego ou de quem est dormindo. A cegueira representa a ignorncia. O sono representa indiferena ou incredulidade. Se temos conhecimento sobre os ltimos dias, no sejamos indiferentes ou incrdulos, pois assim, o conhecimento no nos seria til. De acordo com o texto de I Tessalonicenses 4.13, precisamos saber, precisamos do conhecimento. Porm, no saberemos tudo a respeito da segunda vinda de Cristo (5.2). Est ento demonstrado o limite do nosso conhecimento e tambm o limite da nossa pregao e da nossa profecia. Jamais poderemos dizer algo sobre uma possvel data da vinda de Cristo. Os que se atreveram a faz-lo caram em descrdito e vergonha. Portanto, "quando disserem: H paz e segurana, ento lhes sobrevir repentina destruio." (5.3). Muitos esto dizendo muitas coisas por a a respeito da vinda de Cristo e do fim do mundo. Alguns marcam datas, outros negam que tais fatos venham ocorrer. Acreditaremos? Se temos conhecimento e conhecemos bem o limite do que podemos conhecer, ento poderemos discernir o erro ou identific-lo. O versculo 3 do captulo 5 nos mostra ainda a impossibilidade da paz mundial at que Cristo volte. Isso pode estar relacionado aos conflitos do Oriente Mdio, principalmente a Israel, cuja meno clara nas profecias dos combates escatolgicos. 6 - Saudaes finais - 5.25 -28.

II Tessalonicenses 1- 53 livro da Biblia 2 14 livro do novo testamento3 3 capitulos4 47 versiculos5 Autor: Paulo2 Tessalonicenses 1:1 indica que o livro de 2 Tessalonicenses foi escrito pelo apstolo Paulo, provavelmente junto com Silas e Timteo.

6 E uma das Epistolas Paulina7 Chave do livro:Textos-chave 2 Tessalonicenses 1:6-7: se, de fato, justo para com Deus que ele d em paga tribulao aos que vos atribulam e a vs outros, que sois atribulados, alvio juntamente conosco, quando do cu se manifestar o Senhor Jesus com os anjos do seu poder.

2 Tessalonicenses 2:13: Entretanto, devemos sempre dar graas a Deus por vs, irmos amados pelo Senhor, porque Deus vos escolheu desde o princpio para a salvao, pela santificao do Esprito e f na verdade.

2 Tessalonicenses 3:3: Todavia, o Senhor fiel; ele vos confirmar e guardar do Maligno.

2 Tessalonicenses 3:10: Porque, quando ainda convosco, vos ordenamos isto: se algum no quer trabalhar, tambm no coma.

8 - Quando foi escrito:Data : - O livro de 2 Tessalonicenses foi provavelmente escrito em 51-52 DC9 - Propsito: A igreja de Tessalnica ainda tinha alguns equvocos sobre o Dia do Senhor. Eles achavam que j tinha acontecido, ento pararam de trabalhar. Eles estavam sendo gravemente perseguidos. Paulo escreveu para esclarecer os mal-entendidos e confort-los.

10 - Resumo: Paulo sada a igreja em Tessalnica e os encoraja e exorta. Ele os elogia pelo que tem ouvido sobre o que esto fazendo no Senhor e ora por eles (2 Tessalonicenses 1:11-12). No captulo 2, Paulo explica o que acontecer no Dia do Senhor (2 Tessalonicenses 2:1-12). Paulo ento os encoraja a permanecerem firmes e a manterem distncia dos homens ociosos que no vivem pelo evangelho (2 Tessalonicenses 3:6).

11 - Aplicao Prtica: O livro de 2 Tessalonicenses cheio de informaes sobre o fim dos tempos. Ele tambm nos exorta a no sermos ociosos e a trabalharmos pelo que temos. Existem tambm algumas grandes oraes em 2 Tessalonicenses que podem nos servir de exemplo sobre como orar pelos outros crentes de hoje.

12 - Conexes: Paulo se refere a vrias passagens do Antigo Testamento em seu discurso sobre o fim dos tempos, assim confirmando e reconciliando os profetas do Antigo Testamento. Grande parte do seu ensinamento sobre o fim dos tempos nesta carta baseado no profeta Daniel e suas vises. Em 2 Tessalonicenses 2:3-9, ele refere-se profecia de Daniel sobre o "homem do pecado" (Daniel 7-8).

13 - Local de origem: Corinto14 - Tema principal: segunda vinda de Cristo.15 - Classificao: escatologia. 16 Fundao17 - Esboo

I Timteo 1- 54 livro da Biblia 2 15 livro do novo testamento3 6 capitulos4 113 versiculos5 Autor: PauloO livro de 1 Timteo foi escrito pelo apstolo Paulo (1 Timteo 1:16 E uma das Epistolas Paulina7 Chave do livro:Textos-chave 1 Timteo 2:5: "Porque {h} um {s} Deus, e um {s} Mediador entre Deus e os homens, Jesus Cristo homem."

1 Timteo 2:12: "No permito, porm, que a mulher ensine, nem use de autoridade sobre o marido, mas que esteja em silncio."

1 Timteo 3:1-3: "Fiel a palavra: se algum aspira ao episcopado, excelente obra almeja. necessrio, portanto, que o bispo seja irrepreensvel, esposo de uma s mulher, temperante, sbrio, modesto, hospitaleiro, apto para ensinar; no dado ao vinho, no violento, porm cordato, inimigo de contendas, no avarento."

1 Timteo 4:9-10: "Fiel esta palavra e digna de inteira aceitao. Ora, para esse fim que labutamos e nos esforamos sobremodo, porquanto temos posto a nossa esperana no Deus vivo, Salvador de todos os homens, especialmente dos fiis."

1 Timteo 6:12: "Combate o bom combate da f. Toma posse da vida eterna, para a qual tambm foste chamado e de que fizeste a boa confisso perante muitas testemunhas."

8 - Quando foi escrito:Data : O livro de 1 Timteo foi escrito em aproximadamente 62-66 dC.9 - Propsito: Paulo escreveu a Timteo para encoraj-lo em sua responsabilidade de supervisionar o trabalho da igreja de feso e, possivelmente, as outras igrejas na provncia da sia (1 Timteo 1:3). Esta carta estabelece as bases para a ordenao de presbteros (1 Timteo 3:1-7) e fornece orientao para a ordenao de pessoas em funes da igreja (1 Timteo 3:8-13). Em essncia, 1 Timteo um manual de liderana para a organizao e administrao da igreja.

10 - Resumo: Esta a primeira carta que Paulo escreveu a Timteo, um jovem pastor que tinha sido uma ajuda de Paulo em sua obra. Timteo era grego. Sua me era judia e seu pai era grego. Paulo foi mais do que apenas um mentor e lder a Timteo, ele foi como um pai para ele e Timteo foi como um filho a Paulo (1 Timteo 1:2). Paulo comea a carta exortando Timteo a ter cuidado com os falsos mestres e falsas doutrinas. No entanto, grande parte da carta trata da conduta pastoral. Paulo instrui Timteo em adorao (captulo 2) e no desenvolvimento de lderes maduros para a igreja (captulo 3). A maior parte da carta lida com a conduta pastoral, advertncias sobre os falsos mestres e a responsabilidade da igreja em relao aos membros pecadores, vivas, ancios e escravos. Ao longo de toda a carta, Paulo encoraja Timteo a permanecer firme, perseverar e permanecer fiel sua vocao.

11 - Aplicao Prtica: Jesus Cristo apresentado por Paulo como o mediador entre Deus e os homens (1 Timteo 2:5), o Salvador de todos os que nEle creem. Ele o Senhor da igreja, e a quem Timteo realmente serve quando pastoreia a Sua Igreja. Assim, encontramos a principal aplicao da primeira carta de Paulo a seu "filho na f". Paulo instrui Timteo sobre questes de doutrina, liderana e administrao da igreja. Podemos usar essas mesmas instrues para governar nossa assembleia local hoje. Da mesma forma, o trabalho e o ministrio de um pastor, as qualificaes para um ancio e as qualificaes de um dicono so to importantes e pertinentes hoje quanto eram na poca de Timteo. A primeira carta de Paulo a Timteo resulta em um livro de instrues sobre liderana, administrao e como pastorear a igreja local. As instrues contidas nesta carta podem ser aplicadas a qualquer lder ou o lder potencial da igreja de Cristo e so igualmente relevantes hoje como eram na poca de Paulo. Para aqueles no chamados a papis de liderana em sua igreja hoje, o livro ainda prtico. Cada seguidor deve batalhar pela f e evitar falsos ensinamentos. Cada seguidor deve ser firme e perseverante.

12 - Conexes: Uma relao interessante entre o Antigo Testamento e o livro de 1 Timteo a citao de Paulo da base para considerar os presbteros da igreja como sendo dignos de "dobrados honorrios" e merecedores de respeito quando se trata de serem acusados de m conduta (1 Timteo 5:17 -19). Deuteronmio 24:15, 25:4 e Levtico 19:13 falam da necessidade de pagar um trabalhador o que ele ganhou e faz-lo em tempo hbil. Parte da Lei Mosaica exigia que duas ou trs testemunhas fossem necessrias para trazer uma acusao contra um homem (Deuteronmio 19:15). Os judeus cristos nas igrejas pastoreadas por Timteo estariam bem cientes destas referncias ao Antigo Testamento.

13 - Local de origem: 14 - Tema principal: 15 - Classificao: 16 Fundao17 - Esboo

II Timteo 1- 55 livro da Biblia 2 16 livro do novo testamento3 4 capitulos4 83 versiculos5 Autor: Paulo - 2 Timteo 1:1 identifica Paulo como o autor do livro de 2 Timteo.6 E uma das Epistolas Paulina7 Chave do livro:Textos-chave 2 Timteo 1:7: Porque Deus no nos tem dado esprito de covardia, mas de poder, de amor e de moderao.

2 Timteo 3:16-17: Toda a Escritura inspirada por Deus e til para o ensino, para a repreenso, para a correo, para a educao na justia, a fim de que o homem de Deus seja perfeito e perfeitamente habilitado para toda boa obra.

2 Timteo 4:2: ...prega a palavra, insta, quer seja oportuno, quer no, corrige, repreende, exorta com toda a longanimidade e doutrina.

2 Timteo 4:7-8: Combati o bom combate, completei a carreira, guardei a f. J agora a coroa da justia me est guardada, a qual o Senhor, reto juiz, me dar naquele Dia; e no somente a mim, mas tambm a todos quantos amam a sua vinda.

8 - Quando foi escrito:Data : O livro de 2 Timteo foi escrito em aproximadamente 67 dC, pouco antes do apstolo Paulo ser condenado morte.

9 - Propsito: Aprisionado em Roma mais uma vez, o apstolo Paulo se sentiu sozinho e abandonado. Paulo percebeu que a sua vida terrena provavelmente estaria em breve chegando ao fim. O livro de 2 Timteo essencialmente as "ltimas palavras" de Paulo. Paulo olhou alm da sua prpria situao para expressar preocupao com as igrejas e especificamente com Timteo. Paulo queria usar suas ltimas palavras para encorajar Timteo, e todos os outros crentes, a perseverar na f (2 Timteo 3:14) e proclamar o evangelho de Jesus Cristo (2 Timteo 4:2).

10 - Resumo: Paulo encoraja Timteo a permanecer apaixonado por Cristo e a permanecer firme na s doutrina (2 Timteo 1:1-2, 13-14). Paulo relembra Timteo a evitar as crenas e prticas mpias e a fugir de qualquer coisa imoral (2 Timteo 2:14-26). No fim dos tempos haver intensa perseguio e apostasia da f crist (2 Timteo 3:1-17). Paulo encerra com um apelo intenso para que os crentes permaneam firmes na f e terminem a corrida forte (2 Timteo 4:1-8).

11 - Aplicao Prtica: fcil desviar-se da vida crist. Temos que manter nossos olhos firmes no prmio -- ser recompensado no cu por Jesus Cristo (2 Timteo 4:8). Devemos nos esforar para evitar tanto a falsa doutrina quanto as prticas mpias. Isso s pode ser realizado quando nos firmamos em nosso conhecimento da Palavra de Deus e recusamos aceitar qualquer coisa que no seja bblica.

12 - Conexes: Paulo estava to preocupado em advertir Timteo e aqueles que ele pastoreava dos perigos dos falsos mestres que acabou invocando a histria dos magos egpcios que se opuseram a Moiss (xodo 7:11, 22; 8:7, 18, 19; 9:11). Embora seus nomes no sejam mencionados no Antigo Testamento, a tradio diz que esses homens promoveram a construo do bezerro de ouro e foram mortos com o resto dos idlatras (xodo 32). Paulo prev o mesmo destino para aqueles que resistem verdade de Cristo, sua insensatez eventualmente "ser a todos evidente" (2 Timteo 3:9).

13 - Local de origem: 14 - Tema principal: 15 - Classificao: 16 Fundao17 - Esboo

Tito 1- 56 livro da Biblia2 17 livro do novo testamento3 3 capitulos4 46 versiculos5 Autor: Paulo6 E uma das Epistolas Paulina7 Chave do livro:Versculos-chave: Tito 1:5: "A razo de t-lo deixado em Creta foi para que voc pusesse em ordem o que ainda faltava e constitusse presbteros em cada cidade, como eu o instru."

Tito 1:16: "Eles afirmam que conhecem a Deus, mas por seus atos o negam; so detestveis, desobedientes e desqualificados para qualquer boa obra."

Tito 2:15: " isso que voc deve ensinar, exortando-os e repreendendo-os com toda a autoridade. Ningum o despreze."

Tito 3:3-6: "Houve tempo em que ns tambm ramos insensatos e desobedientes, vivamos enganados e escravizados por toda espcie de paixes e prazeres. Vivamos na maldade e na inveja, sendo detestveis e odiando-nos uns aos outros. Mas quando se manifestaram a bondade e o amor pelos homens da parte de Deus, nosso Salvador, no por causa de atos de justia por ns praticados, mas devido sua misericrdia, ele nos salvou pelo lavar regenerador e renovador do Esprito Santo, que ele derramou sobre ns generosamente, por meio de Jesus Cristo, nosso Salvador."

8 - Quando foi escrito: A Epstola a Tito foi escrita em aproximadamente 66 dC. As muitas jornadas de Paulo esto bem documentadas e mostram que ele escreveu a Tito de Nicpolis em piro. Em algumas Bblias, uma anotao da epstola pode mostrar que Paulo escreveu de Nicpolis na Macednia. No entanto, no h conhecimento desse lugar e anotaes no tm nenhuma autoridade por no serem autnticas.9 - Propsito: A Epstola a Tito conhecida como uma das Epstolas Pastorais, assim como as duas cartas a Timteo. Esta carta foi escrita pelo apstolo Paulo para incentivar o seu irmo na f, Tito, o qual havia sido deixado em Creta para liderar a Igreja que Paulo havia estabelecido em uma de suas viagens missionrias (Tito 1:5). Esta carta aconselha Tito a respeito de quais qualificaes deve-se buscar nos lderes da igreja. Ele tambm alerta Tito acerca da reputao daqueles que viviam na ilha de Creta (Tito 1:12).Alm de instruir Tito sobre o que procurar em um lder da igreja, Paulo tambm incentivou-o a voltar a Nicpolis para uma visita. Em outras palavras, Paulo continuou a discipular a Tito e a outros enquanto cresciam na graa do Senhor (Tito 3:13).10 - Resumo: Como maravilhoso deve ter sido quando Tito recebeu uma carta de seu mentor, o apstolo Paulo. Paulo era um homem muito honrado, e com razo, depois de estabelecer vrias igrejas em todo o mundo oriental. Esta famosa introduo do apstolo teria sido lida por Tito: "a Tito, meu verdadeiro filho em nossa f comum: Graa e paz da parte de Deus Pai e de Cristo Jesus, nosso Salvador" (Tito 1:4).A ilha de Creta, local onde Paulo deixou Tito encarregado de liderar a igreja, era habitada por nativos da ilha e judeus que no conheciam a verdade de Jesus Cristo (Tito 1:12-14). Paulo sentiu que era a sua responsabilidade continuar discipulando a Tito, assim como instruir e incentiv-lo no desenvolvimento de lderes dentro da igreja em Creta. Assim como o apstolo Paulo guiou Tito na sua busca de lderes, Paulo tambm deu sugestes sobre como Tito devia instruir esses lderes para que pudessem crescer na sua f em Cristo. Suas instrues incluam direes para homens e mulheres de todas as idades (Tito 2:1-8).11 - Aplicao Prtica: O apstolo Paulo merece a nossa ateno quando buscamos obter na Bblia instrues sobre como viver uma vida agradvel ao Senhor. Podemos aprender o que devemos evitar, assim como aquilo que devemos imitar. Paulo sugere que busquemos ser puros ao evitarmos as coisas que contaminam nossas mentes e conscincias. E, em seguida, Paulo faz uma afirmao que jamais deve ser esquecida: "Eles afirmam que conhecem a Deus, mas por seus atos o negam; so detestveis, desobedientes e desqualificados para qualquer boa obra" (Tito 1:16). Como cristos, devemos examinar nossas prprias vidas a fim de garantir que alinham-se com a nossa profisso de f em Cristo (2 Corntios 13:5).

Junto com esse aviso, Paulo tambm nos diz como evitar negar a Deus: "ele nos salvou pelo lavar regenerador e renovador do Esprito Santo, que ele derramou sobre ns generosamente, por meio de Jesus Cristo, nosso Salvador" (Tito 3:5b-6). Ao buscar uma renovao diria de nossa mente pelo Esprito Santo, podemos desenvolver-nos em cristos que honram a Deus pela maneira como vivemos.

12 - Conexes: Mais uma vez, Paulo acha necessrio instruir os lderes da igreja a terem cuidado com os judaizantes, ou seja, aqueles que tentavam adicionar obras ao dom da graa que produz a salvao. Ele adverte contra aqueles que so enganadores rebeldes, especialmente os que continuavam afirmando que a circunciso e adeso aos rituais e cerimnias da lei mosaica ainda eram necessrias (Tito 1:10-11). Este um tema recorrente por todas as epstolas de Paulo e no livro de Tito, ele chega at a dizer que suas bocas devem ser caladas13 Estudo bblico em Tito:Paulo fora libertado em Roma, quando de sua primeira priso. Deve ir ter ido para a ilha de Creta. De l foi para feso e depois para a Macednia. Tito ficou em seu lugar, em Creta (1.5). Mais tarde, Paulo escreveu-lhe esta carta com algumas orientaes sobre como administrar a igreja daquela ilha. Ela no posterior, portanto a 2Timteo, embora venha depois dela em nossa Bblia. Deve ter sido escrita na mesma poca de 1Timteo, entre os anos 61-65. So cartas gmeas, escritas logo aps a soltura de Paulo.Em 1Timteo, a palavra chave doutrina. Em Tito, boas obras. O versculo central est em 3.8. Os cristos devem mostrar sua f em boas obras. As duas epstolas se completam. Ter doutrina correta bom. Isto se chama ortodoxia. Mas de pouco adianta se no houver conduta certa. Isto se chama ortopraxia. Muitas vezes enfatizamos a doutrina e esquecemos os bons relacionamentos dentro da igreja. Este o tema da carta. Como os membros da igreja devem viver uns com os outros.QUEM FOI TITO?Ele foi companheiro fiel de Paulo. Quando o apstolo foi a Jerusalm, histria narrada em Atos 15, Tito estava com ele (Gl 2.1), embora o autor de Atos no o cite no captulo e em lugar algum do livro. Ele era gentio, mas no se circundou (Gl 2.3). Devemos lembrar que o tema da discusso em Atos 15 foi exatamente este, se os gentios deviam se judaizar ou no, para serem cristos. E a circunciso era o smbolo exterior do judasmo. Foi ele quem levou as ofertas de Corinto para as igrejas da Judia (2Co 8.16). Era pessoa de confiana, portanto. Parece que era mais ousado que Timteo. Compare os textos de 1Corntios 16.10 e 2Corntios 7.15. E veja, em Tito 1.5, porque Paulo o deixou em Creta. Parece ser um homem muito ativo, deslocando-se de um lugar para outro (2Tm 4.10). A tradio crist d-o como irmo de Lucas, por isso que ele no teria sido citado no livro de Atos. Lucas teria evitado citar seu prprio nome e o do irmo, na obra, para no exaltar a famlia. O apstolo Paulo o estimava muito (Tt 1.4).OS TEMAS DE TITO A REPREENSO DE FALSOS MESTRES (1.10-16)Em 1.5-9 vemos que Tito deveria escolher bispos (presbteros ou pastores) para a igreja. A igreja deve ter pastor, isto bvio. E uma das razes est em 1.9. a pessoa que deve doutrinar a igreja. Havia falsos mestres em Creta e Paulo foi particularmente duro com eles: 1.10-11.Citando o filsofo Epimnides (1.12), Paulo mostra o carter dos cretenses. E diz que o testemunho de Epimnides verdadeiro e por isto Tito deve repreend-los (1.13). uma pena que ainda haja alguns cretenses nas igrejas de hoje. Mas eles devem ser enfrentados e resistidos.O assunto parece ser o mesmo das outras cartas do apstolo: a judaizao da f crist. Paulo chama o judasmo de fbulas (1.14). Afirma que seus defensores haviam se desviado da verdade. Eles, os defensores da circunciso (o judasmo) so faladores vos, e enganadores (v. 10). Eles se preocupavam com o que comer e o que beber, com as famosas regras dietticas do judasmo. Paulo nega valor a tais regras (1.15). J as negara, em Colossenses 2.16. No adianta uma pessoa dizer que conhece a Deus pelo que come ou pelo que deixa de comer, pelo que bebe ou deixa de beber, e negar isto com as suas obras. Um bom comentrio sobre esta questo aparece no Manual Bblico Vida Nova: Os falsos mestres estavam tentando constituir padres humanos pelos quais se pudessem julgar questes de pureza e impureza. Paulo, porm, mostrou que aqueles padres estavam corrompidos. Eles deveriam ser repreendidos luz dos conceitos emitidos em 1.15-16.COMO LIDAR COM AS DIFERENTES PESSOAS NA IGREJA 2.1-15Esta seo comea com a recomendao paulina a Tito: v. 1. Ele deve exortar as pessoas. Por quatro vezes aparece a expresso exorta (vv. 2, 6, 9 e 15). O termo no aparece no versculo 3, ao tratar de uma classe de pessoas, mas fica implcito: semelhantemente. A exortao serve para as pessoas desta classe. Paulo mostra como deve ele repreender os homens mais velhos (vv. 1-2). Tambm as mulheres idosas devem ser exortadas, se estiverem erradas (v. 3). As pessoas mais idosas tambm erram e tambm precisam ser exortadas. Est errada a ditadura do jovem na igreja (dono do louvor) bem como est errada a ditadura do adulto (dono da razo). A igreja uma verdadeira democracia. Todos tm direitos, todos tm deveres, todos merecem elogios, mas todos podem sofrer exortao. Ningum est acima dos outros. Mesmo sendo um pastor jovem, Tito estava autorizado a corrigir os mais idosos. Deveria ter a autoridade da investidura na funo, corroborada pela vida submissa Palavra.As mulheres de mais idade devem ser um exemplo para as mais novas (v. 4). Mais uma vez somos confrontados com a mordomia da influncia. Podemos ajudar, com nosso exemplo, as pessoas menos experientes que ns. Tanto na idade como na vida crist. Uma outra lio que nos fica aqui: a igreja uma comunidade ajudadora, e no repressora. As pessoas devem passar sua experincia, amorosamente, para as demais.A terceira classe a ser exortada a dos jovens (vv. 6-8). Como era jovem, Tito deveria ser o exemplo. Fica aqui uma advertncia. fcil censurarmos os jovens da igreja, mas somos bons modelos para eles? Eles vem as boas obras dos pais e dos adultos da igreja? Olhando os lderes de hoje, eles, que sero os lderes de amanh, vem como devem proceder?A ltima classe a dos escravos (vv. 9-10). Paulo parece ser conformista, aceitando a escravido e legitimando-a. Mas no nos precipitemos. Diz-se que na Roma imperial havia 600.000 livres e 600.000 escravos. A abolio da escravatura traria um problema social enorme. Como essa massa de escravos viveria? Paulo faz um apelo ordem social. Com os apelos igualdade (Gl 3.28) e ao exerccio da misericrdia, o cristianismo foi minando a escravido. Paulo aconselhou Filemom a receber o escravo que fugira, Onsimo, e que se convertera ouvindo Paulo pregar, no mais como escravo, mas como irmo (Fm, vv. 15-17). Em Cristo, as pessoas so livres e so iguais.Uma lembrana oportuna: exortao no significa humilhao nem degradao da pessoa exortada. Os conselhos a Tito so para use de bom senso e de respeito.A RESPONSABILIDADE SOCIAL DO CRISTOEst no texto de 3.1-2. No se fala de direito de voto nem de atividade social nem de organizao poltico-partidria. Estas coisas no estavam em cogitao. Fala-se da maneira de nos portarmos. O v. 1 deve ser entendido dentro deste contexto: o cristo no um agitador nem um baderneiro. Pode no concordar, deve at mesmo discordar dos valores do mundo, mas deve ser uma pessoa equilibrada (v. 2). Um cristo desequilibrado um problema. No devemos ser infamadores nem briges, mas pessoas que sirvam de referencial em termos de sensatez.CRISTO NOS MUDOUNo texto de 3.3-7, Paulo mostra que a bondade de Deus e seu amor para conosco (v. 4) nos regeneraram e nos renovaram (v. 5). Em outras palavras, fomos tornados novas criaturas. Este amor e esta bondade foram derramados em Jesus Cristo (v. 6), e assim fomos justificados e tornados herdeiros da vida eterna (v. 7). Quanto s discusses tolas e sem sentido, que Tito as deixasse de lado. Nesta classificao, o apstolo inclui as discusses sobre a lei e as genealogias, to caras aos judeus. Eles levam isto to a srio que, ainda hoje, o judeu que tiver o sobrenome Cohen (palavra hebraica para sacerdote) reverenciado nas sinagogas, pois descendente de Levi. Isto no tem valor algum. E se algum insiste em ser briguento, depois da segunda admoestao, que seja deixado de lado (v. 10). Por vezes esquecemos este conselho de Paulo e gastamos muita vela com mau defunto, discutindo por ninharia. A pessoa que ama discusses na igreja pervertida, est em pecado e est perdida (v. 11). A palavra do versculo 10 tem muito sentido: evita-o. a idia pe de lado.No meio de conselhos prticos, Paulo retoma aqui sua linha teolgica: no so os nossos mritos, mas a graa de Deus que nos salvou. Veja o contraste entre estes dois conceitos, nos versculos 5-6. Na sua coerncia, ele est reafirmando o que disse em Efsios 2.8-9. Somos salvos pela graa, por meio da f. Nunca nos esqueamos disto.MAIS UMA EXORTAO A TITOEm 3.8-11 vem mais uma exortao do pastor experiente ao pastor jovem. A palavra de Paulo uma palavra fiel (esta expresso designa uma verdade solene) e Tito deve proclam-la com firmeza, para que os crentes se apliquem s boas obras (v. 8). Este o versculo chave da epstola. O povo de Deus deve mostrar que povo de Deus pela sua conduta. Jesus disse que pelos seus frutos os conhecereis, e no pelo seu louvor os conhecereis. A nfase do Novo Testamento no carter que devemos ter. Hoje se enfatiza muito o louvor, a atividade, as reunies, e nem sempre o carter cristo, marca distintiva da converso e o melhor testemunho que podemos dar, como vemos nas palavras de Jesus, em Mateus 5.13-16.AS LTIMAS RECOMENDAESDe 3.12 a 14 Paulo faz as suas ltimas recomendaes. Decidiu passar o inverno em Nicpolis. rtemas ou Tquico iriam substituir Tito em Creta. Que Tito viesse encontrar-se com Paulo, em Nicpolis, ou onde ele estava, antes de sair.Havia dois missionrios que precisavam do apoio de Tito: Zenas (diminutivo de Zenodoro) e Apolo. Zenas chamado de doutor da lei. O termo grego nomikos e era empregado para juristas e, provavelmente, era ele uma autoridade no direito romano. Apolo j conhecido desde o livro de Atos, como excelente orador. Isto mostra que Tito tinha capacidade mobilizar uma rede de apoio aos missionrios. Talvez a autoridade moral e espiritual de Paulo sobre as igrejas desse ao apstolo uma margem de manobra muito grande, em decises (embora ele sempre respeite as igrejas locais), e ele atribui esta responsabilidade a Tito.Mas Paulo insiste nas boas obras que os crentes devem ter (v. 14). Parece que no contexto de suprir os missionrios, que, dedicando-se ao estudo e pregao, no poderiam prover seu sustento de outra fonte. O final a costumeira bno, desejando a graa sobre todos. E terminemos nosso estudo como ele: a graa seja com todos.

Filemom1- 57 livro da Biblia 2 18 livro do novo testamento3 1capitulos4 25 versiculos5 Autor: Paulo - O autor do livro de Filemom foi o apstolo Paulo (Filemom 1:1).6 E uma das Epistolas Paulina7 Chave do livro:Textos-chave Filemom 6: "Oro para que a comunho que procede da sua f seja eficaz no pleno conhecimento de todo o bem que temos em Cristo."

Filemom 16: " no mais como escravo, mas, acima de escravo, como irmo amado. Para mim ele um irmo muito amado, e ainda mais para voc, tanto como pessoa quanto como cristo."

Filemom 18: "Se ele o prejudicou em algo ou lhe deve alguma coisa, ponha na minha conta."

8 - Quando foi escrito:Data : O livro de Filemom foi escrito em cerca de 60 dC.9 - Propsito: A carta a Filemom a mais curta de todas as obras de Paulo e lida com a prtica da escravido. A carta sugere que Paulo estava na priso quando a escreveu. Filemom era um proprietrio de escravos que tambm hospedava uma igreja em sua casa. Durante o tempo do ministrio de Paulo em feso, Filemom tinha provavelmente viajado para a cidade e, ao escutar a pregao de Paulo, converteu-se ao Cristianismo. O escravo Onsimo roubou seu senhor, Filemom, e fugiu, dirigindo-se a Roma e a Paulo. Onsimo ainda era propriedade de Filemom, e Paulo escreveu para suavizar o seu regresso ao seu mestre. Onsimo tornou-se um cristo (Filemom 10) como resultado da testificao de Paulo, o qual queria que Filemom aceitasse Onsimo como um irmo em Cristo e no meramente como um escravo.

