EIV Vitta So Jos

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    ESTUDO DE IMPACTO DE VIZINHANA

    RESIDENCIAL VITTA SO JOS

    VITTA RESIDENCIAL

    BAURU, NOVEMBRO DE 2015.

  • 1

    SUMRIO

    1. RESUMO .............................................................................................................................. 3

    2. INTRODUO E OBJETIVOS DESTE TRABALHO ........................................................... 5

    2.1 Introduo .................................................................................................................... 5

    2.2 Objetivos ...................................................................................................................... 5

    3. ATENDIMENTO LEGISLAO VIGENTE ....................................................................... 8

    4. INFORMAES SOBRE O EMPREENDIMENTO ............................................................ 10

    4.1 Propriedade da rea a ser ocupada .......................................................................... 10

    4.2 Responsvel tcnico pelo empreendimento .............................................................. 10

    4.3 Responsvel tcnico pelo EIV ................................................................................... 10

    4.4 Caractersticas a rea ser ocupada ........................................................................... 10

    4.5 Informaes sobre o empreendimento ...................................................................... 16

    4.6 Descrio das reas e requisitos urbansticos do empreendimento ......................... 17

    4.7 Populao mxima e densidade habitacional ........................................................... 20

    4.8 Perfil do usurio ......................................................................................................... 21

    4.9 Prazo de execuo .................................................................................................... 21

    4.10 Sistema estrutural e construtivo ................................................................................. 21

    5. CARACTERIZAO DA REA DE VIZINHANA ............................................................. 23

    5.1 Definio da rea de estudo ...................................................................................... 23

    5.2 Infraestrutura urbana existente na rea de estudo .................................................... 24

    6. ANLISE DE IMPACTOS ................................................................................................... 32

    6.1 Gerao de emprego e renda .................................................................................... 32

    6.2 Incremento do comrcio e atrao por novos estabelecimentos .............................. 32

    6.3 Ocupao de vazio urbano ........................................................................................ 33

    6.4 Localizao conveniente na malhar urbana .............................................................. 33

    6.5 Qualidade de vida para os condminos .................................................................... 34

    6.6 Conexo da malha urbana ......................................................................................... 35

    6.7 Aumento de receita municipal .................................................................................... 36

    6.8 Valorizao imobiliria ............................................................................................... 36

    6.9 Aumento do fluxo de veculos nas vias durante as obras ......................................... 37

    6.10 Gerao e disposio de resduos slidos, orgnicos e reciclveis ......................... 37

    6.11 Gerao e disposio de resduos slidos da construo civil ................................. 38

    6.12 Aumento da demanda por servios pblicos ............................................................. 39

    6.13 Avaliao do impacto na infraestrutura urbana ......................................................... 41

    7. CONCLUSES ................................................................................................................... 44

    8. BIBLIOGRAFIA ................................................................................................................... 46

    9. ANEXOS ............................................................................................................................. 49

  • 2

    CAPTULO 1 RESUMO

  • 3

    1. RESUMO

    Este Estudo de Impacto de Vizinhana EIV visa a apresentar o

    Empreendimento Residencial Vitta So Jos bem como os provveis impactos

    positivos e negativos que a instalao deste empreendimento causar em sua

    regio de vizinhana.

    Para o caso dos impactos negativos, sero sugeridas medidas

    mitigadoras que tem como objetivo anular a ao negativa prevista, de forma a

    no comprometer em nenhuma fase do empreendimento, seja durante

    construo, seja durante a operao, a qualidade de vida dos moradores da

    regio.

    Aps a introduo (captulo 2), o trabalho apresenta as leis que esto

    sendo atendidas pelo empreendedor (captulo 3).

    O captulo 4 expe de forma detalhada as caractersticas do

    empreendimento em estudo, de forma a esclarecer questes fundamentais

    sobre sua natureza e ainda enfatizar que em nenhum momento, as legislaes

    municipais, estaduais ou federais, esto sendo desobedecidas pela empresa

    empreendedora. J o captulo 5 apresenta a caracterizao da vizinhana, com

    o intuito de demonstrar que o empreendimento est em harmonia com seu

    entorno.

    O captulo 6 apresenta a anlise dos impactos, tanto positivos, como

    negativos, em virtude da implantao do empreendimento. Para o caso de

    impactos negativos, so apresentadas as respectivas medidas mitigadoras.

    Finalmente o captulo 7 dedicado a concluir o trabalho, apresentando

    um balano entre prs e contras a respeito da implantao do empreendimento

    em estudo.

    Vale ressaltar que as anlises e dados presentes neste trabalho

    formam tratados com total imparcialidade, a fim de oferecer subsdios tcnicos

    e total transparncia para o processo de aprovao do empreendimento.

  • 4

    CAPTULO 2 INTRODUO E OBJETIVOS

    DESTE TRABALHO

  • 5

    2. INTRODUO E OBJETIVOS DESTE TRABALHO

    2.1 Introduo

    Novos empreendimentos, de forma geral, tendem a promover

    alteraes na paisagem urbana, as quais devem ser avaliadas quanto aos seus

    impactos, em especial os negativos, em sua rea de influncia direta e indireta.

    Desta forma, atendendo a solicitao dos rgos tcnicos da Prefeitura

    Municipal de Bauru, o Vitta Residencial, por meio da Barbato Estudos de

    Engenharia, desenvolveu este Estudo de Impacto de Vizinhana, que identifica,

    analisa e classifica os possveis impactos que sero causados na vizinhana

    do condomnio residencial que se pretende instalar.

    Entretanto, uma vez que a Prefeitura Municipal de Bauru no emitiu

    previamente as diretrizes de uso e ocupao do solo, nem tampouco as

    diretrizes urbansticas para elaborao de projetos, o empreendimento ser

    aqui apresentado no formato de Estudo de Viabilidade. Aps a emisso das

    diretrizes, ser elaborado o projeto urbanstico definitivo, e consequentemente

    todos os projetos complementares.

    2.2 Objetivos

    A Lei Federal n 10.257/200, conhecida por Estatuto da Cidade,

    apresenta o EIV - Estudo de Impacto de Vizinhana, como um mediador dos

    interesses privados dos empreendedores, e o direito qualidade de vida

    urbana daqueles que moram ou transitam em seu entorno. Esta a razo pela

    qual o EIV seja exigido por rgos pblicos municipais, como parte

    fundamental no processo de aprovao de empreendimentos que tenham

    potencial de causar impactos negativos vizinhana.

    O Estudo de Impacto de Vizinhana pode ser definido como documento

    tcnico a ser exigido, com base em lei municipal, para a concesso de licenas

    e autorizaes de construo, ampliao ou funcionamento de

    empreendimentos ou atividades que possam afetar a qualidade de vida da

    populao residente na rea ou nas proximidades.

  • 6

    Assim, o objetivo principal deste trabalho fazer um diagnstico das

    vantagens e desvantagens para a cidade e a regio, em virtude da implantao

    deste empreendimento.

    No que diz respeito s desvantagens diagnosticadas, aqui chamadas

    de impactos negativos, sero apresentadas medidas mitigadoras que as

    minimizem e at mesmo as anulem, de forma que o empreendimento

    pretendido no cause em nenhum momento, prejuzo cidade e em especial a

    populao local, mostrando assim a viabilidade sustentvel de sua

    implantao.

    O presente relatrio tambm tem como finalidade evidenciar que o

    empreendedor atender as exigncias dispostas nas leis municipais, estaduais

    e federais que versam sobre parcelamento, uso e ocupao do solo.

  • 7

    CAPTULO 3 ATENDIMENTO A

    LEGISLAO VIGENTE

  • 8

    3. ATENDIMENTO LEGISLAO VIGENTE

    O Empreendimento Residencial Vitta So Jos foi concebido a partir do

    que dispe as seguintes leis:

    Lei Federal no 6.766/79, alterada pela Lei no 9.785/99, que

    dispe sobre parcelamento de solo;

    Lei Federal no 4.771/65, que dispe sobre o Cdigo Florestal;

    Lei Municipal no 5.631, de 22 de agosto de 2008 - Institui o Plano

    Diretor Participativo do Municpio de Bauru.

    Lei Municipal no 2.339, de 15 de fevereiro de 1982. Estabelece

    normas para parcelamento, uso e ocupao do solo no

    Municpio de Bauru (com alteraes feitas pela Lei no 2.407/82).

    A elaborao deste EIV atende o que est disposto na Lei Municipal no

    6.626, de 18 de fevereiro de 2015, que dispe sobre obrigatoriedade da

    elaborao de Estudo de Impacto de Vizinhana no Municpio de Bauru.

  • 9

    CAPTULO 4

    INFORMAES SOBRE O EMPREENDIMENTO

  • 10

    4. INFORMAES SOBRE O EMPREENDIMENTO

    4.1 Propriedade da rea a ser ocupada

    Vitta Residencial

    Rua. Luso Brasileira, 4-44, Sala. 712. Jd. Estoril IV | Bauru/SP

    Contato: Enga Civil Bruna Leme

    Telefone: (14) 3245-0061

    e-mail: bruna.leme@bild.com.br

    4.2 Responsvel tcnico pelo empreendimento

    Eng. Civil Mauri Ramos Andrade Leite

    CREA: 5062343501

    4.3 Responsvel tcnico pelo EIV

    Enga Civil Christiana Barbato Montmorency

    CREA 5061016783

    ART: 92221220151479156 (anexo 1)

    4.4 Caractersticas a rea ser ocupada

    Trata-se de um lote de 141.453,93 m de rea superficial, registrado

    sob matrcula no 84.553 no 2o Cartrio de Registro de Imveis e Anexos de

    Bauru SP (anexo 2). No entanto, a gleba passar por retificao

    administrativa que culminar na reduo de sua rea para aproximadamente

    131.072,13 m.

    Segundo a Lei Municipal no 5.631 de 22 de agosto de 2008 Plano

    Diretor Participativo de Bauru, em relao ao macrozoneamento urbano, a rea

    est inserida na Macrozona II - Zona Consolidada - ZC. Esta zona

    caracterizada por rea razoavelmente servida de infraestrutura e equipamentos

    sociais, de uso misto com comrcio local diversificado, acessibilidade

  • 11

    dificultada pelas barreiras dos crregos, ferrovias e rodovias e carncia de

    reas pblicas para recreao e lazer, com poucos vazios urbanos. A Figura 1

    apresenta a localizao do empreendimento dentro do mapa de

    macrozoneamento urbano da cidade de Bauru.

    Figura 1: localizao do empreendimento em relao ao macrozoneamento urbano. Fonte: Lei Municipal no 5.631.

    Porm, a Lei no 2.339 - Normas Para Parcelamento, Uso e Ocupao do

    Solo no Municpio de Bauru, de 15 de fevereiro de 1982, portanto anterior ao

    Plano Diretor Participativo, define que, em relao ao zoneamento urbano, o

    empreendimento estar inserido na Zona de Servios - ZS.

    A Figura 2 apresenta a localizao terreno em relao a malha urbana,

    conforme o projeto pr-urbanstico, apresentada no anexo 3 deste documento.

  • 12

    Figura 2: localizao terreno em relao a malha urbana do municpio de Bauru. Fonte: Google Earth, 2015.

  • 13

    As figuras de 3 a 9 apresentam diversas imagens da gleba.

    Figura 3: linha de transmisso de energia eltrica.

    Figura 4:vista interna da gleba.

  • 14

    Figura 5:vista interna rvores a serem suprimidas.

    Figura 6:vista interna acmulo de lixo.

  • 15

    Figura 7: edificao a ser demolida.

    Figura 8:vista externa Av. Francisco Silvestre.

  • 16

    Figura 9:vista interna.

    O documento intitulado Laudo de Caracterizao Ambiental, anexo 4,

    apresenta a caracterizao completa do terreno e informa que h APP (rea de

    Preservao Permanente). Neste documento constatada a inexistncia de

    fragmentos de vegetao nativa na gleba, alm disso, so listadas as espcies

    exticas encontradas, bem como as medidas compensatrias que devero ser

    adotadas para viabilizar a remoo destes exemplares.

    4.5 Informaes sobre o empreendimento

    Reiterando o exposto no item 2.1 deste EIV, em decorrncia das

    ausncia de diretrizes urbansticas, as informaes sobre o empreendimento

    sero fornecidadas a partir do Estudo de Viabilidade(anexo 3), podendo ser

    alterado aps a emissio do documento.

    Em princpio, trata-se da implantao de condomnio residencial que,

    segundo a Lei Municipal no 2.339, enquadra-se no tipo de uso R3.01

    Conjunto Residencial em Condomnio. Neste condomnio est previsto, pela

    empresa empreendedora, a construo de 1.620 unidades.

  • 17

    A previso que o empreendimento seja composto por 4 condomnios,

    formados por edifcios de 5 andares, com 4 apartamentos por andar,

    totalizando 20 unidades habitacionais por edifcio, totalizando assim os 1.620

    apartamentos.

    No Estudo de Viabilidade foi definido que cada unidade ter dois

    dormitrios. A Tabela 1 resume as principais informaes do condomnio

    residencial.

    Est previsto no Estudo de Viabilidade(anexo 3) um lote comercial

    com rea de 6.481,25m2.

    Tabela 1: informaes sobre o empreendimento (anexo 3).

    Nmero de condomnios 4

    Condomnio 1 UH 420

    Condomnio 2 UH 460

    Condomnio 3 UH 360

    Condomnio 4 UH 380

    Total de unidades habitacionais 1.620

    Vagas comuns - moradores 1.620

    Cada condomnio aferecer 20 unidades adaptadas para Portadores de

    necessidades especiais, totalizando 80 unidades PNE. Esse valor atende ao

    minimo exigido por legislao.

    4.6 Descrio das reas e requisitos urbansticos do empreendimento

    As Tabelas 2 e 3, a seguir, apresentam informaes sobre as reas e

    ndices urbansticos do empreendimento dever respeitar, em funo da lei de

    zonemanto do municpio.

    Tabela 2: quadro de reas (conforme Estudo de Viabilidade anexo 3).

    1. rea da gleba 131.072,13

    2. rea dos lotes residenciais 76.275,95

    3. rea do lote comercial 6.481,25m2

  • 18

    4. reas Pblicas 48.314,39

    4.1 rea verde/sistema de lazer 25.154,54

    4.2 rea Institucional 6.480,00

    4.4 Doao do Sistema virio 16.679,85

    De acordo com a Lei Municipal no 5.631 de 22 de agosto de 2008

    Plano Diretor Participativo de Bauru, o empreendimento enquadra-se em uma

    Zona Consolidada, caracterizada pelo uso misto do solo, onde define-se o

    Coeficiente de Aproveitamento C.A. bsico igual a 2,5.

    Porm, como citado anteriormente, a Lei no2.339 - Normas Para

    Parcelamento, Uso e Ocupao do Solo no Municpio de Bauru, de 15 de

    fevereiro de 1982, anterior ao Plano Diretor Participativo Consultando a Lei,

    classifica a rea do empreendimento como Zona de Servios. A Figura 10

    apresenta o Quadro 9, extrado da Lei Municipal no 2.339 em que mostra as

    condicionantes dos tipos de uso e a ZS.

  • 19

    Figura 10: Quadro 12 da Lei Municipal no 2.339.

    Assim, conforme o quadro da Figura 10, o uso R3 Residencial, tem

    condio permissvel dentro da ZS, desde que seja obedecida a legislao

    especfica quanto a ocupao da rea (observao no 2 do quadro). Desse

    modo, o empreendimento dever respeitar os parmetros definidos no Captulo

    VII, da Lei no 2.339.

    Em consulta aos tcnicos da SEPLAN, foi informado que para

    empreendimentos do tipo R3.01, os ndices que devero ser obedecidos so:

    CA =1 e TO 2/3.

    A tabela 3 apresenta os ndices urbansticos do Residencial Vitta So

    Jos, em funo do zoneamento urbano.

    Tabela 3: coeficientes urbansticos Vitta So Jos (anexo 3).

    Coeficiente de Aproveitamento

    Taxa Ocupao

    0,62 13,47%

  • 20

    Assim, os valores dos ndices obtidos pelo clculo das reas do

    empreendimento, so todos inferiores aos exigidos pela legislao.

    4.7 Populao mxima e densidade habitacional

    O clculo da populao ser feito admitindo que cada unidade ser

    ocupada por, no mximo, 4 habitantes. Para os funcionrios domsticos foi

    adotado o valor de 01 empregado para cada 05 unidades habitacionais. Para

    dimensionar o nmero de funcionrios ocupados nas atividades de apoio

    todo empreendimento, como segurana, limpeza e manuteno, estimou-se a

    taxa de 1 funcionrio para cada 25 unidades, ou seja, 0,04

    funcionrios/unidade, totalizando 65 pessoas, conforme resumido na tabela 4.

    Tabela 4: ocupao mxima do condomnio.

    Ocupao (pessoas)

    Residentes 6.480

    Funcionrios domsticos 324

    Funcionrios do condomnio 65

    Ocupao total 6.869

    Assim, o valor total do adensamento da regio por conta da instalao

    do Empreendimento Residencial Vitta So Jos, pode assumir o valor mximo

    de 6.869 pessoas. Considerando o adensamento calculado, tem-se que a

    densidade habitacional ser de 524 pessoas por hectare, ou seja,

    6.869 pessoas/13.1 ha.

  • 21

    4.8 Perfil do usurio

    Est previsto que a renda familiar mensal do morador do

    empreendimento seja entre 3 e 6 salrios mnimos. Cada cliente poder ou no

    contar com algum tipo de subsdio, em funo de anlise de sua renda familiar.

    4.9 Prazo de execuo

    O prazo para execuo das obras do empreendimento est estimado

    em 78 meses a contar a partir da aprovao do projeto pela Prefeitura

    Municipal de Bauru. O anexo 5 apresenta o cronograma resumido das obras de

    implantao do empreendimento Residencial Vitta So Jos.

    4.10 Sistema estrutural e construtivo

    Todos os edifcios que compe as 1.620 unidades habitacionais sero

    construdos com Alvenaria Estrutural. Este sistema estrutural perfeitamente

    adequado para a proposta do empreendimento, em que os edifcios sero de 5

    pavimentos: trreo + 4 andares, alm de proporcionar grande agilidade nas

    obras.

  • 22

    CAPTULO 5 CARACTERIZAO DA REA DE VIZINHANA

  • 23

    5. CARACTERIZAO DA REA DE VIZINHANA

    5.1 Definio da rea de estudo

    A rea de influncia de um empreendimento para um estudo ambiental

    pode ser descrita como o espao passvel de alteraes em seus meios fsico,

    bitico e/ou socioeconmico, decorrentes da sua implantao e/ou operao.

    A delimitao das reas de influncia determinante para todo o trabalho, uma

    vez que somente aps esta etapa, possvel orientar as diferentes anlises

    temticas, bem como a intensidade dos impactos e a sua natureza.

    Define-se vizinhana como sendo o meio humano e meio fsico onde

    convive o agrupamento populacional que sofrer os impactos de um projeto ou

    empreendimento. Considera-se vizinhana imediata aquela instalada no(s)

    lote(s) e ou quadra(s) em que o empreendimento proposto se localiza e

    vizinhana mediata aquela situada na rea de influncia do projeto e que

    pode por ele ser atingida.

    Entende-se assim que a rea de vizinhana imediata corresponde a

    rea que ser efetivamente afetada pela instalao do empreendimento e que

    sofrer impactos diretos de sua implantao e operao, ou seja, o prprio

    limite do empreendimento, neste caso representa a quadra onde ser

    instalado.

