ESTE TEXTO NO SUBSTITUI O ENCAMINHADO ? ESTE TEXTO NO SUBSTITUI O ENCAMINHADO CMARA MUNICIPAL

Download ESTE TEXTO NO SUBSTITUI O ENCAMINHADO  ? ESTE TEXTO NO SUBSTITUI O ENCAMINHADO  CMARA MUNICIPAL

Post on 16-Sep-2018

212 views

Category:

Documents

0 download

TRANSCRIPT

  • ESTE TEXTO NO SUBSTITUI O ENCAMINHADO CMARA MUNICIPAL

    GABINETE DO PREFEITO

    MENSAGEM No 027/2014.

    Linhares/ES, 02 de junho de 2014.

    Excelentssimo Senhor Presidente e Nobres Vereadores:

    Com o presente tenho a honra de encaminhar apreciao dessa egrgia Casa de Leis, o Projeto de Lei Complementar no 027/2014, que introduz

    alteraes na Lei Complementar n 11/2012 Plano Diretor Municipal do Municpio de Linhares; Lei Complementar n 13/2012 Lei de Uso e Ocupao do

    Solo Urbano do Municpio de Linhares; Lei Complementar n 2613/2006 Cdigo de Postura do Municpio de Linhares; Lei Complementar n 18/2012

    Cdigo de Obras do Municpio de Linhares e Lei Complementar n 14/2012 Lei de Parcelamento do Solo do Municpio de Linhares, e d outras

    providncias.

    Desta feita, visa a presente propositura atender aos anseios de mais de 20 (vinte) anos dos muncipes em dispor de uma legislao moderna e que trate

    com equidade o desenvolvimento sustentvel da cidade, bem como regulamenta o uso e ocupao do solo atendendo as modificaes efetuadas pelo Governo

    do Estado na Lei n 7.943/2004 que dispe sobre o parcelamento do solo para fins urbanos e d outras providncias.

    Feita esta considerao e com arrimo no artigo 33 da Lei Orgnica Municipal, solicito a Vossa Excelncia e Dignos Pares a apreciao e votao

    do presente projeto de lei em regime de urgncia.

    Atenciosamente,

    JAIR CORRA

    PREFEITO MUNICIPAL

  • PROJETO DE LEI No 027, DE 02 DE JUNHO DE 2014.

    Altera a Lei Complementar n 11/2012 Plano Diretor Municipal do Municpio de Linhares; Lei Complementar n 13/2012 Lei de Uso e Ocupao do Solo Urbano do Municpio de Linhares; Lei Complementar n 2613/2006 Cdigo de Postura do Municpio de Linhares; Lei Complementar n 18/2012 Cdigo de Obras do Municpio de Linhares e Lei Complementar n 14/2012 Lei de Parcelamento do Solo do Municpio de Linhares, e d outras providncias.

    Art. 1 A Lei Complementar n 011/2012, passa a vigorar com as seguintes alteraes:

    Art. 4 ................................................... VIII - Lei de permetro urbano.

    Art. 6 ................................................... III promoo do desenvolvimento sustentvel, entendido este como direito cidade para todos, compreendendo o direito terra urbana, moradia, ao saneamento ambiental, infraestrutura urbana, ao transporte, aos servios pblicos, ao trabalho e ao lazer; (NR)

  • IV - realizao das funes sociais da cidade e cumprimento da funo social da propriedade, conforme determina o estatuto da cidade garantindo os direitos urbanos de justa distribuio dos benefcios e dos nus decorrentes da urbanizao e a primazia do interesse publico nas aes relativas poltica urbana; (NR) ................................................................. X - fortalecimento do setor pblico; por meio da implantao de um processo permanente de planejamento e monitoramento da implementao do PDM; (NR) Art. 9 ........................................................ I - consolidar o Municpio de Linhares como plo regional de atividades produtivas e geradoras de emprego e renda, mediante o desenvolvimento sustentvel das atividades econmicas e a sua diversificao, priorizando a indstria, em especial a moveleira, o turismo, a agricultura e a minerao, bem como buscando a explorao de potenciais de explorao das culturas regionais do Municpio, dentre as quais os produtos artesanais ligados alimentao e vesturio respeitado as especificidades e vocaes de cada localidade; (NR) .................................................................... IV - consolidar os ncleos urbanos de Regncia, So Rafael, Desengano, Farias, Guaxe, Pontal do Ipiranga, Povoao, Baixo Quartel, Rio Quartel, Barra Seca e Bebedouro, priorizando a ocupao das reas j constitudas e dos vazios urbanos entre elas, inclusive mediante a promoo de programas de construo de habitao de interesse social que venham a integrar os novos moradores aos locais de trabalho e aos equipamentos pblicos; (NR) .................................................................... VI delimitar as zonas urbanas promover a expanso dos ncleos urbanos de Regncia, Povoao, Pontal de Ipiranga, So Rafael, Desengano, Bebedouro e Rio Quartel, de modo a maximizar o aproveitamento das novas reas e a minimizar os efeitos negativos da urbanizao sobre o ambiente natural em seu entorno; (NR) .................................................................... XVIII - valorizar a paisagem do Municpio, por meio de estudos e trabalhos que determinem a verticalizao ou a horizontalidade das ocupaes urbanas em torno das zonas de dinamizao, levando em considerao os aspectos especficos de cada regio; (NR)

  • Art. 39 ............................................................ ........................................................................ II - Zona de Interesse Turstico.

    CAPTULO II

    DA ZONA URBANA

    SEO I DA ZONA URBANA DE DINAMIZAO I

    Art. 40 A Zona Urbana de Dinamizao I aquela onde a disponibilidade de infra-estrutura, a rede viria e as caractersticas ambientais permitem a densificao do uso e da ocupao do solo, na forma descrita no mapa constante do anexo II. (NR) Pargrafo nico. (REVOGADO) Art. 41 So diretrizes para a Zona Urbana de Dinamizao I: ................................................................ IX (REVOGADO) Art. 42 Na Zona Urbana de Dinamizao I ficam estabelecidos os parmetros urbansticos previstos na Lei de Uso e Ocupao do Solo Urbano. (NR) I (REVOGADO) II (REVOGADO); III (REVOGADO). ..................................................................

  • Art. 44 A Zona Urbana de Dinamizao II aquela onde a disponibilidade de infraestrutura, a rede viria e as caractersticas ambientais permitem uma densificao moderada do uso e da ocupao do solo, na forma descrita no mapa constante do anexo II. (NR) Pargrafo nico. (REVOGADO) I - (REVOGADO). II - (REVOGADO). Art. 46 Na Zona Urbana de Dinamizao II ficam estabelecidos os parmetros urbansticos previstos na Lei de Uso e Ocupao do Solo Urbano. (NR) I - (REVOGADO) a) (REVOGADO) b) (REVOGADO) c) (REVOGADO) II - (REVOGADO). ..................................................................

    Art. 48 A Zona Urbana de Consolidao I aquela que j apresenta um grau bsico de urbanizao, de uso predominantemente habitacional de baixa densidade, que requer qualificao urbanstica destinada a adequar e melhorar o padro urbano existente, na zona descrita no mapa constante do anexo II. (NR) 1 (REVOGADO). 2 (REVOGADO). .................................................................. Art. 50 Na Zona Urbana de Consolidao I, ficam estabelecidos os parmetros urbansticos previstos na Lei de Uso e Ocupao do Solo Urbano. (NR) I - (REVOGADO).

  • II - (REVOGADO). III - (REVOGADO). .......................................................

    Art. 52 ........................................... Pargrafo nico. Esta Zona corresponde s reas descritas no mapa constante do anexo II. (NR) ....................................................... Art. 54 Na Zona Urbana de Consolidao II ficam estabelecidos os parmetros urbansticos previstos na Lei de Uso e Ocupao do Solo Urbano. (NR) I - (REVOGADO) a) (REVOGADO) b) (REVOGADO) c) (REVOGADO) II - (REVOGADO) ...................................................................

    Art. 60 ....................................................... 1 Esta zona compreende a zona descrita no mapa constante do anexo II. (NR) Art. 62 Na Zona Urbana de Expanso Urbana ficam estabelecidos os parmetros urbansticos previstos na Lei de Uso e Ocupao do Solo Urbano. (NR) I - (REVOGADO) a) (REVOGADO)

  • b) (REVOGADO) c) (REVOGADO) II - (REVOGADO). ................................................................. Art. 64 Ficam constitudos Corredores de Comrcio e Servios, compostos pela BR-101 e Rodovias Estaduais que cortam o Municpio de Linhares dentro do permetro urbano da sede e dos distritos, e tambm pelas vias indicadas no Anexo II. (NR) 1. O zoneamento previsto no caput deste artigo poder ser aplicado juntamente com outro zoneamento limtrofe previsto nesta lei, exceto nas reas de interesse paisagstico e ambiental. 2. No caso da aplicao deste artigo, fica obrigatrio que o acesso principal seja pela via identificada como corredor de comrcio e servio. ......................................................... Art. 67 (REVOGADO) I - (REVOGADO) II - (REVOGADO) ...........................................................

    Art. 70 ......................................................... Pargrafo nico. Esta zona corresponde a zona descrita no mapa constante do anexo II. (NR) Art. 70-A A Zona Industrial I aquela destinada a implantao de industrias de pequeno e mdio porte, sendo tolerado o uso de grande porte. Art. 70-B A Zona Industrial II aquela destinada a implantao de industrias de pequeno, mdio e grande porte. ...........................................................................

  • Art. 72 Na Zona Urbana Industrial ficam estabelecidos os parmetros urbansticos previstos na Lei de Uso e Ocupao do Solo Urbano.

    I - (REVOGADO) a) (REVOGADO) b) (REVOGADO) c) (REVOGADO)

    Art. 73 ................................................ 1 (REVOGADO)

    2 A largura mnima dessas faixas de 15 (quinze) metros, exceto em reas j consolidadas onde devem ser compatibilizadas com as ocupaes regulares existentes, na forma do mapa anexo presente lei; 3 (REVOGADO) ................................................................... Art. 78 ......................................... ................................................... IV - permitir o parcelamento em lotes mnimos de 600,00m2 (seiscentos metros quadrados); (NR) .................................................... Art. 79 Na Zona de Interesse Turstico e de Lazer ficam estabelecidos os parmetros urbansticos previstos na Lei de Uso e Ocupao do Solo Urbano. (NR) I - (REVOGADO) a) (REVOGADO) b) (REVOGADO)

  • c) (REVOGADO)

    Seo III

    Das Zonas Especiais de Preservao Histrico-Cultural - ZEPHC

    Art. 79-A I - Aas Zonas Especiais de Preservao Histrico-Cultural ZEPHC, sero definidas por lei especfica, de acordo com estudo prvio efetuado pelas Secretarias de Cultura e Meio Ambiente;

    Pargrafo nico. Os parmetros urbansticos relativos zona especial prevista no caput deste artigo sero definidos na lei de uso e ocupao do solo.

    Art. 80 ..................................................... Pargrafo nico. A zona de que trata este artigo compreende a poro do municpio indicada no Anexo I a esta Lei Complementar. (NR) Art. 81 ................................................... .............................................................. XI stios de recreio. (...) 3 Os stios de recreio nas zonas rurais no caracterizaro parcelamento urbano quando, cumulativamente: I possuir rea mnima de 4.000 m;

    II - a rea edificada for igual ou inferior a 30% da rea total do imvel; e coeficiente de aproveitamento de 0.5. III no mnimo, 40% da rea do imvel estiver arborizada com vegetao nativa, reflorestada ou frutfera, sem ser considerado no seu cmputo a rea de reserva legal, conforme orientao da SEMAM.

  • IV no houver muros ou paredes limtrofes que obstaculizem a viso do interior da rea, excetuadas cercas vivas; V gabarito mximo de 3 (trs) pavimentos, includo o terrao; VI - no havendo servio pblico de gua e esgoto disponibilizado pelo Poder Pblico Municipal, caber ao proprietrio adotar solues domsticas sustentveis atendendo as normas ambientais especficas. 4 No desmembramento do stio de recreio perante o Registro de Imveis competente, constar da matrcula a referncia s limitaes administrativas estabelecidas neste artigo; cabe ao Municpio fiscalizar a observncia dos requisitos indicados. Art. 82-A Na Zona Rural de Uso Intensivo localizada ao norte da sede do municpio vedada a implantao de indstrias de grande potencial poluente. ................................................. Art. 84 ........................................ ...................................................... V - permitida a implantao de campos de extrao de petrleo e gs natural, instalaes para beneficiamento de petrleo e gs natural, refinarias, termoeltricas e similares, bem como atividades porturias e correlatas; (NR) VI permitida a extrao de produtos minerais e seu beneficiamento, respeitadas as restries previstas no Cdigo de Posturas e legislao minerria, sem prejuzo do controle e restries ambientais, alm de medidas compensatrias, que se fizerem necessrias. (NR) VII atividades de revenda de combustveis e atividades afins ao longo das estradas e rodovias que cortam o Municpio. (NR)

    SEO II DA ZONA DE INTERESSE TURSTICO

    Art. 87 ........................................ Pargrafo nico. Esta zona corresponde a zona descrita no mapa constante do anexo II. (NR)

  • Art. 88 So diretrizes para a Zona de Interesse Turstico (NR): III (REVOGADO)

    CAPTULO VIII DO ESTUDO DE IMPACTO DE VIZINHANA

    Art. 128 ...............................:

    I aqueles residenciais que apresentarem: a) mais de 600 (seiscentas) vagas de estacionamento; ou b) mais de 40.000m2 (quarenta mil metros quadrados) de rea total; II - Usos No Residenciais: a) empreendimentos no residenciais constitudos por uma ou mais atividades que apresentarem rea construda total igual ou superior a 40.000m2 (quarenta mil metros quadrados); b) locais de reunio com capacidade de lotao superior a 1500 (mil e quinhentas) pessoas sentadas; c) os seguintes usos e atividades: 1) base area militar; 2) base de treinamento militar; 3) campo de pista para treinamento de combate contra incndios; 4) central de controle de zoonoses; 5) comando de companhia de policiamento; 6) centro de distribuio regional de correios; 7) delegacia de polcia com carceragem para mais de 10 (dez) pessoas; 8) helipontos; 9) quartis;

  • 10) terminal de transporte de cargas; 11) estabelecimentos de ensino com rea construda total superior a 20.000m2 (vinte mil metros quadrados), considerando-se, para o cmputo da rea construda total, a soma de todas as unidades existentes ou a serem instaladas em um raio de 500m (quinhentos metros), pertencentes ao mesmo interessado; 12) usina ou estao de transbordo de inertes; III - empreendimentos constitudos por usos residenciais e no- residenciais, cuja somatria das reas construdas totais seja igual ou superior a 40.000m2 (quarenta mil metros quadrados). V - aqueles que ocupem mais de uma quadra ou quarteiro urbano; 1. Poder Pblico poder propor, mediante lei, outros empreendimentos ou atividades sujeitos elaborao do EIV, aps apreciao do Conselho Municipal de Desenvolvimento Urbano. 2. Os empreendimentos previstos no caput deste artigo com projetos modificativos com mudana de uso ou acrscimo superior a 20% (vinte por cento) do total da rea construda existente, ou de reforma, com aumento de rea superior a 20% (vinte por cento) do total da rea construda existente, estaro sujeitos apresentao do EIV.

