Enem humanas

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<ul><li><p>SELEO DE QUESTES DO ENEM</p><p>01 (ENEM2000) Os quatro calendrios apresentados baixo mostram a variedade na contagem do tempo em divesas sociedades. </p><p>Com base nas informaes apresentadas, podeque: (A) o final do milnio, 1999/2000, um fator comum s dif</p><p>rentes culturas e tradies. (B) embora o calendrio cristo seja hoje adotado em mb</p><p>to internacional,cada cultura registra seus eventos macantes em calendrio prprio. </p><p>(C) o calendrio cristo foi adotado universalmente porque, sendo solar. mais preciso que os demais.</p><p>(D) a religio no foi determinante na definio dos caledrios. </p><p>(E) o calendrio cristo tornou-se dominante por sua antguidade. </p><p>02 (ENEM-2003) Considerando os dois documentodemos afirmar que a natureza do pensamento que permite a datao da Terra de natureza </p><p>(A) cientfica no primeiro e mgica no segundo.(B) social no primeiro e poltica no segundo. (C) religiosa no primeiro e cientfica no segundo.(D) religiosa no primeiro e econmica no segundo.(E) matemtica no primeiro e algbrica no segundo. </p><p>03 (ENEM-2008) Suponha que o universo tenha 15 bde anos de idade e que toda a sua histria seja distrao longo de 1 ano o calendrio csmico cada segundo corresponda a 475 anos reais e, assim, 24 dias do calendrio csmico equivaleriam a cerca de 1 bilho </p><p>O DE QUESTES DO ENEM</p><p>2000) Os quatro calendrios apresentados a-baixo mostram a variedade na contagem do tempo em diver-</p><p>Com base nas informaes apresentadas, pode-se afirmar </p><p>o final do milnio, 1999/2000, um fator comum s dife-</p><p>embora o calendrio cristo seja hoje adotado em mbi-to internacional,cada cultura registra seus eventos mar-</p><p>adotado universalmente porque, sendo solar. mais preciso que os demais. a religio no foi determinante na definio dos calen-</p><p>se dominante por sua anti-</p><p>2003) Considerando os dois documentos, po-demos afirmar que a natureza do pensamento que permite a </p><p>(A) cientfica no primeiro e mgica no segundo. (C) religiosa no primeiro e cientfica no segundo. </p><p>giosa no primeiro e econmica no segundo. (E) matemtica no primeiro e algbrica no segundo. </p><p>2008) Suponha que o universo tenha 15 bilhes de anos de idade e que toda a sua histria seja distribuda </p><p>o calendrio csmico , de modo que cada segundo corresponda a 475 anos reais e, assim, 24 dias do calendrio csmico equivaleriam a cerca de 1 bilho </p><p>de anos reais. Suponha, ainda, que o universo com1. de janeiro a zero hora no calendrio csmico e o tempo presente esteja em 31 de dezembro s 23 h 59 min 59,99 s. A escala abaixo traz o perodo em que ocorreram alguns evetos importantes nesse calendrio.</p><p>Se a arte rupestre representada ao lado fosse inserida na escala, de acordo com o perodo em que foi produzida, ela deveria ser colocada na posio indicada pela seta de nmro </p><p>(A) 1. (B) 2. (C) 3. </p><p>04 (ENEM-2003) Para o registro de processos naturais e sociais devem ser utilizadas diferentes escalas de tempo. Por exemplo, para a datao do sisuma escala de bilhes de anos, enquanto que, para a histria do Brasil, basta uma escala de centenas de anos. Assim, para os estudos relativos ao surgimento da vida no Planeta e para os estudos relativos ao surgimento da escritaadequado utilizar, respectivamente, escalas de</p><p> Vida no Planeta (A) Milhares de anos (B) Milhes de anos (C) Milhes de anos (D) Bilhes de anos (E) Bilhes de anos </p><p>05 (ENEM-1998) "O universo fsico existe h uns 20 bde anos. A Terra foi formada somente h 4,6 bilhes de nos. A vida na Terra surgiu provavelmente h cerca de 3,5 bilhes de anos. (...) E quanto nossa espcie? At agestamos no mundo h meros 100 mil anos ou algo assim. Nosso ancestral imediato, o Homo erectusmilho de anos (...), o Homo habilisra-se que ns, o Homo sapiens</p><p>O DE QUESTES DO ENEM </p><p>de anos reais. Suponha, ainda, que o universo comece em 1. de janeiro a zero hora no calendrio csmico e o tempo </p><p>a em 31 de dezembro s 23 h 59 min 59,99 s. A escala abaixo traz o perodo em que ocorreram alguns even-tos importantes nesse calendrio. </p><p>Se a arte rupestre representada ao lado fosse inserida na escala, de acordo com o perodo em que foi produzida, ela </p><p>everia ser colocada na posio indicada pela seta de nme-</p><p>(C) 3. (D) 4. (E) 5. </p><p>2003) Para o registro de processos naturais e sociais devem ser utilizadas diferentes escalas de tempo. Por exemplo, para a datao do sistema solar necessria uma escala de bilhes de anos, enquanto que, para a hist-ria do Brasil, basta uma escala de centenas de anos. Assim, para os estudos relativos ao surgimento da vida no Planeta e para os estudos relativos ao surgimento da escrita, .seria adequado utilizar, respectivamente, escalas de </p><p>Escrita Centenas de anos Centenas de anos Milhares de anos Milhes de anos Milhares de anos </p><p>1998) "O universo fsico existe h uns 20 bilhes de anos. A Terra foi formada somente h 4,6 bilhes de a-nos. A vida na Terra surgiu provavelmente h cerca de 3,5 bilhes de anos. (...) E quanto nossa espcie? At agora, </p><p>o mundo h meros 100 mil anos ou algo assim. Homo erectus viveu durante 1,5 </p><p>Homo habilis, 1 milho de anos. Espe-Homo sapiens moderno viva tambm 1 </p></li><li><p>milho de anos. Sabemos, entretanto, que certamente criaturas extremamente adaptveis, podendo ser capaz de evitar por completo o destino da extino." tado de Richard Leakey, A evoluo da humanidade, So Paulo/ Braslia, UnB, 1981, pp. 20-21) A respeito das correntes que tentaram elucidar a evoluo do homem, a que a sociedade atual considera como mais provvel a(o): (A) criacionismo, que diz que cada organismo foi "criado" </p><p>em separado e no mantm parentesco filogentico entre si. </p><p>(B) religioso, que diz que o homem cripermaneceu imutvel desde ento. </p><p>(C) evolucionismo, criada em 1871 Charles Darwin, que diz que homens e macacos tm ancestrais comuns.</p><p>(D) desenvolvimentismo, que diz que os homens se desevolveram a partir do contato com homens mais desevolvidos, no importando as condies geogrficas.</p><p>(E) aparecentismo, que diz que os homens apareceram no planeta por si ss, no havendo qualquer forma de apropriao de tcnicas e saberes. </p><p>06 (ENEM-1998) O assunto na aula de Biologia era a evolo do Homem. Foi apresentada aos alunos uma rvfilogentica, igual mostrada na ilustrao, que relaciprimatas atuais e seus ancestrais. </p><p>Aps observar o material fornecido pelo professor,os alunos emitiram vrias opinies, a saber: </p><p>I. os macacos antropides (orangotango, gorila e chimpanz e gibo) surgiram na Terra mais ou mnos contemporaneamente ao Homem.</p><p>II. alguns homens primitivos, hoje extintos, descendem dos macacos antropides. </p><p>III. na histria evolutiva, os homens e os macacos atropides tiveram um ancestral comum.</p><p>IV. no existe relao de parentesco gentico entre mcacos antropides e homens </p><p>Analisando a rvore filogentica, voc pode concluir que: </p><p> (A) todas as afirmativas esto corretas. (B) apenas as afirmativas l e III esto corretas. (C) apenas as afirmativas II e IV esto corretas. (D) apenas a afirmativa Il est correta. (E) apenas a afirmativa IV est correta. </p><p>07 (ENEM-2008) Ao visitar o Egito do seu tempo, o historador grego Herdoto (484 420/30 a.C.) interessoufenmenos que lhe pareceram incomuns, como as cheias regulares do rio Nilo. A propsito do assunto, escreveu o seguinte: </p><p> os humanos so certamente criaturas extremamente adaptveis, podendo ser capaz de evitar por completo o destino da extino." (Adap-tado de Richard Leakey, A evoluo da humanidade, So Paulo/ </p><p>ntaram elucidar a evoluo do homem, a que a sociedade atual considera como mais </p><p>criacionismo, que diz que cada