    J a rea de vizinhana mediata corresponde ao territrio no entorno

    da rea que ser afetada pelo empreendimento. De acordo com estudos

    realizados, esta rea de influncia pode variar de 1 a 3 km, se considerarmos

    os deslocamentos a p. Para este estudo, por conta da configurao da malha

    viria, essa rea corresponde a um raio de 1km a partir do ponto de acesso do

    empreendimento. Dentro deste raio previsto o maior impacto, bem como uma

    maior demanda por equipamentos pblicos.

    Neste trabalho tambm foi considerada o raio de 1,5 km, como uma

    rea de influncia secundria, porm como menor impacto aos equipamentos

    pblicos. Estas reas so representadas no anexo 6, deste documento.

    importante ressaltar que apesar do empreendimento estar prximo a

    Rodovia Marechal Rondon, a mesma no limitou a rea de influncia.

  • 24

    Esta considerao se justifica pelo potencial de impacto do

    empreendimento e a existncia de uma passarela de pedestres prximo ao

    residencial.

    Nestas reas de influncia sero contemplados os seguintes

    loteamentos: Chcara das Flores, Parque City, Residencial Parque Colina

    Verde,Chcara Gigo, Parque das Perdizes, Residencial Nova Flrida, Novo

    Jardim Pagani, Residencial Santa Ceclia, Parque Santa Ceclia, Parque So

    Geraldo, Parque So Cristovo, Parque Novo So Geraldo, Jardim Maria

    Anglica, Jardim Godoy, Parque Residencial do Castelo, Jardim Hojas, parque

    Alto Sumar, Parque Vista Alegre, Parque Floresta, Vila Gimenes, Vila

    Formosa, Jardim Araruna, Bairro Madureira, Vila Formosa, Jardim Flrida,

    Parque Residencial Jardim Araruna, Ncleo Habitacional Eldourado, Vila

    Conceio, Vila Nova Santa Luzia, Parque dos Eucaliptos, Jardim Silvestre e

    Ncleo Habitacional Nobuji Nagasawa.

    5.2 Infraestrutura urbana existente na rea de estudo

    5.2.1 Abastecimento de gua, coleta e tratamento de esgoto

    No que se refere a abastecimento de gua, segundo o IBGE, o nmero

    de economias abastecidas, de economias ativas abastecidas e de domiclios

    corresponde, no municpio de Bauru, a 140.370 unidades, sendo 100.442

    unidades residenciais. A cidade conta com a distribuio de gua 100%

    tratada, com valor aproximado de 104.164m3 por dia. Estes dados podem ser

    consultados no link abaixo:

    http://cidades.ibge.gov.br/xtras/temas.php?lang=&codmun=350600&idtema=20

    &search=sao-paulo|bauru|pesquisa-nacional-de-saneamento-basico-2008.

    Ainda de acordo com o IBGE, a cidade executa a coleta de 100% do

    esgoto domstico, porm ainda no h o tratamento adequado dos resduos.

  • 25

    5.2.2 Distribuio de energia eltrica

    A energia eltrica distribuda no municpio de responsabilidade da

    Concessionria Companhia Paulista de Fora e Luz CPFL, que atende a

    usurios tanto de residncias, indstrias e estabelecimentos comerciais ou de

    servios, incluindo a regio do empreendimento em anlise, com

    aproximadamente 141.000 ligaes em todo o municpio.

    Na principal via de acesso ao empreendimento, Rua Darci Csar

    Improta encontra-se a linha de transmisso de energia eltrica Figura 11.

    Figura 11: linha de transmisso de energia eltrica.

    5.2.3 Sistema Virio e de Trnsito

    O anexo 7 apresenta a anlise completa realizada em relao ao

    sistema de trnsito da rea de vizinhana estudada, bem como as medidas

    para mitigar os impactos previstos.

  • 26

    5.2.4 Equipamentos pblicos de educao e sade

    O anexo 8 apresenta o mapa da regio de vizinhana do

    empreendimento com identificao dos pontos onde h equipamentos de

    educao e sade.

    Na rea de influncia onde ocorrer o maior impacto em relao ao uso

    de equipamentos urbanos delimitada por um raio de 1 km. Est regio

    prxima ao empreendimento servida por 4 equipamento pblico de educao

    infantil EMEI Dorival Teixeira de Godoy, EMEI Adna Kamla Faina, EMEII

    Irene Ferreira Chermont e Colgio Espao Criana, e 3 equipamentos pblicos

    de ensino fundamental e mdio EMEF Antonio Guedes de Azevedo, EMEF

    Cnego Anbal Difrncia e EMEF Padre Antonio Jorge Lima.

    O equipamento de sade existente dentro da rea de influncia do

    empreendimento o Ncleo de Sade Parque Vista Alegre - Dr. Sebastio G.

    Cavalli.

    Na rea de influncia onde espera-se um impacto de intensidade

    menor, delimitada pela diferena do raio de 1km e 1,5 km, a partir do ponto

    de acesso do empreendimento. Esta rea servida por 4 equipamentos

    pblicos de educao infantil EMEI Jayme Bichusky, EMEI Orlando Silveira

    Martins, Colgio Balo Encantado e Colgio Gerao, 3 equipamentos pblicos

    de ensino fundamental e mdio EMEF Carolina Lopes de Almeida, EMEF

    Joaquim Rodrigues Madureira e EMEF Tereza Tarzia. Existe nesta regio 1

    equipamento de ensino superior Faculdade Anhanguera de Bauru.

    A rea de influncia tambm contempla o equipamento pblico de

    sade entitulado Ncleo de Sade Godoy Dr. Osires Domingues.

  • 27

    Figura 12:escola estadual.

    Figura 13: escola municipal de educao infantil.

    Figura 14: Ncleo de Sade Parque Vista Alegre - Dr. Sebastio G. Cavalli.

  • 28

    5.2.5 Indstria, comrcio e prestao de servios

    A regio do empreendimento caracterizada pelo uso misto do solo,

    que tem como vantagem a proximidade entre pontos de interesse da

    populao, facilitando assim seu deslocamento.

    A regio apresenta diversidade em comrcio e prestao de servios,

    como lojas de vesturios, comrcio de hortifrutigranjeiros, oficinas mecnicas,

    sales de esttica, lanchonetes, postos de combustveis e etc.

    A maior parte das atividades citadas concentram-se ao longo da Av.

    Cel. Antonio vila Rebolas, formando assim um grande eixo de oferta de

    servios e comrcio. As Figuras de 15 a 18 apresentam alguns

    estabelecimentos localizados Av. Cel. Antonio vila Rebolas.

    Figura 15: posto de combustvel.

  • 29

    Figura 16: bar e lanchonete.

    Figura 17: comrcio de brinquedos.

  • 30

    Figura 18: papelaria e padaria.

    A regio de influncia tambm contemplada por uma praa pblica,

    ricamente arborizada Figura 19.

    Figura 19: Praa pblica R.Cel.Antnio vila Rebolas x R.Severino Dantas de Sousa.

  • 31

    CAPTULO 6 ANLISE DE IMPACTOS

  • 32

    6. ANLISE DE IMPACTOS

    6.1 Gerao de emprego e renda

    As obras que transformaro a gleba em um empreendimento

    residencial, apto a ser comercializado, abriro novas vagas para contratao

    de funcionrios diretos. So profissionais do setor da construo civil, como

    engenheiros civis, arquitetos, tecnlogos em edificaes, pedreiros, serventes,

    motoristas, topgrafos, eletricistas, etc. Existe ainda a possibilidade de abertura

    de muitas vagas para contrataes indiretas, caracterstica tradicional do setor.

    Em consulta ao empreendedor, foi informado que empreendimentos

    desta natureza e deste porte, so capazes de gerar 120 empregos formais

    diretos a cada 200 unidades habitacionais, ou seja, aproximadamente 970

    novos postos de trabalho.

    A estimativa de clculo das contrataes indiretas de 3 novos postos

    de trabalho para cada 1 emprego direto, totalizando assim 2.910 novas vagas.

    Durante a fase de operao haver ainda a criao de outros novos

    postos definitivos de trabalho para suprir a demanda por funcionrios para

    manuteno e servios do prprio condomnio, como pessoal de limpeza,

    segurana e manuteno, alm de empregados domsticos. Estima-se que ao

    todo sero 65 novos postos de trabalhos permanentes por conta do

    funcionamento dos condomnios (tabela 4). Assim a gerao de novas vagas e

    todos os efeitos benficos causados pela criao de novos postos de trabalho,

    acaba por incidir de forma positiva na economia local.

    Tipo do impacto: positivo

    6.2 Incremento do comrcio e atrao por novos estabelecimentos

    Como mostrado no item 5.2.5, a regio de vizinhana caracterizada

    por atividades comerciais e de prestao de servios, especialmente

    concentradas ao longo da Av. Antnio vila Rebolas.

  • 33

    O adensamento populacional incidir na insero de novas atividades

    econmicas na regio de vizinhana mediata ao empreendimento,

    provavelmente ao longo do prolongamento da Av.Darcy Improta, criando assim

    um novo eixo de comrcio e servios para o morador da regio de vizinhana.

    Desta forma, alm do aquecimento da economia local, a populao

    residente na rea de vizinhana se beneficiar com a melhoria na oferta de

    comrcio e servios sem a necessidade de se deslocar para bairros vizinhos,

    reduzindo assim o nmero de viagens realizadas por meios motorizados.

    Tipo do impacto: positivo

    6.3 Ocupao de vazio urbano

    A rea a ser ocupada possui caractersticas de vazio urbano, ou seja,

    um espao no edificado e no qualificado como rea livre, dentro do permetro

    urbano, porm, com grande potencial de implementao de reas construdas,

    pois j dispe de infraestrutura bsica instalada, o que facilita e incentiva sua

    ocupao.

    Assim, para o desenvolvimento urbano da cidade, extremamente

    positivo que reas ociosas sejam ocupadas, ou invs de se levar novos

    servios de infraestrutura para implantao de conjuntos residenciais distantes

    do centro urbano.

    Tipo do impacto: positivo.

    6.4 Localizao conveniente na malhar urbana

    No que diz respeito a integrao da regio do empreendimento ao

    restante da cidade, nota-se que sua localizao extremamente privilegiada.

    O empreendimento fica prximo rodovia Marechal Rondon (SP300),

    que uma das principais vias do municpio de Bauru. Esta rodovia garante o

    acesso a zona industrial e a zona central da cidade. Alm disso, o acesso a

  • 34

    zona industrial pode ser realizado por meio de vias locais e coletoras, sem a

    necessidade de passar pela zona central da cidade.

    A convenincia da localizao ainda ressaltada pela proximidade ao

    Distrito Industrial, uma vez que o perfil scio econmico do futuro morador

    compatvel com renda familiar entre 3 e 6 salrios mnimos e se enquadra no

    perfil do funcionrio das indstrias da regio.

    Essa proximidade ao local do trabalho trs alguns benefcios para o

    trabalhador, uma vez que um curto trajeto casa-trabalho promove a economia

    de tempo e dinheiro nos deslocamentos. O trabalhador tambm correr menos

    risco de se envolver em acidentes de trajeto (acidentes de trnsito que

    acontecem no deslocamento casa-trabalho) uma vez que estar menos tempo

    exposto ao trnsito.

    Outro ponto a ser ressaltado a disponibilidade de uma passarelas de

    pedestres, sobre a Rod. Marechal Rondon (SP300) e a Rod. Cezrio Jos de

    Castilho (SP301), prximo ao empreendimento. Estas passarelas permitiro a

    integrao do pedestre entre as reas, prximas ao empreendimento, que so

    cortadas pelas rodovias.

    Tipo do impacto: positivo.

    6.5 Qualidade de vida para os condminos

    Este empreendimento residencial oferecer vrios benefcios para seus

    moradores, como segurana interna 24 horas, possibilidade de desfrutar de

    reas de lazer compartilhadas para adultos e crianas, baixas taxas de

    condomnio, formao de servios de convenincia no entorno do

    empreendimento, gerando comodidade aos moradores, entre outras

    facilidades. Estes benefcios incidiro em elevada qualidade de vida da

    populao residente deste empreendimento.

    Tipo do impacto: positivo.

  • 35

    6.6 Conexo da malha urbana

    A rea da gleba que ser loteada (rea de 131.072,13 m2), fragmenta o

    tecido urbano Figura 20. Aps a implantao do loteamento, conforme

    proposto no Estudo de Viabilidade ocorrer a ligao entre os pontos

    extremos da gleba Figura 21.

    Figura 20: tecido urbano fragmentado pela gleba.

    Figura 21: proposta de loteamento da gleba, com insero de sistema virio de uso pblico.

    Tipo do impacto: positivo.

  • 36

    6.7 Aumento de receita municipal

    Por se tratar de rea cuja propriedade era de instituio filantrpica

    Instituto das Apstolas do Sagrado Corao de Jesus, o imvel no gerava

    arrecadao de tributos municipais. Uma vez implantadas e ocupadas as 1.620

    unidades habitacionais, estima-se que haver arrecadao de

    aproximadamente R$ 678.780,00 anuais, considerando R$ 419,00 por unidade

    habitacional por ano.

    Deve-se considerar tambm que, uma vez que o terreno passou a ser de

    propriedade no filantrpica, j houve incidncia de tributao municipal. Ou

    seja, mesmo antes da entrega das unidades habitacionais, o futuro

    empreendimento j colabora com arrecadao de imposto municipal.

    Tipo do impacto: positivo.

    6.8 Valorizao imobiliria

    A valorizao imobiliria que um empreendimento desta natureza trar

    para a regio tambm deve ser considerada um impacto. Deve-se isso ao fato

    de que as caractersticas inerentes as de um condomnio fechado, descritas no

    item 6.5, tendem a elevar naturalmente o valor dos imveis em seu entorno por

    oferecer uma proposta de moradia que agregue qualidades como conforto,

    segurana e lazer.

    Considera-se tambm que a atrao por novos postos de comrcio e

    servios, descritos no item 6.2, advindo da implantao do empreendimento,

    tambm incidir na valorizao de imveis. Os moradores da rea de

    vizinhana passaro a ter acesso a servios e comrcio que hoje exigem seu

    deslocamento, principalmente em se tratando de imveis distantes das zonas

    centrais.

    Para que haja de fato a valorizao imobiliria aqui descrita,

    necessrio observar, no entanto, que este processo estar vinculado

  • 37

    possibilidade legal de se instalar na rea de vizinhana os servios acessrios

    indicados no item 6.2.

    Tipo do impacto: positivo

    6.9 Aumento do fluxo de veculos nas vias durante as obras

    O aumento do fluxo de veculos em uma via pode gerar risco de

    acidentes de trnsito, entre outros problemas causados pelo aumento de

    trfego. Trata-se, porm, de um impacto inevitvel gerado pela implantao de

    empreendimentos que envolvam movimentao de terra.

    Tipo do impacto: negativo

    Medidas mitigadoras propostas:

    estabelecer entendimentos com o Departamento de Trnsito de Bauru, a

    fim de adotar medidas para o correto uso das vias no entorno ao

    empreendimento, como, por exemplo, definir horrios especficos para o

    trnsito de veculos pesados e mquinas, de forma a garantir no

    somente a fluidez, como tambm a segurana dos usurios da via

    (pedestres, condutores, ciclistas, etc.);

    alm de especificar os horrios que os veculos de grande porte e as

    mquinas podero circular nas vias pblicas (entre 7h e 17h), sero

    utilizadas preferencialmente vias de acesso principal e no as vias de

    acesso local ao empreendimento;

    o empreendedor se responsabilizar por toda a sinalizao de trnsito

    de obra, respeitando a lei federal no 9.503 Cdigo de Trnsito

    Brasileiro.

    6.10 Gerao e disposio de resduos slidos, orgnicos e reciclveis

    Durante a fase de operao, e tratando-se de um empreendimento

    estritamente residencial, os resduos slidos, orgnicos e reciclveis gerados,

  • 38

    apesar do volume acentuado, se constituem de lixo domiciliar, passvel de ser

    retirado pelo servio municipal de coleta. Prev-se se a gerao de 6.480 kg de

    lixo por dia (1,0 kg.hab/dia para unidades residenciais).

    Tipo de impacto: negativo

    Medidas mitigadoras propostas:

    Durante a fase de operao do empreendimento, o lixo domiciliar

    orgnico gerado devera ser armazenado em compartimentos

    apropriados, em reas internas ao terreno, com desratizao peridica e

    separao do chorume, antes de ser retirado pelo servio pblico de

    coleta.

    O chorume devera ser estocado em tambores, para ser retirado pelo

    servio pblico de coleta. Devero ser dispostas lixeiras seletivas nas

    reas externas do empreendimento, e os resduos slidos reciclveis

    coletados das lixeiras tambm devero ser estocados em

    compartimentos apropriados, para posterior retirada pelo servio

    municipal de coleta seletiva. Em nenhuma hiptese, os resduos slidos

    podero ser dispostos a cu aberto ou incinerados.

    Sugere-se que sejam feitas campanhas educativas junto aos moradores,

    quanto necessidade de separao do lixo orgnico e do lixo reciclvel.

    6.11 Gerao e disposio de resduos slidos da construo civil

    O Vitta Residencial desenvolveu para o empreendimento Vitta So Jos o

    Plano de Gerenciamento de Resduos da Construo Civil GRCC, anexo 9.

    Uma das condutas preconizadas pelo GRCC que, antes do descarte, os

    resduos passaro por triagem e, na medida do possvel, sejam encaminhados

    para reciclagem. Esta e outras condutas sero detalhadas pelo GRCC a ser

    desenvolvido especificamente para este empreendimento.

    Para que seja dado o correto destino aos resduos da implantao do

    empreendimento, o GRCC identifica os agentes licenciados responsveis pelo

  • 39

    fluxo dos resduos da construo, como tambm as reas receptoras dos

    resduos.

    Tipo de impacto: neutro.

    6.12 Aumento da demanda por servios pblicos

    6.12.1 Equipamentos de educao

    Por conta de tratar-se de empreendimento residencial com potencial

    para adensamento populacional, esperado que haja, ao final de sua

    ocupao, incremento do nmero de moradores que atualmente no so

    contabilizados na rea de influncia, conforme mostra a tabela 4.

    A consequncia imediata do aumento de moradores em uma regio

    que haver maior procura pelos servios pblicos oferecidos pelo municpio,

    em especial os servios de sade e educao.

    A tabela a seguir exibe uma estimativa de quantos sero os futuros

    clientes das instituies de ensino, em funo do registro de matrculas

    realizadas no municpio, no ano de 2012, disponvel em

    http://cidades.ibge.gov.br/xtras/temas.php?lang=&codmun=350600&idt

    ema=117&search=sao-paulo|bauru|ensino-matriculas-docentes-e-rede-escolar-

    2012

    Tabela 6: dados sobre educao pblica em Bauru e estimativa do nmero de estudantes no empreendimento.

    Nmero de matrculas no municpio (IBGE, 2012)

    Percentual em relao

    populao de 2012 (%)

    Estimativa de pessoas em fase

    escolar no empreendimento

    Matrculas na Pr-Escola (rede municipal)

    4.354 1,23 79

    Ensino Fundamental (rede municipal)

    8.713 2,46 159

    Ensino Fundamental (rede estadual)

    25.988 7,34 475

  • 40

    Segundo a tabela 6, seriam necessrias um total de 713 vagas para

    alunos do ensino infantil e fundamental. Como listado no Item 5.2.4, para os 79

    alunos, entre as idades de zero a 5 anos, h 8 (oito) EMEIs dentro da rea de

    influncia. J para os 634 alunos, distribudos entre escolas municipais e

    estaduais e com idade entre os 6 e 14 anos, h 6 (seis) escolas de ensino

    mdio e fundamental prximos ao empreendimento.

