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  • ISNN 0100-1485

    ENTREVISTA

    Fernando Coelho,

    coordenador do

    Comit Setorial

    de Proteo

    Catdica

    Ano 7N 34Set/Out 2010

    ENTREVISTA

    Ano 7N 34Set/Out 2010

    Fernando Coelho,

    coordenador do

    Comit Setorial

    de Proteo

    Catdica

    CORROSOEXTERNA

    Seminrio

    ABRACO/IPT

    amplia debate

    sobre proteo

    anticorrosiva

    CORROSOEXTERNA

    Seminrio

    ABRACO/IPT

    amplia debate

    sobre proteo

    anticorrosiva

    PESQUISA

    Investigao

    de oxidao

    seletiva em ao

    dual phase

    PESQUISA

    Investigao

    de oxidao

    seletiva em ao

    dual phase

  • Sumrio

    Artigos Tcnicos

    6Entrevista

    Certificao valoriza o profissional do setor

    8ABRACO Informa

    9Cursos e Eventos

    Calendrio 2010/2011

    16Corroso Externa

    Seminrio ABRACO/IPT amplia debatesobre proteo anticorrosiva

    23Novas Parcerias

    34Opinio

    Os trs mosqueteiros da gesto pessoalSueli Brusco

    C & P Setembro/Outubro 2010 3

    A revista Corroso & Proteo uma publicao oficial daABRACO Associao Brasileira de Corroso, fundada em17 de outubro de 1968. ISNN 0100-1485

    Av. Venezuela, 27, Cj. 412Rio de Janeiro RJ CEP 20081-311Fone: (21) 2516-1962/Fax: (21) 2233-2892www.abraco.org.br

    DiretoriaPresidenteEng. Laerce de Paula Nunes IECVice-presidenteEng. Joo Hiplito de Lima Oliver PETROBRAS/TRANSPETRODiretora FinanceiraDra. Olga Baptista Ferraz INTGerente Administrativo/FinanceiroWalter Marques da Silva

    Diretoria ExecutivaEng. Fernando Benedicto Mainier UFFEng. Fernando de Loureiro Fragata CEPELMauro Jos Deretti WEGM.Sc. Neusvaldo Lira de Almeida IPTDra. Olga Baptista Ferraz INTEng. Rosileia Mantovani AkzoDra. Simone Louise D. C. Brasil UFRJ/EQ

    Conselho Cientfico M.Sc. Djalma Ribeiro da Silva UFRNM.Sc. Elaine Dalledone Kenny LACTECM.Sc. Hlio Alves de Souza JniorDra. Idalina Vieira Aoki USPDra. Ida Nadja S. Montenegro NUTECDr. Jos Antonio da C. P. Gomes COPPEDr. Lus Frederico P. Dick UFRGSM.Sc. Neusvaldo Lira de Almeida IPTDra. Olga Baptista Ferraz INTDr. Pedro de Lima Neto UFCDr. Ricardo Pereira Nogueira Universit Grenoble FranaDra. Simone Louise D. C. Brasil UFRJ/EQ

    Conselho EditorialEng. Aldo Cordeiro Dutra INMETRODra. Denise Souza de Freitas INTEng. Jorge Fernando Pereira CoelhoDr. Ladimir Jos de Carvalho UFRJEng. Laerce de Paula Nunes IECDr. Luiz Roberto Martins Miranda COPPEEng. Pedro Paulo Barbosa LeiteDra. Simone Louise D. C. Brasil UFRJ/EQSimone Maciel ABRACODra. Zehbour Panossian IPT

    Reviso TcnicaClia A. L. dos Santos IPTIdalina Vieira Aoki USPZehbour Panossian IPT

    Redao e PublicidadeAporte Editorial Ltda.Rua Emboaava, 93So Paulo SP 03124-010Fone/Fax: (11) 2028-0900aporte.editorial@uol.com.br

    DiretoresJoo Conte Denise B. Ribeiro Conte

    EditorAlberto Sarmento Paz Vogal Comunicaesredacao@vogalcom.com.br

    Reprteres Henrique A. Dias e Carlos Sbarai

    Projeto Grfico/EdioIntacta Design info@intactadesign.com

    GrficaVan Moorsel

    Esta edio ser distribuda em novembro de 2010.

    As opinies dos artigos assinados no refletem a posio darevista. Fica proibida sob a pena da lei a reproduo total ouparcial das matrias e imagens publicadas sem a prvia auto-rizao da editora responsvel.

    10Investigao de oxidao seletiva em

    ao dual phasePor Laureanny Madeira, Vanessa de

    Freitas Cunha Lins e Evandro Alvarenga

    14Elastmero de poliuria

    a spray EPSPor Joel Pummer Celestino

    24Corroso em superfcie metlica com

    proteo de resina fenlicaCoordenado por Profa.

    Cheila G. Moth

  • glossrio de termos tcnicos da OIT Organizao Internacional do Trabalho e doMTE Ministrio do Trabalho e Emprego define a certificao profissional como o reconhecimen-to formal dos conhecimentos, habilidades, atitudes e competncias do trabalhador, requeridos pelo

    sistema produtivo e definidos em termos de padres ou normas acordadas previamente, independentemen-te da forma como foram adquiridos.