10 - Resumo: Paulo tinha advertido os proprietrios de escravos sobre sua responsabilidade para com eles. Alm disso, Paulo apresentou esses escravos como responsveis seres morais que deviam temer a Deus. Em Filemom, Paulo no condenou a escravido, mas apresentou Onsimo como um irmo cristo, em vez de um escravo. Quando um proprietrio pode se referir a um escravo como um irmo, o escravo chegou a uma posio em que o ttulo jurdico de escravo no tem mais sentido. A igreja primitiva no atacou diretamente a escravido, mas estabeleceu as bases para um novo relacionamento entre proprietrio e escravo. Paulo tentou unir Filemom e Onsimo com o amor cristo de modo que a emancipao seria necessria. Somente aps a exposio luz do evangelho que a instituio da escravido poderia morrer.

11 - Aplicao Prtica: Empregadores, lderes polticos, executivos de corporaes e pais e mes de famlia podem seguir o esprito do ensinamento de Paulo ao tratar os funcionrios cristos, companheiros de trabalho e membros da famlia como membros do Corpo de Cristo. Os cristos na sociedade moderna no devem ver ajudantes como instrumentos para ajud-los a alcanar suas ambies, mas como irmos e irms em Cristo que devem receber um tratamento amvel. Alm disso, todos os lderes cristos devem reconhecer que tero que prestar contas a Deus pelo tratamento daqueles que trabalham para eles, quer os ajudantes sejam cristos ou no. Eventualmente esses lderes tero que responder a Deus por suas aes (Colossenses 4:1).

12 - Conexes: Talvez em nenhum lugar do Novo Testamento a distino entre lei e graa seja to bem retratada. Tanto a lei romana como a lei mosaica do Antigo Testamento deram a Filemom o direito de punir um escravo fugitivo que era considerado propriedade. Entretanto, o pacto da graa atravs do Senhor Jesus permitiu que o senhor e seu escravo desfrutassem de um companheirismo baseado na igualdade dentro do corpo de Cristo.

13 - Local de origem: 14 - Tema principal: 15 - Classificao: 16 Fundao17 - Esboo

Hebreus 1- 58 livro da Biblia 2 19 livro do novo testamento3 13 capitulos4 303 versiculos5 Autor: Embora alguns incluam o livro de Hebreus entre os escritos do apstolo Paulo, a certa identidade do autor permanece um enigma. Em falta est a saudao habitual de Paulo que pode ser encontrada em suas outras obras. Alm disso, a sugesto de que o escritor desta epstola baseara-se no conhecimento e na informao fornecida por pessoas que tinham sido testemunhas oculares reais de Jesus Cristo (2:3) torna duvidosa a autoria paulina. Alguns acham que Lucas foi o autor; outros sugerem que Hebreus tenha sido escrito por Apolo, Barnab, Silas, Felipe, ou quila e Priscila. Independentemente de qual mo humana segurou a caneta, o Esprito Santo de Deus o autor divino de toda a Escritura (2 Timteo 3:16); portanto, Hebreus fala com a mesma autoridade cannica como os outros sessenta e cinco livros da Bblia.

6 E uma das Epistolas Paulina7 Chave do livro:Textos-chave Hebreus 1:1-2: "H muito tempo Deus falou muitas vezes e de vrias maneiras aos nossos antepassados por meio dos profetas, mas nestes ltimos dias falou-nos por meio do Filho, a quem constituiu herdeiro de todas as coisas e por meio de quem fez o universo."

Hebreus 2:3: "...como escaparemos ns, se negligenciarmos to grande salvao?"

Hebreus 4:14-16: "Portanto, visto que temos um grande sumo sacerdote que adentrou os cus, Jesus, o Filho de Deus, apeguemo-nos com toda a firmeza f que professamos, pois no temos um sumo sacerdote que no possa compadecer-se das nossas fraquezas, mas sim algum que, como ns, passou por todo tipo de tentao, porm, sem pecado. Assim sendo, aproximemo-nos do trono da graa com toda a confiana, a fim de recebermos misericrdia e encontrarmos graa que nos ajude no momento da necessidade."Hebreus 11:1: "Ora, a f a certeza daquilo que esperamos e a prova das coisas que no vemos."

Hebreus 12:1-2: "Portanto, tambm ns, uma vez que estamos rodeados por to grande nuvem de testemunhas, livremo-nos de tudo o que nos atrapalha e do pecado que nos envolve, e corramos com perseverana a corrida que nos proposta, tendo os olhos fitos em Jesus, autor e consumador da nossa f. Ele, pela alegria que lhe fora proposta, suportou a cruz, desprezando a vergonha, e assentou-se direita do trono de Deus."

8 - Quando foi escrito:Data : Clemente, um dos pais da igreja primitiva, citou o livro de Hebreus em 95 dC. No entanto, provas internas, tais como o fato de que Timteo estava vivo no momento em que a carta foi escrita e a ausncia de qualquer evidncia mostrando o fim do sistema sacrificial do Antigo Testamento, o qual ocorrera com a destruio de Jerusalm em 70 dC, indicam que o livro foi escrito por volta de 65 dC.

9 - Propsito: O falecido Dr. Walter Martin, fundador do Instituto de Investigao Crist e autor do best-seller Kingdom of the Cults (Reino das Seitas), disse em sua sarcstica e habitual forma de falar que o livro de hebreus foi escrito por um hebreu para outros hebreus para dizer-lhes que deixassem de agir como hebreus. Na verdade, muitos dos primeiros crentes judeus estavam caindo de volta aos rituais do judasmo a fim de escaparem da crescente perseguio. Esta carta, ento, uma exortao para esses crentes perseguidos a continuarem na graa de Jesus Cristo.

10 - Resumo: O livro de Hebreus trata de trs grupos distintos: seguidores de Cristo, incrdulos que tinham conhecimento e uma aceitao intelectual dos fatos de Cristo, e incrdulos que tinham sido atrados a Cristo mas que acabaram rejeitando-no. importante entender a qual grupo cada passagem est se dirigindo, pois deixar de fazer isso pode levar-nos a tirar concluses inconsistentes com o restante das Escrituras.

O escritor de Hebreus menciona continuamente a superioridade de Cristo, tanto de Sua pessoa como do Seu trabalho ministerial. Nos escritos do Antigo Testamento, entendemos que os rituais e cerimnias do judasmo simbolicamente apontavam para a vinda do Messias. Em outras palavras, os ritos do judasmo eram sombras das coisas futuras. Hebreus nos diz que Jesus Cristo melhor do que aquilo que qualquer mera religio tem a oferecer. Toda a pompa e circunstncia da religio empalidecem em comparao com a pessoa, trabalho e ministrio de Jesus Cristo. a superioridade do nosso Senhor Jesus, ento, que continua a ser o tema desta eloquente carta.

11 - Aplicao Prtica: Rica na doutrina crist fundamental, a epstola aos Hebreus tambm nos proporciona exemplos animadores de "heris da f", os quais perseveraram apesar das grandes dificuldades e condies adversas (Hebreus 11). Os homens e mulheres pertencentes lista dos heris da f fornecem provas irrefutveis quanto garantia incondicional e absoluta confiabilidade de Deus. Da mesma forma, podemos manter a confiana perfeita nas ricas promessas de Deus, independentemente das nossas circunstncias, ao meditarmos na slida fidelidade das obras de Deus nas vidas dos Seus santos do Antigo Testamento.

O escritor de Hebreus proporciona um grande incentivo aos crentes, mas h cinco advertncias solenes s quais devemos prestar ateno. H o perigo da negligncia (Hebreus 2:1-4), o perigo da incredulidade (Hebreus 3:7 - 4:13), o perigo da imaturidade espiritual (Hebreus 5:11-6:20), o risco de deixar de perseverar (Hebreus 10:26-39) e o perigo inerente de recusar a Deus (Hebreus 12:25-29). Assim encontramos ento, nesta obra-prima suprema, uma grande riqueza de doutrina, um refrescante manancial de encorajamento e uma fonte de advertncias prticas e ss contra a preguia em nossa caminhada crist. Entretanto, ainda h mais, pois em Hebreus encontramos um retrato magnificamente do nosso Senhor Jesus Cristo, o Autor e consumador da nossa grande salvao (Hebreus 12:2).

12 - Conexes: Talvez nenhum outro lugar do Novo Testamento esclarea o Antigo Testamento como faz o livro de Hebreus, o qual tem como seu fundamento o sacerdcio levtico. O escritor aos hebreus compara constantemente as insuficincias do sistema sacrificial do Antigo Testamento com a perfeio e realizao em Cristo. Enquanto o Antigo Testamento exigia sacrifcios contnuos e uma expiao pelo pecado uma vez por ano, os quais eram oferecidos por um sacerdote humano, a Nova Aliana proporciona um sacrifcio final atravs de Cristo (Hebreus 10:10) e acesso direto ao trono de Deus para todos os que esto nEle

13 - Local de origem: Corinto14 - Tema principal: segunda vinda de Cristo.15 - Classificao: escatologia. 16 Fundao17 - EsbooTiago 1- 59 livro da Biblia2 20 livro do novo testamento3 5 capitulos4 108 versiculos5 Autor: Tiago -o irmo de Jesus, - H trs Tiago no N.T.: Lucas 6.14-16. Tiago, filho de Zebedeu e irmo de Joo (morto em Atos 13.2); Tiago, filho de Alfeu; Tiago irmo de Jesus (Mt 13.55; Mc 6.3) tambm chamado, Tiago, o menor (Mc 14.40). O escritor desta epstola o irmo de Jesus, de grande estatura na primeira igreja em Jerusalm (Gl 2.9). Os historiadores do primeiro sculo escrevem que Tiago foi um mrtir no ano 62 d. C. (Baxter, pg. 283,285).6 uma das cartas aos dispersos - Tiago est escrevendo "s doze tribos que andam dispersas" (1.1) que eram "irmos" e ensinou estes como cumprir a lei e serem Judeus completos. Levou tempo para amadurecimento nos Judeus, uma vez que eram Cristos, a deixarem os traos da obedincia da lei como uma obra e viverem s na graa. Tiago os exorta, no de deixar a lei e fazer nada, mas de completar a lei cumprindo o esprito da lei que aquela obedincia que traz louvor a Deus e no opera o aperfeioamento do homem diante de Deus.7 Chave do livro: Obras Tg.2.18 - Ensinamento: Como Paulo, na maior parte das vezes, escreveu s pessoas que deram maior nfases s obras do que a f, Tiago escreve s pessoas que do mais nfase f que as obras. Os escritos dos dois mostram o ensinamento necessrio para equilibrar a obedincia de cada um. Paulo ensinou f como o meio salvao. Tiago ensina que as obras so produtos daquela f salvadora (Matthew Henry). A f justifica o pecador; as obras justificam a f (Baxter).o texto chave. - Tiago 1:27; 2:26.8 - Objetivos doLivro - Tema: A Manifestao da F Verdadeira9 Tempo: 61 d.C. A data exata difcil determinar. Uns dizem que foi o primeiro de todos os escritos do N.T. e outros o colocam pouco antes de Hebreus10 Propsito: Alguns acham que esta carta foi escrita em resposta a uma interpretao excessivamente zelosa do ensino de Paulo sobre a f. Essa viso extrema, chamada de antinomismo, sustentava que atravs da f em Cristo possvel estar completamente livre de todas as leis do Antigo Testamento, todo o legalismo, toda a lei secular e toda a moralidade de uma sociedade. O livro de Tiago se dirige aos cristos judeus dispersos entre todas as naes (Tiago 1:1). Martinho Lutero, o qual detestava esta carta e a chamava de "epstola de palha", no conseguiu reconhecer que o ensino de Tiago sobre as obras complementava e no contradizia o ensino de Paulo sobre a f. Embora os ensinamentos paulinos se concentrem em nossa justificao com Deus, os ensinamentos de Tiago concentram-se nas obras que exemplificam essa justificao. Tiago escreveu aos judeus para incentiv-los a continuar crescendo nesta nova f crist. Tiago destaca que as boas aes fluiro naturalmente daqueles que esto cheios do Esprito e questiona se algum pode ou no ter uma f salvadora se os frutos do esprito no puderem ser observados, assim como Paulo descreve em Glatas 5:22-23.11 Aplicao pratica - : Vemos no livro de Tiago um desafio aos seguidores fiis de Jesus Cristo para no apenas "falar a fala", mas "andar a fala". Embora a nossa caminhada de f, com certeza, exija um crescimento do conhecimento sobre a Palavra, Tiago nos exorta a no parar por a. Muitos cristos acharo que esta epstola seja bem desafiante porque Tiago apresenta 60 obrigaes em apenas 108 versculos. Ele se concentra nas verdades das palavras de Jesus no Sermo da Montanha e motiva-nos a agir de acordo com o que Ele ensinou.

A epstola tambm descarta a ideia de que algum pode se tornar um cristo e ainda continuar vivendo no pecado, no exibindo nenhum fruto da justia. Tal "f", declara Tiago, compartilhada pelos demnios que "creem e tremem" (Tiago 2:19). Entretanto, tal "f" no pode salvar porque no autenticada pelas obras que sempre acompanham a verdadeira f salvadora (Efsios 2:10). As boas obras no so a causa de salvao, mas so o seu resultado.

12 -Esboos do livro - As obras boas de uma f certa so vistas:Cap. 1 - Reao positiva s provaesCap. 2 - Aceitao de todas as classes de povoCap. 3 - A importncia de uma lngua santaCap. 4-5.6 - Santidade nas emoesCap. 5.7-20 - O fim est vindo, portanto obedea j!Estudo Livro Tiago cap. 01ESTUDO BIBLICO LIVRO DE TIAGO

CAPITULO - 1

Um dos primeiros problemas em nosso estudo exatamente descobrir quem o Tiago que escreveu a epstola que leva o seu nome. Vejamos na prpria carta:

Quem Tiago (1) 1:1

1 _Tiago, servo de Deus e do Senhor Jesus Cristo,

tudo o que ele diz a respeito de si mesmo. Quem esse homem?

Segundo dados bblicos existem cinco homens chamados de Tiago no Novo Testamento. Sigamos a pista de cada um deles.

1 - Tiago o pai de um dos doze apstolos de Jesus, chamado Judas (no Iscariotes) Lucas 6:16.

2 - Tiago um dos discpulos, filho de um homem chamado Alfeu. Mateus 10:3, era irmo do evangelista Mateus.

3 - Tiago denominado de Tiago, o menor Marcos 15:40.

4 - Tiago aquele sobre quem temos mais informaes. Era irmo de Joo e filho de Zebedeu, eram apstolos.

5 - Tiago chamado por Paulo de irmo do Senhor Glatas 1:19. Jesus possua um irmo com esse nome, conforme esta escrito em Mateus 13:55.

O evangelista Joo nos informa que nem mesmo seus irmos criam nEle Joo 7:5. Mas no livro de Atos dos Apstolos, encontramos uma surpreendente mudana. Os irmos de Jesus esto entre os crentes de Jerusalm, perseverando em orao Atos1:14. O que teria acontecido? Como se converteram os irmos de Jesus e, particularmente, Tiago?

Em I Corntios 15:7 est escrito que Jesus apareceu ressuscitado a Tiago (aps aparecer aos doze). Muitos acham que foi sua converso se deu aps esta apario de Jesus.

O Livro de Tiago foi escrito por volta do ano 62, quando ele foi martirizado. Alguns diz que foi 41 d.C.

Tiago o irmo de Jesus era casado, como podemos confirmar em I Corntios 9:5, e desfrutava de grande conceito na igreja primitiva. Paulo o chamou de apstolo mesmo no sendo um dos doze em Glatas 1:19.

Algum pode at presumir que seja desnecessria e at julgar maantes as informaes sobre o autor desta carta, mas achamos que so de grande valor.

Porque estaremos estudando o livro de um homem que conheceu Jesus de forma muito pessoal que os outros escritores. Os dois dormiram sob o mesmo teto e cresceram juntos. Mais tarde, Tiago deve ter visto quo diferente era seu irmo. Discordou dEle, julgou-o dizendo que era louco. Que temperamento esquisito! Que comportamento estranho! Por fim, Tiago acabou colocando sua vida a servio de Jesus. Para que isso acontecesse, sem dvida algo de revolucionrio acontece em sua vida. Considerar que Tiago, autor desta carta, o Tiago irmo do Senhor, parece-nos um forte argumento para crer na divindade de Jesus Cristo e no poder de sua ressurreio. Vidas foram radicalmente transformadas.

Apresentao e Cumprimento (2) (Cap.1:1)

1 _Tiago, servo de Deus e do Senhor Jesus Cristo, s doze tribos da Disperso, sade.

Um dos traos positivo de seu carter podemos ver logo no inicio da Epstola. Ele no se vale do grau de parentesco, o que poderia fazer sem nenhum constrangimento, ser irmo do Senhor lhe daria um grande primazia sobre os demais lderes. O triste hbito do nepotismo ou patronato inexistente aqui. Ele se intitula servo. Ele no chefe. servidor de Deus e do Senhor Jesus Cristo.

pena que a conscincia de servo esteja se esvaindo entre os cristos. Alguns so senhores de suas igrejas. Outros, de suas denominaes, outros preferem fazer a sua vontade sem nenhuma liderana, ele seu prprio lder. Algumas igrejas so lideradas por um sistema monrquico, com a voz do lder sendo inquestionvel. H alguns que age e pensam que a Igreja crist no uma oportunidade para servir aos irmos, a comunidade e a Deus, mas para compensar frustraes emocionais. O individuo teve uma vida inexpressiva antes de ser cristo, na vida secular, mas encontram na igreja oportunidades para se projetar e impor sua vontade a outros, inclusive a pessoas de posio secular superior a sua. Na igreja, ento, este individuo compensa sua inexpressiva agindo de forma arbitraria, deixando de olhar para homens como Tiago, que poderia ter usado de seus diretos legais na igreja primitiva, mas no o fez. Antes preferiu se autodenominar servo.

Precisamos voltar a nos ver como servos. Sem busca de aplausos, de poder e de prestigio. Tiago no se intitula de nada mais que um cristo, colocando-se a servio da obra de Deus. Que antes no o fez, mas como nova criatura esta se dispondo a fazer.

A carta endereada as doze tribos da Disperso. Em Joo 7:35, os judeus se indagaram se, porventura, Jesus iria para a Disperso. O que isto?

O termo Disperso (em grego dispora) que os judeus sendo espalhados pelo mundo no-judaico (onde passaram a residir) para levar as boas novas.

O autor diz claramente doze tribos. Ora, dez tribos se perderam em 722 a.C. (antes de Cristo) com a ida de Israel, o Reino do Norte, para o cativeiro assrio. As outras duas que formavam Jud, o Reino do Sul, foram levadas para a Babilnia em 587 a.C. (antes de Cristo). De l regressaram em 537 a.C. (antes de Cristo). A quem se aplica o termo doze?

No se entende as doze tribos no sentido literal, pois as antigas divises tribais de Israel j haviam desaparecido h sculos. O termo significa apenas, que o novo Israel corresponde ao antigo e que sua carta foi dirigida igreja em sua totalidade. O autor esta se dirigindo especificamente a cristos dispersos, presentes em vrios lugares, ficando implcito alcanar a igreja de uma forma geral.

O fato mais importante, porem, que, inspirado pelo Esprito Santo o autor aconselha os cristos de sua poca e, por extenso, a ns, cristos que os sucedemos, mostrando-nos princpios que devemos vivenciar para um cristianismo autntico.

O estilo do autor da carta de Tiago bastante parecido com o Sermo do Monte. Comparar Tiago 4:11 com Mateus 7:1 e Tiago 5:12 com Mateus 5:34-37.

Muitos conceitos encontrados em Tiago so tambm encontrados, algumas vezes, em outras palavras, no livro de Provrbios. O tema visado por ambos os livros o procedimento correto de um filho de Deus. Alguns estudiosos do Novo Testamento denominam a Epstola de Tiago de Provrbios do Novo Testamento.

A preocupao do autor tica, e no teolgica. Em sua carta ele no se ocupa da crucificao, ressurreio, ascenso, segunda vinda de Cristo, etc. Sua linha de pensamento segue o tempo todo em uma direo: como um cristo deve se comportar. Tiago no mstico nem est preocupado com os mistrios do alm. Sua preocupao com o aqui e agora. Ele deseja mostrar que a vida crist tem parmetros. O que caracteriza um cristo no sua roupa, seu corte de cabelo, sua igreja, sua forma de discutir sobre a palavra, seu rigor lingstico, suas tcnicas de pregao. O que caracteriza um cristo a qualidade da sua vida pessoal.

por onde vamos comear andar agora.

Como um Cristo Encara as Crises (3) (Cap.1:2-4)

2_Meus irmos, tende por motivo de grande gozo o passardes por vrias provaes, 3_ sabendo que a aprovao da vossa f produz a perseverana; 4_ e a perseverana tenha a sua obra perfeita, para que sejais perfeitos e completos, no faltando em coisa alguma.

Por que o homem bom sofre? Esta questo tem desafiado as mentes mais inteligentes e os coraes mais piedosos. O drama de J trata desse tema, o sofrimento de um homem bom e puro. O profeta Habacuque tambm entrou em profunda crise espiritual e existencial, porque via a injustia aprofundar-se, o homem desonesto e inquo prosperar e o homem decente e trabalhador ser oprimido e esmagado. A questo to sria que tem levado alguns a perderem a f na providncia divina, desviando-se assim do evangelho. No Salmo 73, Asafe preocupou-se com o mesmo problema. Chegou, inclusive, a pensar em abandonar a Deus. Ele pensava: Melhor ser injusto do que justo. Talvez a questo se resuma com mais simplicidade na pergunta de um menino numa classe de E. B. D. (Escola Bblica Dominical): Por que Deus no mata o Diabo a pauladas e acaba com o problema?.

Dificilmente poderemos responder a questo do sofrimento do justo. Na realidade, este no o nosso propsito aqui. preciso registrar algo, no entanto: os cristos tm crises pessoais, e muitas vezes crises violentas. Em nossos dias, na igreja, prolifera uma pregao falsa e que ensina assim: Siga a Cristo e seus problemas se acabaro. Muitos do crdito a tal ensinamento, envolvem-se com Cristo, passam por tribulaes e se desorientam por completo. So confundidos por magia, superstio. Seguir a Cristo no ter um seguro contra os problemas. Os cristos tm problemas. E com tm!

tende por motivo de grande gozo o passardes por vrias provaes, O que Tiago quis dizer com sentir-se alegra em meio as provaes? A Bblia na linguagem de Hoje traduz este vs. Assim: Sintam-se felizes quando passarem por todo tipo de aflies. Como pode a aflio trazer felicidade?

Nosso estilo de vida est todo orientado para o prazer. Tudo que produza prazer deve ser tentado. Nossa sociedade hedonista (Doutrina moral que considera ser o prazer finalidade da vida) e colocou o prazer como o bem mximo a ser alcanado. Tudo o que desagradvel deve ser evitado.

A tica de Tiago realmente extraordinria. a aprovao da vossa f produz a perseverana. A BL Hoje traduz este vs. Assim: Quando sua f vence essa provaes, ela produz perseverana. Pense bem: Quando sua f vence... As dificuldades existem para serem vencidas. possvel venc-las, no no poder da carne, mas no poder do Esprito, na fora da f. E nas provaes que o carter se enrijece, torna-se mais forte, na fora da f.

Citar exemplo da guerra entre Argentina e Inglaterra pela posse das ilhas Malvinas. Os ingleses venceram por tem mais tradio de guerra e lutas.

Boa lio para ns, esta! As dificuldades vencidas nos fortalecem, para que enfrentemos outras que surjam, com mais capacidade e confiana.

produz a perseverana. A palavra grega usada hypomon, que significa ao de perseverar, sofrer, suportar calma e heroicamente. No , no entanto, uma atitude passiva. Pelo contrrio, uma atitude dinmica.

A palavra perseverana usada em conexo com a f, sendo um produto da f ativa. Somente a f pode produzir perseverana. Isto porque perseverana no o estoicismo humano (um indivduo firme, senhor de si mesmo; inabalvel, impassvel, austero), a manifestao de um carter indmito (soberbo, arrogante) por questo de temperamento. Perseverana no tambm a manifestao de derrotismo, do tipo deixa estar para ver como que fica. Tampouco um fatalismo resignado. Perseverana aquela virtude que faz um homem continuar avanando, mesmo sob golpes. a f provada que produz perseverana. Quando enfrentamos uma crise e a superamos, tornamos nosso carter mais perseverante.

para que sejais perfeitos e completos, O termo perfeitos merece explicao. No significa uma ausncia de defeitos. A palavra grega usada tleios, que pode apresentar vrios sentidos: perfeito, adulto, maduro, plenamente desenvolvido. No VT esse termo era usado para designar a maioridade civil das pessoas, que se tornavam, assim, responsveis. Era usado tb para frutos maduros e para mercadorias em boas condies ou completas. Estas explicaes permite-nos entender as exortaes bblicas a que sejamos perfeitos, principalmente a de Jesus em Mt. 5:48, que diz: Sede vs, pois, perfeitos, como perfeito o vosso Pai celestial. H um nvel de perfeio, de maturidade, para Deus, a absoluta. H tb um nvel para ns. Evidentemente no se diz que devemos ser como Deus, mas que devemos alcanar o nvel que de ns se espera. Entendemos, ento, que na medida em que vamos vencendo as provaes e fortalecemos a nossa f, vamos nos tornando adultos espirituais.

Fugir das lutas no conduz a maturidade. Desviar-se ou ignorar os problemas, tambm no. Mas, enfrent-los e venc-los isso sim, conduz a um estado de adultos, tanto espiritual quanto emocionalmente.

No faltando em coisa alguma. A Bblia na linguagem de Hoje traduz este vs. sem faltar nada. Este um aspecto desafiador. Por que tantos cristos vivem, hoje, vidas incompletas, onde falto tanto? Porque o enfoque da vida crist est errado. Muitos foram atrados para o evangelho por causa das bnos que ele pode dar-lhes, por causa do que poder receber de Cristo. Na realidade, isto no esta de todo errado. Mas, o trgico quando a vida crist no vista tb como um luta, como um comprometimento na obra de Cristo, com o suportar uns aos outros, como uma ddiva de Deus por sua misericrdia, e sim como fuga. Como conseqncia, temos muito de um cristianismo ridculo, meloso, de pessoas que transformou a igreja em um gueto onde se pode esconder do mundo e se refugiar das dificuldades. Ocultando assim o verdadeiro cristianismo, que forte, desafiador de estruturas de um mundo decadente, onde o cristo , no um pedinte, mas um heri, um lutador, um agente transformador de uma sociedade corrompida. A preocupao maior de um seguidor de Cristo no esconder-se do mal, mas combat-lo, onde quer que ele se encontre. Nosso Senhor manifestou-se para destruir as obras do Diabo. I Joo 3:8.

sem faltar nada. No , evidentemente, uma promessa ou uma exortao com a finalidade de limitar a realizao material. O cristianismo surgiu exatamente entre a classe social menos favorecida. Entre os destinatrios de Tiago havia um grande contingente de pobres. Uma pessoa firme em Cristo, enfrentando suas crises pessoais e vencendo-as, tornar-se- cada vez mais uma pessoa equilibrada e segura, a quem no faltar nimo para enfrentar as dificuldades da vida, sem desespero.

Aprendemos que o evangelho no para se viver choramingando pelos cantos, reclamando dos problemas, constantemente derrotado, com tropeos aqui e acol. No tb um par de muletas para se arrastar pela vida, nem ainda um sedativo para amenizar as dificuldades que enfrentamos. O evangelho um chamado para a maturidade, para lutar, para vencer e para crescer. E quando um servo de Cristo compreende o que Tiago quer dizer, descobre que a cada batalha vencida em sua vida est mais fortalecido em seu carter. Fracos e indecisos nunca entraram para a histria. O que caracteriza os heris da f em (Hebreus 11) exatamente sua coragem em permanecerem firmes, como quem v aquele que invisvel. (Hebreus 11:27). O cristo no pode viver como um derrotado. Por isso, se voc tem problemas e sofre, no entregue os pontos. Enfrente suas dificuldades com f no Senhor. Nas lutas travadas est firmeza. As dificuldades e os sofrimentos fazem parte da vida. No podemos impedi-los de desabarem sobre ns. Mas, super-los descobrir a beleza da vida e crescer emocionalmente como cristo.

A Busca de Sabedoria (4) (Cap.1:5-8)

5_Ora, se algum de vs tem falta de sabedoria, pea-a a Deus, que a todos d liberalmente e no censura, e ser-lhe- dada. 6_ Pea-a, porm, com f, no duvidando; pois aquele que duvida semelhante onda do mar, que sublevada e agitada pelo vento. 7_ No pense tal homem que receber do Senhor alguma coisa, 8_ homem vacilante que , e inconstante em todos os seus caminhos.

A sabedoria era a forma de conhecimento mais apreciada entre os hebreus. Livros como os de Provrbios, Eclesisticos e J, eram tidos em alta conta. So livros que apresentam os princpios divinos para a vida ajustada. Assim como todo VT so princpios para vida crist. Viver corretamente era uma das grandes aspiraes dos homens piedosos de Israel. Em Provrbios 4:7 A sabedoria a coisa principal; adquire, pois, a sabedoria; sim, com tudo o que possuis adquire o entendimento. Valia a pena investir tudo na aquisio da sabedoria. Um dos alvos do judeu do VT era ser sbio, ter o conhecimento correto. Voc pensa assim, age como tal?

O que significa exatamente sabedoria? Evitemos confundi-la com cultura. Esta a forma de expresso de um grupo, de uma sociedade. A maneira de uma pessoa se vestir, sua alimentao, a faixa de vocabulrio dentro do seu idioma que ela utiliza seus hbitos, enfim, formam a sua cultura. Tambm devemos evitar identific-la com instruo acadmica, produto da educao escolar. H bacharis, mestres e doutores que possuem senso escasso, deixando de manifestar qualquer ato de sabedoria. H gente de bom nvel acadmico, mas de vida um tanto desastrada.

Alguns (por que no dizer muitos), insubmisso no concordaram e no concordam com idia de buscar em Deus conhecimento e sabedoria. Entre os gregos se desenvolveu o tipo de pensamento que denominamos filosofia.

o estudo de problemas fundamentais relacionados existncia, ao conhecimento, verdade, aos valores morais e estticos, mente e linguagem. A filosofia ocidental surgiu na Grcia antiga no sculo VI a.C. A partir de ento, uma sucesso de pensadores originais - como Tales, Xenfanes, Pitgoras, Herclito e Protgoras. Resumindo a filosofia empenha-se em responder, racionalmente, questes acerca da realidade ltima das coisas, das origens e caractersticas do verdadeiro conhecimento, da objetividade dos valores morais, da existncia e natureza de Deus. Nunca tem fim s perguntas, sempre tm um por qu? Por qu? Alguns tipos de filosofia: filosofia antiga, filosofia medieval, filosofia moderna e filosofia contempornea.O que filosofia?

