espetculo deolindo e genoveva

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Entertainment & Humor

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  • 1. DEOLINDO E GENOVEVA

2. DEOLINDO E GENOVEVAAPRESENTAOA Cia. Ldica tem o prazer de apresentar, com grande satisfao e orgulho, o espetculoDeolindo e Genoveva. Produzido com o prmio ProAC, da Secretaria de Estado da Cultura deSo Paulo, foi tambm selecionado para participar do projeto Viagem Teatral 2010 do SESI SP.Com Deolindo e Genoveva a Cia. Ldica visita e homenageia a obra de um dos maioresescritores brasileiros de todos os tempos: Machado de Assis. Seu conto Noite de Almirante a base, o ponto de partida, do texto e do desenvolvimento do processo de Deolindo eGenoveva. O prprio conto tambm faz parte do espetculo sendo narrado e vivenciado comadaptaes, em linguagem clown, tendo os nomes iniciais do casal protagonista do contooriginado o nome do espetculo.Publicado em 10 de fevereiro de 1884, no peridico carioca Gazeta de Notcias e depoisincluso na coletnea Histrias sem Data, no mesmo ano, este conto traz algumascaractersticas recorrentes da obra do autor: a forte caracterizao das personagens; a anliseda volubilidade da alma humana; a influncia dos fatores externos sobre a vida dospersonagens. Como em vrias outras histrias (A Cartomante uma delas), em Noite deAlmirante a trama conduz todo o tempo a um inevitvel desfecho trgico que, diferentementedos outros contos, no acontece, conferindo a este uma caracterstica bastante peculiar;Em Deolindo e Genoveva, a companhia leva ao extremo a questo do artista dentro doespao pblico, do cenrio que se compe e se adapta a partir do espao proposto e de umaparticipao intensa do espectador. No espetculo, os atores representam uma trupe decamels, Trupe da Fanfarra, que se instala numa praa da cidade e pretende, distraindo opblico com a histria do casal Deolindo e Genoveva, se aproximar do espectador e envolv-loem situaes atpicas. Neste sentido, a Cia. trabalha duas questes fundamentais: umaartstica, elevando o trabalho dos atores por meio de inseres poticas, literrias, circenses oude memria (todas trazidas em pesquisa e improvisaes dirigidas); outra social, priorizando osespaos nos quais se pode aproximar pblico e atores, criando um espetculo que parte damatria-prima do prprio espectador, valorizando histrias e personagens do povo. 3. DEOLINDO E GENOVEVASINOPSEUma trupe, misto de camels e fanfarres, tendo como chamariz um imenso boneco,se instala numa praa da cidade e ao som de corneta, bumbo, tarol etc., busca atrair opblico para a sua apresentao. Com grande pompa, anuncia a histria de amor deDeolindo e Genoveva (Baseada no conto Noite de Almirante de Machado de Assis) emmeio a outras atraes artsticas apresentadas ao longo do espetculo, ou seja,utilizando o conto como fio condutor, a trupe oferece ao pblico diversas formas deentretenimento, emulando a atuao tpica dos camels, ciganos, trambiqueiros econtadores de histrias . Esses personagens oferecem remdios milagrosos, leitura demo e de cartas, mapas de lote na lua, jogos de azar, sorteios de bugigangas, entreoutros, e para tal, lanam mo do teatro de bonecos, da narrativa oral, da poesia, denmeros musicais e circenses. 