ESCOLA ESTADUAL “DR JOSÉ MARQUES DE OLIVEIRA” ?· escola estadual “dr josÉ marques de oliveira”…

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<ul><li><p> ESCOLA ESTADUAL DR JOS MARQUES DE OLIVEIRA PLANODE ESTUDOS INDEPENDENTES DE RECUPERAO </p><p> ( APS O ENCERRAMENTO DO ANO LETIVO) </p><p>ANO 2014/2015 </p><p>PROFESSOR (a) </p><p>DISCIPLINA Lngua Portuguesa </p><p>ALUNO (a) </p><p>SRIE 3 ANO </p><p>1. OBJETIVO </p><p>Interpretar, analisar e criticar textos literrios e no literrios Reconhecer o gnero de um texto Reconhecer no ensino da gramtica um auxiliar para o trabalho redacional e para a anlise interpretativa de textos Ler textos de diferentes gneros Inferir informaes implcitas em um texto Reconhecer recursos lexicais e semnticos usados em um texto </p><p> 2. CONTEUDOS A SEREM ESTUDADOS </p><p> O Pr-Modernismo </p><p> A Linguagem do Modernismo </p><p> Vanguardas em ao </p><p> Perodos compostos por coordenao e subordinao </p><p> A Primeira Fase do Modernismo </p><p> A Literatura Portuguesa do sculo XX </p><p> A Poesia de 30 </p><p> Interpretao de textos </p><p> O Texto Dissertativo-Argumentativo </p></li><li><p>ROTEIRO DE ESTUDO </p><p> Poema de sete faces (Drummond) </p><p>Quando nasci, um anjo torto desses que vivem na sombra disse: Vai, Carlos! ser gauche na vida. As casas espiam os homens que correm atrs de mulheres. A tarde talvez fosse azul, no houvesse tantos desejos. O bonde passa cheio de pernas: pernas brancas pretas amarelas. Para que tanta perna, meu Deus, pergunta meu corao. Porm meus olhos no perguntam nada. O homem atrs do bigode srio, simples e forte. </p><p>Quase no conversa. Tem poucos, raros amigos o homem atrs dos culos e do bigode. Meu Deus, por que me abandonaste se sabias que eu no era Deus, se sabias que eu era fraco. Mundo mundo vasto mundo se eu me chamasse Raimundo seria uma rima, no seria uma soluo. Mundo mundo vasto mundo, mais vasto meu corao. Eu no devia te dizer mas essa lua mas esse conhaque botam a gente comovido como o diabo</p><p>. </p><p> 1- Apesar de publicado em 1930, o poema apresenta certas caractriscas que o associam produo dos </p><p>primeiros modernistas, como a construo fragmentada, os flashes e a falta de pontuao no 2 verso da 3 estrofe.Pesquise: </p><p> a- Que correntes de vanguarda se associam a essas caractersticas? b- Pesquise o que significa a palavra Gauche. </p><p>2- Releia a 2 estrofe.Nela o muundo exteriro descrito pela tica do eu lirico. a- O eu lirico participa diretamente do mundo que descreve? b- O que parece interessar mas s pessoas que fazem parte do mundo exterior? </p><p> 3- O gauchismo do eu lrico anunciado por um anjo torto. Os anjos so comuns nas histrias religiosas, como </p><p>na do anjo Gabriel, que aparece a Jos e ordena a ele que fuja de Jerusalm com o menino Jesus.O que diferencia os anjos das histrias religiosas do anjo do poema? </p><p>4- Na 4 estrofe, descrito o homem usa atrs do culos e do bigode. a- possvel afirmar que ele gauche? Por que? b- Que diferena h em dizer que o homem usa oculos e bigode e dizer que est atrs dos oculos e do </p><p>bigode? </p><p> 5- A 3estrofe surpreende com uma imagem inslita - o bonde passa cheio de pernas e estabelece,ainda </p><p>uma oposio de ideias quanto a forma como o eu lrico v as pernas.Levando em conta que corao se relaciona com emoao e olhos com razo, d uma interpretao coerrente a essa contradiao vivida pelo eu lrico </p><p>a- possvel afirmar que ele gauche? Por que? b- Que diferena h em dizer que o homem usa oculos e bigode e est atrs dos culos e do bigode? </p><p>6- A 5 estrofe lembra a passagem biblca: quando Cristo,em momento de fraqueza, dirige-se ao Pai e se queixa do seu abandono e desamparo.Compare as duas situaoes, em que Cristo e o gauche se dirigem a Deus, e responda: </p><p> A- Que semelhana h, nessas duas situaes, entre Cristo e o gauche quanto