escola de servos -...

3
ORAÇÃO Pela Liderança da igreja e suas famílias. Pelas Famílias da igreja. Pelas Células e seus Líderes. Pelas Conquistas de Deus para nós neste ano de 2015. Pela Construção na Solly Ave Qual o nosso endereço? Como Contactar? 460 Rhawn St (Entrada pela Rockwell Ave) (215) 342-2126 [email protected] Escola de Servos Ganhar Almas e Cuidar Bem delas! Participe! Desenvolva sua liderança! Seja um estímulo para os outros! Terças-Feiras às 8pm CÉLULAS EM FÉRIAS Viva o calor da comunhão, em pleno verão! As Células estão em férias durante o mês de Agosto, mas você não pode deixar que o relacionamento com os integrantes de sua Célula esfrie. Você pode fazer diversas atividades com os irmãos: Fazer algum passeio ou caminhada num parque; um Picnic com outros irmãos; uma sorvetada; uma sessão cineminha na casa de algum irmão. Seja criativo e se esforce para não perder o relacionamento! Philadelphia, Julho 14, 2015 – Boletim nº 040 . FÉ E FAMÍLIA Certa ocasião estava viajando de carro com minha família a fim de visitar meus sogros. O tempo previsto para nossa jornada era de oito a nove horas de estrada. Nessa época meu filho Israel tinha cerca de quatro anos de idade, e minha filha Lissa, cerca de um ano. Todo pai sabe como os filhos se comportam em viagens longas; eles fazem incontáveis vezes a mesma pergunta: “Pai, quanto tempo falta para a gente chegar?” Depois de responder tantas vezes a mesma pergunta, eu acabei, em algum momento da viagem, me irritando com aquilo e confrontei o Israel com outra pergunta: “Filho, de que adianta o pai lhe responder quanto tempo falta? Você não sabe contar o tempo mesmo… Ainda que o pai lhe diga que falta uma hora (e era o tempo que levaríamos para chegar), você não tem relógio, não sabe contar as horas. Portanto, de que adianta você me perguntar e eu lhe responder, se você não vai entender nada?” Ele ficou um tempinho calado, quieto (enquanto minha esposa me olhava com um certo ar de reprovação devido à irritação que eu havia demonstrado), o Israel rompeu o silêncio e disparou mais uma: “Mas pai, eu sei que você consegue.” Eu rebati na hora: “O pai consegue o quê, meu filho?” Ele, com muito jeitinho, se explicou: “Eu sei que eu ainda não entendo do tempo porque sou criança, e que não tenho relógio e nem sei marcar a hora, mas eu sei que você consegue me explicar quanto tempo falta de alguma outra forma.” A essa altura, minha esposa já segurava o riso e me olhava com uma expressão de “quero ver você sair dessa”. Sem graça, acabei admitindo para ele: “Filhão, você está certo, o pai não precisa se irritar. Vou pensar num jeito de lhe explicar isto.” E, de repente, me ocorreu algo. Lembrei quantas e quantas vezes as crianças assistem a um mesmo desenho, a ponto de saberem de cor e salteado cada fala e acontecimento da história. Então usei essa ilustração para explicar o tempo que faltava: “Amigão, sabe aquele desenho que você mais gosta?” Diante da resposta afirmativa, fiz os devidos cálculos mentais e emendei com a explicação: “Imagine que você está assistindo aquele desenho e chega na parte tal (descrevi a cena). Daí até o fim do desenho é o tempo que falta pra gente chegar ao fim da viagem!” Então ele, com os olhinhos radiantes, agradeceu: “Legal, pai! Eu sabia que você conseguiria me explicar o tempo de algum outro jeito que não fosse só com o relógio!” Percebi não só a alegria dele, como também a de minha esposa ao ver como me saí. E, confesso, naquele momento fiquei orgulhoso da forma como havia exercido meu papel paterno. Até que, cerca de uns dez minutos depois, ele fez uma nova pergunta: “Pai, e agora? Em que parte o desenho está?” Tive que dirigir aquela hora restante com um olho na estrada e outro na tela imaginária em que projetava o desenho! Finalmente, quando entramos na última reta da rodovia que terminava dentro da cidade para onde íamos, e ele me perguntou sobre o desenho, eu lhe respondi assim: “Filho, a tela ficou toda escura e agora começou a subir umas letrinhas brancas.” Então ele, concluindo o óbvio, vibrou: “Eba! Chegamos!” Aprendi uma lição interessante aquele dia. Não adianta tentar explicar a uma criança algo que ela não entende, com explicações que também não entende. Temos que entrar no mundinho dela, falar a linguagem infantil, ilustrando com figuras que ela entenda. E, recentemente, tenho aprendido outra lição: Deus também usa as figuras das coisas que conhecemos e entendemos a fim de se revelar a nós. Com frequência o Criador usa figuras familiares que ilustram quem Ele é e o como Ele age. Programação Semanal SEGUNDA Dia da Família TERÇA 8:00pm – Escola de Servos QUARTA Células QUINTA Células SEXTA Células SÁBADO 8:30pm – Culto de Jovens DOMINGO 9:00am – Café da Manhã 10:00am – Escola de Maturidade Espiritual 7:30pm – Celebração