organismo foi "criado" em separado e no mantm parentesco filogentico </p><p>religioso, que diz que o homem criao de Deus e </p><p>evolucionismo, criada em 1871 Charles Darwin, que diz que homens e macacos tm ancestrais comuns. desenvolvimentismo, que diz que os homens se desen-volveram a partir do contato com homens mais desen-volvidos, no importando as condies geogrficas. aparecentismo, que diz que os homens apareceram no planeta por si ss, no havendo qualquer forma de </p><p>O assunto na aula de Biologia era a evolu-o Homem. Foi apresentada aos alunos uma rvore </p><p>filogentica, igual mostrada na ilustrao, que relacionava </p><p>Aps observar o material fornecido pelo professor,os alunos </p><p>tropides (orangotango, gorila e chimpanz e gibo) surgiram na Terra mais ou me-nos contemporaneamente ao Homem. alguns homens primitivos, hoje extintos, descendem na histria evolutiva, os homens e os macacos an-</p><p>m ancestral comum. no existe relao de parentesco gentico entre ma-</p><p>Analisando a rvore filogentica, voc pode concluir que: </p><p>(B) apenas as afirmativas l e III esto corretas. (C) apenas as afirmativas II e IV esto corretas. </p><p>Ao visitar o Egito do seu tempo, o histori-420/30 a.C.) interessou-se por </p><p>menos que lhe pareceram incomuns, como as cheias res do rio Nilo. A propsito do assunto, escreveu o </p><p>Eu queria saber por que o Nilo sobe no comeo do vero e subindo continua durante cem dias; por que ele se retrai e a sua corrente baixa, assim que termna esse nmero de dias, sendo que permanece baxo o inverno inteiro, at um novo vero. Alguns grgos apresentam explicaes para os fenmenos do rio Nilo. Eles afirmam que os ventos do noroeste provocam a subida do rio, ao impguas corram para o mar. No obstante, com certa freqncia, esses ventos deixam de soprar, sem que o rio pare de subir da forma habitual. Alm disso, se os ventos do noroeste produzissem esse efeito, os outros rios que correm na direo conttos deveriam apresentar os mesmos efeitos que o Nilo, mesmo porque eles todos so pequenos, de menor corrente. </p><p>Herdoto. Histria (trad.). livro II, 19edia Britannica Inc. 2. ed. 1990, p. 52</p><p>Nessa passagem, Herdoto critica a explicao de alguns gregos para os fenmenos do rio Nilo. De acordo com o texto, julgue as afirmativas abaixo. </p><p>I. Para alguns gregos, as cheias do Nilo devemfato de que suas guas so impedidas de correr pra o mar pela fora dos ventos do noroeste.</p><p>II. O argumento embasado na influncia dos ventos do noroeste nas cheias do Nilo sustentaque, quando os ventos param, o rio Nilo no sobe.</p><p>III. A explicao de alguns gregos para as cheias do Nlo baseava-se no fato de qcom rios de menor porte que seguiam na mesma dreo dos ventos. </p><p> correto apenas o que se afirma em (A) I. (B) II. (C) I e II. (D) I e III. (E) II e III. </p><p>08 (ENEM-2008) Existe uma regra religiosa, aceita pelpraticantes do judasmo e do islamismo, que probe o cosumo de carne de porco. Estabelecida na Antiguidade, quando os judeus viviam em regies ridas, foi adotada, sculos depois, por rabes islamizados, que tambm eram povos do deserto. Essa regra pod(A) uma demonstrao de que o islamismo um ramo do </p><p>judasmo tradicional. (B) um indcio de que a carne de porco era rejeitada em </p><p>toda a sia. (C) uma certeza de que do judasmo surgiu o islamismo.(D) uma prova de que a carne do </p><p>consumida fora das regies ridas.(E) uma crena antiga de que o porco um animal impuro</p><p>09 (ENEM-2000) "Somos servos da lei para podermos ser livres</p><p>"O que apraz ao prncipe tem fora de lei. </p><p>As frases acima so de dois cidados da Roma Clssica que viveram praticamente no mesmo sculo, quando ocorreu a transio da Repblica (Ccero) para o Imprio (Ulpiano). Tendo como base as sentenas acima, considere as afirmes: </p><p>I. A diferena nos significadoste, uma vez que os romanos no levavam em consderao as normas jurdicas.