    Partindo dessa definio, fica claro de que a certificao profissional tem papel relevante na busca pormelhores ndices de produtividade e segurana em diversas operaes; e por isso ela incentivada por enti-dades que representam diversos setores da economia, principalmente no Brasil onde a mo de obra quali-ficada um problema crnico, cujo resultado todos sabem: retrabalhos, servios com qualidade inferior,perda de produtividade, enfim uma srie de situaes que limitam efetivamente o crescimento econmico.Por outro lado, no adianta ficar se lamentando e/ou procurando eventuais culpados por essa situao. O

    negcio investir pesada e rapidamente para solucionar o problema.A ABRACO sempre foi uma grande incentivadora da certificao

    profissional e j gerencia esse processo na rea de pintura industrialnveis I e II. Embora muitos considerem que esse aperfeioamentodevesse ser voluntrio, a falta de tradio cultural e o fato de que aimpercia de quem atua em proteo catdica implicar graves riscosde segurana para a sociedade so motivos suficientes para respaldaro estudo para sua implantao compulsria.

    A certificao em Proteo Catdica uma tendncia mundial.Diversos pases na Europa (na Alemanha, a obrigatoriedade de certificao existe desde 1976) e os EstadosUnidos j adotaram tal iniciativa. O grupo de trabalho constitudo no Brasil j deu os primeiros passos e aqualificao consistir de provas tericas e prticas, envolvendo os diversos aspectos relacionados proteocatdica, tais como medies em campo, revestimentos anticorrosivos, comissionamento de sistemas, entreoutros pontos.

    Comprometimento importante ressaltar o comprometimento demonstrado pela PETROBRS nodesenvolvimento da cultura da certificao profissional no Brasil, ao construir uma unidade piloto quepoder ser utilizada na aplicao dos exames de qualificao de proteo catdica, dentro do Centro deTecnologia de Dutos, o CTDUT, em Duque de Caxias RJ, no mbito do Programa Tecnolgico deTransporte Dutovirio PROTRAN.

    So iniciativas como essa, na qual ocorre uma conjuno de interesses de diversos atores do setor da pro-teo corrosiva, que elevam o segmento como um todo e contribuem para a excelncia da qualificao pro-fissional e, consequentemente, para o aumento da produtividade das nossas empresas.

    Como no poderia deixar de ser a Revista Corroso & Proteo est atenta a essas iniciativas e traz nestaedio a cobertura dos eventos promovidos pela ABRACO relacionados com a certificao profissional,para que os leitores possam acompanhar o desenvolvimento do processo de qualificao, que cada vez maisestar presente nas relaes de trabalho entre profissionais e empresas do setor.

    Boa leitura!

    Os editores

    Captao profissional na ordem do dia

    Carta ao leitor

    A certificao em Proteo Catdica uma

    tendncia mundial. Diversos pases na Europa

    e os Estados Unidos j adotaram tal iniciativa.

    O Brasil j deu os primeiros passos

    4 C & P Setembro/Outubro 2010

  • Certificao valoriza oprofissional do setor

    Criado h pouco mais de seis meses, o Comit Setorial de Proteo Catdica apresenta

    os caminhos que vo possibilitar a certificao dos profissionais nessa rea

    Entrevista

    Fernando Coelho

    testar os conhecimentos ehabilidades mnimas ne-cessrias ao profissional

    para exercer determinada funo o princpio bsico da certifica-o profissional. E um grandepasso no setor anticorrosivo foi acriao, em maio de 2010, doComit Setorial de Proteo Ca-tdica, que est alinhando aespara oferecer sociedade umprocedimento claro para a certi-ficao dos profissionais que de-sejam atuar nesse setor. O ex-pre-sidente da ABRACO, Jorge Fer-nando Pereira Coelho, formadoem Engenharia Eltrica pelaUFRJ, foi nomeado coordena-dor do Comit. Alm disso, eleexerce a funo de Coordenadorno setor de DesenvolvimentoTecnolgico para Implementa-o de Empreendimentos de Gse Energia (DTEC) da Engenha-ria da PETROBRS.

    Fernando Coelho, em entre-vista para a Revista Corroso &Proteo, esclarece que a buscapelo melhor conhecimento datcnica de Proteo Catdica fezcom que, desde o final dos anos60, entidades como NACE, BSI,DIN, NEN, GOST, DNV,AFNOR, UNI, CEN, AS, ISO eABNT, se dedicassem a especifi-car os requisitos bsicos e reco-mendaes em uma srie de nor-mas, adotadas ao redor do mun-do. Para complementar esse

    ao profissional para exercer ade-quadamente a sua funo, a utili-zao de profissionais certificadosem Proteo Catdica assegura aosprestadores de servios, contratan-tes e sociedade em geral a qualida-de mnima necessria na realiza-o de servios de instalao, mon-tagem e pr-operao, bem como,nos servios posteriores de inspeodas diversas instalaes de ProteoCatdica utilizadas para proteoanticorrosiva de ativos de grandeimportncia econmica, sejam elesoleodutos, gasodutos, adutoras,tanques de armazenamento, perese outros. Devemos olhar tambm para osbenefcios que os profissionais cer-tificados passam a ter como o cres-cimento profissional, aumento daschances de insero no mercado detrabalho e a valorizao salarial.

    Como vo os trabalhos do Co-mit Setorial de Proteo Ca-tdica?Coelho O Comit foi oficial-mente constitudo em 26 de maiode 2010 em Fortaleza durante oIntercorr. Na ocasio eu fui indi-cado como coordenador do Comite empossados os demais membros.Por se tratar de uma demanda ur-gente e necessria para a comuni-dade de corroso, foram distribu-das algumas tarefas aos membros,como, por exemplo, uma revisoda norma ABNT NBR 15653

    processo de normalizao da tc-nica, tornou-se bvio que deve-riam ser organizados o treina-mento e a verificao, por partede terceiros, da competncia deprofissionais em Proteo Cat-dica. No Brasil, foi emitida anorma ABNT NBR 15653 Critrios para qualificao e cer-tificao de profissionais de prote-o catdica, relata FernandoC

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