    Importante ressaltar que existem inmeros casos em que, mesmo

    havendo a mudana da famlia para um novo endereo, o estudante se

    mantm matriculado na escola em que vem frequentando ao longo de sua vida

    escolar.

    de suma importncia comentar que as crianas em idade escolar j

    esto matriculadas em alguma unidade escolar no municpio de Bauru. Assim,

    a implantao de um empreendimento residencial causa somente um rearranjo

    geogrfico dos estudantes entre as escolas. O empreendimento por si s no

    aumenta a demanda por vagas do municpio.

    Tipo do impacto: a ser avaliado junto a Secretaria Municipal de

    Educao, dada a grande oferta de escolas da regio.

    6.12.2 Equipamentos de sade

    A regio de influncia do empreendimento oferece duas unidades de

    sade, Ncleo de Sade Parque Vista Alegre - Dr. Sebastio G. Cavalli e

    Ncleo de Sade Godoy Dr. Osires Domingues, conforme informado no item

    5.2.4 e apresentado no anexo 8.

    Tipo do impacto: a ser avaliado junto a Secretaria Municipal de

    Sade.

  • 41

    6.13 Avaliao do impacto na infraestrutura urbana

    6.13.1 Abastecimento de gua, coleta e tratamento de esgoto.

    Em virtude da ocupao da rea em estudo, haver aumento do

    consumo de gua tratada, bem como aumento na produo de esgoto.

    Assim, ao ser consultado pelo empreendedor, o Departamento guas e

    Esgoto de Bauru DAE, emitiu o documento Declarao de Viabilidade

    Tcnica no008/2015 (anexo 10) em que atesta a viabilidade de atendimento da

    nova demanda, e aponta orientaes de devem ser seguidas na elaborao

    dos projetos e durante a execuo das obras.

    Aponta ainda os valores de contrapartida que devero ser repassados

    ao municpio para serem investidos em melhorias nas redes de abastecimento

    de gua e coleta de esgoto.

    Tipo do impacto: neutro.

    6.13.2 Fornecimento de energia eltrica

    Assim como em relao ao abastecimento de gua e coleta de esgoto,

    a Concessionria CPFL Paulista emitiu o documento Carta

    n.00017/2015/DPLD (anexo 11) em que declara a viabilidade de atendimento

    para a nova demanda de consumo de energia eltrica na rea de influncia do

    empreendimento, alm definir recomendaes tcnicas para elaborao de

    projetos e execuo de obras.

    Tipo do impacto: neutro.

    6.13.3 Impermeabilizao do solo

    Por se tratar ainda de Estudo de Viabilidade, o projeto de drenagem

    das guas pluviais, bem como o dimensionamento das bacias de conteno,

    somente sero confeccionado aps a emisso das diretrizes para execuo de

  • 42

    projeto de galeria de guas pluviais, a ser emitido pela Secretarias de Obras.

    Porm, o empreendedor se compromete a mitigar integralmente o impacto da

    impermeabilizao do solo, por meio da elaborao de projetos e construo

    das obras de drenagem.

    Tipo do impacto: neutro.

  • 43

    CAPTULO 7 CONCLUSES

  • 44

    7. CONCLUSES

    Este Estudo de Impacto de Vizinhana teve como objetivo, alm de

    apresentar o Empreendimento Vitta So Jos, identificar os impactos positivos,

    negativos e neutros de sua implantao e de sua operao.

    Foram identificados os 8 impactos positivos: gerao de emprego e

    renda, incremento do comrcio e atrao por novos estabelecimentos,

    ocupao de vazio urbano, localizao conveniente na malhar urbana,

    qualidade de vida para os condminos, conexo da malha urbana, aumento de

    receita municipal e valorizao imobiliria.

    J os negativos se resumem a: aumento do fluxo de veculos nas vias

    durante as obras, gerao e disposio de resduos slidos e orgnicos e

    reciclveis (fase de operao) e gerao e disposio de resduos slidos da

    construo civil (fase de implantao). Para os impactos negativos foram

    sugeridas as aes adequadas para sua mitigao.

    Foram identificados trs impactos neutros. O abastecimento de gua,

    coleta e tratamento de esgoto e o fornecimento de energia eltrica, so de

    responsabilidade do DAE e CPFL respectivamente, e so considerados

    impactos neutros pois as empresas responsveis por estes servios atestaram

    a viabilidade de atendimento da demanda que ser deslocada para a regio. O

    terceiro impacto neutro refere-se a impermeabilizao do solo, porm, os

    projetos e obras de drenagem iro mitigar esse impacto por completo.

    Assim, de acordo com o exposto, conclui-se que a implantao de um

    empreendimento residencial deste porte dever atrair melhorias relevantes

    para rea de vizinhana trazendo benefcios importantes para a regio de

    vizinhana de forma a contribuir com a melhoria da qualidade de vida da

    populao, no s dos residentes dos condomnios, como tambm para a

    populao da regio de vizinhana.

    Enga

    .Christiana Montmorency

    Barbato Estudos de Engenharia

  • 45

    CAPTULO 8 BIBLIOGRAFIA

  • 46

    8. BIBLIOGRAFIA

    BARBATO CONSULTORIA. Estudo de impacto de trnsito para Conjunto Residencial

    Monte das Araucrias. Cliente: MRV Engenharia e Participaes S/A So Carlos

    SP. Janeiro de 2010.

    BARBATO CONSULTORIA. Estudo de impacto de vizinhana para loteamento -

    Cliente: MRV Engenharia e Participaes S/A So Carlos SP. Maio de 2010.

    BARBATO CONSULTORIA. Estudo de impacto de vizinhana para Conjunto

    Residencial Monte das Araucrias. Cliente: MRV Engenharia e Participaes S/A

    So Carlos SP. julho de 2010.

    CAPARRS, L.A.T. Estudo de impacto de vizinhana (EIV). Relatrio de impacto de

    vizinhana (RIV) em projeto de loteamento. Conjunto Residencial Monte das

    Araucrias. Cliente: MRV Engenharia e Participaes S/A So Carlos SP. Agosto

    de 2009.

    MDM Engenharia. Estudo de Impacto Ambiental: Plano de trabalho para condomnio

    Master Plan Zona Sul. Cliente: MRV Engenharia e Participaes S/A Ribeiro Preto

    SP. Setembro de 2009.

    MOREIRA, Antnio C.M.L. Relatrio de impacto de vizinhana. Sinopses, So Paulo,

    18, p. 23-25,1992.

    MOREIRA, Antnio C. M. L. Parmetros para elaborao do Relatrio de Impacto de

    Vizinhana.

    MOREIRA, Antnio C.M.L. Conceitos de ambiente e de impacto ambiental aplicveis

    ao meio ambiente urbano. Material didtico da disciplina de ps-graduao AUP 5861

    Polticas pblicas de proteo do meio ambiente urbano. So Paulo: 1999.

    NORMA REGULAMENTAR 15 NR15.

  • 47

    Disponvel em www.mte.gov.br/legislacao/normas_regulamentadoras/nr_15.pdf,

    Acesso em 13 de maio de 2010.

    SNCHEZ, Luiz H. Avaliao de impacto ambiental: Conceitos e mtodos. So Paulo

    SP. Oficina de textos. 2008.

    SMHDU Secretaria Municipal de Habitao e Desenvolvimento Urbano Seminrios

    de apresentao do Plano Diretor de So Carlos. So Carlos: 2006.

  • 48

    CAPTULO 9 ANEXOS

  • 49

    9. ANEXOS

    Anexo 1 ART Estudo de Impacto de Vizinhana

    Anexo 2 Matrcula do imvel

    Anexo 3 Estudo de Viabilidade - Projeto pr-urbanstico

    Anexo 4 Laudo de caracterizao ambiental

    Anexo 5 Cronograma resumido de implantao do empreendimento

    Anexo 6 rea de influncia do empreendimento

    Anexo 7 Relatrio de impacto de trnsito

    Anexo 8 Mapa da regio com identificao dos equipamentos pblicos

    Anexo 9 Plano de Gerenciamento de resduos slidos da construo civil

    Anexo 10 Ofcio de viabilidade do DAE

    Anexo 11 Ofcio de viabilidade do CPFL

    Anexo 12 Levantamento planialtimtrico

  • 0

    Anexo 1 ART - Responsvel pelo EIV

  • 4. Atividade Tcnica

    2. Dados do Contrato

    5. Observaes

    Lei n 6.496, de 7 de dezembro de 1977 CREA-SP ART de Obra ou ServioConselho Regional de Engenharia e Agronomia do Estado de So Paulo 92221220151479156

    1. Responsvel Tcnico

    CHRISTIANA MARIA LEMOS BARBATO MONTMORENCY Ttulo Profissional: Engenheira Civil RNP:

    Registro: 5061016783-SP2602190691

    Contratante: SPE Vitta Residencial 17 LTDA CPF/CNPJ:19.440.192/0001-85N:Avenida PROFESSOR JOO FISA 2080

    Complemento:Cidade: Ribeiro Preto UF:

    Bairro: JARDIM CANADSP CEP: 14024-260

    Vinculada Art n:Contrato:

    Quantidade UnidadeElaborao1 Estudo Estudo Ambiental Ambiental 1,00000 unidade

    Aps a concluso das atividades tcnicas o profissional dever proceder a baixa desta ART

    Empresa Contratada: Registro:

    Celebrado em: 06/07/2015Valor: R$ 5.000,00 Tipo de Contratante: Pessoa Jurdica de Direito PrivadoAo Institucional:

    Anotao de Responsabilidade Tcnica - ART

    Endereo:

    Endereo: Avenida DARCY CSAR IMPROTA N: Complemento: Bairro: NCLEO ELDORADOCidade: Bauru UF: SP CEP: 17024-750

    Data de Incio: 10/01/2016

    Previso de Trmino: 10/01/2019

    Coordenadas Geogrficas:

    Finalidade: Cdigo:

    CPF/CNPJ:

    3. Dados da Obra Servio

    Essa ART refere-se a elaborao de Estudo de Impacto de Vizinhana e Relatrio de Impacto de Trnsito para Condomnio Residencial em Bauru-SP.

    6. Declaraes

    Acessibilidade: Declaro atendimento s regras de acessibilidade previstas nas normas tcnicas da ABNT, na legislao especfica e no Decreto n 5.296, de 2 de dezembro de 2004.

    Resoluo n 1.025/2009 - Anexo I - Modelo APgina 1/2

  • Valor ART R$ Registrada em: Valor Pago R$ Nosso Numero:67,68 10/11/2015 67,68 92221220151479156 Verso do sistema

    8. AssinaturasDeclaro serem verdadeiras as informaes acima

    de deLocal data

    SPE Vitta Residencial 17 LTDA - CPF/CNPJ: 19.440.192/0001-85

    CHRISTIANA MARIA LEMOS BARBATO MONTMORENCY - CPF: 295.322.168-98

    50 - SO CARLOS - ASSOCIAO DOS ENGENHEIROS, ARQUITETOS E AGRNOMOS DE SO CARLOS

    7. Entidade de Classe 9. Informaes

    - A autenticidade deste documento pode ser verificada no site www.creasp.org.br ou www.confea.org.br

    - A presente ART encontra-se devidamente quitada conforme dados constantes no rodap-verso do sistema, certificada pelo Nosso Nmero.

    - A guarda da via assinada da ART ser de responsabilidade do profissional e do contratante com o objetivo de documentar o vnculo contratual.

    www.creasp.org.brtel: 0800-17-18-11

    Impresso em: 11/11/2015 14:48:41

    Resoluo n 1.025/2009 - Anexo I - Modelo APgina 2/2

  • 0

    Anexo 2 Matrcula do imvel

  • 0

    Anexo 3 Estudo de Viabilidade

    Projeto pr-urbanstico

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  • 0

    Anexo 4 Laudo de caracterizao ambiental

  • 1

    LLAAUUDDOO DDEE CCAARRAACCTTEERR II ZZAAOO

    AAMMBB II EENNTTAALL

    Empreendimento:RESIDENCIALVITTASOJOS

    INTERESSADO:BILD BAURU DESENVOLVIMENTO IMOBILIRIO LTDA.

    CNPJ: 18.103.125/0001-02

    LOCAL:ANTIGAFAZENDABARREIRINHO

    RUANEUSAAPARECIDAFUKUDAGUSSONBAURU/SP

    M A R O / 2 0 1 5

  • 1

    1. APRESENTAO. . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 02

    2. CARACTERIZAO REGIONAL . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 02

    2.1 Bacia Hidrogrfica Tiet Jacar. . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 02

    2.2 Municpio de Bauru . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 05

    2.3 Plano Diretor do Municpio de Bauru. . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 06

    3. CARACTERIZAO DO LOCAL DE ESTUDO. . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 09

    3.1 Localizao da propriedade. . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 09

    3.2 Uso e ocupao da propriedade. . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 09

    4. LEVANTAMENTO DE FLORA. . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 10

    4.1 Caracterizao da vegetao. . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 11

    5. REAS DE PRESERVAO PERMANENTE . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 17

    6. SUPRESSO DE EXEMPLARES ARBREOS . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 20

    7. CONCLUSES . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 22

    8. REFERNCIAS BIBLIOGRFICAS . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 23

    9. CONSIDERAES FINAIS . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 24

    ANEXOS . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 25

  • 2

    1. APRESENT AO

    Em ateno solicitao da empresa Bild Desenvolvimento Imobilirio

    apresenta-se o Laudo Tcnico de Caracterizao Ambiental referente ao

    Residencial Vitta So Jos, municpio de Bauru-SP.

    O presente documento visa ofertar informaes de cunho tcnico e legal para

    embasar futuras intervenes e pedidos de licenciamento, em atendimento

    aos parmetros estabelecidos na Lei Federal n 12.651/2012, alterada pela

    Lei Federal n 12.727/2012. Alm disso, o laudo aborda as diretrizes do

    municpio de Bauru para a regio do imvel, conforme estabelece o Plano

    Diretor Participativo (Lei n 5631, de 22 de agosto de 2008).

    Consoante as Resolues CONAMA 10/93, 01/94, 07/96 e SMA 64/09, o

    estudo tambm tem como objetivo caracterizar a vegetao no interior da

    rea destinada implantao do empreendimento, antiga Fazenda

    Barreirinho.

    2. CARACTERIZAO REGIONAL

    2.1 Bacia Hidrogrfica do Tiet Jacar

    A bacia Hidrogrfica do Tiet/Jacar (UGRH-13), uma das 22 unidades de

    gesto dos recursos hdricos do estado, encontra-se localizada na poro

    central do Estado de So Paulo.

    As Figuras 01 e 02 mostram as regies/bacias hidrogrficas do estado de So

    Paulo e a localizao do municpio de Bauru.

  • 3

    Figura 01 - Diviso do Estado em 22 UGRHI, em destaque a localizao da UGRHI n13.

    Fonte: So Paulo (2005). Elaborado por SMA/CPLA (2014).

    Figura 02 - Localizao do municpio de Bauru no contexto da UGRHI n 13.

    Fonte: SMA/CPLA (2013)

  • 4

    Essa unidade de gesto encontra-se divida em 6 Sub-Bacias e possui uma

    rea de drenagem de 11.803 km. As Sub-Bacias so: Sub-Bacia do Rio

    Jacar-Guau e afluentes do Rio Tiet (1-Trechos 1a, 1b, 1c, 1d); Sub-Bacia

    do Rio Jacar-Pepira e afluentes diretos do Rio Tiet (2-Trechos 2a, 2b, 2c);

    Sub-Bacia do Rio Ja - Ribeiro da Ave Maria - Ribeiro do Sap e afluentes

    diretos do Rio Tiet(3); Sub-Bacia do Rio Lenis - Ribeiro dos Patos e

    afluentes diretos do Rio Tiet(4); Sub-Bacia do Rio Bauru-Ribeiro Grande -

    Ribeiro Pederneiras e afluentes diretos do Rio Tiet(5); Sub-Bacia do Rio

    Claro-Ribeiro Bonito-Ribeiro de Veado-Ribeiro da gua Limpa e afluentes

    diretos do Rio Tiet(6).

    O municpio de Bauru est inserido na Sub-Bacia do Rio Bauru-Ribeiro

    Grande - Ribeiro Pederneiras e afluentes diretos do Rio Tiet. A figura 03

    representa as sub-bacias que compe a Bacia Tiet/Jacar.

    Figura 03: Sub-bacias que compe a Bacia Hidrogrfica do Tiet/Jacar (www.sigrh.sp.gov.br).

    A unidade Tiet/Jacar est na Depresso Perifrica do Estado de So

    Paulo onde se encontram os aquferos Bauru/Serra Geral/Botucatu. Em

    sua maioria, a bacia formada por solos de areias quartzosas profundas

    a moderadas e em menores quantidades ocorre latossolo roxo eutrfico.

  • 5

    A bacia Tiet/Jacar engloba trs rios principais, o Rio Tiet, o Rio

    Jacar-Guau e o Rio Jacar Pepira. A essa unidade pertencem trs

    reservatrios: Bariri, Ibitinga e UHE Carlos Botelho (Lobo/Broa).

    O clima dessa unidade de gesto, pela classificao de Koeppen, situa-se

    entre clima tropical mido (de outubro a maro) e inverno seco (de abril

    a setembro). O relevo varivel com o ponto mximo de altitude a 800

    metros na regio de So Carlos onde se encontram as numerosas

    nascentes que alimentam a bacia hidrogrfica.

    Segundo o Inventrio Florestal da Vegetao Natural do Estado de So

    Paulo (SMA/IF) de 2005, a Bacia Hidrogrfica do Tiet/Jacar ocupa uma

    rea de 1.153.700 ha, de acordo com seus limites fsicos, apresentando

    77.064 ha de vegetao natural remanescente que corresponde a 6,7%

    de sua superfcie.

    Dentre as categorias de maior ocorrncia esto a Savana; Savana

    Florestada; Floresta Estacional Semidecidua e correspondente formao

    de Vegetao Secundria e Formao Arbrea-Herbcea em Regio de

    Vrzea.

    Em relao a vegetao e reas protegidas, na UGRHI-13 existem sete

    Unidades de Conservao, sendo trs de Proteo Integral e quatro de

    Uso Sustentvel.

    2.2 Municpio de Bauru

    Segundo dados publicados em 2010 pelo Instituto Brasileiro de Geografia e

    Estatstica (IBGE), o municpio de Bauru ocupa uma rea de 667.684 km2,

    apresenta densidade demogrfica de 515,12 hab./km2 e sua populao foi

    estimada em aproximadamente 343.937 habitantes.

  • 6

    Segundo a classificao climtica de Kppen (Figura 04), o clima da regio

    Cwa temperado macrotrmico, de inverno seco no rigoroso. De acordo

    com Monteiro (1973) a rea se manifesta quanto ao ritmo e aos valores

    quantitativos de chuvas como uma zona de transio, com precipitao

    pluviomtrica anual entre 1.100 e 1.400 mm, concentrada nos meses de

    vero (SO PAULO, 2010).

    Figura 04. Classificao Climtica do Estado de So Paulo, segundo Kppen. Fonte: Plano de manejo da Estao Ecolgica de Bauru.

    2.3 Plano Diretor do Municpio de Bauru

    Em 22 de agosto de 2008, atravs da Lei n 5631, foi institudo o Plano

    Diretor Participativo do municpio de Bauru, que conforme descrito em seu

    Art.1 estabelece normas de ordem pblica e interesse social, que regulam

    o uso da propriedade em todo o territrio do Municpio, em prol do bem

    coletivo, da segurana, do bem-estar dos cidados e do equilbrio

    ambiental.