ao seu </p><p>ralacionamento com o mundo? B- Considerando o verso se sabias que eu no era Deus por que se pode afirmar que a </p><p>queixa do gauche ainda mais dramatica que a do prprio Cristo? </p></li><li><p>7- A 6 estrofe apresenta um jogo de palavras.O gauche supe a possibilidade de chamar-se Raimundo (um nome que contm a palavra mundo); no entanto, afirma, tal fato levaria apenas uma rima, no uma soluo. </p><p>a- O fato de mundo estar contido e raimundo permitiria que o eu lrico estivesse evidamente enquadrado no mundo exterior?Que verso justifica sua resposta? </p><p>b- No verso Mundo mundo vasto mundo, / mais vasto que o mundo meu corao, Pode-se supor um sentimento de superioridade por parte do eu lrico? Justifique. </p><p> 8- Na ultima estrofe, introuzido um interlocutor, at ento ausente,indentificado pelo pronome te. </p><p>a- Levante hipteses: Quem poderia ser esse interlocutor? b- De acordo com essa estrofe, o conhaque e a atmosfera noturna deixam o eu lrico comovido. como </p><p>se todo o poema fosse fruto de bebedeira, no fosse coisa sria.Na sua opinio, o eu lrico estaria falando srio ou blefando? Por que? </p><p>9- O poema est orgaizado em sete estrofes.Observe a relao existente entre elas. a- Por que o poema se intitula Poema sete faces? b- Apesar de no explicito, existe um fio condutor que liga, no plano do contedo, todas as estrofes do </p><p>poema. Que fio esse? </p><p>10- Na 1 estrofe, a introduo do nome Carlos parece situar o poema e o gauchismo no plano autobiogrfico.Contudo, os temas abordados o estar-no-mundo, ou eu perante os valores sociais, a comunicao com o outro, etc; - so universais e no particulares.Por que tais temas so universais? </p><p>Leia O poema de sete faces e o poema seguinta e respondas as questes 11 e 12. - Auto-retrato Provinciano que nunca soube Escolher bem uma gravata; Pernambucano a quem repugna A faca do pernambucano; Poeta ruim que na arte da prosa Envelheceu na infncia da arte, E at mesmo escrevendo crnicas Ficou cronista de provncia; Arquiteto falhado, msico Falhado (engoliu um dia Um piano, mas o teclado Ficou de fora); sem famlia, Religio ou filosofia; Mal tendo a inquietao de esprito Que vem do sobrenatural, E em matria de profisso Um tsico* profissional. </p></li><li><p> (Manuel Bandeira. Poesia completa e prosa.Rio de Janeiro: Aguilar, 1983. p. 395.) 11- No verso Meu Deus, por que me abandonaste do texto 2, Drummond retoma as palavras de Cristo, na cruz, pouco antes de morrer. Esse recurso de repetir palavras de outrem equivale a (A) emprego de termos moralizantes. (B) uso de vcio de linguagem pouco tolerado. (C) repetio desnecessria de idias. (D) emprego estilstico da fala de outra pessoa. </p><p>12- Esses poemas tm em comum o fato de (A) descreverem aspectos fsicos dos prprios autores. (B) refletirem um sentimento pessimista. (C) terem a doena como tema. (D) narrarem a vida dos autores desde o nascimento. </p><p> 13- O humor presente na tirinha decorre principalmente do fato de a personagem Mafalda (A) atribuir, no primeiro quadrinho, poder ilimitado ao dedo indicador. (B) considerar seu dedo indicador to importante quanto o dos patres. (C) atribuir, no primeiro e no ltimo quadrinhos, um mesmo sentido ao vocbulo indicador. (D) usar corretamente a expresso indicador de desemprego, mesmo sendo criana. (E) atribuir, no ltimo quadrinho, fama exagerada ao dedo indicador dos patres. </p><p> (Tarsila do Amaral, Operrios.) (Ndia Gotlib. Tarsila do Amaral, a modernista.) 