Estados & Municipios

Download Estados & Municipios

Post on 16-Mar-2016

225 views

Category:

Documents

9 download

Embed Size (px)

DESCRIPTION

Revista estados e municipios

TRANSCRIPT

<ul><li><p>FelizCidade.</p><p>Parque do Forte</p><p>MOTTAXIST</p><p>+ MOTOTAXISTASMOTOT</p><p>Cidade forte se faz assim!Cidade forte se faz assim!apoio</p><p>Somente juntos podemos transformar nossos caminhos</p><p>SEMEDSecretaria Municipal de Educao</p><p>Carto Cidad</p><p>o</p><p>Carto Cidad</p><p>o</p><p>Car</p><p>to C</p><p>idad</p><p>o</p><p>Nova Po</p><p>ltica Ha</p><p>bitacion</p><p>al</p></li><li><p>FelizCidade.</p><p>Parque do Forte</p><p>MOTOTAXISTAS</p><p>+ = 800MOTOTAXISTAS</p><p>Cidade forte se faz assim!Cidade forte se faz assim!apoio</p><p>Somente juntos podemos transformar nossos caminhos</p><p>SEMEDSecretaria Municipal de Educao</p><p>Carto Cidad</p><p>o</p><p>Carto Cidad</p><p>o</p><p>Car</p><p>to C</p><p>idad</p><p>o</p><p>Nova Po</p><p>ltica Ha</p><p>bitacion</p><p>al</p></li><li><p>EditorialEditorial</p><p>Depois de vrios anos reivindicando uma melhor relao com a Unio, os estados e os municpios ganham nimo ao verem que o sonho de ter um novo pacto federativo comea a virar realidade. O Senado Federal chamou para si a responsabilidade de formar uma comisso de especialistas e iniciar a discusso sobre esta nova relao, independente do que j vem sendo apreciado pelas duas casas do Congresso Nacional e o Governo Federal.</p><p>Definir direitos e obrigaes recprocos entre os entes federativos no uma coisa fcil de se fazer. Principalmente quando os assuntos que tiram o sono dos executivos estaduais so a convivncia com uma dvida de mais de R$ 370 bilhes, com a guerra fiscal em funo da cobrana diferenciada do ICMS, e com o recebimento de recursos do Fundo de Participao dos Estados que o Supremo Tribunal Federal considerou ilegal e que no podero ser utilizados a partir do prximo ano.</p><p>Louvamos a iniciativa dos parlamentares, governadores, prefeitos e especialistas, e a participao do Governo Federal, que reconhece que a situao do Brasil mudou muito nos ltimos dez anos e que algo deve ser feito urgentemente para que os entes federados no sejam impedidos de investir em polticas pblicas e prejudiquem a vida do cidado brasileiro. </p><p>O Editor</p><p>Expediente</p><p>Editor GeralGuilherme Gomes - SJP-DF 1457</p><p>FinanceiroAntnio Carlos de Oliveira Gomes</p><p>JurdicoEdson Pereira Neves</p><p>Diretora ComercialCarla Alessandra dos Santos Ferreira </p><p>ColaboradoresGerson Gonalves de Matos / Mauricio Cardoso </p><p>Rangel Cavalcante / Renato Riella</p><p>EstagiriaPaloma Conde</p><p>DiagramaoAndr Augusto de Oliveira Dias</p><p>Agncias de NotciasBrasil, Senado, Cmara, Petrobras</p><p>REPRESENTANTES COMERCIAISRegio Norte</p><p>Meio &amp; Mdia Comunicao Ltdae-mail: meioemidia@meioemidia.com</p><p>fernando@meioemidia.com / (11) 3964-0963Rio de Janeiro - Cortez Consultoria</p><p>reginalima@ecodebate.com.brTel.: (21) 2487-4128 / 8197-6313 / 9478-9991</p><p>Minas Gerais - Rodrigo AmaralTel.: (31) 8841-1515</p><p>Nacional e InternacionalBento Neto Corra Lima / bento.correia@ig.com.br</p><p>BahiaZ Maria</p><p>(71)9987-9441</p><p>Antonio Cssio Santana (71) 9129.0856 - 3353.9767</p><p>Santa CatarinaAD Gouveia &amp; Associados</p><p>Alexandre Gouveiawww.adgouveia.com.br</p><p>(48) 3047-3515</p><p>ParanGesto &amp; Poltica</p><p>Luiz Kirchnerwww.gestaoepolitica.com.br</p><p>(41) 8835-1590</p><p>Tiragem 36 mil exemplaresEndereo Comercial</p><p>SRTVS - Q. 701 - Bl. O - Ed. Centro MultiEmpresarial - Sala 457 - CEP:70340-000 </p><p>Braslia/DF - PABX: (61) 3034-8677www.estadosemunicipios.com.br</p><p>comercial@estadosemunicipios.com.brrevista@estadosemunicipios.com.br</p><p>As colunas e matrias assinadas no sero remuneradas </p><p>e o texto de livre responsabilidade de seus autores</p><p>Democracia e civilidade</p></li><li><p>50 | EDUCAOMunicpios do Paran reclamam falta de investimentos ...... 