    Segundo este Plano Diretor, o territrio do municpio foi dividido em

    Setores de Planejamento ou unidades territoriais constitudos de Zona

    Urbana e Zona Rural.

    rea do estudo

  • 7

    Conforme Art.12, os Setores de Planejamento Urbano SPU so compostos

    por reas urbanizadas ou destinadas urbanizao, constitudos

    predominantemente pelo conjunto das reas definidas como zona urbana

    ou por zona rural localizada nas cabeceiras da bacia hidrogrfica.

    Destarte, o futuro Residencial Vitta So Jos encontra-se inserido no SPU

    8 Bacia do Crrego Barreirinho.

    Visando estabelecer regras fundamentais de ordenao do territrio

    municipal, de modo a atender os princpios constitucionais da poltica

    urbana quanto funo social da cidade e a da propriedade, o Plano

    Diretor Participativo definiu suas normas do Macrozoneamento.

    Desta forma, para efeito de ordenamento do territrio, o Municpio ficou

    dividido em Macrozona Rural e Macrozona Urbana. Neste sentido, a rea

    objeto do estudo encontra-se inserida na Macrozona Urbana II, classificada

    como Zona Consolidada. A figura 05 mostra parte do Mapa do

    Macrozoneamento de Bauru com a regio do Residencial Vitta So Jos.

    Figura 05. Parte do Mapa do Macrozoneamento de Bauru com destaque rea objeto do estudo.

  • 8

    Atravs do Mapa de reas de Interesse Ambiental, elaborado pelo Plano

    Diretor do municpio, observa-se que a regio do Residencial Vitta So Jos

    no se insere em rea de Proteo Ambiental-APA. Entretanto, as cotas

    mais baixas do terreno destinam-se a criao de Parques Lineares. A figura

    06 retrata o mapa com as reas de interesse ambiental e em destaque a

    rea em estudo

    Figura 06: reas de interesse ambiental do municpio em relao rea em estudo.

    3. CARACTERIZAO D O LOCAL D E EST UDO

    Em fevereiro e maro de 2015, foram realizados levantamentos e vistorias na

    rea objeto do estudo com o intuito de se caracterizar as condies

    ambientais da propriedade.

    Os materiais utilizados para as anlises e diagnstico foram: literatura

    especfica, imagens areas do Google Earth, levantamento planialtimtrico,

    cartas topogrficas oficiais, GPS GARMIN 76CSx, software SIG, alm de

    anotaes e registro fotogrfico obtido na vistoria de campo.

  • 9

    3.1 Localizao da propriedade

    O acesso propriedade faz-se atravs da Rodovia Marechal Rondon (SP-

    300), sentido Bauru-Piraju. Em Bauru, deve-se pegar a sada em direo ao

    Jd. Arauna/Jd Pagani, acesso a Rua Severino Dantas de Souza. Aps 240

    metros, virar direita para permanecer na Rua Severino Dantas de Souza,

    virar esquerda na Rua Cel. Antnio de vila Rebouas. Nesta rua, seguir

    at a Rua Neusa Aparecida Fukuda Gusson, que aps trs quilmetros e cem

    metros da Rodovia Marechal Rondon encontra-se a propriedade objeto da

    implantao do loteamento Residencial Vitta So Jos. A figura 07 mostra

    vista da localizao da rea da propriedade em relao cidade de Bauru.

    Figura 07 - Localizao da propriedade objeto do estudo. (Fonte: Google Earth).

    3.2 Uso e ocupao da propriedade

    Com 141.453,93 metros quadrados, a gleba destinada implantao do

    empreendimento encontra-se, atualmente, ocupada por vegetao gramnea,

    rvores isoladas, agrupamentos arbreos de espcies exticas, cercas-vivas,

    lagoas ornamentais, edificaes abandonadas, dentre outros. Destaca-se

    que a divisa leste da propriedade contornada pelo Crrego Barreirinho. A

    figura 08 mostra vista das ocupaes existentes na rea objeto do estudo.

    Jardim Flrida

    SP-300

    Crrego

    Barreirinho

    RESIDENCIAL

    VITTA SO

    JOS

    N. H. Mary Dota

    Jardim

    Pagani

  • 10

    Figura 08 Propriedade destinada implantao do Residencial Vitta So Jos. Base: Levantamento Topogrfico e Google Earth. Elaborao: Via Vidrih 2015.

    4. LEVANTAMENT O D E FLORA

    As vistorias de campo ocorreram no ms de fevereiro e maro de 2015 e

    tiveram como objetivo principal a caracterizao da vegetao no

    contexto do empreendimento. Para a caracterizao do estgio de

    regenerao de vegetao nativa seguiram-se as Resolues CONAMA

    10/93, 01/94, 07/96 e SMA 64/09.

  • 11

    4.1 Caracterizao da Vegetao

    A partir de estudos, constatou-se que a vegetao nativa existente nas

    imediaes da propriedade encontra-se caracterizada como vegetao

    capoeira. Por sua influncia e proximidade com o Crrego Barreirinho a

    mata ribeirinha indicada no Mapa Florestal do Municpio de Bauru (figura

    09) caracteriza-se como vegetao secundria de Floresta Estacional

    Semidecdua.

    Figura 09: Mapa Florestal do municpio de Bauru e indicao do local em estudo. Fonte: IF/SMA

    Durante os levantamentos observou-se dentro do imvel a inexistncia

    de fragmentos de vegetao nativa, havendo apenas a presena de

    vegetao gramnea, exemplares arbreos isolados, agrupamentos arbreos

    de espcies exticas, pomares e cercas-vivas.

    a) Exemplares arbreos isolados

    No contexto do empreendimento, constatou-se a presena de 276

    (duzentos e setenta e seis) exemplares arbreos isolados. Durante as

    vistorias realizou-se a identificao destas espcies, sendo observado

    um total de 20 espcies exticas e 39 espcies nativas. Alm disso, duas

    espcies no foram identificadas. As fotos 01 e 02 mostram a presena

    de exemplares arbreos isolados na rea objeto do estudo.

  • 12

    Foto 01. Exemplares arbreos isolados.

    Foto 02. rvores isoladas prxima a antiga piscina.

    A tabela 01 retrata as espcies arbreas identificadas no levantamento

    de campo. Alm da identificao da espcie, realizou-se o levantamento

    de cada um dos indivduos arbreos com informaes como dimetro

    (DAP), altura do fuste e coordenadas geogrficas.

    Em anexo apresentada a tabela com todos os exemplares arbreos e

    mapa com a localizao dos mesmos.

  • 13

    Tabela 01. Espcies arbreas identificadas .

    b) Agrupamentos arbreos / Renque

    Durante as vistorias notou-se a existncia de agrupamentos arbreos

    junto s cotas mais baixas da propriedade. No local podem-se observar

    agrupamentos de espcies exticas, compostos predominantemente por

    jambolo (Syzygium jambolanum), flamboyant (Delonix regia) e (Ficus

    benjamina). Parte desta vegetao situa-se junto rea de preservao

    permanente do Crrego Barreirinho e no entorno das lagoas ornamentais

    (Fotos 03 a 05).

  • 14

    Prximo s edificaes dos antigos alojamentos da propriedade

    observou-se um renque de rvores composto pela espcie fcus (Ficus

    benjamina). A foto 06 apresenta vista deste renque com espcie extica.

    Foto 03. Espcies exticas. Foto 04. Agrupamento arbreo na APP.

    Foto 05. Agrupamento fora da APP. Foto 06. Renque de fcus.

    c) Cerca-viva

    Em praticamente todo limite da propriedade, junto aos alambrados de

    divisa, constatou-se a presena de cerca-viva composta pela espcie

    sanso-do-campo (Mimosa caesalpineafolia). Vale destacar que parte

    desta cerca-viva encontra-se formada prxima calha do Crrego

    Barreirinho, extremidade leste. As fotos 07 e 08 destacam a cerca-viva

    no imvel.

  • 15

    Foto 07. Sanso-do-campo na divisa do terreno. Foto 08. Cerca-viva paralela ao crrego.

    d) Pomares

    Paralelo a um dos acessos internos, atrs dos prdios dos antigos

    alojamentos, verificou-se um grande pomar, constitudos

    predominantemente por espcies frutferas exticas. Na vistoria notou-

    se que grande parte dos indivduos arbreos do pomar so mangueiras

    (Mangifera indica) de grande porte e que demonstram sinais de

    senescncia.

    Visando facilitar o planejamento das intervenes futuras no local, as

    rvores presentes no pomar foram levantadas individualmente, estando

    contidas nas planilhas dos exemplares arbreos isolados. As fotos 09 e

    10 mostram vistas do pomar existente na propriedade.

    Foto 09. Espcies frutferas. Foto 10. Pomar.

  • 16

    e) Vegetao gramnea

    Conforme observado no mapeamento de ocupao da propriedade

    constata-se que a vegetao gramnea ocupa grande parte da rea

    destinada implantao do Residencial Vitta Jos.

    Assim, observa-se que esta vegetao herbcea representada

    predominantemente, por espcies gramneas dos gneros Brachiaria,

    Digitaria e Cyperus. As fotos 11 e 12 evidenciam as gramneas

    recobrindo o solo em grandes reas do imvel.

    Foto 11. Gramneas recobrindo o solo. Foto 12. Predomnio da gramnea Brachiaria.

    f) Eucalipto e pnus

    Nas imagens areas pretritas pode-se observar alguns locais onde havia

    diversas rvores das espcies exticas Eucaliptus sp e Pinus sp. Durante

    as vistorias constatou-se que grande parte das mesmas vem sendo

    manejadas e suprimidas no interior do imvel. Os indivduos que a inda

    restam foram levantados e apresentados nas planilhas de exemplares

    isolados. As fotos 13 e 14 retratam os locais em que houve supresso

    destas espcies.

  • 17

    Foto 13. Tocos de eucalpto. Foto 14. Eucalipto e pnus manejados.

    5. REAS D E PRESERVAO PE RMANENTE

    De acordo com o item II do Art. 3 da Lei n 12.651, de 25 maio de 2012,

    as reas de preservao permanente possuem a seguinte definio:

    II- rea de Preservao Permanente APP: rea

    protegida, coberta ou no por vegetao nativa, com a

    funo ambiental de preservar os recursos hdricos, a

    paisagem, a estabilidade geolgica e a biodiversidade,

    facilitar o fluxo gnico de fauna e flora, proteger o solo e

    assegurar o bem estar das populaes humanas.

    A identificao e marcao dos corpos hdricos existentes na regio do

    empreendimento foram definidas atravs de levantamento de campo,

    com o auxlio de GPS, e com base nas folhas topogrficas com ndice de

    nomenclatura SF-22-Z-B-I-4-NE-D cdigo 062/067 e SF-22-Z-B-I-4-

    NE-C cdigo 062/066, do Plano Cartogrfico do Estado de So Paulo

    IGC, edio de 1983, na escala de 1:10.000. A representao da

    localizao do empreendimento nestas folhas topogrficas encontra-se

    destacado na Figura 10.

  • 18

    Figura 10 Vista da propriedade junto carta topogrfica do IGC.

    Base: Carta IGC e Google Earth. Elaborao: Via Vidrih 2015.

    Na extremidade leste da propriedade alm do Crrego Barreirinho, nota -

    se a indicao das lagoas ornamentais existentes no imvel. Por meio da

    carta, verifica-se que tais lagoas no decorrem de barramento ou

    represamento do crrego, ou seja, so lagoas ou reservatrios artificiais.

    Durante as vistorias e levantamentos de campo puderam ser

    identificados e comprovadas, na regio do empreendimento, a existncia

    de 01 (um) curso dgua perene, denominado Crrego Barreirinho, e 03

    (trs) lagoas artificiais.

    Destarte, as delimitaes das reas de Preservao Permanente foram

    definidas conforme estabelece o Art 4 da Lei n 12.651/12, alterada

    pela Lei n 12.727/12:

  • 19

    Art. 4 Considera-se rea de Preservao Permanente ,

    em zonas rurais ou urbanas, para os efeitos desta Lei:

    I as faixas marginais de qualquer curso dgua natural

    perene e intermitente, excludo os efmeros, desde a

    borda da calha do leito regular, em largura mnima de:

    a) 30 (trinta) metros, para os cursos dgua de menos de

    10 (dez) metros de largura;

    (...)

    1 No ser exigida rea de Preservao Permanente

    no entorno de reservatrios artificiais de gua que no

    decorram de barramento ou represamento de cursos

    dgua.

    (...)

    Em anexo apresentada a Planta de Caracterizao Ambiental da

    propriedade. Nesta possvel observar a projeo das faixas marginais

    de APP e a localizao das lagoas no interior do empreendimento. As

    fotos 15 a 18 evidenciam a situao atual do crrego e as lagoas no

    interior do imvel

    Foto 15. Crrego Barreirinho. Foto 16. Lagoa artificial assoreada.

  • 20

    Foto 17. Lagoa ornamental. Foto 18. Lagoa ornamental.

    6. SUPRESSO DE EXEMPLARES ARBREOS

    Conforme estabelece a DECISO DE DIRETORIA N 287/2013/V/C/I, de 11

    de setembro de 2013, a autorizao para supresso de exemplares arbreos

    nativos isolados, quando indispensvel para o desenvolvimento de

    atividades, obras ou empreendimentos, ser emitida pela CETESB -

    Companhia Ambiental do Estado de So Paulo.

    Desta forma, futuras intervenes na propriedade que envolvam a supresso

    de exemplares nativos dever seguir tal deciso. Para a supresso de

    exemplares de espcies exticas, tanto o municpio quanto o Estado no

    estabelecem a necessidade de licenciamento para o corte e,

    consequentemente, no haver compensaes.

    Com base no Artigo 8 da DECISO DE DIRETORIA N 287/2013/V/C/I, os

    clculos para reposio dos exemplares arbreos nativos a serem suprimidos

    seguiro proporo de 25:1 para os indivduos arbreos que no se

    encontram classificados em alguma das categorias de ameaa e 50:1 para

    os indivduos de espcies ameaadas de extino. As tabelas 02 e 03

    retratam as espcies nativas identificadas e os critrios adotados no clculo

    da compensao.

  • 21

    Tabela 02 Diversidade e caractersticas das espcies.

    Tabela 03 Clculo da compensao.

    CLCULO DA COMPENSAO

    DECISO DE DIRETORIA N 287/2013/V/C/I, de 11 de setembro de 2013

    Corte de exemplares no ameaados de extino = Reposio de 25:1

    Corte de exemplares ameaados de extino = Reposio de 50:1

  • 22

    As medidas compensatrias devero ser executadas segundo a Resoluo

    SMA 32/2014, a qual estabelece as orientaes, diretrizes e critrios sobre a

    restaurao ecolgica no Estado de So de Paulo.

    7. CONCLUSES

    Das vistorias, pesquisas, anlises e levantamentos realizados chegou-se as

    seguintes concluses:

    que o loteamento Residencial Vitta So Jos encontra-se

    localizada na antiga Fazenda Barreirinho, municpio de

    Bauru;

    que, com 141.453,93 metros quadrados, a gleba destinada

    a implantao do empreendimento est inserida no SPU8

    Bacia do Crrego Barreirinho e em rea classificada

    como consolidada, conforme Plano Diretor Participativo;

    que a regio do Residencial Vitta So Jos no se

    insere em rea de Proteo Ambiental APA, entretanto,

    as cotas mais baixas do terreno destinam-se a criao

    de Parques Lineares;

    que dentro dos limites do imvel notou-se a

    inexistncia de fragmentos de vegetao nativa, havendo

    apenas a presena de vegetao gramnea, exemplares

    arbreos isolados, agrupamentos arbreos de espcies

    exticas, pomares e cercas-vivas;

    que identificou-se a presena de 276 (duzentos e

    setenta e seis) exemplares arbreos isolados, as quais

    compreendem um total 20 espcies exticas e 39 espcies

    nativas;

    que na extremidade leste da propriedade verificou-se a

    existncia de 01 (um) curso dgua perene, denominado

    Crrego Barreirinho, e 03 (trs) lagoas artificiais;

  • 23

    8. REFERNCIAS BIBLIOGRFI CAS

    INSTITUTO BRASILEIRO DE GEOGRAFIA E ESTATSTICA. IBGE -

    CIDADES@. Rio de Janeiro: 2011.

    LORENZI, H. Plantas daninhas do Brasil: terrestres, aquticas, parasitas e

    txicas. 3 ed. Nova Odessa, SP: Instituto Plantarum, 2000.

    LORENZI, H. rvores Brasileiras: manual de identificao e cultivo de

    plantas arbreas nativas do Brasil, vol. 01. 5 ed. Nova Odessa, SP:

    Instituto Plantarum, 2008.

    LORENZI, H. rvores Brasileiras: manual de identificao e cultivo de

    plantas arbreas nativas do Brasil, vol. 02. 3 ed. Nova Odessa, SP:

    Instituto Plantarum, 2009.

    LORENZI, H. rvores Brasileiras: manual de identificao e cultivo de

    plantas arbreas nativas do Brasil, vol. 03. 1 ed. Nova Odessa, SP:

    Instituto Plantarum, 2009.

    SECRETARIA DO MEIO AMBIENTE / INSTITUTO FLORESTAL. Inventrio

    florestal da vegetao natural do Estado de So Paulo. So Paulo, SP:

    SMA/IF, 2005. 200p. : il.

    SECRETARIA DO MEIO AMBIENTE / COORDENADORIA DE PLANEJAMENTO

    AMBIENTAL. Meio Ambiente Paulista: Relatrio de Qualidade Ambiental

    2010. Organizao: Casemiro Trcio dos Reis Lima Carvalho e Mrcia

    Trindade Jovito. So Paulo, SMA/CPLA, 2010. 224p.

    Web sites:

    http://www.ibge.gov.br

    http://www.iflorestal.sp.gov.br

    http://www.fflorestal.sp.gov.br

    http://www.mma.gov.br

    http://www.bauru.sp.gov.br/

  • 24

    9. CONSID ERAES FINAI S

    A Via Vidrih Engenharia e Meio Ambiente coloca-se desde j ao inteiro dispor

    de Vossa Senhoria, para quaisquer esclarecimentos que se fizerem

    necessrios.

    Bauru, 20 de maro de 2015.

    CC ll uu dd ii oo AA uu gg uu ssttoo BB .. VV ii dd rr ii hh FFee rr rr ee ii rraa Engenheiro Florestal CREA 5062576567

    NN dd ii aa HH oo rr ii yy ee FFee rr rr ee ii rraa Engenheira Agrnoma

    CREA 5063413449

  • 25

    ANEXO 01

    DIVERSIDADE DE ESPCIES NATIVAS IDENTIFICADAS

  • 01algodeiro(Heliocarpuspopayanensis)

    02amendoimbravo(Platypodiumelegans)

    03angico(Anadenantheracolubrina)

    04angicobranco(Albiziapolycephala)

    05aroeirapimenteira(Schinusterebinthifolius)

    06babosabranca(Cordiasuperba)

    07cajueiro

    (Anacardiumoccidentale)08canelinha

    (Ocoteacorymbosa)09caviva

    (Dalbergiamiscolobiums)

  • 10cedro

    (Cedrellafissilis)11crindiuva

    (Tremamicrantha)12sombreiro

    (Clitoriafairchildiana)

    13goiababrava(Psidiumsp.)