Upload: phamdat

Post on 30-Nov-2018

214 views

Category:

Documents


0 download

TRANSCRIPT

Page 1: Escola de Servos - bethelimc.combethelimc.com/bimc/wp-content/uploads/2016/02/boletim_num_40.pdfexplicou: “Eu sei que eu ainda não entendo do tempo porque sou criança, e que

O R A Ç Ã O � Pela Liderança da igreja e suas famílias. � Pelas Famílias da igreja. � Pelas Células e seus Líderes. � Pelas Conquistas de Deus para nós

neste ano de 2015. � Pela Construção na Solly Ave

Qual o nosso endereço? Como Contactar?

460 Rhawn St (Entrada pela Rockwell Ave) (215) 342-2126 [email protected]

Escola de Servos

Ganhar Almas e Cuidar Bem delas! Participe! Desenvolva sua liderança! Seja um

estímulo para os outros!

Terças-Feiras às 8pm

CÉLULAS EM FÉRIAS

Viva o calor da comunhão, em pleno verão! As Células estão em férias durante o mês de Agosto, mas você

não pode deixar que o relacionamento com os integrantes de

sua Célula esfrie. Você pode fazer diversas atividades com os

irmãos: Fazer algum passeio ou caminhada num parque; um

Picnic com outros irmãos; uma sorvetada; uma sessão cineminha

na casa de algum irmão.

Seja criativo e se esforce para não perder o relacionamento!

Philadelphia, Julho 14, 2015 – Boletim nº 040 .

FÉ E FAMÍLIA

Certa ocasião estava viajando de carro com minha família a fim de visitar meus sogros. O tempo previsto para nossa jornada era de oito a nove horas de estrada. Nessa época meu filho Israel tinha cerca de quatro anos de idade, e minha filha Lissa, cerca de um ano. Todo pai sabe como os filhos se comportam em viagens longas; eles fazem incontáveis vezes a mesma pergunta: “Pai, quanto tempo falta para a gente chegar?” Depois de responder tantas vezes a mesma pergunta, eu acabei, em algum momento da viagem, me irritando com aquilo e confrontei o Israel com outra pergunta: “Filho, de que adianta o pai lhe responder quanto tempo falta? Você não sabe contar o tempo mesmo… Ainda que o pai lhe diga que falta uma hora (e era o tempo que levaríamos para chegar), você não tem relógio, não sabe contar as horas. Portanto, de que adianta você me perguntar e eu lhe responder, se você não vai entender nada?” Ele ficou um tempinho calado, quieto (enquanto minha esposa me olhava com um certo ar de reprovação devido à irritação que eu havia demonstrado), o Israel rompeu o silêncio e disparou mais uma: “Mas pai, eu sei que você consegue.” Eu rebati na hora: “O pai consegue o quê, meu filho?” Ele, com muito jeitinho, se explicou: “Eu sei que eu ainda não entendo do tempo porque sou criança, e que não tenho relógio e nem sei marcar a hora, mas eu sei que você consegue me explicar quanto tempo falta de alguma outra forma.” A essa altura, minha esposa já segurava o riso e me olhava com uma expressão de “quero ver você sair dessa”. Sem graça, acabei admitindo para ele: “Filhão, você está certo, o pai não precisa se irritar. Vou pensar num jeito de lhe explicar isto.” E, de repente, me ocorreu algo. Lembrei quantas e quantas vezes as crianças assistem a um mesmo desenho, a ponto de saberem de cor e salteado cada fala e acontecimento da história. Então usei essa ilustração para explicar o tempo que faltava: “Amigão, sabe aquele desenho que você mais gosta?” Diante da resposta afirmativa, fiz os devidos cálculos mentais e emendei com a explicação: “Imagine que você está assistindo aquele desenho e chega na parte tal (descrevi a cena). Daí até o fim do desenho é o tempo que falta pra gente chegar ao fim da viagem!” Então ele, com os olhinhos radiantes, agradeceu: “Legal, pai! Eu sabia que você conseguiria me explicar o tempo de algum outro jeito que não fosse só com o relógio!” Percebi não só a alegria dele, como também a de minha esposa ao ver como me saí. E, confesso, naquele momento fiquei orgulhoso da forma como havia exercido meu papel paterno. Até que, cerca de uns dez minutos depois, ele fez uma nova pergunta: “Pai, e agora? Em que parte o desenho está?” Tive que dirigir aquela hora restante com um olho na estrada e outro na tela imaginária em que projetava o desenho! Finalmente, quando entramos na última reta da rodovia que terminava dentro da cidade para onde íamos, e ele me perguntou sobre o desenho, eu lhe respondi assim: “Filho, a tela ficou toda escura e agora começou a subir umas letrinhas brancas.” Então ele, concluindo o óbvio, vibrou: “Eba! Chegamos!” Aprendi uma lição interessante aquele dia. Não adianta tentar explicar a uma criança algo que ela não entende, com explicações que também não entende. Temos que entrar no mundinho dela, falar a linguagem infantil, ilustrando com figuras que ela entenda. E, recentemente, tenho aprendido outra lição: Deus também usa as figuras das coisas que conhecemos e entendemos a fim de se revelar a nós. Com frequência o Criador usa figuras familiares que ilustram quem Ele é e o como Ele age.