    Art. 129 ........................................

    X - definio das medidas mitigadoras e/ou compensatrias dos impactos negativos, bem como daquelas intensificadoras dos impactos positivos. XI demonstrao e dimensionamento dos equipamentos pblicos necessrios para atender a populao que ser instalada no empreendimento, bem como aquelas afetadas pela instalao. Art. 129-A. Para a elaborao do EIV o empreendedor dever solicitar a Comisso Municipal de Avaliao de Impacto de Vizinhana - CMAIV, o Termo de Referncia contemplando as questes relacionadas no artigo 129. Art. 129-B. Fica criada a Comisso Municipal de Avaliao de Impacto de Vizinhana CMAIV, com o objetivo de anlise e aprovao de usos e empreendimentos geradores de impacto de vizinhana e assuntos tcnicos relacionados implementao do PDM, com o objetivo de assessorar o Conselho Municipal de Desenvolvimento Urbano CMDU. Art. 129-C. A CMAIV dever ser composta, no mnimo, pelos seguintes membros:

  • I 03 (trs) servidores lotados na Secretaria Municipal de Obras II 03 (trs) servidores lotados na Secretaria Municipal de Meio Ambiente III 01 (um) servidor lotado na Secretaria Municipal de Cidadania e Segurana Pblica; IV 01 (um) servidor lotado na Procuradoria do Municpio; V 01 (um) servidor lotado na Secretaria Municipal de Planejamento; 1 Nos casos previstos nos incisos I e II deste artigo, no mnimo 01 (um) servidor dever ser efetivo. 2 Para cada membro dever ser designado um suplente respectivo; 3 Cada membro da CMAIV ter direito gratificao mensal de 500 (quinhentos) U.R.M.L. (Unidade de Referncia do Municpio de Linhares). Art. 129-D. Em funo da anlise do CMAIV de cada empreendimento, o Conselho da Cidade poder determinar: I - a execuo de medidas necessrias ao controle da incomodidade causada pela implantao e funcionamento do estabelecimento; II - que o empreendedor fornea informaes complementares, necessrias anlise do empreendimento. III a execuo de medidas mitigadoras como forma de compensao dos impactos gerados pelo empreendimento.

    Art. 2 A Lei Complementar n 013/2012, passa a vigorar com as seguintes alteraes:

    Art. 7 .......................................:

    I - Residencial;

    II - No Residencial 01 III - No Residencial 02 IV - No Residencial 03 V - Industrial

  • Art. 8 ........................................................................... Art. 9 (REVOGADO)

    I - (REVOGADO) II - (REVOGADO) III (REVOGADO) IV (REVOGADO) 1 (REVOGADO)

    2 (REVOGADO) I - (REVOGADO) II - (REVOGADO) III - (REVOGADO)

    Art. 9-A. Classificam-se na categoria de uso No Residencial 01 os seguintes grupos de atividades: I - comrcio de abastecimento de mbito local: estabelecimentos de venda direta ao consumidor de produtos alimentcios sem consumo no local; II - comrcio diversificado: estabelecimentos de venda direta ao consumidor de produtos relacionados ou no ao uso residencial; III - servios pessoais: estabelecimentos destinados prestao de servios pessoais de mbito local; IV - servios profissionais: estabelecimentos destinados prestao de servios de profissionais liberais, tcnicos ou universitrios, ou de apoio ao uso residencial; V - servios tcnicos de confeco ou manuteno: estabelecimentos destinados prestao de servios tcnicos de reparo ou de apoio ao uso residencial;

  • VI - servios de educao: estabelecimentos destinados ao ensino pr-escolar ou prestao de servios de apoio aos estabelecimentos de ensino seriado e no seriado; VII - servios sociais: estabelecimentos destinados prestao de servios de utilidade pblica ou de cunho social; VIII - associaes comunitrias, culturais e esportivas de carter local; IX - servios de hospedagem ou moradia: estabelecimentos destinados prestao de servios de moradia temporria ou provisria, ou de cunho social ou religioso; X - servios da administrao e servios pblicos; XI - usos Industriais de Pequeno Porte. 1 - As atividades que compem os grupos referidos da categoria de uso No Residencial 01 so as relacionadas no Anexo II desta lei. 2 - A atividade "showroom", enquadrada no grupo de atividades comrcio constante no inciso II define-se como uso no residencial comercial destinado exposio de produtos de fabricante, produtor ou representante, com ou sem venda direta ou indireta de mercadorias, sem depsito e/ou retirada de mercadorias no local. Art. 9-B. Classificam-se na categoria de uso No Residencial 02 os seguintes grupos de atividades: I - comrcio de alimentao ou associado a diverses: estabelecimentos destinados venda de produtos alimentcios, com ou sem consumo no local, ou ao desenvolvimento de atividades de lazer e diverso; II - comrcio especializado: estabelecimentos destinados venda de produtos especficos; III - oficinas: estabelecimentos destinados prestao de servios mecnicos, de reparos em geral e de confeco ou similares; IV - servios de sade: estabelecimentos destinados ao atendimento sade da populao; V - estabelecimentos de ensino seriado: estabelecimentos destinados ao ensino fundamental e mdio da educao formal;

  • VI - estabelecimentos de ensino no seriado: estabelecimentos destinados ao ensino complementar, aos cursos profissionalizantes ou de aperfeioamento, ou educao informal em geral; VII - servios de lazer, cultura e esportes: espaos ou estabelecimentos destinados ao lazer e prtica de esportes ou ao condicionamento fsico; VIII - locais de reunio ou eventos; IX - servios de armazenamento e guarda de bens mveis: espaos ou estabelecimentos destinados venda ou guarda de mercadorias em geral, mquinas ou equipamentos, guarda de veculos, mveis ou animais e estacionamentos de veculos; 1 - As atividades que compem os grupos de atividades referidos da categoria de uso No Residencial 02 so as relacionadas no Anexo II desta lei. 2 - Para fins de aplicao do disposto no inciso I, considera-se como comrcio de alimentao associado a diverses os estabelecimentos comerciais, inclusive bares e restaurantes, que possuam pista de dana, instalaes para "shows" e eventos e palco para "shows" e espetculos. Art. 9-C. Classificam-se na categoria de uso No Residencial 03 os seguintes grupos de atividades: I - usos especiais: espaos, estabelecimentos ou instalaes sujeitos a controle especfico ou de valor estratgico para a segurana e servios pblicos; II - empreendimentos geradores de impacto ambiental: aqueles que possam causar alterao das propriedades fsicas, qumicas e biolgicas do meio ambiente e que direta ou indiretamente afetem: a) a sade, a segurana e o bem estar da populao; b) as atividades sociais e econmicas; c) a biota; d) as condies paisagsticas e sanitrias do meio ambiente; e) a qualidade dos recursos ambientais; III - empreendimentos geradores de impacto de vizinhana: aqueles que pelo seu porte ou natureza possam causar impacto ou alterao no seu entorno ou sobrecarga na capacidade de atendimento da infra-estrutura.

  • Pargrafo nico. As atividades que compem os grupos de atividades referidos na categoria de uso No Residencial 03 so as relacionadas no Anexo II desta lei.

    Art. 9-D. Fica vedada a instalao dos Usos No Residenciais 03: I - nas Zonas Especiais de Preservao Histrico-Cultural - ZEPHC; II - nas Zonas Especiais de Interesse Social - ZEIS; III - nas vias com largura inferior a 12m (doze metros). Art. 9-E. Previamente aprovao de projeto para construo ou reforma de edificaes e para equipamentos ou instalaes destinadas s atividades classificadas como No Residenciais 03, ou ainda, previamente ao licenciamento para instalao e funcionamento dessas atividades, quando no houver a necessidade de aprovao de projeto, o Departamento de Aprovao de Projetos, Fiscalizao e Habite-se DAPFH, aps anlise do empreendimento e impacto previsto, dever emitir parecer contendo as exigncias que, alm das demais disposies legais, que devero ser obrigatoriamente atendidas. 1 - Para subsidiar o parecer a ser emitido DAPFH, o Conselho Municipal de Desenvolvimento Urbano - CMDU e o Conselho Municipal de Defesa do Meio-ambiente CONDEMA, e, poder definir previamente exigncias adicionais relativas a: I - recuos; II - gabarito; III - permeabilidade e cobertura vegetal; IV - espaos para estacionamento, condies de instalao (rea construda computvel mxima, horrio de funcionamento, nmero mximo de funcionrios por turno, lotao mxima, vagas para estacionamento, reas para embarque e desembarque, ptio para carga e descarga); V - medidas mitigadoras dos impactos negativos no trfego, de vizinhana e ambiental.

  • Art. 9-F. Os empreendimentos geradores de impacto ambiental e/ou de impacto de vizinhana devero apresentar o EIA-RIMA ou EIV nos termos da legislao vigente.

    Art. 10. (REVOGADO) I - (REVOGADO) II - (REVOGADO) III (REVOGADO) IV (REVOGADO) Art. 11. (REVOGADO) I - (REVOGADO) II - (REVOGADO) III - (REVOGADO)

    Art. 11-A. Os usos industriais classificam-se nos seguintes grupos de atividades: I - usos industriais de pequeno porte (I1); II - usos industriais de mdio porte (I2); III - usos industriais de grande porte (I3); IV - usos industriais de grande potencial poluente (I4); Art. 11-B. O grupo de atividades usos industriais de pequeno porte (I1) divide-se nos seguintes grupos de atividades: I - confeco de artigos de vesturio e acessrios: confeces que no utilizem processos de tingimento de fibras ou tecidos; II - fabricao de artefatos de papel: indstrias potencialmente geradoras de rudos e vibrao compatveis com o uso residencial; III - fabricao de equipamentos de comunicaes: indstrias cuja incomodidade est vinculada aos processos de montagem, no sendo processada qualquer operao de transformao de materiais, tais como anodizao e pintura;

  • IV - fabricao de mquinas para escritrio e equipamentos de informtica: indstrias cuja incomodidade est vinculada aos processos de montagem, no sendo processada qualquer operao de transformao de materiais; V - fabricao de equipamentos de instrumentao mdico-hospitalares, instrumentos de preciso e pticos, equipamentos para automao industrial, cronmetros e relgios: indstrias cuja incomodidade est vinculada aos processos de montagem, no sendo processada qualquer operao de transformao de materiais. Pargrafo nico. As atividades que compem os grupos referidos no "caput" deste artigo so as relacionadas no Anexo II desta lei complementar. Art. 11-C. O grupo de atividades usos industriais de mdio porte (I2) divide-se nos seguintes grupos de atividades: I - fabricao de produtos alimentcios e bebidas: estabelecimentos destinados fabricao de produtos de padaria, confeitaria, pastelaria, rotisserie, dentre outros, com rea construda mxima de 2.000m2 (dois mil metros quadrados), cujo potencial poluidor, em especial de odores, seja passvel de controle tecnolgico; II - fabricao de produtos txteis: indstrias sem operaes de fiao, tecelagem, beneficiamento e tingimento de fibras txteis ou tecidos; III - preparao de couros e fabricao de artefatos de couro, artigos de viagem e calados: indstrias de artefatos de couro, sem operaes de curtimento e preparao de couros e peles, inclusive subprodutos; IV - fabricao de produtos de plstico: estabelecimentos destinados fabricao de laminados plsticos, artefatos diversos de material plstico, potencialmente geradores de emisso de odores, rudos e efluentes lquidos, passveis de tratamento; V - fabricao de produtos de madeira: indstrias com potencial de emisso de rudos e poeiras, passveis de tratamento; VI - fabricao de peas e acessrios para veculos automotores: indstrias de montagem que no envolvem transformao de matria-prima; VII - fabricao de mveis: indstrias com baixo potencial de poluio do meio ambiente, com rea construda mxima de 2.000m2 (dois mil metros quadrados), com gerao de material particulado, emisso de rudos e de incmodos ao uso residencial, passveis de serem controlados.

