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  • Estudos Espritas (psicografia Divaldo Pereira Franco - esprito Joanna de ngelis).txtEstudos Espritas

    DIVALDO PEREIRA FRANCOEstudos EspritasPELO ESPIRITOJOANNA DE NGELIS

    FEDERAO ESPRITA BRASILEIRADEPARTAMENTO EDITORIALRua Souza Valente, 1720941-040 - Rto-RJ - Brs"

    6a edioDo 51 ao 6(f milheiroCapa: EQUIPEB.N.27.13606-AA; 000.01-O; 9/1995Copyright 1982 byFEDERAO ESPRITA BRASILEIRA(Casa-Mter do Espiritismo)Av. L-2 Norte - Q. 603 - Conjunto F70830-030 - Brasflia-DF - BrasilComposio, fotolitos e impresso offset dasOficinas do Departamento Grfico da FEBRua Souza Valente, 1720941-040 - Rio, RJ - BrasilC.G.C. n" 33.644.857/0002-84 I.E. n 81.600.503Impresso no Brasil PRESITA EN BRAZILOPedidos de livros FEB - Departamento Editorial, via Correio ou, em grandes encomendas, via rodovirio: por carta, telefone (021) 589-6020, ou FAX (021) 589-6838.

    NDICEEstudos Espiritas 111. Deus 172. Universo 253. Esprito 334. Perisprito 395. Corpo Somtico 476. Viver 557. Morrer 638. Renascer 699. Progresso ., 7910. Lei 8511. Trabalho 9112. Solidariedade 9913. Tolerncia 10714. F 11315. Esperana 11716. Caridade 12117. Felicidade 12718. Mediunidade 13719. Obsesso 143

    nWfcL^^d^^l^WSite;'20. Sexo21. Amor22. Moral23. Educao24. Famlia . .25. Jesus151157163169

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  • Estudos Espritas (psicografia Divaldo Pereira Franco - esprito Joanna de ngelis).txt175181

    ESTUDOS ESPRITAS"Espritas! amai-vos, este o primeiro ensinamento; instru-vos, este o segundo. No Cristianismo encontram-se todas as verdades; so de origem humana os erros quenele se enraizaram. Eis que do alm-tmulo, que julgveis o nada, vozes vos clamam: "Irmos! nada perece. Jesus-Cnsto o vencedor do mal, sede os vencedores daimpiedade." - O Esprito de Verdade. (Pans, 1860.)(O Evangelho segundo o Espiritismo, Allan Kardec, cap. VI, item 5.)No vrtice da vida tecnicista, o homem moderno delira.Sonhando com os astros que deslizam em rbitas imensurveis, enclausura-se nas limitadas conjunturas das paixes dissolventes; aspirando liberdade em regime deplenitude, escraviza-se aos condicionamentos que o vergastam, incessantemente; lutando pela paz do mundo, promove guerras cruentas nas paisagens domsticas; esparzindoideais, fixa-se s idiossincrasias em que padece atribulaes sem conto; hericonos momentos de valor, recua nos embates insignificantes, que terminam por venc-lo;detentor da razoa, arrasta-se pelos meandros srdidos do instinto em que se demora...

    12DIVALDO P. FRANCOAs conquistas externas de modo algum lograram acalm-lo interiormente e a comodidade, na vertigem a que se entrega, no conseguiu felicit-lo, conforme desejava.Por tais motivos, legies de desditosos, diariamente, sucumbem na astenia decorrente dos distrbios da emoo desgovernada, e o dio, a ira, a inquietao, a ansiedade,em consequncia, matam mais do que o cncer e a tuberculose...Outros tantos, idiotizados, enlanguescem nos leitos das Casas de Repouso, apticos, vencidos, enquanto no menor nmero internado fora nos Frenocmios. Almdesses, multides desesperadas atropelam-se nas avenidas formosas das hodiernas Megalopolis, tanto quanto nas rotas humildes dos campos, sob as imperiosas constriesda loucura em matizes variados, que as surpreendem...A seara dos homens, embora recamada de promessas e referia de iluses douradas, apenas tem ensejado uma sega de exacerbaes em saral infeliz, cada vez mais ameaador.Antecipando estes tormentosos dias, Jesus prometeu o Consolador que, h mais de um sculo, triunfalmente, inaugurou a Era Esprita entre os homens, conclamando-os renovao e felicidade real.Com Allan Kardec se confirmaram os prenncios dos dias felizes a que se reporta a Boa Nova. A mensagem de que se fez vexilrio restaura a pureza do Cristianismo,retirando os erros que nele foram introduzidos pela estultcia humana, como da ganga o garimpeiro hbil recolhe o diamante precioso.Estudar o Espiritismo na sua limpidez cristalina e sabedoria incontestvel dever que no nos lcito postergar, seja qual for a justificativa a que nos apoiemos.

