espiritualidade dos animais - ensino e divulgação do ...· movimento coligador cacilda denize...

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ATENTADOS Viso Psicolgica e

Espiritual

JEEPA Juventude Ganha seu

Espao

COLIGADOSFrutos que Do

Frutos

Coligao Esprita Progressista

Ano 15 N 25 Out-Dez/2016

Espiritualidade dos Animais

Espiritualidade dos Animais

Espiritualidade dos Animais

| 3 Ano 15 N 25

Expediente

A revista F Raciocinada, publicao trimestral da Coligao Esprita

Progressista, foi fundada em 1 de julho de 1993 e voltada ao incentivo ao estudo

e prtica do conhecimento esprita.

EditorGilberto Peverari Simes

Jornalista ResponsvelCynthia de Oliveira Araujo (MTb 23.684)

RedaoAna Paula Montealbano Honda

Produo GrficaPubmind Projetos e Publicaes

Publicidade Roni Alex Encarnao Lopes

RevisoRicardo Ondir

ImpressoJulio Germinhasi

Coligao Esprita Progressista

PresidnciaRubens de Paula e Freitas

Diretoria das Escolas de Educao Medinica, Assistncia Espiritual e

Movimento ColigadorCacilda Denize Elsas

Diretoria das Escolas de Educao Evanglica e Assistncia Social

Rinaldo Jos Montealbano

Diretoria do Aperfeioamento Doutrinrio e da Comunicao

Gilberto Peverari Simes

Diretoria da Coordenadoria GeralAna Paula Pankratz

Diretoria da Administrao GeralReginaldo Ferreira Leme

R. Batura, 297 - Vila MoraesCEP 04164-180 - So Paulo - SP

Tel. (11) 2969-3900e-mail:

cep.comunicacao@gmail.com

4 Editorial Gilberto Peverari Simes

5 Expresses do Espiritismo Grupo de Teatro CativArte, H 10

Anos Contando Histrias Vera Dovnorovzki Rodrigues

8 Entrevista Animais: Nossos Companheiros de

Evoluo Profa. Dra. Irvenia Luiza de Santis

Prada

14 Evangelizao Juvenil JEEP: Como Olhar para a Juventude e

Ficar de Braos Cruzados? Cintia Geraldini, Cynthia Araujo,

Rita de Cssia Maldonado, Roni Alex Lopes

16 Evangelizao Onde Est a Nossa F? Maria Regina Belline

17 Ponto de Vista Atentados - Viso Psicolgica e

Espiritual Maryla Ftima Lessa Ortiz

18 Centro de Estudos PesquisaBibliogrfica Rubens de Freitas

20 Coligados Frutos que Do Frutos

22 Por Dentro da CEP Biblioteca

Fonte de Amor e Sabedoria Sonia Maria Morales

Teixeira e Marlene de Moraes Albuquerque

23 Dica de Livro Francisco de Assis Ricardo Melhado

23 Estante Esprita Dicas de livros para aprofundar

seus conhecimentos sobre a Doutrina Esprita

24 Aconteceu na CEP Os principais acontecimentos da

CEP

27 Homenagem A "cara" da CEP

29 Divulgao F Raciocinada por F

Raciocinada Gilberto Simes

30 Mensagem Medinica

30 Humor Espitirinhas Wilton Pontes

Colaboraram nesta edio:Vera Dovnorovzki Rodrigues, Irvenia

Luiza de Santis Prada, Cintia Geraldini, Rita de Cssia Maldonado, Roni Alex Encarnao Lopes, Maria

Regina Belline, Maryla Ftima Lessa Ortiz, Rubens de Freitas, Fbio

Nunes Ribeiro, Hrcules de Moura Pereira, Allan Cardech Lemos, Isley Silva, Simone Koroviski Anselmo, Sonia Maria Morales Teixeira,

Marlene de Moraes Albuquerque, Ricardo Melhado, Marcia Cristina

Ursulino Horta Leme e Wilton Pontes.

proibida a duplicao ou reproduo dos textos da revista F Raciocinada, no todo ou em parte, sob quaisquer formas ou meios, sejam eletrnicos, impressos, gravao, fotocpia, web, sem a prvia e expressa autorizao da Coligao Esprita Pro-gressista. Todas as propagandas aqui veiculadas, bem como as informaes nelas constantes so de responsabilidade exclusiva de seus anuncian-tes. A responsabilidade do contedo dos artigos exclusiva de seus autores e no refletem, neces-sariamente, a opinio da revista. Todos os textos e imagens podem ser alterados para que sejam adequados ao espao disponvel.

coligacaoespiritaprogressista

Sumrio

4 |Ano 15 N 25

Agradecemos a todos os nossos leitores pelas palavras de ca-rinho e incentivo, pelos elogios e crticas, que nos fazem aprimo-rar ainda mais cada edio e, principalmente, perseverar nesse caminho de f e amor, que proporciona a Doutrina Esprita. In-felizmente por falta de espao no conseguimos publicar todas as mensagens que recebemos pelas redes sociais e pessoalmente. A todos nosso muito obrigado.

Equipe F Raciocinada

Matar a iniciativa do outro no o tornar superior a ele. Emmanuel j explicou, na lio 25 de Ceifa de Luz, que o no matars no se refere somente desencarnao. melhor encarar as ideias e iniciati-vas dos demais como contribuies e praticar a gratido. Se adotadas, d--lhes os crditos.