Programação

Semanal

� SEGUNDA Dia da Família

� TERÇA 8:00pm – Escola de

Servos

� QUARTA Células

� QUINTA Células

� SEXTA Células

� SÁBADO 8:30pm – Culto de

Jovens

� DOMINGO 9:00am – Café da

Manhã

10:00am – Escola de

Maturidade Espiritual

7:30pm – Celebração

Page 2: Escola de Servos - bethelimc.combethelimc.com/bimc/wp-content/uploads/2016/02/boletim_num_40.pdfexplicou: “Eu sei que eu ainda não entendo do tempo porque sou criança, e que

A Relação entre Fé e Família Antes, porém, de mostrar nas Escrituras que Deus usa figuras familiares a fim de se revelar a nós, quero estabelecer um fundamento importante: fé e família são dois assuntos interligados. Na verdade, podemos dizer que são inseparáveis! A Palavra de Deus é muito clara acerca disso: “Se alguém não cuida dos seus e especialmente dos de sua família, tem negado a fé e é pior que um incrédulo”. (1Tm 5.8) Existem várias dimensões de cuidado familiar: espiritual, emocional e físico. Embora o texto de nossa reflexão se refira, basicamente, ao cuidado material e físico, de trazer suprimento aos familiares (1Tm 5.4,16), oferecendo um teto, roupas e comida à mesa, vemos que as Escrituras ensinam sobre o cuidado espiritual (Ef 6.4; 1 Tm 5.4,5), e também reconhecem a importância do cuidado emocional. Por exemplo, é importante demonstrar apreciação e carinho aos filhos, uma vez que o próprio Jesus ouviu do Pai Celeste a frase: “Tu és meu filho amado, em quem me comprazo” (Mt 3.17). Portanto, devemos ler acerca desse ‘cuidado’ do qual Paulo fala a Timóteo, de uma forma mais abrangente do que somente provisão material. Há uma relação entre a fé e a família. As Sagradas Escrituras nos revelam que se alguém não cuida de sua família nega a sua fé. Muitos cristãos têm separado uma coisa da outra, achando que podem viver bem a sua fé em Deus apesar de estarem maltratando a família; mas um assunto está profundamente ligado ao outro. Existe muita gente hoje em dia nas igrejas que adora ao Senhor nos cultos, mas o negam com seus pecados familiares. Esta dicotomia em relação a fé e família nos tem roubado muito. É tempo de compreender que estes assuntos são inseparáveis. Eles estão tão ligados que uma área acaba afetando a outra. O apóstolo Pedro advertiu aos maridos que suas orações podem ser atrapalhadas por uma conduta errada no relacionamento com suas esposas: “Maridos, vós, igualmente, vivei a vida comum do lar, com discernimento; e, tendo consideração para com a vossa mulher como parte mais frágil, tratai-a com dignidade, porque sois, juntamente, herdeiros da mesma graça de vida, para que não se interrompam as vossas orações”. (1Pe 3.7) Percebemos que as orações são abortadas quando um marido cristão não se conduz adequadamente no relacionamento conjugal, e se desrespeita a esposa como vaso mais frágil. Este é um exemplo do “departamento” da fé sendo afetado pelo “departamento” da família! Outro exemplo das Escrituras é visto na afirmação apostólica de que a autoridade de um homem de Deus em seu ministério está relacionada com sua conduta familiar: “É necessário, portanto, que o bispo seja irrepreensível, esposo de uma só mulher… e que governe bem a própria casa, criando os filhos sob disciplina, com todo o respeito (pois, se alguém não sabe governar a própria casa, como cuidará da igreja de Deus?)”