14- O texto aponta no quadro de Tarsila do Amaral um tema que tambm se encontra nos versos transcritos em: </p></li><li><p>A) Pensem nas meninas Cegas inexatas Pensem nas mulheres Rotas alteradas. (Vincius de Moraes) (B) Somos muitos severinos iguais em tudo e na sina: a de abrandar estas pedras suando-se muito em cima. (Joo Cabral de Melo Neto) (C) O funcionrio pblico no cabe no poema com seu salrio de fome sua vida fechada em arquivos. </p><p> (Ferreira Gullar) (D) No sou nada. Nunca serei nada. No posso querer ser nada. parte isso, tenho em mim todos os sonhos do mundo. (Fernando Pessoa) (E) Os inocentes do Leblon No viram o navio entrar (...) Os inocentes, definitivamente inocentes tudo </p><p>ignoravam, mas a areia quente, e h um leo suave </p><p>que eles passam pelas costas, e aquecem. (Carlos Drummond de Andrade) </p><p>15- Destaque as conjunes das oraes abaixo e em seguida enumere a segunda coluna de acordo com a primeira, observando o valor semntico das conjunes destacadas. </p><p>( 1 ) adversativa ( 2 ) conclusiva ( 3 ) explicativa ( 4 ) aditiva ( 5 ) alternativa ( ) Coma sempre verduras porque elas contm muitas vitaminas. ( ) Voc l jornais, mas no assiste ao noticirio na TV. ( ) Escrevi um poema e mostrei-o para minha amiga. ( ) Estvamos bem agasalhados; por isso no temamos o frio. ( ) Quer esteja com sono, quer no, voc vai para cama agora. </p><p> Soneto de Fidelidade (Vinicius de Moraes) </p><p>De tudo ao meu amor serei atento </p><p>Antes, e com tal zelo, e sempre, e tanto </p><p>Que mesmo em face do maior encanto </p><p>Dele se encante mais meu pensamento. </p><p>Quero viv-lo em cada vo momento </p><p>E em seu louvor hei de espalhar meu canto </p><p>E rir meu riso e derramar meu pranto </p><p>Ao seu pesar ou seu contentamento </p><p>E assim, quando mais tarde me procure </p><p>Quem sabe a morte, angstia de quem vive </p><p>Quem sabe a solido, fim de quem ama </p><p>Eu possa me dizer do amor (que tive): </p><p>Que no seja imortal, posto que chama </p><p>Mas que seja infinito enquanto dure. </p><p> 16 - Nos dois primeiros quartetos do soneto, delineia-se a idia de que o poeta: a- No acredita no amor como entrega total entre duas pessoas. b- Acreditava que, mesmo amando muito uma pessoa, possvel apaixonar-se por outra e trocar de amor. c- Concebe o amor como um sentimento intenso a ser compartilhado, tanto na alegria quanto na tristeza. d- Entende que somente a morte capaz de findar o amor de duas pessoas. </p></li><li><p> 17 - (Mackenzie) (1,0) I- Tambm te aconselho que a faas. (Camilo Castelo Branco) II-A ambio e o egosmo se opem a que a paz reine sobre a terra. (Nlson Custdio de Oliveira) III- Tenho a horrvel sensao de que me furam os tmpanos com as pontas de ferro. (Graciliano Ramos) Sobre as oraes destacadas nos perodos acima correto dizer que: </p><p>a- I e II so substantivas completivas nominais. b- II e III so substantivas objetivas indiretas. c- Somente II substantiva objetiva indireta. </p><p>d- Somente I substantiva completiva nominal. e- Somente III substantiva completiva nominal. </p><p>18- (Unicastelo) Aponte a alternativa em que haja classificao das oraes destacadas: (1,0) a- Ningum sabe dizer quantas pessoas h na reunio. b- Desejava realizar um grande sonho: Conhecer o Caribe. c- evidente que no tenha servio nenhum a fazer. (F.Sabino) </p><p> a- Objetiva direta, apositiva, predicativa. b- Objetiva direta, apositiva, subjetiva. c- Subjetiva, apositiva, completiva nominal. </p><p>d- Subjetiva, completiva nominal, apositiva. e- Objetiva direta, explicativa, subjetiva. </p><p>19 - (UNIV.METODISTA) Qual dos perodos compostos abaixo possui uma orao subordinada subjetiva:(1,0) </p><p>a- Desde os primrdios, consta que o homem mortal. b- Desde os primrdios, sabemos que o homem mortal. c- Desde os primrdios, o homem sabe que mortal. d- Desde os primrdios, percebe o homem que mortal. e- Desde os primrdios, dizem que o homem mortal. </p><p> 20- (UNIP) Leia o texto abaixo: </p><p> No aerdromo, o aeroplano Subiu triunfal, na tarde clara, Grande e sonoro, como o Sonho humano! bandeiras da audcia! Da Terra, que a ambio dos paulistas povoara De catedrais e fbricas imensas Que, por reas extensas, Se centimultiplicavam em garras e