Educação Pública: perspectivas para Mato Grosso Universidade Federal de Mato Grosso

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<ul><li> Slide 1 </li> <li> Educao Pblica: perspectivas para Mato Grosso Universidade Federal de Mato Grosso </li> <li> Slide 2 </li> <li> Universidade Pblica O que entendemos por perspectiva? </li> <li> Slide 3 </li> <li> Perspectiva Latim: PERSPECTIVUS (perspecto + perspcio) Perspecto = olhar at o fim, examinar atentamente Perspcio = olhar atravs, ver bem, olhar atentamente, reconhecer claramente Dicionrios de filosofia :Uma antecipao qualquer do futuro: projeto, esperana, ideal, iluso, utopia. Dicionrio Aurlio: Arte de representar os objetos sobre um plano tais como se apresentam vista Perspectiva = ENFOQUE, POSSIBILIDADE Vamos falar de perspectiva como esperana no futuro </li> <li> Slide 4 </li> <li> Universidade Pblica O que entendemos por Educao Pblica? Qual origem? Dever de quem? Pacto Poltico </li> <li> Slide 5 </li> <li> Educao Pblica e o Ensino Superior Universidade Pblica Acesso universidade Expanso universitria Educao a distncia Formao de professores Articulao com a Educao Bsica Qualidade </li> <li> Slide 6 </li> <li> Universidade Pblica O contexto brasileiro que influencia a Educao Pblica </li> <li> Slide 7 </li> <li> Mudana no perfil e localizao da populao Natalidade declinante e envelhecimento Melhora ambiente socioeconmico: salrio mnimo, taxa de desemprego, gasto social PIB, pobreza (diminuiu), criao de empregos formais, aumento da renda do trabalho Re-estruturao </li> <li> Slide 8 </li> <li> Slide 9 </li> <li> Sudeste Centro-Oeste Norte Nordeste </li> <li> Slide 10 </li> <li> Novo conceito de desenvolvimento (FIB)Novo paradigma tecnolgico Quebra da onda neo liberalNova geopoltica (mundo mais multi-polar)Novo padro energtico (crise do petrleo)Novo padro de consumoNovas relaes do trabalho Emergncia de Novo Paradigma: Crises </li> <li> Slide 11 </li> <li> Mudana Fundamental </li> <li> Slide 12 </li> <li> Baixa escolaridade da maioria da populao: baixo IDEB, baixo gasto com a educao Sistema de C &amp; T ainda em formao, com baixo crescimento do investimento Sistema tributrio Insuficincia conscincia ambientalProblemas </li> <li> Slide 13 </li> <li> Desafios e compromissos sociais da Educao Superior Pblica em Mato Grosso Compromisso com a Educao Bsica (formao inicial e continuada) Compromisso com a formao de recursos humanos para o pas Compromisso com a pesquisa e extenso Compromisso com a inovao para as empresas </li> <li> Slide 14 </li> <li> Universidade Pblica Formao de professores e a Articulao com a Educao Bsica </li> <li> Slide 15 </li> <li> Perspectiva para Educao Pblica em Mato Grosso A Intensificao da articulao da Educao Bsica e o Ensino Superior UFMT Educao Bsica </li> <li> Slide 16 </li> <li> A qualidade do ensino depende da qualidade dos professores (Ministro Fernando Haddad, 2008) Ao comentar dados relativos a funo docente na Educao Bsica divulgados pelo INEP </li> <li> Slide 17 </li> <li> Slide 18 </li> <li> Desarticulao entre disciplinas de contedos especficos e as de contedo pedaggico; Pouca articulao entre as realidades da universidade e da escola. Alguns velhos problemas na formao inicial de professores </li> <li> Slide 19 </li> <li> A pesquisa na rea de Educao aponta que, geralmente, os professores tm sido mal preparados para analisar e enfrentar a realidade escolar, a complexidade e a singularidade do fazer docente. </li> <li> Slide 20 </li> <li> O rompimento com o modelo que prioriza a teoria em detrimento da prtica (Racionalidade Tcnica) NO PODE significar um currculo de formao profissional que supervaloriza a prtica em detrimento da formao terica. IMPORTANTE </li> <li> Slide 21 </li> <li> Que professores queremos formar? Vivenciamos atualmente um processo mundializado de REFORMAS CURRICULARES que atinge todos os nveis de formao. Neste contexto importante nos posicionarmos frente s seguintes interrogaes: Trabalharemos na perspectiva da mudana ou na perspectiva da continuidade e/ou re- acomodao dos modelos vigentes de formao de professores? </li> <li> Slide 22 </li> <li> NO suficiente para aloc-los no espao prprio da educao escolar A formao inicial de docentes NO suficiente para aloc-los no espao prprio da educao escolar, suprindo a Educao Bsica com profissionais qualificados. exerccio profissional Essa distoro entre formao e exerccio profissional pe em questo o papel social que tal formao est a cumprir. </li> <li> Slide 23 </li> <li> Universidade Educao Bsica O que garante a articulao entre a Universidade e a Educao Bsica na perspectiva de cumprir esse papel social? </li> <li> Slide 24 </li> <li> Educao Bsica Extenso Ensino Pesquisa UFMTCULTURA </li> <li> Slide 25 </li> <li> -Pesquisa investigaes nos programas de ps-graduao / pesquisas oriundas das reas de ensino das licenciaturas -Ensino estgio supervisionado, UAB/PARFOR/NEAD, CURSO LCNM, APOSTILAMENTO DE ESPANHOL etc. -Extenso: Projeto Canoa, SemiPEQ, dentre vrios outros UFMT </li> <li> Slide 26 </li> <li> Programas Institucionais: PIBID, Prodocncia (envolvimento dos docentes das licenciaturas com a escola), Novos Talentos, Escola Ativa, Tutoria, Monitoria FORUM Estadual de Educao ORIENTAES CURRICULARES DA EDUCAO BASICA BOLETIM DAS LICENCIATURAS Programa Nacional de Educao </li> <li> Slide 27 </li> <li> VOCAO VOCAO desde a sua criao em 1970, a UFMT tem como uma das suas principais polticas a FORMAO DE PROFESSORES. OUSADIA OUSADIA proposio de formatos diferenciados de licenciatura. COOPERAO, CONFIANA e HARMONIA relacionamento com secretarias de educao. PESQUISA PESQUISA - na rea de Formao Docente para a Educao Bsica/Mestrado Profissionalizante (tendncia) ARTICULAO DE GRUPOS ARTICULAO DE GRUPOS entre professores das licenciaturas. UFMT </li> <li> Slide 28 </li> <li> Necessidade de uma mudana na formao de professores no sculo XXI Avanos no sculo XX crtica racionalidade tcnico-formativa anlise dos modelos de formao; Crtica organizao da formao de cima para baixo Anlise das modalidades que provocam maior ou menor mudana Formao prxima s instituies educativas Maior teorizao sobre o tema </li> <li> Slide 29 </li> <li> No podemos negar que os contextos sociais e educativos que condicionam todo ato social e, portanto, a formao, mudaram muito. </li> <li> Slide 30 </li> <li> Reconhecemos uma falta de limites das funes do trabalho docente, dos quais se exige resolver os problemas derivados do contexto social </li> <li> Slide 31 </li> <li> A EDUCAO CHEGOU AO TOPO Educao </li> <li> Slide 32 </li> <li> crticas sociais O aumento de solicitaes e competncias no campo da educao com a consequente intensificao do trabalho docente (fazemos muitas coisas e, por vezes, muito mal feitas), colocando a educao no topo das crticas sociais. </li> <li> Slide 33 </li> <li> As crticas sobre a educao pblica so muitas, mas no podemos negar que existe um sistema em funcionamento, formando e informando a parcela mais numerosa e menos privilegiada da sociedade, gerando substanciais impactos em termos de acmulo de conhecimentos e insero no contexto social e produtivo, sem notadamente receber da grande mdia os necessrios registros de positivao do processo educacional pblico. (Pesquisador Elias Barbosa) </li> <li> Slide 34 </li> <li> Obrigada! Profa. Irene Cristina de Mello Univesidade Federal de Mato Grosso www.ufmt.br icmello@terra.com.br www.ufmt.br icmello@terra.com.br </li> </ul>