    14goiabeira(Psidiumguajava)

    15grumixama(Eugeniabrasiliensis)

    16guarapuvu

    (Schizolobiumparahyba)17ingubranco

    (Ingavera)18ipamarelo

    (Handroanthuschrysotrichus)

  • 19ipamarelocascudo(Handroanthusochraceus)

    20ipbranco(Tabebuiaroseoalba)

    21iproxo(Handroanthusheptaphyllus)

    22iproxodebola

    (Handroanthusimpetiginosus)23jenipapo

    (Genipaamericana)24jeriv

    (Syagrusromanzoffiana)

    25macauba

    (Acrocomiaaculeata)26mamicadecadela

    (Zanthoxylumrhoifolium)27mangadapraia(Clusiafluminensis)

  • 28marinheiro(Guareaguidonia)

    29oiti(Licaniatomentosa)

    30leobranco(Pterogynenitens)

    31leopardo

    (Myrocarpusfrondosus)32palmeirarabodepeixe

    (Caryotaurens)33pauformiga

    (Triplarisamericana)

    34pausangue

    (Machaeriumbrasiliense)35paubrasil

    (Caesalpiniaechinata)36pitangueira(Eugeniauniflora)

  • 37pitomba(Talisiasp)

    38sibipiruna(Caesalpiniapluviosa)

    39figueiramatapau(Ficusguarantica)

  • 26

    ANEXO 02

    LISTA DOS EXEMPLARES ARBREOS ISOLADOS

  • X Y1 cassiadesio Sennasiamea 15+12+18 45 6,5 1,03326 699856 75330902 jeriv Syagrusromanzoffiana 25 25 3,5 0,17172 699897 75330733 jeriv Syagrusromanzoffiana 23 23 4,0 0,16611 699898 75330614 jambolo Syzygiumjambolanum 33 33 5,5 0,47018 699904 75330755 jambolo Syzygiumjambolanum 34+19 53 5,0 1,10253 699903 75330836 jambolo Syzygiumjambolanum 29+27 56 5,5 1,35397 699906 75330867 jambolo Syzygiumjambolanum 25+31 56 5,0 1,23088 699905 75330918 iproxo Handroanthusheptaphyllus 11 11 2,5 0,02375 699906 75330929 jambolo Syzygiumjambolanum 36+23 59 5,5 1,50292 699904 753310310 jeriv Syagrusromanzoffiana 18 18 4,5 0,11445 699906 753309211 jeriv Syagrusromanzoffiana 20 20 4,5 0,14130 699904 753310312 jeriv Syagrusromanzoffiana 32 32 5,0 0,40192 699897 753311113 jambolo Syzygiumjambolanum 33+34 67 5,5 1,93813 699898 753311114 jambolo Syzygiumjambolanum 35 35 5,0 0,48081 699899 753311915 jeriv Syagrusromanzoffiana 21 21 5,0 0,17309 699894 753312416 jeriv Syagrusromanzoffiana 28 28 5,0 0,30772 699894 753312517 jambolo Syzygiumjambolanum 39 39 5,5 0,65669 699897 753312818 crindiuva Tremamicrantha 10 10 3,0 0,02355 699894 753313519 jambolo Syzygiumjambolanum 34 34 6,0 0,54448 699893 753313420 jeriv Syagrusromanzoffiana 24 24 5,5 0,24869 699889 753313921 jambolo Syzygiumjambolanum 51 51 5,5 1,12298 699892 753314522 crindiuva Tremamicrantha 9 9 2,5 0,01590 699888 753315123 jeriv Syagrusromanzoffiana 25 25 6,0 0,29438 699889 753315424 jeriv Syagrusromanzoffiana 26 26 5,5 0,29186 699888 753315725 jeriv Syagrusromanzoffiana 25 25 5,0 0,24531 699886 753316226 jeriv Syagrusromanzoffiana 27 27 6,5 0,37197 699882 753316327 jambolo Syzygiumjambolanum 38 38 7,0 0,79348 699873 753316728 jeriv Syagrusromanzoffiana 32 32 7,0 0,56269 699872 753317529 jeriv Syagrusromanzoffiana 27 27 5,5 0,31475 99870 753317530 jeriv Syagrusromanzoffiana 30 30 6,0 0,42390 699869 753317631 sombreiro Clitoriafairchildiana 45+41+44+60 190 9,0 25,50465 699872 753318232 sombreiro Clitoriafairchildiana 26+25+51+48 150 9,5 16,77938 699867 753317733 jeriv Syagrusromanzoffiana 18 18 7,0 0,17804 699869 753317234 jeriv Syagrusromanzoffiana 23 23 8,0 0,33221 699865 753316935 jambolo Syzygiumjambolanum 49 49 8,5 1,60207 699860 753317136 jeriv Syagrusromanzoffiana 25 25 8,0 0,39250 699860 753317337 jeriv Syagrusromanzoffiana 27 27 7,0 0,40059 699862 753317838 jeriv Syagrusromanzoffiana 24 24 6,5 0,29390 699857 753317139 espatdea Spathodeacampanulata 50+41 91 8,5 5,52550 699758 753322440 ficus Ficusbenjamina 49 49 7,5 1,41359 699753 753322941 jambelo Syzygiumjambolanum 10 10 2,5 0,01963 699785 753322142 mangueira Mangiferaindica 38 38 3,5 0,39674 699791 753319843 jambolo Syzygiumjambolanum 41+32+39 112 7,0 6,89293 699772 753316144 espatdea Spathodeacampanulata 36 36 5,0 0,50868 699771 753316245 amendoinbravo Platypodiumelegans 11 11 3,5 0,03324 699767 753317146 morta 27 27 6,0 0,34336 699768 753316947 jambolo Syzygiumjambolanum 44 44 8,0 1,21581 699778 753316848 jambolo Syzygiumjambolanum 42 42 7,0 0,96932 699780 753317349 jambolo Syzygiumjambolanum 41+38 79 8,5 4,16431 699777 753317450 jambolo Syzygiumjambolanum 46 46 8,0 1,32885 699773 753317151 amendoimbravo Platypodiumelegans 10 10 2,5 0,01963 699772 753317652 jambolo Syzygiumjambolanum 43+29 72 7,5 3,05208 699766 753317153 amendoimbravo Platypodiumelegans 22+18 40 6,0 0,75360 699768 753317854 jambolo Syzygiumjambolanum 41+38 79 8,5 4,16431 699777 7533181

    ID UTMDatumSIRGAS2000VOL.(M)COORD.GEOGRFICAS

    NOMEPOPULAR NOMECIENTFICO DAP(CM) DAP(CM) ALTURA(M)

  • 55 jambolo Syzygiumjambolanum 49 49 8 1,50783 699777 753318256 jambolo Syzygiumjambolanum 55 55 8,5 2,01843 699774 753318857 jambolo Syzygiumjambolanum 58 58 8 2,11259 699770 753318858 jambolo Syzygiumjambolanum 47 47 7,5 1,30055 699764 753317959 uvajaponesa Hoveniadulcis 43+33 76 8 3,62733 699753 753318260 jambolo Syzygiumjambolanum 44 44 7,5 1,13982 699772 753319961 jambolo Syzygiumjambolanum 36 36 5,5 0,55955 699770 753320362 jambolo Syzygiumjambolanum 33 33 7 0,59841 699770 753321663 jambolo Syzygiumjambolanum 28 28 6,5 0,40004 699767 753321364 jambolo Syzygiumjambolanum 41 41 7 0,92371 699764 753320865 jambolo Syzygiumjambolanum 29+31 60 7,5 2,11950 699766 753320166 ficus Ficusbenjamina 43 43 4 0,58059 699748 753316467 ficus Ficusbenjamina 55 55 4 0,94985 699800 753303768 ficus Ficusbenjamina 36 36 4 0,40694 699795 753303969 ficus Ficusbenjamina 44 44 3,5 0,53192 699795 753304070 ficus Ficusbenjamina 49 49 3,5 0,65967 699792 753304271 ficus Ficusbenjamina 38+41 79 4 1,95967 699791 753304972 ficus Ficusbenjamina 40+37+29 106 3,5 3,08709 699791 753305373 ficus Ficusbenjamina 20+30+10+15 75 3 1,32469 699792 753305474 ficus Ficusbenjamina 57 57 3 0,76514 699793 753305375 pinus Pinuselliottii 66 66 12 4,10335 699806 753306076 leopardo Myrocarpusfrondosus 47+54 101 8,5 6,80662 699809 753306377 sibipiruna Caesalpiniapluviosa 78 78 9 4,29835 699795 753307078 cedro Cedrellafissilis 41+33 74 6,5 2,79413 699796 753307179 jambolo Syzygiumjambolanum 20+22+28+18 88 2,5 1,51976 699801 753308180 chuvadeouro Cassiafistula 13 13 2,5 0,03317 699798 753308681 chuvadeouro Cassiafistula 12+16 28 2,5 0,15386 699795 753309482 chuvadeouro Cassiafistula 10+11 21 2 0,06924 699787 753310583 chuvadeouro Cassiafistula 16+12 28 2 0,12309 699784 753311184 chuvadeouro Cassiafistula 17 17 2 0,04537 699781 753311585 ipamarelo Handroanthuschrysotrichus 31 31 8 0,60351 699779 753312286 ipamarelo Handroanthuschrysotrichus 29 29 7,5 0,49514 699775 753313087 pinheirojardim Juniperushorizontalis 21+24+11 56 7,5 1,84632 699771 753313688 ipamarelo Handroanthuschrysotrichus 35 35 7 0,67314 699771 753314589 cedro Cedrellafissilis 12 12 3 0,03391 699770 753314990 ipamarelo Handroanthuschrysotrichus 34 34 7 0,63522 699767 753315691 flamboyant Delonixregia 62 62 8 2,41403 699731 753320192 sibipiruna Caesalpiniapluviosa 48+32+28 108 9,5 8,69843 699736 753319293 flamboyant Delonixregia 45+38+33 116 9 9,50666 699741 753318594 sibipiruna Caesalpiniapluviosa 41+50+48+47 186 9 24,44207 699733 753318495 sibipiruna Caesalpiniapluviosa 40+22+21+49 132 9 12,31006 699743 753318096 flamboyant Delonixregia 72 72 8,5 3,45902 699738 753317797 pinheirojardim Juniperushorizontalis 10 10 3 0,02355 699736 753316898 cedro Cedrellafissilis 27 27 7 0,40059 699735 753316799 pinheirojardim Juniperushorizontalis 24 24 6 0,27130 699733 7533170100 flamboyant Delonixregia 102 102 9,5 7,75878 699742 7533168101 pinheirojardim Juniperushorizontalis 11 11 3 0,02850 699741 7533169102 mamicadecadela Zanthoxylumrhoifolium 26 26 6,5 0,34493 699756 7533165103 flamboyant Delonixregia 99 99 8 6,15503 699753 7533167104 sibipiruna Caesalpiniapluviosa 18+20+32+31+48 149 10,5 18,29917 699747 7533159105 cedro Cedrellafissilis 83 83 11 5,94865 699749 7533150106 flamboyant Delonixregia 64 64 8 2,57229 699753 7533143107 cedro Cedrellafissilis 30 30 6 0,42390 699753 7533147108 flamboyant Delonixregia 105 105 7,5 6,49097 699759 7533141109 sibipiruna Caesalpiniapluviosa 78+27+13 118 9,5 10,38382 699757 7533137110 sibipiruna Caesalpiniapluviosa 57 57 7 1,78533 699763 7533122111 flamboyant Delonixregia 61 61 10,5 3,06703 699763 7533122112 mangueira Mangiferaindica 120 120 11 12,43440 699763 7533115

  • 113 cedro Cedrellafissilis 36 36 8 0,81389 699769 7533111114 cedro Cedrellafissilis 63 63 10 3,11567 699769 7533105115 mangueira Mangiferaindica 29+30+100+41+44+51 295 10,5 71,73036 699770 7533106116 cedro Cedrellafissilis 31 31 5 0,37719 699775 7533103117 sibipiruna Caesalpiniapluviosa 32+39+49+33 153 10 18,37607 699781 7533086118 noidentificada01 65 65 9 2,98496 699787 7533086119 noidentificada01 31+29 60 8 2,26080 699790 7533085120 palmeirarabodepeixe Caryotaurens 37 37 8 0,85973 699787 7533077121 mangadapraia Clusiafluminensis 48 48 3,5 0,63302 699767 7533023122 aroeirapimenteira Schinusterebinthifolius 12 12 2,5 0,02826 699760 7533030123 goiabeira Psidiumguajava 18 18 2,5 0,06359 699761 7533029124 mangadapraia Clusiafluminensis 37 37 2,5 0,26867 699759 7533026125 jambolo Syzygiumjambolanum 46 46 7 1,16274 699764 7533034126 mamicadecadela Zanthoxylumrhoifolium 13 13 6 0,07960 699771 7533033127 palmeirarabodepeixe Caryotaurens 40 40 6,5 0,81640 699738 7533032128 aroeirapimenteira Schinusterebinthifolius 9+10+8+12 39 3,5 0,41789 699751 7533037129 palmeirarabodepeixe Caryotaurens 37 37 6 0,64480 699771 7533073130 mangueira Mangiferaindica 45 45 7,5 1,19222 699770 7533076131 morta 21+23+22 66 5 1,70973 699750 7533079132 mangueira Mangiferaindica 12+10+7 29 15 0,99028 699749 7533082133 paubrasil Caesalpiniaechinata 15 15 4 0,07065 699740 7533081134 mamicadecadela Zanthoxylumrhoifolium 13+14 27 4 0,22891 699743 7533095135 mangueira Mangiferaindica 50+47+61 158 10 19,59674 699734 7533099136 abacateiro Perseaamericana 46+53 99 8,5 6,53972 699733 7533107137 mangueira Mangiferaindica 49 49 7 1,31935 699730 7533103138 mamicadecadela Zanthoxylumrhoifolium 11+14 25 5 0,24531 699722 7533101139 palmeirarabodepeixe Caryotaurens 10+10+20+30+20+16 106 6,5 5,73317 699735 7533101140 iproxodebola Handroanthusimpetiginosus 20 20 5,5 0,17270 699730 7533119141 magueira Mangiferaindica 12+10 22 2 0,07599 699735 7533121142 canelinha Ocoteacorymbosa 11+10+5+5+11 42 3 0,41542 699739 7533125143 marinheiro Guareaguidonia 13+12 25 4 0,19625 699741 7533138144 sibipiruna Caesalpiniapluviosa 22+37 59 8,5 2,32270 699738 7533138145 magueira Mangiferaindica 50+64 114 10 10,20186 699737 7533148146 magueira Mangiferaindica 68+59 127 10 12,66127 699736 7533148147 cedro Cedrellafissilis 35 35 6 0,57698 699728 7533149148 magueira Mangiferaindica 140 140 10,5 16,15530 699721 7533143149 magueira Mangiferaindica 46+45+58 149 10 17,42779 699710 7533131150 noidentificada02 12+10+12+11+14+15 74 2 0,85973 699701 7533155151 cocodebaia Cocosnucifer 24 24 3 0,13565 699708 7533162152 mangueira Mangiferaindica 49+44 93 8,5 5,77105 699701 7533170153 abacateiro Perseaamericana 30 30 3,5 0,24728 699692 7533170154 pitangueira Eugeniauniflora 41 41 3,5 0,46185 699687 7533169155 palmeirarabodepeixe Caryotaurens 39 39 6 0,71639 699714 7533184156 macauba Acrocomiaaculeata 25 25 5 0,24531 699716 7533184157 angico Anadenantheracolubrina 44+36 80 12,0 6,02880 699728 7533234158 iproxo Handroanthusheptaphyllus 70 70 16,0 6,15440 699726 7533219159 iproxo Handroanthusheptaphyllus 56 56 15,0 3,69264 699721 7533229160 iproxo Handroanthusheptaphyllus 15 15 3,5 0,06182 699730 7533224161 iproxo Handroanthusheptaphyllus 48 48 13,0 2,35123 699723 7533232162 goiababrava Psidiumsp. 33 33 9,0 0,76938 699723 7533235163 cassiadesio Sennasiamea 21 21 7,0 0,24233 699706 7533247164 ipbranco Tabebuiaroseoalba 16 16 3,5 0,07034 699712 7533238165 leobranco Pterogynenitens 56+22+25 103 11,0 9,16087 699706 7533263166 figueiramatapau Ficusguaranitica 19+17+12 48 9,0 1,62778 699706 7533266167 cedro Cedrellafissilis 64 64 12,0 3,85843 699707 7533267168 ipbranco Tabebuiaroseoalba 15 15 4,0 0,07065 699698 7533267169 ipbranco Tabebuiaroseoalba 18 18 4,5 0,11445 699695 7533270170 cedro Cedrellafissilis 19+11 30 4,5 0,31793 699700 7533275

  • 171 cassiadesio Sennasiamea 26 26 6,0 0,31840 699699 7533276172 ipbranco Tabebuiaroseoalba 18+15 33 3,5 0,29920 699692 7533277173 jenipapo Genipaamericana 28+26+25 79 7,0 3,42943 699688 7533278174 ipamarelo Tabebuiaochracea 7 7 2,0 0,00769 699700 7533261175 guarapuruvu Shizolobiumparahyba 36 36 13,0 1,32257 699703 7533256176 jenipapo Genipaamericana 79 79 10,0 4,89919 699696 7533244177 pinheirodenatal Araucariacolumnaris 39 39 7,0 0,83579 699706 7533223178 iproxo Handroanthusheptaphyllus 25 25 4,0 0,19625 699686 7533218179 iproxo Handroanthusheptaphyllus 16 16 3,5 0,07034 699681 7533256180 iproxo Handroanthusheptaphyllus 21 21 3,5 0,12116 699677 7533261181 algodeiro Heliocarpuspopayanensis 16+12+15 43 2,0 0,29029 699664 7533245182 algodeiro Heliocarpuspopayanensis 25 25 1,5 0,07359 699665 7533245183 algodeiro Heliocarpuspopayanensis 17+19 36 2,0 0,20347 699667 7533236184 cassiadesio Sennasiamea 22+24 46 3,5 0,58137 699667 7533265185 ipamarelo Tabebuiaochracea 12 12 3,0 0,03391 699664 7533262186 iproxodebola Handroanthusimpetiginosus 21 21 4,0 0,13847 699658 7533262187 chapudecouro Echinodorusgrandiflorus 48 48 9,0 1,62778 699646 7533259188 mangueira Mangiferaindica 180 180 9,0 22,89060 699641 7533246189 chapudecouro Echinodorusgrandiflorus 53 53 8,0 1,76405 699633 7533252190 espatodia Spathodeacampanulata 17+9+11+16+12+8 73 5,0 2,09163 699625 7533245191 ipamarelo Tabebuiaochracea 14 14 4,0 0,06154 699620 7533241192 ipamarelo Tabebuiaochracea 9 9 3,0 0,01908 699618 7533241193 pinheirodenatal Araucariacolumnaris 43 43 9,0 1,30632 699615 7533239194 ipamarelo Tabebuiaochracea 11 11 3,0 0,02850 699614 7533238195 ipamarelo Tabebuiaochracea 21 21 7,0 0,24233 699616 7533237196 angicobranco Albiziapolycephala 23 23 7,0 0,29069 699634 7533223197 eucalipito Eucalyptussp. 20+34+8 62 4,0 1,20702 699640 7533189198 iproxodebola Handroanthusimpetiginosus 11+10 21 2,5 0,08655 699645 7533184199 pausangue Machaeriumbrasiliense 18+23+21+40+18 120 6,5 7,34760 699625 7533191200 pausangue Machaeriumbrasiliense 14+14+15+8+13+15 79 6,5 3,18447 699620 7533196201 iproxodebola Handroanthusimpetiginosus 48 48 9,5 1,71821 699623 7533178202 pausangue Machaeriumbrasiliense 17+15 32 6,5 0,52250 699618 7533178203 pausangue Machaeriumbrasiliense 19+23 42 5,5 0,76161 699615 7533182204 pausangue Machaeriumbrasiliense 16+18 34 6,0 0,54448 699615 7533183205 pausangue Machaeriumbrasiliense 31+19+23+14+30+23 140 7,5 11,53950 699611 7533180206 pausangue Machaeriumbrasiliense 13 13 4,0 0,05307 699611 7533188207 pausangue Machaeriumbrasiliense 24+20 44 6,0 0,91186 699608 7533190208 pausangue Machaeriumbrasiliense 18+14+13+8+18 71 6,0 2,37431 699601 7533177209 iproxo Handroanthusheptaphyllus 21 21 4,5 0,15578 699633 7533157210 iproxo Handroanthusheptaphyllus 23+12 35 5,0 0,48081 699647 7533151211 morta 26 26 4,5 0,23880 699645 7533144212 iproxo Handroanthusheptaphyllus 6+8+19+17 50 6,5 1,27563 699651 7533143213 iproxo Handroanthusheptaphyllus 26 26 5,5 0,29186 699630 7533136214 iproxo Handroanthusheptaphyllus 32 32 6,5 0,52250 699633 7533133215 iproxodebola Handroanthusimpetiginosus 26 26 6 0,31840 699649 7533126216 iproxo Handroanthusheptaphyllus 11 11 2 0,01900 699651 7533118217 iproxo Handroanthusheptaphyllus 20+15+10 45 4,5 0,71533 699650 7533111218 iproxo Handroanthusheptaphyllus 20+14 34 5,5 0,49910 699635 7533099219 iproxodebola Handroanthusimpetiginosus 17+30 47 7,5 1,30055 699645 7533069220 pauformiga Triplarisamericana 12 12 3,5 0,03956 699666 7533051221 pauformiga Triplarisamericana 5+15 20 3,5 0,10990 699677 7533049222 pauformiga Triplarisamericana 5+11 16 3 0,06029 699685 7533052223 pauformiga Triplarisamericana 19 19 3,5 0,09918 699687 7533050224 pinus Pinuselliottii 55 55 10 2,37463 699679 7533036225 ficus Ficusbenjamina 78 78 10 4,77594 699704 7532999226 pinus Pinuselliottii 98 98 11 8,29305 699699 7532978227 eucalipito Eucalyptussp. 20+21 41 7 0,92371 699613 7533059228 eucalipito Eucalyptussp. 64 64 13 4,17997 699586 7533072

