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Apresentao do PowerPoint

Ministrio da SadeSecretaria de Vigilncia em SadeDepartamento de Vigilncia em Sade Ambiental e Sade do TrabalhadorCoordenao-Geral de Vigilncia em Sade Ambiental Enfrentando situaes adversas: monitoramento da qualidade da gua em regies com seca prolongada08/09/2017Braslia-DFReunio da Cmara Tcnica de Vigilncia em Sade Ambiental - CONASS

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Fenmenos naturais e seus efeitos sade humana

Fonte: Desastres Naturais e Sade no Brasil. OPAS, Ministrio da Sade, 2014.

2

Estiagem e SecaDecretos Vigentes para Situao de Emergncia por Desastres Naturais Fonte: Sistema Integrado de Informaes sobre Desastres (S2ID)/MI Acesso em 06/03/2017

grupo Hidrolgico 5%

grupo Meteorolgico 5,8%

grupo Geolgico 0,4%

grupo Climatolgico 81,8%Desastres Naturais

O mapa mostra a seguinte situao: Decretos vigentes em 06/03/2017, reconhecidos pelo MI, de Situao de Emergncia ou Estado de Calamidade Pblica para Desastres Naturais (Desastres dos grupos hidrolgicos, meteorolgicos, geolgicos e climatolgicos exceto Desastres Biolgicos).Fonte: Sistema Integrado de Informaes sobre Desastres (S2ID)/MI Acesso em 06/03/2017

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Estiagem e SecaMunicpios com Decreto de Emergncia por Seca vigente Fonte: Dados SEDEC/MI, 2017 (acesso em 02/03/2017).779 municpios em todo Brasil723 municpios Nordestinos

Situao do abastecimento urbano de gua nos municpios brasileiros

Grande quantidade de municpios da regio nordeste com baixa garantia hdrica, alm da regio denominada de macrometrpole Paulista (Regio Metropolitana de So Paulo, Campinas, Baixada Santista e reas adjacentes);

Esse contexto de vulnerabilidade e complexidade do abastecimento, tanto da Regio Nordeste, como do Sudeste (em especial do Eixo SP-RJ), foi agravado pelo regime de chuvas ocorrido no Pas a partir de 2012.Fonte: ANA, 2015 (Encarte Especial sobre a crise hdrica).Estiagem e Seca

Monitor de Secas

Fonte: ANA, 2017

Monitor de Secas

Fonte: ANA, 2017

Audes do SemiridoFonte: ANA, 2017

Acompanhamento dos reservatrios do NordesteFonte: ANA, 2017

Acompanhamento dos reservatrios do NordesteFonte: ANA, 2017

Problemas identificados na atuao das SES no enfrentamento das situaes de escassez hdrica

Captao de gua bruta para abastecimento dos carros-pipa e distribuio populaoMananciais impactados com presena de cianobactrias/cianotoxinas

Problemas identificados na atuao das SES no enfrentamento das situaes de escassez hdricaProblemas na conservao e higienizao das cisternas e da gua

Abastecimento por fontes diversas (gua de chuva e/ou carro-pipa)

Problemas identificados na atuao das SES no enfrentamento das situaes de escassez hdrica

Desinfeco inadequada da gua com pastilhas de cloro sendo colocadas diretamente no tanque dos carros-pipa sem realizao de anlise de turbidez, sem prvia filtrao, conforme determina a Portaria GM/MS 2.914/11 para captao de mananciais superficiais.

No utilizao de EPI apropriados pelos pipeiros.

Problemas na distribuio e dificuldades no uso da soluo de hipoclorito de sdio a 2,5%.

Problemas identificados na atuao das SES no enfrentamento das situaes de escassez hdrica

Condio sanitria precria dos carros-pipa

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Problemas identificados na atuao das SES no enfrentamento das situaes de escassez hdrica

Condies sanitrias precrias de distribuio da gua para populao.

Problemas identificados na atuao das SES no enfrentamento das situaes de escassez hdrica

Reutilizao de tanque de combustvel para transporte de gua para consumo humano

gua com os parmetros cor e turbidez visivelmente comprometidos

Amostras de gua analisadas com presena de E.coliDados de Vigilncia

Fonte: SISAGUA, 2016.

Amostras de gua analisadas com presena de E.coliComparado com o nmero de amostras obrigatrias para Vigilncia

Fonte: SISAGUA, 2016. (dados parciais)

Percentual de amostras de gua analisadas com presena de E.coliComparado com o percentual de cumprimento da Diretriz Vigilncia

Fonte: SISAGUA, 2016. (dados parciais)

Populao em situao de Vulnerabilidade com relao ao abastecimento de gua

Fonte: SISAGUA, 2016.

Populao em situao de Vulnerabilidade com relao ao abastecimento de gua

Fonte: SISAGUA, 2016.