O pensamento desenvolvido pelos hebreus no foi especulativo (como na filosofia). Sempre foi moral, crendo num Deus pessoal que se revelara e se manifestara aos homens, mostrando seu querer. No havia preocupaes com o universo (como hoje de desvend-lo) e sim com a vida: Como viver bem? Como descobrir o sentido da vida e aproveit-lo ao mesmo tempo em que se agradava a Deus? A filosofia dos hebreus procurava responder a estas perguntas. E no com especulaes sem fim, mas com a observao e a revelao divina.

No era propriamente uma filosofia, e no deixa de ser pois, se preocupa com a maneira correta de como se viver. Seu carter era pratico e funcional, nunca abstrato ou terico. No se alcanava com a idade, como se apenas observar a vida e tirar concluses bastasse para possu-la. No Salmo 119:100 est escrito: Sou mais entendido do que os velhos, porque tenho guardado os teus preceitos. O salmista declara ter mais sabedoria do que os de mais idade. Estes, teoricamente, tendo vivido mais, teriam acumulado o que chamamos de experincia de vida e saberiam mais que ele. Mas, o salmista tem mais entendimento (sabedoria) porque guarda os preceitos do Senhor. Isto nos leva a entender que a sabedoria esta com Deus. Ele a fonte de sabedoria. Esta a linha de pensamento adotada por Tiago. Ora, se algum de vs tem falta de sabedoria, pea-a a Deus, vs. (5a).

A sabedoria devia ser buscada com toda intensidade possvel. Sendo equivalente a verdade, tudo deveria ser investido nela. Provrbios 23:23 Compra a verdade, e no a vendas; sim, a sabedoria, a disciplina, e o entendimento. na busca destas virtudes verdade e sabedoria/conhecimento, disciplina e entendimento que a vida deve ser empregada. Ser que pensamos assim? Nosso foco realmente estes?

Pea a Deus A ausncia de sabedoria dever ser motivo de orao. A sabedoria um dom divino. Vem do Senhor. Deus quer que seus filhos sejam sbio, que tenham orientao correta para esta vida. O crente que no sabe viver corretamente deve pedir a ajuda de Deus. Ele supre as deficincias do vosso viver.

A orao, portanto, uma das maneiras de se alcanar a sabedoria. H outra maneira que a Escritura apresenta. J vimos no Salmo 119:100 que o salmista era mais sbio que os de idade avanada porque guardava os preceitos (a Palavra) de Deus. A simples leitura da Bblia no trar sabedoria, mas sim estudar e guardar os ensinos de Deus.

Vamos ento repetir o que ministramos anteriormente no Sermo do Monte. Sobre as pessoas ensinadas pela Palavra, mas no ensinadas pelo Esprito Santo Como elas se comportam. Pode parecer um contra-senso, mas a diferena entre o conhecimento meramente intelectual e informativo que uma pessoa pode adquirir das Escrituras e o conhecimento da Bblia que o E. S. transmite, vejam em Joo 14:26 Compra a verdade, e no a vendas; sim, a sabedoria, a disciplina, e o entendimento. necessrio ler, com fome, e aplicar a vida o que foi lido, buscando corrigir-se.

com f, no duvidando; vs. (6a). A verdadeira orao exige f, sem vacilaes. Hebreus 11:6 Sem f impossvel agradar a Deus. conselho de Deus que seus filhos aceitem as suas recomendaes, em nada duvidando: Atos 10:19, 20 Estando Pedro ainda a meditar sobre a viso, o Esprito lhe disse: Eis que dois homens te procuram. Levanta-te, pois, desce e vai com eles, nada duvidando; porque eu tos enviei.

O homem que duvida como a onda do mar. agitado de um lado para outro, nunca encontrando paradeiro. uma figura de inconstante, a dvida produz inquietao e instabilidade. No deve ser assim a vida do cristo.

Qual a melhor poca para se buscar a sabedoria? Provrbios 8:17 Eu amo aos que me amam, e os que diligentemente me buscam me acharo. Uma outra verso diz: E os que de madrugada me buscam me acharo. Alguns pregadores se utilizando desta verso falam que Deus amava os madrugadores na orao. O que foge ao sentido do texto e ao prprio contexto bblico. Afinal, Deus ama at mesmo quem o odeia, Joo 3:16, o mesmo mundo que rejeitou seu amor e crucificou seu filho. E tb muita precipitao daquele que pensa, sem estudar e guardar os ensinos de Deus.

No texto de Provrbios 8:17, no Deus quem esta falando. a sabedoria. Provrbios 8:4 e 12 A vs, homens, clamo; e a minha voz se dirige aos filhos dos homens..., Eu, a sabedoria, habito com a prudncia, e possuo o conhecimento e a discrio. A sabedoria, ela sim, ama quem a ama e se d a quem a procura. Quem a desejar, encontr-la-. E os que a procuram de madrugada (cedo, na sua vida) a acharo.

A razo pela qual podemos pedir sabedoria, na conscincia de que a receberemos, est na bondade de Deus. Ele bondoso e derrama sabedoria sobre os seus filhos. Seu amor para conosco no se resume a nossa salvao. Ele nos oferece a possibilidade de uma vida real. Tampouco nos salvou ele para nos deixar no tempo e no espao, sem um contexto histrico para vivermos. Sua bondade no algo mstico que s provaremos depois da cessao da fsica. Ela funciona aqui e agora. sua bondade que permite aos crentes encontrarem condies para uma vida madura, exibindo sabedoria no cotidiano. O grande ensino de Tiago neste trecho que podemos viver bem, na terra. No necessrio, como tantos cristos fazem viver de mal com a vida, sempre emburrados, entregando o mundo para os incrdulos e se refugiando no alm. Deus pode ensinar-nos como viver na terra.

Mas se algum tem falta de sabedoria, pea-a a Deus, e ele dar, porque generoso, e d com bondade a todos.

Gloriar-se em Que? (5) (Cap. 1:9-11)

9_Mas o irmo de condio humilde glorie-se na sua exaltao, 10_e o rico no seu abatimento; porque ele passar como a flor da erva. 11_ Pois o sol se levanta em seu ardor e faz secar a erva; a sua flor cai e a beleza do seu aspecto perece; assim murchar tambm o rico em seus caminhos.

Alm do titulo acima, poderamos dar outro titulo bem adequado e que poderia ser aplicado aqui : A Atitude Humana Para com as Possesses Materiais. As duas idias se harmonizam na discusso objetiva aqui empreendida por Tiago. A maior parte dos problemas enfrentados pelos cristos diz respeito ao mundo material. muito justo que em nossas pregaes excedemos nas verdades do alm, mas, por vezes desprezamos o mundo material. Muitas das vezes encontramos cristos no acomodados com o mundo material, j que recebe mais sobre o mundo espiritual, que o mundo material, passando ento a perder o equilbrio do mundo real.

Como devemos relacionar-nos com o mundo concreto, com as coisas? Ter posses, ser rico, pecaminoso? Sendo que determinadas correntes teolgicas contemporneas fazem exaltao do pobre e ameaam o rico, ser a pobreza uma virtude?

Por outro lado, a moderna maquinaria publicitria coloca o sentido da vida nas riquezas. A televiso e as revistas, com suas cores, mostram que a pessoa bem-sucedida aquela que tem o carro do ano, cheque especial, tem lancha martima, veste a esquisita moda lanada pelas griffes famosas. Esta a imagem que estes meios de comunicao querem mostrar!

EST CERTO TAL TICA? Ter coisas o bem supremo? Qual a relao correta entre o homem e os bens? Todas estas questes podem ser enfocadas aqui e respondidas a luz do livro de Tiago.

O irmo de condio humilde e o rico. O que significam estes termos? Qual o sentido destas expresses na epistola. Faz parte do estilo de Tiago estabelecer contrastes entre as duas classes sociais retratadas. Em Tiago 2:6 Mas vs desonrastes o pobre. Porventura no so os ricos os que vos oprimem e os que vos arrastam aos tribunais? O rico oprimindo o pobre. Em Tiago 5:6 Condenastes e matastes o justo; ele no vos resiste. O rico explora o pobre ao ponto de lev-lo a ter fome e causar-lhe a morte. Tiago esta falando de homens bem financeiramente e homens desprovido de nenhum bem. rea econmica. No espiritual.

O pobre aqui o cristo: o irmo de condio humilde. E o rico? Com certeza, diante do contexto um incrdulo!

Na realidade, o mais importante o seguinte: Qual a recomendao bblica para o pobre, no tocante a sua pobreza? Qual a recomendao bblica para o rico, no tocante a sua riqueza?

Quais os conselhos do servo de Deus e do Senhor Jesus Cristo? TIAGO.

Para o pobre, economicamente!

O irmo de condio humilde glorie-se na sua exaltao, na sua dignidade!

A glria do pobre o seu carter, aquilo que ele , na sua natureza moral e espiritual. O cristo que no goza de muito prestigio neste mundo deve sentir-se alegre, pois ele grande aos olhos do Senhor.

A glria do Altssimo pelo que ele e no pelo que ele tem. Assim a glria do crente pobre. No pense que inferior.

No aceite o padro do mundo que julga as pessoas por aquilo que elas possuem. Deus julga o homem por aquilo que ele .

Tiago vem combater a iluso contempornea, segundo a qual a realizao esta no ter. Engano, puro engano. Veja o que diz Provrbios. 22:1 Mais digno de ser escolhido o bom nome do que as muitas riquezas; e o favor melhor do que a prata e o ouro".

Ao invs de se envergonhar de ser pobre, mantenha o tesouro da dignidade. A busca de bens, por quaisquer que sejam os meios, tem arruinado nossa sociedade.

Veja o que o mundo diz: Seja bem-sucedido economicamente, custe o que custar! Lance mo de todos os meios: roube, fraude, minta, seja desleal, faa tudo o que puder, mas seja rico! Esta a filosofia que parece nortear mundo hoje.

Ns, cristos, precisamos ser coerentes com a nossa f, mesmo correndo o risco de sermos chamados de ultrapassados. Devemos sustentar nossos princpios. melhor ser um pobre honesto e em paz com a conscincia e com Deus do que ser um rico desonesto e no ter paz e glria moral.

Isto no quer dizer que todo rico desonesto. Mas que preferimos a honra (pobre) a desonra (riqueza). Como cristos precisamos reafirmar bem alto a superioridade dos valores morais e espirituais a nossa gerao, que vive na busca de um materialismo descabido, alucinado.

Os conselhos do servo de Deus e do Senhor Jesus Cristo? TIAGO.

Para o rico, economicamente!

e o rico no seu abatimento, ou insignificncia

O rico tambm deve gloriar-se, mas no nas suas riquezas.

Abatimento no grego tapenosis significa: baixeza, humildade, humilhao. O rico deve aprender a ajustar-se a um nvel econmico mais baixo, conformar-se a uma nova situao financeira. saber viver na pobreza.

J vimos que gloriar-se regozijar-se com confiana. Que o rico se regozije confiantemente, no no seu poder econmico, mas num quebrantamento diante de Deus. Aqui que esta a sua segurana. Da mesma forma, o pobre no deve buscar riquezas a qualquer preo, mas sim, preservar a sua dignidade.

Tiago esta dizendo que as circunstancias terrenas so transitrias, no so o valor ltimo, final!

O pobre no deve direcionar toda a sua vida em melhorar de situao a qualquer custo!

O rico no deve confiar nas suas riquezas, como se estas fossem um deus que o garantisse no momento de aflio espiritual. Que sua glria seja a humildade em reconhecer que no poderoso, pois tudo pertence a Deus (somos apenas administradores), e os bens materiais se acabam, desaparecem!

Pois o sol se levanta em seu ardor e faz secar a erva;

A parte a do vs. 11 nos remete ao livro do profeta Isaas, no cap. 40:6-8 6_Uma voz diz: Clama. Respondi eu: Que hei de clamar? Toda a carne erva, e toda a sua beleza como a flor do campo. 7_Seca-se a erva, e murcha a flor, soprando nelas o hlito do Senhor. Na verdade o povo erva. 8_Seca-se a erva, e murcha a flor; mas a palavra de nosso Deus subsiste eternamente.

O profeta aqui traz uma mensagem de consolo para Jud cativo na Babilnia. Seu tempo de escravido esta completado. Vocs voltaro para suas terra conduzido pelo Senhor. O profeta esta dizendo que a Palavra de Deus imutvel, em contraposio ao poder humano. O povo erva. O grande reino caldeu estava secando. Mas a palavra de Deus permanece para sempre. Ela anunciou a ida para o cativeiro e agora anuncia a sada. Os caldeus tinham um formidvel poderio. Foi o maior dos imprios mundiais. Os outros que o sucederam foram inferiores. Mas a poderosa Babilnia ia passar (como passou) enquanto a palavra de Deus ia permanecer.

Quando o hlito do Senhor alcanasse a erva, esta murcharia. No hebraico ruah que significa vento, vento quente e seco, vindo deserto. Acompanhado do Sol devastava toda vegetao.

Assim o homem, na sua imponncia, manifestando grande poder. Este hlito do Senhor o toque divino que extingue o poderio humano. Veja o que diz o salmista: 37:35,36 Vi um mpio cheio de prepotncia, e a espalhar-se como a rvore verde na terra natal. Mas eu passei, e ele j no era; procurei-o, mas no pde ser encontrado. A erva seca reduzida a nada.

Assim murchar tambm o rico em seus caminhos.

Se a confiana do rico estiver depositada nos bens materiais, ele murchar. Secar. Ser reduzido a nada. A glria do rico no deve ser a sua riqueza material. Ela frgil, apesar de seu aparente poder. O Novo Testamento cita dois exemplos de homens ricos e suas opes: O jovem rico e Zaqueu, que compreendeu que a amizade de Jesus valia mais que suas riquezas.

Concluso de Tiago sobre o GLORIAR-SE!

O posicionamento do cristo diante das riquezas de grande relevncia para os nossos dias. A posse de bens materiais no o mais alto valor. Importa afirmar, sejamos pobres ou sejamos ricos, que os valores espirituais so eternos, e o desenvolvimento dos valores morais agrada a Deus.

Mais importante que ter coisas ser. Viver corretamente, como Deus deseja. Recordemos as palavras do Senhor a Samuel, sobre o porqu da rejeio de Saul: I Samuel 16:7Mas o Senhor disse a Samuel: No atentes para a sua aparncia, nem para a grandeza da sua estatura, porque eu o rejeitei; porque o Senhor no v como v o homem, pois o homem olha para o que est diante dos olhos, porm o Senhor olha para o corao.

A Questo da Tentao (6) (Cap.1:12-15)

12_Bem-aventurado o homem que suporta a provao; porque, depois de aprovado, receber a coroa da vida, que o Senhor prometeu aos que o amam. 13_Ningum, sendo tentado, diga: Sou tentado por Deus; porque Deus no pode ser tentado pelo mal e ele a ningum tenta. 14_Cada um, porm, tentado, quando atrado e engodado pela sua prpria concupiscncia; 15_ento a concupiscncia, havendo concebido, d luz o pecado; e o pecado, sendo consumado, gera a morte.

A discusso de Tiago agora a respeito da origem do pecado na esfera da vida humana. Como sempre, o autor pratico e no se perde em discusses sobre a origem do pecado. Preocupa-se em mostrar como o pecado surge na vida humana e conduz os homens a pratica do mal.

De inicio, Tiago nos traz uma bem-aventurana para os que suportam a provao. Vs. 12a Bem-aventurado o homem que suporta a provao;. Significa feliz, bendito, e aplica-se ao homem digno de felicitaes e admirao, possuidor de um verdadeiro bem-estar. O que suporta a provao uma pessoa que sofre (calma e heroicamente).

Esse crente vs. 12b receber a coroa da vida. a mesma de Apocalipse 2:10 onde a fidelidade dos esmirnianos, mesmo que a custa da morte, lhes daria a coroa da vida. Coroa so as flores que o atleta vitorioso recebe como vencedor de algum dos jogos e tb para o galardo dos fiis. o reconhecimento da vitria daquele que suporta com firmeza a provao. a recompensa que o Senhor prometeu aos que o amam. Tiago fala em provao e tentao. Segundo ele h uma preocupao em mostrar que, se as provaes trazem um beneficio, o da recompensa pelo prprio Senhor, no se deve pensar que as tentaes tambm so trazidas pelo Senhor.

A Culpa da tentao no pode ser atribuda a Deus. Ele a ningum tenta. Vs. 13b Deus no pode ser tentado pelo mal. Ocasionalmente, algum pergunta se Deus, que tudo pode, pode tb pecar. O pecado uma impossibilidade moral em Deus. De uma pessoa muito santa se diz que ela incapaz de praticar a maldade. Na realidade, no o . Ningum incapaz da pratica do mal, pois todos somos pecadores. Romanos 3:23. Mas, quanto mais acentuada a qualidade moral de uma pessoa, mais julgamos ser ela incapaz de qualquer atitude maldosa. Ora, a santidade de Deus no relativa. santidade absoluta. O mal uma impossibilidade para Deus. Disse o profeta Habacuque, 1:13: Tu que s to puro de olhos que no podes ver o mal, e que no podes contemplar a perversidade, por que olhas pra os que procedem aleivosamente, e te calas enquanto o mpio devora aquele que e mais justo do que ele.

O mal uma impossibilidade para Deus, no que ele queira comet-lo e no possa, mas no sentido de que sua absoluta santidade incompatvel com tudo que se choca com seu carter santo. Sendo Deus to oposto ao mal e ao pecado, ningum pode colocar sobre Deus a culpa das tentaes nas quais a pessoa esta envolvida.

H, porm um fato que no podemos deixar de considerar. A tentao real. Como ela surge? Muitas pessoas tm colocado sobre os ombros do Diabo muitas culpas que so delas, voluntria e decididamente nossas. O individuo aguarda uma oportunidade para errar, busca e fora ocasio para pecar e depois diz: O Diabo me tentou e eu ca. Tiago diz: Cada um, porem, tentado quando atrado e iludido, enganado pela sua prpria concupiscncia. Concupiscncia um ato que praticamos repetidamente, o desejo intenso, ardente de gozar os bens terrestres. No algo momentneo. Surge depois de acalentado, de ser alimentado. Esse desejo, sendo muito forte, tolerado e estimulado, impele-nos para o pecado. Somos atrados. Pois nos parece bonito, atraente, mas por baixo dela esta a morte. assim o pecado. Ele nunca se apresenta feio e destruidor, mas sempre agradvel. Somos, ento, iludidos e levados para o mal.

A concupiscncia a me do pecado. A concupiscncia havendo concebido, da luz o pecado. Tiago esta seguindo a mesma linha de raciocnio de Jesus. O mal procede do interior do homem. Este no vitima dos astros nem produto do meio. No um manancial de virtudes e pureza, como algumas correntes filosficas e psicolgicas querem fazer crer. O homem pensa, sente, quer, toma decises, um ser responsvel. So os maus desejos do seu interior que o levam ao pecado. A fora determinante no nada mais que interior. Foi isso que Jesus ensinou quando reinterpretou a lei de Moiss.

A lei proibia matar: No matars (xodo 20:13).

o Jesus, porem diz: ... TODO AQUELE QUE SE ENCOLERIZAR CONTRA SEU IRMO, SER RU DE JUZO; E QUEM LHE DIZER: TOLO, SER RU DO FOGO DO INFERNO (Mateus 5:22).

Se a lei mosaica proibia o assassinato, Jesus proibiu o dio. o dio que produz o assassinato. Da mesma forma, a lei mosaica,

Proibia o adultrio: No adulterars (xodo 20:14).

o Jesus, disse: EU, PORM, VOS DIGO QUE TODO AQUELE QUE OLHAR PARA UMA MULHER PARA COBIAR, J EM SEU CORAO COMETEU ADULTRIO COM ELA (Mateus 5:28). Vale tambm para mulheres!

O Senhor Jesus no proibiu apenas o ato, foi mais fundo, foi s intenes. Sua exortao uma exigncia para a pureza moral do corao. o pensamento que gera o ato.

A bblia na linguagem de hoje, diz: 15_"Ento esses desejos fazem com que o pecado nasa, e o pecado, quando j est maduro, produz a morte.

Tiago esta dizendo que a sede das decises esta na mente, Paulo recomenda: Colossenses . 3:1, 2 1_Vocs ressuscitaram com Cristo. Portanto, ponham o seu interesse nas coisas que so do cu, onde Cristo est sentado ao lado direito de Deus. 2_Pensem nas coisas l do alto e no nas que so aqui da terra.

Uma pessoa que s fala coisas pejorativas, imorais, piadas indecentes, sempre de mau humor, s fala mal dos outros e dos irmos, no se pode presumir que venha a ter uma vida limpa, com sade. I Corntios 15:33 No vos enganeis. As ms companhias corrompem os bons costumes.

Por causa disso, algum declarou: Voc se torna o que voc pensa. A isto, pode-se ajuntar outra frase: Voc se torna o que voc l.

Os pensamentos determinam as aes e os sentimentos. Pensemos coisas boas e as possibilidades de fazermos o bem sero maiores. Encha-se de lixo e tudo que produzir ser lixo.

O que est semeando em sua mente? Encha-se de decncia e dignidade, e voc ser decente e nobre.

Encha-se de amargura, e voc ser um individuo insuportvel para os outros, alm de arruinar a sua prpria vida. Por isso que lemos em Provrbios 4:23 Tenha cuidado com o que voc pensa, pois a sua vida dirigida pelos seus pensamentos.

Examine sua prpria vida. Reavalie suja concepo de vida, seus pensamentos, sua forma de ver e julgar o mundo. Veja bem o que voc est pensando. Sobre os outros, sobre si mesmo, sobre a vida. Ordene seus pensamentos de forma correta.

O Que Bom vem de Deus (7) (Cap.1:16-18)

16_ No vos enganeis, meus amados irmos. Toda boa ddiva e todo dom perfeito vem do alto, 17_descendo do Pai das luzes, em quem no h mudana nem sobra de variao. Segundo a sua prpria vontade, 18_ ele nos gerou pela palavra da verdade, para que fssemos como que primcias das suas criaturas.

No vos enganeis esta ligando duas idias. No se enganem, pensando que o pecado vem de Deus (vs. 13), pois dele s vem o bem, tanto que ele nos gerou pela palavra da verdade (vs. 18), e a partir do vs. 21 temos a apresentao do que seja a palavra da verdade.

Nosso ponto de partida, portanto, deve ser o vs. 13. No nos enganemos, pensando que Deus nos conduz ao mal. No nos desculpemos dos nossos pecados, colocando a culpa em Deus. Ele no tenta a ningum. Dele s vem o que bom e nunca o mal.

Meus amados irmos. Apesar da advertncia a ser feita, o tom carinhoso. Tiago repreende sem ira, mas at com ternura. Uma lio que devemos aprender aqui a tratar a todos com carinho, sem concordar com o erro. No lana duvidas sobre a converso genuna dos cristos daqueles dias, (muito menos hoje) embora percebesse que tinham cado em alguns erros doutrinrios e prticos.

Toda boa ddiva e todo som perfeito vm do alto. Alto empregado aqui como substituio para Deus. Embora vrias vezes Tiago use o nome de Deus na sua carta, era prtica comum aos hebreus substiturem o nome divino por outra forma de expresso.

Alm do termo Alto ser um sinnimo de Deus, outra considerao deve ser feita sobre o mesmo. Ele mostra a transcendncia de Deus. Ele o que esta l em cima, em contraposio aos homens, que esto c embaixo. H uma diferena entre Deus e os homens. Em Joo 8:23, por exemplo, encontramos as seguintes palavras de Jesus: Vs sois de baixo, eu sou de cima; vs sois deste mundo, eu no sou deste mundo. H uma diferena entre Jesus e seus opositores. A diferena moral, portanto, acentuada pelo termo Alto.

Transcendncia de Deus: o Carter do que est fora do alcance de nossa ao ou at de nosso pensamento.

Ele diferente e independente da sua criao (ver xodo 24.9-18; Isaas 6.1-3; 40.12-26; 55.8,9).

Seu ser e sua existncia so infinitamente maiores e mais elevados do que a ordem por Ele criada (1Reis 8.27; Isaas 66.1,2; Atos 17.24,25).

Ele subsiste de modo absolutamente perfeito e puro, muito alm daquilo que Ele criou. Ele mesmo incriado e existe parte da criao (ver 1Timteo 6.16).

A transcendncia de Deus no significa, porm, que Ele no possa estar entre o seu povo como seu Deus (Levtico 26.11,12; Ezequiel 37.27; 43.7; 2Corintios 6.16).

Boa ddiva... dom perfeito. Os dois termos ddiva , perfeito so derivados, significa dou, concedo, ofereo. Parece mais uma repetio para enfatizar o argumento, uma forma de expressar, do que propriamente duas realidades distintas. O ensino de Tiago que Deus d boas coisas ao seu povo. Tudo o que bom vem de Deus. Dele no nos vem o mal, a tentao. Vem o bem, que est no vs. 18.

Descendo do Pai das luzes. O dom vem dele, descendo, para ns. Uma concluso lgica, j que ele l do alto e ns somos c de baixo.

A figura de Deus como luz comum, tanto no Velho Testamento quanto no Novo Testamento. No Salmo 27:1 O Senhor a minha luz e a minha salvao..., Em Joo 1:5 lemos que Deus luz. O Salvador tambm aplicou a si a significativa figura: Joo 8:12 Eu sou a luz do mundo; quem me segue, de modo algum andar em trevas, mas ter a luz da vida.

Mas, Tiago ultrapassa esta metfora, ele amplia e declara que Deus Pai das luzes. A linguagem alusiva a Deus como Criador dos luminosos, ensino que fica patente em Gnesis 1:14-18. Ele Pai das coisas mais elevadas da criao, os astros. Os astros se localizam muito acima dos homens. Mas, quem os criou maior do que os astros e est acima deles, por ser o Pai das luzes.

A Linguagem cosmolgica e confirmada pelo final do vs. 17 em quem no h mudana nem sobra de variao. O Pai imutvel. Faa-se, porm, uma observao necessria: No confundamos imutabilidade com imobilidade. Deus no muda seu carter e sua essncia, mas age de maneiras diferentes de como agiu no passado. Ele no esta preso a esquemas. No h nele sombra de variao. At os astros mudam.

Naqueles dias viam as luzes no cu brilharem, viam o sol nascer e se pr, tendo o brilho diminudo durante o dia, viam as fases da lua. As luzes do firmamento mudavam, mas o Pai que os criou no muda nunca. o mesmo sempre. Sempre bom, Nunca deixar de ser bom e de dar boas coisas aos seus filhos.

No suficiente, porm, dizer que toda boa ddiva e todo dom perfeito vm do alto. Qual a evidncia desta declarao? O que tem Tiago para apresentar como prova de sua afirmativa? A resposta est no vs. 18 Segundo a sua prpria vontade, ele nos gerou pela palavra da verdade.... o novo nascimento: ele nos gerou.

oportuno observar que foi segundo a sua prpria vontade que ele agiu. A salvao produto do querer de Deus. a sua vontade e o seu amor para conosco que esto como elementos motivadores da nossa salvao. No encontramos na Bblia um Deus relutante aos apelos de um homem desesperado por uma salvao que lhe negada. Desde o den encontramos um Deus que procura e um homem que se esconde. Deus quer o nosso bem. Foi o seu querer, a sua vontade, que o levou a salvar-nos.

Pelo seu querer, Deus nos gerou. Gerou significa literalmente dou luz cujo sentido estou grvida. A idia de 1:18 bastante curiosa. No processo de novo nascimento do cristo, Deus rene em si tanto as funes masculinas como as femininas: ele nos deu luz. Ele nos fez nascer espiritualmente porque assim o desejou.

Como fomos gerados? Qual o processo pelo qual se deu a gravidez e o parto do cristo? Ele nos gerou pela palavra da verdade. A mesma idia encontramos em I Pedro 1:23, que diz: tendo nascido, no de semente corruptvel, mas de incorruptvel, pela palavra de Deus, a qual vive e permanece.

Os termos variam, mas a idia a mesma. Em Tiago, temos palavra da verdade. Em Pedro temos semente... incorruptvel... palavra de Deus, a qual vive e permanece. O que palavra da verdade e palavra de Deus? evidente que tanto Tiago, quanto Pedro est revelando aquilo que foi dito pelo Esprito Santo aos homens e que se completou com a vinda de Jesus Cristo, o clmax da revelao. A idia de Cristo como o pice da revelao bem sustentada pelo autor de Hebreus, em 1:1, 2. Este conjunto chamado por Tiago de Lei da Liberdade em Tiago 1:25 ...a lei perfeita, a da liberdade, e 2:12 ...ser julgados pela lei da liberdade. e de a ...lei real segundo a escritura em Tiago 2:8. A revelao completa de Deus ao homem traz a indicao de como se tornar livre.

Deus nos fez nascer pela palavra da verdade, para que fossemos como que primcias das suas criaturas. Primcias significam primeiros. Os cristos nascidos pela palavra, so os primeiros? E isto significa que h outros? Quem so os segundos? So os gentios, aqueles que no tm o Senhor como seu Deus.

As primcias eram o principio da colheita que se oferecia a Deus. Deviam sempre ser o principio, porque este o fundamento da mordomia. Deus deve ter prioridade. A Deus no se d o resto nem o que sobeja. Assim sendo, os primeiros frutos eram consagrados a Deus, dados a ele. Em Levtico 27:28, 29 fala exatamente sobre os regulamentos sacerdotais, incluindo as ofertas ao Senhor. E termina tratando das coisas consagradas ao Senhor. 28_Todavia, nenhuma coisa consagrada ao Senhor por algum, daquilo que possui, seja homem, ou animal, ou campo da sua possesso, ser vendido nem ser remida; toda coisa consagrada ser santssima ao Senhor. 29_ Nenhuma pessoa que dentre os homens for devotada ser resgatada; certamente ser morta.

O que a Deus fosse oferecido, seria dele, irremediavelmente dele. O texto do Livro de Deuteronmio 26:1-11 tratam do oferecimento das primcias. Dadas a Deus, passavam a ser dele. 10_E eis que agora te trago as primcias dos frutos da terra que tu, Senhor, me deste. Ento as pors perante o Senhor teu Deus, e o adorars; 11_e te alegrars por todo o bem que o Senhor teu Deus te tem dado a ti e tua casa, tu e o levita, e o estrangeiro que est no meio de ti.