  • Pargrafo nico. As atividades que compem os grupos de atividades referidos no "caput" deste artigo so as relacionadas no Anexo II desta lei complementar. Art. 11-D. O grupo de atividades usos industriais de grande porte (I3) divide-se nos seguintes grupos de atividades: I - fabricao de produtos alimentcios e bebidas: estabelecimentos destinados preparao de alimentos, conservas, produtos de cereais, bebidas, dentre outros; II - fabricao de produtos do fumo: indstrias potencialmente incmodas pela emisso de odores; III - fabricao de produtos txteis: estabelecimentos destinados ao beneficiamento e tecelagem de fibras txteis, estamparia e texturizao, alvejamento e tingimento de tecidos, dentre outros; IV - fabricao de papel e produtos de papel: indstrias destinadas fabricao de papel, papelo, cartolina e carto; V - edio, impresso e reproduo de gravaes: indstrias potencialmente incmodas pela emisso de odores, rudos e vibrao, podendo tornar-se insalubres e com riscos de periculosidade por uso de solventes em operaes de impresso, emisso de poluentes atmosfricos e manipulao de substncias inflamveis; VI - fabricao de produtos qumicos: indstrias destinadas fabricao de produtos qumicos que envolva processos e operaes com potencial de insalubridade, periculosidade e incomodidade, passveis de tratamento; VII - fabricao de artigos de borracha: estabelecimentos destinados fabricao de fios de borracha, espuma de borracha, dentre outros, que no utilizem processos de regenerao de borracha; VIII - fabricao de produtos de minerais no metlicos: estabelecimentos destinados fabricao de vidro, artigos de vidro, artefatos de concreto, cimento e estuque, dentre outros; IX - metalurgia bsica: estabelecimentos destinados produo de laminados de ao, metalurgia de diversos metais e fundio; X - fabricao de produtos de metal, exceto mquinas e equipamentos: estabelecimentos que utilizem processos de forja, galvanoplastia, usinagem, solda, tmpera, cementao e tratamento trmico de materiais, dentre outros;

  • XI - fabricao de mquinas e equipamentos: estabelecimentos destinados fabricao de motores, bombas, tratores, armas, dentre outros, potencialmente poluidores da gua, do ar e do solo; XII - fabricao de mquinas, aparelhos e materiais eltricos: estabelecimentos destinados fabricao de geradores, transformadores e motores eltricos, fios e cabos, dentre outros; XIII - fabricao e montagem de veculos automotores, reboques e carrocerias: indstrias potencialmente incmodas pela natureza da atividade e porte do empreendimento que exigem solues tecnolgicas e condies de instalao adequadas; XIV - fabricao de outros equipamentos de transporte: indstrias potencialmente incmodas pela natureza da atividade e porte do empreendimento que exigem solues tecnolgicas e condies de instalao adequadas; 1. As atividades que compem os grupos de atividades referidos no "caput" deste artigo so as relacionadas no Anexo II desta lei complementar. 2. Ficam enquadrados na subcategoria de usos industriais de grande porte (I3), os estabelecimentos industriais nos quais houver processo de fundio de metais, ferrosos ou no ferrosos, necessrio ou no ao desempenho da atividade na qual est classificado o estabelecimento. Art. 11-E. O grupo de atividades usos industriais de grande potencial poluente (I4) divide-se nos seguintes grupos de atividades: I - fabricao de produtos alimentcios: estabelecimentos destinados produo de leos, gorduras, beneficiamento de arroz, fabricao de raes balanceadas, dentre outros, que exigem solues tecnolgicas complexas ou onerosas para seu tratamento; II - curtimento e outras preparaes de couro: indstrias com alto potencial de poluio do meio ambiente, tanto pelas emanaes odorferas, como pela qualidade dos efluentes e resduos slidos industriais gerados que, em geral, necessitam de pr-condicionamentos para disposies conjuntas em sistemas de tratamento pblicos ou privados; III - fabricao de celulose e pastas para fabricao de papel; IV - fabricao de coque, refino de petrleo, elaborao de combustveis nucleares: indstrias com alto potencial de poluio da gua e do ar, gerando resduos slidos, que exigem tratamento e/ou disposio final complexa e onerosa, alm de possurem alta periculosidade, riscos de incndios e exploses, causando srios incmodos populao;

  • V - fabricao de produtos qumicos: indstrias com processos e operaes com potencial de insalubridade, periculosidade e incomodidade, podendo gerar emisses atmosfricas, efluentes lquidos e resduos slidos altamente nocivos para a sade pblica e o meio ambiente; VI - fabricao de borracha: indstrias com operaes de beneficiamento ou regenerao de borracha; VII - fabricao de produtos de minerais no-metlicos: estabelecimentos destinados fabricao de cimento, cal, telhas, tijolos, dentre outros; VIII - metalrgica bsica: estabelecimentos destinados produo de gusa, ferro e ao, metalurgia dos metais no ferrosos, dentre outros, com alto potencial de poluio do ar, emitindo material particulado, gases txicos e incmodos, rudos e vibraes, alm de poluir a gua e gerar resduos slidos que exigem solues tecnolgicas complexas e onerosas para o seu tratamento. 1. Ficam tambm classificados como I4, os estabelecimentos industriais nos quais houver processos de: I - reduo de minrios de ferro; II - beneficiamento e preparao de minerais no-metlicos no associados em sua localizao s jazidas minerais; III - qualquer transformao primria de outros minerais metlicos no associados em sua localizao s jazidas minerais, excetuado o caso de metais preciosos; IV - regenerao de borracha; V - liberao ou utilizao de gases ou vapores que possam, mesmo acidentalmente, colocar em risco a sade pblica, o qual ser verificado em funo da toxicidade da substncia, da quantidade de gases ou vapores que possam ser liberados e da localizao do estabelecimento industrial.

    .......................................................................

    Art. 24. ..................................................

  • 1 No ser permitido qualquer tipo de construo na parte externa dos chanfros e/ou curvas de concordncia em lotes situados nas esquinas das quadras. O chanfro dever ser de no mnimo 1,5m por 1,5m e a curva dever ter raio externo mnimo de 1,5m. (NR) 2 As rampas de acesso s garagens dos edifcios que venam desnvel igual ou superior a 1,40m (um metro e quarenta centmetros) s podero iniciar a partir de 3,00 m (trs metros) da testada dos lotes; 3 Todas as divisas lindeiras a logradouros pblicos devem seguir os parmetros dos afastamentos mnimos de frente, e as divisas opostas, os parmetros afastamentos mnimos de fundos; Art. 24-A. As edificaes localizadas na Zona Industrial I, Zona Industrial II devem seguir os parmetros de Afastamentos Obrigatrios estabelecidos nesta seo, obedecendo o afastamento mnimo de 5,0m (cinco metros) em todos os pavimentos, inclusive os pavimentos em subsolo;

    Art. 25. (REVOGADO) I (REVOGADO) II (REVOGADO) III (REVOGADO) IV (REVOGADO) V (REVOGADO)

    Art. 25-A. Os elementos morfolgicos fundamentais das edificaes so (fig.12): I - Base - volume de altura contado a partir da Referncia de Nvel (RN) at o corpo da edificao; II - Corpo - volume de altura e projeo variveis, destinado a abrigar principalmente as unidades tipo; III - lume Superior - volume varivel acima do forro do ltimo pavimento do corpo, destinado a abrigar reas de equipamentos; IV - Subsolo - volume de altura e projeo variveis, situado abaixo da Referncia de Nvel do terreno.

  • Definies: I - Referncia de Nvel (RN) - nvel adotado em projeto para determinao da volumetria mxima da edificao ou trecho da mesma, definido conforme alnea "a" do inciso II do art. 25-B desta Lei; II - Altura da Edificao - distncia vertical entre a referncia de nvel da edificao e o nvel correspondente parte inferior da laje ou similar do ltimo pavimento; III - Altura da Base da Edificao - distncia vertical entre a referncia de nvel da edificao e o nvel correspondente parte inferior da laje ou similar do ltimo pavimento do volume da base. A altura da base deve ser igual ou inferior a 7,5m;

    Art. 25-B. Quanto ao regime volumtrico, o projeto da edificao deve observar as seguintes regras de aplicao: I - Quanto altura:

    a) a Referncia de Nvel (RN) definida em qualquer ponto do terreno natural (fig. 2); b) a distncia vertical entre a RN e o Perfil Natural do Terreno (PNT) no poder, em qualquer ponto do terreno, ser superior a 4m

    (quatro metros); c) a altura mxima da edificao poder ser acrescida em 2m (dois metros) para definio do ponto mximo do telhado ou

    platibanda (fig.2); d) a altura mxima da base poder ser acrescida em 2m (dois metros) para definio do ponto mximo do telhado, muros ou

    platibanda (fig.2);

  • II - Quanto a balanos e avanos sobre afastamentos obrigatrios: a) Sobre os afastamentos obrigatrios permitida a construo de elementos decorativos e jardineiras, com avano mximo de 0,40m (quarenta centmetros); brises com largura mxima correspondente a um metro, desde que projetados exclusivamente para proteo solar; os beirais de cobertura, com largura mxima de 1,50m (um metro e cinquenta centmetros) b) permitida a construo de sacadas em balano sobre os afastamentos de frente, at o mximo de 1,20m (um metro e vinte centmetros), desde que no ocupe mais de 50% (cinquenta por cento) da fachada correspondente e garanta um afastamento mnimo da divisa frontal de 2m (dois metros); c) Ser permitida, sobre os afastamentos laterais e de fundos, a construo de sacadas em balano, at o mximo de 1,50m (um metro e cinquenta centmetros), desde que no ocupe mais de 50% (cinquenta por cento) por pavimento tipo da fachada correspondente e garanta um afastamento mnimo das divisas de 3m (trs metros). d) Ser permitida, sobre os afastamentos laterais e de fundos, a construo das caixas de escadas e elevadores, desde que garantido um afastamento mnimo das divisas de 1,5m (um metro e cinquenta centmetros).

    Art. 25-C. Quanto ao regime volumtrico, o projeto da edificao deve observar as seguintes regras de aplicao:

    Art. 25-D. Nos casos de abertura de vos de iluminao e aerao em fachadas para lotes vizinhos ou logradouros pblicos, os afastamentos mnimos frontal, laterais e de fundo, corresponde a 1,50m (um metro e cinquenta centmetros).

  • 1 Lajes de cobertura descobertas, nas divisas de fundo ou lateral do lote, podero ter acesso para utilizao, alm de acesso tcnico, uma vez atendido o seguinte requisito: I - altura mnima de 2,00m (dois metros) para a platibanda ou muro sobre esta laje quando o muro estiver a menos de 1,50m (um metro e cinquenta centmetros) do vizinho; Art. 25-E Os afastamentos mnimos esto descritos na tabela seguinte, calculados em relao altura mxima da edificao, sem ultrapassar o nmero de pavimentos correspondente, considerando-se: I - Para altura de edificaes iguais ou inferiores a 7,5m (sete metros e cinqenta centmetros) dispensado afastamento lateral e de fundos, salvo no disposto no caput do art. 25-E. II - Para alturas superiores a 7,5m o afastamento lateral e de fundos relativo ao disposto na coluna Lateral A da tabela, sendo permitido em um dos lados o disposto na coluna Lateral B, desde que corresponda a fachadas sem aberturas ou com aberturas de ambientes de permanncia transitria (conforme disposto no Cdigo de Obras).

    AFASTAMENTOS MNIMOS

    N de Pavimentos/ altura mxima

    Frente Lateral A No mnimo em um dos lados e Fundos

    Lateral B Fachadas sem aberturas ou c/ aberturas de ambientes de permanncia transitria aplicvel em um dos lados

    02/ h31,0m 2,5 mais 0,5m por pavimento

    1. Para lotes com profundidade inferior a 30,0m o afastamento frontal poder corresponder a 10% da profundidade do lote, respeitando o

    mnimo de 2,0m de afastamento.

  • 2. Referente base e/ou ao corpo da edificao. 3. Aplicvel ao corpo da edificao. 4. Fachadas c/ aberturas de ambientes de permanncia prolongada

    ...............................................................

    Art. 28. (REVOGADO) Art. 29. (REVOGADO) I (REVOGADO) II (REVOGADO) III (REVOGADO) Art. 30. (REVOGADO)

    .................................................

    Seo I Da Zona Especial de Preservao Cultural - ZEPEC

    Art. 33-A. A Zona Especial de Preservao Cultural - ZEPHC ser objeto de projeto urbanstico especfico de acordo com as seguintes diretrizes e parmetros urbansticos:

    I - coeficiente de aproveitamento: a) mnimo igual a 0,1 (um dcimo); b) bsico igual a 02 (dois); c) mximo: igual a 02 (dois). II - usos: idem zoneamento adjacente III - gabarito mximo de 04 (quatro) pavimentos, includo o terrao;

  • IV Afastamentos conforme art. 24 a 25-E desta lei complementar. (NR)

    Seo I Da Zona Urbana de Dinamizao I

    Art. 34. (REVOGADO) I - (REVOGADO)

    a) (REVOGADO)

    b) (REVOGADO)

    b) (REVOGADO)

    II - (REVOGADO) a) (REVOGADO) b) (REVOGADO) c) (REVOGADO) III - (REVOGADO) IV - (REVOGADO) V - (REVOGADO) VI - (REVOGADO) VII - (REVOGADO) a) (REVOGADO) b) (REVOGADO) Pargrafo nico. (REVOGADO)

    Seo II

    Da Zona Urbana de Dinamizao II

  • Art. 35. (REVOGADO) I - (REVOGADO) a) (REVOGADO) b) (REVOGADO) c) (REVOGADO) II - (REVOGADO) a) (REVOGADO) b) (REVOGADO) c) (REVOGADO) III - (REVOGADO) IV - (REVOGADO) V - (REVOGADO) VI - (REVOGADO) VII - (REVOGADO) a) (REVOGADO) b) (REVOGADO) Pargrafo nico. (REVOGADO)

    Seo III

    Zona Urbana de Consolidao I

    Art. 36. (REVOGADO) I - (REVOGADO) a) (REVOGADO) b) (REVOGADO)

  • c) (REVOGADO) II - (REVOGADO) a) (REVOGADO) b) (REVOGADO) c) (REVOGADO) III - (REVOGADO) IV - (REVOGADO) V - (REVOGADO) VI - (REVOGADO) VII - (REVOGADO) a) (REVOGADO) b) (REVOGADO) Pargrafo nico. (REVOGADO)

    Seo IV

    Da Zona Urbana de Consolidao II

    Art. 37. (REVOGADO) I - (REVOGADO) a) (REVOGADO) b) (REVOGADO) c) (REVOGADO) II (REVOGADO) a) (REVOGADO) b) (REVOGADO) c) (REVOGADO) III - (REVOGADO) IV - (REVOGADO) V - (REVOGADO) VI - (REVOGADO)

  • a) (REVOGADO) b) (REVOGADO) Pargrafo nico. (REVOGADO)

    .......................................................... Art. 38. .................................................................. ................................................ IV - lotes com rea mnima de 300,00m (trezentos metros quadrados) e com rea mxima de 7.200,00m (sete mil e duzentos metros quadrados); (NR) V Afastamentos conforme art. 24 a 25-E desta lei complementar. (NR)

    Art. 38-A. Fica permitida na zona descrita no artigo supra o parcelamento em lotes de 200m (duzentos metros quadrados) e com rea mxima de 7.200,00m (sete mil e duzentos metros quadrados), limitado a 30% (trinta por cento) da rea total do empreendimento;

    Seo VI

    Dos Corredores de Comrcio e Servios

    Art. 39. (REVOGADO) I (REVOGADO) II (REVOGADO) a) (REVOGADO) b) (REVOGADO)

    c) (REVOGADO)

  • III - (REVOGADO) IV - (REVOGADO) V - (REVOGADO) VI - (REVOGADO) VII - (REVOGADO) a) (REVOGADO) b) (REVOGADO) Pargrafo nico. (REVOGADO).

    Seo VII

    Da Zona Industrial

    Art. 40. (REVOGADO) I - (REVOGADO) a) (REVOGADO) b) (REVOGADO) c) (REVOGADO) II - (REVOGADO) III - (REVOGADO) IV - (REVOGADO)

    V - (REVOGADO)

    a) (REVOGADO) b) (REVOGADO) c) (REVOGADO) VI - (REVOGADO) VII - (REVOGADO) VIII - (REVOGADO) IX - (REVOGADO)

  • ........................................................