. (1 Timóteo 3.2,4-5) A Palavra de Deus revela que o candidato ao episcopado deve ser irrepreensível. Ser marido de uma só mulher, ter filhos exemplares, governar bem sua casa. Por quê? Porque se fé e família são duas coisas tão relacionadas, ele não pode ser exemplo apenas em uma destas áreas. Se a fé que ele proclama está tão interligada à família, então ele deve demonstrar isto em sua própria casa. Todo mover de Deus, todo avivamento que encontramos tanto na Bíblia como na história, parece estar relacionado com restauração familiar. Veja o que os profetas declararam acerca da família (no contexto do mover de Deus): “Mas para vós outros que temeis o meu nome nascerá o sol da justiça, trazendo salvação nas suas asas… ele converterá o coração dos pais aos filhos e o coração dos filhos a seus pais, para que eu não venha e fira a terra com maldição.” (Malaquias 4.2,6) O profeta Malaquias fala de restauração no relacionamento entre pais e filhos. Já o profeta Joel, usado por Deus, falou do derramar do Espírito Santo alcançando não apenas os pais, mas também seus filhos: “E acontecerá, depois, que derramarei o meu Espírito sobre toda a carne; vossos filhos e vossas filhas profetizarão, vossos velhos sonharão, e vossos jovens terão visões; até sobre os servos e sobre as servas derramarei o meu Espírito naqueles dias.” (Joel 2.28-29) Não há como separar os assuntos de fé e família. Quem não vive o padrão divino para a família está ferindo sua fé, sua própria relação com Deus. Isso só ressalta o valor da família no plano divino para a humanidade. Mencionei no capítulo anterior que, por muito tempo, achava que o Senhor abençoava a família por causa da importância que ela tem para nós. Porém, a verdade é que Deus não abençoa a família apenas porque ela é importante para nós, mas primeiramente porque ela é importante para Ele! Mas o que torna a família algo tão importante e especial assim? E qual a importância da família para Deus? Por que o Senhor protegeu a família dessa forma (com mandamentos familiares que geram bênçãos para os que os guardam e juízo para os que os desobedecem)? Porque a família é algo que Deus usa para se revelar, para se fazer conhecer.

[este artigo continuará no boletim da próxima semana] Pr Luciano Subirá

(estudo extraído do site www.orvalho.com)

Nesta semana aprenderemos mais sobre

A PATERNIDADE DE DEUS!

PARTICIPE!

ESCALAS, REUNIÕES E MINISTÉRIOS

Presbíteros e Diáconos:

� Escala de serviços entre 11/07 e 17/07: Reinaldo, Marli, Geraldo e Mauri

� Escala de serviços entre 18/07 e 24/07: Alberto, Ludmilla, Neto e Reinaldinho

Turminha Sábado Domingo

Manhã Noite

Berçario Juliene Janaína Eliane

4 a 6 anos Dalila Aislan Lia

7 a 12 anos - Pra Glaicia Izabel

Cantinas:

� Os grupos de células responsáveis pela Cantina neste final de semana são:

- Sábado (18/07/2015): Os Perseverantes

- Domingo (19/07/2015): Unidos Pela Cruz

18/07 – Brenda Bias Santos

20/07 – Jussara Aires da Cunha

21/07 – Kamila Danielle de Paulo Ferreira

Fundador e Pastor Sênior da Comunidade Alcance em Curitiba/PR, o Pr Luciano Subirá tem recebido de Deus um chamado específico para o ensino da Palavra à Igreja de Jesus sem fronteiras denominacionais. Autor de vários livros, tem viajado por todo o Brasil e por outros países proclamando a verdade de Deus e auxiliando pastores e líderes, por quem tem uma grande preocupação e dedicação.

