Encontro Com Tarsila

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<p>Encontro com</p> <p>TARSILA</p> <p>Ceclia Aranha</p> <p>Rosane Acedo Ilustraes Dad</p> <p>Selecionado para o Salo Capixaba-ES Selecionado pela Secretaria de Educao e Cultura de Vitria-ES Adquirido para o Programa Fome de Livro, da Fundao Biblioteca Nacional</p> <p>Encontro com</p> <p>TARSILA Coleo Encontro com a Arte Brasileira TEXTO 2002 CECLIA ARANHA E ROSANE ACEDO ILUSTRAO D ADI_________________ DIRETORIA EDITORIAL SNIA JUNQUEIRA EDITORIA DE ARTE NORMA SOFIA ASSISTNCIAEDITORIAL</p> <p>SECRETARIA EDITORIAL FLVIA ARAJO EDITORAOELETRNICA</p> <p>ESTER RIZZO JAKELINE LINS LUCAS S. JUNQUEI RA</p> <p>FOTOLITO A. R. FERNANDEZ Direitos reservados SARAIVA S.A. Livreiros Editores Av. Marqus de So Vicente, 1697 Barra Funda 01139-904 - So Paulo - SP PABX: (0xx11) 3613-3000 Televendas: (0xx11) 3613-3344 www.etfrtorasaraiva.com.br Atendimento ao professor: 08000117875 falecom@formatoeditorial.com.br Visite nosso site www.formatoeditorial.com.br Proibida a reproduo total ou parcial desta obra sem o consentimento por escrito da editora. Impresso Acabamento: So Francisco e Grfica e Editora Ltda</p> <p>MRCIO RIBEIRO (coord.) BRUNO MARTINS</p> <p>Dados Internacionais de Catalogao na Publicaao (CIP) (Cmara Brasileira do Livro, SP, Brasil) Aranha, Ceclia Encontro com Tarsila / Ceclia Aranha, Rosane Acedo ; ilustraes Dad. - Belo Horizonte : Formato Editorial, 2002. (Coleo encontro com a arte brasileira) ISBN 978-85-7208-327-0 1. Pintores - Literatura infanto-juvenil 2. Amaral, Tarsila do, 1866-1973 I. Acedo, Rosane. II. Dad III. Ttulo. IV. Srie. 92-45 _________________CDDlj^ 026. ndice para catlogo sistemtico: 1, Pintores : Literatura infantojuvenil 028.5 3? tiragem, 2008</p> <p>N. do E. Este livro foi publicado pela primeira vez pela Editora Minden.</p> <p>O gosto pela arte e pela educao foi responsvel pelo nosso encontro. Entre crianas e adolescentes, tintas, pincis, desenhos, recortes e modelagens, nos conhecemos e nos tornamos grandes amigas. De conversa em conversa, surgiu a idia de escrevermos esta coleo, que fala de arte Prasileira para crianas. H muito fazamos isso em nossas aulas, pois acreditamos que conhecendo e valorizando nossa cultura construmos nossa identidade e nossa cidadania. As autoras</p> <p>Agradecimentos</p> <p>Dr. Guilherme Augusto do Amaral EXPOMUS - Exposies, Museus, Projetos Culturais Ltda. Fanny Feffer Instituto de Estudos Brasileiros da USP/IEB, SP Museu da Imagem e do Som, SP Museu de Arte Contempornea da USP/MAC, SP Museu de Arte Moderna da Bahia, Salvador Museu de Arte Moderna do Rio de Janeiro/ MAM, RJ Museu de Grenoble, Frana Museu Nacional de Belas Artes, RJ Palcios do Governo do Estado de So Paulo Pinacoteca do Estado de So Paulo, SP</p> <p>Este um livro para ver, ler e descobrir muitas coisas. Durante a leitura voc encontrar algumas perguntas; confira as respostas na pgina 38. Estamos bastante! torcendo para que voc acerte</p> <p>As autoras</p> <p>Para Zito, Ignz, Geraldo e Harmonia</p> <p>Tarsila do Amaral nasceu em Capivari, interior de So Paulo, em 1886.