    Art. 41. A Zona de Interesse Turstico e de Lazer ser objeto de projetos urbansticos especficos de acordo com as seguintes diretrizes e parmetros urbansticos:

    .......................................................

    VI- rea pblica mnima de 35% (trinta e cinco por cento);

    VII Afastamentos conforme art. 24 a 25-E desta lei complementar. (NR)

    VIII (REVOGADO) a) (REVOGADO) b) (REVOGADO) c) (REVOGADO) IX - (REVOGADO) X - (REVOGADO) XI - (REVOGADO) XII - (REVOGADO)

    ........................................

    Art. 44-A. Nos casos em que o projeto arquitetnico englobar um conjunto de dois ou mais lotes contguos, esse conjunto dever sofrer a fuso dos respectivos lotes.

    ...........................................

    Art. 47. As atividades enquadradas em qualquer zoneamento podero ser permitidas quando se tratar apenas de escritrio de contato da empresa, sem o exerccio efetivo da atividade e obedecendo rea mxima ligada a atividade permitida no local. (NR)

  • Art. 3 Os anexos I, II, III, V e VI da Lei Complementar n 013/2012, passam a vigorar com as seguintes alteraes:

    ANEXO I

    Definies

    Alvar de Licena e Funcionamento: documento emitido pela Prefeitura que autoriza licenas e funcionamento dos estabelecimentos. Afastamentos Obrigatrios: distncias medidas entre o limite externo da projeo horizontal da edificao e a divisa do lote.

    Coeficiente de Aproveitamento: relao existente entre a rea til da construo e a rea do lote.

    Divisa: linha limite de um lote.

    Impacto: o conceito utilizado para medir os efeitos - positivos ou negativos - que a instalao de determinada atividade trar a um bairro ou

    rua.

    Incmodo: o termo usado para identificar uma atividade que est em desacordo com o entorno (ambiente, vizinhana) como, por exemplo, uma garagem de nibus prxima a um hospital.

    Logradouro Pblico: rea pblica destinada circulao de veculos e pedestres, recreao e lazer.

    Lote: poro de terreno com frente para logradouro pblico em condies de receber edificao residencial, comercial, institucional ou

    industrial, , pois, unidade edificvel. Miscigenao: conceito de distribuio das atividades no espao urbano pelo qual se prope a mistura entre atividades econmicas e

    residenciais, desde que uma no prejudique a outra, diminuindo a necessidade de deslocamentos e facilitando a vida das pessoas.

    Subsolo a parte que fica abaixo do nvel da rua, a no ser em situaes especiais quando o terreno est em aclive ou declive, que depender de anlise da situao concreta e real da edificao.

    Taxa de Permeabilidade do Solo: percentual mnimo da rea do lote onde proibida a impermeabilizao por edificao ou pavimentao.

    Testada do Lote: divisa de menor dimenso lindeira via de circulao.

  • Via Arterial: via de ligao entre bairros, caracterizada pela funo de passagem, pelo trfego fluente de veculos e pelo acesso indireto s

    atividades lindeiras.

    Via Coletora: via que distribui o trfego entre as vias locais e as arteriais e se caracteriza pela funo de acessibilidade s atividades lindeiras e onde no facilitado o desenvolvimento de velocidade.

    Via Local: via de trfego lento e baixa velocidade que d acesso direto s unidades imobilirias.

    ANEXO II Classificao das Atividades por Categoria de Uso

    1. Uso Residencial 1.1 - Residencial Unifamiliar Correspondente a uma habitao por lote ou conjunto de lotes. 1.2 - Residencial Multifamiliar Correspondente a mais de uma habitao por lote ou conjunto de lotes.

    2. Uso No Residencial 01 2.1. Comrcio de abastecimento de mbito local, sem consumo no local, tais como:

    Adega Armazm, emprio, mercearia Bombonire Casa de carnes (aougue, avcola, peixaria) Casa de massas Comrcio de alimentos para viagem Confeco e comercializao de alimento congelado Fornecimento de comida preparada Delivery (entrega de alimentao)

  • Montagem de lanche e confeco de salgados Padaria, panificadora Quitanda, frutaria Comrcio de produtos hidropnicos, inclusive produo

    2.2. Comrcio diversificado, tais como:

    Atividades comerciais em geral, exceto as pertencentes ao grupo de atividades comrcio especializado, enquadradas na subcategoria de uso comrcio e servio de bairro.

    2.3. Servios Pessoais, tais como: Cabeleireiros e outros tratamentos de beleza, inclusive para animais domsticos Cabines para localizao de caixas bancrias automticas Cabines para servios de fotografia e revelao de filme Centros de esttica Estacionamentos de veculos com no mximo 40 (quarenta) vagas Lavanderias e tinturarias (no industriais) Locao de fitas de vdeo, dvds, cds, games, livros e discos Postos de coleta descentralizados de materiais para exame clinico

    2.4. Servios Profissionais, tais como: Escritrios e consultrios em geral Agncias de representao de indstria, comrcio, agricultura e negcios em geral, Inclusive administrao pblica Agncia bancaria de capitalizao e poupana, de cobrana, de crdito, Financiamento e investimento Agncia de informaes, de empregos, de mensageiros e entregas de encomendas, de Passagens e turismo Imobiliria Escritrios de assessoria de importao e exportao, de assessoria fiscal e tributria, De auditores, peritos e avaliadores, de consultoria e servios Tcnicos profissionais Agncias de prestao de servios e negcios em geral

  • Servios fotogrficos e copiadoras

    2.5. Servios tcnicos de confeco ou manuteno, tais como: Servios de manuteno predial (eletricista, encanador, pedreiro, pintor, chaveiro, vidraceiro, raspagem e aplicao de

    revestimentos, jardineiro) Alfaiate, costureiro, bordadeiro, camiseiro e similares Conservao, reparao e manuteno, limpeza e reparos de mquinas e de aparelhos Eletrodomsticos, eltricos e eletrnicos de uso domiciliar Conservao, reparao e manuteno, limpeza e reparos de outros objetos pessoais e Domsticos (bicicletas, brinquedos, canetas, cutelarias, engraxatarias, extintores e Outros) Reparao e manuteno de calados e artigos de couro Reparao de obra e objetos de arte Confeco de carimbos, maquetes e molduras Laboratrio de prtese dentria Lapidao Oficinas de jias, gravao, ourivesaria, relgios

    2.6. Servios de educao, tais como:

    Biblioteca e gibiteca Brinquedoteca Educao pr-escolar Parque infantil Creche

    2.7. Grupo de atividades: servios sociais, tais como:

    Abrigo de medidas protetivas para crianas e adolescentes Albergue Asilo Berrio Dispensrio Telecentros Orfanato

  • 2.8. Associaes comunitrias, culturais e esportivas , com Locais de reunio at 100 lugares, tais como: Associaes beneficentes Associaes comunitrias e de bairro Associaes cientficas, polticas, culturais e pnofissionais Institutos, fundaes ou organizaes no governamentais Associaes esportivas

    2.9. Grupo de atividades: servios de hospedagem ou moradia, tais como:

    Casas de repouso ou geriatria Conventos / mosteiros / seminrios com locais de reunio at 100 lugares Flats e apart hotis Hotis Motis Pensionatos Penses Outros tipos de hospedagem

    2.10. Servios da administrao e servios pblicos, tais como: Agncias de correios e telgrafos Agncias telefnicas Cartrios de registro civil Cartrios de notas e protestos Consulados e representaes diplomticas Delegacia de ensino Junta de alistamento eleitoral e militar rgos da administrao pblica federal, estadual e municipal Posto policial - base comunitria Servio funerrio - velrios e atividades funerrias e conexas

    3. Uso No Residencial 02 3.1. Comrcio de alimentao ou associado a diverses, tais como:

  • Bar, lanchonete, pastelaria, aperitivos e petiscos, sucos e refrescos Casas de caf, ch, choperia, aperitivos, drinks e similares Confeitaria, doceria, sorveteria, "rotisserie" "Cyber" caf Padaria, panificadora com utilizao de forno a lenha Restaurantes e outros estabelecimentos de alimentao Casas de msica, boate, discoteca e danceteria Salo de festas, bailes, "buffet" "Drive-in".

    3.2. Comrcio especializado, tais como:

    Casa ou comrcio de animais Centro de compras - shopping center Comrcio de veculos automotores em geral Comrcio de mquinas em geral, e seus acessrios, peas e equipamentos Comrcio de produtos agro-pecurios ou minerais (borracha natural, carvo mineral, carvo vegetal, chifres, couro cru, ossos,

    peles, etc); Comrcio de madeira bruta Comrcio de produtos qumicos, adubos, fertilizantes, gomas ou resinas; Cooperativa de consumo Criao de animais silvestres exticos (autorizao do IBAMA e rgo ambiental municipal) Exposio e demonstrao de casas pr-fabricadas Loja de departamentos ou magazine Mercado Sacolo Supermercado

    3.3. Oficinas: Cantaria, marmoraria Carpintaria, marcenaria Confeco de placas e cartazes Embalagem, rotulagem e encaixotamento Encadernao e restaurao de livros Entalhadores

  • Grfica, clicheria, linotipia, fotolito, litografia e tipografia Laboratrio de controle tecnolgico e anlise qumica Lavanderia hospitalar Manuteno e reparao de artefatos de metal (armeiros, ferreiros) Manuteno e reparao de artigos esportivos. Recreativos Manuteno e reparao de mquinas, aparelhos e equipamentos em geral Manuteno e reparao de veculos automotores e motocicletas (alinhamento e balanceamento, amortecedores, chassis,

    estofamento, faris, freios, funilaria, molas, motores, pinturas, radiadores, rdio e similares) Oficina de triagem de material, produto ou resduo descartados que sejam passveis de reciclagem Oficina de taxidermia Posto de abastecimento de veculos Posto de abastecimento e lavagem de veculos Posto de lavagem de veculos Posto de troca de leo Estdio fotogrfico, de gravao de vdeo, de sons, de filmagens Soldagem e torneamento Vidraaria Serralheria

    3.4. Servios de Sade:

    Ambulatrio Centro de bioequivalncia Centro de diagnsticos, laboratrio de anlises clnicas Centro de reabilitao Clnica dentria e mdica Clnica veterinria e hospital veterinrio Eletroterapia Empresa de assistncia domiciliar de sade ou "home care" Hospital, maternidade Posto de sade, vacinao e puericultura Pronto-socorro Radioterapia Raio x

  • Sanatrio

    3.5. Estabelecimentos de ensino seriado: Ensino fundamental Ensino mdio de formao geral Ensino mdio de formao tcnica e profissional

    3.6. Estabelecimentos de ensino seriado: Ensino fundamental Ensino mdio de formao geral Ensino mdio de formao tcnica e profissional

    3.7. Estabelecimentos de ensino no seriado:

    Ensino em auto-escolas, moto-escolas e cursos de pilotagem Ensino a distncia Educao continuada ou permanente Aprendizagem e treinamento profissional Ensino supletivo Ensino preparatrio para escolas superiores Escola de lnguas, de informtica, de dana, de msica, de ioga, de natao, Domsticas e por correspondncia

    3.8. Servios de lazer, cultura e esportes:

    Academias de ginstica Bilhar Bingo Boliche Clubes associativos, recreativos, esportivos Diverses eletrnicas (fliperama) Jogos de computadores - "lan house" "kart in door" "paintball", "war game" Parque de animais selvagens, ornamentais e de lazer Pesqueiro

  • Pista de "skate" Quadras e sales de esporte para locao

    3.9. Locais de reunio ou eventos (com lotao mxima de 500 Pessoas):

    Auditrio para convenes, congressos e conferncias Cinema,teatro, anfiteatro, arena Espaos e edificaes para exposies Igreja, templo e demais locais de culto (inclusive terreiros) Pinacoteca, galeria Cinemateca, filmoteca Museu Parque de exposies Conjunto de exposies de carter permanente, de interesse ou utilidade pblica Circo Campo, ginsio, estdio, parque e pista de esporte Autdromo Estdio Hpica Hipdromo Veldromo Parque de diverses Aqurio Planetrio Quadra de escola de samba

    3.10. Servios de armazenamento e guarda de bens mveis

    Aluguel de vestimentas, louas, toalhas e outros utenslios Aluguel de veculos, mveis, mquinas e outros equipamentos pesados Depsito de botijes de gs Centro de inspeo de veculos Depsitos de material em geral de uso interno da atividade regulamentada no mesmo terreno ou contguo Depsitos de mquinas e equipamentos

  • Depsitos de inflamveis, combustveis, lcool, inseticidas, lubrificantes, resinas, gomas, tintas e vernizes ou outros produtos qumicos perigosos com rea construda computvel at 1.000,00m (mil metros quadrados).