    ESTUDOS ESPIRITAS13Cada conceito necessariamente examinado reluz e clarifica o entendimento, facultando mais amplas percepes, em torno da vida e dos seus fenmenos.Foram ditas j as palavras primeiras, favorecendo a multiplicidade de realizaes edificantes, concitando o homem grandeza e paz.Seus conceitos fulgentes so convites ao amor e chamamentos sabedoria, culturado sentimento e da razo num intercmbio exitoso para a libertao do corao eda inteligncia, atravs do que o Esprito se ala a Deus.Os estudos que ora reunimos em despretensioso volume so o resultado de nossas meditaes nos ensinamentos superiores de algumas das Obras bsicas da

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  • Estudos Espritas (psicografia Divaldo Pereira Franco - esprito Joanna de ngelis).txtCodificaodo Espiritismo. Para traz-los ateno dos aprendizes da Doutrina Esprita, atualizamos conceitos, compulsamos dados modernos, examinamos conquistas recentes,comparamos observaes, tentando sintetizar os resultados que ora apresentamos em forma e estilo diversos dos a que se acostumaram os nossos leitores, num esforocarinhoso para colimar resultados felizes.No nos estranhem, portanto, os amigos e irmos afeioados, tais caractersticasdiferentes das habituais...Reconhecemos que tais apontamentos nada trazem de novo, nem acrescentam coroa de diamantes estelares lucilantes do pensamento kardequiano qualquer significativacontribuio (*). Visamos com eles cooperar de algum modo na Seara Esprita, no sentido de destacar, dentre os mltiplos assuntos j versados, alguns de intensaatualidade, discutidos na praa pblica, debatidos nas escolas, cinema e televiso, temas obrigatrios das conversaes(*) Algumas destas pginas foram publicadas oportunamente em "Reformador", rgoda Federao Esprita Brasileira, aqui reaparecendo com os temas que lhes motivaramo estudo. - Nota da Autora espiritual.

    14DIVALDO P. FRANCOdos jovens, adultos e ancios, entre aqueles que, desesperadamente, buscam respostas para os imensos conflitos da razo e da emoo, em todas as partes da Terrade hoje, aps a falncia das religies como da tica...Contam que um jovem sedento de afirmao espiritual procurou certa vez o pensador e sacerdote hebreu Shammai e o interrogou:- Poderias ensinar-me toda a Bblia durante o tempo em que eu possa quedar-me dep, num s p f- Impossvel! - respondeu-lhe o filsofo religioso.- Ento de nada me serve a tua doutrina - redarguiu o moo.Logo aps buscou Hilel, o famoso doutor, propondo-Ihe a mesma indagao. mestre, acostumado sistemtica da lgica e da argumentao, mas, tambm, conhecedordas angstias humanas, respondeu:- Toma a posio.- Pronto! - retrucou o moo.- Ama! - elucidou Hilel.- S isso?! E o resto, que existe na Bblia f - inquiriu, apressadamente.- Basta o amor - concluiu o austero religioso. - Todo o restante da Bblia somente para explicar isso. semelhana daqueles dias, os atuais exigem respostas incisivas e concisas. Diz-se que no h tempo.A Seara Esprita possui as sementes para todos os seminrios e plantaes da f como do raciocnio, na multiplicidade de exigncias em que se apresentam.

    ESTUDOS ESPIRITAS15Adentrar a mente e o corao nas suas leiras ricas de luzes, o mister a que nos devemos afervorar com devotamento, enquanto a oportunidade propcia.Entregando estas pginas ao estudioso das questes espirituais, exoramos a proteo do Senhor da Seara para todos ns, Espritos necessitados que reconhecemos ser,esperando com elas atender algum sedento de esperana ou esfaimado de amor, ofertando-lhe a linfa refrigerante e o pbulo da vida, com ele seguindo pelo caminhode redeno na direo do Reino de Deus.Joanna de ngelisSalvador. S de maio de 1973

    DEUSCONCETTO - Toda e qualquer tentativa para elucidar a magna questo da Divindaderedunda sempre incua, seno infrutfera, traduzindo esse desejo a v presunohumana, na incessante faina de tudo definir e entender.Acostumado ao imediatismo da vida fsica e suas manifestaes, o homem ambiciona

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  • Estudos Espritas (psicografia Divaldo Pereira Franco - esprito Joanna de ngelis).txttudo submeter ao capricho da sua lgica dbil, para reduzir sua nfima capacidadeintelectual a estrutura causal do Universo, bem assim as fontes originrias do Criador.Desde tempos imemoriais, a interpretao da Divindade tem recebido os mais preciosos investimentos intelectivos que se possam imaginar. Originariamente confundidocom a Sua Obra, mereceu temido pelos povos primitivos que legaram s Culturas posteriores a sedimentao supersticiosa das crendices em que fundamentavam o seu tributode adorao, transitando mais tarde para a humanizao da Divindade mesma, eivada pelos sentimentos e paixes transferidos da prpria mesquinhez do homem. medida, porm, que os conceitos ticos e filosficos evoluram, a compreenso da Sua natureza igualmente experimentou considerveis alteraes. Desde a manifestaoferoz dimenso transcendental, o conceito do Ser

    18 DIVALDO P. FRANCOSupremo recebeu de pensadores e escolas de pensamento as mais diversas proposies, justificando ou negando-Lhe a realidade.Insuficientes todos os arremedos filosficos e culturais, quanto cientficos, posteriormente, para uma perfeita elucidao do tema, concluiu-se pela legitimidadeda Sua existncia, graas a quatro grupos de consideraes, capazes de demonstr-Lo de forma irretorquvel e definitiva, a saber: a) cosmolgicas, que O explicamcomo a Causa nica da sua prpria causalidade, portanto real, sendo necessariamente possuidor das condies essenciais para preexistir antes da Criao e sobreexistirao sem-f im dos tempos e do Universo; b) ontolgicas, que O apresentam perfeito em todos os Seus atributos e na prpria essncia, explicando, por isso mesmo, a Suaexistncia, que, no sendo real, no justificaria sequer a hiptese do conceito,deixando, ento, de ser perfeito. Procedem tais argumentaes desde Santo Anselmo,dos primeiros a formul-las, enquanto que as de ordem cosmolgic

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