Falhas de comunicao j leva-ram vrias instituies e muitos re-lacionamentos falncia e, mesmo assim, alguns no lhes do a devida importncia. Se o fato afeta a outros, divulgue. Quando arguido, responda. Lembre-se de que a verdade liberta.

Se errar, pea desculpas, pois isso constri parcerias.

Toda casa lar, empresa ou insti-tuio religiosa tem problemas. Al-guns deles at nascidos do seu pon-to de vista. preciso lidar com eles. Ignor-los no os far desaparecer. Confie, pois h aqueles que querem ajudar a resolv-los.

Aproveite seus ciclos. A rvore que no cresce est morrendo. At mais!

Referncias

1. Conviver e Melhorar, Francisco do Esprito Santo Neto, pelos es-pritos Lourdes Catherine e Batu-ra, Boa Nova.

2. What Got You Here Wont Get You There: How Successful Peo-ple Become Even More Success-ful!, Marshall Goldsmith e Mark Reiter, Profile Books.

Gilberto Peverari SimesDiretor da rea de Aperfeioamento Doutrinrio e da Comunicao e Expositor do 4 Ano do Curso de Divulgador e Expositor da CEP.

C iclos. A dor sentida ao final de um se mistura alegria do incio de outro, com novo patamar, novos desafios e oportunidades de crescimento.

Ciclo de curioso, aluno, estudante e trabalhador. Depois o de transmis-sor de conhecimento, seja em con-versas, na preleo, em palestras ou como expositor. A, sim!

Cito duas leituras para aproveitar os degraus de sua escalada: Conviver e Melhorar (1) e O Que o Trouxe Aqui No o Levar Adiante (2). O primeiro considera a vivncia na casa esprita e o segundo, na empresa, mas ambos vo alm dos mbitos considerados.

Como dois de meus ciclos de ex-positor do Divulgador e de diretor chegam ao fim, compartilho as lies aprendidas, com dicas para quem queira ascender sem sofrer ou cau-sar algumas das dores do caminho. Valho-me, para isso, de alguns tpi-cos descritos no livro que empresta o ttulo a este texto.

Voc no ganhar sempre. Ainda mais se suas metas no dependerem somente de voc. Converta as insatis-faes em combustvel para ir mais longe. No ceda aos contratempos e no espere reconhecimento, pois alguns o confundem com elogio e o renegam.

Arq

. pes

soal

Editorial

A revista F Raciocinada convida voc, nosso leitor, a participar de cada

edio. Envie suas opinies, sugestes e crticas por e-mail:

cep.feraciocinada@gmail.com

Fale Conosco Espao do Leitor

Aproveite qualquer ocasio para realizar. A passividade pode salv-lo da morte fsica, mas no da morte do Esprito. Comece com o que tiver disposio e Deus far o necessrio chegar a voc.

Oua com ateno e reflita. Evi-te ser crtico s ideias distintas das suas. Talvez anos ou experincias lhe tragam a mesma viso do criticado. Sbio quem ouve mais, porque ter mais a dizer. Se estiver nervoso, en-cha a boca de gua.

O Que o Trouxe at Aqui no o Levar Adiante

| 5 Ano 15 N 25

Expresses do Espiritismo

Grupo de Teatro CativArte H 10 Anos Contando Histrias

Vera Dovnorovzki Rodrigues*

O grupo de teatro CativArte surgiu em 2006, pelo me-nos no plano material, pois bem sabemos que esses trabalhos de amor e divulgao da doutrina so planejados bem antes por nossos amigos do plano espiritual, os ver-dadeiros protagonistas da obra, em que somos meros coadjuvantes. Em uma reunio com o grupo do pri-meiro ano dos cursos de nossa casa, o Centro Esprita Allan Kardec de Campinas (CEAK), surgiu a ideia de fazermos um teatrinho para o fim do ano. Sa da reunio achan-do essa ideia muito interessante e fui dormir pensando nela. Naquela madrugada, acordei muito agitada, visualizando uma histria que no saa da minha cabea. Tentei virar de lado e dormir, mas algo me impe-dia. Levantei e resolvi escrever a his-tria no computador, para no per-der os detalhes. Em pouco mais de uma hora, eu tinha em minhas mos a primeira pea: Lies do Mestre.

No dia seguinte, mostrei para nossa dirigente e ela adorou. Samos ento caa de pessoas para nos ajudar a colocar a ideia em prtica.

Depois dessa apresentao, a pulguinha do teatro, como costumo dizer, nos picou. Decidimos ento criar um grupo. Abrimos as inscri-es e, na poca, tivemos mais de 50 inscritos. Comeamos a trabalhar com o grupo com tcnicas vocais, posicionamento em palco, dinmicas e muitos outros exerccios propos-tos por companheiros que tinham experincia com teatro. Em pouco tempo, tnhamos o grupo efetivo, 25 companheiros dispostos a realmente encarar o trabalho. Digo isso porque muitos companheiros entram para o grupo de teatro achando que uma grande brincadeira e acabam se de-parando com um trabalho que exi-ge muita perseverana, assiduidade e disciplina, como qualquer outro trabalho srio realizado pelas casas espritas. Afinal, temos a responsabi-

lidade de transmitir uma mensagem de uma maneira que seja agradvel e bem compreendida por todos e, prin-cipalmente, que carregue muito amor e emoo para tocar os coraes.

Naquele ano, 2007, comeamos a trabalhar em nossa segunda pea, Comdia Esprita. Logo depois, ini-ciamos os trabalhos de Eurpedes, o homem e a misso. Trabalhamos em