Cristo nos resgatou do poder do Inimigo e nos deu ao Pai. Somos propriedade divina. No pertencemos mais ao poder das trevas. Somos de Deus. E no somos um presente dado de forma irrefletida e recebido de m vontade. Foi o querer de Deus que operou o processo de nosso novo nascimento. E foi sua revelao consumada em Jesus Cristo, numa sintonia entre as pessoas da divindade, que nos gerou. Por isso, tudo o que temos de bom, a comear da salvao e da comunho, vem-nos de Deus. Ele nos ama e nos d o que bom.

A Ira e o Mau Temperamento (8) (Cap.1:19-21)

19_ Sabei isto, meus amados irmos: Todo homem seja pronto para ouvir, tardio para falar e tardio para se irar. 20_ Porque a ira do homem no opera a justia de Deus. 21_Pelo que, despojando-vos de toda sorte de imundcia e de todo vestgio do mal, recebei com mansido a palavra em vs implantada, a qual poderosa para salvar as vossas almas.

Tiago desenvolve especial ateno em sua linha de raciocnio. Sabei isto,... uma forma de expresso que reclama importncia para o que vai ser dito. Ele deseja toda a ateno de seus leitores, pois fundamental para a vida deles o que vai ser dito.

A advertncia a respeito do uso da palavra; sobre a ira e o temperamento descontrolado. O falar do cristo deve ser de acordo com o carter do Salvador, e esse carter do Senhor deve ser assimilado pelo cristo. O homem espiritual deve saber se controlar, tanto verbal quanto emocionalmente.

Pronto para ouvir. A palavra pronto significa literalmente, rpido. Quando se esta com pressa no se espera um nibus, toma-se um txi. Assim deve proceder o cristo sbio, ter rapidez em ouvir. Falar, todos ns sabemos. Qualquer pessoa com capacidade para ouvir, entender e decodificar os sons que recebe pode reproduzi-los. Gostamos de falar. natural o nosso desejo de tentar comunicar o que achamos importante. Mas, e ouvir? Temos interesse em ouvir? Tiago nos exorta a sermos rpidos em ouvir o ponto de vista alheio. Com que incrvel facilidade tendemos para a intolerncia! Alias, este um risco que as pessoas que lidam com religio correm. Elas j sabem a verdade, j conhecem Deus e suas realidades. Estas coisas lhes so to familiares! Ouvir o que mais? Que os outros a ouam, eu no estou a fim! O dialogo se torna um discurso de mo nica.

A palavra que Deus mais usa, tanto no Velho Testamento quanto no Novo Testamento, exatamente esta: OUVE. Ser que grande parte de nossos problemas no esta exatamente no fato de no sabermos ouvir? Muitas dificuldades de nosso temperamento no se devem nossa incapacidade de dialogo, de conhecer as razes alheias? J sabemos tudo, temos a verdade e no queremos ouvir! Queremos falar.

Tardio para falar. O sentido da palavra tardio traz curiosas peculiaridades. o mesmo termo para estpido, denotando uma pessoa com dificuldades intelectuais para compreender logo de inicio o que lhe foi dito e necessita, portanto, de reflexo. esta a idia de Tiago: refletir para falar. No falar de imediato. preciso saber hora de falar e tambm saber o que falar. Quem muito fala, muito erra. Vrios problemas surgem no meio da Igreja de Cristo exatamente por falta de obedincia a este conselho.

Fala-se antes de pensar. Fala-se antes de orar. Fala-se sem medir as conseqncias que adviro.

Por isso, l-se em Provrbios 10:19 Na multido de palavras no falta transgresso; mas o que refreia os seus lbios prudente.BLH Quanto mais voc fala, mais perto est de pecar; se voc sbio, controle a sua lngua. Ainda em Provrbios 15:28 diz: As pessoas corretas pensam antes de responder; as pessoas ms respondem logo, porm as suas palavras causam problemas. Devemos tomar muito cuidado com nossas palavras. Elas podem levantar uma vida ou, ento, destruir uma pessoa. Somos refns daquilo que falamos.

Tardio para se irar. Tiago continua a nos mostrar algo que deve ser feito com reflexos lentos, com certa dificuldade em fazer a ira entrar em ao. Com muita propriedade, Provrbios 16:32, diz assim: Vale mais ter pacincia do que ser valente; melhor saber se controlar do que conquistar cidades inteiras.

A maior demonstrao de fora, segunda a Bblia, esta no autodomnio, e no no domnio sobre os outros.

Vamos ver seis aspectos sobre a ira, que devemos considerar, e muito.

1) A ira proibida aos crentes. Mateus 5:22 Mas eu lhes digo que qualquer um que ficar com raiva do seu irmo ser julgado. Quem disser ao seu irmo: "Voc no vale nada" ser julgado pelo tribunal. E quem chamar o seu irmo de idiota estar em perigo de ir para o fogo do inferno.

O CULTIVO de sentimentos negativos contra um irmo vedado ao seguidor de Jesus Cristo.

2) A ira no um sentimento digno de estar no corao de um crente. Efsios 4:31 Abandonem toda amargura, todo dio e toda raiva. Nada de gritarias, insultos e maldades!Colossenses 3:8 tb diz: Mas agora livrem-se de tudo isto: da raiva, da paixo e dos sentimentos de dio. E que no saia da boca de vocs nenhum insulto e nenhuma conversa indecente.

O CORAAO DO CRENTE DEVE ESTA LIMPO DE TODA IMPUREZA!

3) A ira obra da carne, da natureza no regenerada. Glatas 5:19, 20 As coisas que a natureza humana produz so bem conhecidas. Elas so: a imoralidade sexual, a impureza, as aes indecentes, a adorao de dolos, as feitiarias, as inimizades, as brigas, as ciumeiras, os acessos de raiva, a ambio egosta, a desunio, as divises.

A ira e a dissenso esto ao mesmo nvel da idolatria e da feitiaria!

4) A ira no traz beneficio para ningum. Nem para quem a cultiva. Alias, faz mais mal a quem a cultiva do que a quem objeto dela. Agasalhar ira no intimo como colocar cido corrosivo num recipiente no tratado. Se uma pessoa odeia outra, esta odiada continuar a comer, a beber e a dormir normalmente, levando a vida em rotina. Mas, o odiador, cada vez que vir o objeto de sua ira se sentir mal. Muitas doenas nervosas so conseqncias de sentimentos destrutivos acalentados contra outros.

Doenas que podem ser causadas pela ira: Gastrites e lceras; Dermatite Seborria, Acne e Eczemas; Hipertenso Arterial;

5) A ira e a crueldade andam juntas. Esta uma das mais fortes razes pelas qual o servo de Jesus deve fugir da ira. Ela produz crueldade. beira da morte, Jac amaldioou Simeo e Levi por causa da raiva e da maldade de ambos: Gnesis 49:7 Maldito seja o furor deles, pois violento! Maldita seja a sua ira, pois cruel! Eu os dividirei na terra de Israel, eu os espalharei no meio do seu povo."

A nossa atitude impedem de recebermos as bnos de Deus, espirituais e materiais.

6) A ira no deve ser alimentada por um cristo. Efsios 4:26 nos recomenda: Se vocs ficarem com raiva, no deixem que isso os faa pecar e no fiquem o dia inteiro com raiva. H um sentimento momentneo diante de determinadas circunstancias, que no nos deixam pensar direito. Mas, acalentar a ira, deixar o sol se pr sobre ela errado. Ela intil: Tiago 1:20 porque a ira do homem no opera a justia de Deus Nossos sentimentos no obrigaro Deus a agir desta ou daquela maneira.

Os frutos da raiva humana no so aprovados por deus.

A questo : Como superar a ira? Sei que no devo me irar, mas constantemente o fao. Como posso superar esse pecado? O Vs. 21 d a resposta: Pelo que, despojando-vos de toda sorte de imundcia e de todo vestgio do mal, recebei com mansido a palavra em vs implantada, a qual poderosa para salvar as vossas almas."

O verbo despojando-vos significa remover, afastar. algo que vem de dentro para fora. A idia tirar de ns a impureza, a imundcia e a maldade.

Usando uma figura, A TROCA DA ROUPA SUJA: A pessoa que vai trocar de roupa. No algo que lhe posto em cima, mas que, pelo contrrio, parte dela. Ela vai se trocar, vai tirar uma roupa velha e suja.

O Cristo transformado no poder do Esprito Santo mudou de roupa. Deixou as imundcias do traje antigo. Na sua vida se cumpriu o conselho paulino: Romanos 13:12 A noite passada, e o dia chegado; dispamos-nos, pois, das obras das trevas, e vistamos-nos das armas da luz.

Tirar a ira de dentro de si, porm, insuficiente. preciso colocar um substituto em seu lugar. Recebei com mansido a palavra em vs implantada, assim ensina a parte b vs 21. A ira volta muito cedo. uma emoo, e as emoes, via de regra, so muito fortes para que a simples racionalidade as elimine. Jesus contou a historia do homem que o esprito maligno foi expulso, e por no ter colocado nada no lugar, sete espritos entrou e seu estado ficou pior que o anterior.

Tiago exorta-nos a tirar tudo que sujo (a ira que roupa suja) e colocar no seu lugar a Palavra de Deus. Recebei com mansido a palavra em vs implantada. um implante, um enxerto no tronco original, para que os frutos sejam melhores. Tudo que posso produzir so apenas frutos maus, inclusive a ira e o descontrole verbal. Somente com implantao da Palavra de Deus em mim, ento, posso produzir bons frutos.

O segredo para vencer a ira e o mau temperamento esta na Palavra de Deus: Salmo 119:11 Escondi a tua palavra no meu corao, para no pecar contra ti.

Por fim, vimos que o forte no o guerreiro, mas o que doma o seu temperamento. Para o mundo que no conhece a Deus e no possui o esclarecimento de sua palavra, forte o truculento, o sanguinrio e sem controle. Para a Bblia, o homem verdadeiramente forte aquele que domina a si mesmo. Somos fortes segundo o mundo ou fortes segundo Deus?

Vivendo a Palavra (9) (Cap.1:22-25)

22_E sede cumpridores da palavra e no somente ouvintes, enganando-vos a vs mesmos. 23_Pois se algum ouvinte da palavra e no cumpridor semelhante a um homem que contempla no espelho o seu rosto natural; 24_ porque se contempla a si mesmo e vai-se, e logo se esquece de como era. 25_Entretanto aquele que atenta bem para a lei perfeita, a da liberdade, e nela persevera, no sendo ouvinte esquecido, mas executor da obra, este ser bem-aventurado no que fizer.

No estudo anterior j vimos que a Palavra de Deus deve ser enxertada para produzir bons frutos na vida da pessoa. A discusso sobre a produo de um carter cristo pela implantao da palavra divina na vida. A questo continua a ser desenvolvida agora. Tiago emprega trs figuras para designar a Palavra.

A 1 figura esta no vs. 18: ele nos gerou pela palavra da verdade, Fomos tornados novas criaturas por um ato divino, mas o instrumento utilizado foi a Palavra: pela palavra da verdade. A Palavra de Deus tem o poder de nos tornar novas criaturas. Ela o grmen da nova vida.

A 2 figura encontramos no vs. 21. Ela o enxerto que, implantado no tronco de nossa vida, pode melhorar a qualidade dos frutos. Melhor dizendo, ela pode produzir frutos em ns que de outra maneira no conseguiramos produzir. Tiago enfatiza e d Palavra de Deus para moldar e corrigir a vida dos seguidores de Jesus Cristo.

A 3 Figura a palavra chave espelho. Todos sabem da utilidade de um espelho. E tambm sabemos de suas limitaes. Em termos de utilidade, o espelho reflete a imagem que somos. Mostra-nos como estamos. Assim a Palavra de Deus. Ela nos mostra o que somos e como estamos. O homem precisamente o que a Bblia diz que ele , disse Billy Graham. Em termos de limitao, o espelho, por si s, no muda nossa fisionomia, como muitos gostaramos. Eu me sentiria feliz se olhando para o espelho ele pudesse me tornar mais bonito, mais atltico, mais jovem. Infelizmente, ele registra apenas o que eu sou. A simples leitura da Bblia no um ato mgico que mudar as pessoas. Indicar suas deficincias, confrontando-as com a verdade de Deus para suas vidas, e as pessoas, sabendo de suas deficincias, podero corrigi-las.

Com estas trs figuras Tiago nos mostra o valor das Escrituras. E ns como cristos estamos convencidos disso. Mas, o alvo principal de Tiago no discutir o valor da Palavra. , sim, mostrar o que ela pode fazer na vida das pessoas. A partir daqui, ele define dois tipos de ouvintes, conforme o posicionamento das pessoas diante da Palavra.

H o tipo de ouvinte que se limita a ouvir. Se algum ouvinte da palavra e no cumpridor, semelhante a um homem que contempla no espelho o seu rosto natural; porque se contempla a si mesmo e vai-se, logo se esquece de como era v. 23. Ou seja: O espelho mostra aquilo que somos de verdade!

Com isso podemos dizer que o cristianismo no deve ser um mero dever social. Deve ser um relacionamento vivencial, profundamente preocupado com a personalidade integral do cristo, buscando lev-lo a uma qualidade de vida cada vez melhor aos olhos de Deus.

O mero ouvinte v as falhas por corrigir, mas no se incomoda e as esquece. Esse no o procedimento adequado. O conhecimento que temos de Deus e de sua santidade deve levar-nos tambm santidade. Deus no espera de ns que sejamos enciclopdias bblicas ambulantes, mas santos. Em nossos dias a maior necessidade das igrejas ter cristos santos!

No estou usando o termo santo no sentido costumeiro, ou seja, que todos os salvos, por serem separados para Deus, so santos. Mas, no esta a conotao que dou palavra aqui. Santo como agora emprego, o cristo que leva uma vida to perto de Deus que impressiona o mundo com seu carter. O escritor A.W. Tozer disse: Santos no santos so a tragdia do cristianismo. preocupante a falta de santidade dos cristos.

Os nossos modelos so homens de negcios bem-sucedidos, atletas famosos e celebridades teatrais. Precisamos mudar nossos conceitos em relao queles que vo herdar o Reino dos Cus. Sem dvida, precisamos de santos autnticos. E isto acontecer na medida em que os seguidores de Jesus Cristo acatar mais a Palavra de Deus em suas vidas.

Em contrapartida, h a classe do executor da obra: aquele que atenta bem... no sendo ouvinte esquecido, mas executor da obra, este ser bem-aventurado no que fizer. prometido aqui uma bem-aventurana em tudo quele que obediente Palavra. A expresso atenta bem nos traz a idia de uma pessoa debruada sobre a Palavra de Deus, examinando-a com muita ateno. No um leitor fortuito, banal, desinteressado, daqueles cuja preocupao terminar a leitura no menor tempo possvel. o leitor lento, acurado no que examina. Ele verifica cuidadosamente se ensinamentos da Escritura. um examinador.

Tiago chama o evangelho de Lei perfeita. completo. Est terminado. No h mais nada para se acrescentar a ele. O Autor de Hebreus comea sua obra declarando: Havendo Deus antigamente falado muitas vezes, e de muitas maneiras, aos pais, pelos profetas, nestes ltimos dias a ns nos falou pelo Filho, a quem constituiu herdeiro de todas as coisas, e por quem fez o mundo Hb1:11 2. O evangelho, a revelao de Jesus Cristo, a ltima palavra de Deus. Esta Lei perfeita que a revelao de Jesus chamada de Lei da liberdade. H uma concordncia aqui entre Tiago e Paulo, porque, em Gl4, o apostolo aos gentios apresenta a lei judaica como algo que escraviza e mostra que a liberdade plena trazida pelo evangelho de Jesus. A lei escravizava o homem a regrinhas e preceitos (infelizmente, temos irmos que querem transformar o ensino de Jesus em regrinhas tambm, mas o evangelho concede a liberdade a todos). Obedecer Palavra encontrar o caminho da liberdade do pecado e caminhar na trilha das bnos de Deus. ser adulto e livre.

Uma das maiores bem-aventurana de Jesus foi exatamente para os que obedecem Palavra. O Evangelho de Lucas 11:28 diz: ... Antes bem-aventurados os que ouvem a palavra de Deus, e a observam.

Esta segunda classe ouve e pratica a palavra. Mas, pratica exatamente o qu? O contexto do cap. Nos mostra que o que atenta para a palavra e a cumpre, assim o faz em trs aspectos: controle da lngua, compaixo pelos necessitados e vida santa.

Poucas vezes estivemos to prximos do farisasmo como agora. Como se traam regrinhas sem sentido para os cristos! Em alguns grupos (falar das doutrinas dos homens), etc. Muitos esto transformando as suas igrejas em um local separado para cumprir regras que eles mesmos fizeram, refugiam-se e sentem-se felizes. Consideramo-nos gente boa, gente de responsabilidade, bons cidados, cumpridores de nossos deveres, embora insensveis ao mundo sofredor.

No caiamos no erro de pensar que seguir Jesus significa isto. Uma vida respeitvel e com ausncia de vcios faz parte do carter cristo, mas no isso o cristianismo. Muitas pessoas levam vidas respeitveis e privadas de vcios, mas no so crists. O cristianismo essencialmente vida, vida com Deus que se reflete no relacionamento com os homens. E a vida crist, aqui, manifesta-se nos aspectos citados CONTROLE DA LINGUA, COMPAIXAO PELOS NECESSITADOS E VIDA SANTA. Cuidaremos mais deste assunto no prximo estudo.

A Verdadeira Religio (10) (Cap.1:26-27)

26_ Se algum cuida ser religioso e no refreia a sua lngua, mas engana o seu corao, a sua religio v. 27_ A religio pura e imaculada diante de nosso Deus e Pai esta: Visitar os rfos e as vivas nas suas aflies e guardar-se isento da corrupo do mundo.

s vezes podemos pensar em religio em termos de corpo doutrinrio ou de seita. A palavra grega threskia traz o significado de culto, reverncia formulada em atos rituais. No se trata, portanto, de um corpo de doutrinas, mas de uma postura adequada diante de Deus. Como o Senhor espera que seja a vida de seus servos? Uma vida a ser avaliada pelo que eles dizem, por palavras? Ou envolvendo atos? Qual a forma verdadeira do culto que agrada a Deus?

Tiago parte do principio segundo o qual uma pessoa pode pensar que est agradando a Deus, fazendo tudo com sinceridade, mas no o est agradando realmente. Se algum cuida ser religioso e no refreia a sua lngua, mas engana o seu corao... A primeira manifestao de uma adorao sincera lngua refreada. Quantos santos fofoqueiros! E quantas santas faladeiras!

O verdadeiro cristo controla a sua lngua. Em Eclesisticos 5:2 diz: No te precipites com a tua boca, nem o teu corao se apresse a pronunciar palavra alguma na presena de Deus; porque Deus est no cu, e tu ests sobre a terra; portanto sejam poucas as tuas palavras. Isto tem faltado a muitos dos seguidores de Jesus Cristo: sobriedade no falar, piedade no relacionamento com o mundo e austeridade nas palavras. Infelizmente, algum definiu acertadamente a maledicncia (falar mal de algum com inteno de ferir) como sendo o divertimento predileto dos cristos. triste que a ironia seja verdadeira.

O cristo deve entender que o que ele fala, que ele . O carter de uma pessoa fica explicito em suas palavras. Com o servo de Cristo tb deve ser assim: a sua palavra a extenso da sua personalidade crist. Ele no aumenta, ele no diminui, ele no difama, ele no sente prazer em passar para frente noticias desagradveis, no exulta com infmias.

Tiago continua: A religio pura e imaculada diante de nosso Deus e Pai esta: Visitar os rfos e as vivas nas suas aflies e guardar-se isento da corrupo do mundo. Ele nos incomoda... to agradvel esta na igreja cantando, orando, ouvindo as promessas de nosso Deus. Que culto maravilhoso! Seria capaz de passar a noite toda na igreja! uma expresso que j ouvimos mais de uma vez. Talvez at mesmo a tenhamos pronunciado. Mas, Tiago no apregoa uma religio mstica (devoo fantica), de contemplao, que tantos adoradores fez bem, mas que, na realidade, no prova muita coisa. Visitar os rfos e as vivas nas suas aflies. manifestar simpatia e solidariedade aos que sofrem, aos que esto necessitados. Existe um estaticismo (ficamos parado) entre ns que nos faz ver as pessoas como almas por salvar e no como pessoas reais, concretas. As pessoas tm necessidades reais materiais. Visitar no minha praia. No visito para agregar, mas quando visito e para orar, de uma forma de descarrego de conscincia, tipo: Deus te abenoe minha irm e supra suas necessidades. Deveria ser uma visita para ajudar suprir as necessidades da irm, no entanto, sou apenas religioso e nada mais. Os adjetivos usados por Tiago, pura e imaculada so alusivos aos sacrifcios judaicos do Velho Testamento, que deviam ser de animais puros e sem manchas. Era o tipo de oferta que agradava a Deus. A oferta que agrada realmente a Deus socorrer os necessitados em nossos dias.

O rfo e a viva eram as pessoas mais necessitadas economicamente, no judasmo. Sem o chefe da famlia para manter o lar e prover o sustento da casa, a situao era aflitiva. Cabia, ento, aos irmos na f prover o sustento dos carentes. Alis, este o pano de fundo em At cap. 6, no momento da escolha dos sete para servirem s mesas.

Muitos cristos bem intencionados tm cado no erro de ver o mundo material como inferior e apenas alma como digna. No de admirar que, como conseqncia lgica, a viso do mundo material seja to negligenciada entre ns. Para que cuidar do corpo, se o que vale a alma? E, convenhamos, falar bem mais fcil do que desembolsar bens e dinheiro para ajudar os outros. Por isso, a caracterstica maior do movimento evanglico contemporneo a palavra e o no interesse pelo homem integral. Recordemos que Deus criou o mundo material e o considerou como muito bom (Gnesis 1:31).

Por que temos tanto receio em reconhecer na Bblia o que est l? A parbola do bom samaritano no ensina nada alm do que diz: o seguidor de Jesus Cristo deve fazer o bem e socorrer os necessitados. Espiritualizar a passagem, dando-lhe um sentido que Cristo no quis dar, violentar a Bblia, faz-la dizer o que ns queremos que ela diga, ao invs de dizermos o que ela diz. O cristo dever sentir compaixo pelos que sofrem. Lemos em Atos 10:38 concernente a Jesus de Nazar, como Deus o ungiu com o Esprito Santo e com poder; o qual andou por toda parte, fazendo o bem e curando a todos os oprimidos do Diabo, porque Deus era com ele. Jesus de Nazar andou fazendo o bem.

Contava um crente, com muita satisfao, do acontecido em sua igreja. Uma pessoa carente, sem se alimentar a si e a sua famlia adequadamente havia dias, procurou a igreja e pediu comida. A resposta, por incrvel que parea, resposta que encheu a quem contava o fato de satisfao, foi esta: Aqui, ns salvamos almas. Se voc quer comida, procure os catlicos e os espritas. Eles que fazem essas coisas. Quando quiser salvar a sua alma, ento nos procure. Lamentvel!

O vs. 27c no tem apenas uma linha horizontal. H tambm uma dimenso moral: guardar-se isento da corrupo do mundo. O cristo deve guardar-se do mal. J se disse que a Bblia uma unidade e no uma colcha de retalhos. Estes dois aspectos que surgem em Tiago 1:27 esto em Miquias 6:8 Ele te declarou, homem, o que bom; e que o que o Senhor requer de ti, seno que pratiques a justia, e ames a benevolncia, e andes humildemente com o teu Deus? Tanto no Velho Testamento quanto no Novo Testamento, a verdadeira religio apresenta duas linhas, uma vertical e a outra, horizontal. Uma, para cima, na direo de Deus, e a outra, para os lados, na direo dos homens. Mundo um sistema de valores organizados contra Deus. No livro de Tiago 4:4 est afirmando: Infiis, no sabeis que a amizade do mundo inimizade contra Deus? Portanto qualquer que quiser ser amigo do mundo constitui-se inimigo de Deus. O homem no vive apenas em um contexto vertical. Vive em grupo, vive tb num contexto horizontal. Mas, ao mesmo tempo, reconheamos que o ativismo social sem uma pureza de vida incuo, sem sentido. A tentao de poder muito grande. A fora da corrupo no pode ser minimizada. Guardar-se da corrupo do mundo e ter uma vida limpa e santa diante de Deus extremamente necessrio.

Os dois conceitos de Tiago 1:27 no podem se dissociar. Bondade e Santidade devem andar juntas. Um homem bom que no seja santo, quando as tentaes do poder se avolumar, logo deixar de ser bom. As presses do mal sero muito fortes sobre ele. Um homem santo que no pratica a bondade manifesta, sem dvida, grande incoerncia. A santidade no poder ser uma manifestao fisionmica ou a exibio de um semblante adocicado, mas sim uma atitude para com Deus que, inevitavelmente, se refletir nas atitudes para com os homens. So de Jesus, afinal, as palavras de Mateus 7:16 Pelos seus frutos os conhecereis.... Santidade e insensibilidade no devem caminhar lado a lado.

A luz de tudo isso, podemos concluir nossas consideraes sobre a conduta correta diante de Deus com duas indagaes.

1: Ser que conseguimos guardar silncio, quando de ns se espera tal coisa? Sabemos controlar o fluxo de palavras?

2: Pensamos que Deus se agrada de cnticos e oraes apenas, e, por isso, a manifestao de amor e interesse pelas pessoas secundrio?

No isto que Tiago defende! No.

Para Tiago e para os verdadeiros cristos A religio pura e imaculada diante de nosso Deus e Pai esta: Visitar os rfos e as vivas nas suas aflies e guardar-se isento da corrupo do mundo.Estudo Livro Tiago cap. 02ESTUDO DO LIVRO DE TIAGO Cap. 2

O Pecado da Acepo de Pessoas (11) (Cap. 2:1-13) Ministrado em 13/05/11

1_Meus irmos, no tenhais a f em nosso Senhor Jesus Cristo, Senhor da glria, em acepo de pessoas. 2_Porque, se entrar na vossa reunio algum homem com anel de ouro no dedo e com traje esplndido, e entrar tambm algum pobre com traje srdido. 3_e atentardes para o que vem com traje esplndido e lhe disserdes: Senta-te aqui num lugar de honra; e disserdes ao pobre: Fica em p, ou senta-te abaixo do escabelo dos meus ps, 4_no fazeis, porventura, distino entre vs mesmos e no vos tornais juzes movidos de maus pensamentos? 5_Ouvi meus amados irmos. No escolheu Deus os que so pobres quanto ao mundo para faz-los ricos na f e herdeiros do reino que prometeu aos que o amam? 6_Mas vs desonrastes o pobre. Porventura no so os ricos os que vos oprimem e os que vos arrastam aos tribunais? 7_No blasfemam eles o bom nome pelo qual sois chamados? 8_Todavia, se estais cumprindo a lei real segundo a escritura: Amars ao teu prximo como a ti mesmo, fazeis bem. 9_Mas se fazeis acepo de pessoas, cometeis pecado, sendo por isso condenados pela lei como transgressores. 10_Pois qualquer que guardar toda a lei, mas tropear em um s ponto, tem-se tornado culpado de todos. 11_Porque o mesmo que disse: No adulterars, tambm disse: No matars. Ora, se no cometes adultrio, mas s homicida, te hs tornado transgressor da lei. 12_Falai de tal maneira e de tal maneira procedei, como havendo de ser julgados pela lei da liberdade. 13_Porque o juzo ser sem misericrdia para aquele que no usou de misericrdia; a misericrdia triunfa sobre o juzo.

Nesta primeira parte do cap. 2, Tiago fundamenta, porque o Um seguidor de Cristo no pode fazer acepo de pessoas. E, sejamos honestos, nem sempre obedecemos a esta orientao. O racismo, o regionalismo, o machismo, o homossexualismo, a separao por nveis culturais ou econmicos sempre esto presentes em nosso meio. No podemos tratar as pessoas de maneira diferente s pela sua situao financeira. Tg diz que dar prioridade aos ricos s pelo fato de serem ricos pecado. Privilegiar uma classe social pecado. Vs. 4 no fazeis, porventura, distino entre vs mesmos e no vos tornais juzes movidos de maus pensamentos? No se pode fazer acepo de pessoas na igreja. A ilustrao bem clara: Vs. 2 se entrar na vossa reunio... Quando estivermos congregando, em reunio...

O triste que nossos modelos para impactar o mundo sem Cristo so pessoas que alcanaram notoriedade em suas carreiras e que exatamente por isso tiveram a escolha. No ser isso uma espiritualidade mundana, do tipo: Vejam, temos conosco gente importante que no bitolada como vocs pensam que os crentes so e que conseguiram sucesso na vida?

No estar o poder do E. S. sendo substitudo pelo planejamento de mercado e pelas modestas tcnicas publicitrias? Consideramos mesmo a igreja como agencia de Deus, onde o homem confrontado com a Palavra e chamado para organizar sua vida luz das exigncias de Deus, ou uma instituio religiosa com um programa de ao, movida pelo executivismo humano? A igreja agencia de Deus ou instituio humana?

Tg trata especificamente da adulao aos poderosos. Nos vs. 2 e 4 em foco, ele mostra um homem rico, com anis de ouro, bem vestido, entrando no templo. Entra tb um pobre com roupas velhas. O tratamento aos dois diferenciado. Isto acontece ainda hoje. Um poltico que entra em uma igreja saudado com glamour: Esta conosco o Dr. Fulano de Tal, deputado por tal lugar, o que nos honra muito.

No honra nem privilgio para a igreja receber a visita do Dr. Fulano ou do Prof. Sicrano. Quando iremos parar com nosso complexo de inferioridade e com a adulao? Todas as pessoas so iguais aos olhos de Deus, pelo seu valor intrnseco. A igreja no um clube cuja grandeza medida pelo nvel social de seus freqentadores. honra para esses homens terem oportunidade de ouvir a Palavra de Deus.

No podemos ter dois evangelhos. Um para dizer ao pobre que ele deve arrepender-se de seus pecados, seno vai para o inferno, e outro, para dizer ao rico que nos sensibilizamos com sua visita e que ela nos enche de satisfao.