4. DEOLINDO E GENOVEVA 5. DEOLINDO E GENOVEVAFICHA TCNICAProjeto desenvolvido a partir do conto Noite de Almirante de Machado de AssisDramaturgia e Direo Geral Paulo DrumondDesenvolvimento de Pesquisa para o Projeto Paulo DrumondDireo do Conto e Assistente de Direo Geral Marcya HarcoDireo de Produo Deborah CorraCenrio, Figurinos e Adereos Carlos ColaboneComposio Original, Direo e Execuo Musical ao Vivo Carlos Franco DrummondCoreografia Anelita GalloIluminao Marcya Harco e Paulo DrumondTcnicos de som e luz Alex Nogueira ou Ricki SoaresElenco: Paulo Drumond (Branco de Neve) Marcya Harco (Stima de Agostinha) Glaucia Franchi (Marineide) Bruna Pennelope (Suzicleide) Carlos Franco Drummond (Msico)Preparao do Elenco:Workshops - Teatro de Animao Grupo Seres de Luz TeatroMmica Corporal Dramtica - Victor de SeixasInterpretao - Viviane RojasClown Marcya HarcoCurso de Malabares Galpo do CircoCurso de Dana do Ventre Dana do Ventre Lulu SabongiCostureiras Aparecida Marini e Juliana MariniConfeco do Boneco Gigante:Produo Jos Henrique ValrioCoordenao Cia. ArticularteGrafite do Mural Vanderson Alexandre Confeco do Bumbo Gigante Jacinto Martinez Fotgrafo Edu de Paula Durao 90 minutos Faixa etria 14 anos Realizao: Cia. Ldica Cooperativa Paulista de Teatro 6. DEOLINDO E GENOVEVA 7. DEOLINDO E GENOVEVA 8. DEOLINDO E GENOVEVA 9. HISTRICO DA COMPANHIAFundada em 1993, na cidade de So Paulo, a Cia Ldica nasceu sob a proposta dedesenvolver um projeto de teatro de grupo, cujo eixo baseou-se (e ainda fomenta-se) naqualidade da interpretao e na investigao criteriosa das obras, buscando sempre extrairdas mesmas um resultado original, pertinente, criativo e contemporneo. A partir dessapremissa, a Ldica desenvolveu duas linhas prticas de trabalho, sendo a primeira baseadana pesquisa com concluso de uma dramaturgia prpria e outra fomentada na releitura deuma dramaturgia j existente.No seu primeiro trabalho, desenvolveu uma pesquisa que resultou numa versocontempornea da pea "La Leon", de Eugne Ionesco, que recebeu o nome de "A Aula".Esta pea teve sua estria oficial no dia 13 de maio de 1994 no SESC So Caetano. A partirda pea "A Aula" foram desenvolvidos mais cinco trabalhos, que so mantidos em repertrioativo, com suas devidas revises e reciclagens."Em Busca da Boneca Azul" (de Paulo Drumond e Marcya Harco), "O Catador de Lixo" (dePaulo Drumond), "Pedro e o Lobo" (verso livre de Paulo Drumond da obra de SergueiProkofiev) e "A Poesia Secreta de Andria" (de Paulo Drumond), que em 2007 foicontemplada com o prmio montagem PAC 22 (Programa de Apoio Cultura da Secretariade Estado da Cultura de So Paulo). No repertrio ativo a companhia apresenta tambm umanova leitura da pea "A Aula" intitulada "Sons em ouvidos surdos". Premiada em 2008, paramontagem em 2009, pelo ProAC, da Secretaria de Estado da Cultura de So Paulo, a Cia.Ldica acrescenta agora o sexto espetculo ao seu repertrio ativo: Deolindo e Genoveva,sendo selecionado para o Projeto Viagem Teatral do SESI 2010.Uma caracterstica do trabalho da Cia. Ldica mesclar elementos de diversas linguagens,estilos e gneros teatrais na elaborao de suas montagens. Absurdo, pico, popular, teatrode rua, teatro fsico, circo, palhao, mmica, pantomima, desenho animado, cinema mudo soalgumas das fontes nas quais a Ldica vai beber. Usar desta diversidade, no entanto, no uma regra pr-estabelecida, uma vez que o desafio da Cia. buscar a tcnica mais adequadapara possibilitar que o pblico possa absorver, de maneira reflexiva e prazerosa, as propostasartsticas e estticas desenvolvidas pelo grupo..www.cialudica.com.br 10. DEOLINDO E GENOVEVA 11. 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