</p> <p>Seus pais eram fazendeiros e a lavoura de caf lhes proporcionava uma vida bastante confortvel. Eram pessoas cultas e preocupavam-se em oferecer uma educao refinada a seus filhos, Tarsila e seus irmos aprenderam a ler com uma professora belga, que lhes dava aulas particulares. Identifique, nessa tOTn Tctrsllo , e riosCea i e Oswaldo.</p> <p>Foi na fazenda em que nasceu que Tarsila passou sua infncia. Menina levada, durante o dia corria atrs das galinhas, saltava sobre grandes pedras, subia em rvores, e brincava com bonecas de mato que ela mesma fazia.</p> <p> noite, bem comportada, participava de reunies familiares, onde sua me tocava piano e seu pai lia poemas franceses. Alis, muita coisa era francesa em sua casa, at a gua que bebiam!11</p> <p>Desde muito de acompanhada</p> <p>criana desenhar, de seus</p> <p>gostava sempre gatos.</p> <p>Algumas vezes fazia cpias de santinhos, que ganhava na igreja, ou ento pintava cestas de flores e frutas. Dos desenhos que fez quando pequena, o que mais gostou foi o de uma galinha com seus pintinhos.</p> <p>13</p> <p>Foi to bom o tempo vivido na fazenda, que Tarsila nunca mais o esqueceu... Suas lembranas aparecem em muitas de suas obras. Os bichos reais ou imaginrios que povoaram sua infncia,..</p> <p>...a</p> <p>negra</p> <p>ama</p> <p>de</p> <p>leite,</p> <p>contadora de histrias.</p> <p>Tarsila</p> <p>cresceu</p> <p>sempre bonita e</p> <p>vaidosa. Vestia-se com costureiros franceses e gostava de usar brincos extravagantes.</p> <p>15</p> <p>16</p> <p>Fez diversas viagens Europa. Em Paris, na Frana, estudou e conheceu artistas famosos. De alguns ficou amiga. A influncia deles foi muito importante em sua obra.</p> <p>Trecls- de oarta de Tarsifca fawiict, -paris, 19/4/I9Z3.</p> <p>^X</p> <p>v</p> <p>Fora do Brasil, longe da fazenda, sentia saudade.18</p> <p>Nas cartas gue escrevia para sua famlia, dizia que quanto mais longe do Brasil, mais brasileira se sentia. Queria ser a pintora de sua terra, a caipirinha da fazenda So Bernardo, em Capivari. 13</p> <p>Aqui no Brasil tambm fez amigos famosos escritores, msicos, pintores, escultores pessoas muito importantes para nossa cultura. Queriam revolucionar a arte brasileira valorizando os temas nacionais. Para divulgar suas idias, organizaram, em 1922, no Teatro Municipal de So Paulo, a Semana de Arte Moderna.20</p> <p>Tarsila se juntou a eles. Formavam um grupo alegre e divertido. Com Oswald de Andrade, Anita Malfatti, Mrio de Andrade e Menotti dei Picchia, passeava num Cadillac verde, ltimo tipo, que tinha at um cinzeiro, grande novidade na poca.</p> <p>21</p> <p>Sempre acompanhada excurses por pelo amigos, fez algumas Brasil. O que viu e descobriu nas viagens ficou registrado. Paisagens brasileiras com casarios, estradas de ferro e pessoas humildes passaram ento a fazer parte de sua obra.</p> <p>Com formas quase geomtricas, linhas curvas e retas e muita cor, retratou a alegria e o bom humor do Carnaval carioca daquela poca.