tentculos. (...) Pssaros de Ao, de Agenor Barbosa, permite identificar a adeso do poeta a uma das chamadas vanguardas europias que influenciaram o Primeiro Tempo Modernista brasileiro. Trata-se do: ( A ) Futurismo (B ) Cubismo ( C ) Expressionismo ( D ) Dadasmo ( E ) Surrealismo </p><p>21- (PUCCAMP) Assinale a alternativa em que se encontram preocupaes estticas da Primeira Gerao Modernista. </p><p>A- No entrem no verso culto o calo e o solecismo, a sintaxe truncada, o metro cambaio, o indigncia das imagens e do vocabulrio, a vulgaridade do pensar e do dizer. </p><p>B- Vestir a Idia de uma forma sensvel que, entretanto, no ter seu fim em si mesma, mas que, servindo para exprimir a Idia, dela se tornaria submissa. </p><p>C- Minhas reivindicaes? Liberdade. Uso dela; no abuso. E no quero discpulos. Em arte: escola = imbecilidade de muitos para vaidade dum s. </p><p>D- Na exausto causada pelo sentimentalismo, a alma ainda trmula e ressoante da febre do sangue, a alma que ama e canta porque sua vida amor e canto, o que pode seno fazer o poema dos amores da vida real? </p><p>E- O poeta deve ter duas qualidades: engenho e juzo; aquele, subordinado imaginao, este, seu guia, muito mais importante, decorrente da reflexo. Da no haver beleza sem obedincia razo, que aponta o objetivo da arte: a verdade. </p></li><li><p>22- Tomando como base o poema Aperitivo, de Oswald de Andrade: A felicidade anda a p Na praa Antnio Prado So 10 horas azuis O caf vai alto como a manh arranha cus Cigarros, Tiet Automveis A cada cidade sem mitos. </p><p> INCORRETO afirmar que: </p><p>A- H valorizao do cotidiano; B- H presena do nacionalismo; C- H emprego do verso livre; D- Pertence primeira fase do modernismo E- H resgate dos valores tradicionais. </p><p> 23 -Leia atentamente o fragmento do texto abaixo: E, bem pensando, mesmo na sua pureza, o que vinha a ser a Ptria? No teria levado toda a sua vida norteando uma iluso, por uma idia a menos, sem base, sem apoio, por Deus ou por uma Deusa cujo imprio se esvazia? BARRETO, Lima.Triste fim de Policarpo Quaresma. No fragmento transcrito percebe-se: </p><p>A- A conscincia de Policarpo a respeito do idealismo abstrato que sempre leva a ao; B- O desdm de Policarpo Quaresma pela idias da Ptria ou de nao; C- A recusa de Policarpo em relao aos que queriam vender a Ptria e os princpios; D- E indeciso de Policarpo Quaresma diante da necessidade de servir ao governo florianista. E- A intransigncia de Policarpo Quaresma diante da necessidade de servir o governo florianista. </p><p>24- Augusto dos Anjos autor de um nico livro, Eu, editado pela primeira vez em 1912. Outras Poesias acrescentaram-se s edies posteriores. Considerando a produo literria desse poeta, pode-se dizer que: </p><p> A - Foi recebida sem restries no meio literrio de sua poca, alcanando destaque na histria das formas literrias brasileiras. B - Revela uma militncia poltico ideolgico que coloca entre os principais poetas brasileiros de veio socialista. C- Foi elogiada poeticamente pela critica de sua poca, entretanto no representou sucesso ao pblico. D - Anuncia o Parnasianismo, em virtude das suas inovaes tcnico-cintficas e de sua temtica psicanaltica. E - Traduz sua subjetividade pessimista em relao ao homem e ao cosmos, por meio de um vocabulrio tcnico-cientfico-potico. </p><p>25-Obra Pr-Modernista eivada de informaes histricas e cientficas, primeira grande interpretao da realidade brasileira, que, buscando compreender o meio spero em que vivia o jaguno nordestino, denunciava uma campanha militar que investia contra o fanatismo religioso advindo da misria e do abandono do homem do serto. Trata-se de: </p><p>A- O sertanejo, de Jos de Alencar. B- Pelo Serto, de Afonso Rinos C- Os Sertes, de Euclides da Cunha D- Serto, de Coelho Neto. E- Triste fim de Policarpo Quaresma, de Lima Barreto </p><p> 26- Assinale a alternativa