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COMPANHIA DE SANEAMENTO DO PARAN CONCURSO PBLICO20/05/2012 INSTRUES1. Conra abaixo: seu nome, nmero de inscrio e cargo correspondente sua inscrio. Assine no local indicado. 2. Verique se os dados impressos no Carto-Resposta correspondem aos seus. Em caso de irregularidade, comunique-a imediatamente ao Fiscal. 3. No sero permitidos: emprstimos de materiais; consultas e comunicao entre os candidatos; uso de livros, apontamentos, relgios, aparelhos eletrnicos e, em especial, aparelhos celulares, os quais devero ser desligados e colocados no saco plstico fornecido pelo Fiscal. O no-cumprimento dessas exigncias ocasionar a excluso do candidato deste Processo Seletivo. 4. Aguarde o Fiscal autorizar a abertura do Caderno de Prova. Aps a autorizao, conra a paginao antes de iniciar a Prova. 5. Este Caderno de Prova contm 40 (quarenta) questes objetivas, cada qual com apenas 1 (uma) alternativa correta. No Carto-Resposta, preencha, com tinta preta, o retngulo correspondente alternativa que julgar correta para cada questo. 6. No Carto-Resposta, anulam a questo: marcar mais de 1 (uma) alternativa em uma mesma questo; rasurar; preencher alm dos limites do retngulo destinado a cada marcao. No haver substituio do Carto-Resposta por erro de preenchimento. 7. No so permitidas perguntas ao Fiscal sobre as questes da prova. 8. A durao desta prova ser de 4 (quatro) horas, j includo o tempo para preenchimento do Carto-Resposta. 9. Ao concluir a prova, permanea em seu lugar e comunique ao Fiscal. 10. Aguarde autorizao para devolver, em separado, o Caderno de Prova e o Carto-Resposta, devidamente assinados.

Transcreva abaixo as suas respostas, dobre na linha pontilhada e destaque cuidadosamente esta parte. .................................................................................................................................... RESPOSTAS

01 21

02 22

03 23

04 24

05 25

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07 27

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20 40

....................................................................................................................... O gabarito ocial provisrio estar disponvel no endereo eletrnico www.cops.uel.br a partir das 17 horas do dia 21 de maio de 2012.

LNGUA PORTUGUESA Leia o texto a seguir e responda s questes de 1 a 4.1 2 3 4 5 6 7 8 9 10 11 12 13 14 15 16 17 18

Diante da tragdia protagonizada pelo bufo Francesco Schettino, o capito que conduziu o navio Costa Concrdia aos rochedos da ilha italiana Giglio, um brado de sensatez fez-se ouvir pelos sete mares. Vada a bordo, cazzo!, ordenou, num dilogo telefnico incansavelmente reproduzido na semana passada, o comandante Gregorio de Falco, da Capitania dos Portos de Livorno, na esperana de fazer o homem que largou quatro mil vidas em um transatlntico adernado reassumir seu posto e liderar o resgate. Schettino, o covarde, preferiu a fuga. Falco, o imperativo, tornou-se um heri involuntrio. E espantou-se com o sbito reconhecimento. To armativas quanto suas palavras foram as de Raffaella, sua mulher, rejeitando, em nome do marido, um lugar no panteo. preocupante que pessoas como meu marido, que simplesmente fazem o seu dever todos os dias, tornem-se imediatamente heris neste pas. Da Itlia, o casal De Falco nos manda uma mensagem de simplicidade e retido. Lembra-nos de que no devemos nos vangloriar de fazer aquilo que nossa obrigao. E de que tambm nosso dever exigir que cada um volte para sua nave e faa sua parte no resgate do nosso papel de cidados. Dos mdicos do SUS, por exemplo, no se espera nada alm de que estejam em seus postos e tratem os pacientes com dignidade. Dos agentes pblicos, que executem suas tarefas sem o incentivo das propinas. Dos polticos eleitos, que atuem em nome de quem os elegeu. Se assim o zerem, no h por que nos espantarmos. Espanto, como diz Raffaella, chegarmos a ponto de tratar o correto como excepcional, como se a regra fosse prevaricar, omitir, corromper, no fazer. Se a mensagem dela e do marido for aplicada, a, sim, devemos trat-los como heris.(Adaptado de: S, L. F. Editorial - Os heris e o cotidiano. Isto, n.2202, 25 jan. 2012, p.20.)