50MEC amplia programa Mulheres Mil ...................................51Jornada integral no ensino pblico ....................................... 52</p><p>54 | TRANSPARNCIAATM treina para a Lei de Acesso a Informao .................... 54</p><p>60 | ECONOMIASalrio Mnimo em 2013 ser de R$ 667,75 ....................... 60Funcionalismo pblico ameaa greve .................................. 61Pindamonhangaba comemora grandes investimentos ......... 62</p><p>64 | TRABALHOCampanha para erradicar trabalho infantil no Mercosul ..... 64Minas investe em quali cao pro ssional ......................... 65</p><p>66 | ENERGIATrs dcadas de energia nuclear ........................................... 66</p><p>70 | SOCIALPrefeitura de Milo apoia projetos brasileiros ...................... 70gua em fartura no interior do Maranho ........................... 71</p><p>72 | TURISMONova rota do vinho em Santa Catarina ................................. 72Praia do Forte, em Natal, vai sediar FIFA Fan Fest .............. 73A memria do trfego negreiro no Brasil ............................ 74Funcionrios de mercado em So Paulo estudam ingls ...... 75As belezas da capital gacha ............................................... 76</p><p>74 | ESPECIALMaonaria cresce na Bahia .............................................. 78</p><p>82 | ARTIGOGesto de riscos contra erros mdicos ................................ 82</p><p>Estados &amp; Municpios - Fevereiro 2012</p><p>06 CAPA COLUNISTASUma comisso de especialistas vai ajudar o Governo e o Congresso a elaborar um novo pacto federativo. Estados e municpios reclamam h muito tempo das relaes com a Unio. Na lista de reivindicaes esto a reviso dos contratos de renegociao das dvidas e a de nio de novos critrios para a distribuio do Fundo de Participao dos Estados e dos royalties de petrleo. </p><p>Edio 224 Abril de 2012</p><p>www.estadosemunicipios.com.br</p><p>12 | POLTICAGovernadores do PSDB querem aumentar as receitas .......... 12Congresso vai investigar relaes de Cachoeira ................... 14Audincia pblica discutir nmero de deputados ............... 16Pedro Sera m assume Prefeitura de Campinas .................... 18Cidades ganham procurador pblico .................................... 19Pr-candidata do PCdoB sai na frente em Porto Alege ...... 20Re exes sobre a ditadura ................................................... 22Maioria dos prefeitos disputa a reeleio ............................. 26</p><p>30 | BRASLIA / DFA luta de Olgamir Ferreira em prol das mulheres ................. 30GDF adota novo modelo de gesto pblica .......................... 32</p><p>33 | MUNICPIOSCongresso Mineiro debate eleies municipais ................... 33</p><p>34 | TRANSPORTECongestionamentos tumultuam a vida nas cidades .............. 34</p><p>36 | SADEMato Grosso prepara aes de sade para Copa 2014 ........ 36Anvisa descobre empresas com agrotxicos sem registro .. 37Brasil pode reduzir mortalidade por infarto ........................ 38</p><p>40 | NACIONALNE recebe ajuda para combater a seca ................................ 40</p><p>44 | AMBIENTEGoverno quer empenho na Rio+20 ...................................... 44Osasco cria escola de educao infantil ............................... 46Linha verde ainda irrisria ................................................ 47Cdigo Florestal pode ser vetado ........................................ 48</p><p>49 | EMPREENDEDORISMOTrs Lagoas tem maior fbrica de celulose do mundo ........ 49</p><p>28 | DIRETO DE BRASLIA Renato Riella Dilma corre perigo</p><p>56 | MDIA Pedro Abelha TVs perdem audincia</p><p>68 | CASOS &amp; CAUSOS Rangel Cavalcante A terceira surra</p></li><li><p>6 Abril 2012 - Estados &amp; Municpios </p><p>Capa</p><p>Tudo indica que o novo Pacto Federativo, que estabelece as relaes entre o Governo Fe-deral e os governos estaduais e munici-pais, definindo direitos e obrigaes re-cprocos entre os entes federativos, com influncia direta na vida de todos os cidados brasileiros, pode sair do papel ainda este ano. O Executivo e o Legisla-tivo, com a ajuda de uma comisso de especialistas, se uniram e esto discu-tindo qual a melhor forma de atender os gestores dos estados e dos municpios.