Este texto mostra o critrio de Deus. diferente do critrio humano. Os homens escolhem os ricos. Deus escolheu os pobres. Vs. 5a No escolheu Deus os que so pobres quanto ao mundo para faz-los ricos?... Mas sejamos cuidadosos na interpretao. No h no texto qualquer indicio de que Deus rejeitou os ricos ou contra eles. Tampouco defende o texto a idia de que a riqueza pecado e a pobreza virtude. Deus escolheu os pobres para, vs. 5b f e herdeiros do reino que prometeu aos que o amam?. A riqueza material d uma falsa sensao de segurana. Temos at casos de pessoas que, sendo pobres, eram muito fiis a Deus, mas que enriquecendo, dele se esqueceram. Os pobres so mais abertos graa de Deus, mais acessveis ao chamado da graa. No foi ao grande Herodes, na pompa de seu luxuoso palcio, que os anjos anunciaram o nascimento do Rei dos judeus. Foi aos pastores, gente humilde que guardava rebanhos no campo. E com que alegria eles receberam as novas! A expresso em Lc2:16 Foram, pois, a toda a pressa, .... A pressa era tamanha que no tiveram tempo de procurar a estrada. Os pobres receberam alegremente a noticia de que h algum que se interessa por eles e que, apesar de sua insignificncia econmica, eles no esto desamparados. E tb, para um engajamento com Deus, o pobre tem menos coisas a deixar. No vs. 6 do texto em foco, Tg mostra que a bajulao indevida. No prega o dio conta os ricos. No se alinha ele com algumas correntes teolgicas contemporneas que sacralizaram o pobre, tornando-o objeto exclusivo do favor de Deus, voltando-se contra os mais favorecidos economicamente, como se estes fossem os nicos culpados de todos os males do mundo. Tg no telogo da libertao e tampouco um apologista da luta de classe adornada com roupagem crist. As possesses materiais no so demonacas, nem a pobreza uma virtude. O pecado no est na posse de coisas, mas na maneira como as conseguimos e no uso que fazemos delas.

No vs. 6b no so os ricos os que vos oprimem...? Os ricos estavam oprimindo a igreja, vista como comunidade suspeita. Ento, cortejando-os a igreja poderia encontrar um modo de viver pacificamente. Precisamos lembrar que a igreja de Cristo no pode viver fazendo concesses. Devido um excesso de concesses, hoje a igreja acuda pelo secularismo, o cristianismo se desfigurou e se ouve apenas uma leve lembrana da primeira igreja primitiva do sculo I. Temos hoje um cristianismo plido e aguado que a poucos impressiona. Sejamos honestos e falemos a verdade: Olhando para um espelho, a vida que a maior parte dos membros de nossas igrejas leva algum se sentir atrado para nossa f? Somo uma expresso do amor de Deus na terra? Estamos fazendo alguma diferena no meio que vivemos?

A igreja de Cristo precisa ser sria, sem concesses. Sem adulaes. A igreja no est no mundo para fazer relaes pblicas, mas para entregar um ultimato.

Tiago parte para uma concluso de seu arrazoado falando de duas leis que regem a vida do crente. Elas encontram-se nos vs. 6 a 13. So as leis do amor e da liberdade. A lei do amor chamada de Lei real ou Lei do Reino. A vida na esfera do amor deve ser o nvel da vida dos cristos. No pensamento grego, o amor era esttico e contemplativo. Para ns, cuja cultura foi em grande parte moldada pelos gregos, amor isso. Perdemo-nos em devaneios, em suspiros e ais. Amar sentir um frio na barriga quando vemos a pessoa amada. Lei real:Na bblia, o amor nunca sentir. fazer. O amor no contemplativo, mas dinmico. Deus amou o mundo de tal maneira que deu o seu Filho... Deus prova o seu amor para conosco em que Cristo morreu por ns... por isso que Joo, o ancio, I Jo3:18 diz: Meus filhinhos, nosso amor no deve ser somente de palavras e de conversas. Deve ser um amor verdadeiro, que se mostra por meio de aes. O amor no sentimento esttico. O amor ao dadivosa. (gosta de dar, ter liberalidade...).

o amor que deve nortear o relacionamento na igreja com as pessoas, e no o dinheiro que as pessoas tm. A igreja no uma meretriz que ama quem tem mais bens. uma comunidade cuja origem est em Deus e que ama as pessoas porque o Deus da igreja amor.

Lei da Liberdade

A lei da liberdade, a lei do amor mostrou o nvel da vida em que os cristos devem viver. A lei da liberdade o nome que ele d ao evangelho. nas boas-novas do amor de Deus na pessoa de Jesus de Nazar que encontramos liberdade. Em Jo8:36 Se, pois, o Filho vos libertar, verdadeiramente sereis livres. O cristo a pessoa que encontrou a liberdade em Cristo. Para a liberdade Cristo nos libertou... Gl 5:1. Tiago coerente com Paulo, aqui, Em Gl4, Paulo mostra que a lei escraviza o homem, mas o evangelho liberta. Vivendo liberto pelo evangelho, livre do jugo do pecado e do poder das trevas, o cristo encontra condies para se relacionar em amor com os demais membros de uma comunidade e at mesmo fora dela. Adicionar regrinhas ao evangelho um erro grave. tornar o crente um escravo de preceitos humanos. Mas, tb um erro srio o esprito de amargura, de critica e de seitas competitivas, cada uma alardeando ser melhor que a outra, como encontramos hoje em dia. Tiago nos mostra que liberdade e amor devem estar juntos. No fomos tornados livres para viver ao sabor dos instintos, mas para amar a Deus, o que a nossa natureza no permitia, e amar aos outros, o que tb nos era difcil. A duas leis aqui mostradas por Tiago orientam o crente para viver livre do domnio do pecado e com capacidade para um relacionamento positivo com o prximo.

Concluso:

Este ensino nos d frases curtas e bem definidas: A igreja no faz acepo de pessoas. No privilegia pessoas por situao econmica, social, cultural ou racial. No odeia classe. A igreja ama as pessoas e vive como algum que Cristo libertou do poder das trevas e que ao poder das trevas no deseja voltar.

Ao encerrar as consideraes oportuno lembrar: vs. 13 Porque o juzo ser sem misericrdia para aquele que no usou de misericrdia; a misericrdia triunfa sobre o juzo. Associemos com Mc 4:24 Atendei ao que ouvis. Com a medida com que medis vos mediro a vs, e ainda se vos acrescentar. No encontre em ns o pecado da acepo de pessoas, Deus no nos trata assim.

F Contra Obras ou F e Obras (12) (Cap. 2:14-26) Ministrado em 20/05/11

14_Que proveito h meus irmos se algum disser que tem f e no tiver obras? Porventura essa f pode salv-lo? 15_Se um irmo ou uma irm estiverem nus e tiverem falta de mantimento cotidiano. 16_e algum de vs lhes disser: Ide em paz, aquentai-vos e fartai-vos; e no lhes derdes as coisas necessrias para o corpo, que proveito h nisso? 17_Assim tambm a f, se no tiver obras, morta em si mesma. 18_Mas dir algum: Tu tens f, e eu tenho obras; mostra-me a tua f sem as obras, e eu te mostrarei a minha f pelas minhas obras. 19_Crs tu que Deus um s? Fazes bem; os demnios tambm o crem, e estremecem. 20_Mas queres saber, homem vo, que a f sem as obras estril? 21_Porventura no foi pelas obras que nosso pai Abrao foi justificado quando ofereceu sobre o altar seu filho Isaque? 22_Vs que a f cooperou com as suas obras, e que pelas obras a f foi aperfeioada; 23_e se cumpriu a escritura que diz: E creu Abrao a Deus, e isso lhe foi imputado como justia, e foi chamado amigo de Deus. 24_Vedes ento que pelas obras que o homem justificado, e no somente pela f. 25_E de igual modo no foi a meretriz Raabe tambm justificada pelas obras, quando acolheu os espias, e os fez sair por outro caminho? 26_Porque, assim como o corpo sem o esprito est morto, assim tambm a f sem obras morta.

Vamos tratar agora de um dos mais antigos dilemas do cristianismo: F ou obras para a justificao? No protestantismo-evanglico, a justificao vem pela graa, por meio da F. No catolicismo, a justificao vem pelas obras, administrada pela igreja. E uma das preocupaes maiores de Tiago exatamente o farisasmo cristo, a mentalidade que comeava a se firmar no seio das comunidades de Cristo.

O cristianismo estava se tornando, para alguns, um mero sentimento, apenas emoes. A f vivencial exibida na pratica de uma religio autenticada por atos estava se esvaindo. Parece-me em certo sentido, com nossos dias: O mais importante sentir, experimentar sensaes e fazer afirmaes de f. No movimento evanglico de hoje muito grande a nfase no experincialismo e nas afirmaes que se tornam mero assentimento intelectual. No mais vida. Exibir a f em obras no tem sido exigido em nossas igrejas.

O cristianismo bem mais que regras, bem mais que visual e liturgia. essencialmente vida, uma qualidade de vida outra, produto de um encontro com Cristo. Devemos ao telogo alemo Dietrich Bonhoeffer o conceito de graa barata. Muitos hoje tm transformado o evangelho em graa barata, numa mensagem de um Deus bonacho, tipo Papai Noel, que s faz oferecimentos, deseja todo mundo feliz, risonho, sem que quaisquer exigncias sejam feitas. Por incrvel que parea, livros com ttulos como: Como orar e conseguir que Deus faa o que voc deseja encontrado. Isso graa barata... o cristianismo leviano, de alegria e riso afivelados no rosto, como uma festa que se inicia com o principio do culto e segue at o fim, com artificialidades deprimentes. Mas, o fruto de uma vida que marque o mundo no enxergado. O mundo hoje no sofre os efeitos da igreja de Cristo.

Tiago insiste na necessidade de viver a Palavra. E mostra, ento, dois tipos de f. Uma, intil, a que no vive a Palavra. A outra que a vive, a f til. Vai buscar dois vultos do Velho Testamento para exemplificar: Abrao e Raabe, os tipos da f verdadeira.

A f intil retratada por Tiago nos vs. 14 a 20 do texto em foco. A f no pode ser mero sentimento. Se um irmo ou uma irm estiverem nus e tiverem falta de mantimento cotidiano. 16_e algum de vs lhes disser: Ide em paz, aquentai-vos e fartai-vos; e no lhes derdes as coisas necessrias para o corpo, que proveito h nisso? vs, 15 e 16.

Existem muitos cristos que so corteses, mas no prestativo. Por amor, Tiago entende prestao de auxilio, como uma ao! No que ele tem razo. Amor no poder ser apenas uma expresso de piedade no semblante. Para Tiago, a verdadeira f esta numa manifestao concreta por algum. No adianta dizer que Deus o abenoe Ajudar os necessitados da igreja no algo para Deus fazer. para a prpria igreja fazer. No judasmo, das esmolas era uma das praticas mais elevadas e respeitadas. No isso que Tiago esta dizendo. No se trata de auxiliar os outros para subornar Deus, comprando seu perdo. contrario: Quem provou o amor de Deus, deve ajudar seu irmo.

A questo central que Tiago discute aqui esta: A f se mostra pelas obras. No so as obras que produzem f ou favor de Deus. A f dissociada de ao intil. Na verso BLH, o vs. 20, diz: Seu tolo! Voc quer saber de uma coisa? A f sem boas aes no vale nada. Nos vs. 18 e 19, Tiago levanta uma questo sobre o contedo da f, quando apela e diz: At os demnios crem e tremem de medo. O endemoninhado gadareno (Lucas 8), prostrou-se diante de Jesus e gritou: Que tenho eu contigo, Jesus, Filho do Deus Altssimo? Crer na unicidade de Deus, crer no seu poder e aceitar que Jesus Filho de Deus uma profisso de f assumida at plos demnios. Ortodoxia significa doutrina correta. Ter doutrina correta muito importante e necessrio. Mas, a palavra que expressa a necessidade maior da igreja hoje ortopraxia, que significa conduta correta. A conduta condizente com a f, eis o de que necessitamos.

Algumas correntes filosficas supunham que o simples conhecimento da verdade automaticamente levaria sua pratica. Jesus no ensinou isso. O mero conhecimento intelectual da verdade da f insuficiente. O salvador declarou, Mateus 7:21-23:No toda pessoa que me chama de "Senhor, Senhor" que entrar no Reino do Cu, mas somente quem faz a vontade do meu Pai, que est no cu. Quando aquele Dia chegar, muitos vo me dizer: "Senhor, Senhor, pelo poder do seu nome anunciamos a mensagem de Deus e pelo seu nome expulsamos demnios e fizemos muitos milagres!" Ento eu direi claramente a eles: "u nunca conheci vocs! Afastem-se de mim, vocs que s fazem o mal!" Expulsar demnios no prova nem mesmo de salvao. H perdidos efetuando milagres e expulsando demnios! Quando mais presumir que um mero assentimento intelectual sobre doutrinas tem algum valor. E se fizermos a leitura de Mateus 25:31-46 com honestidade, sem tentarmos dar ao texto outro sentido que no seja o que esta ali, confirmaremos Tiago: O cristianismo exige boas obras. No apenas cantar, bater palmas e orar. Estas coisas no so a essncias do cristianismo.

A f que se enclausura, que no leva a pessoa a se abrir para os outros, a dar de si, intil. A f deve levar-nos a um sentimento genuno de amor pelos irmos e pelos necessitados. No deve ser uma atitude demaggica para convert-los, um tipo de amor que seria um meio para um fim ultimo. Uma tese de John Stott A compaixo de Jesus elucidativa quanto a este aspecto, no trecho em que ele trata da atitude do bom samaritano para com o pecador cado na beira da estrada: Assim que o samaritano ata as suas feridas, leva-o a um albergue, cuida dele, paga ao hospedeiro para que continue atendendo-o e compromete-se a pagar qualquer outro gasto que demande a tratamento. A nica coisa que o samaritano no faz evangeliz-lo! Poe leo e vinho nas feridas, mas no enche os bolsos do judeu com folhetos. Isto quer dizer que a nossa f deve se evidenciar em amor por aquilo que as pessoas so: imagem e semelhana de Deus. Pelo seu valor intrnseco, e no por oportunismo.

A f autentica surge-nos vs. 21-26. Tiago no discursivo. Objetivamente, vai se valer de dois vultos do Velho Testamento para provar sua teoria. O primeiro vulto Abrao, o chamado pai da f. Aparentemente, existe uma contradio irreconcilivel entre Tiago e Paulo, ao tratarem da justificao de Abrao. No foi pelas obras que nosso pai Abrao foi justificado?, pergunta Tiago. Em Romanos 4:1-3, Paulo deixa bem claro que Abrao foi justificado pela f. Para Tiago, a justificao de Abrao foi pelo que ele fez: disps-se a oferecer seu filho Isaque. Para Paulo, ele foi justificado porque creu em Deus.

Como possvel entender essa aparente discordncia? Uma das regras de interpretao da Bblia nos ensina que necessrio saber o propsito do autor do texto estudado, o que se propunha a dizer e para quem dizia. Paulo um telogo. Sua carta igreja em Roma um tratado teolgico onde de discute o que necessrio para a salvao. Tiago um pastor que elabora um tratado tico. Sus discusso sobre o comportamento dos crentes, como estes devem proceder, posto que seja salvos. Esto analisando de perspectivas absolutamente diferentes. Paulo ensina teologia. Tiago ensina tica. O que Paulo esta ensinando aos romanos isto: Para o novo nascimento, para a converso, as obras no tm valor. S a f valida para produzi-los. O que Tiago esta dizendo o seguinte: Aps a converso, a f sozinha no tem valor. O vs. 22 nos diz muito bem: Sua f se tornou perfeita por meio das suas aes. As obras de Abrao aperfeioaram, ou seja, completaram sua f.

Aps citar Abrao, Tiago apresenta outro vulto do Velho Testamento: Raabe. So dois exemplos, aos olhos humanos, opostos: o pai da f e uma meretriz que creu. Em Hebreus 11:31, ela colocada como herona da f. Na galeria desses heris, apenas ela e Sara a esposa de Abrao, so citadas nominalmente (Hebreus 11:35 fala de mulheres, sem dizer seus nomes). A historia de Raabe bem conhecida e, para efeitos de recordao, devemos ler no livro de Josu, os cap. 2 e 6. O evangelista Mateus, visando alcanar os judeus, faz o registro: Mateus 1:5 o Salmon nasceu, de Raabe, Booz. Raabe est como ancestral do rei Davi e do Senhor Jesus. Assim Mateus mostra para os judeus, que valorizavam a ex-meretriz, que o Messias veio dela.

O que fez Raabe, exatamente? Ela escondeu os hebreus que foram enviados a Jeric. Foi ento sua obra que a salvou? No! Sua obra foi conseqncia de sua f. Eis a declarao de f por ela formulada aos espies, sobre o Deus de Israel, Josu 2:11 ... o Senhor vosso Deus Deus em cima e embaixo na terra. Raabe creu em Deus, na sua unicidade (nico), no seu poder, e por isso agiu. Em Tiago 2:25 BLH diz: ... ela foi aprovada por Deus por causa da sua ao. Quando uma pessoa cr, ela age. Sua f leva a um envolvimento com Deus e no a uma perda de razo, uma fuga mstica e contemplativa em que a pessoa se volta para dentro de si. A f autntica produz fruto e no uma atitude passiva. Produz envolvimento e no uma limitao entre grupos. Viver cantando corinhos dentro do templo no a ao mais produtiva do cristo.

Concluso:

Tiago termina com uma bela figura. Deus criou primeiro o corpo do homem, mas enquanto o esprito no veio habitar no corpo, este no valia muito. Estava sem vida. A vida veio pelo esprito. Quando o Senhor soprou o flego de vida no corpo do homem, este foi tornado alma vivente. Antes, tinha toda a aparncia. Olhamos para uma vida de f onde as obras no so presentes. Tudo est nos seus devidos lugar, mas ela to viva to viva quanto um cadver. Ou seja, est morta.

Abrao creu e porque creu, agiu. Foi chamado por Deus de meu amigo. Est escrito em Isaas, 41:8 Mas tu, Israel, servo meu tu Jac, a quem escolhi descendncia de Abrao, meu amigo.

Sem duvida, um elogio maior do que este no pode haver. Crer e no agir ser como um defunto espiritual, como um corpo sem vida. Quem voc: UM CORPO SEM VIDA ou UM AMIGO DE DEUS?

A Lngua Bno ou Maldio (13 (Cap. 3:1-12) Ministrado em 10/06/11

1_Meus irmos, no sejais muitos de vs mestres, sabendo que receberemos um juzo mais severo. 2_Pois todos tropeamos em muitas coisas. Se algum no tropea em palavra, esse homem perfeito, e capaz de refrear tambm todo o corpo. 3_Ora, se pomos freios na boca dos cavalos, para que nos obedeam, ento conseguimos dirigir todo o seu corpo. 4_Vede tambm os navios que, embora to grandes e levados por impetuosos ventos, com um pequenino leme se voltam para onde quer o impulso do timoneiro. 5_Assim tambm a lngua um pequeno membro, e se gaba de grandes coisas. Vede quo grande bosque um to pequeno fogo incendeia. 6_A lngua tambm um fogo; sim, a lngua, qual mundo de iniqidade, colocada entre os nossos membros, contamina todo o corpo, e inflama o curso danatureza, sendo por sua vez inflamada pelo inferno. 7_Pois toda espcie tanto de feras, como de aves, tanto de rpteis como de animais do mar, se doma, e tem sido domada pelo gnero humano; 8 mas a lngua, nenhum homem a pode domar. um mal irrefrevel; est cheia de peonha mortal. 9_Com ela bendizemos ao Senhor e Pai, e com ela amaldioamos os homens, feitos semelhana de Deus. 10_Da mesma boca procede bno e maldio. No convm, meus irmos, que se faa assim. 11 Porventura a fonte deita da mesma abertura gua doce e gua amargosa? 12_Meus irmos, pode acaso uma figueira produzir azeitonas, ou uma videira figos? Nem tampouco pode uma fonte de gua salgada dar gua doce.

No caps. 1 e 2, Tiago comea nos chamando de meus irmos, assim tambm comea no cap. 3. Cada vez que muda o rumo do assunto, ele tende a tratar seu leitor com carinho. O tema a ser estudado tem alta relevncia no meio cristo. A todo o momento surgem conversas paralelas, invencionices, palavras levianas, mal entendidas em nosso meio. triste que a igreja que deveria se mostrar ao mundo como um exemplo de relaes interpessoais seja uma comunidade, muitas vezes, com relaes internas to precrias que chega a assustar. Faz-se necessrio que sejamos honestos uns com os outros e com Deus, ao nos relacionarmos.

As palavras que proferimos podem ser bno ou maldio, palavras que edificam ou palavras que arrasam. contra esta dupla possibilidade que o escritor sagrado nos adverte. Ele comea com um conselho: No sejais muitos de vs mestres, sabendo que receberemos um juzo mais severo . Ora, ser mestre um dom do prprio Cristo: E ele deu uns como apstolos, e outros como profetas, e outros como evangelistas, e outros como pastores e mestres, (Ef4:11). Lemos tambm em (ICo 12:28), E a uns ps Deus na igreja, primeiramente apstolos, em segundo lugar profetas, em terceiro mestres, depois operadores de milagres, depois dons de curar, socorros, governos, variedades de lnguas. O mestre foi estabelecido pelo prprio Pai e superado apenas por apstolos e profetas e precede dons que muitos hoje supervalorizam como efetuar milagres, curas e lnguas. Em (Rm 12:7), aquele que ensina (o mestre) recebeu um conselho: ... se ensinar, haja dedicao ao ensino;. Por que, ento, o conselho na negativa no sejais muitos de vs mestres?

A primeira resposta surge no vs. 1: ... receberemos um juzo mais severo. Inicialmente, entra em discusso o nus da liderana.

Quanto pesa ser lder! Por que almejamos liderar? Desejo de ser visto e acatado?Um anseio sincero de pesquisar e repartir as verdades de Deus?

lamentvel constatar a existncia de membros de igrejas que se aborrecem por no possurem um cargo ou por no serem eleitos para o desempenho de funes de liderana na comunidade crist a que pertence. O cargo uma necessidade para conferir dignidade eclesistica a quem o exerce?O fardo do lder pesado. Alm das responsabilidades inerentes ao cargo ou funo que desempenha, h tambm o fato de que Deus requerer mais dele: ... receberemos um juzo mais severo. O mestre, nas comunidades crists primitivas, era aquele que ensinava a Palavra ao povo de Deus. Corresponderia hoje ao pregador expositivo ou ao professo da E.B.D. Parece que nos dias de Tiago alguns ambicionavam a funo sem ter condies qualquer condies ou senso de responsabilidade, to somente movidos pela vaidade ou desejo de promoo, sem amor ao povo que deviam ensinar e sem reverncia verdade que deviam repartir/ensinar. Aquele que ensina esta usando da palavra para comunicar verdades de Deus. Deve ter cautela dupla: primeiro porque mestre, e segundo porque esta usando a palavra que pode levar vida ou morte.

A segunda resposta esta no vs. 2: Pois todos tropeamos em muitas coisas. Todos tropearam e o mestre no exceo. Por estar frente e com misso de tamanha relevncia, talvez seja ela uma das pessoas mais visadas. Todas tropeam, diz Tiago. Para falar, basta que se abra a boca e se articule sons concatenados, formando palavras. Podemos nos vingar, rebaixando algum cuja posio nos incomoda, e espalhar maledicncias sobre a vida alheia. E tudo isso, justificando nossas palavras, racionalizando tudo o que fazemos. difcil no tropear no que proferimos. A advertncia de Jesus deve sempre ressoar em nossos coraes: Porque pelas tuas palavras sers justificado, e pelas tuas palavras sers condenado (Mt 12;37).

Consideradas as razes do perigo de ser mestre e de se valer constantemente da palavra, Tiago passa a apresentar a necessidade de controle da lngua. Para tal vai se valer de duas comparaes que sabiamente emprega. A primeira: encontrada no vs. 3, trata dos freios que se pem boca dos cavalos. O cavalo um animal de grande fora fsica, mas dominado por um instrumento pequeno, a rdea. A segunda esta no vs. 4 e mostra como um grande navio, mesmo batido por fortes ventos, obedece ao leme manobrado pelo timoneiro. As duas ilustraes apresentam um ponto comum: o pequeno controla o grande, a parte controla o todo. Dominar a lngua (o pequeno e a parte) controlar a vida (o grande e o todo). O que acontece a um cavalo sem as rdeas? Torna-se um destruidor. O que sucede a um barco sem leme? destrudo. O controle da lngua, da mesma forma, evita uma vida destrutiva e auto destruidora.

Tiago ilustra o poder da palavra com quatro figuras: Fogo (v. 6), mal irrefrevel (v. 8), fonte (v. 11 e 12), e rvores (v. 12).A lngua o fogo destruidor que brota de pequena fagulha. Uma pequena palavra pode suscitar longa contenda. Tiago reflete sobre isso. O homem pode domar tudo. Pois toda espcie tanto de feras, como de aves, tanto de rpteis como de animais do mar, se doma, e tem sido domada pelo gnero humano; (v. 7). No h animais que o homem no consiga domar. Ele encanta serpentes, adestra ces para truque, domestica o felino selvagem, como vemos nos circos, e at treina a vida aqutica, como no caso dos golfinhos. Outros animais, como o cavalo e o boi, so por ele usados para o trabalho domstico, em stios e fazendas. Se vivesse hoje Tiago poderia estender seus argumentos: O homem domina sobre os animais, sobre a natureza e comea a estender seu domnio para fora da terra, na direo do espao. Porem, a lngua continua indomada: ... mas a lngua, nenhum homem a pode domar (v. 8).

Algumas vezes no nos damos conta dos grandes estragos que os inocentes comentrios ou colocaes sem muita importncia que fazemos podem alcanar com resultados. H trs coisas que no regressam: A flecha lanada, a palavra falada e a oportunidade perdida. Uma vez pronunciada a palavra, no h maneira de faz-la regressar. Nada to difcil de sufocar como um rumor; nada h to difcil de cicatrizar como os efeitos de uma histria maligna e ociosa. Lembre-se o homem que, uma vez dita a palavra, esta foge do seu controle. Portanto, pense bem antes de falar porque, mesmo que no possa fazer a palavra voltar, ter que responder pela palavra pronunciada."

Aprendemos tambm que no pode haver duplicidade na palavra do cristo. No faz parte do estilo de vida do seguidor de Jesus Cristo. So bem claros os vs. 11 e 12 Porventura a fonte deita da mesma abertura gua doce e gua amargosa? Meus irmos, pode acaso uma figueira produzir azeitonas, ou uma videira figos? Nem tampouco pode uma fonte de gua salgada dar gua doce.

So trs os exemplos que Tiago emprega para ilustrar a verdade que deseja transmitir. Era este o mtodo utilizado pelos rabinos para ilustrar seu ensino: trs ilustraes para cada verdade. oportuno recordar que Tiago esta escrevendo para cristos provenientes do judasmo e, por isso mesmo acostumado com a forma de ensino dos rabinos. No de estranhar que sua didtica seja rabnica.

A primeira ilustrao a fonte que jorra gua. (v. 11): Porventura a fonte deita da mesma abertura gua doce e gua amargosa?. Uma fonte no pode produzir dois tipos de gua, doce e amarga. Da mesma maneira, a lngua de um cristo no pode produzir dois tipos de palavras, a de bno e a de maldio. Observa-se que Tiago no diz que a fonte deve produzir gua doce (que pelo contexto nos parece ser a boa palavra). Pode produzir gua amarga (a m palavra). O que Tiago diz que a fonte produz apenas um tipo de gua. Ou doce ou amarga. Da mesma forma como no se devem esperar palavras inconvenientes na boca de um cristo, no de admirar que na boca de um homem que no seja temente a Deus haja palavras que no seja edificante. Cada fonte produz um tipo de gua. Um o falar do cristo. Outro o falar do no-cristo.

A segunda ilustrao empregada por Tiago a da rvore que produz frutos segundo a sua espcie. (v. 12): pode acaso uma figueira produzir azeitonas, ou uma videira figos? Nem tampouco pode uma fonte de gua salgada dar gua doce. A figueira produz figos e a videira produz uvas. A declarao nos faz refletir de uma forma profunda. Cada rvore produz furtos segundo a sua espcie, de acordo com a sua natureza. Novamente somos chamados a refletir que no deve haver duplicidade de frutos em nosso viver. Produza, ento, o cristo o fruto que dele se espera.

A terceira ilustrao se assemelha primeira, mas apresenta uma variao: Nem tampouco pode uma fonte de gua salgada dar gua doce. (v. 12). Uma fonte que s produza gua no errada em si mesma. Pode ser uma fonte medicinal, por exemplo, produzindo guas sulfurosas. Esta ilustrao difere da primeira em um ponto: Naquela, a fonte s jorra uma qualidade de gua, potvel ou no potvel. No importa qual seja, mas uma s. genrica, porque trata de ambas as possibilidades. Tanto faz produzir gua doce ou salgada, desde que s produza uma. Esta aqui especifica: A fonte salgada no produz gua doce. A maior necessidade daquela regio era gua portvel, boa para beber. A fonte salgada (usemo-la aqui para tipificar o falar do homem no regenerado) no pode produzir boa palavra. Quem deve produzir esta o servo de Jesus. ele quem tem a palavra que alcana/liberta o mundo. Poderamos ento parafrasear Jesus, quando exortou os discpulos a no omitirem o brilho da sua luz: Se a fonte de gua portvel que h em ti produzir gua no potvel, que grande desastre ser!.

de ns, portanto, que o mundo pode ouvir boas palavras, que alentam, que consolam, que vivificam. Se no tivermos uma palavra de esperana, uma palavra honesta e decente para este mundo, de quem ele a ouvir?

Voltamos, ento, ao (v. 10): ... No convm, meus irmos, que se faa assim. O que no convm? No conveniente que tenhamos palavras para bendizer ao Senhor e amaldioar aos homens, que so imagem e semelhana de Deus (v. 9). Quem adora a Deus no pode amaldioar o seu prximo. Voltamos, assim, tese que domina o livro de Tiago: Adorao e conduta devem caminhar juntas. Meu procedimento para com o prximo ser a projeo fiel do meu verdadeiro relacionamento com o Senhor, que as palavras fingidas no conseguiro mascarar de forma alguma.

Esclarea-se que Tiago no prega o silencio, o que ele deseja no que os cristos se refugiem, no deixem da falar, mas sim que controlem sua lngua.

Os rabinos judeus usavam esta figura: A vida e a morte esto nas mos da lngua. Por acaso a lngua tem mos? No! Mas assim como a mo mata, assim tambm a lngua. A mo mata de perto, porm, a lngua como uma flecha que mata quarenta ou a cinqenta passos, porm, da lngua se diz no (Sl 73:9) que `Pe a sua boca conta os cus, e a sua lngua percorre a terra. Passeia por toda a terra e alcana os cus. Este o perigo da lngua. Um homem atacado pode defender-se do golpe porque o atacante esta na sua presena. Mas, pode-se pronunciar uma palavra maliciosa ou repetir uma calunia sobre outro que nem sequer se conhece e que se encontra a milhares de quilmetros de distancia e, mesmo assim, causar-lhe extremo dano. O extraordinrio alcance que a lngua tem o seu maior perigo.