1 De acordo com o texto, assinale a alternativa correta. a) O comandante estranhou que a populao avaliasse sua atuao na tragdia como mais valorizada do que as aes desempenhadas pelo capito Schettino. b) A inteno do comandante, durante a conversa telefnica com Schettino, era persuadir o capito a se esforar para evitar que o navio adernasse. c) O brado de sensatez citado no texto foi a ordem dirigida pelo comandante Gregorio de Falco a Schettino, para que este retomasse as responsabilidades. d) O brado de sensatez referido no texto foi a resposta do capito Schettino s ordens incansveis do comandante Gregorio de Falco. e) O brado de sensatez mencionado no texto o reconhecimento generalizado da populao bravura do comandante Gregorio de Falco. 2 Sobre o texto, assinale a alternativa correta. a) O espanto com o reconhecimento, expresso por De Falco, est em acordo com o depoimento de sua esposa, uma vez que ambos se abstm de reivindicar herosmo para o comandante. b) Os argumentos do editorial endossam a caracterizao do comandante como heri, embora haja uma ressalva quanto pouca disposio para ser um voluntrio. c) As ideias apresentadas apoiam o maniquesmo ao tachar o capito Schettino como covarde e reconhecer o comandante De Falco como heri involuntrio, ainda que autoritrio. d) O autor discorda do casal De Falco, ao considerar desprezveis as diferenas entre as aes do comandante da capitania dos portos e as atitudes do capito do navio. e) As declaraes de Raffaella evidenciam a determinao de solidarizar-se com o marido ao exaltar o cumprimento do dever como justicativa para eximi-lo de culpa. 3 Os termos retido e vangloriar, presentes nas linhas 10 e 11, podem ser substitudos, sem alterao de sentido, respectivamente, por a) modstia e esmorecer. b) integridade e privar. c) constncia e conjeturar. d) parcimnia e orgulhar. e) lisura e jactar. 1 / 20

4 Leia as frases a seguir. A: B: C: Dos mdicos do SUS, por exemplo, no se espera nada alm de que estejam em seus postos e tratem os pacientes com dignidade. Dos agentes pblicos, que executem suas tarefas sem o incentivo das propinas. Dos polticos eleitos, que atuem em nome de quem os elegeu.

As trs frases iniciam-se com a mesma estrutura, mas em B e C, ca subentendido o trecho a) no se espera, presente na frase A. b) lembra-nos de, presente em frase anterior. c) no devemos nos vangloriar, presente em frase anterior. d) no se espera nada alm de, presente na frase A. e) no se espera o exemplo de, presente, em outra ordem, na frase A. Leia o texto a seguir e responda s questes de 5 a 10.1 2 3 4 5 6 7 8 9 10 11 12 13 14 15 16 17 18 19 20 21 22 23 24 25 26 27 28 29 30 31 32 33 34 35

No ms de janeiro estive no Banco do Leite do HU, acompanhando minha lha, e uma situao entristeceu-me, sobremaneira. Uma me estava realizando a retirada do leite para doao e, ao conversar com ela, quei sabendo que seu beb, de apenas oito dias, nasceu prematuro e ela devia permanecer no hospital para amamentar; tambm ela estava em observao, devido presso alta. Vi seus ps muito inchados. No podia ver seu rosto, porque usava mscara higinica protetora. Via apenas seus olhos e, por meio deles, me parecia uma garota nova, de pouco mais de 20 anos. Perguntei se era seu primeiro beb, ao que ela respondeu que era o quarto. Comentei que parecia muito nova para j ter quatro lhos e ela relatou, com satisfao e, talvez, com orgulho, que teve o primeiro aos 16 anos de idade. Sua idade: 25 anos. Das condies em que deixou seus outros trs lhos em casa, no quei sabendo, mas d para imaginar. Ela possua a documentao para fazer uma laqueadura, mas no pde fazer, porque a mesma teria de ser realizada dentro de 48 horas e, nesse perodo, no houve vaga no centro cirrgico do HU. Segundo ela, restava-lhe entrar na la das Unidades Bsicas de Sade para colocao do DIU. Vejo a grande possibilidade de uma quinta gravidez. Enquanto isso, com 30 anos, minha lha, ps-graduada, estava tendo seu primeiro beb. Era acentuada a discrepncia que se colocava diante dos meus olhos. Nada soube a respeito do nvel escolar daquela me, jovem, com quatro lhos, mas muito provvel que nem tenha o Ensino Mdio, devido idade em que teve sua primeira gestao e aparente situao de pobreza. Perguntei-lhe, ainda, se j havia pensado na possibilidade de seu marido fazer vasectomia, ao que ela, rapidamente, respondeu: No posso nem tocar neste assunto, porque ele vira um bicho . Pergunto, ento: que bancos escolares frequentaram aquela me e aquele pai, que no lhes oportunizaram aprender sobre os mtodos contraceptivos, que no discutiram nem reetiram sobre os mitos e preconceitos que cercam cada um deles, sobretudo a vasectomia? Que escola foi aquela que no criou espao para se debater sobre o machismo que assola as relaes humanas, em especial, as familiares? Ou os rgos pblicos responsveis pela educao municipal e estadual acordam de vez para a Educao Sexual ou continuaremos a ver mais e mais vidas surgindo sem o devido planejamento e sobrecarregando nosso sistema educacional e de sade. Integrada educao como um todo, desde a Educao Infantil, a Educao Sexual pode auxiliar na reduo da superpopulao que um problema social grave, o qual no podemos ignorar se nos preocupamos com o meio ambiente. Contudo, mais do que isso, a Educao Sexual ajuda as pessoas a serem felizes, pois diz respeito a: relaes igualitrias, bem-estar, sade, planejamento familiar, projeto de vida, ausncia de violncia e de discriminao. No d mais para esperar. Ser me no pode continuar sendo o nico projeto de vida de nossas adolescentes, sobretudo as pobres. urgente incentiv-las e orient-las para que construam um projeto de vida consistente

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