</p><p>Eu queria saber por que o Nilo sobe no comeo do vero e subindo continua durante cem dias; por que </p><p>rrente baixa, assim que termi-na esse nmero de dias, sendo que permanece bai-xo o inverno inteiro, at um novo vero. Alguns gre-gos apresentam explicaes para os fenmenos do rio Nilo. Eles afirmam que os ventos do noroeste provocam a subida do rio, ao impedir que suas -guas corram para o mar. No obstante, com certa freqncia, esses ventos deixam de soprar, sem que o rio pare de subir da forma habitual. Alm disso, se os ventos do noroeste produzissem esse efeito, os outros rios que correm na direo contrria aos ven-tos deveriam apresentar os mesmos efeitos que o Nilo, mesmo porque eles todos so pequenos, de </p><p>Herdoto. Histria (trad.). livro II, 19-23. Chicago: Encyclopa-edia Britannica Inc. 2. ed. 1990, p. 52-3 (com adaptaes). </p><p>passagem, Herdoto critica a explicao de alguns gregos para os fenmenos do rio Nilo. De acordo com o texto, julgue as afirmativas abaixo. </p><p>Para alguns gregos, as cheias do Nilo devem-se ao fato de que suas guas so impedidas de correr pa-</p><p>fora dos ventos do noroeste. O argumento embasado na influncia dos ventos do noroeste nas cheias do Nilo sustenta-se no fato de que, quando os ventos param, o rio Nilo no sobe. A explicao de alguns gregos para as cheias do Ni-</p><p>se no fato de que fenmeno igual ocorria com rios de menor porte que seguiam na mesma di-</p><p> correto apenas o que se afirma em </p><p>Existe uma regra religiosa, aceita pelos praticantes do judasmo e do islamismo, que probe o con-sumo de carne de porco. Estabelecida na Antiguidade, quando os judeus viviam em regies ridas, foi adotada, </p><p>bes islamizados, que tambm eram povos do deserto. Essa regra pode ser entendida como </p><p>uma demonstrao de que o islamismo um ramo do </p><p>um indcio de que a carne de porco era rejeitada em uma certeza de que do judasmo surgiu o islamismo. uma prova de que a carne do porco era largamente </p><p>da fora das regies ridas. uma crena antiga de que o porco um animal impuro </p><p>Somos servos da lei para podermos ser livres." Ccero </p><p>O que apraz ao prncipe tem fora de lei." Ulpiano </p><p>rases acima so de dois cidados da Roma Clssica que viveram praticamente no mesmo sculo, quando ocorreu a transio da Repblica (Ccero) para o Imprio (Ulpiano). Tendo como base as sentenas acima, considere as afirma-</p><p>A diferena nos significados da lei apenas aparen-te, uma vez que os romanos no levavam em consi-</p><p>mas jurdicas. </p></li><li><p>II. Tanto na Repblica como no Imprio.a lei era o re-sultado de discusses entre os representantes es-colhidos pelo povo romano. </p><p>III. A lei republicana definia que os direitos de um cida-do acabavam quando comeavam os direitos de outro cidado. </p><p>IV. Existia,na poca imperial,um poder acima da legis-lao romana. </p><p>Esto corretas, apenas: (A) l e II. (C) II e III. (E) III e IV. (B) l e III. (D) II e IV. </p><p>10 (ENEM-2008) A Peste Negra dizimou boa parte da popu-lao europia, com efeitos sobre o crescimento das cida-des. O conhecimento mdico da poca no foi suficiente para conter a epidemia. Na cidade de Siena, Agnolo di Tura escreveu: As pessoas morriam s centenas, de dia e de noite, e todas eram jogadas em fossas cobertas com terra e, assim que essas fossas ficavam cheias, cavavam-se mais. E eu enterrei meus cinco filhos com minhas prprias mos (...) E morreram tantos que todos achavam que era o fim do mundo. </p><p>Agnolo di Tura. The Plague in Siena: An Italian Chronicle. In: William M. Bowsky. The Black Death: a turning point in history? New York: HRW, 1971 (com adaptaes). </p><p>O testemunho de Agnolo di Tura, um sobrevivente da Peste Negra, que assolou a Europa durante parte do sculo XIV, sugere que (A) O flagelo da Peste Negra foi associado ao fim dos tem-</p><p>pos. (B) a Igreja buscou conter...</p></li></ul>