esde - módulo xviii - roteiro 1: penas e gozos terrestres

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Estudo sistematizado da Doutrina Espírita. Vídeo do estudo disponível em: http://youtu.be/IvAsXOGIwG8 www.nvinhadeluz.com

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Roteiro 3: Instinto e Inteligncia

Roteiro 1:Penas e Gozos TerrestresESDE Tomo IIMdulo XVIII Esperanas e ConsolaesAleandro S.FreitasJun 2014Objetivos EspecficosExplicar o que felicidade e infelicidade terrestres, segundo o Espiritismo.

Refletir a respeito das consequncias dos atos humanos.1. Bem-aventurados os que choram, pois que sero consolados. Bem-aventurados os famintos e os sequiosos de justia, pois que sero saciados. Bem-aventurados os que sofrem perseguio pela justia, pois que deles o reino dos cus. (S. MATEUS, 5:4, 6 e 10.)2. Bem-aventurados vs, que sois pobres, porque vosso o reino dos cus. Bem-aventurados vs, que agora tendes fome, porque sereis saciados. Ditosos sois, vs que agora chorais, porque rireis. (S. LUCAS, 6:20 e 21.)Mas, ai de vs, ricos! que tendes no mundo a vossa consolao. Ai de vs que estais saciados, porque tereis fome. Ai de vs que agora rides, porque sereis constrangidos a gemer e a chorar. (S. LUCAS, 6:24 e 25.)Penas e Gozos TerrestresLivro dos Espritos: Q 920 a 927A felicidade no deste mundoESE Cap V.it.20Destinao da TerraMuitos se admiram de que na Terra haja tanta maldade e tantas paixes grosseiras, tantas misrias e enfermidades de toda natureza, e da concluem que a espcie humana bem triste coisa . Provm esse juzo do acanhado ponto de vista em que se colocam os que o emitem e que lhes d uma falsa idia do conjunto. Deve-se considerar que na Terra no est a Humanidade toda, mas apenas uma pequena frao da Humanidade. (...) A situao material e moral da Humanidade terrena nada tem que espante, desde que se leve em conta a destinao da Terra e a natureza dos que a habitam.Destinao da TerraPois bem: figure-se a Terra como um subrbio, um hospital, uma penitenciria, um stio malso, e ela simultaneamente tudo isso, e compreender-se- por que as aflies sobrelevam aos gozos, porquanto no se mandam para o hospital os que se acham com sade, nem para as casas de correo os que nenhum mal praticaram; nem os hospitais e as casas de correo se podem ter por lugares de deleite (...)Ora, assim como, numa cidade, a populao no se encontra toda nos hospitais ou nas prises, tambm na Terra no est a Humanidade inteira. (ESE Cap.III it.7)Causas das AfliesCompreendendo que somos os prprios artfices do destino, passamos a ser mais cuidadosos com os nossos desejos e com as nossas escolhas.

4. De duas espcies so as vicissitudes da vida, ou, se o preferirem, promanam de duas fontes bem diferentes, que importa distinguir. Umas tm sua causa na vida presente; outras, fora desta vida.

Causas Atuais das AfliesESE, Cap V It.4

Causas Atuais das AfliesDeus, porm, quer que todas as suas criaturas progridam e, portanto, no deixa impune qualquer desvio do caminho reto. No h falta alguma, por mais leve que seja, nenhuma infrao da sua lei, que no acarrete forosas e inevitveis consequncias, mais ou menos deplorveis. Da se segue que, nas pequenas coisas, como nas grandes, o homem sempre punido por aquilo em que pecou. Os sofrimentos que decorrem do pecado so-lhe uma advertncia de que procedeu mal. Do-lhe experincia, fazem-lhe sentir a diferena existente entre o bem e o mal e a necessidade de se melhorar para, de futuro, evitar o que lhe originou uma fonte de amarguras; Causas Anteriores das Aflies6. Mas, se h males nesta vida cuja causa primria o homem, outros h tambm aos quais, pelo menos na aparncia, ele completamente estranho e que parecem atingi-lo como por fatalidade. Tal, por exemplo, a perda de entes queridos e a dos que so o amparo da famlia. Tais, ainda, os acidentes que nenhuma previso poderia impedir; os reveses da fortuna, que frustram todas as precaues aconselhadas pela prudncia; os flagelos naturais, as enfermidades de nascena, sobretudo as que tiram a tantos infelizes os meios de ganhar a vida pelo trabalho: as deformidades, a idiotia, o cretinismo, etc.Causas Anteriores das AfliesTodavia, por virtude do axioma segundo o qual todo efeito tem uma causa, tais misrias so efeitos que ho de ter uma causa e, desde que se admita um Deus justo, essa causa tambm h de ser justa. Ora, ao efeito precedendo sempre a causa, se esta no se encontra na vida atual, h de ser anterior a essa vida, isto , h de estar numa existncia precedente. Por outro lado, no podendo Deus punir algum pelo bem que fez, nem pelo mal que no fez, se somos punidos, que fizemos o mal; se esse mal no o fizemos na presente vida, t-lo-emos feito noutra. uma alternativa a que ningum pode fugir e em que a lgica decide de que parte se acha a justia de Deus. (ESE Cap.V It.6)Causas Anteriores das AfliesESE CAP. V it.7, 9 e 10.

Compreendendo que somos os prprios artfices do destino, passamos a ser mais cuidadosos com os nossos desejos e com as nossas escolhas.

Devemos lembrar que a nossa precria evoluo espiritual representa srio obstculo correta utilizao do livre-arbtrio, de forma que as nossas escolhas nem sempre so as mais acertadas. Entretanto, medida que vamos incorporando maior cabedal de conhecimento e de moralidade, passamos a dar menos importncia s exigncias impostas pela vida no plano material. Neste sentido, o sentimento de posse, em geral aceito como um estado de felicidade plena, substitudo por outro: o de desprendimento das coisas materiais. Livro dos Espritos: Q 931 a 933Q 941

Os Tormentos VoluntriosESE Cap.V it.23.