</p><p>O assunto que mais preocupa os governadores a reviso dos contratos de renegociao das dvidas dos estados com a Unio, que pelos valores de feve-reiro j ultrapassaram a casa dos R$ 370 bilhes. A quantia sobe para R$ 430 bi-lhes se for includo o passivo dos mu-nicpios. Como o dbito atualizado monetariamente pela soma da variao do IGP-DI com uma taxa de juros de 6% a 7,5%, os governadores reivindi-cam o IPCA mais 2%.</p><p>Para a senadora Ana Amlia (PP-RS) a permanente dependncia dos entes federados em relao Unio fra-giliza o pacto federativo e preciso re-</p><p>duzir esse alto grau de endividamento. Ela destacou o aumento descabido da dvida dos estados e municpios, em de-corrncia, principalmente, da poltica de juros adotada pelo governo federal nos ltimos anos e da adoo do ndice Geral de Preos como indexador para corrigir os valores das dvidas. Existe a clara necessidade de reviso do inde-xador das dvidas, no pela taxa Selic, como prope o Governo Federal. Seria um pssimo negcio para estados e mu-nicpios, afirmou a senadora.</p><p>A participao do Governo Fe-deral ocorreu com o encaminhamento ao Senado Federal de trs Propostas de Emenda Constituio que tratam da repartio, entre estados vendedores </p><p>e estados consumidores, do Imposto sobre Circulao de Mercadorias e Ser-vios (ICMS) das operaes de portais de comrcio eletrnico. O lder do PT, senador Walter Pinheiro (BA), afirmou que a questo do comrcio eletrnico faz parte da discusso sobre o rearranjo do pacto federativo, ao lado das regras para royalties de petrleo e de mine-rao, do ICMS para produtos impor-tados e da definio dos critrios para os Fundos de Participao dos Estados (FPE) e dos Municpios (FPM).</p><p>Novo pacto federativo sai do papel</p><p>Presidente de uma Comisso Especial, o ex-ministro Nelson Jobim ter 60 dias para apresentar as sugestes do novo pacto federativo</p><p>Segundo a ministra de Relaes Institucionais, Ideli Salvatti, atualmen-te o ICMS cobrado somente no estado de origem da empresa. Com as mudan-as que o governo quer ver aprovadas, o imposto passar a ser dividido entre o estado onde o produto fabricado e o estado onde ele consumido. O minis-tro da Fazenda, Guido Mantega, anun-ciou que o governo oferecer crdito aos estados brasileiros que utilizam o ICMS na importao. A ideia estimu-lar novas atividades econmicas e aca-bar com a chamada guerra dos portos, espcie de disputa fiscal na qual estados brasileiros reduzem as taxas do imposto cobrado de produtos importados. </p></li><li><p>Estados &amp; Municpios - Abril 2012 7</p><p>Capa</p><p>Principais temas </p><p>A discusso sobre um novo pac-to federativo tem que levar em conta a relevncia e a urgncia de quatro temas importantssimos: critrios de distri-buio dos recursos do Fundo de Par-ticipao dos Estados (FPE); sistema do Imposto sobre Circulao de Merca-dorias e Servios (ICMS); critrios de distribuio dos royalties do petrleo; e indexador das dvidas dos estados junto Unio. Est foi a concluso encontra-da pela comisso de especialistas criada pelo Senado Federal.</p><p>Presidida pelo ex-ministro e ex-presidente do Supremo Tribunal Federal, Nelson Jobim, a comisso, composta por 14 pessoas, entre juris-tas, tributaristas, economistas e cien-tistas polticos, ter 60 dias para apre-sentar suas sugestes ao presidente do Senado, Jos Sarney (PMDB-AC), embora alguns temas, como a cobran-a de ICMS nas operaes interesta-duais com importados e a taxao das vendas pela internet, j estejam sendo objeto de deliberaes nas comisses do Senado.</p><p>O presidente da Confederao Nacional dos Municpios (CNM), </p><p>Paulo Ziulkoski, elogiou a iniciativa do Senado Federal. importante que o Senado, como representante da Fede-rao, tenha finalmente acordado para a necessidade de discutir um novo Pac-to, ressaltou. Pelo atual Pacto, os 5.563 entes tm direito a apenas 15% de todo bolo tributrio do pas. Enquanto Unio, so repassados 60% do total.