    Distribuidora de alimentos embalados ou enlatados Distribuidora de bebidas Empresa transportadora Estacionamento e garagens de veculos com mais de 40 vagas (inclusive no sistema de garagens subterrneas) Feira de veculos Guarda e adestramento de animais (inclusive ranrio em sistema horizontal e vertical) Guarda-mveis Garagens de nibus ou de caminhes com rea de terreno inferior a 10.000,00m (dez mil metros quadrados) Garagens de mquinas, de veculos de socorro, de reboque, de ambulncia ou de txis Leiloeiro oficial Depsito de madeireira Servio de aluguel equipamento, mquina ou veculo

    4. Uso No Residencial 03 4.1. Usos Especiais

    Base area militar Base de treinamento militar Campo ou pista para treinamento de combate contra incndios Central de controle de zoonoses Central de correio Central de policia Central telefnica Comando de batalho de policiamento de trnsito Corpo de bombeiros Correio de centro regional Delegacia de ensino Delegacia de polcia Depsito com rea construda superior a 7.500,00m (sete mil e quinhentos metros quadrados) Depsito ou postos de revenda de explosivos, inclusive fogos de artifcio ou estampidos

  • Depsito ou transbordo de materiais para reciclagem Depsitos de pneus, carvo, papel ou derivados Estao e subestao reguladora de energia eltrica Estao e/ou estdio de difuso por rdio e tv Estao rdio base Faculdade Frum Helipontos Juizado de menores Quartis Terminal rodovirio interurbano de transporte de cargas ou passageiros com rea de terreno inferior a 10.000,00m (dez mil

    metros quadrados) Tribunais (criminais trabalhistas de contas e outros) Universidade Usina ou estao de transbordo de inertes

    4.2. Empreendimentos geradores de impacto ambiental

    Aerdromos e aeroportos Aterros Sanitrios Beneficiamento de madeira de reflorestamento Cemitrios, includo o vertical e o de animais domsticos Centro de reintegrao social e unidade de internao de menores infratores (Institutos correcionais) Comrcio e depsito de fogos de artifcio e estampidos Penitenciria Depsitos de inflamveis, combustveis, lcool, inseticidas, lubrificantes, resinas, gomas, tintas e vernizes ou outros produtos

    qumicos perigosos com rea maior que 1.000,00m (mil metros quadrados). Estao de controle e depsito de gs Estao de controle e depsito de petrleo Estacionamento especial de veculos transportando produtos perigosos infratores ou em situaes de emergncia Garagens de nibus ou caminhes com rea de terreno igual ou superior a 10.000,00m (dez mil metros quadrados) Hangar Heliporto

  • Sistema de transmisso de energia eltrica inclusive estao e subestao reguladora. Terminal rodovirio interurbano de transporte de cargas ou passageiros com rea de terreno igual ou superior a 10.000,00m (dez

    mii metros quadrados) Terminal de nibus urbano Usina de concreto Usina de asfalto Usina de gs Usina de tratamento de resduos no inertes

    4.3. Empreendimentos geradores de impacto de vizinhana 4.3.1. Polos geradores de trfego

    Uso no residencial com 200 vagas ou mais de estacionamento para veculos Servios scio-culturais, de lazer e de educao com mais de 2.500,00m (dois mil e quinhentos metros quadrados) de rea

    construda computvel. Prtica de exerccio fsico ou esporte com mais de 2.500,00m (dois mil e quinhentos metros quadrados) de rea construda

    computvel. Servios de sade com rea igual ou superior a 7.500,00m (sete mil e quinhentos metros quadrados) Locais de reunio ou eventos com capacidade para 500 (quinhentas) pessoas ou mais, inclusive atividades temporrias Atividades e servios pblicos de carter especial com 500 vagas ou mais de estacionamento para veculos Atividades temporrias com 500 vagas ou mais de estacionamento para veculos

    4.3.2. Empreendimentos com significativo impacto de vizinhana ou na infra-estrutura urbana

    Uso comercial e de prestao de servios com rea construda computvel igual ou superior a 60.000,00m (sessenta mil metros quadrados)

    Uso institucional com rea construda computvel igual ou superior a 40.000,00m (quarenta mil metros quadrados)

    5. Industrial 5.1. Indstria de Pequeno Porte (I1) 5.1.1. Confeco de artigos do vesturio e acessrios

  • Confeco de artigos do vesturio em geral Fabricao de acessrios do vesturio e de segurana profissional em geral

    5.1.2. Fabricao de artefatos de papel

    Fabricao de artefatos diversos de papel, papelo, cartolina e carto 5.1.3. Fabricao de equipamentos de comunicaes

    Fabricao de material eletrnico bsico Fabricao de aparelhos e equipamentos de telefonia e radiotelefonia e de

    transmissores de televiso, rdio e radiotelegrafia inclusive de microondas e repetidoras Fabricao de aparelhos receptores de rdio e televiso e de reproduo, gravao ou Amplificao do som e vdeo

    5.1.4. Fabricao de mquinas para escritrio e equipamentos de informtica

    Fabricao de mquinas para escritrio em geral Fabricao de mquinas e equipamentos de sistemas eletrnicos para processamento de dados em geral Fabricao de computadores Fabricao de equipamentos perifricos para mquinas eletrnicas para tratamento de informaes

    5.1.5. Fabricao de equipamentos de instrumentao mdico-hospitalares, instrumentos de preciso e pticos, equipamentos para automao

    industrial, cronmetros e relgios Fabricao de aparelhos e instrumentos para usos mdico - hospitalares, odontolgicos e de laboratrios e aparelhos ortopdicos

    em geral, inclusive sob encomenda Fabricao de aparelhos e instrumentos de medida, teste e controle exclusive equipamentos para controle de processos industriais Fabricao de maquinas, aparelhos e equipamentos de sistemas eletrnicos dedicados a automao industrial e controle do

    processo produtivo Fabricao de aparelhos, instrumentos e materiais ticos, fotogrficos e cinematogrficos Fabricao de cronmetros e relgios

    5.2. Indstria de Mdio Porte (I 2)

    5.2.1. Fabricao de produtos alimentcios e bebidas

  • Fabricao de sorvetes, bolos e tortas geladas, inclusive cobertura Fabricao de produtos de padaria, confeitaria e pastelaria Fabricao de biscoitos e bolachas Produo de derivados do cacau e elaborao de chocolates, gomas de mascar, balas e semelhantes e de frutas cristalizadas Fabricao de massas alimentcias com rea construda mxima de 2.000,00m (dois mil metros quadrados) Preparao de produtos dietticos, alimentos para crianas e outros alimentos similares com rea construda mxima de

    2.000,00m (dois mil metros quadrados) Fabricao de vinagre Fabricao de fermentos e leveduras Fabricao de gelo, usando freon como refrigerante Engarrafamento e gaseificados de guas minerais

    5.2.2. Fabricao de produtos txteis

    Fabricao de artefatos txteis a partir de tecidos - exceto vesturio Fabricao de artefatos de tapearia Fabricao de artefatos de cordoaria Fabricao de tecidos especiais - inclusive artefatos Fabricao de outros artigos txteis - exceto vesturio Fabricao de tecidos de malha Fabricao de aviamentos para costura Fabricao de meias Fabricao de outros artigos do vesturio produzidos em malharias (inclusive tricotagens)

    5.2.3 Reparao de couros e fabricao de artefatos de couro, artigos de viagem e calados

    Fabricao de artigos para viagem e de artefatos diversos de couro Fabricao de calados

    5.2.4. Fabricao de produtos de plstico

    Fabricao de produtos e artefatos de plstico diversos reforados ou no com fibra de vidro

    5.2.5. Fabricao de produtos de madeira

  • Desdobramento de madeira Fabricao de produtos de madeira Fabricao de artefatos de tanoaria e embalagens de madeira Fabricao de artefatos diversos de madeira, palha, cortia e material tranado exceto mveis Fabricao de artefatos diversos de madeira - exceto mveis Fabricao de artefatos diversos de bambu e vime- exceto mveis

    5.2.6. Fabricao de peas de acessrios para veculos automotores

    Fabricao de peas e acessrios para veculos automotores Recondicionamento e recuperao de motores para veculos automotores Fabricao de bancos e estofados para veculos automotores

    5.2.7. Fabricao de mveis (rea mxima de 2.000,00m)

    Fabricao de mveis com predominncia de madeira Fabricao de mveis com predominncia de metal Fabricao de mveis de outros materiais Fabricao de colches Fabricao e acabamento de artigos diversos do mobilirio

    5.3. Indstria de Grande Porte (I 3)

    5.3.1. Fabricao de produtos alimentcios e bebidas Processamento, preservao e produo de conservas de frutas, legumes e outros vegetais Refino de leos vegetais Preparao de margarina e outras gorduras vegetais e de leos de origem animal no comestveis Fabricao de produtos de arroz, milho e mandioca Moagem de trigo e fabricao de derivados Fabricao de farinha de mandioca e derivados Fabricao de fub e farinha de milho Fabricao de amidos e fculas de vegetais

  • Fabricao de farinhas diversas e produtos afins Refino e moagem de acar, inclusive de cana Fabricao de caf solvel Preparao de especiarias, molhos, temperos e condimentos, refeies conservadas Beneficiamentos, moagem, torrefao e fabricao de produtos alimentares de origem vegetal, no especificados ou no

    classificados Fabricao de mate solvel Fabricao de doces - exclusive aquelas de confeitaria Preparao de sal de cozinha Fabricao, retificao, homogeneizao e mistura de aguardentes e outras bebidas destiladas Fabricao de vinhos Fabrcao de malte, inclusive malte usque, cervejas e chopes Fabricao de refrigerantes, xaropes e p para refrescos Fabricao de bebidas no alcolicas

    Grupo de atividades: fabricao de produtos do fumo Preparao do fumo, fabricao de cigarros, charutos e cigarrilhas e outras atividades de elaborao do tabaco no especificadas

    ou no classificadas Fabricao de fumo em rolo, em corda e outros produtos do fumo - exceto cigarros, cigarrilhas e charutos

    5.3.2. Fabricao de produtos txteis

    Beneficiamento de algodo Beneficiamento de fibras txteis naturais Beneficiamento de outras fibras txteis naturais (vegetais e animais), artificiais, sintticas e recuperao de resduos txteis Fabricao de linhas e fios para costurar e bordar Fiao Tecelagem - inclusive fiao e tecelagem Fabricao de artefatos txteis incluindo tecelagem servios de acabamento em fios, tecidos e artigos txteis produzidos por

    terceiros Estamparia e texturizao em fios, tecidos e artigos txteis, inclusive em peas do vesturio Fabricao de tecidos especiais: feltros, crinas, felpudos, impermeveis e de acabamento especial

    5.3.3. Fabricao de papel e produtos de papel

    Fabricao de papel, papelo liso ou corrugado, cartolina e carto

  • Fabricao de embalagens de papel ou papelo liso ou corrugado 5.3.4. Edio, impresso e reproduo de gravaes

    Edio, edio e impresso em geral Impresso e servios conexos para terceiros em geral

    5.3.5. Fabricao de produtos qumicos

    Fabricao de lcool Fabricao de cloro e lcalis Fabricao de gases industriais Fabricao de outros produtos inorgnicos Fabricao de outros produtos qumicos orgnicos Fabricao de produtos farmacuticos e farmoqumicos em geral Fabricao de sabes, sabonetes e detergentes em geral Fabricao de artigos de perfumaria e cosmticos Fabricao de catalizadores Fabricao de aditivos de uso industrial Fabricao de chapas, filmes, papis e outros materiais e produtos qumicos para fotografia Fabricao de discos e fitas virgens Fabricao de fertilizantes fosfatados, nitrogenados e potssicos, adubos em geral Fabricao de resinas e elastmeros Fabricao de fibras, fios, cabos e filamentos contnuos artificiais e sintticos Fabricao de defensivos agrcolas Fabricao de produtos de limpeza e polimento Fabricao de tintas, inclusive para impresso, vernizes, esmaltes, lacas e produtos afins Fabricao de carvo vegetal Fabricao de velas Fabricao de fungicidas Fabricao de herbicidas Fabricao de concentrados aromticos naturais, artificiais e sintticos

    5.3.6. Fabricao de artigos de borracha

    Fabricao de artigos e artefatos diversos de borracha

  • 5.3.7. Fabricao de produtos de minerais no metlicos

    Fabricao de vidro e produtos de vidro Fabricao de artefatos de concreto, cimento, gesso e estuque Fabricao de produtos cermicos Aparelhamento de pedras Reciclagem de sucatas no-metlicas

    5.3.8. Metalurgia bsica

    Siderrgicas integradas Produo de relaminados, trefilados e retrefilados e perfilados de ao exclusive tubos Fabricao de tubos e canos em geral Metalrgica do alumnio e suas ligas em geral Metalrgica dos metais preciosos Metalrgica de outros metais no ferrosos e suas ligas em geral Fundio Reciclagem de sucatas metlicas

    5.3.9. Fabricao de produtos de metal-exclusive mquinas e Equipamentos

    Fabricao de estruturas metlicas e obras de caldeiraria pesada Fabricao de tanques, caldeiras e reservatrios metlicos Forjaria, estamparia, metalrgica do p e servio de tratamento de metais Fabricao de artigos de cutelaria, de serralheria e ferramentas manuais Fabricao de produtos diversos de metal Produo de forjados de ao Produo de forjados de metais no-ferrosos e suas ligas em geral Fabricao de artefatos estampados de metal em geral Metalurgia do p Tmpera, tratamento trmico do ao, servios de usinagem, galvanotcnica e solda em geral Fabricao de artigos de cutelaria Fabricao de artigos de serralheria Fabricao de ferramentas manuais Reciclagem de alumnio e outras sucatas metlicas

  • Cunhagem de moedas e medalhas Grupo de atividades: fabricao de mquinas e equipamentos

    Fabricao de motores, bombas, compressores e equipamentos de transmisso Fabricao de mquinas e equipamentos de uso geral Fabricao de tratores e de mquinas e equipamentos para a agricuitura, avicultura e obteno de produtos animais Fabricao de mquinas - ferramenta Fabricao de mquinas e equipamentos para as indstrias de extrao mineral e construo Fabricao de outras mquinas e equipamentos de uso especfico Fabricao de armas, munies e equipamentos militares Fabricao de eletrodomsticos

    Grupo de atividades: fabricao de mquinas, aparelhos e materiais eltricos Fabricao de pilhas, baterias e acumuladores eltricos Fabricao de lmpadas e equipamentos de iluminao Fabricao de geradores, transformadores e motores eltricos Fabricao de equipamentos para distribuio e controle de energia eltrica Fabricao de fios, cabos e condutores eltricos isolados Fabricao de material eltrico para veculos - exclusive baterias fabricao de outros equipamentos e aparelhos eltricos

    5.3.10. Fabricao e montagem de veculos automotores, reboques e carrocerias

    Fabricao de automveis, camionetas e utilitrios Fabricao de caminhes e nibus Fabricao de cabines, carrocerias e reboques

    5.3.11. Fabricao de outros equipamentos de transporte

    Construo e reparao de embarcaes Construo, montagem e reparao de veculos ferrovirios Construo, montagem e reparao de aeronaves Fabricao de outros equipamentos de transporte

    5.4. Indstria de grande potencial poluente (I4)

    5.4.1. Fabricao de produtos alimentcios

  • Preparao de carne, banha e produtos de salsicharia no associadas ao abate Matadouro Preparao e preservao do pescado e fabricao de conservas de peixes, crustceos e moluscos Fabricao de produtos do laticnio Beneficiamento de arroz Fabricao de leos de milho Beneficiamento de caf, cereais e produtos afins Usinas de acar Fabricao de raes balanceadas para animais Fabricao de gelo, usando amnica como refrigerante Torrefao e moagem de caf Produo de leos, gorduras e ceras vegetais e animais, em bruto; de leos essenciais Vegetais e outros produtos da destilao da madeira, exclusive refinao de produtos alimentares Preparao do leite Fabricao de produtos do laticnio Beneficiamento de arroz Fabricao de leos de milho Fabricao de raes balanceadas para animais, inclusive farinhas de carne, sangue, osso e peixe Usinas de acar Fabricao de acar de cereais (dextrose) e de beterraba e cana-de-acar Fabricao de acar de stvia Torrefao e moagem de caf Beneficiamento de caf Fabricao de gelo usando amnia como refrigerante