</p> <p>Procure nesta obra:</p> <p> um cachorro de camisalistrada</p> <p> uma mulher alta e bem magra uma mulher gorda e bem baixa pedras arredondadasequilibrando-se</p> <p> algo que lembre a cidade de Paris oito chapus</p> <p>23</p> <p> doze bandeiras</p> <p>25</p> <p>Uma noite pintou um de seus quadros mais famosos, i|| uma estranha figura sada de sua imaginao: um homem gigante com a cabea bem pequena. Essa obra recebeu um nome tambm muito estranho: Abaporu, que em tupi significa "homem que come carne humana", antropfago, pois Oswald, que "batizou" o quadro, achou-o selvagem.</p> <p>26</p> <p>Depois dele, fez muitas outras pinturas que pareciam sadas de seus sonhos.</p> <p>... paisagens que parecem ser de outro planeta. Ovos cenrio... abrigados num estranho</p> <p>Era a sua fase conhecida como Antropofgica. Mas Tarsila no pintou apenas sonhos; pintou tambm a realidade.</p> <p>27</p> <p>A dura realidade de muitos brasileiros, estampada nos rostos tristes e cansados desses operrios. Na mesma poca em que fazia pinturas com temas sociais, Tarsila e sua famlia enfrentavam dificuldades financeiras.</p> <p>O tempo de fartura era agora uma lembrana. Em Paris, a convite de um grupo de artistas, empregou-se como pintora de portas e paredes para ganhar algum dinheiro.28</p> <p>Mesmo com horrio fixo e salrio reduzido, Tarsila nunca teve o olhar triste e sem esperana dos operrios que retratou. Ao contrrio, sempre foi otimista e confiante.</p> <p>29</p> <p>Tarsila pintou muito...</p> <p>22 ___________________ _ ___</p> <p>31</p> <p>.muito do que viu, sentiu ou imaginou.</p> <p>32</p> <p>1.</p> <p>Com o liberdade que todo artista deve ter, expressou-se de muitir</p> <p>33</p> <p>inl</p> <p>34</p> <p>maneiras. Observe essas obras e procure onde Tarsila:</p> <p>.</p> <p>ANTROPOFAGIA TITULO)</p> <p>f (SEM</p> <p>Sua obra rica em imaginao e poesia...</p> <p>36</p> <p>SO PAULO 'ftt.fffr,'' Hfr </p> <p>..em cores e formas.</p> <p>&gt; .........M I - TWTT Seus anjos so caipiras...</p> <p>BBBBIMMW</p> <p>MIHM -WWHREI</p> <p>.suas santas, brasileiras.</p> <p>COSTUREIR AS</p> <p>a^aaxyN^t^g^e</p> <p>Tarsila retratou nossa gente e nossa terra.</p> <p>PAISAGEM COM TOURO</p> <p>Na figuras, brasileira de</p> <p>simplicidade das deixou-nos a marca sua pintura.</p> <p>VENDEDOR DE FRUTAS</p> <p>Morreu em 1973, oos 87 anos, deixando obras que muito orgulham os brasileiros.43</p> <p>Observe estes recortes e tente lembrar a que obras pertencem. Se no conseguir, procure-os nas pinturas que voc j conhece.</p> <p>44</p> <p>Quando as coisas aconteceram</p> <p>Viajou com a famlia para a Nasceu sua filha Europa, permanecendo como Dulce. aluna interna em um colgio, em Barcelona, Espanha,45</p> <p>Fez estudos Frana.</p> <p>de</p> <p>arte</p> <p>na</p> <p>Voltou d Europa, acompanhada do poeta e escritor Oswald de Nasceu Capivari, SR Andrade. 1886 00 1902 1906 1907 1913 1920 1922 1923 1924 16 20 21 27 34 36 37 38</p> <p>em</p> <p>Paulo, onde iniciou suas aulas de desenho e pintura.</p> <p>Casou-se com seu primo, AnOr Teixeira Pinto.</p> <p>Ano da Semana de Arte Moderna. Voltou ao Brasil, envolveu-se com o Modernismo e exps no I Salo da Sociedade Paulista de Belas Artes.</p> <p>Separou-se do marido e mudouse para So</p> <p>Retornou ao Brasil e fez diversas viagens pelo interior. Iniciou a fase PauBrasil.