Taxa de mortalidade (*100.000/hab) por DDA. Brasil, 2012 a 2015*

2012N. 4217 bitos1748 municpios 2013N. 4809 bitos1819 municpios 2014*N. 4246 bitos1698 municpios 2015*N. 3508 bitos1439 municpios

LegendaFonte: SIM/MS, 2015; * Dados sujeitos a alteraoSituao epidemiolgica de DDA

22 2013 houve epidemia de casos DDA no NE. Isso influenciou no aumento da Taxa de mortalidade para o ano. 2014 e 2015, apresentam mortaldiade ainda preliminares, embora apresente reduo (at ento) o ano 2016 j mostra que h aumento de casos e isso pode aumentar os bitos.

bitos por DDA. Brasil, 2012 a 2016*

Fonte: SIM/MS, 2016; * Dados sujeitos a alteraobitos por DDA201220132014*2015*2016*TotalNorte9,79,710,88,89,39,8Sudeste32,028,333,635,533,832,1Centro-oeste6,85,55,84,95,96,0Sul12,611,012,912,612,312,0Nordeste38,945,536,938,238,740,1

Porcentagem de bitos por DDA Regies. 2012-2016* Situao epidemiolgica de DDA

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Aspectos legais da atuao do Vigiagua Portaria GM/MS 2914 de 12/12/2011

Art. 13. Competncias do responsvel pelo sistema ou soluo alternativa coletiva de abastecimento de gua para consumo humano.exercer o controle e apresentar os dados de monitoramento da qualidade da gua (Sisagua);garantir a operao e a manuteno das instalaes;manter avaliao sistemtica do sistema, sob a perspectiva dos riscos sade (recomenda o PSA); monitorar a qualidade da gua no ponto de captao e comunicar aos rgos ambientais qualquer alterao da qualidade da gua que comprometa a tratabilidade;comunicar imediatamente autoridade de sade pblica municipal e informar adequadamente populao sobre a deteco de qualquer risco sade.

Art. 15. Exigncias para o fornecimento de gua para consumo humano por meio de veculo transportador:I - garantir que tanques, vlvulas e equipamentos dos veculos transportadores sejam apropriados e de uso exclusivo para o armazenamento e transporte de gua potvel;II - manter registro com dados atualizados sobre o fornecedor e a fonte de gua;III - manter registro atualizado das anlises de controle da qualidade da gua, previstos nesta Portaria;IV - assegurar que a gua fornecida contenha um teor mnimo de cloro residual livre de 0,5 mg/L; eV - garantir que o veculo utilizado para fornecimento de gua contenha, de forma visvel, a inscrio "GUA POTVEL" e os dados de endereo e telefone para contato.

Art. 26. Compete ao responsvel pela operao do sistema de abastecimento de gua para consumo humano notificar autoridade de sade pblica e informar respectiva entidade reguladora e populao, identificando perodos e locais, sempre que houver:I - situaes de emergncia com potencial para atingir a segurana de pessoas e bens;II - interrupo, presso negativa ou intermitncia no sistema de abastecimento;III - necessidade de realizar operao programada na rede de distribuio, que possa submeter trechos a presso negativa;IV - modificaes ou melhorias de qualquer natureza nos sistemas de abastecimento; eV - situaes que possam oferecer risco sade.

Art. 44. Sempre que forem identificadas situaes de risco sade, o responsvel pelo sistema ou soluo alternativa coletiva de abastecimento de gua e as autoridades de sade pblica devem, em conjunto, elaborar um plano de ao e tomar as medidas cabveis, incluindo a eficaz comunicao populao, sem prejuzo das providncias imediatas para a correo da anormalidade.

Art. 46. Verificadas caractersticas desconformes com o padro de potabilidade da gua ou de outros fatores de risco sade, conforme relatrio tcnico, a autoridade de sade pblica competente determinar ao responsvel pela operao do sistema ou soluo alternativa coletiva de abastecimento de gua para consumo humano que:I - amplie o nmero mnimo de amostras;II - aumente a frequncia de amostragem; eIII - realize anlises laboratoriais de parmetros adicionais.Aspectos legais da atuao do Vigiagua Portaria GM/MS 2914 de 12/12/2011

Plano de Contingncia para ESP por Seca e Estiagem

Direciona a atuao coordenada SVS/MS na resposta s emergncias em sade pblica, mbito do Sistema nico de Sade, considerando seu papel essencial de apoio aos estados e aos municpios.

Plano de Contingncia para ESP por Seca e EstiagemCenrio de Risco1.Nome do Riscofalta de acesso gua com qualidade para consumo humano decorrente da situao de seca ou estiagem.2.Localidentificao da rea de risco do municpio.3.Descriocaractersticas do local.4.Resumo Histricoprincipais ocorrncias, as mais recentes, as mais relevantes, as doenas mais recorrentes decorrentes do risco apresentado.5.Fatores Contribuintescomprometimento da gua de superfcie e subterrnea, falta de gua ou acesso gua sem qualidade para consumo humano, baixa percepo de risco da comunidade. 6.Perfil Epidemiolgicosituao epidemiolgica de doenas transmissveis e outros agravos relacionados seca (ex: surtos de diarreia, dengue, infeces gastrointestinais, tracoma).7.Evoluo e Possibilidade de Monitoramento e Alertadinmica do desastre e possveis sistemas de alerta.8.Resultados Estimadosdanos ou prejuzos decorrentes do desastre associado seca ou estiagem.

Como a Vigilncia pode melhorar a atuao em situaes de escassez hdrica? Atuao baseada nos diversos cenrios de risco sade

Fonte: Agncia Pernambucana de Vigilancia Sanitria (APEVISA).Gesto de crise (reativa) Gesto de risco (proativa)

Cenrios de RiscoCENRIO IAES DESTACADASEscassez hdrica LEVE - risco sade BAIXOCapacitao dos profissionais.Inspeo sanitrias das formas de aba