    5.4.2. Curtimento e outras preparaes de couro

    Curtimento e outras preparaes de couros e peles, inclusive subprodutos; secagem, salga de couro e peles 5.4.3. Fabricao de celulose e pastas para fabricao de papel

    Fabricao de celulose Fabricao de pasta mecnica outras pastas para a fabricao de papel

    5.4.4. Fabricao de coque, refino de petrleo e elaborao de combustveis nucleares

  • Coquerias Refino de petrleo Elaborao de combustveis nucleares Fabricao de combustveis e lubrificantes - gasolina, querosene, leo combustvel, gs liquefeito de petrleo, leos lubrificantes Fabricao de materiais petroqumicos bsicos e de produtos petroqumicos primrios e intermedirios - exclusive produtos

    finais Fabricao de produtos derivados da destilao do carvo-de-pedra Fabricao de gs Fabricao de gs de hulha e nafta Fabricao de asfalto Sinterizao e/ou pelotizao de carvo-de-pedra e de coque no ligadas extrao Outras formas de produo de derivados do petrleo

    5.4.5. Fabricao de produtos qumicos

    Fabricao de graxas lubrificantes, cera, parafina, vaselina, coque de petrleo e outros derivados do petrleo Fabricao de intermedirios para fertilizantes Fabricao de produtos petroqumicos bsicos Fabricao de intermedirios para resinas e fibras Fabricao de produtos petroqumicos primrios e intermedirios - exclusive produtos finais Fabricao de graxas lubrificantes, cera, parafina, vaselina, coque de petrleo e outros derivados do petrleo Produtos da destilao da madeira Fabricao de explosivos (fabricao de plvoras, explosivos, detonantes, munio para caa e esporte e artigos pirotcnicos Fabricao de fsforos de segurana Fabricao de impermeabilizantes, solventes e produtos afins

    5.4.6. Fabricao de borracha

    Beneficiamento de borracha natural 5.4.7. Fabricao de produtos de minerais no metlicos

    Britamento de pedras, no associado, em sua localizao, extrao de pedras Fabricao de telhas, tijolos e outros artigos de barro cozido, exclusive de cermica, no associada em sua localizao extrao

    de barro Beneficiamento e preparao de minerais no metlicos, no associados em sua localizao extrao

  • Fabricao de cimento, no associada em sua localizao extrao de minrios Fabricao de gesso e cal virgem, hidratada e no associada em sua localizao extrao de minrios Fabricao de peas, ornatos e estruturas de amianto

    5.4.8. Metalurgia bsica

    Produo de gusa Produo de ferro e ao e ferroligas em formas primrias e semi-acabados Metalurgia dos metais no ferrosos em formas primrias Produo de ligas de metais no-ferrosos em formas primrias - exclusive de metais preciosos

    ANEXO III

    Vagas em Garagens e Estacionamentos

    Atividade

    rea total

    computvel (m)

    Nmero mnimo de vagas

    Comrcio e servios em geral

    200m

    Dispensada a reserva de rea para garagem

    > 200m

    Unidades com at 50,00m de rea privativa - 1

    vaga por unidade, menos quatro vagas

    Unidades com mais de 50,00m de rea privativa - 1 vaga por cada 50,00m de rea privativa, menos

    quatro vagas

    Supermercados, horto

    200,00 m

    Dispensada a reserva de rea para garagem

  • mercados, hipermercados,

    shopping centers, clubes recreativos,

    Centros de convenes, estdios esportivos, mercados

    atacadistas

    200< rea 500m

    1 vaga para cada 25 m que exceder 200 m

    > 500,00m

    1 vaga para cada 50 m que exceder 200 m mais

    seis vagas

    Residencial e apart hotel

    50,00 m 1 vaga para cada duas unidades

    50< rea 150m (rea privativa)

    1 vaga por unidade

    > 150,00m

    (rea privativa)

    2 vagas por unidade

    Hotel

    qualquer rea

    1 vaga para cada trs unidades privativas

    Motel

    qualquer rea

    1 vaga por unidade privativa

    Indstria

    qualquer rea

    1 vaga para cada 100,00m

    Igreja

    (rea construda referente ao templo

    religioso)

    100,00 m

    Dispensada a reserva de rea para garagem

    100 < rea <

    250m

    1 vaga para cada 20 m que exceder 100 m

    > 250,00m

    1 vaga para cada 50 m que exceder 250 m mais

    oito vagas

  • Instituio de Ensino

    de Nvel Superior

    Qualquer rea

    1 vaga para cada 25,00m2

    Nota:

    1 - O arredondamento ser feito considerando-se o nmero imediatamente superior; 2 - Quando a edificao possuir mais de uma atividade o nmero total de vagas corresponder ao somatrio das vagas exigidas para cada

    atividade.

    ANEXO V Tabela de Parmetros Urbansticos

    Categoria de rea

    Coeficiente de aproveitamento

    rea

    mnima de lotes

    (m)

    rea

    mxima de lotes (m)

    Gabarito mximo

    Afastamentos

    Min.

    Bsico

    Max.

    Frontal

    Lateral

    Fundos

    Dinamizao I

    0,3

    4

    4

    300 200

    (30%)

    7.200

    -

    -

    -

    -

    Dinamizao II

    0,2

    3

    3

    300 200

    (30%)

    7.200

    -

    -

    -

    Consolidao I

    0,1

    2

    2

    300 200

    (30%)

    7.200

    -

    -

    -

    -

  • Consolidao II

    0,2

    2

    2

    300 200

    (30%)

    7.200

    -

    -

    -

    -

    Expanso

    0,2

    2

    2

    300 200

    (30%)

    7.200

    *

    *

    *

    *

    Corredor de Comrcio e

    Servios

    ** *

    ** *

    ** *

    360

    7.200

    -

    ***

    -

    -

    Industrial I e Industrial II

    0,1

    0,5

    0,5

    360

    23.040

    -

    -

    -

    -

    Interesse Turstico e

    Lazer

    0,1

    0,5

    0,5

    600

    20.000

    -

    -

    -

    -

    * Adotar o CA da rea adjacente.

    ANEXO VI Quadro Sntese de Usos Permitidos/Categorias de rea

    USOS

    CATEGORIA DE REA

    Dinamiza

    o I

    Dinamizao II

    Consolidao I

    Consolidao II Expanso

    Corredor com/serv.

    Industrial I Industrial II Lazer e turismo

  • Residencial Unifamiliar

    Permitido

    Permitido

    Permitido

    Permitido

    a ser definido em

    projeto

    Tolerado

    (*)

    Proibido

    Proibido

    a ser definido em projeto

    Residencial

    Multifamiliar

    Permitido

    Permitido

    Permitido

    Permitido

    a ser definido em

    projeto

    Tolerado

    (*)

    Proibido

    Proibido

    a ser definido em projeto

    No Residencial 01

    Permitido

    Permitido

    Permitido

    Permitido

    a ser definido em

    projeto

    Permitido

    Tolerado

    Permitido

    a ser definido em projeto

    No Residencial 02

    Permitido

    Permitido

    Permitido

    Permitido

    a ser definido em

    projeto

    Permitido

    Tolerado

    Permitido

    a ser definido em projeto

    No Residencial 03: Subcategoria 4.2 do

    Anexo II

    Proibido

    Proibido

    Proibido

    Proibido

    a ser definido em

    projeto

    Permitido

    Tolerado

    Permitido

    a ser definido em projeto

    USOS

    CATEGORIA DE REA

    Dinamizao I

    Dinamizao II

    Consolidao I

    Consolidao II Expanso

    Corredor com/serv.

    Industrial I Industrial II Lazer e turismo

    No Residencial 03: Subcategorias 4.3 e

    4.1 do Anexo II

    Proibido

    Proibido

    Proibido

    Tolerado

    a ser definido em

    projeto

    Permitido

    Tolerado

    Permitido

    a ser definido em projeto

    Industrial Pequeno Porte (I1) e Mdio

    Porte (I2)

    Tolerado

    Tolerado

    Tolerado

    Tolerado

    a ser definido em

    projeto

    Tolerado

    Permitido

    Permitido

    a ser definido em projeto

    Industrial

    Grande Porte (I3)

    Proibido

    Proibido

    Proibido

    Proibido

    a ser definido em

    projeto

    Proibido

    Tolerado

    Permitido

    a ser definido em projeto

    Industrial

    Grande Potencial Poluente (I4)

    Proibido

    Proibido

    Proibido

    Proibido

    a ser definido em

    projeto

    Proibido

    Proibido

    Permitido

    a ser definido em projeto

    (*) tolerado a partir do primeiro pavimento, permitido nos andares superiores ao trreo.

  • Art. 4 A Lei Complementar n 014/2012, passa a vigorar com as seguintes alteraes:

    Art. 4 Depender de exame e prvia anuncia do Estado do Esprito Santo o parcelamento do solo para fins urbanos que se enquadrar nos termos do art. 1 da Lei Estadual n 7.943/2004. (NR)

    I (REVOGADO) II - (REVOGADO) III - (REVOGADO) IV - (REVOGADO) Pargrafo nico. (REVOGADO)

    ............................................................................

    Art. 11 ...............................................

    III - as quadras no podero apresentar extenso superior a 300,00 m (trezentos metros), salvo nos loteamentos exclusivamente industriais; (NR) IV - os lotes devero confrontar-se com via pblica, vedada a frente exclusiva para vias de pedestres, exceo dos parcelamentos de interesse social; V - os lotes situados em esquina devero ter na concordncia de suas testadas um chanfro ou curva de concordncia com um raio mnimo de 1,50 m (um metro e cinquenta centmetros);

    VI - os lotes situados nas esquinas devero ter rea de 12% (doze por cento) superior em relao rea mnima de lote exigida pela legislao municipal;

    VII - nos parcelamentos realizados ao longo de guas correntes ou dormentes obrigatria a manuteno de uma faixa de amortecimento com largura mnima de 15,00 m (quinze metros) alm das faixas de preservao permanente, nas quais, se for de interesse pblico, possam ser implantados mobilirio urbano que possibilite o lazer pblico e a prtica de exerccios fsicos, trilhas e ciclovias;

  • VIII - ao longo das faixas de domnio pblico das rodovias, ferrovias e dutos, obrigatria a reserva de uma faixa non aedificandi, com largura mnima de 15,00 m (quinze metros) de cada lado; .................................................................................. Art. 12 Nos loteamentos localizados nas Zonas Urbanas de Dinamizao, Consolidao, de Expanso, Corredores de Comrcio e Servios e Zona do Aeroporto, devero ser observados os seguintes requisitos: I - o percentual de reas pblicas destinadas ao sistema de circulao, implantao de equipamentos urbanos e comunitrios, bem como aos espaos livres de uso pblico, no poder ser inferior a 35% (trinta e cinco por cento) da gleba, salvo maiores exigncias estabelecidas nesta Lei, observando o que se segue: a) mnimo de 5% (cinco por cento) da gleba para espaos livres de uso pblico; b) mnimo de 10% (dez por cento) da gleba para equipamentos comunitrios. II implantao no mnimo da seguinte infraestrutura urbana: a) rede de escoamento de guas pluviais com redutores de carga dinmica e grade de recolhimento de detritos; b) sistema de coleta, tratamento e deposio de esgoto sanitrio fora de bacia de lagoas; c) pavimentao em todas as vias do parcelamento; d) sistema de abastecimento de gua potvel; e) sistema de rede de energia eltrica. Art. 13 Os loteamentos inseridos na Zona de Interesse Turstico e de Lazer da cidade devero observar os seguintes requisitos: I - lote mnimo de 600,00 m (seiscentos metros quadrados), onde devero ser incentivados os usos relacionados ao turismo e ao lazer, e tolerados os demais usos, bem como lote mximo de 20.000,00 m (vinte mil metros quadrados); II - garantido o acesso s margens da lagoa, conforme diretrizes definidas na Lei de Uso e Ocupao do Solo Urbano deste Municpio;

  • III - reserva de faixa de preservao permanente, nos moldes e limites impostos pelo art. 4 da Lei Federal n 12.651, de 25 de maio de 2012. a) (REVOGADO) b) (REVOGADO) c) (REVOGADO) IV implantao no mnimo da seguinte infraestrutura urbana: a) rede de escoamento de guas pluviais com redutores de carga dinmica e grade de recolhimento de detritos e lanamento fora das bacias das lagoas; b) sistema de coleta, tratamento e deposio de esgoto sanitrio fora de bacia das lagoas; c) pavimentao em todas as vias do parcelamento; d) sistema de abastecimento de gua potvel; e) sistema de rede de energia eltrica. ......................................................................... Art. 22 As vias locais que terminam em cul de sac devero ter comprimento mximo de 300,00m (trezentos metros), considerados entre a via transversal que lhe d acesso e o cul de sac, que dever observar um raio mnimo de 12,00 m (doze metros). (NR) Art. 23 Desmembramento o parcelamento de imvel em lotes destinados edificao com aproveitamento do sistema virio oficial. Pargrafo nico. vedado o parcelamento do solo sob a forma de desmembramento na sede do Municpio em imveis com reas superiores a 50.000,00 m (cinquenta mil metros quadrados). (NR) Art. 24 (REVOGADO)

  • ..........................................................................

    Art. 31 ................................................. 1 Na Zona Rural de Uso Intensivo o parcelamento do solo dever obedecer ao mdulo mnimo estabelecido para o Municpio pelo Instituto Nacional de Colonizao e Reforma Agrria INCRA, ressalvada a regulamentao especfica dos stios de recreio. (NR) 2 Na Zona Rural de Uso Controlado o parcelamento do solo dever obedecer ao mdulo mnimo de 02 ha (dois hectares), considerada a alta sensibilidade ambiental das regies em que esto situadas.