incorreta: A nica caracterstica que no expressa o esprito moderno : (1,0) </p></li><li><p>A - Ruptura com o passado; B - Renovao artstica C - Enfoque da realidade da vida moderna; D - Linguagem Coloquial E - Rigorismo formal; </p><p> Se no fosse a astronomia, no descobriria eu to cedo as dez libras de Capitu; mas no por isso que torno a ela, para que no cuides que a vaidade de professor que me fez padecer com a desateno de Capitu e ter cimes do mar. No, meu amigo. Venho explicar-te que tive tais cimes pelo que podia estar na cabea de minha mulher, no fora ou acima dela. sabido que as distraes de uma pessoa podem ser culpadas, metade culpadas, um tero, um quinto, um dcimo de culpadas, pois que em matria de culpa a graduao infinita. A recordao de uns simples olhos basta para fixar outros que os recordem e se deleitem com a imaginao deles. No mister pecado efetivo e mortal, nem papel trocado, simples palavra, aceno, suspiro ou sinal ainda mais mido e leve. Um annimo ou annima que passe na esquina da rua faz com que metamos Srius dentro de Marte, e tu sabes, leitor, a diferena que h de um a outro na distncia e no tamanho, mas a astronomia tem dessas confuses. Foi isto que me fez empalidecer, calar e querer fugir da sala para voltar, Deus sabe quando; provavelmente, dez minutos depois. </p><p>27- Em Venho explicar-te que tive tais cimes pelo que podia estar na cabea de minha mulher, no fora ou acima dela... ocorre orao subordinada adverbial que indica circunstncia de: a- Condio b- concesso c- tempo d- consecuo e- causa </p><p>28- Em sabido que as distraes de uma pessoa podem ser culpadas, metade culpadas, um tero, um quinto, um dcimo de culpadas, pois que em matria de culpa a graduao infinita. A orao subordinada : a- Substantiva predicativa b- substantiva apositiva c- substantiva subjetiva d- adverbial consecutiva e- adverbial causal </p><p>29- No perodo da questo anterior, a orao subordinada adverbial indica circunstncia de: a- Condio b- finalidade c- concesso d- causa e- consequencia </p><p>30- A liberdade de expresso inerente ao sistema democrtico. Mas a responsabilidade o outro nome da liberdade. Impe-se, por isso uma discusso desarmada de preconceitos a respeito aos rumos da TV. Resumindo os trs perodos acima em um s, de forma a manter as relaes lgicas, obtm-se: </p><p>a- Como a responsabilidade o outro nome da liberdade, embora a liberdade de expresso seja inerente ao sistema democrtico, impe-se uma discusso desarmada de preconceitos a respeito dos rumos da TV. </p><p>b- A responsabilidade o outro nome da liberdade, enquanto a liberdade de expresso inerente ao sistema democrtico, porque se impe uma discusso desarmada. </p><p> c- Impe-se uma discusso desarmada a respeito dos rumos da TV, ainda que a responsabilidade seja o outro </p><p>nome da liberdade, uma vez que a liberdade de expresso inerente ao sistema democrtico. </p><p>d- Sendo a liberdade de expresso inerente ao sistema democrtico, ao passo que a responsabilidade o outro nome da liberdade, impe-se, todavia, uma discusso desarmada de preconceitos a respeito dos rumos da TV. </p><p>e- Impe-se uma discusso desarmada a respeito aos rumos da Tv,em vista de que, a liberdade de expresso inerente ao sistema democrtico, apesar de que a responsabilidade o outro nome da liberdade. </p><p>31- (MAKENZIE) Seus msculos se avolumavam a tamanha grandeza que mais parecia um ser irreal. No perodo acima, a palavra que introduz uma idia de: a- Causa b- Conseqncia c- Tempo d- Comparao e- Finalidade </p><p> 32- (MED. SANTA CASA) Por definio, uma orao subordinada adverbial causal se a conjuno </p><p>subordinativa causal. Um exemplo est na alternativa: a- Era magro e comprido como um coqueiro da Bahia. b- A criana sussurrava, gemia mais que chorava. c- Ei-lo sublime por terra no acaso o grande s

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