</p> <p>Casou-se com Oswald ae Andrade. Realizou sua primeira exposio individual em Paris, na Galeria Percier.</p> <p>Realizou sua primeira exposio individual no Brasil, no Rio de Janeiro.46</p> <p>Casada com o psiquiatra Osrio Csar, viajou a Moscou onde exps suas obras, Trabalhou em Paris pintando paredes.</p> <p>Exps na VII Bienal de So Paulo,</p> <p>Foi homenageada com duas grandes exposies em So Paulo e no Rio de Janeiro.</p> <p>47</p> <p>1926 1928 1929 1930 1931 19351962 1963 1964 1969 1973</p> <p>40 42 43 44 45 4976 77 78 83 87</p> <p>Pintou Abaporu, iniciando a fase Antropofgica. Exps novamente na Galeria Perder, em Paris.</p> <p>Separou-se de Oswald de Andrade. Exps suas obras em importantes galerias do48</p> <p>Brasil e dos Estados Unidos.</p> <p>Participou da XXXII Bienal de Veneza,</p> <p>Pintou quadros e escreveu artigos para jornais. Onde ver Tarsila do Amaral No Brasil</p> <p>Faleceu em So Paulo.</p> <p>Casa Guilherme ae Almeiaa - So Paulo, SP Instituto Oe Estuos Brasileiros - USP - So Paulo, SP Museu e Arte Brasileira Oa Funao Armano lvares Penteao - So Paulo, SP Museu e Arte Contempornea da USP/MAC - So Paulo, SP Museu de Arte Moaerna Oa Bahia - Salvaor, BA Museu de Arte Moderna do Rio de Janeiro/MAM - Rio e Janeiro, RJ Palcio a Boa Vista. Governo o Estao e So Paulo - Campos o Joro, SP Palcio os Baneirantes. Governo do Estao de So Paulo - So Paulo, SP Pinacoteca do Estado de So Paulo - So Paulo, SP Pinacoteca Municipal/Centro Cultural So Paulo - So Paulo, SP Na Frana Museu de Grenoble</p> <p>49</p> <p>Na Rssia Museu Ermitage - So Petersburgo</p> <p>50</p> <p>6 Autorretrato ou Le manteau rouge -1923 - 71,5 x 60 cm - Museu Nacional de Belas Artes, RJ 10a A cuca -1924 - 60 x 72,5 cm Museu de Grenobie, Frana 10b A negra - 1923 - 100 x 80 cm Museu de Arte Contempornea da USP/MAC, SP 11 b Autorretrato - 1924 - 38 x 32,5 cm - Acervo Artstico- Cultural dos Palcios do Governo do Estado de So Paulo, SP 13 A caipirinha - 1923 - 60 x 81 cm Coleo particular 16a Morro da favela -1924 - 64 x 76 cm - Coleo particular 16b E.F.C.B. (Estrada de Ferro Central do Brasil) -1924 -142 x 127 cm - Museu de Arte Contempornea da USP/MAC, SP 17 Carnaval em Madureira - 1924 76 x 63 cm - Coleo particular 18 Abaporu - 1928 - 85 x 73 cm Coleo particular</p> <p>19a Floresta - 1929 - 63,9 x 76,2 cm Museu de Arte Contempornea da USP/MAC, SP 19b Sol poente - 1929 - 54 x 65 cm Coleo particular 20 Operrios -1933 -150 x 205 cm Acervo Arfstico-Cultural dos Palcios do Governo do Estado de So Paulo, SP 22b Palmeiras - 1925 - 86 x 73,5 cm Coleo particular 23a A boneca - 1928 - 60 x 45 cm Coleo particular 23b O touro (Boi na floresta) - 1928 50 x 61,2 cm - Museu de Arte Moderna da Bahia, Salvador 24 Segunda classe -1933 -110x151 cm - Coleo particular 24/25 A lua - 1928 - 110 x 110 cm Coleo particular 25 O mamoeiro - 1925 - 65 x 70 cm Instituto de Estudos Brasileiros da USP/IEB, SP - Coleo Artes Visuais 26a Antropofagia - 1929 - 126 x 142 cm - Coleo particular 26b Sem ttulo - 1935 -18,5 x 18 cm Coleo particular</p> <p>27a So Paulo - 1924 - 67 x 90 cm Pinacoteca do Estado de So Paulo, SP 27b Calmaria II - (Marinha) - 1929 - 75 x 