Devemos ter muito cuidado com as palavras que emitimos sobre a vida alheia. Podemos destruir uma vida por uma palavra leviana ou pouco responsvel. Que TENHAMOS UMA VIDA DE LOUVOR AO SENHOR E AO NOSSO IRMO. Que saia de nossa boca, palavra que vivifica.

ESTUDO DO LIVRO DE TIAGO Cap. 3

Os Dois Tipos de Sabedoria (14) (Cap. 3:13-18) Ministrado em 12/08/11

13_Quem dentre vs sbio e entendido? Mostre pelo seu bom procedimento as suas obras em mansido de sabedoria. 14_Mas, se tendes amargo cime e sentimento faccioso em vosso corao, no vos glorieis, nem mintais contra a verdade.15_Essa no a sabedoria que vem do alto, mas terrena, animal e diablica. 16_Porque onde h cime e sentimento faccioso, a h confuso e toda obra m.17_Mas a sabedoria que vem do alto , primeiramente, pura, depois pacfica, moderada, tratvel, cheia de misericrdia e de bons frutos, sem parcialidade, e sem hipocrisia. 18_ Ora, o fruto da justia semeia-se em paz para aqueles que promovem a paz.

Vamos falar agora de sabedoria! H trs livros VT que denominados livros de sabedoria: J, Pv e Ec. A sabedoria (hokhma) sempre prtica, sempre vivencial, e nunca especulativa. Sua finalidade era capacitar o homem para viver corretamente. Havia em Israel uma classe (sacerdotes) que se dedicavam sabedoria e sua ministrao ao povo.

A Sabedoria vivencial se focalizava nas pessoas, e em como aplicar vida as verdades de Deus (Que a fonte de sabedoria). J 12:13 Com Deus esta a sabedoria e a fora. Aqueles que assim viviam conseguiram bons frutos e vida abenoada.

A busca da sabedoria era natural para o hebreu. Ser sbio era uma aspirao latente na alma hebraica. v.13_Quem dentre vs sbio e entendido? Tiago pergunta! Os membros de sua igreja eram pessoas que almejavam a sabedoria. Teriam eles alcanado? J eram sbios? Mostre, diz ele.

Como mostrar? No por discursos, pois a sabedoria no o saber aprofundado, um conhecimento sem igual, uma instruo, uma cultura vasta e variada. Mas, VIDA! v. 13bMostre pelo seu bom procedimento as suas obras ... Se as obras so positivas, muito bem. Se no so a sabedoria terrena, animal e diablica. Tiago mostra que h dois tipos de conduta possvel a um cristo. Uma inspirada por Deus: v. 17 a sabedoria que vem do alto . A outra terrena v. 15. O contraste bem claro: A sabedoria que vem do alto desce de Deus. Esta num plano superior ao homem. A outra sabedoria terrena, vem da terra, esta no mesmo plano do homem. Esta era a diferena entre Jesus e seus opositores. Jo8:23Vs sois de baixo, eu sou de cima; vs sois deste mundo, eu no sou deste mundo. Jesus estava num plano superior ao de seus opositores. Um seguidor de Jesus deve ter uma sabedoria em plano superior, tambm, sabedoria do mundo.

A sabedoria do mundo animal, ou seja, e um instinto natural, sendo assim o cristo no pode agir na base de fazer o que estiver no corao. Muitas pessoas julgam que uma boa medida quando esto em dificuldades: o que estiver no corao, isso farei.

Esta atitude ingnua, porque presume que todos os nossos sentimentos so bons. E no assim! O simples fato de algo estar em nosso corao no indica que indicativo de validade. Jr 17:9 Enganoso o corao, mais do que todas as coisas, e perverso; quem o poder conhecer?. Os sentimentos, tambm, esto muito prximos dos instintos. Nem um nem outro poder ser padro para conduta. Devem ser medidos pela Palavra de Deus. Os frutos da sabedoria terrena so exibidos no vs. 14. Amargo cime ou inveja amargurada o primeiro. Quando este fruto nocivo encontrado em nossas igrejas? A inveja do progresso de um irmo ou seu crescimento dentro da comunidade. A inveja da nova liderana que surge no meio da igreja.Em ISm 18:6-9, podemos ver o Rei Saul com cime e inveja de Davi. A partir de ento, Saul passou a ver Davi com outros olhos. A historia no cessa aqui. A inveja nutrida por Saul continuou e seu termino foi com conseqncias desastrosas. Vs. 10. Do cime a raiva, pouco demorou. Da raiva tentativa de assassinato. E com tudo isso, o temor: Vs. 12, a partir daqui, a personalidade de Saul esta em acentuada desintegrao. De desatino em desatino, o primeiro rei ir destruir sua prpria vida.

Vamos aprender com as experincias relatadas na Palavra de Deus, se formos sensatos. Cultivar inveja e cime desintegrar a prpria vida. A maior vitima da inveja o invejoso. Ele se desestrutura emocionalmente e se incapacita diante de Deus.

Ouro fruto da sabedoria terrena sentimento faccioso. O esprito de faco no seio da comunidade crist de inspirao diablica. Com facilidade surgem grupos e partidos em nossas igrejas. Muitas vezes, uma comunidade local se fraciona por coisas pequenas, por uma primeira impresso, por raiva ou uma palavra mal colocada por um irmo. muito triste!

Deus sabia que a vaidade humana seria um grande obstculo para o avano de sua obra neste mundo. Os escritores bblicos enfrentaram problemas de partidarismo dentro das igrejas primitivas, combateram-nos e nos deixaram princpios espirituais que no podem ser ignorados.

Paulo censurou as faces na igreja de Corinto: ICo 1:10 Rogo-vos, irmos, em nome de nosso Senhor Jesus Cristo, que sejais concordes no falar, e que no haja dissenses entre vs; antes sejais unidos no mesmo pensamento e no mesmo parecer. Em Ro 12:16 ele exorta aos cristos. sede unnimes entre vs; no ambicioneis coisas altivas mas acomodai-vos s humildes; no sejais sbios aos vossos olhos;. Na carta aos Filipenses ele faz o mesmo, Fl 2:1-3 Portanto, se h alguma exortao em Cristo, se alguma consolao de amor, se alguma comunho do Esprito, se alguns entranhveis afetos e compaixes, completai o meu gozo, para que tenhais o mesmo modo de pensar, tendo o mesmo amor, o mesmo nimo, pensando a mesma coisa;nada faais por contenda ou por vanglria, mas com humildade cada um considere os outros superiores a si mesmo;.

claro que sendo a igreja uma comunidade to heterognea, as diferenas de opinio sero grandes. Podemos encontrar pessoa com formao educacional superior, outras sem essa formao, jovens, idosos, pessoas de outras naes com cultura distinta, etc. como exigir uma s opinio?

Nossas diferenas persistem e nos levaro a posturas diferentes. Mas, uma das glrias da igreja de Cristo, inclusive, exatamente esta, a de reunir as mais diversas pessoas em um s corpo. No Senhor Jesus a igreja dever ser unnime. A unidade na diversidade foi a caracterstica dos primeiros cristos. A igreja de Jerusalm se caracterizava por este sentimento. At. 1:14 Todos estes perseveravam unanimemente em orao,.At. 2:1 Ao cumprir-se o dia de Pentecostes, estavam todos reunidos no mesmo lugar. At 4:32 Da multido dos que criam, era um s o corao e uma s a alma, e ningum dizia que coisa alguma das que possua era sua prpria, mas todas as coisas lhes eram comuns. Havia um profundo senso de unanimidade dentro da igreja. Em Atos 5, Ananias e Safira quebraram a unanimidade. Mentiram, desejando notoriedade, buscando aparecer mais que os outros. A punio foi a morte. Deus cobrou a quebra da unanimidade.

A sabedoria que produz frutos de dissenso terrena, animal e diablica. E conclui Tiago. Vs. 16 Porque onde h cime e sentimento faccioso, a h confuso e toda obra m.

17_Mas a sabedoria que vem do alto , primeiramente, pura, depois pacfica,moderada, tratvel, cheia de misericrdia e de bons frutos, sem parcialidade, esem hipocrisia.

A sabedoria do alto primeiramente, pura. A purificao cerimonial era uma exigncia do judasmo para agradar a Deus. No se podia aproximar de Deus de qualquer forma. O portador da sabedoria do alto no est contaminado pelas imundcias que desagradam a Deus. Depois pacifica. Onde o Senhor est, h paz. A sabedoria diablica produz confuso e toda m obra. A ordem, a segurana a iseno de dios. Uma pessoa dominada pela sabedoria de Deus projetar isto no seu relacionamento com as outras. Moderada. O termo sugere equilbrio, gentileza, franqueza, sinceridade. uma maneira autentica no tratar com o prximo. Expressar moderao reconhecer que na lei formal pode haver brechas. O homem moderado sabe que h ocasies quando uma coisa pode estar absolutamente justificada e, no entanto, ser absolutamente errada do ponto de vista moral. Este homem sabe discernir quando ultrapassar a lei, e sabe distinguir qual superior da prpria lei. Conhece o momento em que apegar-se ferrenhamente a seus direitos seria inquestionavelmente legal, mas, tambm indiscutivelmente pouco cristo. Ser moderado, portanto, ir alm da lei na busca do melhor. Vejamos o exemplo de um homem moderado Jos, pai de Jesus. (Mt 1:19) E como Jos, seu esposo, era justo, e no a queria infamar, intentou deix-la secretamente. Moderada seguida por Tratvel. So termos diferentes, embora caminhem na mesma direo. H pessoas que no so tratveis. Confundem franqueza com falta de educao. So agressivas, maldosas, rancorosas. A defesa de sua f e a rigidez de suas convices, algumas vezes torna-se um desservio obra de Deus. Ao invs de defender estas atitudes no tratveis desmoraliza o evangelho.A violncia verbal e os ataques pouco polidos que se faz para defender posies assumidas por cristos com sabedoria terrena tornam-se motivo de escndalo e vergonha. Cristos envaidecidos, desobedientes, covardes, colricos, que discordam com a opinio de seu irmo ou lder, constituem-se um contra-senso. o amor a sua verdade ou o ego ferido que prevalece! A sabedoria do alto no truculenta. No leva a agir de forma intratvel. Cheia de misericrdia outra caracterstica apresentada por Tiago. Ele quer dizer compaixo, piedade para com os desgraados. um profundo interesse pelos que sofrem. Uma pessoa que tenha a sabedoria do alto ter real interesse pelas pessoas, h de se condoer dos miserveis. A insensibilidade para com o sofrimento alheio no prpria de quem provou na sua vida a misericrdia de Deus. bons frutos exatamente o que produz a misericrdia. Estes frutos devem ser apresentados. a f pratica. Tiago pode frutos que a autentiquem. Os frutos so as evidencias da religio. A sabedoria do alto sem parcialidade. Onde ela esta presente no h preferncias por pessoas em detrimento de outras. Qualquer tipo de preferncia no , por certo, de inspirao divina. Quando na igreja h atitude de favoritismo, esta havendo pecado. Formao acadmica, bens materiais, maior contribuio e outros quesitos nunca devem ser motivos para algum ser privilegiado na igreja do Senhor. O currculo de um membro o corpo de Cristo, deve ser medido pelo seu carter cristo exibidos no dia a dia, na obedincia, na pratica da doutrina dos apstolos, na comunho, no partir do po e nas oraes e no pelos seus ttulos acadmicos e posio econmica. por tudo isso, que a sabedoria do alto sem hipocrisia. Um fingidor, comediante, quem representa um papel, um ato teatral. O hipcrita a pessoa que se dedica a representar bondade de tal maneira que merece ser chamada de bondade teatral. a pessoa que procura fazer com que todos vejam a esmola que d (Mt 6:16). o individuo cuja bondade no busca agradar a Deus, mas aos homens. o individuo que no diz A Deus seja a glria, mas A mim seja o crdito. No com palavras, mas com atitudes, com Vida! Fidelidade!Na sabedoria do Alto, divina, identificamos trs caractersticas que so encontradas nas bem-aventuranas de Jesus: Pura Bem-aventurados os puros de corao. Pacifica Bem-aventurados os pacificadores. Cheia de misericrdia Bem-aventurados os misericordiosos. Ao estabelecer as caractersticas do cidado do reino no Sermo do Monte, Jesus estabeleceu nove bem-aventuranas. Trs delas se projetam na sabedoria divina, inspirada por Deus. No apenas vemos a semelhana entre Tiago e o Sermo do Monte, mas uma vez mais se ratifica a unidade da Bblia em seus conceitos. Um cidado do reino de Jesus, que tem o carter cristo, ter a sabedoria que vem do alto. O texto termina lembrando a stima bem-aventurana: 18_ Ora, o fruto da justia semeia-se em paz para aqueles que promovem a paz.No para os que amam a paz, mas para os que a promovem. O que diz a bem-aventurana: Bem-aventurados os pacificadores, e no os pacifistas. No basta querer ou amar a paz. necessrio promover a paz. O contraste entre as duas classes de sabedoria muito bem assinalado. Uma de cima e a outra terrena. Uma est cheia de misericrdia e bons frutos, sem mudana, sem hipocrisia; a outra dos sentidos, carnal e diablica. Contrastam-se tambm os frutos. Uma produz a paz e outra produz contendas e invejas. Este contraste serve para que venhamos refletir como cristo, que autodenominamos!Qual a sabedoria que est dominando a nossa vida? Qual a sabedoria que rege na igreja? Coelho Filho, Isaltino Gomes Tiago, nosso contemporneo: um estudo contextualizado Epistola de Tiago. 2 ed. Rio Janeiro: Junta de Educ. Religiosa e Publicaes, 1990.

Estudo Livro Tiago cap. 04A Origem das Contendas (15) (Cap. 4:1-10)

1_Donde vm as guerras e contendas entre vs? Porventura no vm disto, dos vossos deleites, que nos vossos membros guerreiam? 2_Cobiais e nada tendes; logo matais. Invejais, e no podeis alcanar; logo combateis e fazeis guerras. Nada tendes, porque no pedis. 3_Pedis e no recebeis, porque pedis mal, para o gastardes em vossos deleites. 4_Infiis, no sabeis que a amizade do mundo inimizade contra Deus? Portanto qualquer que quiser ser amigo do mundo constitui-se inimigo de Deus. 5_Ou pensais que em vo diz a escritura: O Esprito que ele fez habitar em ns anseia por ns at o cime? 6_Todavia, d maior graa. Portanto diz: Deus resiste aos soberbos; d, porm, graa aos humildes. 7_Sujeitai-vos, pois, a Deus; mas resisti ao Diabo, e ele fugir de vs. 8_Chegai-vos para Deus, e ele se chegar para vs. Limpai as mos, pecadores; e, vs de esprito vacilante, purificai os coraes. 9_Senti as vossas misrias, lamentai e chorai; torne-se o vosso riso em pranto, e a vossa alegria em tristeza. 10_Humilhai-vos perante o Senhor, e ele vos exaltar.

No vs. 1 Tiago nos mostra que naqueles dias havia hostilidade no meio das comunidades crists da poca. Assim como temos hoje. H divises, rixas, e competies na igreja de Cristo, infelizmente. Como chega a acontecer isto? Por que assim?

Donde vem as guerras e contendas? A resposta de Tiago imediata: Dos vossos deleites, que nos vossos membros guerreiam Deleites (hedonn), que hedonismo, a concepo da vida segundo a qual o prazer a finalidade, o bem supremo da vida. a glorificao dos sentidos.Os deleites esto na carne, no homem interior. A lucidez de Tiago grande: A fora dos prazeres que operam na nossa vida produz o clima de regras sociais, dentro das igrejas. Trocando em midos, o espirito de contendas entre os cristos produto da carnalidade humana, da carne trabalhada pelo intenso desejo de prazer, de satisfao. o homem dominado pela carne que produz problemas na igreja. Tiago o contrape ao homem sujeito a Deus (vs 7), que poe o Diabo em fuga. Cobiais e nada tendes. Desejar melhores condies de vida no errado. uma legitima aspirao humana. Mas, cobiar aqui no uma aspirao legitima. A conseguencias dos verbos no vs 2 esclarece bem: cobiar, matar, invejar, combater, fazer guerras. No so desejos inspirados por Deus. So inspirados por deleite, prazer.

O matais no quer dizer que havia assassinatos naquelas igrejas. A figura empregada pelo autor de uma guerra entre pessoas e naes, como houvesse uma semelhana nas igrejas o espirito de contendas carnal entre as pessoas, uma natureza puramente humana.

Nada tendes, porque no pedis uma declarao obvia, mas a sua continuao alerta contra as oraes sem valor, mal direcionadas. O ensino de Jesus sobre a orao do sermo do monte, (Mt 7:7-8) 7 Ped, e dar-se-vos-; buscai, e achareis; batei e abrir-se-vos-. 8 Pois todo o que pede, recebe; e quem busca, acha; e ao que bate, abrir-se-lhe-. em termos absolutos. todo o que pede, recebe. Tiago relativiza. Se tudo o que pedssemos fosse atendido por Deus, seramos infelizes. Muito do que pedimos no o melhor. E, tambm, orao no obrigar Deus a fazer o que queremos. Pedimos muitas vezes e no recebemos porque pedimos mal. So os deleites, os prazeres, que nos levam a pedir mal, de forma desfocada da vontade Divina.Calvino certa vez disse, sobre este assunto Queriam fazer de Deus o ministro de suas prprias concupiscncias.

Muitos gostariam de usar Deus para seus propsitos, que no so muito edificantes. Os valores daqueles cristos deveriam ser outros. Estavam, como a igreja de Laodicia, apaixonadas por valores mundanos, mas absolutamente desinteressados pelos valores que, aos olhos de Deus, realmente contam. Nos vs. 4, Tiago clama contra o amor ao mundo. Importa lembrar aqui que mundo no as pessoas . Deus amou o mundo... (Jo3:16). Temos um sentido moral no termo: um sistema de valores humanos pervertidos e organizados contra Deus, como Babilnia, por exemplo. No possvel amar a Deus e ao conjunto de valores que se ope a ele. Assim Tiago reclama: Infiis, no sabeis que a amizade do mundo inimizade contra Deus?.

Infiis traz literalmente o sentido de adlteras (feminino, designando as pessoas que deveriam ser consorciadas com Deus e o traram). A figura de adultrio para configurar a infidelidade espiritual vem do Velho Testamento. Iav desposou Israel, quando do xodo. A proteo (da parte de Deus) e a submisso (da parte de Israel), elementos presentes na unio conjugal, estavam assumidos pelas partes. Com a busca de outras divindades, Israel adulterou. Quebrou sua palavra. Jeremias muito preciso: Deveras, como a mulher se aparta sem motivo de seu marido, assim Israel fez com o Senhor (Jr. 3:20).A figura de casamento tambm esta presente no Novo Testamento: ... pois vos desposei com um s Esposo, Cristo, para vos apresentar a ele e como virgem pura 2 Co 11:2. Cristo e a Igreja so exemplo nupcial para o casal. A figura bem eleborada: amor, dedicao e fidelidade. O cristo deu seu corao a Jesus Cristo. Apaixonou-se por ele. Amar o mundo adulterar contra Cristo, dividir o amor que lhe foi prometido. Isto no possvel!

O prprio amor cristo pode ser desfocado e vir a ser tao pernicioso quanto o amor ao mundo. Amar o mundo dar o nosso corao ao materialismo, ambio ou ainda a coisas muito boas e vlidas mas que assumem importncia maior que o nosso Criador. O amor pregao do evangelho pode ser amor ao mundo, se gostamos de fazer pelo destaque, porque somos muito bom na oratria, etc...O amor nossa casa de orao (templo) poder ser amor ao mundo, se estamos to ocupados com a aparncia do lugar e no com as pessoas, a adorao ou ao servir ao Senhor. O orgulho de ser cristo, a motivao de estar a frente em alguma funo na igreja , se o foco no para o Senhor, isto tambm amor ao mundo. Tiago no nos deixa meio-termo: o amigo do mundo inimigo de Deus. O homem no precisa ser inimigo de Deus. Ele se torna assim porque quer.

Vs. 5 Ou pensais que em vo diz a escritura: O Esprito que ele fez habitar em ns anseia por ns at o cime?. O cristo no pode dividir se afeto, dando-o pela metade a Deus e pela metade a outras coisas. Isto idolatria

S h um Deus. Grande advertncia! Amamos a Deus mais que aos nossos bens, mais que as pessoas com as quais vivemos? Temos, realmente, um s Deus ou formulamos tal declarao de f e deslocamos o Senhor para a periferia de nossa vida, dando aos deuses modernos, como carro, eletrodomsticos, posio social e ideologias, o primeiro lugar?

6_Todavia, d maior graa. Portanto diz: Deus resiste aos soberbos; d, porm, graa aos humildes. uma citao de Provrbios 3:34. No devemos orgulharmos. Est certo. Mas, o que faz esta declarao aqui? No estaria deslocada? Qual o sentido de sua colocao neste lugar?A soberba, o orgulho e o desejo de autoconfiana sem Deus que levam amizade pelo mundo, deixando o Senhor, em segundo plano. Tais pessoas, ele resiste. No as aceita porque so amigas do mundo, e logo, suas inimigas. Mas, d graa aos humildes. A mesma ideia apresentada em I Pe 4:5, 6, sendo assim ratificada.

O deleite pode ser vencido! No necessrio ser vencido por ele, tendo a vida frustada que os vs 1-3 nos mostram. Tampouco necessrio ser inimigo de Deus, amando o mundo. Assim que Tiago introduzir nova personagem, o Diabo. Seus agentes j apareceram em 2:19 (os demnios), mas ele surge aqui, pela primeira vez, no vs 7.Tiago esta falando de desejos hedonistas e de amos para com o mundo. Quem estaria por trs de tudo isto? O Diabo o prncipe deste mundo (Jo12:31). Ele quem estimula, alimenta o amor ao mundo nos coraes humanos.

No vs. 7_Sujeitai-vos, pois, a Deus; mas resisti ao Diabo, e ele fugir de vs. Deve ser visto dentro de uma perspectiva global, e no fragmentada. H neste vs duas frases que no podem ser dissociadas/separadas:

A 1 frase Sujeitai-vos, pois a Deus; A 2 Mas resiste ao Diabo.

Temos aqui duas caractersticas que fazem parte da vida do Cristo.

Somos exortados a resistir ao Diabo porque assim fazendo ele fugir de ns. importante, no entanto, observar que sujeitai-vos, pois a Deus precede a ordem de resistncia. Muitos cristos sinceros tem cado porque lutam conta o inimigo sem uma perfeita submisso ao Senhor. Vale dizer, tem resistido ao Diabo na carne, e tem sido derrotados.

H ex. Bblicos que nos ajudaro a entender bem o fato acima citado. O primeiro casal e o Senhor Jesus. Nas duas experiencias de tentao, encontramos uma rendio vergonhosa e uma resistncia vitoriosa. No caso da rendio, no se v nem resistncia nem busca de Deus ou submisso a ele. Pelo contrrio, o questionamento da serpente sobre os motivos de Deus foi bem aceito. No caso da resistncia vitoriosa, encontramos um homem totalmente confiante e submisso ao Pai. A lio inequvoca: para resistir com sucesso ao Diabo preciso submeter-se a Deus.

No vs8_Chegai-vos para Deus, e ele se chegar para vs. Limpai as mos, pecadores; e, vs de esprito vacilante, purificai os coraes.Na parte A do vs. Nos d uma ideia imediata que nossa atitude produz a ao divina. Se nos chegarmos a Deus, ento, e s ento, ele se chegar a ns. Em Jo15:16, encontramos ideia oposta: Vs no me escolhestes a mim mas eu vos escolhi a vs,. A ideia aqui que Deus agiu primeiro. De modo semelhante, IJo 4:10 nos declara: Nisto est o amor: no em que ns tenhamos amado a Deus, mas em que ele nos amou a ns, e enviou seu Filho como propiciao pelos nossos pecados. Novamente a iniciativa pertence ao Senhor.

Por amor Deus em sua soberania permite a si mesmo fazer certa parte e nada mais. Ele estabeleceu limites para si mesmo quando criou o homem e nunca obriga ningum a tomar uma deciso contra a sua prpria vontade. Deus fez tudo o que era possvel, dando-nos seu Filho e atuando pelo Espirito Santo. a isto que o homem tem que responder. Deve chegar-se a Deus, e quando assim o faz descobre que Deus esta ali, chegando-se a ele.

Tiago deixa a questo dos prazeres, do mundo e do Diabo. S

Passa a dar instrues aos cristos daqueles dias e pra nos tambm de como nos aproximar de Deus. Apresenta sentenas curtas, cada uma contendo uma verdade. No h uma argumentao continuada, mas, semelhana do livro de Provrbios.

COMO SE APROXIMAR DE DEUS? A 2 parte do vs 8, vs 9 e 10 tratam exatamente de como se d a aproximao homem-Deus. SO CINCO PASSOS. 1 Passo: Limpai as mos, pecadores; e, vs de esprito vacilante, purificai os coraes. (parte b vs 8). Os sacerdotes deviam lavar as mos era mais que um costume.No entanto, Os discpulos de Jesus no lavavam as mos para comer.

Para chegarmos a Deus, precisamos de um espirito de pureza, de um desejo de santificao, despojando-nos da impurezas. A ideia reforada pela expresso:

purificai o corao dirigida aos de espirito vacilante ou hipcritas.

A mos representa o exterior e nos d a ideia de ao, O Corao nos remete ao intimo da pessoa. O seu interior e nos d ideia das emoes e das efetividades da pessoa. Para uma aproximao correta de Deus, preciso uma purificao tanto internaquanto externa, tanto de sentimentos quanto de atitudes. O que agrada a Deus no a mera exterioridade, mas a coerncia entre o fazer e o ser.

No vs 9 comea com trs verbos: sentir, lamentar e chorar. Mostram uma atitude de quebrantamento.

2 Passo: 9a_Senti as vossas misrias, lamentai e chorai;Sentir pelo seu estado espiritual; Lamentar-se e chorar pelos seus pecados. 3 Passo:9b_torne-se o vosso riso em pranto, Uma correta aproximao de Deus leva a uma atitude de chorar os pecados. O estado de espirito da pessoa muda. Quem aproxima de Deus com seriedade no o far de modo relaxado ou com espirito como que no quer trabalhar.4 Passo:9c_e a vossa alegria em tristeza. Mostra que h uma mudana emocional no estado de espirito de quem se aproxima de Deus em busca de santificao. A fora do texto se acentua quando descobrimos que palavra tristeza nos d uma ideia de olhar para baixo, para o cho, numa atitude de vergonha. O publicano de Lc18:13, no ousava levantar os alhos para o cu. impossvel buscarmos uma aproximao mais profunda de Deus sem sentirmos vergonha de nosso estado espiritual. Sua luz mostrar nossa imundcia e nos levar vergonha.

5 Passo: Vs. 10_Humilhai-vos perante o Senhor, e ele vos exaltar. O exemplo mais claro e que faz a mais excelente prova dessa passagem o do nosso Salvador, como Paulo nos mostra em Filipenses 2:5-11. Ele se esvaziou, humilhou-se at a morte, e morte de cruz; por isso, ...9_Deus o exaltou soberanamente, e lhe deu o nome que sobre todo nome; 10_para que ao nome de Jesus se dobre todo joelho dos que esto nos cus, e na terra, e debaixo da terra, 11_e toda lngua confesse que Jesus Cristo Senhor, para glria de Deus Pai. Foi exaltado sobre tudo e todos, mas antes, esvaziou-se. Sim, Deus resiste aos soberbos; d, porm, graa aos humildes.

Vs. 11 Irmos, no faleis mal uns dos outros. Quem fala mal de um irmo, e julga a seu irmo, fala mal da lei, e julga a lei; ora, se julgas a lei, no s observador da lei, mas juiz. 12 H um s legislador e juiz, aquele que pode salvar e destruir; tu, porm, quem s, que julgas ao prximo?

Tiago nestes dois vs. fala claramente o que acontece com os cristos que sem sabedoria fala mal dos outros, quando assim o fazem est julgando a prpria Palavra de Deus, que condena tal atitude. O texto que estudamos uma chamada consagrao. E trs promessas so feitas aos que buscam a consagrao: 1) O diabo, fugir deles;2) Deus se chegar a eles;3) Deus os exaltar.So preciosas promessas aos que se submetem a Deus, humilhando-se diante dele.

O Que a Vossa Vida? (16) (Cap. 4:13-17) 13_Eia agora, vs que dizeis: Hoje ou amanh iremos a tal cidade, l passaremos um ano, negociaremos e ganharemos. 14_No entanto, no sabeis o que suceder amanh. Que a vossa vida? Sois um vapor que aparece por um pouco, e logo se desvanece. 15 Em lugar disso, deveis dizer: Se o Senhor quiser, viveremos e faremos isto ou aquilo. 16_Mas agora vos jactais das vossas presunes; toda jactncia tal como esta maligna. 17_Aquele, pois, que sabe fazer o bem e no o faz, comete pecado.

Tiago fala da Falibilidade dos Projetos Humanos, tendo sua enfase colocada principalmente na indagao do vs 14: Que a vossa vida?

No resta dvidas que a ideia mais forte do texto que agora analisaremos a imprevisibilidade da vida humana. Como esta surpreendente! Poderia, por exemplo, Moiss, no dia da sada do Egito aps a longa disputa com o fara, imaginar que ele prprio no estaria na terra prometida? Poderia Bartimeu, que saiu a esmolar, imaginar que naquele dia o Senho Jesus restituiria a vista e sua vida seria radicalmente modificada? Quantos de ns fomos tambm surpreendidos com o imprevisvel!

Tiago reclama de pessoas que fazem plano de locomoo para uma cidade onde programam passar um determinado tempo e para ganhar dinheiro. Planejar a vida e ganhar dinheiro trabalhando honestamente no pecado. Pelo contrrio, uma medida acertada. Planejamento e trabalho so virtudes a cultivar. A questo fundamental que Deus foi esquecido, como Tiago menciona no vs. 15 Deveis dizer: Se o Senhor quiser, ....

Os judeus, como raa, caracterizaram-se como grandes comerciantes. Na Bblia, ns os encontramos como agricultores e pastores de rebanhos. Mas, desde a disperso, muitos deles se tornaram comerciantes e banqueiros. A habilidade comercial e a disposio para o trabalho fizeram dos judeus comerciantes afortunados.

Naqueles dias o mundo crescia. Muitos cidades estavam sendo fundadas. Numa povoao que comea a surgir a habilidade comercial tem amplas oportunidades. E os judeus eram bem acolhidos nas cidades onde chegavam e logo recebiam a cidadania, pois com eles chegavam o comercio e o dinheiro. Por isso o planejamento: iremos a tal cidade, l passaremos um ano, negociaremos e ganharemos. O grande problema era o banimento de Deus nas decises humanas.