Page 3: Escola de Servos - bethelimc.combethelimc.com/bimc/wp-content/uploads/2016/02/boletim_num_40.pdfexplicou: “Eu sei que eu ainda não entendo do tempo porque sou criança, e que

Uma célula é um grupo que se reúne semanalmente para

aprender a tornar-se uma família, adorar ao Senhor,

edificar a vida espiritual uns dos outros, orar uns pelos

outros e compartilhar as Boas Novas de Jesus.

Faça parte você também!

� Kadosh (Adolescentes e Jovens) Lia (267) 636-3672 – Quarta-feira 8:30pm

Anfitriões: Ângela, Tainá e Nayara – Oxford Circle: 1240 Fanshawe St, 19111

� Restaurando Vidas (Mista) Pr Renato (215) 888-4576 – Quarta-feira 8:30pm

Fox Chase: 460 Rhawn St, 19111 (prédio da Igreja)

� Arrow (Adolescentes e Jovens) Miriã (267) 345-5773 – Quinta-feira 8pm Anfitriã: Pra Juliana – Abington: 2322 Edwards Rd, 19001

� O Aconchego do Lar (Mista) Algemiro (267) 315-2503 – Quinta-feira 8:30pm Anfitriões: Du e Dalila – Rhawnhurst: 1606 Griffith St 2nd floor, 19111

� Os Perseverantes (Mista) Pr Alex (267) 250-4954 – Quinta-feira 8:00pm Anfitriã: Eliane Silva – Fox Chase: 920 Emerson St, Apt 110, 19111

� Unidos pela Cruz (Homens) - Josimar (215) 626-6522 – Quinta-feira 8:30pm Anfitrião: Josimar – Burholme: 1221 Cottman Ave, 19111

� Vencedores em Cristo (Mista) Geraldo (215) 410-4820 – Quinta-feira 8:30pm Anfitrião: Mauri – Lawncrest: 6000 Bingham St, 19111

� Resgate (Mista) Reinaldo (267) 265-8973 – Sexta-feira 8:30pm Anfitriões: Reinaldo e Juliene – Burholme: 922 Afton St, 19001

MINISTRAÇÃO DAS CÉLULAS

O Amor de Deus

1Jo 4.7-21 Quando lemos alguns textos na Palavra (Rm 8.29), vemos Jesus sendo chamado de “o primogênito entre muitos irmãos”, ou seja, o irmão mais velho em uma grande família. Este é o desejo do Pai: formar uma grande família. Em Jo 14.2, Jesus usa a figura de moradas (casas) para representar o nosso lugar quando estivermos com Ele e com o Pai. Este é o propósito eterno de Deus: “Ter uma grande família, de muitos filhos, semelhantes a Jesus Cristo”. O anseio do Pai era tão grande e verdadeiro que, mesmo sendo Ele conhecedor da realidade que o homem pecaria, não desistiu de nos criar. Em 1Jo 4.7-21, João dedica-se a falar e ensinar sobre o amor. Mas para falar de amor, precisamos primeiro saber de onde ele vem, ou qual a sua origem. Aqui, podemos aprender que a verdadeira fonte do amor é Deus (v.7 – procede de Deus) porque a essência de Deus é amor (v.8 – Deus é amor). Quando olhamos para a Palavra, observando o amor de Deus, podemos perceber que:

• Ele é intenso (Jo 3.16). • Ele é incondicional (Rm 5.8). Além de intenso, Deus fez prova deste amor, quando

estávamos na condição de pecadores, e Ele nos deu Jesus. O amor de Deus não está baseado em condições.

Este amor, intenso e incondicional, é o que Deus mostra pelos homens. E, quando observamos 1Jo 4.11, somos chamados a amar com este mesmo amor. Daí alguém poderia até indagar: Para Deus, sendo Ele perfeito, isto é até possível! Mas e nós, pecadores... como isto é possível? Deus nos chama a avançar no conhecimento deste amor e na revelação de Sua Palavra para descobrirmos que todo aquele que foi alcançado pelo amor de Deus, e tem o Senhor Jesus em sua vida, está habilitado para amar. Isto é possível, como diz 1Jo 4.19, porque Ele nos amou primeiro (confira também Rm 5.5). Quando entendemos estas verdades, compreendemos ser possível amar, com o mesmo amor que Deus tem por nós.

