ESTADO DO MARANHÃO SECRETARIA ESTADUAL DE SEGURANÇA PÚBLICA CORREGEDORIA GERAL DO SISTEMA ESTADUAL DE SEGURANÇA PÚBLICA CORREGEDORIA ADJUNTA DE POLÍCIA.

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Ao assumir um novo cargo ou funo, o lder tem de entender que a equipe passar por quatro estgios assim que ele chegar:ESTADO DO MARANHOSECRETARIA ESTADUAL DE SEGURANA PBLICACORREGEDORIA GERAL DO SISTEMA ESTADUAL DE SEGURANA PBLICACORREGEDORIA ADJUNTA DE POLCIA MILITARAPRESENTAODIREITO DE GREVE VEDAO CONSTITUCIONAL E LEGALDIREITO DE GREVE ENTENDIMENTO DO STFINCIDNCIA CRIMINAL - CPMINCIDNCIA ADMINISTRATIVASITUAO DO MILITAR DA RESERVA REMUNERADA E REFORMADO RESPONSABILIDADE ADMINISTRATIVA.OFCIAIS QUE SE ABSTIVEREM DE PROVIDNCIAS CONTRA OS GREVISTAS PODEM SER RESPONSABILIZADOS PROVIDENCIAS DOS COMANDANTES DE UPMEXTINO DA PUNIBILIDADECONCLUSOSUMRIODIREITO DE GREVECONSTITUIO FEDERAL DE 1988Art. 37, VII - o direito de greve ser exercido nos termos e nos limites definidos em lei especfica; (NORMA DE EFICACIA LIMITADA)INICIATIVA PRIVADALei n 7783/89 - Dispe sobre o exerccio do direito de greve, define as atividades essenciais, regula o atendimento das necessidades inadiveis da comunidade, e d outras providnciasServidor Pblico (Federal, Estadual e Municipal)O Projeto de Lei 4532/12 - nova tentativa de regulamentar o direito de greve no servio pblico (Estabelece regras de negociao trabalhista entre servidores pblicos e a Unio, os estados, o Distrito Federal e os municpios) Em anlise na Cmara dos Deputados.Servidor Pblico Militar Estadual/DistritalArt. 42 [...] 1 Aplicam-se aos militares dos Estados, do Distrito Federal e dos Territrios, alm do que vier a ser fixado em lei, as disposies do art. 14, 8; do art. 40, 9; e do art. 142, 2 e 3, cabendo a lei estadual especfica dispor sobre as matrias do art. 142, 3, inciso X, sendo as patentes dos oficiais conferidas pelos respectivos governadores.Art. 142. 3 Os membros das Foras Armadas so denominados militares, aplicando-se-lhes, alm das que vierem a ser fixadas em lei, as seguintes disposies.IV - ao militar so proibidas a sindicalizao e a greve.No mesmo sentido preconiza a Constituio Estadual no seu art. 24 5 e tambm no Art. 64 3 do Estatuto dos Policiais Militares da PMMA.VEDAO CONSTITUCIONAL E LEGALDIREITO DE GREVE ENTENDIMENTO DO STF"Os servidores pblicos so, seguramente, titulares do direito de greve. Essa a regra. Ocorre, contudo, que entre os servios pblicos h alguns que a coeso social impe sejam prestados plenamente, em sua totalidade. Atividades das quais dependam a manuteno da ordem pblica e a segurana pblica [...] Servios pblicos desenvolvidos por grupos armados: [...] s dos militares, em relao aos quais a Constituio expressamente probe a greve (art. 142, 3, IV)." (Rcl 6.568, rel. min.Eros Grau, julgamento em 21-5-2009, Plenrio,DJEde 25-9-2009.)No mesmo sentido:Rcl 11.246-AgR, rel. min.Dias Toffoli, julgamento em 27-2-2014, Plenrio,DJEde 2-4-2014.Os militares que participarem da greve praticam crimes de Motim, Revolta, Conspirao e outros:a) MOTIM - Art. 149. Reunirem-se militares ou assemelhados: art. 149, I contra a ordem recebida de superior, ou negando-se a cumpri-la;1 parte (Conduta comissiva, exemplo: o Cmt manda realizar o policiamento na Rua X, os militares agem contrariando a ordem e vo para a sede do comando reivindicar melhorias salariais.2 parte (Conduta omissiva, exemplo: a mesma situao, mas, os militares se negam a cumprir a ordem, simplesmente no vo).INCIDNCIA CRIMINAL art. 149, II - recusando obedincia a superior, quando estejam agindo sem ordem ou praticando violncia; Exemplo: grupo de