ensaios de materiais partículas magnéticas end_pm_2011

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  • Ensaios de Materiais Partculas Magnticas END_PM_2011
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  • Introduo O ensaio por partculas magnticas utilizado na localizao de descontinuidades superficiais e sub-superficiais em materiais ferromagnticos. O processo consiste em submeter a pea a um campo magntico onde as descontinuidades existentes do material iro causar um campo de fuga do fluxo magntico. Com a aplicao das partculas ferromagnticas, ocorrer a aglomerao destas nos campos de fuga, esta aglomerao indicar formato e a extenso da descontinuidade.
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  • Magnetismo um fenmeno de atrao que existe entre esses materiais. Os ims podem ser naturais (pedras-ims) e artificiais, fabricados a partir de aos com propriedades magnticas especficas para esse fim.
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  • Campo de Fuga O desvio das linhas de fora d origem a novos plos, provocando a disperso das linhas de fluxo magntico que do origem ao Campo de Fuga. A figura demonstra como as linhas de fora so pertubadas pela presena de uma descontinuidade dando origem ao campo de fuga.
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  • Tcnicas de Magnetizao Magnetizao Longitudinal Mtodo de magnetizao que produz um campo magntico longitudinal na pea fechando o circuito atravs do ar. recomendado para a deteco de descontinuidades transversais na pea, onde a magnetizao obtida por induo de campo de bobinas ou eletroims.
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  • Magnetizao Circular Neste mtodo, que pode ser tanto por induo quanto por passagem de corrente eltrica atravs da pea, as linhas de fora que formam o campo magntico que circulam atravs da pea em circuito fechado, no fazendo uma ponte atravs do ar. usada para a deteco de descontinuidades longitudinais.
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  • Magnetizao Multidirecional Tambm conhecida como combinada ou vetorial, um mtodo em que simultaneamente so aplicados na pea dois ou mais campos magnticos: um pelo mtodo longitudinal e o outro pelo mtodo circular. , portanto, a combinao de duas tcnicas que produzem um vetor rotativo, que permite observar, de uma s vez, as descontinuidades com diversas orientaes. Algumas normas recomendam o uso de corrente trifsica retificada de onda completa para magnetizao nesta tcnica.
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  • Exemplo
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  • As vantagens da tcnica de Magnetizao Multidirecional: Na inspeo de componentes seriados onde se reduz substancialmente o tempo de inspeo; Economia de partculas magnticas; Cada pea ou componente manuseado apenas uma vez; Menor possibilidade de erros por parte do inspetor, uma vez que, observa-se ao mesmo tempo, tanto as descontinuidades longitudinais quanto as transversais. Rapidez no ensaio por partculas magnticas Grande produtividade
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  • Exemplo
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  • A magnetizao simultnea possibilita menor tempo de execuo trazendo como benefcio maior produo. Contudo, limitada pelo ajuste da intensidade dos campos magnticos que necessrio para obteno de uma resultante capaz de detectar adequadamente as descontinuidades nas duas direes da pea em ensaio (longitudinais e transversais).
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  • Tipos de Corrente Eltrica A escolha do tipo de corrente influncia diretamente no ensaio, conforme demonstrado na relao abaixo: Corrente Alternada Maior mobilidade das partculas, consequentemente, maior sensibilidade para descontinuidades superficiais. Corrente Continua Pouca mobilidade das partculas e com isso detectam mais facilmente as descontinuidade sub-superficiais.
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  • Corrente Contnua (CC) Somente obtida atravs de baterias, e que na prtica no aplicvel em processos industriais.
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  • Corrente Alternada (AC) Usada para deteco de descontinuidades superficiais. A corrente alternada, devido ao ciclo alternado da corrente, promove maior mobilidade s partculas, tem pouca penetrao, as linhas de fora so mais concentradas na superfcie e portanto mais recomendada para a deteco de descontinuidades superficiais;
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  • Corrente Retificada de Meia Onda Usada para deteco de descontinuidades sub-superficiais, o que na prtica representa poucos milmetros de profundidade. O uso de algumas tcnicas pode representar at 6 a 10 mm de profundidade.
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  • Corrente Alternada Retificada de Onda Completa Usada para deteco de descontinuidades sub-superficiais, o que na prtica representa poucos milmetros de profundidade. O uso de algumas tcnicas pode representar at 12 mm de profundidade.