  • 229 mamicadecadela Zanthoxylumrhoifolium 34 34 4,5 0,40836 699555 7533089230 jambolo Syzygiumjambolanum 51 51 6 1,22507 699547 7533102231 jambolo Syzygiumjambolanum 22+26+18+24 90 6 3,81510 699548 7533105232 jambolo Syzygiumjambolanum 49+35 84 6 3,32338 699554 7533112233 mamicadecadela Zanthoxylumrhoifolium 19 19 3,5 0,09918 699525 7533145234 iproxodebola Handroanthusimpetiginosus 28+25+27 80 4 2,00960 699583 7533155235 iproxo Handroanthusheptaphyllus 20+23 43 4,5 0,65316 699585 7533177236 igubranco Ingavera 11+12+14 37 3 0,32240 699584 7533195237 cajueiro Anacardiumoccidentale 5+11+10+12 38 2 0,22671 699591 7533191238 cajueiro Anacardiumoccidentale 5+5+10 20 1,5 0,04710 699595 7533195239 cajueiro Anacardiumoccidentale 8+10+5 23 1,5 0,06229 699592 7533196240 chapudecouro Echinodorusgrandiflorus 12+16 28 2 0,12309 699582 7533215241 canelinha Ocoteacorymbosa 9+12+14+20+10+10 75 3,5 1,54547 699601 7533241242 pitangueira Eugeniauniflora 22+10+20+19+18+17 106 3 2,64608 699690 7533161243 babosabranca Cordiasuperba 10+26+21 57 4 1,02019 699687 7533150244 grumixama Eugeniabrasiliensis 11+13+14+22 60 4 1,13040 699675 7533154245 grumixama Eugeniabrasiliensis 11+10+20+15+13+12+16 97 4 2,95443 699673 7533153246 pitangueira Eugeniauniflora 10+10+11 31 12,5 0,94298 699673 7533149247 pitomba Talisiasp 25 25 5 0,24531 699681 7533142248 pitomba Talisiasp 19+21 40 4 0,50240 699677 7533137249 pitomba Talisiasp 20 20 4 0,12560 699674 7533136250 grumixama Eugeniabrasiliensis 17+19+22+23+21 102 4,5 3,67521 699669 7533138251 grumixama Eugeniabrasiliensis 16+15+17+23 71 5 1,97859 699672 7533129252 cedro Cedrellafissilis 28+24 52 5 1,06132 699691 7533124253 mangueira Mangiferaindica 109 109 9 8,39393 699687 7533137254 mangueira Mangiferaindica 87 87 9 5,34750 699687 7533136255 mangueira Mangiferaindica 132 132 9,5 12,99395 699680 7533134256 nespera Eriobotryajaponica 9 9 3,5 0,02225 699677 7533139257 ipamarelocascudo Handroanthusochraceus 25 25 7 0,34344 699431 7533155258 sibipiruna Caesalpiniapluviosa 32+31+35+35+29 162 10 20,60154 699434 7533164259 mamicadecadela Zanthoxylumrhoifolium 38 38 7 0,79348 699445 7533182260 pinus Pinuselliottii 53 53 18 3,96912 699418 7533160261 amendoimbravo Platypodiumelegans 26 26 6,5 0,34493 699411 7533141262 canelinha Ocoteacorymbosa 23 23 4,5 0,18687 699388 7533142263 jasmin Jasminumofficinale 8+5 13 2 0,02653 699384 7533146264 amendoimbravo Platypodiumelegans 25 25 6,5 0,31891 699383 7533147265 amendoimbravo Platypodiumelegans 26+18 44 5 0,75988 699382 7533148266 eucalipito Eucalyptussp. 17 17 8 0,18149 699375 7533151267 eucalipito Eucalyptussp. 37 37 10 1,07467 699373 7533152268 santabrbara Meliaazedarach 48 48 8 1,44691 699373 7533146269 canelinha Ocoteacorymbosa 33 33 7,5 0,64115 699369 7533142270 amendoimbravo Platypodiumelegans 24+2+20 46 6 0,99664 699365 7533140271 goiabeira Psidiumguajava 8 8 1,5 0,00754 699363 7533141272 sibipiruna Caesalpiniapluviosa 34 34 7,5 0,68060 699391 7533129273 sibipiruna Caesalpiniapluviosa 52 52 8 1,69811 699389 7533127274 ligustro Ligustrumlucidum 12+11+8+9 40 2,5 0,31400 699386 7533121275 iproxo Handroanthusheptaphyllus 6+12 18 3 0,07630 699380 7533121276 oiti Licaniatomentosa 5 5 2 0,00393 699379 7533121

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    Anexo 5 Cronograma resumido de

    implantao do empreendimento

  • REGISTRO RI

    MS 0 MS 6

    MS 12

    MS 18

    MS 24

    N UNIDADES MS 30

    180

    180

    190

    190 MS 36

    210

    210

    230

    230 MS 42

    MS 48

    MS 54 MS 60 MS 66 MS 72 MS 78

    Condominio 5 - Fase 1

    CONDOMINIO/FASE

    Condominio 1 - Fase 2

    Condominio 2 - Fase 1

    Condominio 2 - Fase 2

    Condominio 3 - Fase 1

    Condominio 3 - Fase 2

    Condominio 4 - Fase 1

    SERVIOS

    PRELIMINARES OBRAS CONDOMINIO 1 - FASE 1

    OBRAS CONDOMINIO 1 - FASE 2

    obras de urbanizao

    Condominio 1 - Fase 1

    OBRAS CONDOMINIO 2 - FASE 1

    OBRAS CONDOMINIO 2 - FASE 2

    OBRAS CONDOMINIO 3 - FASE 1

    OBRAS CONDOMINIO 3 - FASE 2

    OBRAS CONDOMINIO 4 - FASE 1

    OBRAS CONDOMINIO 4 - FASE 2

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    Anexo 6 Mapa da rea de influncia

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  • 0

    Anexo 7 Relatrio de Impacto de Trnsito

  • 1

    RELATRIO DE

    IMPACTO DE TRNSITO

    RESIDENCIAL

    VITTA SO JOS

    VITTA RESIDENCIAL

    BAURU, NOVEMBRO DE 2015.

  • 2

    SUMRIO

    1. APRESENTAO ....................................................................................... 4

    1. CONSIDERAES INICIAIS ...................................................................... 6

    1.1 Introduo ............................................................................................ 6

    1.2 Caracterizao da cidade .................................................................... 6

    1.3 Caracterizao e informaes gerais do empreendimento .................. 8

    1.4 reas de influncia e acessibilidade .................................................. 10

    2. FLUXO DE PASSAGEM ........................................................................... 15

    2.1 Amostragem de trfego existente ...................................................... 15

    2.2 Consideraes adotadas ................................................................... 18

    2.3 Amostragem de trfego futura ........................................................... 19

    3. ANLISE DA CAPACIDADE VIRIA ........................................................ 23

    4. AVALIAO DO IMPACTO NO TRNSITO ............................................. 27

    4.1 Estimativa da demanda - Gerao de viagens .................................. 28

    4.2 Avaliao do trfego aps a implantao do empreendimento .......... 29

    4.3 Avaliao do trfego para os anos de 2022 e 2027 ........................... 31

    5. MEDIDAS MITIGADORAS ........................................................................ 34

    5.1 Acesso ao empreendimento .............................................................. 34

    5.2 Fluxo prximos ao empreendimento .................................................. 35

    6. CONCLUSES ......................................................................................... 37

  • 3

    APRESENTAO

  • 4

    1. APRESENTAO

    O presente documento constitui-se de um relatrio contendo a sntese

    das anlises realizadas sobre o impacto no trnsito que poder causar ou no

    a insero de um Polo Gerador de Trfego (PGT) no virio externo. Vale

    ressaltar que esse impacto pode gerar reflexos negativos na circulao viria

    em seu entorno imediato e, em alguns casos, prejudicar o acesso regio,

    alm de agravar as condies de segurana de veculos e pedestres.

    Dessa forma, o empreendimento de carter residencial, foco deste

    estudo, apresenta caractersticas que o definem como um PGT, necessitando

    que seja elaborado um relatrio que apresente no apenas os futuros impactos

    negativos, como tambm, uma proposta de medidas mitigadoras em relao a

    esses impactos.

    O desenvolvimento do estudo foi baseado nas informaes fornecidas

    pelo cliente, nas amostragens de fluxo externo ao terreno, ou seja, nas vias de

    acesso e nos cruzamentos lindeiros e na consulta de bibliografia tcnica

    adequada.

    Este estudo composto por:

    Cap. 1 CONSIDERAES INICIAIS: no qual est explicitado o

    roteiro metodolgico que orientou o desenvolvimento do trabalho, assim como

    algumas informaes da cidade e do empreendimento;

    Cap. 2 SITUAO ATUAL: apresentando o fluxo de passagem e

    amostragem veicular atual e projees para o futuro;

    Cap. 3 ANLISE DA CAPACIDADE VIRIA: anlise geral da

    demanda atual;

    Cap. 4 AVALIAO DO IMPACTO DE TRNSITO: clculo de

    gerao de viagens, compreenso atual e futura perante Nveis de Servio.

    Cap. 5 MEDIDAS MITIGADORAS: propostas para melhoria local;

    Cap. 6 CONCLUSO

  • 5

    CAPTULO 1

    CONSIDERAES INICIAIS

  • 6

    1. CONSIDERAES INICIAIS

    1.1 Introduo

    O estudo tem como escopo bsico um diagnstico preliminar contendo

    vistoria ao entorno do empreendimento, de modo a se registrar e avaliar a

    situao de circulao viria na rea de estudo, tendo das 17:00h s 18:00h

    como hora pico da tarde.

    O trabalho fundamentou-se tambm em um Estudo de Circulao,

    Anlise de Trfego e Propostas Interveno, contendo:

    Avaliao dos dados das amostragens;

    Anlise do entorno imediato;

    Estudos das vias de circulao e sentido dos fluxos virios;

    Anlise de trfego da situao atual;

    Identificao de pontos crticos;

    Anlise de trfego da situao futura;

    Comparao de cenrios: atual x futuro (empreendimento em

    operao);

    Medidas Mitigadoras

    1.2 Caracterizao da cidade

    A cidade de Bauru localiza-se na regio centro oeste do estado de So

    Paulo com aproximadamente 364.500 habitantes, segundo ltimo censo do

    IBGE em 2014. Nos ltimos 5 anos a cidade teve um aumento populacional de

    1,4%, sendo que no ltimo ano esse crescimento foi de 0,7%.

    Conforme o Grfico 1 a seguir. Vale frisar que esse crescimento, de

    0,7%, levemente superior ao da Capital, de 0,63%, mas menor do que de

    cidades paulistas de porte semelhante, como Piracicaba (0,81%), Franca

    (0,81%) e So Jos do Rio Preto (0,99%). Fonte: IBGE, 2014.

  • 7

    Grfico 1 Crescimento populacional de Bauru. Fonte: Adaptado de IBGE, 2014.

    Com relao frota veicular a cidade de Bauru possui hoje

    aproximadamente 258 mil veculos, sendo mais de 161 mil carros e quase 46

    mil motocicletas. Na ltima dcada a frota de automveis cresceu em torno de

    81%, sendo que ltimo ano esse crescimento apontou 5%. J a frota de

    motocicleta, neste ltimo ano foi acrescida em 2%. Esses dados revelam um

    panorama de constante e elevado crescimento da motorizao na cidade, ao

    passo que no mesmo perodo - 10 anos, a taxa de crescimento populacional

    ficou entre 9,4% e 9,5%. A seguir, os Grficos 2 e 3 mostram, respectivamente,

    o crescimento da frota no perodo descrito e a proporo entre o crescimento

    veicular e populacional.

    Grfico 2 Crescimento da frota veicular de Bauru. Fonte: Adaptado de DENATRAN, 2013.

  • 8

    Grfico 3 Relao entre crescimento da frota e crescimento populacional. Fonte: Adaptado de IBGE, DENATRAN, 2013.

    1.3 Caracterizao e informaes gerais do empreendimento

    O empreendimento est localizado na zona sul da cidade, conforme

    indicado na Figura 1.1, e possui uma rea de 131.072,13 m.

    Figura 1.1 Localizao do empreendimento na cidade.

  • 9

    O futuro empreendimento se localizar em terreno com topografia

    plana. A macro acessibilidade do empreendimento se dar por meio das

    Rodovias Marechal Rondon (SP 300) e Cezrio Jos de Castilho (SP 321),

    duas das principais vias do municpio de Bauru, alm das vias locais Rua

    Coronel Antnio de vila Rebouas e Avenida Darcy Csar Improta.

    As principais vias de acesso direto, lindeiras ao empreendimento,

    Avenida Darcy Czar Improta e Rua Coronel Antnio de vila Rebouas,

    apresentam caractersticas funcionais de vias coletoras, devendo operar com

    velocidade mxima de 40Km/h. A Figura 1.2 a seguir ilustra os eixos virios de

    acesso rea do empreendimento. Observa-se que a Rua Coronel Antnio de

    vila Rebouas assume a denominao de Rua Neusa Aparecida Fukuda

    Gusson a partir da interseo com a Rua Nicolau Ruiz.

    Figura 1.2 Eixos virios.

    A descrio completa do empreendimento encontra-se descrita no

    captulo 4, do Estudo de Impacto de Vizinhana.

  • 10

    A Tabela 1.1 sintetiza as caractersticas do empreendimento essenciais

    para a elaborao do RIT, como o nmero de vagas disponveis.

    Tabela 1.1: informaes sobre o empreendimento.

    Nmero de condomnios 4

    Nmero de unidades habitacionais 1.620

    Vagas comuns - moradores 1.620

    O nmero de vagas reservadas, apresentada na Tabela 1.1, atende os

    requisitos da Lei n 10.098 de 19 de dezembro de 2000, Lei municipal de Bauru

    n 5767, de Julho de 2009, NBR 9050:2004 e a Resoluo 303 de 18 de

    desezembro de 2008, citados no Captulo 3 do EIV (Estudo de Impacto de

    Vizinhana).

    1.4 reas de influncia e acessibilidade

    Na Figura 1.3 a seguir, so apresentadas as reas de influncia direta

    e indireta do empreendimento. Como rea de influncia direta, foi considerado

    o virio com um raio de 1 km do acesso ao empreendimento e como rea de

    influncia indireta, as demais vias que sero impactadas pela implantao do

    mesmo.

  • 11

    Figura 1.3 reas de influncia direta e indireta.

    No que tange s questes de acessibilidade ao lote, possvel listar as

    trs principais eixos virios que circundam o acesso ao empreendimento:

    Avenidas Darcy Csar Improta: via coletora de velocidade

    regulamentar de 40 km/h, com duas faixas por sentido,

    separado por um canteiro central. De acordo com o projeto

    urbanstico (anexo 4) futuramente cortar a gleba e se

    conectar a Rodovia Cezrio Jos de Castilho (SP 321),

    tornando-se um importante eixo virio local;

    Rua Cel. Antnio vila Rebouas: via local de velocidade

    regulamentar de 30 km/h, com uma faixa de rodagem por

    sentido e estacionamento em um dos sentidos. Atualmente,

    esta via utilizada para contornar a gleba e fazer a ligao com

    as demais vias locais;

    Rua Severino Dantas de Souza: via local de velocidade

    regulamentar de 30 km/h, com uma faixa por sentido. Esta via

    conecta a Rua Cel. Antnio vila Rebouas a via de acesso a

    Rodovia Marechal Rondon. Alm disso, o acesso principal a

    escola local feito pela Rua Severino Dantas de Souza.

  • 12

    A Figura 1.4 a seguir, ilustra o esquema da circulao no sistema virio

    previsto no projeto urbanstico, para entrada e sada do empreendimento. As

    Figuras 1.5 a 1.7 retratam a situao atual do sistema virio.

    Figura 1.4 Esquema de acesso e sada do empreendimento

    Figura 1.5 Avenida Darcy Czar Improta Figura 1.6 Rua Luis Silvestre Neto.

  • 13

    Figura 1.7 Cruzamento entre a Rua Cel. Antnio vela Rebouas e Rua Severino Dantas de Souza

  • 14

    CAPTULO 2

    FLUXO DE PASSAGEM

  • 15

    2. FLUXO DE PASSAGEM

    2.1 Amostragem de trfego existente

    Foram realizadas contagens amostrais no trecho de influncia do

    empreendimento em 2 postos, conforme indicados a seguir:

    Posto 1: Rua Maestro Oscar Mendes (continuao da Rua Cel.

    Antnio vila Rebouas) x Rua Joo Alves Seabra;

    Posto 2: Rua Cel. Antnio vila Rebouas x Rua Severino

    Dantas de Souza

    As amostragens nos pontos 1 e 2, foram realizadas no dia 01/10/15

    (quinta-feira) no perodo das 17h00min s 18h00min e no perodo das

    12h00min s 13h00min.

    Nas Figuras 2.1 e 2.2 apresenta a localizao dos postos de

    contagem juntamente com os respectivos movimentos.