</p><p>Para o presidente da Confedera-o, essencial que os brasileiros sai-bam qual o custo da mquina pblica. Ziulkoski pediu que a Comisso leve em considerao a quantidade de atri-buies dadas aos municpios e que, quase nunca, so acompanhadas de uma fonte de recursos. preciso mu-dar toda a estrutura de arrecadao e de distribuio. H omisso dos governos estaduais e federal na execuo daquilo que de sua responsabilidade, criticou.</p><p>Ziulkoski ressaltou ainda o preo-cupante nmero de projetos sugeridos, discutidos e votados no Congresso Na-cional que criam atribuies aos gesto-res municipais, mas se esquecem que o municpio o menos favorecido na dis-tribuio de recursos para execut-los. Os municpios so cobrados da mesma maneira ou ainda mais que os estados e a Unio, mas no possuem a igual fora tributria, reclamou. </p><p>Diviso de recursos</p><p>Sobre o Fundo de Participao dos Estados, Nelson Jobim lembrou que o Supremo considerou inconsti-tucionais os atuais critrios de diviso dos recursos do fundo, que no pode-ro mais ser utilizados a partir de 1 de janeiro de 2013. O Congresso precisa votar isso, seno ser o caos, pois sero congelados os recursos do fundo, alertou.</p><p>Tambm foi apontada urgncia para a busca de soluo para a chamada guerra fiscal baseada no ICMS. Sobre esse aspecto, o jurista Ives Gandra, que integra o grupo, observou que a ado-o de novas regras, como as contidas no projeto que uniformiza as alquotas do ICMS nas operaes com produtos importados (Projeto de Resoluo do Senado 72/2010), poder levar estados que se sentirem lesados a entrar com aes junto ao STF.</p><p>Sobre os royalties do petrleo, o ex-secretrio da Receita Federal Everardo Maciel observou que proje-tos que tratam do tema, aprovados no Senado e que tramitam na Cmara, j apresentam problema, por usarem jus-tamente o FPE como critrio para o rateio dos recursos. A comisso deve se </p></li><li><p>8 Abril 2012 - Estados &amp; Municpios </p><p>debruar sobre o assunto e propor op-es aos parlamentares.</p><p>J sobre a mudana no indexador das dvidas dos estados, o procurador da Fazenda Nacional Manoel Felipe Brando ponderou que as alteraes propostas no poderiam configurar re-negociao de dvidas, uma vez que o artigo 35 da Lei de Responsabilidade Fiscal vedaria a prtica. Tambm nesse caso foi ressaltada a importncia de os especialistas apontarem possveis solu-es para o problema.</p><p> Reunies fechadas</p><p>Segundo o presidente da Comis-so de Especialistas, no sero realiza-das audincias pblicas. A ideia agen-dar reunies fechadas, para discusses apenas entre os integrantes do grupo. Jobim informou que o colegiado no tem a expectativa de chegar a consen-so sobre todas as questes em anlise e, por isso, incluir no conjunto de su-gestes a serem apresentadas eventuais vises divergentes.</p><p>Os especialistas mantero conta-tos por e-mail, para agilizar a troca de informaes. De imediato, cada inte-grante enviar por meio eletrnico suas consideraes sobre os quatro temas da </p><p>agenda, que sero sistematizadas e de-volvidas a todos. Tambm para apoiar o grupo, a Consultoria do Senado en-viar aos membros informaes sobre proposies acerca de cada tema, em tramitao no Congresso.</p><p>Apesar da definio da agenda de prioridades, os especialistas apon-taram outros temas que podero ser tratados numa segunda fase de tra-balhos. Para o ex-ministro do Plane-jamento Joo Paulo dos Reis Velloso, seria importante rever a poltica de de-senvolvimento regional. J o professor de Direito Constitucional Marco Au-rlio Marrafon considerou importante desenvolver mecanismos para incenti-var a cooperao entre os entes federa-dos e aumentar a eficincia das polticas pblicas. Conforme observou, no h sequer a troca de informaes em reas como segurana pblica. Para o econo-mista Bernard Appy, a comisso deve avanar na anlise das causas do esgar-amento das relaes entre municpios, estados e a Unio. </p><p>Dvida dos Estados</p><p>Em audincia pblica promov...</p></li></ul>