    Art. 5 O anexo I da Lei Complementar n 014/2012, passa a vigorar com as seguintes alteraes:

    ANEXO I

    DIRETRIZES URBANSTICAS PARA O PARCELAMENTO DO SOLO URBANO

    LOCAL REA MNIMA DO LOTE (M)

    REA MXIMA DO LOTE (M)

    FRENTE MNIMA (M)

    PERCENTUAL DE REAS

    PBLICAS (%) reas Urbanas de Dinamizao 300,00

    200,00 (30%)

    7.200,00

    7.200,00

    10,00

    10,00

    35

    35 reas Urbanas de Consolidao 300,00

    200,00 (30%)

    7.200,00

    7.200,00

    10,00

    10,00

    35

    35 rea de Interesse Ambiental 20.000,00 Definido por projeto

    especfico 100,00 Definido por projeto

    especfico rea de Interesse Turstico e de Lazer na cidade de Linhares

    600,00 20.000,00 15,00 35

    reas Urbanas nos Distritos 300,00

    200,00 (30%)

    7.200,00

    7.200,00

    10,00

    10,00

    35

  • rea Industrial 360,00 - 12,00 35

    Art. 6 A Lei Complementar n 018/2012, passa a vigorar com as seguintes alteraes:

    Art. 25. ................................................. ........................................ III - planta baixa do terreno definindo porto de entrada, muro, calada e entrada de garagem; (NR) .................................................... Art. 38. Os projetos elaborados pelas Secretarias do Municpio, responsveis pelas atividades de sade, educao e segurana, assumiro inteira responsabilidade pelo fiel cumprimento da legislao pertinente, desde que visados pelo departamento de aprovao de projetos competente. Art. 38-A. O projeto de arquitetura poder ser analisado com base na legislao vigente poca do protocolo.

    ...................................................................................

    Art. 47. (REVOGADO) ................................................................................ Art. 50. Aps a caducidade do licenciamento, caso haja interesse em se iniciar ou reiniciar as obras, dever ser requerido e pago novo licenciamento, desde que ainda vlido o projeto aprovado. (NR) .................................................................................

  • Art. 79. ................................................ ................................... VII - preparo de alimentos, exceto em cozinhas industriais; Art. 80. ..................................................... ................................................ IV - lavagem de roupas e servios de limpeza. ...................................................................... Art. 94. No poder haver aberturas para iluminao e ventilao em paredes levantadas sobre a divisa do terreno ou a menos de 1,50m (um metro e cinquenta centmetros) de distncia da mesma. .......................................................................... Art. 97. Os corredores que servem as salas de aulas das edificaes destinadas a abrigar atividades de educao devero apresentar largura mnima de 1,50 (um metro e cinquenta centmetros). .............................................................................. Art. 98. Os corredores das edificaes destinados a abrigar locais de reunio devero atender as disposies da Norma Tcnica NT 10 / 2010 - Sadas de emergncia - do Corpo de Bombeiros ES.

    I (REVOGADO)

    II (REVOGADO) III (REVOGADO) Art. 99. (REVOGADO)

    I - (REVOGADO) a) (REVOGADO) b) (REVOGADO)

  • II (REVOGADO) a) (REVOGADO) b) (REVOGADO) .....................................................................................

    Art. 109. ..................................................... 1 As rampas no podero apresentar declividade superior a 10% (dez por cento).; Se a declividade exceder 6% (seis por cento), o piso dever ser revestido com material no escorregadio. Art. 110. ................................................. 1 A referncia de nvel para as distncias verticais mencionada poder ser a da soleira de entrada do edifcio e no a via pblica, no caso de edificaes que fiquem suficientemente recuadas do alinhamento, para permitir que seja vencida essa diferena de cotas, atravs de rampa com inclinao no superior a 10% (dez por cento).

    SEO IX Do acesso, circulaes e estacionamentos de veculos

    Art. 111-A. As faixas de circulao de veculos devero apresentar dimenses mnimas, para cada sentido de trfego, de: I - 2,75m (dois metros e setenta e cinco centmetros) de largura e 2,10m (dois metros e dez centmetros) de altura livre de passagem, quando destinadas circulao de automveis e utilitrios; II - 3,50m (trs metros e cinquenta centmetros) de largura e 3,50m (trs metros e cinquenta centmetros) de altura livre de passagem, quando destinadas circulao de caminhes e nibus. Pargrafo nico. No caso de faixa dupla, a largura de cada faixa poder ser reduzida em 10% (dez por cento). Art. 111-B. As rampas devero apresentar: I - declividade mxima de 25% (vinte e cinco por cento), quando destinada circulao de automveis e utilitrios; II - declividade mxima de 12% (doze por cento), quando destinada circulao de caminhes e nibus.

  • Art. 111-C. A faixa de circulao em curva ter largura aumentada em razo do raio interno e da declividade tomada no desenvolvimento interno da curva, conforme disposto nas tabelas a seguir:

    Faixa de circulao (m) - Automveis e

    Utilitrios Raio interno

    (m) 0-4% 5% a 12% 13% a 25%

    3,00 - mnimo 3,35 3,95 4,55 3,50 3,25 3,85 4,45

    A cada 0,50m de acrscimo do raio interno mnimo exigido, poder ser descontado 0,10m na largura da faixa de circulao, at

    o mnimo de 2,75m

    Faixa de circulao (m) - Caminhes e nibus

    Raio interno (m) At 12%

    6,00 - mnimo 5,30

    6,50 5,20

    A cada 0,50m de acrscimo do raio interno, poder ser descontado 0,10m na largura da faixa de circulao, at o mnimo de 3,50m

    Pargrafo nico. Dever ser prevista concordncia entre a largura normal de faixa de circulao e a largura aumentada necessria ao desenvolvimento da curva.

    Art. 111-D. As dimenses mnimas das vagas de estacionamento e das faixas de manobra sero calculadas em funo do tipo de veculo, e do ngulo formado pelo comprimento da vaga e a faixa de acesso, conforme tabela a seguir:

    Tipo de Veculos Dimenso Inclinao da Vaga 0 30 45 60 90

  • Auto e Utilitrio

    Altura 2,10 2,10 2,10 2,10 2,10 Largura 2,30 2,30 2,30 2,30 2,30 Comprimento 5,50 4,50 4,50 4,50 4,50 Faixa manobra

    3,00 2,75 2,90 4,30 4,60

    nibus e Caminhes

    Altura 3,50 3,50 3,50 3,50 3,50 Largura 3,20 3,20 3,20 3,20 3,20 Comprimento 13,00 12,00 12,00 12,00 12,00 Faixa manobra

    5,40 4,70 8,20 10,85 14,50

    Pargrafo nico. As vagas em ngulo de 90 (noventa graus) para automveis e utilitrios que se situarem ao lado de parede, devero ter larguras mnimas de 2,60m (dois metros e sessenta centmetros).

    Art. 111-E. Devero ser previstas vagas para veculos de pessoas portadoras de deficincias fsicas, calculadas sobre o mnimo de vagas obrigatrias, na proporcionalidade de 1% (um por cento) quando em estacionamento coletivo e comercial, observando o mnimo de 1 (uma ) vaga.

    Art. 111-F. O rebaixamento de meio-fio somente ser permitido nos locais estritamente necessrios para acesso ao estacionamento de veculos, observadas as seguintes condies: I no poder exceder a 50% (cinqenta por cento) da extenso da testada do imvel. II na testada de um mesmo lote, quando houver rebaixamento de meio-fio descontnuo, a distncia que separa os trechos de meio-fio rebaixado dever ser de, no mnimo, seis metros; III dever ser observada distncia mnima de um metro entre o trecho de meio-fio rebaixado para acesso de veculos e a faixa de travessia ou rampa de pedestres, quando houver; IV as obras de rebaixamento de meio-fio devero guardar distncia mnima de meio metro da gola da rvore existente.

    Art. 111-G. O acesso de veculos em lotes de esquina dever garantir, alm da curva de concordncia dos alinhamentos, um trecho contnuo com meio-fio de, no mnimo, 3,00m (trs metros).

  • SEO X Das Obras Complementares e dos Mobilirios

    .............................................................. Art. 114-A. A implantao e a execuo de mobilirio em edificao se faro de acordo com sua funo e tipo, conforme Tabela a seguir:

    MOBILIRIO

    DIMENSES

    MEZANINO DESMONTVEL - rea mxima = 50,00m

    DIVISRIAS - Sem restrio

    TOLDOS E COBERTURAS RETRTEIS

    - Altura mnima = 2,30m - Largura mxima = largura da calada menos 0,30m - Apoios removveis

    1. O mobilirio, respeitados os parmetros fixados na Tabela, no ser considerado rea edificada ou computvel para fins de observncia dos ndices urbansticos estabelecidos pela Lei de Uso e Ocupao do Solo. 2. Nenhum mobilirio poder obstruir os acessos e circulao de pessoas e veculos, nem as reas destinadas a iluminao e ventilao das edificaes. 3. O mezanino s poder ser considerado como mobilirio quando se caracterizar como o nvel intermedirio construdo entre o pavimento de acesso da edificao e o pavimento superior subsequente, fechados ou no, compartimentados ou no, edificados com estrutura desmontvel, servidos por escada exclusiva ou comum a outros pavimentos, desenvolvendo atividades exclusivas de apoio ao fim que se destina a atividade exercida no pavimento de acesso. 4. Ficam excludos da contagem de pavimentos os mezaninos destinados exclusivamente ao abrigo de equipamentos (tcnicos) mesmo que no enquadrados nas caractersticas determinadas acima. Art. 115. (REVOGADO)

  • Art. 116 (REVOGADO) (REVOGADO) 2 (REVOGADO) I - (REVOGADO) II - (REVOGADO) Art. 117. (REVOGADO) I - (REVOGADO) II - (REVOGADO) III - (REVOGADO) IV - (REVOGADO)

    .................................................................... Art. 119. A habitao unifamiliar ou coletiva contar com, no mnimo, compartimentos ou ambientes para dormir, preparo de alimentos, higiene pessoal e servios de lavagem e limpeza. ................................................................. 4 O compartimento ou ambiente destinado a servios de lavagem e limpeza de que trata este artigo poder ser em rea de piso descoberta, sendo obrigatria a instalao de um tanque. ....................................................................

    Art. 122. (REVOGADO) .....................................................................

    Art. 126. .............................................

    ...............................................

  • II comrcio de alimentao ou associado a diverses, com consumo no local; III - estabelecimentos comerciais com rea de consumao superior a setenta metros quadrados; ........................................... Art. 128. Ser obrigatria a existncia de sanitrio em sala e loja comercial, obedecida proporo de um sanitrio para cada sessenta metros quadrados de rea privativa ou frao de rea. 1 O conjunto de salas comerciais poder ser servido por sanitrio coletivo, respeitada a proporo definida neste artigo. 2 Em lojas comerciais a proporo obtida atravs da rea de exposio e vendas. ..................................................... Art. 133. ................................ ............................ II - piso com desnveis vencidos por meio de rampas; (NR) ................................................................... Art. 148. Os autos de infrao sero submetidos ao conhecimento do infrator, no local da obra ou no endereo de sua residncia, via postal com aviso de recebimento. (NR) ............................................................... Art. 167. Lavrado o auto de infrao, o autuado ser notificado, tendo o prazo de 20 (vinte) dias para oferecer defesa, formalizada por escrito, instruda com os documentos em que se fundamentar, contados da data da notificao da autuao.

    1 .............................

    2 Quando for impossvel a notificao do autuado, a Administrao Pblica proceder a notificao mediante Edital, a ser publicado duas vezes em veculo de grande circulao local, com intervalo mnimo de 05 (cinco) dias entre as publicaes, devendo o edital ser afixado no trio da sede da Prefeitura; o decurso do prazo para exerccio da defesa inicia-se partir da data de publicao do segundo Edital.

  • ............................................................................. Art. 174-A. No caso de desacato ao agente fiscal poder ser fixada multa com base nos valores indicados na tabela de multas constantes do Anexo IV.

    Art. 7 Os anexos I, II, III e IV da Lei Complementar n 018/2012, passa a vigorar com as seguintes alteraes:

    ANEXO I PARMETROS MNIMOS PARA COMPARTIMENTOS OU AMBIENTES

    HABITAO UNIFAMILIAR E COLETIVA

    COMPARTIMENTOS OU AMBIENTES

    REA (m)

    DIMENSO (m)

    AERAO ILUMINAO

    P-DIREITO (m)

    VO DE ACESSO

    (m)

    OBSERVAES

    Sala 10,00 2,60 1/6 2,70 0,80 - Dormitrios e compartimentos com mltiplas denominaes ou reversveis

    1) 10,00 2) 9,00 3) 8,00

    2,40

    1/6

    2,70 0,70

    -

    Dormitrio empregado 4,00 1,80 1/6 2,70 0,70 - Cozinha 5,00 1,80 1/6 2,70 0,80 - rea de servio 3,00 1,50 1/8 2,70 0,80 - Quando conjugada com a cozinha

    no pode gerar e iluminar cmodos de permanncia prolongada.

    Banheiro (1) 2,20 1,10 1/8 2,40 0,60 - Banheiro empregado 1,60 1,00 1/8 2,40 0,60 - Lavabo 1,20 0,80 Duto

    200 mm 2,30 -

    p-direito mdio

    0,60 De acordo com a finalidade a que se destina

    Depsito ou sto - - - - - Acima de 8m, a dimenso mnima igual a 10% do comprimento.

    Circulao - 0,90 - 2,40 - Escada curvilnea ou retilnea - 1) 0,80 - 2,40 - Curvilnea de uso restrito no

    mnimo 0,80m de raio. Abrigos e varandas - - - 2,40 - -

  • OBS: Dimenso mnima ser calculada com a insero de um crculo de dimetro com a dimenso mnima.

  • ANEXO II

    PARMETROS MNIMOS PARA REAS COMUNS HABITAES COLETIVAS E OUTROS USOS

    COMPARTIMENTOS OU AMBIENTES

    REA (m)

    DIMENSO (m)

    AERAO ILUMINAO

    P-DIREITO (m)

    VO DE ACESSO

    (m)

    OBSERVAES

    Vestbulo com elevador _ 1,50 1/10 2,25 _ - Dispensada aerao e iluminao naturais para rea inferior a 10 m. - Portas de elevadores frontais umas s outras acrescer 50% sobre o valor da dimenso mnima

    Vestbulo sem elevador _ Largura escada _ 2,25 _ - Circulao principal _ 1,10 1/10 (*) 2,25 _ - Circulao secundria _ 0,80 1/10 (*) 2,25 _ - Dispensada aerao natural quando a

    extenso for inferior a 15m. Interligao de vestbulos _ 0,90 _ 2,25 _ - Sem acesso a unidades imobilirias Escada retilnea ou curvilnea _ 1,10 1/10 2,25 _ - Dispensada iluminao natural

    quando utilizada luz de emergncia. - Curvilnea corresponde ao raio com profundidade mnima do degrau de 0,25m, medido na metade da largura da escada.

    Rampa pedestre _ 1,00 1/10 (*) 2,25 _ - Seguir demais parmetros de acessibilidade, quando para pessoas com dificuldade de locomoo.