    Como este relatrio visa analisar a capacidade das vias projetadas na

    gleba, que daro acesso ao futuro condomnio, alm de ser usado pela

    comunidade como via pblica. O prolongamento da Av. Darcy Czar Improta

    mudar a distribuio do fluxo nesta regio, incentivando a migrao do fluxo

    de passagem da Rua Cel. Antnio vila Rebouas para este novo eixo virio.

    Deste modo, foram adotadas algumas consideraes sobre a distribuio do

    fluxo para a viabilidade desta anlise.

    O posto de contagem 01, mostrado na Figura 2.1, foi escolhido por se

    tratar de um ponto estratgico utilizado para contornar a rea da gleba. Deste

    modo, estima-se que os fluxos dos movimentos 01 e 03 iro migrar para a Av.

    Darcy Czar Improta quando a via for prolongada pela gleba.

    J em relao ao ponto de contagem 02, a contagem foi realizada com

    o objetivo de verificar a situao local e estimar qual ser o ganho caso o fluxo

    de passagem venha a migrar para a futura via que atravessar a gleba em

    estudo. Este ponto est localizado prximo a escola do bairro, que concentra

    um fluxo maior nos horrios de sada e entrada da instituio. Para a

  • 16

    verificao da anlise da capacidade ser adotada algumas consideraes,

    mostradas na Figura 2.3, de forma a estimar o fluxo que migrar da Rua Cel.

    Antnio vila Rebouas para a Av. Darcy Czar Improta, aps a concluso do

    prolongamento desta via pela gleba.

    importante ressaltar, que foi observado o fluxo na Av. Darcy Czar

    Improta e contatado que este inexpressvel. Atualmente a via utilizada para

    o acesso do transito local.

    A partir da contagem classificatria realizada em ambos os pontos

    possvel a obteno do volume de fluxo equivalente a veculos de passeio,

    tambm conhecido como UCP (unidades de carros de passeio). Para esta

    converso adotado os seguintes fatores de equivalncia: motocicletas (0,33),

    automveis (1,00) e nibus (2,25).

    Nas Tabelas 2.1 e 2.2 so apresentados os volumes equivalentes

    obtidos a partir da contagem amostral.

    Figura 2.1 Posto de contagem 1.

  • 17

    Tabela 2.1 Resumo dos volumes contados no Posto 1.

    Movimentos 1 2 3 4 5 6

    Automvel 54 66 72 54 6 120

    Motocicleta 0 6 12 12 6 12

    nibus/Caminho 6 0 0 0 0 6

    Veculos Equivalente

    68 68 76 58 8 137

    Figura 2.2 Posto de contagem 2.

  • 18

    Tabela 2.2 Resumo dos volumes contados no Posto 2.

    Movimentos 7 8 9 10 11 12 13 14 15

    Automvel 78 180 30 0 18 180 30 0 12

    Motocicleta 18 24 6 0 0 54 0 0 0

    nibus/Caminho 0 12 12 0 0 0 6 0 0

    Veculos Equivalente

    84 245 60 0 18 198 44 0 12

    2.2 Consideraes adotadas

    Como descrito no Item 2.1, para este estudo ser adotada algumas

    consideraes em relao a distribuio de fluxo. Na Figura 2.3 ilustrada

    distribuio proposta.

    Figura 2.3 Distribuio de viagens proposta.

  • 19

    Desse modo, a partir das consideraes mostradas na Figura 2.3 ser

    estimado a demanda latente referente a via que ser prolongada pela gleba,

    dando continuidade Av. Darcy Czar Improta. O fluxo de passagem nesta

    avenida ser estimado pelos movimentos 01 e 03. Neste cenrio, tambm ser

    considerada a Rua Severino Dantas de Souza, como a de maior fluxo que

    cortar a Av. Darcy Czar Improta. A estimativa do fluxo da Rua Severino

    Dantas de Souza, ser estimada a partir dos dados de contagem do Posto 2.

    As consideraes acerca da estimativa do fluxo inicial, que ser gerado

    aps o prolongamento da Av. Darcy Czar Improta, resultaram no arranjo

    mostrado na Figura 2.4, no ponto onde estima-se o maior fluxo.

    Figura 2.4 Carregamento proposto no ponto onde

    estima-se o maior fluxo.

    2.3 Amostragem de trfego futura

    Baseado nas contagens amostrais de fluxo possvel estimar a

    demanda de veculos nos postos de contagem 01 e 02, de acordo com o fator

    de crescimento mdio do nmero de automveis na cidade. Como

    demonstrado no tpico 1.1 deste relatrio, no ltimo ano a taxa de crescimento

  • 20

    da frota foi de 5%. Se for considerada a taxa de crescimento constante para os

    prximos anos, possvel estimar o fluxo de passagem nos postos de

    contagem. Considerando o tempo de implantao do empreendimento de 2

    anos, possvel fazer a estimativa de fluxo para este perodo e posteriormente

    para os 5 e 10 primeiros anos de funcionamento, como mostrado nas tabelas

    2.3 a 2.8.

    POSTO 1

    2017

    Tabela 2.3 Valores extrapolados para 2017 - Posto 01

    Movimentos 1 2 3 4 5 6

    Automvel 60 73 79 60 7 132

    Motocicleta 0 7 13 13 7 13

    nibus/Caminho 7 0 0 0 0 7

    Veculos Equivalente

    66 79 93 73 13 152

    2022

    Tabela 2.4 Valores extrapolados para 2022 - Posto 01

    Movimentos 1 2 3 4 5 6

    Automvel 76 93 101 76 8 169

    Motocicleta 0 8 17 17 8 17

    nibus/Caminho 8 0 0 0 0 8

    Veculos Equivalente

    84 101 118 93 17 194

    2027

    Tabela 2.5 Valores extrapolados para 2027 - Posto 01

    Movimentos 1 2 3 4 5 6

    Automvel 97 119 129 97 11 216

    Motocicleta 0 11 22 22 11 22

    nibus/Caminho 11 0 0 0 0 11

    Veculos Equivalente

    108 129 151 119 22 248

  • 21

    POSTO 2

    2017

    Tabela 2.6 Valores extrapolados para 2017 - Posto 02

    Movimentos 7 8 9 10 11 12 13 14 15

    Automvel 86 198 33 0 20 198 33 0 13

    Motocicleta 20 26 7 0 0 60 0 0 0

    nibus/Caminho 0 13 13 0 0 0 7 0 0

    Veculos Equivalente

    106 238 53 0 20 258 40 0 13

    2022

    Tabela 2.7 Valores extrapolados para 2022 - Posto 02

    Movimentos 7 8 9 10 11 12 13 14 15

    Automvel 110 253 42 0 25 253 42 0 17

    Motocicleta 25 34 8 0 0 76 0 0 0

    nibus/Caminho 0 17 17 0 0 0 8 0 0

    Veculos Equivalente

    135 304 68 0 25 329 51 0 17

    2027

    Tabela 2.8 Valores extrapolados para 2027 - Posto 02

    Movimentos 7 8 9 10 11 12 13 14 15

    Automvel 140 323 54 0 32 323 54 0 22

    Motocicleta 32 43 11 0 0 97 0 0 0

    nibus/Caminho 0 22 22 0 0 0 11 0 0

    Veculos Equivalente

    172 388 86 0 32 420 65 0 22

  • 22

    CAPTULO 3 ANLISE DA CAPACIDADE VIRIA

  • 23

    3. ANLISE DA CAPACIDADE VIRIA

    A partir dos dados de contagens realizados no posto 1 e 2, possvel

    verificar a capacidade de trfego na interseo mostrada na Figura 2.4.

    A capacidade da via secundria pode ser determinada atravs da

    relao de fluxo e velocidade da via principal, uma vez que as condies do

    fluxo na via preferencial influenciam diretamente no tempo de espera para

    realizar o cruzamento, dos veculos oriundos da via secundria. J a

    capacidade por faixa da via principal pode ser determinada de acordo com

    suas caractersticas (local, coletora, arterial).

    No grfico apresentado na Figura 3.1, em funo do fluxo total na via

    principal (eixo das abscissas), obtm-se a capacidade bsica do trfego por

    faixa na via secundria (eixo das ordenadas).

    As curvas de capacidade da via secundria x fluxo da via principal so

    apresentadas para distintas velocidades dos veculos na via principal (como

    referncia recomenda-se o emprego do valor do limite legal de velocidade na

    via).

    Figura 3.1 - Capacidade na via secundria em funo do volume e na via principal.

  • 24

    O nvel de servio (qualidade da operao) pode ser obtido com base

    na relao volume/capacidade da via secundria, como indicado na Tabela 3.1.

    Tabela 3.1 - Nveis de servio

    Relao

    Volume / Capacidade

    Nvel de servio /

    Qualidade de

    operao

    0,00 - 0,20 A - tima

    0,20 - 0,40 B - Boa

    0,40 - 0,60 C - Regular

    0,60 - 0,80 D - Ruim

    0,80 - 1,00 E - Pssimo

    Maior que 1,00 F - Inaceitvel

    Capacidade Mxima da via principal (veculo/faixa)

    Como parmetros de capacidade da via principal, adotou-se como

    critrio para a classificao qualitativa da via as seguintes situaes:

    a) Para as Vias Locais:

    600 veic / h / faixa = folgado

    850 veic / h / faixa = adequado

    1000 veic / h / faixa no limite da capacidade.

    b) Para as Vias Coletoras:

    1000 veic / h / faixa = folgado

    1200 veic / h / faixa = adequado

    1500 veic / h / faixa no limite da capacidade.

    Assim, de acordo com as necessidades deste estudo ser adotado o

    parmetro sublinhado para vias coletoras. Com base nestes dados, o nvel de

    servio foi analisado nos principais cruzamentos de acesso ao

    empreendimento, onde realizou-se as contagens.

  • 25

    Nas Tabelas 3.2 e 3.3, esto indicados os valores para caracterizao

    da qualidade da operao (nvel de servio) no cruzamento entre a Av. Darcy

    Czar Improta e a Rua Severino Dantas de Souza, onde foi efetuada a

    contagem. Na anlise foi admitida uma velocidade de 40 km/h para a vias

    coletores e 30 km/h para as vias locais. Tambm foi considerada a capacidade

    viria (vec./h).

    Para encontrar a capacidade da via secundria ser estimado foi

    somado os fluxos obtidos nas contagens dos movimentos 01, 03, 14 e 15,

    totalizando 166 vec./h na via principal. Esta considerao resultou na

    capacidade da via secundria de 1000 vec./h/faixa.

    Tabela 3.2 - Caracterizao do nvel de servio

    Cruzamento Av. Darcy Czar Improta x R. Severino Dantas de Souza

    Ave

    nid

    a D

    arc

    y C

    zar

    Impro

    ta

    Volume na via

    (mov. 1+3+14+15) - (veic/h) 166

    Capacidade na via (veic/h) 4000

    Relao volume/capacidade na via 0,04

    Nvel de servio A

    Ru

    a S

    everin

    o D

    anta

    s d

    e

    So

    uza

    Volume na via

    (mov. 10+7+13) - (veic/h) 73

    Capacidade na via (veic/h) 2000

    Relao volume/capacidade na via 0,04

    Nvel de servio A

    Os valores obtidos na anlise mostram que antes da implantao do

    empreendimento, a situao do trnsito na regio tranquila, sem acmulo de

    filas ou esperas nas converses.

  • 26

    CAPTULO 4

    AVALIAO DO IMPACTO NO TRNSITO

  • 27

    4. AVALIAO DO IMPACTO NO TRNSITO

    Para avaliao do impacto de trnsito, ser analisado a disponibilidade

    de transporte pblico prximo a rea do empreendimento. Tambm ser

    verificado o potencial de impacto que poder ser gerado nas vias, com o

    acrscimo do fluxo oriundo do empreendimento residencial.

    Disponibilidade de transporte pblico:

    Segundo informaes disponveis no site da Empresa Transurb

    (http://transurbbauru.com.br/), h 01 (uma) linha que passa prximo ao local do

    empreendimento. A Figura de 4.1 apresenta o itinerrio e horrio de

    funcionamento da Linha 386 (Jardim Araruna/ Perdizes - Hospital Base).

    o Linha: 386 (Jardim Araruna/ Perdizes - Hospital Base).

    Figura 4.1 Itinerrio e horario de funcionamento da Linha 386 que atende a zona prxima ao empreendimento.

  • 28

    4.1 Estimativa da demanda - Gerao de viagens

    O ITE (Institute of Transportation Engineers) apresenta procedimentos

    para a determinao das taxas e modelos de gerao de viagens. O Trip

    Generation (User`s Guide) do ITE foi desenvolvido para estimar o nmero de

    viagens que podem ser geradas por diferentes tipos de usos do solo.

    O quadro a seguir mostra alguns tipos de uso do solo para os quais o

    ITE traz um cdigo e unidades em que so referidas as suas taxas de gerao

    de viagens, na via do polo gerador de trfego.

    Para este trabalho o cdigo ITE o nmero 230, ou seja, o nmero de

    viagens futuras ser em funo ou do nmero de unidades residenciais, ou em

    funo do nmero de pessoas que ocuparo o empreendimento ou em funo

    do nmero de veculos. A Tabela 4.1 a seguir indica os parmetros adotados.

    Tabela 4.1 - ndices para clculo de gerao de viagens. Fonte: ITE

    Cdigo ITE e Tipo

    de uso do solo Unidade

    Taxa de Gerao de Viagens

    Diria Hora pico tarde Hora pico

    manh

    1 2 3 1 2 3 1 2 3

    21

    Aeroporto

    Comercial

    Empregados (1) Vos

    (2) Aeronaves (3) 13,4 104,73 122,2 1 6,96 8,2 1,21 8,17 9,24

    120

    Indstria Pesada

    Empregados (1) GFA (2)

    Acres (3) 0,82 1,5 6,75 0,4 0,68 4,22 0,4

    6,41

    230

    Condomnio

    Residencial

    Residenciais (1)

    5,86 2,5 3,33 0,54 0,24 0,31 0,44 0,19 0,25 Pessoas (2)

    Veculos (3)

    550

    Universidade

    Empregados (1)

    Estudantes (2) 9,13 2,37 - 0,91 0,24 - 0,78 0,2 -

    610

    Hospital

    Empregados (1) GFA (2)

    leitos (3) 5,17 16,78 11,77 0,46 1,42 1,36 0,35 1,2 1,18

    850

    Supermercado ABL (1)

    12,4

    11,1

  • 29

    O ndice que deve ser escolhido para definir a gerao de viagens futuras a

    constante (5,86), relacionada ao nmero de habitaes, por ser esta a informao

    mais precisa que se tem no momento. Assim, como se tratam de 1.620 unidades

    habitacionais, a gerao de viagens futuras ser calculada pela expresso:

    NV = 5,86 * 1.620 = 9493 viagens/dia

    Onde, NV = Nmero de viagens futuras.

    Levando em considerao o perodo mais crtico - pico tarde, as viagens

    geradas seguem segundo formulao a baixo:

    NV = 0,54 * 1.620 = 875 viagens no pico tarde

    Esse nmero corresponde a todas as viagens geradas entre s 17:00 e 18:00

    - perodo de pico em anlise, contabilizando todos os modos de transporte, ou seja,

    correspondem soma das viagens realizadas por veculos de passeio, motocicletas,

    transporte coletivo, a p e de bicicleta. Assim, admitindo um fator de hora pico igual a

    0,90, resulta o nmero de viagens no perodo de pico (tarde):

    NV = 875 / 0,90 = 972 viagens

    Estima-se que o total de viagens geradas pelo empreendimento (972

    viagens), no perodo de pico, se distribuam nas mesmas propores de fluxo

    encontrado nas contagens.

    4.2 Avaliao do trfego aps a implantao do empreendimento

    Admitiu-se que 70 % as viagens geradas pelo empreendimento (680 viagens),

    no perodo de pico, se direcionem pela Av. Darcy Rua Cel. Improta e que 30 % pela

    Rua Severino Dantas de Souza (292 viagens). Assim, tem-se os volumes de trfego

    mostrados na Tabela 4.2.

  • 30

    Tabela 4.2 - Caracterizao do nvel de servio

    Cruzamento Av. Darcy Czar Improta x R.

    Severino Dantas de Souza

    Ave

    nid

    a D

    arc

    y C

    zar

    Impro

    ta

    Volume na via

    (mov. 1+3+14+15) - (veic/h) 166+972

    Capacidade na via (veic/h) 4000

    Relao volume/capacidade na via 0,29

    Nvel de servio B

    Ru

    a S

    everin

    o D

    anta

    s d

    e

    So

    uza

    Volume na via

    (mov. 10+7+13) - (veic/h) 73

    Capacidade na via (veic/h) 2000

    Relao volume/capacidade na via 0,04

    Nvel de servio A

    Como se pode constatar, a qualidade da operao na via coletora da

    rea analisada permanecer em timas condies, apesar da mudana do

    nvel de servio de timo para Bom. Est variao no caracteriza a gerao

    de filas e maior tempo de espera para realizao de manobras de converses e

    cruzamento.

    Isso significa que a implantao do empreendimento possivelmente

    no agravar a situao do trnsito no local.

  • 31

    4.3 Avaliao do trfego para os anos de 2022 e 2027

    4.3.1 Situao para 2022

    Tabela 4.3 - Caracterizao do nvel de servio

    Cruzamento Av. Darcy Czar Improta x R.

    Severino Dantas de Souza

    Ave

    nid

    a D

    arc

    y C

    zar

    Impro

    ta

    Volume na via

    (mov. 1+3+14+15) - (veic/h) 211+972

    Capacidade na via (veic/h) 4000

    Relao volume/capacidade na via 0,30

    Nvel de servio B

    Ru

    a S

    everin

    o D

    anta

    s d

    e

    So

    uza

    Volume na via

    (mov. 10+7+13) - (veic/h) 93

    Capacidade na via (veic/h) 2000

    Relao volume/capacidade na via 0,05

    Nvel de servio A

    Para o horizonte de projeto de 5 anos nota-se que no houve mudana

    nos nveis de servio, mesmos havendo um aumento de ordem residual na

    relao Volume/Capacidade. Esse pequeno acrscimo na relao

    volume/capacidade se deu pelo inevitvel e esperado crescimento da frota

    veicular.

  • 32

    4.3.2 Situao para 2027

    Tabela 4.4 - Caracterizao do nvel de servio

    Cruzamento Av. Darcy Czar Improta x R.

    Severino Dantas de Souza

    Ave

    nid

    a D

    arc

    y C

    zar

    Impro

    ta

    Volume na via

    (mov. 1+3+14+15) - (veic/h) 270+972

    Capacidade na via (veic/h) 4000

    Relao volume/capacidade na via 0,31

    Nvel de servio B

    Ru

    a S

    everin

    o D

    anta

    s d

    e

    So

    uza

    Volume na via

    (mov. 10+7+13) - (veic/h) 119

    Capacidade na via (veic/h) 2000

    Relao volume/capacidade na via 0,06

    Nvel de servio A

    Para o ano de 2025, percebe-se que os nveis de servio das vias

    coletoras no se alteram, nem mesmo com a considerao do crescimento da

    frota.

  • 33

    CAPTULO 5 MEDIDAS MITIGADORAS

  • 34

    5. MEDIDAS MITIGADORAS

    Mediante estimativas e clculos foi possvel qualificar e quantificar as

    situaes atual e futura no local onde ser implantado o empreendimento

    Residencial Vitta So Jos. Concluiu-se que no haver impactos negativos ao

    sistema virio e de trnsito, mesmo com a projeo para 10 anos. Alm disso,

    o prolongamento da via pela gleba aumentar a permeabilidade da malha

    urbana e absorver parte do fluxo da Rua Cel. Antnio vila Rebouas,

    evitando a saturao desta via.