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  • Corrente Trifsica pode ser utilizada na forma retificada de meia onda ou onda completa. A corrente eltrica trifsica retificada de onda completa a que mais se aproxima s caractersticas de uma corrente contnua.
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  • Tcnica dos Eletrodos Tcnica de magnetizao que utiliza eletrodos, tambm conhecidas como pontas que quando apoiadas na superfcie da pea, permitem a passagem de corrente eltrica pela pea. O campo magntico criado circular. A tcnica dos eletrodos induz um campo magntico que dependente da distncia entre os eletrodos e a corrente eltrica que circula por eles. Em geral estes valores so tabelados e disponveis nas normas tcnicas de inspeo aplicveis ao produto ensaiado.
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  • Aparelho_Fonte
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  • Tcnica de Contato Direto Tambm conhecida como magnetizao por placas ou cabeotes de contato. Devido sua aplicao maior ser atravs de mquinas estacionrias, definida como sendo a tcnica de magnetizao pela passagem de corrente eltrica de extremidade a extremidade da pea. O campo magntico formado circular. Esta tcnica se difere da tcnica por eletrodos descrita, pois aplicvel em sistemas de inspeo automticos ou semi- automticos, para inspecionar barras, eixos, parafusos, principalmente nas indstrias automobilsticas ou em fabricas de produtos seriados de pequeno porte.
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  • Tcnica da Bobina Nessa tcnica a pea colocada no interior de uma bobina ou solenide, ocorrendo um campo longitudinal na pea. A bobina ou solenide formada por um enrolamento de fios condutores da corrente eltrica alternada ou contnua, que originam o campo magntico de intensidade que depender da corrente eltrica que passa pela bobina e o nmero de voltas que o enrolamento da bobina foi formado (ampres-volta)
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  • Tcnica do Yoke a tcnica de magnetizao pela induo em campo magntico, gerado por um eletroim, em forma de "U" invertido, que apoiado na pea a ser examinado. Pelo eletroim circula a corrente eltrica alternada ou contnua. gerada na pea um campo magntico paralelo a linha imaginria que une as duas pernas do Yoke.
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  • Yoke Via Seca_Uso de Pra de Borracha
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  • Tcnica do Condutor Central caracterizada pela passagem de um fio condutor ou conjunto de cabos condutores pelo centro da pea a inspecionar. A passagem da corrente eltrica atravs do condutor, permitir induzir um campo magntico circular na superfcie interna e/ou externa da pea Assim sendo, a pea a ser inspecionada por este processo, deve ter geometria circular, tais como: flanges, anis, porcas, e outras.
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  • Mtodos de Magnetizao
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  • Indicaes
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  • Exemplo
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  • Registro das indicaes O registro da indicaes produzidas por partculas magnticas quando requerido por especificaes ou procedimento escrito, no somente a forma geomtrica das indicaes devero ser registradas no relatrio, como tambm a localizao fsica destas na pea ensaiada, para uma perfeita rastreabilidade entre o documento e a pea. As formas recomendadas pela norma ASTM E-1444 : Escrita; Fita Transparente; Spray Plstico; Processo fotogrfico.
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  • Tipo de Partcula A escolha da cor das partculas definida em funo da cor da superfcie da pea em exame, temperatura da superfcie, posio da pea. Prioriza-se usar uma partcula que tenha uma cor que produza um bom contraste, para maior sensibilidade visual, podem ser utilizados lquidos de contraste. Encontramos as partculas, via seca, nas cores: branca, cinza, amarela, vermelha e preta (Partculas para observao sob luz natural ou branca). Existem tambm as partculas fluorescentes (Para observao sob luz ultravioleta ou negra). Apresentam-se nas cores amarelo-esverdeado ou alaranjado.
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  • Exemplo
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  • Mtodos de Ensaio As partculas magnticas podem ser fornecidas na forma de p, em pasta ou dispersas em lquido. Em todos os casos, as partculas se constituem de um p ferromagntico de dimenses, forma, densidades e cor adequados ao exame. Via ou veculo o meio no qual a partcula est sendo aplicada. A temperatura um parmetro para opo entre partculas via seca ou via mida.
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  • Via Seca Quando aplicadas a seco. So utilizados aplicadores de p manuais ou bombas aspesoras que pulverizam as partculas na regio do ensaio. importante que tenham a granulometria adequada. So mais sensveis na deteco de descontinuidades prximas a superfcie, mas no para pequenas descontinuidades. O consumo de particulas maior, mas possvel a reutilizao das partculas. No requerem preparao
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