Um exemplo dessaitinerncia dos judeus esta com quila e Priscila. Em At 18:2, Paulo encontra o casal que viera expulso de Roma, onde exercia o oficio de fabricantes de tendas. Em Romanos 16:3-5, o casal esta de volta a Roma e inclusive em sua casa se hospeda a igreja crist.

No entanto, no sabeis o que suceder amanh. Que a vossa vida? Penetrantes palavras! O que a nossa vida? Veja o que diz o salmista: Sl 90:9, 10 ...acabam-se os nossos anos como um suspiro. Passa rapidamente, e ns voamos... Estas so declaraes do salmista Moiss sobre a rapidez da vida humana. Sendo a vida to rpida e incerta, planej-la sem Deus insensatez. Em Lucas 12:13-21 temos a parbola do rico insensato. Os bens materiais eram o deus daquele homem e se constituam na sua grande paixo. No discurso que ele pronunciou, no houve lugar para Deus. S o EU: Farei, farei, derribarei, edificarei, recolherei, direi. Planejou para longo prazo: Muitos bens para muitos anos. Naquela noite, sua alma foi pedida. Que a vossa vida?

Vapor ou Neblina Seria nossa vida mais que esta duas figuras? A dona de casa destampa a panela, sobe o vapor que dentro dela se formou e logo se acaba. Muitos de ns vivemos como se nunca fossemos morrer! Nunca nos lembramos que aos olhos de Deus somos como um vapor. Por isso, a recomendao do vs. 15 oportuna: Em lugar disso, deveis dizer: Se o Senhor quiser, viveremos e faremos isto ou aquilo. Nunca devemos deixar Deus fora de nossos planos. Nenhum absolutamente nenhum deles!

O que significa dizer Se o Senhor quiser? Isso suficiente para mostrar a dependncia de Deus? Essa uma advertncia saudvel, mas ao mesmo tempo se converteu numa frase rotineira que tem pouco significado para muitos dos que a usam. No precisamos ficar repetindo, sempre Se o Senhor quiser. Isso no suficiente neste caso, como que garantisse a presena dEle em tudo! Como que o simplesmente repetida vezes oramos e dizemos em nome de Jesus seremos atendidos, claro que no assim! Deve ser mesmo um desejo sincero e uma disposio autntica do nosso corao, para que em ns se cumpra o querer de Deus.

No vs. 16 Mas agora vos jactais das vossas presunes; Na Bblia linguagem de hoje, traduzido assim: Porm vocs so orgulhosos e vivem se gabando. o orgulho humano que nos leva a presumir que somos suficientes, que nos bastamos, e por isso podemos prescindir, dispensar a Deus. Moiss alerta o povo de Deus, em Dt8, para que no esquea os benefcios feitos pelo o Senhor. O povo no deveria dizer: A minha fora, e a fortaleza da minha mo me adquiriram estas riquezas, mas sim se lembrar do Senhor, porque ele o que te d foras para adquirires riquezas... (vs. 17, 18). Orgulhar-se do progresso pessoal sem reconhecer que vem de Deus o poder e a capacidade para tal, atitude maligna. Como diz Tiago: Toda jactncia tal como esta maligna. Jactncia=vanglria; soberba; arrogncia; amor-prprio.

O termo maligna o mesmo encontrado no Pai Nosso: mas livra-nos do mal (Mt 6:13). Livra-nos do maligno, ou seja o MALIGNO precede o ORGULHO! ele o MALIGNO que inspira os homens a se orgulharem da grandeza do que adquiriram. Cuidado com a auto suficincia!

De repente, parece que, quebrando a sequencia dos argumentos, Tiago diz: Aquele, pois, que sabe fazer o bem e no o faz, comete pecado. Seria uma sentena isolada, desligada de toda a argumentao anterior, no fosse o pois. A frase tem conexo total com o que anteriormente foi exposto. Na realidade, o vs. 17 faz a ponte entre o discurso contra os comerciantes (vs. 13-16) e o discurso contra os ricos e opressores (Tg 5:1-6). As pessoas dotadas de mais posses tm melhores condies de ajudar os necessitados. (LEI DA SEMEADURA).Os prsperos negociantes do texto que ora tratamos no o faziam. Omitiam-se . Os ricos negociantes do texto a seguir, no apenas deixavam de ajudar, mas oprimiam. Omisso e represso: a ordem lgica. A omisso apenas o inicio da opresso, porque esta a sequncia da insensibilidade que se inicia com a omisso. o desinteresse pelas pessoas, a falta de amor e de compaixo crist pelas criaturas necessitadas que tornam o corao endurecido.

A nica preocupao do elemento passa a ser a preocupao consigo mesmo. Por isso, com muita propriedade, j dizia o telogo Manson, O Pecado a abolio dos dez mandamentos e a instaurao do dcimo primeiro: Tu te amars a ti mesmo sobre todas as coisas. (Mt 22:39)A essncia do pecado o egoismo, e ainda que teologicamente se possa discordar deste conceito, h que se concordar que o homem em pecado rejeita a Deus e o prximo e se constitui a si mesmo como o centro do seu universo. S ento entendemos por que a omisso pecado!

Como pecado, a omisso ser punida por Deus. O grande exemplo que nos vem da Bblia esta na parbola do rico e Lzaro, encontrado no livro de Lc16:19-31. O rico terminou no inferno. No apedrejou Lzaro. No o escorraou nem o defraudou at lev-lo mendicncia. Nada disso! O rico apenas ignorou Lzaro. O texto bblico nos diz que Lzaro, coberto de lceras, foi deixado ao porto do rico. Seu desejo era alimentar-se com as migalhas que caam da mesa do rico. Na Palestina, as pessoas ricas tinham o costume de molhar o po para que com ele lavassem as mos sujas de comida, j que, no tendo talheres, eles comiam com as mos, jogando pedaos de po molhado debaixo da mesa... Lzaro era um homem to fraco que os ces vinham lamber-lhe as feridas e ele nem sequer tinha foras para espant-los. E interessante observar que ele via os ricos, mas estes no o viam. Sim, o rico s foi ver Lzaro l no inferno.

triste pensar na insensibilidade da igrejas que constroem templos suntuosos. Imponentes catedrais para a glria de Deus. Ser realmente esta a vontade de Deus? As pessoas passam necessidades, vo at nossas casas, sabem que somos cristos, e muitas ou quase sempre batemos com a porta em sua cara. Que tipo de Deus este que, para ser glorificado em um bairro miservel, as pessoas no se relacionam, esto acima do nvel social, no falo com fulano, com beltrano, etc...Se Jesus Cristo nos revelou um Deus cuja glria no esta nas paredes, mas nas pessoas? O que uma igreja em condies assim pode comunicar aos seus vizinhos? Quanto de nossa vida eclesistica, centrada no templo, amor a Deus, e quanto escapismo dos problemas de um mundo to necessitado, no apenas no esprito, mas tambm no corpo? No somos culpados, ns mesmos, de grande parte do desinteresse e desprezo que o mundo tem se levantado conta a igreja? Que interesse real o mundo pode sentir da igreja para com ele? Quem resiste a coisas boas?

Pobre tem alma!, poder algum dizer que discorde dos que se preocupam com as necessidades materiais do povo. Com certeza o pobre tem alma. Mas, o que a igreja precisa lembrar que rico tambm tem alma e nem sempre esta ela fazendo isso aos poderosos. E mais importante ainda: A igreja precisa lembrar que pobre tambm tem corpo. Parece que isso que tem sido esquecido. Pregamos, exortamos, motivamos, pedimos a Deus, ele faz o milagre. E nossa parte como tem ficado, deixamos de fazer o bem! Isso pecado, Tiago esta dizendo isso. A igreja de Cristo que passa a viver somente dentro das quatro paredes, admirando sua estrutura, seu programa, seus projetos, esquecida das pessoas, que so imagem e semelhana de Deus.

Pobre tambm tem corpo, tem necessidades materiais. Tiago nos mostra claramente. E ns temos coragem de dizer que os ricos que eles tambm tem alma, e que daro contas a Deus de sua vida.

Quanto a ns, evitemos a omisso. Aquele, pois, que sabe fazer o bem e no faz, comete pecado. Evitemos transformar a nossa f em ideologia separada do mundo e no escapismo histrico.

PacinciaTiago 5:7-12 7 Sede, pois, irmos, pacientes, at vinda do Senhor. Eis que o lavrador aguarda com pacincia o precioso fruto da terra, at receber as primeiras e as ltimas chuvas. 8 Sede vs tambm pacientes e fortalecei o vosso corao, pois a vinda do Senhor est prxima. 9 Irmos, no vos queixeis uns dos outros, para no serdes julgados. Eis que o juiz est s portas. 10 Irmos, tomai por modelo no sofrimento e na pacincia os profetas, os quais falaram em nome do Senhor. 11 Eis que temos por felizes os que perseveraram firmes. Tendes ouvido da pacincia de J e vistes que fim o Senhor lhe deu; porque o Senhor cheio de terna misericrdia e compassivo. 12 Acima de tudo, porm, meus irmos, no jureis nem pelo cu, nem pela terra, nem por qualquer outro voto; antes, seja o vosso sim sim, e o vosso no no, para no cairdes em juzo. Eu odeio esperar. No volante, no quero ficar atrs de um carro andando 30 km/h. No supermercado, fico irritado quando a moa precisa trocar o papel do caixa justamente na hora que eu chego frente da fila. No banco, perco pacincia com as filas interminveis. De fato, sou como aquela pessoa que orou a Deus, Senhor, d-me pacincia, e eu a quero AGORA!Talvez ns fiquemos impacientes por causa de filas interminveis e carros lentos. Mas aqueles irmos estavam enfrentando uma situao bem mais difcil. Muitos deles eram pessoas pobres, marginalizadas, perseguidas por serem cristos. (2:5-7).No contexto anterior (5:1-6),descobrimos que os ricos haviam oprimido esses pobres. Haviam vivido uma vida luxuosa, enquanto retiveram o salrio dos diaristas, levaram os pobres diante dos tribunais para defraud-los, haviam condenado e matado alguns pela injustia. O vs. 6 termina mostrando a futilidade do pobre tentar ganhar causa contra o rico sem que ele vos faa resistncia. Foi justamente neste contexto que Tiago agora fala s pessoas oprimidas, atribuladas, sofridas, que estavam passando por males severos sem entender porque Deus no fazia nada. Muda dos opressores para os oprimidos, dos perseguidores para os perseguidos. Foram impacientes e queriam que algo acontecesse. Mas no podiam tomar em suas prprias mos a vingana. Tiago usa 2 palavras diferentes que descrevem esse atributo do verdadeiro cristo. A primeira palavra significa longnimo ou seja, algum que demora a esquentar, especialmente em relao a pessoas. A segunda palavra traz a idia de ficar debaixo de uma presso, tribulao ou aflio, especialmente em relao a circunstncias. Podemos juntar as duas idias para dizer que, o verdadeiro cristo aprende a permanecer debaixo de sofrimento sem perder pacincia ou explodir. Uma observao, que o texto destaca pelo menos trs vezes a vinda do Senhor.Juntando os dois temas, descobrimos que: I. A F Verdadeira Paciente em Provao . . . Confiante da Vinda do Senhor (7,8)No podemos reivindicar bno, declarar em nome de Jesus que nossos problemas desaparecero, decretar a vontade do Senhor ou, atravs do pensamento positivo, verter as nossas circunstncias. Quem dera, fosse to simples! O nico conselho que Tiago nos d : Sede pacientes . . . at a vinda do Senhor. A volta de Cristo Jesus a bendita esperana de todo cristo.A palavra vinda do Senhor significa mais que a chegada dele. Refere presena dele tambm, e esse o nosso consolo. A dura realidade que Deus no consertar todos os males desse mundo at a volta de Jesus! impossvel ser um fazendeiro, um lavrador, um agricultor, sem ter pacincia! Naquela cultura, havia um tempo prolongado entre as chuvas de outubro/novembro (no incio do plantio) e maro/abril (no final) de espera. Nenhum fruto. Crescimento imperceptvel. Mas o jardineiro espera. . . . e espera . . . na certeza de que o fruto vir. A vida crist assim. O segredo de perseverana quando o caminho duro, saber que Deus est produzindo fruto em ns. Gememos em ns mesmos, esperando a colheita. Somos encorajados na vida crist, mesmo que s vezes parea to lenta, to demorada. Deus est produzindo fruto em nossas vidas; mesmo que o resultado final demore, vir! luz dessa realidade, temos que fortalecer nossos coraes . . .Em outras palavras, temos que firmar as razes para produzirmos fruto em meio a tempestade! As razes fundas na promessa da vinda do Senhor.Devemos focalizar nessas verdades, encorajar uns aos outros diariamente, lembrar de valores eternos e viver para eles. A palavra fortalecer traz a idia de fixar, de forma resoluta (Lc9:51). II. A F Verdadeira Paciente em Provao . . . Confiante na Justia do Senhor (9)Alm da perseguio de fora (dos ricos), havia a possibilidade de aflio de dentro da igreja. Tiago realista. Reconhece que, s vezes, os irmos no se do to bem juntos. Paulo tambm reconheceu esse fato em Ef 4:2 com toda humildade e mansido, com longanimidade (= pacincia), suportando-vos uns aos outros em amor, esforando-vos diligentemente por preservar a unidade do Esprito no vnculo da paz.Mas Tiago adverte os leitores a no se queixarem entre si, pois existe um perigo real deles mesmos serem julgados, caso tiverem errado. Mas ao mesmo tempo existe uma palavra de consoloo Juiz est a porta. Em outras palavras, vingana pertence ao Senhor, no a ns. Se nosso irmo nos maltrata, se somos blasfemados, alvo de fofocas, Deus sabe disso. Ele pode providenciar uma soluo. III. A F Verdadeira Persevera em Provao . . . Confiante da Misericrdia do Senhor (10,11)Temos uma rica tradio histrica! A f dos nossos antepassados, que no tiveram os mesmos privilgios como ns, nos deixa um exemplo. Os profetas, que falaram com a autoridade como representantes do Senhor, sofreram muitos males, mas com grande pacincia. A razoporque todos esses antepassados perseveraram, porque sabiam algo que seus perseguidores no sabiamque seu Deus era misericordioso e bondoso (compassivo). Apalavra misericordioso significa de grande compaixo. Em outras palavras, Deus SENTE o que sentimos. isso que o livro de Hebreus fala sobre Jesus: Hb4:15, 16Porque no temos sumo sacerdote que no possa compadecer-se (=sentir junto, sofrer junto conosco)das nossas fraquezas... Temos que confiar no carter do nosso Deus! Em meio a sofrimento, temos que fixar nossa ncora naquilo que sabemos ser verdadeiro a respeito de Jesus. O difcil em tempos de crise acreditar que Ele realmente quer o nosso bem . . . que Ele realmente um Deus bom . . . que Ele sente conosco . . . que nos ama. IV. A F Verdadeira Persevera em Provao . . . Confiante na Soberania do Senhor (12)Aqui em tentao vemos a idia de validar sua palavra (e, por implicao, seu prprio poder) por votos.Mas por que votos? Parece totalmente fora do contexto. Mas ns podemos imaginar situaes em que algum, querendo se livrar de uma situao difcil, assume um voto, compromisso, jura por algo sobre o qual no tem controle, tentando apressar sua prpria vontade. Em outras palavras, muito fcil em meio a provao, dizer coisas que voc no quis dizerpromessas, ameaas, palavres . . . Juro vou matar voc, . . . Se o Senhor me livrar dessa, prometo servi-lo o resto da minha vida . . . A idia de que Deus o nico soberano. S Ele nos livrar do sofrimento, no tempo dEle. No podemos apressar a vontade dEle atravs de promessas vs. A f verdadeira persevera em meio a tribulaona esperana da vinda do Senhor.um quadro com as diferenas da verdadeira e da falsa religio.

Caractersticas da verdadeira religioCaractersticas da falsa religio

Gozo e pacincia em meio s provas 1:2-4;Ouvir a Palavra com indiferena e negligncia 1:22-24;

F constante e firmeza de nimo 1:5-8;A religio v, acompanhada de uma lngua indomvel 1:26;

Aceitao das provises divinas na vida 1:9-11;O favoritismo, que honra aos ricos e desonra aos pobres; 2:1-9;

Suportar a tentao 1:12; A obedincia parcial da Lei 2:10-12;

Reconhecer as fontes de tentao e os resultados de se ceder a ela 1:13-15; A inclemncia 2:13;

Reconhecer a fonte divina de todas as bnos 1:16-18; A simples profisso de f, desacompanhada de atos de misericrdia e ajuda 2:14-16;

O ouvido espiritual; o cuidado ao falar; e a pacincia diante da provocao 1:19-20;A f inativa 2:17,18;

O abandono de toda a maldade, e o recebimento com mansido da verdade salvadora 1:21; O assentimento intelectual da verdade, sem nenhuma mudana de carter 2:19,20;

A busca da verdade e a sua prtica 1:25; as boas obras como uma demonstrao de f 2:18; Louvores e maldies procedentes de uma mesma boca 3:9-12;

A generosidade prtica, a pureza 1:27; e a sabedoria celestial 3:17,18;A inveja, a ambio e a sabedoria satnica 3: 14-16;

No corromper-se com o mundo 1:27; O descontrole nas palavras e sua influncia destruidora 3:1-8

A f termina onde a preocupao comea, e a preocupao termina onde a f comea.Tg.11- Os justos e as tribulaes Tg.12 O crente tem que ter domnio prprio Tg.1.19-213 Sejamos praticantes da palavra de Deus Tg.1.19-274-

Tema: Sede vs tambm pacientes fortalecei os vossos coraes Tg.5.8Os benefcios dessa gloriosa virtude que a pacincia.1 Sede pois paciente at a vinda do Senhor Tg.5.72 o lavrador planta e espera com pacincia a chuva Tg.5.7c3 Sede vs tambm pacientes fortalecei os vossos coraes Tg.5.84 A prova da nossa f obra a pacincia Tg.1.3c5 A pacincia uma obra perfeita Tg.1.4I Pedro1- 60 livro da Biblia2 21 livro do novo testamento3 5 capitulos4 105 versiculos5 Autor: Pedro - 1 Pedro 1:1 identifica o apstolo Pedro como o seu autor6 uma das cartas aos dispersos - 7 Chave do livro: o texto chave. lPd.4.1o versculo chave:lPd.1.3,7, 1 Pedro 2:9, 1 Pedro 2:24, 1 Pedro 5:8-9 - 1 Pedro 1:3: "Bendito seja o Deus e Pai de nosso Senhor Jesus Cristo! Conforme a sua grande misericrdia, ele nos regenerou para uma esperana viva, por meio da ressurreio de Jesus Cristo dentre os mortos."

1 Pedro 2:9: "Vocs, porm, so gerao eleita, sacerdcio real, nao santa, povo exclusivo de Deus, para anunciar as grandezas daquele que os chamou das trevas para a sua maravilhosa luz."

1 Pedro 2:24: "Ele mesmo levou em seu corpo os nossos pecados sobre o madeiro, a fim de que morrssemos para os pecados e vivssemos para a justia; por suas feridas vocs foram curados."

1 Pedro 5:8-9: "Sejam sbrios e vigiem. O diabo, o inimigo de vocs, anda ao redor como leo, rugindo e procurando a quem possa devorar. Resistam-lhe, permanecendo firmes na f, sabendo que os irmos que vocs tm em todo o mundo esto passando pelos mesmos sofrimentos."

8 - Objetivos do Livro - 1 Pedro uma carta de Pedro aos fiis que tinham sido dispersos por todo o mundo antigo e estavam sob intensa perseguio. Pedro realmente entendia o que era ser perseguido. Ele foi espancado, ameaado, punido e preso por pregar a Palavra de Deus. Ele sabia o que era perseverar sem amargura e sem nunca perder a esperana, assim como viver uma vida obediente e vitoriosa em muita f. Esse conhecimento da esperana viva em Jesus foi a sua mensagem, assim como seguir o exemplo de Cristo.

9 Tempo:Data:62 a 64 dc.10 Propsito:Oferecer encorajamento aos cristos que sofriam;1 Pedro uma carta de Pedro aos fiis que tinham sido dispersos por todo o mundo antigo e estavam sob intensa perseguio. Pedro realmente entendia o que era ser perseguido. Ele foi espancado, ameaado, punido e preso por pregar a Palavra de Deus. Ele sabia o que era perseverar sem amargura e sem nunca perder a esperana, assim como viver uma vida obediente e vitoriosa em muita f. Esse conhecimento da esperana viva em Jesus foi a sua mensagem, assim como seguir o exemplo de Cristo.

11 Aplicao pratica:A certeza da vida eterna dada a todos os cristos. Uma forma de identificar-se com Cristo compartilhar de Seu sofrimento. Para ns, isso significaria suportar os insultos e calnias daqueles que nos chamam de "conservadores" ou "santinhos". Isso to insignificante comparado ao que Cristo sofreu por ns na cruz. Permanea firme sobre o que voc sabe e cr ser o certo e alegre-se quando o mundo e Satans tentam te machucar.

12 - Esboos do livro 1 - Natureza da salvao - 1.1-21 2 - Crescimento do cristo - 1.22 - 2.10. 3 - Vida crist prtica - 2.11 - 3.22. 4 - Exortaes diversas - 4.1-19 5 - Admoestaes aos lderes - 5.1-14.13 - Circunstncia A carta foi escrita numa poca de grande perseguio imperial contra a igreja aps o incndio em Roma. No livro de Atos, os principais perseguidores eram os judeus. No perodo em que Pedro escreveu, os perseguidores passaram a ser os gentios (4.3,4,12).14 - Caractersticas O livro exortativo, consolador, cristolgico, "cristocntrico". Observamos que Tiago quase no cita Jesus em sua carta. Pedro, porm, cita-o a todo momento. Aquele que o havia negado, agora tem no seu nome a base de sua doutrina.15 - Resumo: Embora este tempo de perseguio tenha sido muito violento, Pedro revela que era, na verdade, um tempo de regozijo. Ele diz que sofrer pelo amor de Cristo, assim como seu Salvador sofreu por eles, deve ser encarado como um provilgio. Esta carta faz referncia s experincias pessoais de Pedro com Jesus, assim como aos seus sermes do livro de Atos. Pedro confirma que Satans o grande inimigo de todos os cristos, mas que a garantia do retorno futuro de Cristo fornece o incentivo de esperana.

16 - Conexes: A familiaridade de Pedro com a lei e os profetas do Antigo Testamento permitiu-lhe explicar vrias passagens do AT luz da vida e obra do Messias, Jesus Cristo. Em 1 Pedro 1:16, ele cita Levtico 11:44: "...sejam santos, porque eu sou santo." Entretanto, ele comea com uma explicao de que a santidade no alcanada pela observncia da lei, mas pela graa concedida a todos os que creem em Cristo (v. 13). Alm disso, Pedro explica a referncia "pedra angular" de Isaas 28:16 e Salmo 118:22 como sendo Cristo, o qual foi rejeitado pelos judeus atravs de sua desobedincia e incredulidade. Referncias adicionais do Antigo Testamento incluem o Cristo sem pecado (1 Pedro 2:22 / Isaas 53:9) e admoestaes para uma vida santa atravs do poder de Deus que produz bnos (1 Pedro 3:10-12, Salmo 34:12-16; 1 Pedro 5:5, Provrbios 3:34).Pedro apresenta Jesus como:

Fonte de esperana - 1.3 Cordeiro do sacrifcio - 1.19. Pedra angular - 2.6 Exemplo perfeito - 2.21-23. Aquele que levou nossos pecados - 2.24. Sumo pastor - 2.25. Bispo das nossas almas 2.25. Aquele que est assentado destra de Deus - 3.22.

Coisas preciosas para Pedro

Provas - 1.7 Sangue - 1.19 Pedras - 2.4 Cristo - 2.6 Esprito manso - 3.4Vejamos ento as palavras negativas e positivas encontradas em I Pedro NEGATIVAS POSITIVAS

Sofrimento - 5.9Fogo - 1.7. Provao - 4.12 Tristeza - 1.6; 2.19. Aflio - 4.13; 5.1 Vituprio - 4.14 Padecimento - 5.10F - 1.21; 5.9Glria, honra - 1.7,8,21; 2.17,20; 4.11,14; 5.1,10 Esperana - 1.21 Alegria, exultao, gozo inefvel - 1.8; 4.13 Amor - 1.20,22; 2.17; 3.8; 4.8 Misericrdia - 1.3; 2.10 Paz - 1.2; 3.11; 5.14. Graa - 1.2; 5.5,12 Louvor - 1.7; 2.14 Dias felizes - 3.10

II Pedro1- 61 livro da Biblia2 22 livro do novo testamento3 3 capitulos4 65 versiculos5 Autor: Pedro o apstolo. - 2 Pedro 1:1 declara especificamente que o apstolo Pedro foi o seu autor. A autoria de Pedro do livro de 2 Pedro tem sido questionada mais do que qualquer outro livro no Novo Testamento. No entanto, ns, assim como os pais da igreja primitiva, no encontramos nenhuma boa razo para rejeit-la.

6 3 livro aos dispersos7 Chave do livro: 2 Pedro 1:3-4, 2 Pedro 3:9, 2 Pedro 3:18 - 2 Pedro 1:3-4: Visto como o seu divino poder nos deu tudo o que diz respeito vida e piedade, pelo conhecimento daquele que nos chamou pela sua glria e virtude; Pelas quais ele nos tem dado grandssimas e preciosas promessas, para que por elas fiqueis participantes da natureza divina, havendo escapado da corrupo, que pela concupiscncia h no mundo.

2 Pedro 3:9: O Senhor no retarda a sua promessa, ainda que alguns a tm por tardia; mas longnimo para conosco, no querendo que alguns se percam, seno que todos venham a arrepender-se.

2 Pedro 3:18: Antes crescei na graa e conhecimento de nosso Senhor e Salvador, Jesus Cristo. A ele seja dada a glria, assim agora, como no dia da eternidade. Amm.

A palavra-chave conhecimento, com seus sinnimos, ocorrendo pelo menos 13 vezes no livro de 2 Pedro.

8 Objetivo do livro: Pedro ficou alarmado que falsos mestres estavam comeando a infiltrar-se nas igrejas. Ele fez um chamado aos cristos para crescerem e tornarem-se fortes em sua f, a fim de detectarem e combaterem a crescente apostasia. Ele enfatizou fortemente a autenticidade da Palavra de Deus e a certeza do retorno do Senhor Jesus9 - A palavra-chave: conhecimento, com seus sinnimos, ocorrendo pelo menos 13 vezes no livro de 2 Pedro.

10 - Tempo: O livro de 2 Pedro foi escrito no final da vida de Pedro. J que Pedro foi martirizado em Roma durante o reinado de Nero, sua morte deve ter ocorrido antes de 68 dC. Ele muito provavelmente escreveu 2 Pedro entre 65 e 68 DC.

11 - Aplicao Prtica: Certamente, como cristos no sculo 21, estamos mais prximos da volta do Senhor que os cristos do primeiro sculo, a quem esta epstola foi escrita. Atravs da televiso e outros meios de comunicao de massa, cristos maduros esto conscientes de que muitos charlates esto desfilando como verdadeiros lderes cristos, e que os cristos imaturos esto sendo "tomados" pelo seu charlatanismo e falsa interpretao das Escrituras. Cabe a todos os cristos renascidos a serem to fundamentados na Palavra que seremos capazes de discernir a verdade do erro.A mesma receita para o crescimento na f que Pedro deu (2 Pedro 1:5-11), quando aplicada nossa vida, ir assegurar-nos tambm uma rica recompensa na "entrada no reino eterno de nosso Senhor e Salvador Jesus Cristo" (2 Pedro 1:10-11). O fundamento da nossa f e sempre ser a mesma Palavra de Deus que Pedro pregou.

12 - Resumo: Sabendo que seu tempo era curto (2 Pedro 1:13-15) e que essas igrejas enfrentavam perigo imediato (2 Pedro 2:1-3), ele convidou os leitores a refrescarem a sua memria (2 Pedro 1:13) e a estimularem a sua forma de pensar (2 Pedro 3:1-2) para que pudessem se lembrar de seu ensino (2 Pedro 1:15). Ele desafiou os crentes a se tornarem mais maduros em sua f ao adicionar a ela virtudes crists especficas, assim tornando-se eficazes e produtivos em seu conhecimento de Jesus Cristo (2 Pedro 1:5-9). Os escritores do Antigo e Novo Testamentos foram estabelecidos como a autoridade de sua f (2 Pedro 1:12-21, 3:2, 3:15-16). Pedro desejava que eles se tornassem firmes na sua f para suportar os falsos mestres que haviam infiltrado e estavam influenciando negativamente as igrejas. Em sua denncia deles, Pedro descreveu seu comportamento, sua condenao e suas caractersticas (2 Pedro captulo 2), e tambm que eles ridicularizaram a segunda vinda do Senhor (2 Pedro 3:3-7). Para os cristos, Pedro ensinou que a Segunda Vinda era o incentivo para uma vida santa (2 Pedro 3:14). Depois de uma advertncia final, Pedro novamente encorajou-os a crescerem na graa e no conhecimento do seu Senhor e Salvador Jesus Cristo. Ele concluiu com uma palavra de louvor ao seu Senhor e Salvador (2 Pedro 3:18).

13 - Conexes: Em sua denncia dos falsos profetas, Pedro repete um predominante tema do Antigo Testamento que deve ter sido muito familiar aos seus leitores. Muitos dos primeiros cristos eram judeus convertidos que haviam sido bem ensinados na lei e nos profetas. Quando Pedro se referiu "palavra dos profetas" do Antigo Testamento em 2 Pedro 1:19-21, ele de uma vez denunciou os falsos profetas e afirmou que os verdadeiros profetas eram movidos pelo Esprito Santo que falava atravs deles (2 Samuel 23:2). Jeremias foi igualmente contundente em sua crtica dos falsos profetas, perguntando: "At quando suceder isso no corao dos profetas que profetizam mentiras, e que s profetizam do engano do seu corao?" (Jeremias 23:26). Claramente, os mesmos iludidos falsos mestres que flagelaram o povo de Deus tanto no Antigo e Novo Testamentos ainda esto conosco, fazendo a segunda epstola de Pedro to relevante hoje como era h 2000 anos.