Estas verdades fazem qualquer argumento cair por terra, porque este amor já nos foi dado, através de Cristo Jesus e do Espírito Santo. Isto é uma verdade! Nós podemos amar!

Em 1Jo 4.12 descobrimos uma grande verdade: além do amor de Deus ter sido derramado em nossos corações, precisamos aperfeiçoar este amor. Como isto é possível? Através da prática. Não podemos restringir ou reter o amor. Os nossos relacionamentos, a convivência com as outras pessoas (sejam os mais de perto ou não), torna este amor aperfeiçoado. É no nosso dia a dia que aprendemos a amar de verdade. É ali, que nossos “argumentos” para não amar são combatidos. Precisamos entender que este “aperfeiçoar o amor” é um processo, que faz parte do dia a dia e é contínuo. Todos os dias,

nós precisamos demonstrar e viver o amor. Recebemos o amor de Deus, ele já foi colocado em nossos corações, mas nós não podemos estar contentes com o amor, do mesmo “tamanho e forma” como o recebemos; ele deve ser aperfeiçoado. Isto é parte do nosso progresso espiritual. O caminho para realizar este aperfeiçoamento do amor não é fácil, mas com certeza, é muito gratificante. E os primeiros com quem devemos exercitar este amor são nossas famílias, nossos irmãos, nossos líderes. Quando falamos em aperfeiçoar, entendemos que há uma espécie de caminho a ser trilhado. Em Gl 5.16, há uma ordem para entrarmos neste caminho e permanecermos nele (andar nos Espírito). E, seguindo este caminho, podemos encontrar alguns componentes necessários para prosseguirmos com o aperfeiçoamento (Gl 5.22-24). Quando olhamos para o que a Palavra ensina acerca do amor, precisamos também observar as características deste amor. 1Co 13:

• 1Co 12.31b – É um caminho muito melhor que qualquer outro, é sobremodo excelente. • Ele é mais excelente que ser um poliglota (falar a língua dos homens) ou ter o dom de

línguas (língua dos anjos). • Ele supera a experiência que alguém possa ter de profetizar ou entender todos os

mistérios e ciências. • Ele dá valor às ações e boas obras praticas (que sem amor não tem valor algum). Tudo

que é feito por obrigação, ainda que seja empolgante, não tem valor. Além disto não chegar de forma agradável diante de Deus. Tudo o que quizermos fazer, cujo propósito não seja o amor, não é proveitoso.

• O amor é paciente, benigno, não arde em ciúmes, não se ufana (não é presunçoso), não se ensoberbece (não se engrandece), não se conduz inconvenientemente (que magoa), não procura os seus interesses (não é egoísta), não se exaspera (não é irritativo), não se ressente do mal, não se alegra com a injustiça, regozija-se com a verdade, tudo sofre, tudo crê, tudo espera, tudo suporta.

É possível exercitarmos este amor forma plena e genuína, porque Deus já derramou amor em nossos corações. O amor é sacrificial e, por causa disto, nós estamos aqui e podemos nos relacionar com Deus. Cristo Jesus se entregou como sacrifício de amor a nosso favor. Rm 12.1, Paulo “roga”, “pelas misericórdias de Deus” para que os irmãos, participantes da Nova Aliança em Cristo, compreendam que o sacrifício hoje apresentado a Deus é a nossa vida, o nosso corpo. Em Mc 12.28-34 vemos Jesus ensinando teologia para um escriba e ali percebemos que o nosso amor deve ser inteiro, para com Deus (v.29-30), todo coração, toda alma, todo entendimento e toda força, e também pelo próximo (v.31), amando-o como a nós mesmos. Estes mandamentos estão interligados e na verdade são um só (o principal de todos os mandamentos). Não é possível amar a Deus e não amar ao próximo ou vice e versa. Este amor, verdadeiro e genuíno, excede a todos os sacrifícios e holocaustos (v.32-33). Sl 50.5, por meio do amor (e desenvolvimento dele) estabelecemos nossa aliança com Deus.

“Isto é uma verdade: Nós podemos amar!

O amor de Deus já nos foi dado em Cristo

Jesus!”