    Sala para funcionrios 8,00 2,00 1/8 2,50 0,70 - Banheiro para funcionrios 1,60 1,00 1/10 (*) 2,25 0,60 Garagem/Estacionamento - - 5% (*) 2,40 Igual larg.

    Rampa - Aerao natural poder ser substituda por artificial

    OBS: Dimenso mnima ser calculada com a insero de um crculo de dimetro com a dimenso mnima. (*) Dispensada iluminao natural

  • ANEXO III PARMETROS MNIMOS PARA REAS COMUNS

    EDIFCIOS COMERCIAIS, INDUSTRIAIS E DE USO MISTO

    COMPARTIMENTOS OU AMBIENTES

    REA (m)

    DIMENSO (m)

    AERAO ILUMINAO

    P-DIREITO (m)

    VO DE ACESSO

    (m)

    OBSERVAES

    Vestbulo com elevador _ 1,50 1/10 2,25 _ - Dispensada aerao e iluminao naturais para rea inferior a 10m.

    Vestbulo sem elevador _ Largura escada _ 2,25 _ Circulao uso comum _ 1,10 1/10 (*) 2,25 _ Circulao uso restrito _ 0,90 1/10 (*) 2,25 _ - Dispensada a

    aerao natural quando inferior a 15m.

    Circulao centros comerciais ou galerias de lojas

    _ 1,5 1/10 3,00 _ - Facultada a aerao por meios mecnicos e iluminao artificial Seo VI

    Escada uso comum _ 1,10 1/10 2,25 _ - Dispensada iluminao natural quando utilizada luz de emergncia. - Curvilnea profundidade mnima de 0,25m medidos na metade da largura da escada

    Escada uso restrito _ 0,80 _ 2,25 _

    Rampa pedestre uso restrito _ 1,00 1/10 (*) 2,25 _ - Seguir demais parmetros de acessibilidade quando para pessoas com dificuldade de locomoo

    Rampa pedestre uso comum _ 1,10 1/10 (*) 2,25 _ Cela para religiosos _ _ 1/8 2,50 _ Salas comerciais, escritrios, consultrios

    12,00 2,85 1/8 2,50 0,80

    Lojas 20,00 2,85 1/8 2,60 0,80 - Rebaixamento de

  • teto para decorao mximo 50% da loja com p-direito de 2,25m.

    Sobreloja _ _ 1/8 2,50 0,80 Boxes, bancas, quiosques 4,00 2,00 _ 2,50 _ Mezanino _ _ _ 2,25 0,80 Garagem/Estacionamento - - 5% (*) 2,25 Larg.

    Rampa - Aerao natural pode ser substituda por artificial.

    Lavabo 1,20 0,80 Duto 200 mm (*) 2,25 0,60

    Banheiro 1,60 1,00 1/10 (*) 2,25 0,70 Sanitrio coletivo _ _ Duto 200 mm

    1 p/ 3 vasos (*) 2,25 0,80

    Box vaso 1,00 0,75 _ 2,25 0,60 Box chuveiro 0,60 0,75 _ 2,25 0,60 Dormitrio hotelaria 8,00 2,40 1/8 2,50 0,80 Banheiro hotelaria 2,30 _ 1/10 (*) 2,25 0,80 Sala estar hotelaria 8,00 2,40 1/8 2,25 0,80

    OBS: Dimenso mnima ser calculada com a insero de um crculo de dimetro com a dimenso mnima. (*) Dispensada iluminao natural

  • ANEXO IV

    Tabela de Multas

    INFRAO

    VALOR EM URML

    BASE DE CLCULO

    1. INICIAR OBRA SEM O COMPETENTE ALVAR DE LICENCIAMENTO.

    300

    unidade

    2. A OBRA CONSTRUDA, AMPLIADA OU REFORMADA EM DESACORDO COM O PROJETO APROVADO.

    300

    unidade

    3. HAVENDO LICENCIAMENTO, NO APRESENTAO DE DOCUMENTO QUE COMPROVE O LICENCIAMENTO DA OBRA OU SERVIO EM EXECUO.

    20

    unidade

    4. AUSNCIA DE RENOVAO DO ALVAR DE CONSTRUO, INCLUSIVE QUANDO HOUVER PROCESSO DE RENOVAO POSTERIOR A SUA DATA DE VALIDADE.

    20

    unidade

    5. INEXISTNCIA DE COMUNICAO OU DESVIRTUAMENTO DA COMUNICAO APRESENTADA, EM CASO DE:

    a obras emergenciais;

    20

    unidade

    b servios que objetivem a suspenso de embargo de obra licenciada.

    20

    unidade

  • 6. INEXISTNCIA DE ALVAR DE AUTORIZAO OU DESVIRTUAMENTO DA LICENA CONCEDIDA, EM CASO DE:

    a avano de tapume sobre a calada;

    10

    m

    b execuo de muro de arrimo;

    10

    m

    c corte e reposio de pavimentao em logradouro pblico.

    100

    m

    7. INEXISTNCIA DE ALVAR DE EXECUO OU DESVIRTUAMENTO DA LICENA CONCEDIDA, EM CASO DE DEMOLIO TOTAL OU PARCIAL.

    100

    por pavimento

    8. INEXISTNCIA DE CONDIES DE:

    a estabilidade da obra;

    300

    unidade

    b- segurana de equipamentos e instrumentos;

    300

    unidade

    c salubridade (risco de contaminao) na obra.

    200

    unidade

    9. DESCUMPRIMENTO DE EMBARGO, INTERDIO OU NOTIFICAO DE DEMOLIO, ALM DE DESACATO AO AGENTE FISCAL.

    300

    unidade

  • 10. OBSTRUO DO PASSEIO/VIA OU REA PBLICA OU SUA UTILIZAO COMO CANTEIRO DE OBRAS.

    10

    m

    11. INICIAR LOTEAMENTO SEM O COMPETENTE DECRETO DE APROVAO, OU SEJA, EXISTNCIA DE LOTEAMENTO CLANDESTINO OU IRREGULAR.

    0,5

    m

    12. DESCUMPRIMENTO DO ESTUDO DE IMPACTO DE VIZINHANA

    600

    unidade

    Art. 8 A Lei Complementar n 2613/2006, passa a vigorar com as seguintes alteraes:

    Art. 13. ......................................... Pargrafo nico. A notificao ter prazo de at 05 (cinco) dias teis e constatado o desatendimento ao auto de notificao, a fiscalizao dever lavrar o respectivo auto de infrao. (NR) ........................................................ Art. 28. ............................ I - consentir o escoamento de guas servidas e guas pluviais das edificaes para a rua ou vizinhos; (NR) II - ............................... III - Consentir a construo de caixas de inspeo, gordura, areia, tanques spticos, filtros, ou afins em rea pblica, bem como permitir o lanamento de esgoto em via pblica. (NR) .................................................................

  • Art. 52. Ficam proibidos os seguintes procedimentos que possam embaraar o trnsito ou molestar os pedestres: ......................................... III. Conduzir ou depositar, pelos passeios ou faixa de rolamento, volumes de grande porte; .................................................................. Art. 56. ..................................................

    ........................................... 3 proibida a execuo de servio de preparo de materiais de construo, bem como a permanncia dos mesmos, alm de entulhos provenientes de demolies, as matrias excrementcias, terra, folhas e galhos dos jardins e quintais particulares em via pblica. ...................................................................... Art. 73. Fica proibida a extrao de recurso mineral: ................................................ a) (REVOGADO) ................................................. II dentro dos ncleos urbanos residenciais do Municpio, at uma distncia de um quilmetro de seu permetro, exceto no leito do Rio Doce, passando a vigorar a distncia mnima de 500m (quinhentos metros);

    III nas lagoas e suas reas de preservao delimitadas pelo Cdigo Florestal. IV - na rea especial dos distritos litorneos, definida pela Lei Estadual e Municipal. Pargrafo nico. As hipteses de proibio previstas neste artigo no incluem a extrao de gua mineral. ...........................................................

  • Art. 93. ................................ 1 O proprietrio, antes de construir ou reconstruir a calada, dever comparecer Prefeitura para solicitar orientao tcnica quanto ao material a ser utilizado, bem como quanto forma geomtrica a ser construda. Os padres para construo das caladas esto indicados no anexo I. (NR) 2 A conservao do passeio, na testada de cada imvel, cabe ao responsvel ou proprietrio, devendo ser garantido o conceito de acessibilidade universal. ................................................ 10. A construo e reconstruo das caladas podero ser feitas pela administrao, quando existir projeto de melhoramento ou urbanizao aprovado com a respectiva previso oramentria.

    11. A administrao poder construir ou recuperar caladas que estejam em condies irregulares de uso, e que tenham sido objeto de prvia intimao, devendo os custos serem cobrados de quem detiver a propriedade ou a posse do imvel lindeiro beneficiado. 12. A construo e recuperao previstas nos pargrafos 10 e 11 deste artigo, bem como os custos, base de clculo e penalidades sero regulamentadas pelo Poder Executivo atravs de lei especfica. ............................................................... Art. 93-A - Para efeito de aplicao dos padres indicados no anexo I so definidos os seguintes conceitos: I - O padro arquitetnico divide as caladas em faixas. As caladas com at 2,30 metros de largura sero divididas em 02 faixas (1 e 2 faixa) diferenciadas e as com mais de 2,30 metros, podero ser dividas em 03 faixas (1, 2 e 3 faixa), tambm diferenciadas; II - Calada ajardinada: Nas ruas onde no ocorre um fluxo muito grande de pedestres as faixas de Servio e Acesso podero ser ajardinadas. As faixas ajardinadas no devem possuir arbustos que prejudiquem a viso e o caminho do pedestre. O muncipe deve atender s seguintes questes: a) Para receber 02 faixas de ajardinamento, o passeio dever ter largura

  • total mnima de 230 cm (duzentos e trinta centmetros). b) As faixas ajardinadas no podero interferir na faixa de percurso que dever ser contnua e com largura mnima de 1,20m (um metro e vinte centmetros). c) As faixas ajardinadas no devem possuir arbustos que prejudiquem a viso ou com espinhos que possam atrapalhar o caminho do pedestre. d) Para facilitar o escoamento das guas em dias chuvosos as faixas no podem estar muradas. e) No cimentar a base da rvore, para no prejudicar o desenvolvimento da mesma. III - Faixa de percurso: A faixa de percurso destinada exclusivamente circulao de pedestres, portanto deve estar livre de quaisquer desnveis, obstculos fsicos, temporrios ou permanentes ou vegetao. Deve atender as seguintes caractersticas: a) Possuir superfcie regular, firme, contnua e antiderrapante sob qualquer condio; b) Possuir largura mnima de 1,20m (um metro e vinte centmetros); c) Ser contnua, sem qualquer emenda, reparo ou fissura. Portanto, em qualquer interveno o piso deve ser reparado em toda a sua largura seguindo o modelo original. d) Nos trechos onde houver rampas de rebaixamento de meio-fio, a faixa de percurso poder ser reduzida para at 60 cm (sessenta centmetros), alm de uma faixa de alerta de 20 cm (vinte centmetros) sinalizando o incio da rampa; IV - Faixa de servio: rea junto ao meio-fio, destinada colocao de rvores, rampas de acesso para veculos, rampas de acesso para pessoas portadoras de deficincia ou com mobilidade reduzida, poste de iluminao, caixas das concessionrias de servios pblicos, sinalizao de trnsito e mobilirio urbano como bancos, floreiras, telefones, caixa de correio e lixeiras. A Faixa de servio no deve ultrapassar 50% (cinqenta por cento) da largura da calada; V Faixa de Acesso: rea em frente ao imvel ou terreno, onde pode estar a vegetao, rampas e floreiras, desde que no impeam o acesso aos imveis. Objetos de trabalho ou de apoio s atividades de comrcio e servios, tais como mesas, cadeiras e outros mobilirios sero permitidos nesta faixa apenas fora do perodo das 07:00 s 20:00 horas (sete s vinte horas), conforme Art. 62.

  • VI - rampa para pedestre: declive transversal inserido na calada com o objetivo de garantir a acessibilidade de portadores de deficincia ou pessoas com mobilidade deduzida s edificaes; VII - rampa para veculo: declive transversal inserido na calada com o objetivo de garantir a acessibilidade de veculos s garagens, para que no haja ocupao de toda a calada e o conseqente impedimento do percurso pelo pedestre. ....................................................................... Art. 94. .................................................... 1. Excetuam-se dessa obrigatoriedade os terrenos no edificados situados em zona rural.

    2. Quando do no cumprimento desta obrigatoriedade, aps a notificao e autuao dos proprietrios, o servio ser realizado pelo municpio onde os valores sero cobrados em carn de IPTU e ou inseridos em dvida ativa, cujo procedimento ser regulamentado pelo Poder Executivo atravs de legislao especfica. ................................................................

    Art. 9 Fica criado o anexo I da Lei Complementar n 2613/2006, com o seguinte teor:

    ANEXO I

    PADRES DE CALADAS PARTE 1

    Rebaixo de meio-fio para Pedestres com uso da 3 faixa - Caladas com L > 230cm

  • ANEXO I

    PADRES DE CALADAS PARTE 2

    Rebaixo de meio-fio para Pedestres

    Corte Transversal da calada com 3 Faixa - Exemplo

  • Opo de rebaixo de meio-fio para Pedestres

  • ANEXO I

    PADRES DE CALADAS PARTE 3

    Rebaixo de meio-fio para

    Veculos

    Caladas com uso da 3 faixa - L > 230cm

  • Caladas sem uso da 3 faixa

  • ANEXO I

    PADRES DE CALADAS PARTE 4

    Opo de rebaixo de meio-fio para Veculos

  • Opo de desenho de rampa em rebaixo de

    meio-fio para acesso de veculos:

    ANEXO I

    PADRES DE CALADAS PARTE 5

    Caladas Ajardinadas

    Caladas com 3 faixa Caladas sem

    3 faixa

    L > 230cm

  • ANEXO I

    PADRES DE CALADAS PARTE 6

    Caladas em vias de declividade acentuada

    ANEXO I

    PADRES DE CALADAS PARTE 7

  • Sinalizao Ttil

    Art. 10 Ficam revogadas todas as disposies contrrias a esta Lei Complementar. Art. 11 Esta Lei entrar em vigor na data de sua publicao. Prefeitura Municipal de Linhares, Estado do Esprito Santo, aos dois dias do ms de

    junho do ano de dois mil e quatorze.

    JAIR CORRA PREFEITO MUNICIPAL

Recommended

View more >