93 cm - Acervo Artstico-Cultural dos Palcios do Governo do Estado de So Paulo, SP 28 Anjos - 1924 - 85,5 x 72,5 cm Coleo Gilberto Chateaubriand, Museu de Arte Moderna do Rio de Janeiro/MAM, RJ 29 Santa Irapitinga do Segredo - 1941 - 50 x 65 cm Acervo Artstico-Cultural dos Palcios do Governo do Estado de So Paulo, SP 30a Costureiras - 1936 - 73 x 100 cm Museu de Arte Contempornea da USP/MAC, SP 30b O touro (Paisagem com touro) - c. 1925 - 50 x 65,2 cm - Coleo Roberto Marinho 31 Vendedor de frutas - 1925 - 108,5 x 84,5 cm - Coleo Gilberto Chateaubriand/Museu de Arte Moderna do Rio de Janeiro/MAM, RJ</p> <p>Respostas Pgina 7</p> <p>1 Tarsila 2 Oswaido 3 Ceclia</p> <p>Pgina 9 Tarsila chegou a ter 40 gatos, que viviam soltos pela fazenda, Voc acertou? Pgina 14</p> <p>Integrantes da Comisso Organizadora da Semana de 22. Foto realizada no Hotel Terminus, em fevereiro de 1922:1 Francesco</p> <p>Pettinati, jornalista italiano 2 annimo 3 Ren Thollier 4 Manuel Bandeira 5 Afonso Schmidt 6 Paulo Prado 7 Graa Aranha 8 Manoel Vilaboim 9 Goffredo da Silva Telles 10 Couto de Barras 11 Mrio de Andrade 12 Cndido Mota Filho 13 Rubens Borba de Morais 14 Lus Aranha</p> <p>15 Tcito</p> <p>de Almeida 16 Oswald de Andrade</p> <p>Pginas 24 e 25 1 b 2c 3 a Pgina 33</p> <p>gato As costureir as</p> <p>sol/laranj a Antropofa gia</p> <p>pssaro O</p> <p>vendedor de frutas estrelas</p> <p>38</p> <p>Santa Irapiting</p> <p>a do Segredo</p> <p>casinha O mamoeir o</p> <p>plant a A cuca39</p> <p>BIBLIOGRAFIA AMARAL Aracy Abreu (texto); SALZTEIN, Snia (org.). Tarsila, anos 20. So Paulo, SESI Servio Social da Indstria, 1997, Catlogo da exposio. AMARAL, Aracy Abreu. Tarsila; sua obra e seu tempo. So Paulo, Patroc. TENENGE,1986, GOTLIB, Nia Battella. Tarsila do Amaral: a musa radiante. So Paulo, Brasiliense, 1983. (Coleo Encanto Raical) Tarsila. So Paulo, Arte Editora/Crculo do Livro, 1991.</p> <p>Tarsiia &amp;a, uuu}iua da primeira, ajsppsi uvdiiliduxtA mT^axis. Gahru0bT&gt;zr0uir. jnnl!Qtb.</p> <p>Crditos fotogrficos p.</p> <p>6, Autorretrato ou Le manteau rouge, Rmulo Fialdini p. 7, Henschel &amp; Cia,. Succ. T. Vollsach, So Paulo, 1892. Col. Guilherme Augusto do Amaral p. 10a, A cuca, Rmulo Fialdini p. 1 la, Col. Guilherme Augusto do Amaral p. 1 lb, Autorretrato, Mrcio Reis p. 13, A caipirinha, Rmulo Fialdini p. 14, Acervo Museu da Imagem e do Som - SP p. 16a, Morro da favela, Rmulo Fialdini p. 17, Carnaval em Madureira, Rmulo Fialdini p. 18, Abaporu, Rmulo Fialdini p. 19a, Floresta, Rmulo Fialdini p. 19b, Sol poente, Rmulo Fialdini p. 20, Operrios, Mrcio Reis p. 22b, Palmeiras, Rmulo Fialdini p. 23a, A boneca, Rmulo Fialdini p. 23b, O touro (Boi na floresta), Rmulo Fialdini</p> <p> p.</p> <p>24/25, A lua, Rmulo Fialdini p. 24, Segunda classe, Rmulo Fialdini p. 25, O mamoeiro, Cludio Pulhesi p. 26a, Antropofagia, Rmulo Fialdini p. 26b, Sem ttulo, Rmulo Fialdini p. 27a, So Paulo, Rmulo Fialdini p. 27b, Calmaria II (Marinha), Mrcio Reis p. 28, Anjos, Rmulo Fialdini p. 29, Santa Irapitinga do Segredo, Mrcio Reis p. 30a, Costureiras, Rmulo Fialdini p. 30b, O touro (Paisagem com touro), Pedro Oswaldo Cruz p. 31, Vende...</p>