I Joo1- 62 livro da Biblia2 23 livro do novo testamento3 5 capitulos4 105 versiculos5 Autor: Joo o Apstolo - 1, 2 e 3 Joo tm sido atribudos, desde o incio da igreja, ao apstolo Joo, o qual tambm escreveu o Evangelho de Joo. O contedo, estilo e vocabulrio parecem justificar a concluso de que essas trs epstolas foram dirigidas aos mesmos leitores que o Evangelho de Joo.

6 o 4 Livro das epistolas gerais7 Chave do livro: A palavra-chave conhecer, com seus sinnimos, ocorrendo pelo menos 13 vezes no livro de 1 Joo.Versculos-chave:1 Joo 1:9: "Se confessarmos os nossos pecados, ele fiel e justo para perdoar os nossos pecados e nos purificar de toda injustia."

1 Joo 3:6: "Todo aquele que nele permanece no est no pecado. Todo aquele que est no pecado no o viu nem o conheceu."

1 Joo 4:4: "Filhinhos, vocs so de Deus e os venceram, porque aquele que est em vocs maior do que aquele que est no mundo."

1 Joo 5:13: "Escrevi-lhes estas coisas, a vocs que crem no nome do Filho de Deus, para que vocs saibam que tm a vida eterna

8 - Objetivos dos Atos dos Apstolos - Propsito: O livro de 1 Joo parece ser um resumo que pressupe o conhecimento dos leitores do evangelho escrito por Joo e oferece segurana para a sua f em Cristo. A primeira epstola indica que os leitores foram confrontados com o erro do gnosticismo, o qual se tornou um problema mais grave no segundo sculo. Como uma filosofia da religio, o gnosticismo defendia que a matria m e o esprito bom. A soluo para a tenso entre os dois era o conhecimento, ou gnosis, atravs do qual o homem erguia-se do simples ao espiritual. Na mensagem do evangelho, isso levou a duas falsas teorias sobre a pessoa de Cristo, Docetismo acerca do Jesus humano como um fantasma Jesus - e Cerintianismo teoria que assegurava que Jesus tinha uma dupla personalidade, s vezes humana e s vezes divina. O objetivo fundamental de 1 Joo estabelecer

9 - Quando foi escrito: O livro de 1 Joo foi provavelmente escrito entre 85-95 dC.10 - Aplicao Prtica: O livro de 1 Joo um livro de amor e alegria. Ele explica a comunho que temos uns com os outros e com Jesus Cristo. Ele diferencia a felicidade, ou seja, alegria temporria e fugaz, com o gozo verdadeiro, o qual Joo nos diz como alcanar. Se tomarmos as palavras escritas por Joo e aplicarmo-las nossa vida diria, o verdadeiro amor, compromisso, comunho e alegria a que tanto almejamos sero nossos.

O apstolo Joo conhecia Cristo muito bem. Ele nos diz que todos ns podemos ter essa relao ntima com Jesus Cristo. Temos o testemunho de homens que tiveram contato direto e pessoal com Ele. Os escritores dos Evangelhos apresentam um testemunho solidamente estruturado em realidade histrica. Agora, como isso se aplica s nossas vidas? Ele nos explica que Jesus veio aqui como o Filho de Deus para criar uma unio conosco baseada em Sua graa, misericrdia, amor e aceitao. Tantas vezes as pessoas acham que Jesus est em algum lugar distante e no realmente se preocupa com nossas lutas dirias, problemas e preocupaes. Entretanto, Joo est nos dizendo que Jesus est aqui conosco, tanto nas coisas simples e mundanas da nossa vida quanto nas partes complexas e difceis tambm. Joo d um testemunho, com base em suas experincias pessoais, de que Deus se fez carne e habitou entre os homens. Isso significa que Cristo veio aqui para viver conosco e ainda vive com a gente. Assim como Jesus andou na terra ao lado de Joo, assim tambm caminha todos os dias conosco. Precisamos aplicar essa verdade em nossas vidas e viver como se Jesus estivesse em p bem prximo de ns a cada segundo do dia. Se colocarmos em prtica essa verdade, Cristo vai adicionar santidade s nossas vidas, tornando-nos mais e mais como Ele.

11 - Resumo: Falsos mestres espirituais foram um grande problema na igreja primitiva. Porque no havia um Novo Testamento completo ao qual os crentes podiam referir-se, muitas igrejas foram vtimas de pretendentes que ensinavam suas prprias ideias e elegiam-se como lderes. Joo escreveu esta carta para estabelecer a verdade sobre algumas questes importantes, especialmente acerca da identidade de Jesus Cristo.

Esta carta de Joo foi sobre os fundamentos da f em Cristo, por isso ela ajudou seus leitores a refletirem honestamente sobre sua f. Ela ajudou-lhes a responder pergunta: Somos seguidores verdadeiros? Joo lhes disse que poderiam saber ao certo ao avaliarem suas aes. Se amassem uns aos outros, essa era uma evidncia da presena de Deus em suas vidas. Entretanto, se estavam sempre discutindo e brigando, ou se eram egostas e no cuidavam uns dos outros, ento estavam demonstrando que, na verdade, no conheciam a Deus.

Isso no significa que tinham de ser perfeitos. De fato, Joo tambm reconhecia que crer envolvia admitir nossos pecados e pedir perdo a Deus. Depender de Deus para limpar-nos da culpa, assim como admitir nossos erros contra os outros e fazer as pazes, era uma outra parte importante de conhecer Deus.

12 - Conexes: Uma das passagens mais citadas sobre o pecado encontrada em 1 Joo 2:16. Nesta passagem, Joo descreve os trs aspectos do pecado que relembram as primeiras e mais destrutivas tentaes em toda a Escritura. O primeiro pecado a desobedincia de Eva foi o resultado de seu rendimento s mesmas trs tentaes que encontramos em Gnesis 3:6: a cobia da carne ("agradvel ao paladar"), a cobia dos olhos ("agradvel as olhos") e a ostentao dos bens ("desejvel para obter discernimento").

II Joo 1- 63 livro da Biblia 2 24 livro do novo testamento3 1capitulos4 13 versiculos5 Autor: O livro de 2 Joo no revela diretamente o nome de seu autor. A tradio desde os primeiros dias da igreja estabelece que o autor foi o apstolo Joo. Tem havido vrias conjeturas ao longo dos anos de que um outro discpulo de Cristo chamado Joo talvez tenha sido o responsvel por esta carta. No entanto, todas as evidncias apontam para o autor como sendo Joo, o discpulo amado, o qual tambm escreveu o Evangelho de Joo.

6 E uma das Epistolas Joanina7 Chave do livro:Textos-chave - 2 Joo 6: "E o amor este: que andemos segundo os seus mandamentos. Este o mandamento, como j desde o princpio ouvistes, que andeis nele."

2 Joo 8-9: "Olhai por vs mesmos, para que no percamos o que temos ganho, antes recebamos o inteiro galardo. Todo aquele que prevarica, e no persevera na doutrina de Cristo, no tem a Deus. Quem persevera na doutrina de Cristo, esse tem tanto ao Pai como ao Filho."

8 - Quando foi escrito:Data : O livro de 2 Joo possivelmente foi escrito por volta do mesmo tempo que as outras cartas de Joo, 1 e 3 Joo, provavelmente entre 85-95 DC.

9 - Propsito: O livro de 2 Joo um apelo urgente para que os leitores da carta de Joo demonstrassem o seu amor por Deus e seu Filho Jesus ao obedecer ao mandamento de amar uns aos outros e viver suas vidas em obedincia s Escrituras. O livro de 2 Joo tambm um forte alerta para terem cuidado com os enganadores que andavam dizendo que Cristo no tinha realmente ressuscitado na carne.

10 - Resumo: O livro de 2 Joo dirigido " senhora eleita, e a seus filhos". Esta talvez tenha sido uma senhora de importante posio na igreja ou um cdigo que se refere igreja local e sua congregao. Naqueles dias, quando os cristos estavam sendo perseguidos, era comum usar saudaes codificadas.

O livro de 2 Joo contm uma grande preocupao com uma advertncia urgente acerca de enganadores que no estavam ensinando a exata doutrina de Cristo e que sustentavam que Jesus de fato no ressuscitara na carne, mas apenas espiritualmente. Joo estava muito ansioso para que os verdadeiros crentes estivessem conscientes desses falsos mestres e no tivessem nada a ver com eles.

11 - Aplicao Prtica: extremamente importante que comparemos tudo o que vemos, ouvimos e lemos que afirma ser "cristo" com as Escrituras. Isso no pode ser suficientemente enfatizado porque uma das grandes armas de Satans o engano. muito fcil ser levado por uma doutrina nova e emocionante que parece basear-se nas Escrituras, mas que, se examinada de perto, de fato um afastamento da Palavra de Deus. Se a doutrina no se alinha com as Escrituras explicitamente, ento falsa e no provm do Esprito, por conseguinte, no devemos ter nada a ver com ela.

12 - Conexes: Joo descreve o amor no como uma emoo ou sentimento, mas como obedincia aos mandamentos de Deus. Jesus reiterou a importncia dos mandamentos, especialmente o "primeiro e maior mandamento", ou seja, amar a Deus (Deuteronmio 6:5) e o segundo amar uns aos outros (Mateus 22:37-40; Levtico 19:18). Longe de abolir a lei do Antigo Testamento de Deus, Jesus veio para cumpri-la ao providenciar, em Si mesmo, os meios da sua realizao.

13 - Local de origem: Corinto14 - Tema principal: segunda vinda de Cristo.15 - Classificao: escatologia. 16 Fundao17 - Esboo

III Joo 1- 64 livro da Biblia 2 25 livro do novo testamento3 1capitulos4 15versiculos5 Autor: O livro de 3 Joo no revela diretamente o nome de seu autor. A tradio desde os primeiros dias da igreja estabelece que o autor foi o apstolo Joo. Tem havido vrias conjeturas ao longo dos anos de que um outro discpulo de Cristo chamado Joo talvez tenha sido o responsvel por esta carta. No entanto, todas as evidncias apontam para o autor como sendo Joo, o discpulo amado, o qual tambm escreveu o Evangelho de Joo.

6 E uma das Epistolas Joanina7 Chave do livro:Textos-chave 3 Joo 4: "No tenho maior gozo do que este, o de ouvir que os meus filhos andam na verdade."

3 Joo 11: "Amado, no sigas o mal, mas o bem. Quem faz o bem de Deus; mas quem faz o mal no tem visto a Deus."

8 - Quando foi escrito:Data : O livro de 3 Joo possivelmente foi escrito por volta do mesmo tempo que as outras cartas de Joo, 1 e 2 Joo, provavelmente entre os anos 85-95 DC.

9 - Propsito: O objetivo de Joo ao escrever esta terceira epstola triplo. Primeiro, ele escreve para elogiar e incentivar seu amado colega de trabalho, Gaio, em seu ministrio de hospitalidade aos mensageiros itinerantes que iam de um lugar a outro para pregar o Evangelho de Cristo. Segundo, ele indiretamente adverte e condena o comportamento de Ditrefes, lder ditatorial que tinha assumido uma das igrejas na provncia da sia, e cujo comportamento era diretamente contra a tudo o que o apstolo e seu Evangelho representavam. Terceiro, ele louva o exemplo de Demtrio, discpulo sobre o qual relatava-se um bom testemunho.

10 - Resumo: Joo est escrevendo com sua habitual forte nfase na verdade a esse muito amado irmo em Cristo, Gaio, um leigo de alguma riqueza e distino em uma cidade perto de feso. Ele muito elogia o cuidado e hospitalidade de Gaio com seus mensageiros, quer fossem conhecidos por ele ou no, e cuja misso era levar o Evangelho de um lugar para outro. Joo exorta-o a continuar a fazer o bem e a no imitar o mal, como no exemplo de Ditrefes. Este homem tinha assumido a liderana de uma igreja na sia e no s se recusara a reconhecer a autoridade de Joo como apstolo, mas tambm a receber suas cartas e submeter-se s suas direes. Ele tambm circulou calnias dolosas contra Joo e excomungou os membros que demonstraram apoio e hospitalidade aos mensageiros de Joo. Antes de concluir sua carta, Joo tambm elogia o exemplo de Demtrio, de quem havia ouvido excelentes relatrios.

11 - Aplicao Prtica: Joo, como sempre, enfatiza a importncia de andar na verdade do Evangelho. Hospitalidade, apoio e encorajamento para os nossos irmos Cristos so uns dos principais preceitos dos ensinamentos de Jesus e Gaio foi, obviamente, um excelente exemplo deste ministrio. Devemos fazer o mesmo sempre que pudermos, acolhendo missionrios, pregadores e estrangeiros visitantes (desde que tenhamos a certeza de que so verdadeiros seguidores) no s nas nossas igrejas, mas tambm nas nossas casas, oferecendo-lhes todo o apoio e incentivo de que precisam.

Tambm precisamos ter o cuidado de sempre seguir apenas o exemplo daqueles cujas palavras e aes esto de acordo com o Evangelho, e de estar em alerta para sermos capazes de detectar pessoas como Ditrefes, um lder cujo comportamento estava longe de ser parecido com o que Jesus ensinou.

12 - Conexes: O conceito de oferecer hospitalidade aos estrangeiros tinha grande precedncia no Antigo Testamento. Atos da hospitalidade em Israel incluam a recepo humilde e graciosa de estrangeiros casa para alojar, alimentar e proteger (Gnesis 18:2-8, 19:1-8; J 31:16-23, 31-32). Alm disso, o ensino do Antigo Testamento retrata os israelitas como um povo alienado e muito dependente da hospitalidade de Deus (Salmo 39:12) e de Deus como Aquele que graciosamente atendia s suas necessidades, redimindo-os do Egito e providenciando-lhes alimentao e vesturio no deserto (xodo 16; Deuteronmio 8:2-5).

13 - Local de origem: Corinto14 - Tema principal: segunda vinda de Cristo.15 - Classificao: escatologia. 16 Fundao17 - Esboo

Judas 1- 65 livro da Biblia 2 26 livro do novo testamento3 1capitulos4 25 versiculos5 Autor: Judas 1 identifica Judas, irmo de Tiago, como o seu autor. Isso provavelmente se refere ao meio-irmo de Jesus, Judas, j que Jesus tambm tinha um meio-irmo chamado Tiago (Mateus 13:55). Judas provavelmente no se identifica como um irmo de Jesus devido humildade e reverncia para com Cristo.

6 E uma Epistola de Judas7 Chave do livro:Textos-chave Judas 3: "Amados, embora estivesse muito ansioso por lhes escrever acerca da salvao que compartilhamos, senti que era necessrio escrever-lhes insistindo que batalhassem pela f uma vez por todas confiada aos santos."

Judas 17-19: "Todavia, amados, lembrem-se do que foi predito pelos apstolos de nosso Senhor Jesus Cristo. Eles diziam a vocs: Nos ltimos tempos haver zombadores que seguiro os seus prprios desejos mpios. Estes so os que causam divises entre vocs, os quais seguem a tendncia da sua prpria alma e no tm o Esprito."

Judas 24-25: "quele que poderoso para impedi-los de cair e para apresent-los diante da sua glria sem mcula e com grande alegria, ao nico Deus, nosso Salvador, sejam glria, majestade, poder e autoridade, mediante Jesus Cristo, nosso Senhor, antes de todos os tempos, agora e para todo o sempre! Amm."

8 - Quando foi escrito:Data : O livro de Judas est intimamente relacionado com o livro de 2 Pedro. A data da autoria de Judas depende de se ele utilizou contedo de 2 Pedro, ou se Pedro usou contedo de Judas ao escrever 2 Pedro. O livro de Judas foi escrito entre 60 e 80 dC.

9 - Propsito: O livro de Judas muito importante para ns hoje porque foi escrito sobre o fim dos tempos, para o fim da era da igreja. A era da igreja comeou no Dia de Pentecostes. Judas o nico livro inteiramente dedicado grande apostasia. Judas escreve que ms obras so a prova de apostasia. Ele nos exorta a batalhar pela f, pois h joio no meio do trigo. Falsos profetas esto na igreja e os santos esto em perigo. Judas um livro pequeno, mas muito importante e digno de estudo, escrito para os cristos de hoje.

10 - Resumo: De acordo com o versculo 3, Judas estava ansioso para escrever sobre a nossa salvao, porm, ele mudou de assunto para abordar o contender pela f. Esta f personifica o corpo completo da doutrina crist ensinada por Cristo e posteriormente transmitida aos apstolos. Depois de Judas advertir contra os falsos mestres (versculos 4-16), ele nos aconselha sobre como podemos ter sucesso na guerra espiritual (versculos 20-21). Aqui est a sabedoria que faramos bem em aceitar e aderir enquanto vivemos estes dias do fim dos tempos.

11 - Aplicao Prtica: Vivemos em um momento nico na histria e este pequeno livro pode ajudar a equipar-nos para enfrentar os incontveis desafios de viver no fim dos tempos. O cristo de hoje deve ter cuidado com as falsas doutrinas que podem facilmente enganar-nos se no formos bem versados na Palavra. Precisamos conhecer o Evangelho - para proteger e defend-lo - e aceitar o Senhorio de Cristo, o qual evidenciado por uma mudana de vida. A f autntica sempre reflete o comportamento semelhante ao de Cristo. Nossa vida em Cristo deve refletir o conhecimento do nosso prprio corao que descansa na autoridade do Criador e Pai Todo-Poderoso e pe f em prtica. Precisamos desse relacionamento pessoal com Ele, s ento conheceremos Sua voz to bem que no seguiremos a nenhum outro.

12 - Conexes: O livro de Judas est repleto de referncias ao Antigo Testamento, incluindo o xodo (v. 5), a rebelio de Satans (v. 6); Sodoma e Gomorra (v. 7), a morte de Moiss (v. 9); Caim (v. 11); Balao (v. 11); Cor (v. 11); Enoque (v. 14,15) e Ado (v. 14). O uso de Judas das bem conhecidas ilustraes histricas de Sodoma e Gomorra, Caim, Balao e Cor lembrou aos cristos judeus da necessidade da verdadeira f e obedincia.

13 - Local de origem: Corinto14 - Tema principal: segunda vinda de Cristo.15 - Classificao: escatologia. 16 Fundao17 - Esboo

Apocalipse1 66 Livro da Bblia 2 27 Livro do novo testamento3 ltimo Livro da Bblia4 22 Captulos5 405 Versculos6 Autor: Apstolo Joo7 O nico livro proftico do Novo Testamento8 Chave do Livro: Apocalipse 1:19: "Escreva, pois, as coisas que voc viu, tanto as presentes como as que esto por vir."

Apocalipse 13:16-17: "Tambm obrigou todos, pequenos e grandes, ricos e pobres, livres e escravos, a receberem certa marca na mo direita ou na testa, para que ningum pudesse comprar nem vender, a no ser quem tivesse a marca, que o nome da besta ou o nmero do seu nome."

Apocalipse 19:11: "Vi o cu aberto e diante de mim um cavalo branco, cujo cavaleiro se chama Fiel e Verdadeiro. Ele julga e guerreia com justia."

Apocalipse 20:11: "Depois vi um grande trono branco e aquele que nele estava assentado. A terra e o cu fugiram da sua presena, e no se encontrou lugar para eles."

Apocalipse 21:1: "Ento vi um novo cu e uma nova terra, pois o primeiro cu e a primeira terra tinham passado; e o mar j no existia."

9 Objetivo do livro Apocalipse:A Revelao de Jesus Cristo foi dada a Joo por Deus "para mostrar aos seus servos o que em breve h de acontecer." Este livro cheio de mistrios sobre coisas que viro. o ltimo aviso de que o mundo certamente terminar e que o julgamento certo. D-nos um pequeno vislumbre do cu e de todas as glrias que aguardam aqueles que mantm as suas vestes brancas. O livro de Apocalipse leva-nos atravs da grande tribulao, com todas as suas aflies, e do fogo final que todos os infiis tero de enfrentar pela eternidade. O livro recorda a queda de Satans e a condenao que o aguarda juntamente com seus anjos. Vemos tambm as tarefas de todas as criaturas e anjos do cu, assim como as promessas dos santos que vivero para sempre com Jesus na Nova Jerusalm. Como Joo, difcil encontrar palavras para descrever o que lemos no livro do Apocalipse.

10 Escrito: 88 a 96 d.C.11 Destinatrio:O Apocalipse um livro pastoral escrito s sete igrejas da sia Menor (regio ocidental da atual Turquia) - 1,4. Esse dado importante, pois mostra-nos que o livro no um documento cado do cu, atemporal. Para entend-lo, precisamos compreender primeiramente a mensagem que tinha para seus destinatrios. Os captulos 2 e 3 mostram-nos os problemas que essas comunidades passavam, o que justifica o envio do livro para elas.At algum tempo atrs havia um consenso quanto a afirmao de que os cristos na sia estavam passando por perseguies e que o livro foi enviado nesse contexto. De fato, o livro fala de perseguio: o prprio Joo est exilado numa colnia penal em Patmos devido a perseguio religiosa - 1,9; os cristos esto passando por tribulaes: 2,9-10; morte - 2,13; 6,9. Porm hoje questiona-se que houvesse uma perseguio de carter geral aos cristos. O que existiria seriam problemas localizados. Seguindo este ponto de vista, o escritor veria nesses problemas espordicos sinais de um grande confronto que estava para se dar: Estado Romano x Igreja. O Apocalipse teria, ento, a funo de servir como um alerta para despertar os cristos para a realidade de que esse confronto estava comeando, embora alguns no concordassem com tal postura. Dentro dessa perspectiva este livro altamente relevante para ns. Pode ser que convivamos bem com a sociedade, com as estruturas, etc. Mas isso no revelar um certo conformismo de nossa parte? O Apocalipse serve para nos questionar em nossas posturas. O livro surgiu quando o imperador Domiciano , que reinou de 81 a 96 d.C., comeou a exigir que todos os sditos dentro do imprio o adorassem como deus. Isso no constituiu problema para a populao, visto que estavam acostumados com um culto politesta, e adorar um deus a mais no seria problema. Para os cristos no foi assim. At ento a tradio crist era de interceder pelas autoridades - 1 Tm 2,1-2; submeter-se s autoridades - Rm 13,1-7; honrar ao rei - 1 Pe 2,17. Mas agora a situao mudara. Os cristos no podiam dividir sua lealdade a Jesus Cristo. Portanto, ao no prestar culto ao imperador, eles estariam sendo acusados de impatriotismo. Isso foi mais intenso principalmente na sia Menor, onde o culto ao imperador desenvolveu-se de modo mais acentuado. O confronto estava apenas comeando. Para alguns, por outro lado, ele no existia. Esses cristos achavam que podiam adorar a Jesus e ao imperador. Eles so criticados duramente no Apocalipse. Aqui podemos ver a ligao entre o Estado e a religio. Ser que hoje os dias so diferentes? No estaremos adorando religiosamente nosso mundo moderno, secular, tecnolgico, consumista, etc, etc???Outras Observaes: O Apocalipse o livro da Revelao. um livro sobre o presente e o futuro. Proclama a vitria final de Cristo sobre o mal. Jesus Cristo o tema central do Apocalipse. Jesus voltar em glria, o mal ser castigado e os mortos ressuscitaro para o julgamento final. O Apocalipse no foi escrito para amedrontar, pelo contrrio, uma mensagem de esperana escrita em um perodo no qual a Igreja sofria grande perseguio (fim do primeiro sculo,muitos povos estavam sujeitos ao domnio do Imprio Romano).Autor e Destinatrios: O Apocalipse uma revelao de Deus. Ele fala atravs de Jesus Cristo. O instrumento de comunicao um anjo e quem recebe a revelao o apstolo Joo, quando estava exilado na Ilha de Patmos. Os destinatrios so as sete igrejas que esto na sia. A sia era uma provncia romana cercada pelo Mar Mediterrneo ao sul, Mar Egeu a Oeste, provncia de Bitnia ao Norte e a da Galcia a leste.Patmos: Era uma pequena ilha rochosa situada no Mar Egeu, cerca de 80 KM do litoral de feso, costa da sia MenorCaractersticas e Contedo da Literatura Apocalptica: Na Antiga Literatura, este estilo literrio costumava usar imagens misteriosas, sombrias e espetaculares, e o autor geralmente usava o nome de um antigo heri como pseudnimo. Suas caractersticas: pseudonmica, simblica, visionria, dramatizada. Quanto ao seu contedo: determinismo (a histria predeterminada pela vontade de Deus), pessimismo, dualismo (oposio de duas idias: o bem e o mal), ensino tico, revelao, predio (revelar as coisas que ainda vo acontecer). O Apocalipse bblico apresenta algumas diferenas: no pseudonmico, pois Joo se identifica; proftico, contendo exortao confisso, ao arrependimento e ao viver moral e tico; as vises e smbolos so apresentados para que os leitores interpretemCaractersticas e Contedo do Apocalipse de Joo: um livro divinamente inspirado. Foi transmitido pelo anjo de Deus, atravs de Joo. um livro no qual Joo conta algo que ele viu. Fala das coisas que estavam prestes a acontecer. Ele um livro de profecia, com muita linguagem somblica, muitas imagens e mensagens tem fundamento no Velho Testamento, por exemplo em xodo, Salmos, Isaas, Ezequiel, Daniel, Zacarias.Alguns Smbolos Utilizados no 1 Captulo de Apocalipse: A frase at mesmo os que O transpassaram pode estar se referindo aos soldados romanos que transpassaram o Seu corpo quando Ele estava pendurado na cruz, ou aos judeus, responsveis por Sua morte. Alfa e mega so a primeira e a ltima do alfabeto grego, isto quer dizer que Deus o princpio e o fim. Os sete castiais de ouro representam as sete igrejas da sia, o Filho do Homem o Senhor Jesus Cristo, que est no meio da igreja. A espada na boca de Jesus simboliza o poder e a fora de Sua mensagem. Os sete anjos das igrejas para alguns eram anjos designados a guard-las, para outros eram pastores ou ancios das igrejas locaisOutras lies extradas do 1 Captulo de Apocalipse: Jesus Rei e Sacerdote: (1. 13, 16 e 17) Iav Deus Eterno: (1. 14, 17 e 18) Jesus Onipotente, Onipresente e Onisciente (1. 14, 15, 16, 18) Jesus Glorioso (1.16) Fontes: Pontos Salientes (1992), Bblia de Estudo Aplicao Pessoal, Um Estudo do Apocalipse de Jesus Cristo por Dennis Allancrenatos.blogspot.com/2012/05/estudo-1-apocalipse-o-livro-da.html

Assuntos e Versculos Chaves de Cada Livro da BbliaExtrado do Livro T.C.B.

LivroAssunto CentralPalavra ChaveVers. Chave

GnesisA fundao da nao hebraicaComeos1:11

xodoO concerto com a nao hebraicaPartida3:10

LevticoAs leis da nao hebraicaSantidade10:10

NmerosA viagem para terra prometidaPeregrinao33:2

DeuteronmioAs leis da nao hebraicaLei1:1

JosuA conquista de CanaConquista1:6

JuzesOs primeiros 300 anos na terra prometidaAnarquia2:16

RuteOs primrdios da famlia messinica de DaviRedentor1:16

I SamuelA organizao do reinoReino8:5

II SamuelO reinado de DaviReino

I ReisA diviso do reinoRealeza2:2,3

II ReisA histria do reino divididoRealeza

I CrnicasO reinado de DaviTeocraciaII Cr 1:10

II CrnicasA histria do reino do sulTeocracia

EsdrasA volta do cativeiroEnsino7:10

NeemiasA reconstruo de JerusalmRestaurao6:3

EsterIsrael escapa do extermnioProvidncia4:14

JO problema do sofrimentoTribulao1:8

SalmosO hinrio nacional de IsraelLouvor111:1

ProvrbiosA sabedoria de SalomoSabedoria1:7

EclesiastesA vaidade da vida terrenaVaidade1:2

CantaresA glorificao do amor conjugalAmor2:4

IsaasO profeta messinicoSalvao53:5

JeremiasO ltimo esforo por salvar JerusalmAviso9:1

LamentaesCanto fnebre sobre a desolao de JerusalmTristeza1:1

EzequielSabero que Eu sou DeusRevelao1:3

DanielO profeta em BabilniaRevelao6:10

OsiasA apostasia de IsraelAdultrio espiritual6:10

JoelA predio da dispensao do Esprito SantoJulgamento2:1

AmsO governo de Davi, final e universalCastigo6:1

ObadiasA destruio de EdomEdom1:1

JonasUm recado de misericrdia para NniveDestruio3:2

MiquiasBelm ser o bero do MessiasConteno4:1

NaumA destruio de NniveFim1:3

HabacuqueO justo viver pela fF1:13

SofoniasO advento de uma "linguagem pura"Resto2:3

AgeuA reconstruo do temploEdificai1:8

ZacariasA reconstruo do temploNovo templo13:1

MalaquiasA ltima mensagem a um povo desobedienteRoubo3:10

MateusJesus, o MessiasReino22:2

MarcosJesus, o MaravilhosoServio10:45

LucasJesus, o Filho do HomemHumanidade19:10

JooJesus, o Filho de DeusVida Eterna3:36

AtosA formao da igrejaTestemunha1:8

RomanosA natureza da obra de CristoJustia8:30

I CorntiosAs vrias desordens na igrejaTemplo3:16

II CorntiosPaulo vindica seu apostoladoConforto9:6

GlatasPela graa, no pela leiAndar5:16

fesiosA unidade da igrejaLugares celestiais3:10

FilipensesUma epstola missionriaGanho3:7

ColossensesA divindade de JesusPerfeito2:12

I TessalonicensesA segunda vinda de CristoVinda5:2

II TessalonicensesA segunda vinda de CristoEsperando3:5

I TimteoCuidado pela igreja de fesoDoutrina4:16

II TimteoConselho finais de PauloResistir2:3

TitoAs igrejas de CretaProveitoso3:8

FilemomA converso de um escrevo fugitivoRecebe10

HebreusCristo, mediador de um novo concertoMelhor8:13

TiagoBoas obrasObras2:18

I PedroA uma igreja perseguidaPrecioso2:7

II PedroA apostasia preditaSabedoria1:5

I JooO AmorComunho1:3

II JooA precauo contra falsos mestresVerdade2

III JooA rejeio de auxiliares de JooCooperadores8

JudasA apostasia iminenteGuardado24

ApocalipseO triunfo final de CristoRevelao1:7

Total27 Livros260 capitulos7957 versiculosAnsio Renato de Andrade Bacharel em Teologia. www.santovivo.netLivro de 1Tessalonicenses - GotQuestions.orgLivro de 1Pedro - Ncleo de Apoio Cristo

Explorando a Bblia: Livros, captulos e versculos1. explorandoabiblia.blogspot.com/.../dbljfhcsknbvlkbzcdrkljvs-vlkrsnvcsa....