    Contudo, importante e fundamental que algumas intervenes sejam

    pensadas, projetas e estruturadas no local, afim de melhor qualificar o mesmo.

    Algumas intervenes devero resultar em medidas, as quais estudadas em

    conjunto com a comunidade e o poder pblico devero potencializar seus

    aspectos positivos, bem como eliminar ou minimizar eventuais efeitos

    negativos.

    Sero apresentadas a seguir algumas sugestes para evitar

    deteriorao da regio de vizinhana de onde ser implantado o

    empreendimento. Deve-se, portanto, estabelecer tratativas entre o rgo

    pblico e o empreendedor, a fim de se acordar a quem caber a materializao

    de cada ao.

    5.1 Acesso ao empreendimento

    importante que haja uma preocupao com o acesso ao

    empreendimento. vital que no projeto de implantao do empreendimento,

    haja sinalizao adequada de modo a garantir segurana aos motoristas e

    principalmente pedestres que entraro e sairo do mesmo. Alm do mais,

    munir o local de sinalizao para indicar corretamente a circulao local e que

    haja tambm um trecho de acmulo de fila interno, para que no reflita no fluxo

    de passagem.

  • 35

    5.2 Fluxo prximos ao empreendimento

    Com o objetivo de proporcionar maior conforto, fluidez e segurana aos

    usurios das imediaes do empreendimento, sugere-se que na Av. Darcy

    Czar Improta seja realizada a manuteno da pavimentao e da sinalizao

    vertical e horizontal, principalmente a partir da interseo com a Rua Luis

    Carrer, pois as condies do pavimento e da sinalizao j se encontram

    aqum das recomendadas.

  • 36

    CAPTULO 6 CONCLUSES

  • 37

    6. CONCLUSES

    No final da anlise possvel afirmar que atualmente o sistema virio

    opera com fluxo livre no hora-pico. Sendo assim, o sistema virio local possui

    capacidade para absorver a demanda gerada pelo empreendimento, apesar

    dos possveis impactos, o que significar um melhor aproveitamento da

    estrutura existente.

    A rede viria acusa pontos de mudana de nveis de servio para o

    cenrio com a implantao do empreendimento. Porm, esta mudana no

    trar grande impacto a capacidade de fluxo, mesmo quando analisado a longo

    prazo. Alm disso, neste estudo j so realizadas propostas de interveno

    para que possveis impactos negativos sejam minimizados.

    Deve ser considerada uma avaliao peridica nos volumes e nas

    situaes futuras apresentadas neste relatrio uma vez que os cenrios futuros

    so frutos de projees feitas sobre uma taxa de crescimento atual que pode

    oscilar no decorrer dos anos e que depende de inmeras variveis.

    Enga

    .Christiana B.Montmorency Enga

    .Anglica Meirelles

    Barbato Estudos de Engenharia

  • 0

    Anexo 8 Mapa com identificao de

    equipamentos pblicos

  • Powered by TCPDF (www.tcpdf.org)

  • 0

    Anexo 9 Plano de gerenciamento de resduos

    slidos da construo civil

  • Gerenciamento Resduos Slidos Construo Civil

    INSTITUTO DAS APSTOLAS DO SAGRADO CORAO DE JESUS proprietria e responsvel pela construo do imvel localizado na Rua Neusa Aparecida Fukuda Gusson, S/N, Novo Jardim Pagani como GERADOR apresento informaes sobre o Gerenciamento dos Resduos Slidos da Construo Civil gerados pela construo.

    1. Localizao da Construo: Rua Neusa Aparecida Fukuda Gusson, S/N, Novo Jardim Pagani - Bauru - SP

    Figura 1. Indicao do local do empreendimento.

    LOCAL

  • 2. Caractersticas

    O empreendimento denominado Vitta So Jos ser composto por quatro condomnios residenciais, totalizando 1.620 unidades residenciais e 80.188,30 m de rea construda.

    QUADRO DE REAS REA DA GLEBA 131.072,13 100%

    REA INSTITUCIONAL 6.499,46 4,96%

    DIRETRIZ VIRIA 1 544,17 0,42%

    DIRETRIZ VIRIA 2 486,91 0,37%

    DIRETRIZ VIRIA 3 6859,91 5,23%

    DIRETRIZ VIRIA 4 1885,58 1,44%

    DIRETRIZ VIRIA 5 2.245,72 1,71%

    REA CONDOMNIO 76.235,86 58,16%

    3. Materiais e Componentes bsicos utilizados em cada etapa O Canteiro de Obras consiste no conjunto de "reas destinadas execuo e apoio dos trabalhos da indstria da construo, dividindo-se em reas operacionais e reas de vivncia" (NBR - 12284). Alm disso, o canteiro de obras dividido em reas operacionais e reas de vivncia. Aps a limpeza e movimentao de terra o canteiro ser preparado de acordo com as necessidades do desenvolvimento da obra. Quando h rede de gua na via pblica para ligao da gua, necessria a construo de um cavalete com registro, obedecendo s normas locais. Assim como para a ligao eltrica a concessionria dever ser consultada. Para os materiais devero ser designados locais para armazenamento, os quais suas dimenses so definidas de acordo com a quantidade e caracterstica de cada um. Os materiais no perecveis so: a areia, as pedras britadas, os tijolos, as madeiras e os ferros. Na obra tambm existem outros materiais (azulejos, conexes e tubos em ferro galvanizado, etc.) que so armazenados dentro da prpria obra, devido ao alto custo em relao aos citados anteriormente. Os materiais identificados como perecveis so o cimento e a cal, devido ao fato de que tm suas caractersticas fsicas e qumicas alteradas se entram em contato com intempries. necessria a construo de um armazm adequado para que estes sejam guardados com cuidado e proteo de ameaas externas. O canteiro de obras sofre alteraes durante as etapas construtivas e execuo do empreendimento com o objetivo de alocar os materiais, equipamentos e mo de obra especfica em cada fase. O quadro a seguir apresenta as etapas construtivas e materiais necessrios para a execuo da obra.

  • Quadro 1. Etapas construtivas e materiais utilizados.

  • 4. Descrio dos resduos que sero gerados:

    A Resoluo CONAMA 307 classifica os resduos em: - Resduos Classe A - so os resduos reutilizveis ou reciclveis como agregados, tais como; a) de construo, demolio, reformas e reparos de pavimentao e de outras obras de infraestrutura, inclusive solos provenientes de terraplanagem; b) de construo, demolio, reformas e reparos de edificaes: componentes cermicos (tijolos, blocos, telhas, placas de revestimento etc.), argamassa e concreto; c) de processo de fabricao e/ou demolio de peas pr-moldadas em concreto (blocos, tubos, meio-fios etc.) produzidas nos canteiros de obras. - Resduos Classe B - so os resduos reciclveis para outras destinaes, tais como; plsticos, papel, papelo, metais, vidros, madeiras e gesso3. - Resduos Classe C - so os resduos para os quais no foram desenvolvidas tecnologias ou aplicaes economicamente viveis que permitam a sua reciclagem ou recuperao. - Resduos Classe D - so resduos perigosos oriundos do processo de construo, tais como tintas, solventes, leos e outros ou aqueles contaminados ou prejudiciais sade oriundos de demolies, reformas e reparos de clnicas radiolgicas, instalaes industriais e outros, bem como telhas e demais objetos e materiais que contenham amianto ou outros produtos nocivos sade. O quadro a baixo demonstra a estimativa inicial, fornecida pelo departamento de engenharia da obra, realizada a partir de dados pr-existentes quanto gerao de resduos e sua respectiva classificao para o empreendimento em questo.

    GERAO DE RESIDUOS POR CAAMBA

    CLASSIFICAO VOLUME (M) DESCRIO

    A 497,17 Entulho; concreto, alvenaria, produtos cermicos, argamassas, terra, areia, pedra, cimento e cal

    B 1.202,82 madeira, plstcio, papel, vidro e metal

    C 136,32

    D 112,26 Fibrocimento, isopor

    G1 19,25 Gesso

    G2 16,04 Gesso com materiais listados anteriormente

    V 40,09 Massa verde e galhas de podas

    TOTAL 2.023,95

    Quadro 2. Gerao de resduos no empreendimento.

  • 5. Iniciativa para minimizao da gerao dos resduos A questo da gerao dos resduos est diretamente ligada ao desperdcio de matria-prima e insumos no canteiro de obras e na execuo do empreendimento. Anteriormente s prticas de gerenciamento dos resduos deve-se trabalhar o conceito de no-gerao dos mesmos. Aplicar prticas de gesto ambiental e/ou de qualidade no canteiro de obras implica na reduo da gerao de resduos devido aos seguintes benefcios: - O canteiro fica mais organizado e limpo; - A triagem dos resduos evita que sejam misturados com matrias-primas; - Possibilita a identificao de resduos reaproveitveis anterior ao seu descarte; - Quantifica e qualifica os resduos que sero descartados contribuindo para a identificao de focos de desperdcios. A boa organizao do canteiro faz com que sejam evitados sistemticos desperdcios na utilizao e na aquisio dos materiais para substituio. Em alguns casos, os materiais permanecem espalhados pela obra e acabam sendo descartados como resduos. A dinmica da execuo dos servios na obra acaba por transform-la num grande almoxarifado, podendo haver sobras de insumos espalhadas e prestes a se transformar em resduos. A prtica de circular pela obra sistematicamente, visando localizar possveis sobras de materiais (sacos de argamassa contendo apenas parte do contedo inicial, alguns blocos que no foram utilizados, recortes de condutes com medida suficiente para reutilizao, etc.), para resgat-los de forma classificada e novamente disponibiliz-los at que se esgotem, pode gerar economia substancial. Isso permite reduzir a quantidade de resduos gerados e otimizar o uso da mo-de-obra, uma vez que no h a necessidade de transportar resduos para o acondicionamento. A reduo da gerao de resduos tambm implica reduo dos custos de transporte externo e destinao final. Porem, o alcance dos objetivos, de reduo da gerao de resduos na obra, depende diretamente da mobilizao do pessoal envolvido, contemplando desde a alta gerncia e toda a equipe de colaboradores da empresa. Atravs de palestras, treinamentos, distribuio de materiais, entre outras aes para informar e orientar quanto aos novos procedimentos.

  • 6. Descrio do gerenciamento dos resduos que sero gerados

    1. Acondicionamento Inicial / Triagem Dever acontecer o mais prximo possvel dos locais de gerao dos resduos, dispondo-os de forma compatvel com seu volume e preservando a boa organizao dos espaos nos diversos setores da obra. Em alguns casos, os resduos devero ser coletados e levados diretamente para os locais de acondicionamento final.

    2. Transporte Interno Deve ser atribuio especfica dos operrios que se encarregarem da coleta dos resduos nos pavimentos. Eles ficam com a responsabilidade de trocar os sacos de rfia com resduos contidos nas bombonas por sacos vazios, e, em seguida, de transportar os sacos de rfia com os resduos at os locais de acondicionamento final. O transporte interno pode utilizar os meios convencionais e disponveis: transporte horizontal (carrinhos, giricas, transporte manual) ou transporte vertical (elevador de carga, grua, condutor de entulho). As rotinas de coleta dos resduos nos pavimentos devem estar ajustadas disponibilidade dos equipamentos para transporte vertical (grua e elevador de carga, por exemplo). O ideal que, no planejamento da implantao do canteiro, haja preocupao especfica com a movimentao dos resduos para minimizar as possibilidades de formao de gargalos. Equipamentos como o condutor de entulho, por exemplo, podem propiciar melhores resultados, agilizando o transporte interno de resduos de alvenaria, concreto e cermicos. 3. Acondicionamento final Na definio do tamanho, quantidade, localizao e do tipo de dispositivo a ser utilizado para o acondicionamento final dos resduos deve ser considerado este conjunto de fatores: volume e caractersticas fsicas dos resduos, facilitao para a coleta, controle da utilizao dos dispositivos (especialmente quando dispostos fora do canteiro), segurana para os usurios e preservao da qualidade dos resduos nas condies necessrias para a destinao. No decorrer da execuo da obra as solues para o acondicionamento final podero variar. Mas para o xito da gesto dos resduos basta respeitar o conjunto de fatores mencionado.

  • Quadro 3. Acondicionamento final para os resduos da construo civil (FONTE: SindusCon-SP).

    4. Destinao final As solues para a destinao dos resduos devem combinar compromisso ambiental e viabilidade econmica, garantindo a sustentabilidade e as condies para a reproduo da metodologia pelos construtores. Os fatores determinantes na designao de solues para a destinao dos resduos so os seguintes: I - possibilidade de reutilizao ou reciclagem dos resduos nos prprios canteiros; II - proximidade dos destinatrios para minimizar custos de deslocamento; III - convenincia do uso de reas especializadas para a concentrao de pequenos volumes de resduos mais problemticos, visando maior eficincia na destinao.

  • Quadro 4. Destinao final dos resduos gerados.

  • 7. Indicao dos agentes LICENCIADOS responsveis pelo fluxo dos resduos que sero gerados (os agentes podero ser substitudos a critrio do gerador, por outros, legalmente licenciados)

    Identificao do Transportador

    Nome: PORTAL COM E EXTR DE AREIA E PEDREG. PORTAL RAYS

    Cadastro e Licena:

    Endereo: Rua Joaquim Pelegrina Lopes, 4-65 Distrito Industrial III Bauru

    Telefone: 3232-1633

    Nome: VAPT CAAMBAS

    Cadastro e Licena:

    Endereo: Rua Benedito Ribeiro dos Santos, n 5-55 Vila Carolina Bauru

    Telefone: 32033030

    Nome: PORTO DE AREIA HERALDO REGHINE Cadastro e Licena: Endereo: R. Armando Lamartine, 2-155 Distrito Industrial II Bauru Telefone: 3234 2400

    Identificao da rea receptora dos resduos:

    Nome: Associao dos Transportadores de Entulhos e Agregados de Bauru (Asten)

    Cadastro e Licena: Ambiental/RNTRC/CTR/MOPP

    Endereo: Rua Rodrigo Romero, n 10-42 Higienpolis Bauru

    Telefone: 32080806

    Nome: PORTO DE AREIA HERALDO REGHINE

    Cadastro e Licena:

    Endereo: R. Armando Lamartine, 2-155 Distrito Industrial II Bauru Telefone: 3234 2400

  • Nome: PORTAL COM E EXTR DE AREIA E PEDREG. PORTAL RAYS

    Cadastro e Licena:

    Endereo: Rua Joaquim Pelegrina Lopes, 4-65 Distrito Industrial III Bauru

    Telefone: 3232-1633

    8. Demais informaes:

    Ciente da responsabilidade do gerador quanto ao gerenciamento e destinao final adequada do resduo slido da construo civil, conforme disposto na Resoluo CONAMA 307/02, Poltica Estadual de Resduos Lei 12.300/06, Lei Municipal Complementar 1704/04, Decreto n 332/08, afirmo de que as informaes aqui prestadas so de minha responsabilidade, sendo que neste ato comprometo-me a cumprir as disposies legais, respondendo solidariamente caso o Transportador ou o Destinador Final descumpra quaisquer dos dispositivos legais citados.

    9. Caracterizao dos Responsveis

    Identificao do Gerador:

    Nome: INSTITUTO DAS APSTOLAS DO SAGRADO CORAO DE JESUS

    CPF/CNPJ: 61.015.087/0001-65

    Endereo: Rua luso Brasileiro, 4-44 sala 711 Jd. Estoril IV

    Telefone: 3245 0061

    Assinatura:

    Identificao do Responsvel Tcnico da Construo/Reforma ou demolio

    Nome: Mauri Ramos de Andrade Leite

    CREA: 5062343501

    Endereo: Rua luso Brasileiro, 4-44 sala 711 Jd. Estoril IV

    Telefone: 32450061

    Assinatura:

  • 0

    Anexo 10 Ofcio de viabilidade DAE

  • 0

    Anexo 11 Ofcio de viabilidade CPFL

  • 0

    Anexo 12 Levantamento Planialtimtrico

  • Powered by TCPDF (www.tcpdf.org)

  • 4. Atividade Tcnica

    2. Dados do Contrato

    5. Observaes

    Lei n 6.496, de 7 de dezembro de 1977 CREA-SP ART de Obra ou ServioConselho Regional de Engenharia e Agronomia do Estado de So Paulo 92221220150469684

    1. Responsvel Tcnico

    ALMIR OLIVA FERREIRA GARCIATtulo Profissional: Engenheiro Civil, Tecnlogo em Construo Civil, Tcnico em Estradas RNP:

    Registro: 0605210711-SP2603334662

    Contratante: SPE VITTA RESIDENCIAL 17 LTDA. CPF/CNPJ:19.440.192/0001-85Avenida PROFESSOR JOO FISA N: 2080

    SALA 42Complemento:Cidade: Ribeiro Preto UF:

    Bairro: JARDIM CANADSP CEP: 14024-260

    Vinculada Art n:Sem nmeroContrato:

    Quantidade Unidade

    Execuo1 Mensurao Levantamento

    topogrficoPlanialtimtrico 141453,93 metro quadrado

    Aps a concluso das atividades tcnicas o profissional dever proceder a baixa desta ART

    Empresa Contratada: GEOPLAN TOPOGRAFIA CONSTRUCOES E COMERCIO LTDA. Registro: 1035750-SP

    Celebrado em: 07/04/2015Valor: R$ 1.000,00 Tipo de Contratante: Pessoa jurdica de direito privadoAo Institucional:

    Anotao de Responsabilidade Tcnica - ART

    Endereo:

    Endereo: Fazenda BARREIRINHO N:

    Complemento: AREA ANEXA AO JARDIM FLRIDA Bairro: JARDIM FLRIDA

    Cidade: Bauru UF: SP CEP: 17024-473

    Data de Incio: 07/04/2015

    Previso de Trmino: 07/04/2016

    Coordenadas Geogrficas:

    Finalidade: Cdigo:

    Proprietrio: CPF/CNPJ:

    3. Dados da Obra Servio

    Execuo do Levantamento Planialtimtrico para Residencial Vitta So Jos no municpio de Bauru/SP.Acesso pela Rua Neusa Aparecida Fukuda Gusson, Novo Jardim Pagani, Bauru/SP.

    6. Declaraes

    Acessibilidade: Declaro que as regras de acessibilidade previstas nas normas tcnicas da ABNT, na legislao especfica e no Decreto n 5.296, de 2 de dezembro de 2004, no se aplicam s atividades profissionais acima relacionadas.

    Resoluo n 1.025/2009 - Anexo I - Modelo A

    Pgina 1/2

  • Resoluo n 1.025/2009 - Anexo l - Modelo APgina 2/2

    7. Entidade de Classe

    10 - BAURU - ASSOCIAO DOS ENGENHEIROS, ARQUITETOS EAGRNOMOS DE BAURU - ASSENAG

    8. AssinaturasDeclaro serem verdadeir,

    SPE VITTA RESIDENCIAL 1LTDA. - CPF/CNPJ: 19.440.192/0001-85ARE

    9. Informaes- A presente ART encontra-se devidamente quitada conforme dadosconstantes no rodap-verso do sistema, certificada pelo Nosso Nmero.

    - A autenticidade deste documento pode ser verificada no sitewww.creasp.org.br ou www.confea.org.br

    - A guarda da via assinada da ART ser de responsabilidade do profissionale do contratante com o objetivo de documentar o vinculo contratual.

    www.creasp.org brtel: 0800-17-18-11

    Valor ART R$ 67,68 Registrada em: 07/04/2015 Valor Pago R$ 67,68 Nosso Numero: 92221220150469684 Verso do sistema

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