militares do Estado em greve, paralisados em uma praa central da capital de um Estado, unidos pelos mesmos propsitos, pratiquem atos contrrios ordem. Obs.: exige que haja ordem verbal e direta do superior para que retornem a atividade PMSP Basta o rumor de Greve e o Comandante Geral baixa Portaria instituindo como servio essencial, que no pode parar.Art. 149, III assentindo em recusa conjunta de obedincia, ou em resistncia ou violncia, em comum, contra superior.INCIDNCIA CRIMINAL , implica a reunio de militares (j deixamos de mencionar os assemelhados por inexistirem no ordenamento jurdico atual) para que, unidos pelos mesmos propsitos, pratiquem atos contrrios ordem. Art. 149, IV ocupando (= instalar-se, invadir) quartel, [....] estabelecimento militar, ou dependncia de qualquer deles, hangar, aerdromo ou aeronave, navio ou viatura militar, ou utilizando-se de qualquer daqueles locais ou meios de transporte, para ao militar, ou prtica de violncia, em desobedincia a ordem superior ou em detrimento da ordem ou da disciplina militar: Pena recluso, de quatro a oito anos, com aumento de um tero para os cabeas.Exemplo, um grupo de militares grevistas que, de folga, dirijam-se ao quartel ocupando-o e impedindo, por fora disso, o desempenho das misses legais e cotidianas daquela Unidade.Elemento Subjetivo: Dolo Consumao: com a ao ou omisso contrria ordem, com a negativa de obedincia, com o consentimento diante do ato delituoso do grupo, com a ocupao delituosa do quartel (sentido amplo) ou da viatura militar.INCIDNCIA CRIMINAL Apenas para clarear as hipteses acima a cerca do MOTIM, tomemos os seguintes exemplos: a) se um militar da ativa e um militar inativo se recusarem, ambos, a cumprir ordem de superior hierrquico, no haver ocorrncia do delito em apreo; b) se um militar da ativa e um militar inativo, estando este ltimo em emprego regular na Administrao Militar (art. 12 do CPM), se recusarem conjuntamente a cumprir ordem de superior hierrquico, poder haver o delito.INCIDNCIA CRIMINAL c) se dois militares em servio ativo juntamente com um militar inativo, ainda que no empregado regularmente na Administrao Militar, ocuparem um quartel contrariando ordem superior, os trs, em tese, estaro na prtica de motim, porquanto, uma vez cometido o delito pelos dois militares da ativa, o terceiro agente ser considerado, tambm, militar em servio ativo, pela comunicao de elementares do tipo penal, de que trata o art. 53, 1 o , segunda parte, do CPM, de sorte que a existncia dos dois militares da ativa como autores d condio de existncia para o delito em estudo, o que no ocorre no primeiro exemplo que mencionamos, em face de se tratar to somente de um militar em situao de atividade.INCIDNCIA CRIMINAL b) REVOLTA - Art. 149. Reunirem-se militares ou assemelhados:Pargrafo nico. Se os agentes estavam armados:Pena recluso, de oito a vinte anos, com aumento de um tero para os cabeas. o motim qualificado pelo uso de armas; no mnimo DOIS militares armados praticando as hipteses dos incisos I a IV, do 149, do CPM.c) CONSPIRAO - Art. 152. Concertarem-se militares ou assemelhados para a prtica do crime previsto no art. 149:Pena recluso, de trs a cinco anos.Objetividade jurdica: a disciplina militarElemento objetivo: o ncleo do tipo entrar em acordo, ajustar, pactuar, cotejar, harmonizar.Elemento Subjetivo: Dolo Consumao: quando os autores se reunirem conscientes da finalidade do encontro.INCIDNCIA CRIMINAL d) RECUSA DE OBEDINCIA - Art. 163. Recusar obedecer a ordem do superior sobre assunto ou matria de servio, ou relativamente a dever impsto em lei, regulamento ou instruo:Pena - deteno, de um a dois anos, se o fato no constitui crime mais grave.e) CRIME DE DESERO - Art. 187. Ausentar-se o militar, sem licena, da unidade em que serve, ou do lugar em que deve permanecer, por mais de oito dias: Pena deteno, de seis meses a dois anos; se oficial, a pena agravada. INCIDNCIA CRIMINAL SITUAO DO MILITAR DA RESERVA REMUNERADA E REFORMADO RESPONSABILIDADE ADMINISTRATIVASMULA55, do STFMilitar da reserva est sujeito pena disciplinar.SMULA 56, do STFMilitar reformado no est sujeito pena disciplinar.Lei 6.513/95, Art. 125 - A reforma de que trata o artigo anterior ser aplicada ao militar que: I - estando na reserva remunerada, atingir as seguintes idades-limites de permanncia na reserva remunerada: a) Oficial do sexo masculino 66 (sessenta e seis) anos; b) Oficial do sexo feminino 61 (sessenta e um) anos; c) Praas do sexo masculino 64 (sessenta e quatro) anos; d) Praas do sexo feminino 59 (cinquenta e nove) anos.INCIDENCIA ADMINISTRATIVAOFCIAIS QUE SE ABSTIVEREM DE PROVIDNCIAS CONTRA OS GREVISTAS PODEM SER RESPONSABILIZADOS:Criminalmente: PrevaricaoArt.319. Retardar ou deixar de praticar, indevidamente, ato de ofcio, ou pratic-lo contra expressa disposio de lei, para satisfazer intersse ou sentimento pessoal:Pena - deteno, de seis meses a dois anos.Condescendncia criminosaArt. 322. Deixar de responsabilizar subordinado que comete infrao no exerccio do cargo, ou, quando lhe falte competncia, no levar o fato ao conhecimento da autoridade competente:Pena - se o fato foi praticado por indulgncia, deteno at seis meses; se por negligncia, deteno at trs meses.OFCIAIS QUE SE ABSTIVEREM DE PROVIDNCIAS CONTRA OS GREVISTAS PODEM SER RESPONSABILIZADOS:Criminalmente: Omisso de lealdade militar Art. 151. Deixar o militar ou assemelhado de levar ao conhecimento do superior o motim ou revolta de cuja preparao teve notcia, ou, estando presente ao ato criminoso, no usar de todos os meios ao seu alcance para impedi-lo:Pena recluso, de trs a cinco anos.Consumao: o crime se consuma quando o autor, sabendo do delito (motim ou revolta) que se planejou, deixa de comunic-lo a seu superior ou, ainda, na segunda modalidade, quando no utiliza os meios de que dispe para impedir o delito, estando presente quando de sua deflagrao. Administrativamente: art. 14 c/c o nmero 1,4, 5, 6, 7, 8 e 9, do Anexo I, do RDE;Formatura com seus subordinados transmitir a ordem do Comandante Geral;Enviar diariamente as faltas de seus Subordinados (Controle de Faltas);Instaurar os procedimentos administrativos no caso de crimes (desero, mencionados antes;Formar equipes de oficiais para a realizao dos Flagrantes, caso ocorram na sua rea de atuao;Utilizar dos meios de prova: Ofcios, relatrios, escala de servio, mdias (udio e vdeo);Obs.: 24h para homologar o atestado; folga de dia no trabalhado no existe.PROVIDNCIAS DOS COMANDANTES UPMAnistia Geral por meio de Lei alcana todos os fatos criminosos;Os manifestantes exigem anistia para encerar a greve, exemplo: Lei Federal n 12.191/10 (Concede anistia aos PMs e BMs do Rio Grande do Norte, Bahia, Roraima, Tocantins, etc.). Lei Federal 12.505/11 (Concede anistia aos policiais e bombeiros militares dos Estados de Alagoas, de Gois, do Maranho, etc.)."Dilma critica anistia a PMs que cometeram crimes na BahiaA presidente Dilma Rousseff afirmou [...]que contra a anistia de policiais militares que praticaram crimes durante a greve na Bahia Competencia para legislar do Congresso Nacional (arts 21, XVII e 48, VIII da CF/1988).EXTINO DA PUNIBILIDADE ESTAMOS FAZENDO, O QUE PRECISA SER FEITO.CONCLUSO

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